o porquê de Sofia não ter vindo até agora. E em palavras muito simples, Sofia não sabe administrar o o que está acontecendo entre esses dois universos, entre o Bramalock e o Bulock. Sofia, ele vive nesse universo onde nós vivemos.
é um ser material como a gente, a turma que vive nesse universo paralelo não é assim. Eles têm corpos demos, corpos clonados. Fala em clone.
Boa tarde, Paulinha. >> [risadas] >> Eh, então assim, e essa turma, entre aspas, tá a ponto de invadir no nosso universo. O universo dele está se acabando.
E a vinga de Sofia pode representar pros humanos isso ou aquilo, mas a vinda de Sofia Terra não tem nada a ver com que os humanos possam querer, deixar de querer, pensar, deixar de pensar, entender ou deixar de entender sob essa ou aquela perspectiva. A vinda de Sofia tem a ver com uma questão de geopolítica cósmica. E entre aspas, como houve um processo lá atrás que eu tentei explicar na trilogia Terra Atlantis, quando eu me referia ao conglomerado de realidades e as moradas de seres e os portais, esses dois conjuntos de moradas que formam esse universo vizinam nosso.
Quando essa coisa se grudou, se mantou ao sistema solar, notadamente a Terra, a vinda de Sofia à Terra tem muito mais a ver com esse aspecto da questão do que propriamente com qualquer outra coisa. E muito provavelmente o seu avatar humano Jesus já tenha sido ele aquele a prometer que ele mesmo voltaria como Sofia no futuro. Tudo isso aí tem 100 implicações que por mais que eu tenha falado nisso, me referido a isso, escrito a respeito disso, é muito pouco.
Eu ainda não falei, eu ainda não me referi aos aspectos mais dramáticos dessa história. Esse ano, se vida houver, a gente vai começar a falar dos aspectos mais traumáticos, dramáticos. Por quê?
Porque envolve não as variáveis que, em tese poderiam ser tidas como controláveis. a gente vai ter que falar de variáveis incontroláveis, ou seja, variáveis dessa questão universal, desse tempo que está se vivendo. E ninguém tem a menor noção do que tá havendo em termos do que a a intercessão desses dois universos está provocando nos tempos atuais.
E assim é como se Sofia marcasse uma data. Eu vou. Aí algumas dessas locas dizem: "Se você vier, a gente invade o universo".
E entre aspas os humanos no meio, porque a Terra é o palco central desse processo. Isso vem acontecendo desde o anúncio que eu fiz em referente a 2006. A coisa começou ali, me nós somos usados de uma forma que a gente nem imagina, mas é um jogo de vai e vem, é um jogo de sinilacros.
É um jogo de possíveis realidades. São jogadores que estão em torno de uma mesa ou em torno de um teatro existencial cheio de coisas absurdas. E esses jogadores ficam sem olhar uns para os outros, mas um sabe que o outro tá tá ali.
Aí um move-se sabendo que o outro vai ver o movimento dele e que vai tentar interferir ou causar outro movimento nesse mesmo palco. E assim, de jogada em jogada, esses seres vêm nesse terrível xadrez cósmico. que nós, os humanos, somos só uma das peças desse jogo.
Nós somos um dos peões para quem joga xadrez, nós somos uma da das peças menos importantes, mas que se tornou a única peça que necessariamente agora precisa sobreviver, sob pena de todos os jogadores não terem mais o que fazer com esse teatro. E então esse jogo de marcar data e não vem por causa disso ou daquilo, né? E Jahé, ele ficava me dizendo que Sofia só poderia vir com a autorização dele enquanto nós humanos não fizéssemos notadamente eu, tal, qual coisa ele não viria.
Mais uma vez fica demonstrando um poder que ele não tem. Foi só uma, ainda bem que eu não entrei nessa jogada enquanto ser humano. O fato é que se se o que eu tô dizendo para vocês, por minimamente verdade, o canal que poderá suavizar todo esse processo é um canal chamânico.
Apenas o chamanismo tem hoje em dia condição de se bem trabalhado. E o bem trabalhado não é como o chamanismo se se desenvolveu nesses últimos 40. 000 anos.
Seria de uma outra forma. E o chamanismo ele hoje está pré-estabelecido num inconsciente coletivo dos seres que vivem nesse universo vizinho. Eu não poderia usar esse termo de Jung para mentalidade de demos, mas eu não tenho outro.
Não adianta a mediunidade cardecista, não adianta o êxtase dos santos, não adianta canalização de telepatas, é o chamanismo cura e simpintos, usando os elementos naturais através da Iborga, através da Iwasca, através da cannabis. nisso tem um risco muito grande, porque o agente não controla o processo, ou seja, o instrumento não controla o seu processo mental. Ah, mas a mediunidade também não controla.
Dependa, pode se controlar. chamanismo dificilmente devido a questão química que invade o organismo e quem se submete a esse jogo químico fica, obviamente com o seu psiquismo refém do do processo, refém do que a troca eletroquímica dos 80 82 bilhões de neurônios da cabeça do a do cérebro da pessoa que tomou e asca durante algum período de tempo, horas, às vezes dias, isso vai sendo administrado ou pelo espírito da pessoa que tomou, ou por amigos espirituais, ou por esses sérios. E nesse processo, a mediunidade não tem isso.
Repito, outras formas de intercessão ou de intercomunicação ou de intercâmbio também não tem isso. Só existe o chamanismo, a prática chamânica em toda essa história que poderá ser útil ao longo dos próximos séculos. Só que o problema já está ocorrendo.
Que problema? O problema invasivo vindo Sofia ou e quanto mais Sofia demora para vir, pior fica a questão. Esse problema invasivo já está acontecendo.
E eu tive desse prazer de perceber pessoalmente que isso está acontecendo. E então assim, um assunto que eu não pretendia há três anos atrás nem falar dele, que era chama mesmo. Tive no ano passado que fazer uma palestra que a gente vai revisar hoje.
E nessa palestra lá em São Paulo, eu digo, ó, ano que vem eu vou fazer uma outra palestra complementando o assunto. Acho que Isabel tava lá, né? E assim, é isso que a gente vai fazer hoje.
Só que quando eu falei isso São Paulo, eu não tinha noção de uns detalhes hoje o Já tem. E ao contrário, eu sempre pedi muita relutância, desculpe, eu sempre pedi muita prudência da parte de vocês, senhor, em não tomarem nada do que eu dizia como sendo algo correto, certo, verdadeiro. Mas sobre esse assunto eu vou ter que fazer algo bem diferente.
Eu vou ter que dizer assim, ó, ele caiu na real. Por mais contrainttuitivo que ele possa parecer, por mais maluco que ele se nos pareça, porque na nossa cultura hoje, chamanismo é aquela coisa distante de um pajé numa tribo indígena perdida no no Amazona, zona África ou numa tribo asiática qualquer, aquela pessoa não culta, aquela pessoa sem higiene, aquela chamanismo na cabeça de muita gente, inclusive da minha. Essa é a imagem chamânica que a gente tem.
Eu me lembro muito bem a primeira reunião que eu tive como ex-esquerdista, quando eu era representante do Diretório Acadêmico do curso de Geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a primeira reunião eh dos DCE do Nordeste, estamos falando aqui em 78, e que eu cheguei lá em Recife, tava em Natal e o no meio da reunião da UN ia ter uma prática Shamânica. Foi a primeira vez que eu me defrontei com o Shamã. O Chamã era paraibano sem nenhuma sem nenhuma nenhum desmerecimento.
Mas assim, aquele chamã ali era muito sem futuro. [risadas] Mas o primeiro que eu eu tô assim, aquilo ficou no meu subconsciente, eu demorei a me libertar do apequenamento que eu mesmo fazia em relação ao que seria uma prática. Só quando eu comecei a estudar foi que eu vi a importância histórica, ancestral desse assunto.
E quando eu comecei a ser usado por essas circunstâncias da vida para lidar com esses painéis aí de vanguardas de vanguarda, mas que estão ocultos, aí o susto foi grande. E assim, o elo que nos une a esse passado é o chamanismo. O elo que nos une ao futuro breve é o chismo.
O único elo que dispomos hoje em dia para lidar com o problema da relação com esse universo, lidar diretamente com os seres de lá, é o chamanismo. Apesar de que também eh eu não pratico nada disso e tenho com tenho relação meio que direta com algumas, mas assim a coisa comigo é um pouco diferente por uma por algumas razões aí e com outras pessoas também, mas a média do que vai existir daqui para frente, o chamanismo é o canal. Então assim, levem isso muito a sério, muito a sério, porque o lev que eu tô dizendo aqui é para quem tá nos escutando aí, são as gerações futuras.
Eu não sei o quanto de tempo ainda vai existir, em que nós humanos, levemos a nossa vida sem conseguirmos objetivamente lidar com esses fatos. Eu não sei se isso vai demorar mais um 10 anos, 20 anos, 30 anos, um dia, 5 dias, 50 dias, até que surja um superfato. E a gente não não entenda o que diabos é isso e começa pouco a pouco a entender com que a gente tá lidando.
Esse tipo de assunto, eu tinha imaginado tratá-lo ficcionalmente e a gente tá fazendo. Para continuar assistindo a essa palestra completa, acesse o nosso portal de conhecimento. Conheça o Orbom, a plataforma de streaming da revelação cósmica.
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