Não é momento de pausa, na banda, é de que nós estamos nos festivais; só assim, dando a cara a tapa. É um espetáculo que, ele realmente, traz esse momento de uma contestação. Não é, mas é uma contestação.
Jamais é inteligente. A gente, através da comédia, vai colocar nosso ponto de vista sobre a situação do Brasil, sobre as coisas que estão acontecendo à nossa volta, a questão política, mas sempre através da comédia e do comércio. Assim, está junto com a gente, na grande maioria dos nossos espetáculos.
Ela não sabe que a mola motriz que utilizamos para falar das coisas que a gente quer comentar. Então, a banda foi o espetáculo que tinha muita projeção para a gente, assim, apareceu muito limpa, né? E, realmente, ela coloca a questão do musical, né?
E traz. Musical sempre foi uma coisa que gosto muito, já estudava no conservatório de Tatuí, já tinha um aprendizado de música já forte. E esse time começa a não se meter a fazer musical, né?
Então, um botão, microfone, tinha um microfone que existia ainda, profonia 77. Não colocava os microfones do palco, gente. Levava lá, colocava five e encontrava formas de microfones.
Eu só queria ensinar as pessoas a cantar, a trabalhar com isto. O início de ensinar o canto, a trabalhar com esse canto, muito forte na nossa trajetória. Também, hoje, ensino cantores, trabalho com teatro musical.
Então, que começa a fortalecer isso. O muro, depois vem, é mais mexer. Muito, ao jurar, por sinal, já saiu muito bravo com a gente.
Teve um episódio em que trocamos num dos festivais que participamos. Teve um jurado que cresceu muito incomodada, né, vamos inaugurar de Campinas. Eu não lembro o nome dele, e ele virou no elevador.
E, assim, nós estávamos descendo no prédio que teve a reunião para anunciar quem tinha vencido ou quem iria vencer. Nem lembro direito. Assim, tem que criar um debate, ele, e assim ele não contém tudo o que já tinha falado na reunião pra gente.
No elevador, ele olha, dá de cara com nós dois, né? Ele, entre, fala assim: "É uma coisa que você está engasgado aqui, certo? Vocês têm a ousadia de começar a fazer Shakespeare", e botou o dedo no nariz da gente.
Ficamos assim, né, meio chocados. Ele, dentro, foi isso que eu falei. Se veja, qual, até ficou incomodado com a ver como as coisas acontecem na casa de uma amiga.
A gente se reunia e este filme, né? A mãe conseguiu um filme, super legal, amolar, da época dos R. H.
s. E era muito "barulho por nada", na queda de braço com a Emma Thompson, aquele elenco, assim. E ela cheia, daí a gente começou.
Surge um projeto, só que a gente percebeu que tinha que sentar e estudar. No período de 27, a produzir pra estudar o livro, realmente um autodidata mesmo. A música, na íntegra, em inglês.
Não é quem podia traduzir aquilo pra gente, né? O filme, filmes. Então eu falei: "A gente se abasteceu de Shakespeare, dois anos assim.
Ninguém entende mais. Vamos participar, pode fazer o segundo gol, se inscrever. " Não, a se instalar e fazer teatro.
Não é bem esse. Ninguém entendia, né? A gente estava no momento de, se abram, ter de saber de DF era o momento de obra de conhecer.
E daí que a gente entrou, isso deu uma oportunidade à TV, o couro convite da prefeitura, que era o Mapa Cultural. Não é, essa foi a primeira vez, foi o primeiro Mapa Cultural do estado. E, assim, começava um projeto municipal, num festival municipal.
Depois, quem ganhava ia pro regional, representava a cidade. Assim, eram as primeiras apresentações em uma temporada, em São Paulo, né? Beleza, super atrativo, né?
Então, o que aconteceu? A gente pegou e estava a ponto de bala para fazer muito barulho. A gente já tinha, eram dois anos estudando Shakespeare, esse texto, etc.
, na dioe figurino. Assim, eu tive a ajuda da Graça Girardi, é que ela dava aula com você, né? Ela é figurinista da Mônica Minelli.
Então, com uma responsabilidade. Quer dizer, no teatro amador, se você não é, você fica sendo. Então não tem ninguém pra.
. . Então, como eu sei um pouquinho mais de desenho, ela me levou para São Paulo, 25 de baixo, né?
Gente, fico o dia inteiro lá. Isso incluía a Graça, a Graça Girardi, a favela monitor, hoje, olha, tem que andar tudo, olha, tem que pegar três fora de casa. Assim, ela muito abalada, e estava no hospital ainda, né, gente?
Meu Deus do céu, eu tenho um mundo, né? Aprendendo tudo, é. Daí, tem que desenhar, tem que pesquisar em quadro, em que a fotografia.
Na época, ela é professora de artes plásticas, né? De educação artística. Então, ela dá todo esse suporte pra gente, né?
Daí foi, foi em conjunto o figurino que nós fizemos. E, todo o festival que ia, é, ganhava. Não adianta, não tem pra ninguém.
Ora, que abre a cortina, o público ficava chocado com o figurino, né? O Beto Cury com o cenário da FIA, artista plástico, né? Então, foi assim e foi um divisor de águas.
Botou, eles mudaram, né? E a gente pegou as músicas que o PEC, dói, o PEC faz parte da equipe do Quebra-Quebra, né? Então a gente tem duas músicas e a trilha é lixo.
Nem cantava, também, não. Peça qualquer, é muito bom ver nada. O que é ser muito legal?
Porque assim é um resumo do Shakespeare numa peça só. Então, você vê a Beatriz e a Catarina; o Benedito é o Pedro. Então, você vê tudo o que eu achei que já tinha escrito e escrever, aliás, num resumo era uma peça que resume ao Chipre, né?
E a gente percebeu isso, e foi à noite. Começa com uma comédia. Encontrar uma comédia de Shakespeare não é diferente da comédia rasgada.
Saldo médio, muito mais útil na hora de pintar. Você tem que parar, tem que entender os contextos para você achar graça; e pra gente também, como grupo, achar. Incluem os tempos na comédia.
O chifre ano é que são diferentes. Uma comédia MTV hoje em dia, do jeito que a coisa é escrachada, né? Nada muito direto na vida do ser, revelado muito facilmente.
Então, a gente tem que descobrir esse tempo também do espetáculo. A gente consegue fazer isso muito bem. Impressionada, porque as pessoas realmente se envolviam afetivamente.
O espetáculo chega no final, tentando um mundo encantado, do mundo o outro estado de espírito dizendo nada mudava. Decidir isso nas plateias e no mapa cultural municipal. A gente ganhou.
E assim, eu estava lembrando que quanto mais ela estava se colocando, que o José Henrique vai ser. Também ele participou. Acontecem por copos de cordas, né?
E daí assim, aí é uma peça que Branca também foi assim. A praça da gente já tinha assistido com o Dimas NFA; ele é o autor. A gente já tinha sido uma outra produção dessa peça.
Daí ver com uma outra página, com a visão de José Henrique. É, da Yázigi de Eva. Vai ser difícil, vai, mas quem vai definir é o júri.
E eles decidiram por nós, depois de conversar com a gente, que foi decidido por nós por ser um clássico, né? Então quer dizer, ok, o peso da responsabilidade de um jogo, uma coisa complicada, porque era uma montagem, bom, né? Nem acompanhar, totalmente diferente daquilo que eles acham que é o clássico, né?
Então, procure completamente opostas. A Fernanda Maia faz parte do elenco, né? E daí, com muito barulho do evento do elenco de corpos, já olhando para secar a 6.
Hipótese, não lembro. Eu lembro do figurino, que também era muito legal; eu gostei, né? A já começou, reuniu assim, pessoas que trabalham com a gente até hoje, não?
A Deixou, Anderson, ou Anderson, o Sesa, a Mônica. . .
Assim mesmo já estava casada, já estava confiante; ela estava de licença maternidade até. Mas são pessoas que estão trabalhando desde 97 até os dias de hoje, continuam na Madre, empregado de um cliente. É que essa vontade que vai ficar tem tudo para apresentar no YouTube.
Tem tudo, é, é um outro alto. E então estamos com muito barulho por nada. Muito barulho por nada.
Ele trouxe muitos prêmios também, projeção. Certo? E esse é esse novo momento.
É assim, aqui a gente somos teatro profissional, certo? Então assim, não, o público tem. Porque estava uma onda que em Sorocaba de que a não, o público sorocabano só vai se for de graça.
E a gente não tem que pagar ingresso. Eu trabalhei por isso, porque não por ser profissional; porque não, né? Ai, credo, quem é que paga?
Melhor a excelência do teatro da paixão, mesmo que seja um teatro romano. Ou ainda, porque todos trabalham em outras áreas e aí não vivem disso. Há uma diferença.
É essa somente, desenvolvido. Não tem uma nova geração de renda suficiente que mantenha a equipe aqui na cidade de San Clemente. Não proporcionar isso, mas porque não produzir teatro com a qualidade do teatro profissional?
O tempo de produção com a mesma, mesmo na parte artística, musical, na vida. Antes dá para fazer em casa. Fazer coisas muito boas e hoje em dia, produzir espetáculos que fazem isso.
O público vai assistir, mas não acredito que o nome foi um deles, que muita gente veste pela final. Mas é esse que dá somente menor da que São Paulo. Nessas trouxer cidades, não são todos aqui torcendo, aqui.
Então, não tem como isso, não existe. E este aqui, ó, eu falei que ia ter muito. .
. É bem profissional. E então, tem esse momento daqui, outro divisor de águas agora.
Determinar a GT apesar de ser, todos nós temos. Eu ser professora de geografia nesse momento, 97, e o mais, sendo assim, o professor de música nas escolas. A gente levava muito teatrais, escolas no Cefan.
Eu assim, aquele frio, promove o festival de teatro interna da escola, certo? Mas não assim competitivo. Eram três turmas, né, que eu dava aula.
E as três turmas eram só meninas. Às vezes não, melhoraram 400 meninas na escola e 15 minutos, né? Então, era quase que feminino, realmente.
É um centro específico de formação. A dar uma de série era o motor. Ele fez isso.
Na verdade, era um curso de quatro anos, para formação de professoras. Só que ele que valia muito mais do que 11, na mesma pegada de uma faculdade de pedagogia, certo? E eu entrei lá, eram três provas que a gente tinha que fazer, certo?
Para poder entrar. E eu passei em primeiro lugar nas três com o professor de geografia. Só que a hora que eu vi, e assim, não deixei a grafia, a possibilidade de que a aula de geografia da.
. . então ela aspiravam na minha aula, né?
E tudo, eu avaliava tudo, né? Então, e através do teatro eu conseguia muita coisa com ela, se ela, né? E daí com uma outra professora de literatura, Antônia, é na ação, né?
E a Maria Ângela de tecnologia. Não há só de nós três, fazia 30 viável. Todo mundo que ia morrer com o corpo ainda, sem inventar moda.
A gente que tá bravo e trabalhar o dobro. Em como trabalhar o dobro, né? A gente trabalhando outras formas de poder trabalhar, né?
Se ele perceber que está aprendendo, então, no primeiro ano, que o dela é certa pra turma do 1º ano, a gente apresentou vestido de noiva, meninas a batata, tudo porque é justamente o contrário. Na época achei que era só com homens, nem era tudo comigo. E era legal porque o funcionário não existe, porque eu era muito pequeno, né?
E daí, mas não nós fizemos; era o de noiva, o anel, e era um lugar muito. . .
né? Você foi fazer uma plástica e era muito calor. Acima, estavam quase 400 alunos, todo mundo à quadra no lugar para prestigiar o 1º Festival de Fã de Teatro.
E daí a gente começa a perceber que a gente podia levar para as escolas, que é até uma ferramenta, né? A aula de geografia, minha tia, professora coordenadora, a briga tinha aluno com skate, está no Avaí. É, uma outra coisa que eu fazia assim era dar relevo, né?
A cada um ficou com o país. Então, cada grupo escolheu um país e rapidamente. .
. é beleza! É como é que você vai entrar do outro país do outro grupo?
Então ele tem que estudar o relevo deles e Olívio Dutra do outro país para poder promover evasão. Beleza! Quando acordei, já estava quase se formando.
Eu entrava, uma pessoa se vi que era sempre eu, né? Olha só da ONU! E a gente vai ter que ver com a fase agora.
Então eu ia; eram camadas e camadas, né? Que o teatro faz com que é. .
. é uma. .
. vira uma falha ferramenta facilitadora do ensino de geografia pra mim. Usei muito, gata, em sala de aula, certo?
Assim, no microcosmo da sala de aula. E até promover, depois, já como professora de teatro no Mundo Novo, que eu. .
. assim, nós dois, onde nós introduzimos, né, na escola, o Festival de Teatro, mas assim, de uma forma. .
. é mostrar a gente, né? Mas já se.
. . tanto é que uma hora eu tive que definir: "Lino, dou mais aulas de geografia, só vou dar aula de teatro, né?
" A ideia, mas ela também só ficou com música. Então, a geografia, eu pedi licença pra ela. Agradeço muito a ela na parte política, ajuda muita gente, certo?
Essa consciência política do mundo, né? Mas assim, o teatro é. .
. vencer! Então, foi a hora que a gente fez a transição até profissional mesmo.
Hoje em dia, se perguntar: "Never, você faz o quê? " Né? "Qual é o professor e a professora?
" Né, mas você faz o quê? É professor de teatro. A pessoa fica meio assim.
. . não!
Nós damos aula em escolas e nós temos uma escola, roupa, ou mudando, sabe? Hoje em dia, as pessoas respeitam muito mais. Aqui em Sorocaba ainda está embrionário esse respeito.
Em São Paulo, a respeito é muito. . .
a gente, certo, por ser professor e por ter uma escola de teatro, né?