Que que dois ceguinhos que não dirigem vão fazer nos Estados Unidos? Como é que a gente vai se virar? Óbvio que não é como você está lá na embaixada, lá no consulado. É sinistro. É, é esquisito mesmo. Assim, seria Orlando. Mas e aí? Orlando como Orlando para duas pessoas que não dirigem, a gente impossível, inviável, não tem jeito. Nós preferimos nos arrepender daquilo que nós tentamos de conquista, né? É que se o processo Não é barato, não é fácil, é extremamente desgastante, a gente teve que abrir mão de muita coisa em prol disso. É um
processo longo. Fala pessoal, eu sou o Caio, eu faço parte do time da Movie. Hoje a gente tem uma entrevista muito especial. E eu digo especial, não só pelo conteúdo, mas porque a história desse casal é daquelas que realmente inspiram a gente. Hoje eu tô com Marcelo e Adriana, que conquistaram visto de estudos e já estão Na terra do Tio Sun. E o Marcelo vai iniciar um mestrado, mas a história por trás dessa conquista é ainda mais incrível, além de toda a preparação acadêmica do desafio, que é planejar, né, um novo capítulo fora do Brasil.
Eles enfrentaram obstáculos que tornaram essa conquista ainda mais admirável. E uma dessas barreiras foi a exigência da proficiência em inglês pro mestrado. Marcelo, ele precisou buscar alternativas para conseguir atender esse Requisito e com a ajuda da Mov, ele encontrou uma solução que não só permitiu que ele conseguisse eh seguir com plano, mas garantiu que ele tivesse dentro da universidade antes mesmo de atingir a fluência necessária. Mas antes da gente entrar nos detalhes dessa jornada deles, eu vou deixar que eles se apresentem. [Música] Marcelo, Adriana, conta pra galera, por favor, quem são vocês. Olá, pessoal. Boa
Tarde. Tudo bem? Eu sou Adriana. Boa tarde, tudo bem? Eu sou Marcelo. Nós somos de Brasília e estamos em Orlando. Estamos muito felizes ainda naquela fase de organizar tudo, né, gente? Porque chegamos aqui para passar 3 anos, que é o período do Marcelo terminar o curso de inglês e fazer o mestrado. A gente, dois filhos, um cachorro e as malas, mais nada. Então assim, loucura total. Legal. Legal. E vocês fazem o que no Brasil, pessoal? Nós somos servidores públicos Federais. Eu sou servidor do TI do trabalho e eu também sou servidora pública federal. Marcelo tirou
um período de licença aí para se dedicar ao mestrado. Eu quero entrar um pouquinho nessa história. Eu quero saber como que vocês chegaram até aqui, né? Mas antes da gente iniciar a gravação, vocês estavam me contando um pouquinho como que vocês se conheceram, porque essa é uma história muito legal. E eu gostaria de verdade que vocês Compartilhassem um pouquinho de como que começou a história de vocês, porque para quem tá assistindo ainda não sabe, mas essa história é realmente muito especial, é muito legal e até pedi para eles não contarem pra gente poder compartilhar um
pouquinho com vocês. Eu e o Marcelo nós somos deficientes visuais, nós somos portadores de visão subnormal. Eu tenho 10% de visão periférica e o Marcelo 10% de visão central. Eu sou do interior de Minas Gerais. Eu nasci na cidade de Tabira, terra do Carlos Rum de Andrade, tá pessoal? Para quem não conhece. E o Marcelo Brasília. Brasília. Nós nos conhecemos na universidade, né? O Marcelo fazia turismo, eu também inscrevi na faculdade de turismo e o Marcelo tava um semestre a minha frente, né? Nos conhecemos sem saber da deficiência visual um do outro. Ficamos sabendo depois,
conversando, nos conhecendo, aí Descobrimos que tanto eu como ela tínhamos a limitação visual. Inclusive, pessoal, eu tenho um livro, né, que eu conto a nossa história de como a gente se conheceu, todas as todos os obstáculos que passamos, né, até chegar aqui. Meu, que bacana. Qual que é o nome do livro? É o meu nome, Adriana Duarte, no YouTube. E eu queria saber então de quem que veio essa ideia de estudar nos Estados Unidos. Foi uma decisão conjunta de vocês ou alguém chegou primeiro com Essa proposta? Como que surgiu isso? Eu sempre, Caio, quis sair
de Brasília no início do nosso relacionamento, nosso casamento. Eu já falava com Adriana da intenção de sair de Brasília, não diretamente pros Estados Unidos, mas assim, de sair de Brasília, sair daquele centro político e buscar um, sei lá, um ambiente melhor, um curso de vida melhor pra gente. E aí isso foi passando. Adriana tinha medo de mudar da mudança, tal. Isso foi passando até que surgiu a Ideia de virmos pros Estados Unidos, vir para cá para eu poder estudar, me dedicar aos estudos, melhorar a questão profissional, o currículo. Eu tenho duas graduações, né? Eu sou
formado em turismo e em direito. E aí surgiu essa oportunidade através da move de corrermos atrás. Então, eu sempre segurei o Marcelo porque eu brincava, Marcelo, pelo amor de Deus, Estados Unidos, eh, você depende de carro para tudo. Isso sim, Essa vontade dele é bem antes do Uber, tá, pessoal? Não existia Uber para dar apoio não. Que que dois ceguinhos que não dirigem vão fazer nos Estados Unidos? Como é que a gente vai se virar? 96. Eu eu passei três meses em Washington junto com o meu irmão. Só que mobilidade em Washington é totalmente diferente.
Você tem metrô, você tem ônibus para tudo, né? Aqui em Orlando, ônibus você quase não vê na rua, então aqui é cabeça, tronco e rodas. Eu falei Que eu não passaria eh a maior parte do ano congelada, então a opção também seria Orlando. Mas e aí? Orlando, como Orlando para duas pessoas que não dirigem, a gente impossível, inviável, não tem jeito. Então essa essa ideia ficou um pouco adormecida, né? O tempo foi passando, o Dudu nasceu, também tinha trabalho, depois veio a Sofia e não aconteceu. Até que no final do ano passado nós morávamos em
um apartamento e decidimos ir para uma casa Em Brasília. um pouco complicado a questão da violência. O Marcelo foi assaltado e veio aquele: "Não, gente, a gente precisa fazer alguma coisa. Casa não vai dar, não vai dar, não tem jeito. Por causa da questão da segurança. Casa é bem menos segura do que o apartamento. Segurança que a gente também tinha que morar ali no mais no centrinho pela questão de não dirigir. O o os nossos filhos são, né? né? O Eduardo tem 16 anos, a Sofia 11. Não, não podem Dirigir. Até que veio, gente. Talvez
agora esteja na hora, porque o Dudu com 16 anos, ele pode, nos Estados Unidos, ele pode tirar carteira, hoje já tem Uber e a nossa vida vai ficar um pouco menos complicada, além de poder proporcionar aos dois eh essa vivência, né, de estudar nos Estados Unidos. O Eduardo vai fazer os os dois últimos anos do high school aqui, onde pode abrir portas para ele. É uma decisão futura dele, né? A gente terminando o Mestrado, a gente tem planos pro Brasil e tudo. Vamos, vamos ver o que que vai acontecer. Você tem uma trajetória também sólida,
né, no Brasil. Você já atua e nessa área como técnico judiciário. Seria isso? Sou técnico judiciário desde 2008. Então assim, já é uma trajetória longa, né? E assim que terminar o o o os estudos aqui, voltaremos, né, voltar para assumir a carreira, para continuar no serviço Público e continuar trabalhando e se dedicando. É para dar uma melhorada mesmo no currículo profissional. Foi o meio que nós encontramos, Caio, para poder proporcionar aos nossos filhos essa vivência aqui nos Estados Unidos em família, porque nós poderíamos mandar o Eduardo para fazer um intercâmbio, mas seria só ele, pois
pais e irmãos não têm direito ao visto F2, dependente do F1 para estudante. Então, teria que ser eu ou Marcelo, né, para que o outro pudesse Acompanhar e as crianças também. Foi então que a gente ficou, Marcelo ou Adriana? Marcelo ou Adriana? Eu falei: "Não, seu inglês é muito melhor que o meu, que o meu é the books on the table, não entendo nada, vou ralar para aprender, né? O Marcelo tem um conhecimento melhor de inglês e tá se dedicando muito. Então, vai você. O que que te levou a decidir que e agora era o
momento certo para seguir com um mestrado nos Estados Unidos? Foi Realmente essa junção dessa situação? Putz, a gente passou por uma situação delicada, fui assaltado, né? Foi, foi um atentado ali a minha vida. Poderia ter acontecido alguma coisa. Graças a Deus não aconteceu nada de demais. Mas vocês acham que esse foi o ponto de partida que fez com que vocês decidissem que não, esse é o momento certo ou não? Você chegou em um momento da sua carreira, poxa, eu já atuo nessa área há mais de 17 anos, tenho duas graduações. Acho que Esse é o
momento de buscar evoluir a a minha carreira acadêmica. O que que te levou a decidir que esse era o momento? A questão eh foi bem assim evoluir a carreira acadêmica junto com o limite de tempo pro Eduardo fazer o high school. Limite de tempo pro Eduardo fazer o high school, né? Para ele poder construir também um currículo para ele aqui que possa vir a proporcionar uma futura bolsa universidade, caso ele queira, entendeu? Ele tem uma uma qualificação, Graças a Deus, ele tem uma qualificação muito boa, sempre foi aluno de Olimpíada, de olimpíada de matemática, olimpíada
de robótica. Então assim, é um aluno que aqui ele tem chance de ter uma evolução também, mais oportunidade, né, novos caminhos e a insegurança. Foi uma junção de tudo. E assim, Adriana, você também trabalha na na mesma área, né, mas em setores diferentes? Sim, eu eu também sou servidora pública. Eh, pensando em tudo que essa mudança ela Envolve, teve alguma preocupação que veio à tona ali para você quando vocês decidiram seguir com esse plano? Sim, né? Porque você tem uma vida totalmente estruturada. A família, minha família tá toda em Brasília, a família do Marcelo tá
toda em Brasília, né? Meus pais são idosos, a mãe do Marcela é idosa, o meu sogro, infelizmente, já faleceu e aqui a gente não tem ninguém. Somos nós quatro e a cachorrinha, sem rede de apoio, sem nada. E lá em Brasília, querendo ou não, Caio, eh a gente tinha uma rede de apoio muito boa, né, pelo fato de nós não dirigirmos e tudo. Então, muita gente falou que a gente era louco. O que que vocês vão fazer nos Estados Unidos? nessa situação, mas como eu falo no meu livro, o maior limite é aquele que a
gente aceita, né? Eu acho que a vida ela é uma só e tanto eu quanto Marcelo, nós somos de nos arrepender daquilo, nós preferimos nos arrepender daquilo que nós tentamos. Eu Acho que o arrependimento de ai eu deveria ter feito, nossa, horrível, isso nunca passou pela minha cabeça. E assim, eu nunca tive medo, nem Adriana, de enfrentarmos problemas, situações, limites, né? Desde que nascemos, temos a as limitações visuais, barreiras, as barreiras foram sempre aparecendo e nós fomos passando por elas. Então essa é apenas mais uma barreira em que vamos ter que passar por ela. Meu
curso de inglês começa amanhã. Vamos continuar. Inclusive, Caio, eh, essa questão do curso de inglês do Marcelo tem uma história muito legal por trás disso também, que nós somos muito gratos a vocês, porque o Marcelo escolheu uma universidade aonde eles oferecem PEFway, que é um projeto de estudos que dentro da própria universidade você que não tem proficiência ainda no inglês, você faz o período de inglês atingindo a proficiência necessária. você já migra Para MBA, você migra pro MBA ou pro outro curso que você queira fazer, né? No meu caso é pro MBA. Então, juntou as
duas coisas aonde eu faço inglês, seguindo o MBA. As universidades aqui nos Estados Unidos elas aceitam o Duolingo como teste de proficiência, só que devido a condição de visão subnormalção visual, eh o tempo mesmo, o tempo eh dilatado, ele não foi suficiente para que o Marcelo fizesse o teste. E outra coisa, ah, eles não Permitem, né, que você use um um monitor a mais conectado ao laptop para poder fazer o teste. E no monitor do laptop normal é impossível a gente enxergar. Então, nós usamos um monitor de 32 polegadas como monitor. O laptop ele é
basicamente uma CPU, né? O sistema não permitia um um monitor adicional. Então assim, ficou inviável fazer o teste do Olingo, né? Foi então que eh vamos fazer o o pé, foi porque é é a saída. Vamos lá. Porém, o que que aconteceu? A gente Queria Flórida e a universidade que nós escolhemos, a sede principal dessa universidade é é na Califórnia. Eu tô deentrada aí, o que que nós descobrimos? Não tenho o pé foi em Orlando. Em Orlando. Meu Deus do céu, como assim? Que que a gente vai fazer agora? Então assim, a equipe da MVE
se movimentou de uma forma fantástica. Nossa, vocês foram anjos da guarda na nossa vida, nos ajudaram. E aí assim foi criado uma parceria, uma parceria aqui Em Orlando entre a universidade e uma escola de inglês, aonde eu vou começar o curso de inglês e depois vou passar pro MBA na universidade. Mas is foi adaptado um programa Pé foi que não existia em Orlando, não existia aqui para que pudesse me atender. Entendeu, Marcelo? Gente, foi incrível assim, então assim, mais uma barreira que a gente superou. O que que passou pela cabeça de vocês nesse momento? Rolou
aquele medo de que essa exigência, né, do inglês pudesse Impedir que vocês seguem com planejamento? Claro, claro. O tempo todo. O tempo todo, né? Aí nós começamos a buscar junto com a MVE outras opções, ver o que que podia ser feito e aí consideramos até talvez ir pra Califórnia, mas não é o que a gente queria pras crianças, né? E também ir paraa Califórnia, fazer a parte do inglês lá e depois transferir aqui para Orlando para fazer o MBA. Seria um custo um custo muito grande. Então são difícil, uma distância absurda, não é? um do
lado do outro. Estados Unidos é geograficamente enorme, né? Inviável. Tem coisas que vão muito além disso, né? Coisas que exigem força de vontade, resiliência e uma determinação que nem todo mundo tem, né? O Marcelo, ele poderia ter olhado para essa exigência, né, de proficiência no inglês e pensado: "Pô, cara, isso aqui não é para mim, né? Poderia ter encarado esse obstáculo como um motivo para Desistir". Mas não, né? encarou o desafio, buscou alternativas e fez acontecer. E assim, isso mostra que essa jornada, ela não é só sobre um mestrado, né? Não foi só sobre um
visto aprovado, foi sobre provar que, cara, as barreiras elas existem, mas que elas não definem quem chega até o final, né? Foi sobre não aceitar um não como resposta e encontrar caminhos para tornar esse plano possível. Que então assim, o que vocês conquistaram aqui, meu, é é Gigantesco, né? vocês quebraram o paradigma e mostraram que não existe limite, né, quando se tem determinação. E eu tenho certeza que quem tá assistindo agora eh tá sentindo esse impacto também, né? Porque histórias como essa assim não passam despercebidas, sabe? Então essa inclusive é a grande questão, né? Ninguém
começa a jornada ah totalmente pronto. O caminho até aqui ele nunca foi sobre você ter todas as respostas no Primeiro dia, mas sim sobre você ter coragem, né? coragem de dar o primeiro passo, né, e aprender alguma coisa ali ao longo da caminhada. Marcelo, ele mostrou exatamente isso, né? A exigência do inglês, ela poderia ter sido um obstáculo definitivo, mas não foi, né? Porque sempre existem alternativas, sempre existem formas de tornar o plano viável, desde que você esteja disposto a buscar soluções invés de desistir. E é por isso que a MVE, ela não só prepara
Os clientes, né, para conseguirem o visto, mas também ela garante, né, que eles tenham todo o suporte necessário para enfrentar esses desafios com a proficiência eh no inglês, por exemplo, né? Hoje, muitas universidades americanas aceitam a prova do dualingo como teste oficial de proficiência. E percebendo, inclusive, que muitos estudantes tinham conhecimento, mas ainda precisavam de uma preparação mais direcionada, a gente desenvolveu um Curso para otimizar esse estudo. Esse curso ele foi criado com uma professora brasileira e canadense com mais de 20 anos de experiência no ensino de inglês. E ele não foca em ensinar inglês
do zero, mas sim em direcionar o aluno exatamente para aquilo que ele precisa estudar para passar na prova. Nada de perder tempo, né, com conteúdo solto, nada de estudar sem um norte, né? Cada aula foi estruturada para garantir que vocês eh possam focar realmente no que Importa e consigam atingir o nível necessário, sem desperdiçar meses e meses ali em aprendizado, sem estratégia nenhuma, né? Porque a gente sabe que cada pessoa aprende de uma forma diferente, que algumas dúvidas aparecem ao longo do processo. Então, inclusive, além desse curso, a Mov também oferece lives semanais gratuitas e
coletivas, né, onde os alunos eles podem interagir diretamente com a professora, tirar dúvidas, entender melhor o exame, Acelerar ainda mais essa preparação. E para quem sente ainda que precisa de um acompanhamento mais próximo, ainda existe a opção de aulas particulares, né, que podem ser ah contratadas separadamente para reforçar ali algum ponto específico, né? Não é só isso, porque ter o inglês ajustado pra prova de proficiência é um dos passos, mas ter a confiança para lidar com uma possível entrevista em inglês é um outro desafio. E pensando nisso, a gente também tá Desenvolvendo um curso exclusivo
voltado para vocabulário, estrutura de entrevista consular. Então a MVE ela tem um banco de dados, né, de perguntas que já foram feitas em entrevistas reais. Então esse curso ele vai preparar os alunos exatamente para esse tipo de contexto. Ah, sem contar, né, que o os alunos eles vão ter uma live semanal gratuita para interagir com os especialistas, receber insightes sobre como eles podem se expressar melhor na Entrevista. E, claro, existe a opção de aula particular para quem quiser se aprofundar ainda mais nessa preparação. E tudo isso sem contar as duas simulações de entrevista em inglês
que já fazem parte da mentoria. Ou seja, não importa se hoje você acha que o seu inglês não é suficiente, o importante é saber que existem ferramentas que podem te ajudar a chegar lá, que realmente faz a diferença é a decisão de dar o primeiro passo. A gente sabe, né, que Uma mudança como essa, né, não envolve só vocês dois, mas também impacta toda a rede de pessoas ao redor de vocês, a família, os amigos de vocês, os colegas de trabalho ali, quando vocês compartilharam essa história, eles ficaram: "Caramba, mas como assim? Como é que
foi para vocês lidar com esse impacto das pessoas ao redor de vocês? No início do ano, antes da gente comentar com qualquer pessoa, até para não gerar ansiedade e tudo, nós Estivemos aqui no início de fevereiro, passamos 10 dias aqui de férias para sentir se realmente era isso que a gente queria, se o choque cultural não seria pesado demais para principalmente paraa Sofia, né, que é menorzinha, só tem 11 anos, vai fazer 15 dias que nós estamos aqui. Só passamos pelas entradas dos parques na correria. Ninguém, né, teve oportunidade de curtir nada. E assim, a
realidade é outra. Então, depois que nós viemos aqui, que resolvemos dar o o Start nessa mudança, só depois que estava tudo eh encaminhado, certinho, entrevista marcada, tudo certinho na embaixada. É que nós comunicamos a família e os amigos. Nós comunicamos a família e os amigos. Foi um susto assim absurdo. Eu consegui esconder da minha mãe, da minha sogra. Foi foi ruim porque era uma sensação de angústia. Eh, nós sentíamos assim que estávamos traindo as pessoas, Mas ao mesmo tempo não queríamos eh causar ansiedade em ninguém por uma coisa que não era certa, né? Porque podia
podia ter podia dar tudo certo como podia dar tudo errado. Podia dar tudo errado até o processo da entrevista tudo. Então nós esperamos que isso tivesse engatilhado, engatilhado tudo certinho para que pudéssemos contar pr pra família e pros amigos. Foi um susto da parte da família. Assim, minha mãe chorou horrores, né? Porque eu sou a Única filha, eu tenho dois irmãos. homens. Então assim, minha mãe ficou em choque. Eu falei: "Não, mãe, para com isso. É rápido, no máximo três anos passa rápido a nos visitar nesse período, né? Meu pai assim nunca pensou em sair
do Brasil para nada, nem para Já teve várias oportunidades, nunca quis, mas agora ele tá lá todo animadinho, né? a minha sogra já gosta mais de viajar e tudo, então vem, para eles vai ser mais fácil, vem, visitam a Gente e tal, passa rápido, né? Os amigos foi um choque também, mas tão todos os amigos todos animados também para virem, né? Não é na esquina, não é tão fácil, mas se programando. Meu, que bacana, que bacana. E vocês assim, pensando nisso, vocês tiveram algum conselho ou algum incentivo que alguém deu para vocês? Isso era uma
coisa minha de muitos anos mesmo, de eu segurava que ela por medo, insegurança e tal, aí foi até que Deu certo. Eh, como eu falei, o fato do Eduardo tá com 16 anos e ele ser um aluno de olimpíadas no Brasil, eh, a gente viu que era agora ou não seria mais, não seria mais em família. Depois ele poderia buscar os caminhos dele, mas não seria mais em família. Então vamos lá, vamos encarar. Gente, também assim, não é o fim do mundo. Se não der certo, nós temos o nosso trabalho no Brasil, volta e tá
tudo certo, né? Vida que segue, Continua. É uma experiência, meu. Que legal, que legal. E assim, vocês tiveram eh alguma estratégia para dividir as funções e não deixar toda a organização do processo pesada só para um de vocês? Como é que foi isso? Eu tava focado na questão do estudo do inglês. E aí assim, eh, eu fiquei nessa parte de estudar inglês, do ou língua ou aula particular e o trabalho. E a Adriana ficou o trabalho e a questão do processo. E aí a gente ia conversando, à medida que o Processo ia acontecendo, a gente
acontece, cor atrás de documentação, essas coisas, tomando as decisões. Mas quem correu atrás de documentação, dessas coisas foi Adriana. É, além de toda a estrutura do processo, né, um dos pontos que acabam exigindo mais atenção ali também é a questão do planejamento financeiro, porque vocês foram para estudar durante um período maior. Qual que foi a estratégia de vocês para encaixar tudo ali dentro do orçamento? A Gente já vinha há um tempo atrás, a gente tinha um um apartamento, né, que o a gente morava em um e tinha outro que os pais, o pai do Marcelo
deixou de herança e nós havíamos vendido esse apartamento e investimos, né? A gente tinha esse dinheiro investido, guardado para para tomar coragem e fazer o que a gente fez agora. Então, já tinha algum tempo que a gente vinha investindo, tal, vinha pensando nessa possibilidade De proporcionar tanto questão profissional para mim como a possibilidade do Eduardo e da Sofia terem essa vivência, o Eduardo em questão da universidade e a Sofia, porque aqui em Orlando você acaba que você aprende não só o inglês, né, por estar numa região aonde tem muito hispano, latino, né? Você aprende nas
escolas o inglês e o espanhol. Então, assim, é um ganho para eles muito bom. Quando eles Retornarem, eles vão ter aprendido inglês e espanhol além do português, né? Então, é muito bom profissionalmente para eles. Com certeza. E eles estão curtindo, eles estão animados com essa nova fase? Ah, super animados, né? principalmente porque tão teoricamente de férias, porque eles vão ter que retornar em agosto. Em agosto, o ano letivo aqui começa em agosto, né? Então eles, esse primeiro semestre de aula, na verdade o primeiro bimestre, né? Porque Lá no Brasil ainda não terminou o semestre, entre
aspas perdido que eles vão retornar o início. A Sofia vai retornar a sexta série, o início da sexta série, ano, sexto ano, né? e o Eduardo, segundo ano do ensino médio. Então, tão assim, aproveitando, o Eduardo é fluente, a Sofia tá se dedicando, aproveitando para dar um upgrade aí no inglês. E assim, só contextualizando para quem tá assistindo, vocês chegaram há mais ou Menos 15 dias nos Estados Unidos, mas vocês já mudaram de um lugar para outro, né? Como é que foi isso? E nós chegamos em Miami, nós não chegamos em Orlando porque nós trouxemos
a nossa cachorrinha e aqui nos Estados Unidos é restrito, né, os aeroportos que você pode entrar com um pet. Então, tivemos que desembarcar em Miami para poder fazer toda a parte sanitária da Nina, eh, dar entrada nela, né, pelo pelos órgãos, eh, de proteção aqui, né, no nos Estados Unidos. Então, ficamos dois dias em Miami lá. A N Alina ficou de quarentena numa clínica, né, que eles fazem toda a avaliação para liberar a entrada dela. Aí depois viemos na nós chegamos na quarta, na quinta noite, chegamos na quarta cedo, na quinta à noite viemos para
Orlando, aí ficamos em um hotel, né, uma parte hotel até encontrar o apartamento. E viemos pro apartamento na quinta-feira. Quinta-feira, uma semana depois que Chegamos Estados Unidos, quinta-feira à noite, porque fomos expulsos. Ainda teve isso, gente. Fomos expulsos da parte hotel por causa da cachorra, né? Nós alugamos um que podia pet, mas parece que mudaram as regras e nem o proprietário do imóvel sabia. Não podia mais pet. Aí eles falaram pra gente sair, mas deu certo. A gente conseguiu antecipar a vinda pro apartamento. Aí viemos pro apartamento, deu tudo certo. Quinta-feira da semana passada entramos
Aqui à noite, nós quatro, um cachorro, um monte de mala e não tinha nem cama, não tinha nada, nem não tinha onde sentar. Era 10 horas da noite, estávamos os quatro no Walmart comprando colchão inflável para dormir. Não, gente, foi muito engraçado. Vocês chegaram com nada e só o sonho, né? Sim, isso. Exatamente. Que que legal, que legal. Olha só, né? Com todo o planejamento de vocês, né? né, com todo o planejamento ainda a gente ainda tá suscetível a Passar algum outro perrengue ali nos Estados Unidos. Então é bom, é legal mostrar isso para quem
tá assistindo também, porque nem tudo são flores, né? Então, a além de toda a estrutura, né, desse desse processo, né, teve a questão do planejamento financeiro, é uma coisa que ah faz toda a diferença. Então, assim, vocês conseguiram se planejar, estruturar o lado financeiro do projeto, conseguiram, né, se organizar, apesar de um perrengue ali, né, de serem expulsos De um local dentro dos Estados Unidos. pessoal que alugou pra gente eh são brasileiros também que alugou esse aparte hotel. Na hora eles disponibilizaram outro com a garantia de que a Nina poderia ficar, mas seria um transtorno
e como a gente conseguiu antecipar o nosso apartamento, a gente preferiu ancipar vir vir pro apartamento e fazer uma mudança só. É, meu, mas que bacana, que bacana que deu certo, né? Que apesar dos pesares, vocês Conseguiram se organizar, né? Então, a gente bate sempre muito nessa tecla, né, na questão do planejamento, principalmente na questão do planejamento financeiro, porque é importante você ir e preparado e com reservas de emergência, né, para eventuais problemas, né, ou perrengs que possam acontecer, né, mas a gente sabe, claro, que ah, nem todo mundo tem essa mesma condição. muitas pessoas
acabam adiando ou até desistindo, né, do sonho De estudar fora por acreditar que não existe uma solução viável para lidar com os custos envolvidos. E essa é uma das perguntas, inclusive, pessoal, que eu mais recebo. Caio, como que eu posso eh me organizar financeiramente? Como que eu posso pagar pelo meu curso nos Estados Unidos se eu não tenho esse dinheiro disponível agora? Então, inclusive, foi justamente pensando nisso, que a Movie, ela desenvolveu um suporte específico para quem precisa de Financiamento estudantil, né, com uma estratégia que dá mais segurança e clareza para quem tá planejando esse
passo. Então, para quem contratar a mentoria do F1 Professional e precisa de financiamento estudantil, mas fica inseguro, né, de contratar a mentoria sem saber se vai ser aprovado, a gente tá dando a possibilidade de você contratar por $ só uma análise de pré-aprovação do financiamento, onde você pode fazer a pré-análise, você vai Receber o resultado em dois dias e com isso você já fica mais seguro de poder entrar pra mentoria, sabendo que o teu perfil ele tem uma pré-aprovação. Claro, não garante a aprovação do visto, mas até agora todos os nossos clientes que contrataram foram
aprovados no financiamento. E a nossa confiança, ela é tão grande no processo que se você fizer a análise do financiamento com valor de $, for aprovado e quiser começar a mentoria, você só paga a Diferença do valor da mentoria. E aí quando em mentoria você bater o martelo na universidade no curso e for aprovado pela instituição, né, aplicar pro financiamento, se por algum motivo você não for aprovado no financiamento, o que a gente nunca viu acontecer, a gente devolve o dinheiro inteiro que você pagou da mentoria. Marcelo e Adriana, eu queria falar sobre a parte
que eu particularmente acho a mais divertida da mentoria, que é a etapa da simulação da Entrevista. Vocês sentiram que as simulações ajudaram a reduzir a ansiedade no dia da entrevista de vocês? Sem dúvida, com certeza. ajuda bastante. É muito importante participar da simulação, porque ela gera aquele ambiente de nervosismo. Óbvio que não é como você está lá na embaixada, lá no consulado. É, é esquisito mesmo assim, porque você vai tá ali na fila, tá esperando parece que o ambiente é tenso proposital. É, e Aí você vai vendo as pessoas na sua frente, negados. E as
entrevistas elas são assim, não são, quem conhece o o consulados sabe, não são em salinhas separadas, não. É ali num num guichezinho aonde quem tá atrás tá vendo, né, o que que tá sendo perguntado pro da frente e tá vendo se o da frente foi negado ou não. O ambiente é tenso, mas a nossa Visa manager foi fantástica. o tempo todo ela ia, voltava, ela via minha tensão na primeira simulação, eu Queria matar o Marcelo. Foi muito engraçado, gente. Foi muito legal, mas deu tudo certo. Mas, mas por quê? Foi foi mais tranquilo que a
entrevista ou foi mais tenso? A primeira simulação foi super tensão. A Adriana tava muito tensa e eu falo de uma forma mais calma, mais tranquila e a Adriana é acelerada. Então assim, ela tava muito agitada e não, você tá falando devagar, você tá falando pausado demais, entendeu? E e eu Não, calma, tem que O Marcelo é todo calmo. Eu sou ligada no 220, gente. Acho que já deu para perceber, né? E aí, e aí assim, a segunda simulação aí já foi bem melhor, tal. na entrevista foi super tranquilo, foi muito tranquilo, apesar do nervosismo também
e tal, mas foi muito tranquilo a entrevista. Foram duas perguntas bem objetivas, a gente estava bem seguro porque realmente estávamos muito bem preparados. A men, ela parece que eu nem comentei isso com ela. Nossa, Muito gente boa. Ela parece que incorporou um agente consular assim e foi dura nas perguntas, sabe? Ela foi muito mais dura do que realmente consolado. Porque o consolado, entendeu? O consolado foi muito mais tranquilo nesse sentido do que a própria simulação da entrevista. Não, gente, assim, eu quase morri no consulado, né? Porque o que que acontece? vocês, a gente entrega os
passaportes. Quando é visto de turista, você entrega só os passaportes. Agora, quando é visto de estudante, você entrega os passaportes, o o i20, né, o formulário i20 e o formulário serv, eh, junto com os passaportes. E quando a o visto ele é negado, o agente consular ele devolve os passaportes, né, por baixo ali da janelinha. Só que o que que aconteceu? Ele colocou os formulários para devolver os formulários. Eu gelei da cabeça aos pés. Pronto, foi negado. Só que ele tava Devolvendo só os formulários, os passaportes, tinha ficado com ele para Só que eu tava
vendo o que tava acontecendo, porque eu tava na frente, porque o F1 sou eu, no caso. Aí eu tava na frente e a Adriana não tava vendo o que tava acontecendo e aí ela traz assim, a gelou, foi negado. Aí quando eu peguei os papéis, que era isso aprovado. aprova. Daí ela, nossa, que alívio aliviou. E o, e o agente consular que entrevistou Vocês, ele era homem ou mulher? Homem. Homem. E e assim, é, foi demorado o processo porque ele te pergunta e aí ele vai digitando um monte de coisa, porque ele tá com a
sua DS160 aberta no computador. Ele vai olhando a DS160 com base nela é que ele te faz as perguntas. E aí ele vai digitando, à medida que você vai respondendo, ele vai digitando um monte. Então fica aquele silêncio sepulcral, né? Sepulcral assim e ele lá Digitando, tal. Aí daqui a pouco ele te pergunta outra coisa. Aí digitando. Aí ele ainda chamou uma uma moça, eh, que eu acho que é a supervisora da área, conversou com ela, tudo na nossa frente, tudo na nossa frente, conversando com ela e tal, e a gente, caramba, por que que
ele chamou essa mulher aqui? E a experiência que a gente tinha era de vício de turista, que a entrevista para visto de turista não demorou 3 minutos, não é? Foi pum aprovado e tchau. É, Então assim, cada segundo que a gente passava ali dentro era horrível. É, demorou para caramba. E ele ainda conversando com essa com essa moça e tal, não sei o quê. Mas eu acredito eu que ele chamou a a moça pelo como a gente já tinha o visto de turista, tinha usado o visto de turista e assim um novo visto tão recente,
ele chamou a moça para ver porque um visto de estudante agora e tal. Eu acho que ele tava analisando, entendeu? Por que de dois Vistos em tão pouco tempo, mas deu tudo certo. Ah, também tem que fazer tudo certinho, né, Caio? Não, não dá para vir eh com visto turista ficar e tentar a sorte aqui. Ah, vim, gostei e vou tentar estudar. Não, não é o certo a se fazer. Por isso que a gente fez tudo direitinho, veio conhecer, voltou até por conselho da MVE também, né? Fazer sempre tudo certinho, que não tem como dar
erro. A gente, essa situação imigratória que tá aqui nos Estados Unidos agora bem complicada, mas a gente tá tranquilo de cabeça erguida, porque tá tudo certo. Você fazendo tudo certo, não não tem problema. Não tem por ter medo, não tem por ter receio de nada. Você anda com os seus documentos e tá tudo certo. Exatamente. É importante, né, a gente sempre levar a verdade, né? levar a nossa motivação, levar aquilo que ah conta a nossa história. A gente tá ali para agir com a gente consular, como se a gente estivesse compartilhando A o nosso objetivo,
né, com um amigo, por exemplo. Então, é importante a gente sempre, sempre falar a verdade, demonstrar planejamento. Isso é algo assim extremamente importante. E aí, como é que foi quando vocês ouviram que o visto ele foi aprovado? Como é que foi o sentimento nesse momento? um alívio, uma sensação de felicidade total, de conquista, né, que o processo não é barato, não é fácil, é extremamente desgastante. A gente teve que abrir mão De muita coisa em prol disso. É, é um processo longo, é muito documento, uma documentação enorme que você tem que juntar para poder levar.
E aí você leva toda essa documentação no aeroporto, depois você leva toda essa documentação no consulado. A gente tava com tudo a mão. E outra coisa, a gente fez uma estratégia baseada na verdade. Então, eh, eles poderiam fazer mil vezes a mesma pergunta de forma diferente, que a resposta ia ser a mesma. Não teria como Cair em contradição, porque realmente foi um processo sólido, né? E às vezes durante esse processo também a gente dava dois passos paraa frente, um para trás. É normal. Teve momentos que a gente brigava com a visão não andava. Coitada. Tinha
até dó. No momento, né, da gravação desse vídeo, desse nosso papo, vocês já estão nos Estados Unidos. Como é que foi a chegada de vocês? Vocês passaram tranquilos ali na imigração? Gente, foi fantástico. Nós Entramos, fomos passando pelas pessoas na imigração, entregava passaporte, eles perguntavam, a gente respond não estudante tal, tal. Eu vi estou servo. Eu tava nervosa nessa hora. Fomos parados assim em momento nenhum negóci, ah, vai pra salinha, vai para não foi muito inclusive o agente de migração que nos atendeu, ele nos ajudou porque o que que aconteceu? Eu tava muito nervosa e
eu que organizei toda a documentação, Né, toda separadinha numa pasta, na mochila, tudo certinho. E na hora que nós demos entrada, nós entregamos os passaportes, os quatro passaportes, e eu esqueci de entregar o i20 e o formulário 7. E eu me confundi toda na hora. Ele pediu o formulário e eu procurando, eu procurando, eu procurando, eu não achava. Aí ele daqui pediu a pasta, ele mesmo procurou e na hora que ele procurou tinha umas fotos nossas que eu quis trazer, que eu não quis deixar Fotos, poucas fotos que eu quis trazer. Aí eu, meu Deus
do céu, lascou essas fotos aqui. Nada. Ele só pegou o formulário esse aqui. Toda vez que vocês forem entrar e sair dos Estados Unidos, vocês têm que táar com os passaportes. E esses dois formulários, sejam bem-vindos e tal e pronto. Que legal. Que legal. E quais foram as primeiras impressões de de vocês? Porque vocês já tiveram oportunidade de viajar antes para os Estados Unidos, mas a turismo, né? Como é que foi chegar nos Estados Unidos agora com a percepção de que, cara, agora a história vai ser diferente. Agora a gente vai tá chegando aqui para
estudar. É, é uma visão de economizar com tudo, porque quando você tá como turista, por mais que você possa ter imprevistos, eh, é diferente, é totalmente diferente. Então, assim, como eu te falei, eh, ninguém foi a parque, ninguém viveu uma vida de turista aqui, Nada, absolutamente nada. Depois que chegamos, a gente tá resolvendo as coisas do apartamento, eh, internet, é tudo muito burocrático, telefone, é tudo muito burocrático, abrir conta no banco. Então, e tudo aqui, aqui não existe, Caio, jeitinho brasileiro, jeitinho brasil, de jeito nenhum. É muito burocrático, é muito assim, é para fazer dessa
forma, é dessa forma que é feita e acabou. Não tem, não tem meio, por isso Que as coisas funcionam, entendeu? Então assim, é aquilo e você tem que seguir a risca. Não tem um um caminho alternativo alternativo, não existe caminho alternativo, mas pra gente assim a questão do estudo, para mim, pros meninos, coisas pra Adriana também vai ser muito bom. é um e pra gente como família também, eu acho que a união da família, assim, nessas duas semanas a gente sentiu eh incrível, porque no Brasil as Crianças tinham ali cada um seu grupo de amigos,
mesmo porque é um menino e uma menina com 5 anos de diferença, né? cada um no seu núcleo de amizades ali consolidadas a vida inteira no mesmo colégio. Então assim, cada um no seu canto, os programas familiares eles não aconteciam da forma que a gente desejava. Por mais que a gente sempre tivesse o hábito de jogos de tabuleiro, essas coisas, depois da pandemia, a gente viu que a vida ficou Muito tecnológica e cada um tava muito voltado pro seu mundinho, cada um no seu videogame, cada um com muito no seu celular e aquela aquele nosso
hábito de jogos de tabuleiros e tava ficando cada vez mais esquecido, que é uma coisa que a gente sempre presou como família. E nesses 15 dias, assim, eh, união incrível, como eu te falei, ontem passamos o dia montando móveis, pras crianças foi brincar de Lego. Foi, foi fantástico e tá sendo muito bom, Muito legal, montando, montando as coisas. Nós estamos de férias, né? Então, e assim, vocês já começaram a colocar o inglês para jogo também? telefone, eh, computador, já botando tudo em inglês para poder forçar a barra. Forçar a barra. Aqui não tem outra opção,
não. É força a barra e vamos embora. Exatamente isso. Exatamente isso. E meu, que bacana, né? As aulas de inglês já estão prestes a começar, né? Já tá se preparando para Essa nova rotina. E aí depois dessa etapa, lá na frente vem o mestrado. O que que você eh espera dessa experiência acadêmica, Marcelo? resolvi fazer esse esse mestrado para dar realmente um upgrade no meu currículo, né, para quando retornar pro Brasil poder ter mais opções de aplicação profissional mesmo, tanto no meu no meu ramo, no meu trabalho, como fora dele. É sempre bom você tá
estudando, você tá Buscando e conhecer novos caminhos, buscar novos caminhos, né? A gente não pode ficar parado esperando, ah, não, daqui uns anos eu vou aposentar, eu vou. Não pode ser assim. a gente tem que tá sempre buscando melhorar o nosso currículo, melhorar profissionalmente. Eh, inclusive, né, para quem tá assistindo, eh, eu acho que é legal a gente comentar também que o mestrado do Marcelo, ele tem um diferencial muito grande, porque ele permite o CPT, né, Desde o primeiro dia de aula. Ou seja, ele pode trabalhar assim que começar o curso, desde que tenha uma
oferta de trabalho. Então, assim, muita gente não sabe, né? Mas alguns cursos acadêmicos nos Estados Unidos, eles permitem que os estudantes internacionais trabalhem legalmente desde o primeiro dia de aula, desde que tenha uma oferta de trabalho. E assim, essa é uma grande vantagem, né, para quem quer viver uma experiência acadêmica e profissional ao mesmo tempo, Né? E por isso aqui na Movie a gente faz questão de orientar os nossos clientes sobre essas oportunidades, porque assim, para quem não sabe, isso significa que o aluno ele pode trabalhar enquanto estuda. Então na MVE a gente tem eh
cursos, né, como é o caso deles, onde vão estar elegíveis a trabalhar desde o primeiro, desde o início do curso, né? Vão haver pessoas ali, dependendo do teu curso, dependendo da instituição, onde você vai estar elegível desde do início Do curso, ter o septiar ao mesmo tempo, que é ótimo porque a pessoa ela vai viver uma experiência completa, né? Uma experiência acadêmica no mercado acadêmico mais forte do mundo, uma experiência profissional no mercado de trabalho mais forte do mundo. E eu acho que essa é talvez a experiência mais completa que um não imigrante pode viver
nos Estados Unidos, né? onde ele vai, além de ter uma vida acadêmica e Profissional, pode levar a família, os filhos, né, vão poder estudar nos Estados Unidos, como é o caso deles, né, vão poder, por causa do trabalho, tirar o Social Security, construir, né? Então, assim, muitas pessoas dentro dos Estados Unidos acabam vendo novas portas por causa das conexões que elas fazem. Então existem pessoas que por fazerem ótimos trabalhos nas empresas acabam recebendo ofertas de empregadores de patrocinar vistos, né, que permitam que eles Residam nos Estados Unidos de forma permanente. Então ele é um visto
muito transformador, rápido de tirar, é um visto barato de tirar em comparação a outros vistos que vão dar benefícios semelhantes e é um dos melhores caminhos para quem quer seguir uma jornada alinhada com a nova administração, né? Porque diferente do que a gente vê muitas vezes hoje nas grandes mídias, né? A nova administração, ela não quer pessoa, que as pessoas deem jeitinho, Como você mesmo tava comentando, né, Adriana? Elas querem pessoas que façam o que eles podem fazer com o com o visto. E o visto film, né, o professional, ele dá essa oportunidade das pessoas
viverem uma experiência plena, seguros de que eles não estão fazendo nada de errado e de que eles não precisam ficar com medo de nada porque eles estão se capacitando. O governo americano, ele tem interesse por pessoas se qualificando em áreas que são Importantes pro país. E aqui a gente na move, sabendo que as pessoas elas estão querendo entender como que pode ser a entrada delas no mercado de trabalho, né, ao terem o visto F1 aprovado. Considerando que o estudante internacional ele pode trabalhar legalmente com CPT ou OPTI, como eu mencionei em alguns ah cursos, né?
O CPT ele é necessário desde o início do curso. Então, entendendo isso, que as pessoas elas podem trabalhar desde o Início do curso, dependendo do curso que elas escolherem, a Movie, ela resolveu oferecer um planejamento de carreira. para que as pessoas elas tenham mais segurança nessa jornada de entrar no mercado de trabalho e que elas possam fazer isso com mais facilidade. Então, a gente tá dando duas coisas de graça. A primeira delas é um workshop mensal que vai passar por todo o conteúdo pertinente sobre o mercado de trabalho americano, vai falar sobre o currículo, Vai
falar sobre como procurar empregos, vagas de empregos que aceitam se ptir ou optir, vai falar sobre entrevistas, sobre questões culturais, reposicionamento de mercado, várias coisas. Então esse workshop vai ser maravilhoso e além disso vai ter também uma live mensal que vai ser para tirar dúvidas onde você vai entrar, vai perguntar sobre o seu perfil, sobre a sua área de atuação e um monte de outras coisas. E não só isso, também Gratuitamente todo o cliente nosso de F1 Professional, depois que terminar o planejamento acadêmico, vai ter duas coisas feitas para ele. A primeira delas é a
tradução do seu currículo otimizado pro sistema de busca online do mercado profissional americano. Então, os nossos clientes eles vão ter acesso a isso de graça e todo mundo depois que finalizar o planejamento acadêmico vai ter. E a segunda coisa é um plano de carreira dentro da área de atuação onde você Escolheu estudar, né? considerando o seu perfil, vai se analisar os pontos fortes e fracos do perfil média salarial e várias outras informações sobre vagas de trabalho paraas áreas relacionadas àquela área de estudo que você escolheu na região que você escolheu. Então tudo isso vai ser
dado de graça pros nossos clientes. E quem quiser, tendo visto aprovado dentro dos Estados Unidos contratar uma mentoria individual para poder ajudar, buscar vagas, pegar pela Mão e fazer acontecer, pode contratar um valor adicional, mas os nossos clientes de graça vão ter acesso a um monte de coisa, porque a Movie quer fazer com que as pessoas elas não precisem ter trabalho com nada. A gente quer fazer tudo que for possível pelos nossos clientes. Esse é o tom da nossa mentoria e os clientes eles estão super satisfeitos com a solução. Então, quem quiser mais informações é
só clicar no link da descrição para falar. com um dos Nossos consultores. Eh, uma coisa que eu sempre acho válido perguntar e eu gostaria de ouvir de vocês, que conselho que vocês dariam para quem tem o sonho de estudar nos Estados Unidos, mas ainda não deu o primeiro passo, principalmente ah aquelas pessoas que têm receio de viajar, por exemplo, com a com a família, como foi o caso de vocês. Primeiro conselho que eu dou é é o que eu falo, né, muito no meu livro e que eu falei lá no início, que o maior limite
é Aquele que você aceita. Se você tem um sonho, corra atrás dele. O não tem, né? Então, o que que você tem a perder? Corra atrás dos seus sonhos, se planeje, o planejamento ele é essencial. Eh, muito cuidado, pessoal, com que tá na internet, porque, infelizmente, tem muita gente colocando facilidade demais, onde não é fácil. Se você tentar pelo caminho errado, uma hora vai dar errado. Não, não tem, não tem para onde correr, porque aqui nos Estados Unidos a gente Percebe que não é que o governo americano é contra o imigrante, ele é contra a
imigração ilegal. Então, se você fizer tudo certinho, vem, estuda, planeja a sua vida, faz tudo certinho e corra atrás da move, porque realmente eles seguram na mão da gente, tá? Pega na sua mão e te e não é te larga no aeroporto aqui, não, tá? Eles pega na sua mão, te dão um suporte. Eh, fantástico. Continuamos com contato de vocês, com acesso a vocês. Então, assim, Foi muito bom o processo. O que eu acho importante, qualquer pessoa que queira passar por um processo desse, é planejamento, se estruturar e não desistir, correr atrás daquilo que quer
dificuldade vai ter. Claro, dificuldade, problemas a gente tem ao longo da vida sempre, mas a vida é muito para não viver os nossos sonhos e vamos correr atrás e buscar aquilo que a gente acha que é o melhor Caminho para alcançar os nossos objetivos. Marcela Adriana, meu, que história incrível. É impossível ah ouvir tudo que vocês viveram e não sentir o peso da determinação, da coragem, da vontade de vocês de fazer acontecer. Vocês enfrentaram, né, desafios que fariam muita gente recuar o processo de aplicação, a exigência do inglês, todas as decisões que precisaram ah ser
tomadas, né, para vocês chegarem até onde vocês chegaram. Mas em nenhum Momento vocês deixaram que essas dificuldades fossem maiores, né, do que o sonho de vocês. E agora vocês estão nos Estados Unidos, prontos para dar início a tudo que vocês planejaram, né, por tanto tempo. Isso não é só uma aprovação de vícito, né, eh, ou o começo de um curso. É a prova de que quando a gente eh quer de verdade existe sim um caminho, né? E vocês nos prenderam as barreiras, né, como a gente estava conversando, vocês buscaram Alternativas. A MVE eh correu atrás
junto com vocês, a gente encontrou soluções e a gente chegou até aqui, né? Vocês chegaram nos Estados Unidos por mérito próprio e isso é é algo gigantesco, né? Então assim, eu tenho certeza de que quem tá assistindo ã também tá sentindo, né, o impacto dessa história, porque o que vocês mostram é mostrar que não importa o tamanho do desafio, se você decide enfrentar, meu, você pode vencer. Então, Marcelo, Adriana, muito obrigado por vocês terem compartilhado um pouquinho da história de vocês, compartilhada um pouquinho do processo de vocês com a Movie e que essa fase nova
de vocês nos Estados Unidos seja repleta de aprendizado e grandes conquistas para vocês, tá joia? E eu espero que em breve a gente volte a conversar para vocês me contarem como é que estão indo as coisas por aí. Fechou? Pode deixar. agradecemos e foi muito bom contar com o suporte, com o apoio de Vocês. E para você que tá acompanhando esse bate-papo, se você tem um sonho como do Marcelo, da Adriana, já sabe, né? Não deixa esse sonho só no papel. A MV tá aqui para te ajudar em cada etapa da sua aplicação, desde a
escolha da instituição, a até a ajuda com as documentações, além da preparação completa para entrevista. Então, se você acompanhar o nosso canal, você já viu que os nossos clientes eles parabenizam demais o nosso modelo de preparação, Porque ele é o mais completo do Brasil. Aqui você vai contar com Visager te acompanhando do início ao fim, segurando a tua mão, tirando as suas dúvidas e te ajudando a contar a sua história da melhor maneira na entrevista. Então, se você quer saber mais sobre como a gente pode te ajudar a conquistar o seu visto, clica no link
da descrição, fala com um dos nossos especialistas e para você que tá assim como o Marcelo e a Adriana e tem o sonho de estudar nos Estados Unidos e quer entender quanto que custa realmente trabalhar e estudar legalmente nos Estados Unidos, esse é um dos pontos mais importantes do planejamento e pode fazer toda a diferença na tomada de decisão de vocês. No vídeo que tá aparecendo aqui na tela, a gente explica tudo isso em detalhes para que você tenha total clareza sobre os valores, possibilidades e estratégias para viabilizar esse sonho.