As narrativas compartilhadas têm o prazer de continuar ouvindo Admir Feliciani, agora no bloco 2. O Admir vai falar agora a partir de 1978. Então, vamos lá!
De mim ir com você à história continuando; em 78, ele estava com meia experiência. Hum, ao mais, envolvido em obras pouco mais aprofundadas. E aí, tipo, é muita oportunidade de fazer Sorocaba.
[Música] A Bienal do aqui, então, nós convidamos… foram convidados atores para fazer monólogo. Olha só, tem que levar a ver os anos e tudo bem. A Getúlio era um templo egípcio e vai fazer parte.
E eu escolhi, livre e espontânea vontade, entrar como nodo dos males do fumo do ano on on e eu acabei ganhando o primeiro lugar. Eu sei! Em seguida, isso é simultaneamente Antônio Marcos Fontana, a variação, dado um grupo chamado Peso do Teatro Sorocabano.
E partiu para montar a Andrade e fez uma seleção de um convite, né, de atores a mim, e entre outros, sem a presença maravilhosa de Vandinha Lopes. E além da OK mãe e filha trabalhando no texto e macarrão. E o que foi?
Muito bem, muito gostoso, muito rico e serviu para a gente apresentar lá onde, para motores, teatro fantoche. Uma iniciativa particular esse problema, e nos deixou há pouco tempo, William, esposa Cristina também. Então, nós tivemos aquele teatro lá, momentos assim, muito interessantes, muito produtivos.
Eu me lembro que o Paulo Bet, para eles, Dar Zinho, que já tinha ido para São Paulo fazendo a vida deles, voltaram e se apresentaram. Grande sucesso neste… Ah, mas não sei porque até hoje o teatro de fantoche foi fechado e só fica na lembrança. E nesse mesmo teatro, em 79, outra figura vai entrar na minha vida: outro diretor, Osório de Moraes.
E ele pega landrinha, pega o choro. Não sei se alguém conhece; só conheceu o nosso período do Jordão. E eu, minhas duas lâmpadas, para fazermos um musical.
Olha só, em 79, musical chamado "Sempre Um". Em locações, locações, momentos deliciosos naquele teatro. Bom, e isso foi… isso, 79.
Thiago, de novo, pouco mais. O Santana voltou a dirigir uma comédia do Bráulio Pedroso chamada "Deus Nos Acuda". É muito interessante; nessa época, se destacava a figura de um pediatra, o médico muito interessante, pedir em Sorocaba que, vamos.
. . deixou faz tempo.
Era para Rose caçar, a caçar, era representante; ela era responsável pelo cenário. Então, nesta peça "Deus Nos Acuda", ele fez uma ambientalização da Mesopotâmia. Aqueles adereços na.
. . resultando aqui, até hoje, eu tenho fotos.
Como é que pode? O teatro daquele tamanho! Fazemos uma entrada nesse canto da arte mesopotâmica.
Aqui, na época, a gente não percebeu o que era e hoje, como obra do nosso amigo… passar. Enfim, 181: a ditadura militar e vem ponto de partida. A mulher, mais uma vez.
Eu abandonando o grupo do Peso e voltando para Celso Ribeiro, no grupo Maré, 1981. Eu, Oi Cristina, Lavras News! Oi Néia!
Oi Celso! O próprio Celso fez um papel maravilhoso, mas apenas um… E foi neste ano que nasceu meu filho. Então, você paga um ano marcante porque Inácio, Tiago, Inácio, Porto de partida, né?
Mas que é o ponto de partida da vida do Thiago, né? E ali essa… perigosa. .
. na… que o centro do mundo todo mundo é… não pensa, mas não. Texto meio complicado.
E depois vem o retorno e os braços para as mãos de direção do Roberto Gil Camargo, lá mesmo do Thiago Santos, em uma peça chamada "O Sol". A Terra consegue? Se você se lembra, vai sentir.
A Terra era uma blusa de pernas, é um abuso de homens, Elaine, de conselhos, com estrelas, de imagens. O plástico, o trabalho de vanguarda, uma coisa muito gostosa. Meio Nelo, eu… China.
Nossa! Ou então esse lado dele como se… isto. Eu fiz lixa pouco com ele mesmo, em 84.
E lixa tomou, correu e assumisse Vieira I e II. É 8436 de Roberto e trabalhar com Osório de Morais, de novo, para montar uma comédia do Nazareth Todinho chamada "Nó de Quatro Pernas". Nossa!
Fim, fim de teatro. Aqueles Clube Recreativo, durante o mês em que… onde colocar gente de tansa. Sequência tão engraçada que era quando ele tinha atores muito engraçados.
Um burro, Nivaldo lá. Muito, muito legal! E hoje eu tô aqui direto, sem mágoa, sem brigar com ninguém, nesse… no Xavier!
Para Aline, vem comigo um pouquinho. E aí ele mandou lá no Sesi "Os Dois Tímidos" e também um capricho, uma comédia interessante, o tempo em cartaz. "Os Dois Tímidos"?
Quem eram? É… de quem eram os dois? Eu e o Sérgio Andreolli.
E quem escreveu "Os Dois Tímidos"? "Os Dois Tímidos"? Eu não vou me lembrar não, mas é um… é um autor americano, eu não vou me lembrar agora!
Eu fui… e quem mais? Eu espero… de uma Andreolli, umas meninas, umas moças, amigas do recibo. Lá tá muito engraçado, né?
E aí eu pedi licença, comprou a progressiva e falou: agora, esse eu vou trabalhar com cara chamada Roberta Mantovani. O Roberto nos dando o microfone montado. Wind Rose, que maravilha!
Que maravilha! Trabalhar com muito bem foi uma experiência única. Entrei nas empenhas.
Fábio, as ideias americar na vanguarda. Ele estava sem luz. Luz acima de tudo o que poderia imaginar.
O trabalho que ele fez de 100 cenários, só que o figurino… uma força, sabe? Maravilhosa essa peça que eu ganhei o prêmio de ator revelação, melhor ator coadjuvante no festival estadual de Tatuí. É muito legal!
Segunda! E aí volto nos braços de Roberto Gil para montar até o próximo "A Deus". Eu e a Néia nos palcos, figurino roxo e branco, só… curtir.
Branco! Experiência muito engraçada, é um berço de papel. Roberto, né?
Me acompanhe sobre um relacionamento que não dava certo. Não sei como, G1. Ah, pois vem 98.
Eu de novo com a Janice Vieira e o Maia. Eu não sei se você lembra do Maia. Sim, hein?
Já recuperei, exemplo: seus de Guerra e Paz, a assistir também a uma pessoa, e a gente participou do projeto Ícaro com essa peça e carreira no festival, com receptividade da Secretaria de Cultura de Santa Catarina. Tá certo? E aí?
E aí? Deixa eu ver aqui agora, em 91, e eu saí de todos os grupos. Eu vou fazer uma coisa com o Milton.
Bacana! Ele escreveu uma peça chamada "Depois as Duas". Ouvi, é a primeira vez que me caracterizei de mulher.
Eu e ele fizemos também um cenário muito diferenciado, muito interessante. Só nós dois em cima da comédia e também teve seus frutos, seus momentos legais. Bom, nesse mesmo ano, 92, enquanto estava ensaiando comigo, Machika apareceu na minha vida, José Rico e Paulo II, a 92.
E aí, a venda, propósito de Max, e agora fico pensando como é que eu tinha tanta capacidade de decorar texto. É porque esse texto "Marmitex", eu sendo o personagem principal. Esse é um caso amar é uma coisa grandiosa.
Eu me lembro que em uma semana eu representava o parque da piscina, eu me sentava e decorava com o exercício do esporte. Os maiores textos que eu já decorei têm mais nada não. E além disso, o Zezinho, outra figura fantástica, um elemento que merece, onde está hoje.
Pelo exposto, pelas tentativas, pelo uso inusitado desse menino novo, menino com umas ideias maravilhosas! Martin, o backpacker. Além disso, ele exigiu que eu ficasse assim o tempo todo, sempre acolhido.
Cansativo, mas foi de uma proposta de uma ideia genial, magnésio, a extração de ouro em termos de público. Que lá no inferno, Sesi, à fila do Bravo, quarteirões, e de repente a boca: essa esgotada, esgotada. Muito louco!
É uma das coisas mais marcantes que lembram. Ele reproduzir aquele cenário aqui no castelo medieval. Ele contratou um caminhão de ardósia para fazer o piso.
Meu Deus, a gente tinha que entrar lá meio-dia para montar o piso das Árvores. Enfim, foi o tempo do Sul, jogo do Max. Bom, então, Roberto, desde 78, Talent, eu fiz mais ou menos 30 peças.
Eu não sei todas aqui, e peças menores. Mas se a gente parar para pensar agora, esta frase de 78, frente, foi um momento em que eu fui induzido a fazer um curso especial, curso de sala, que era um pouco diferente do que tinha lá. Por exemplo, o Guarnieri.
O que quer dizer Guarnieri? Politicamente, eu era meu e eu não sabia que era direita e esquerda. Recursos pensando assim, a gente sua quadrilha e de repente, fazendo teatro, percebi que tinha uma chance de entrar na vida, decisão nesses tempos.
Hórus, o modo de um Brecht, as teorias de um segundo. Os autores começaram a pular em mim e eu falei: preciso estudar! É São João!
Daí eu comecei a ter contato com a vida, Dostoievski, móveis, o postar. Aí, vendo sobre teatro japonês, mesmo sobre, por exemplo, o recheio, Instagram, já sabia do jeito 220, por aí. Zezinho, mas aqui ó, a gente saiu e terminamos de sangue.
Ele fazia questionamentos, ele tinha perguntas já daqui, lugar, fadas. E davam questionamentos. A gente fazia inversões de papéis para podermos entender o outro.
E aí, a bateria tá acabando. E aí, bom, então, o Marco da que foi assim: eu consegui entender a época dele. Aí você fica com roupas, peças de querer conhecer mais.
Aí eu vou lendo, "O sonho de uma noite de verão", valendo tudo isso. E até hoje, a gente sabe que tudo isso, graças ao teatro, graças ao Rio, com esse é o pé da árvore de Natal. E essa peça que fiz para a Solange de Moraes foi assim, o Marco, porque hoje o principal jogo de euros ao rosto 25.
Oi, repete o nome, qual é meu nome dele? É do Júlio Werner? Werner Hotshield!
Finalizar? Então, ele nos deu uma grande esposa para fazer, para melhorar o pé da árvore de Natal. Foi uma sem direção, não tinha direção.
Ele é o falando, então foi muito divertido. Carro Valente? Quem que é tal Valentim?
É todo tentar vacinação e país aquilo. Qual é a tendência dele? Então tá na hora do elenco do Ademir parar para entrar nesse universo do Carro Valente, o Nazareno Torre, Nazareno Tourinho, Futebol Clube de Pernambuco, 9 pacu-peva, isca, o ponto 7895.
E eu fui na procriando dessas biografias, dessas torrents, desses elementos para fazer sentido a entrada no Ceará. E aí o José Henrique também fez uma peça chamada, peça e o persa. Como é que tá o nome da peça?
Era esta peça dessa. . .
O nome da peça, a peça. Lembrei que foi de propósito, né? Então foi muito interessante também, mas tinha a presença da Fernanda Maia, perna grande, musicista, que dava palpites incríveis na direção também, né?
Grande companheira dele. É! [Música] Eu e mais.
E depois veio uma peça: Oi, tio, como está? Estou fazendo uma preparação para esse material aqui. Então a tua vida e cadê a gaivota?
É gorda. Acredita que eu não tenho um elemento ilustrativo da gaivota? Eu pesquiso, batalhar para conseguir.
Quanto é que eu não sei exatamente. Um ano aconteceu. A gaivota era tu que me lembro da gaivota, é que narram ensaio apareceu uma noite lá um tal de Roberto Samuel Sanches que olhou para mim e falou: você está precisando, você está ambientado na Rússia, tá frio, e você precisa, além do gesto, precisa ter uma indumentária melhor.
Eu vou trazer para você. Você me trouxe. Um casaco maravilhoso que fez parte do figurino de "A Gaivota".
Sei se você lembra disso, mas eu lembro de você, sim. Eu poderia ter desenvolvido. .
. Tem problema então, recebendo aqui, acho que acabou indo para São Paulo. O grupo de tudo é uma participação muito do Armando de Oliveira Lima, Geni Armando.
Que coisa! Ele fez teatro na década de 50 e 60 e, de repente, nessa peça, ele mostrou que estava forte. Está vazio ainda aquele corretinho.
Que delícia, viu? Armando de Oliveira Lima, estou fazendo teatro com 11. Preciso descobrir ainda se tem foto.
Não tenho nenhuma resposta sobre o que aconteceu. Eu falei com o Zezinho. Tá certo, no final estamos em 94.
Em 94 eu. . .
Oi, daqui, fiz faculdade de História. Olá, gatinhas! Vazamento sobre muitas correntes filosóficas e sociológicas por causa do teatro.
Oi! De repente, eu fiz uma apresentação a convite da Dona Rita. Fiz apresentação daquela peça do teclado que tinha me dado o prêmio de melhor ator da Bienal, "Os males do Hugo um".
E essa Dona Tita, ela convidou para me apresentar para o colégio. Ela era diretora do Colégio Dom Aguirre. Ela ficou sabendo que eu tinha esse trabalho, fez um convite e eu me apresentei de manhã para alunos do ensino médio, o terceiro colegial, alguma coisa assim.
Ela falou: "Puxa vida, se você dá aula de História como você faz teatro, eu vou te contratar". E aí, que legal! Aí eu ganhei as aulas de História no Colégio Dom Aguirre em 92, é por causa do teatro, a causa do "chá copos" e é por causa dos males um.
Como não? Aí comecei a dar aula de História, mas é engraçado que nessa escola eu me lembro que só fiz uma intervenção artística. Um acidente passou no Catarse.
Seu pedido, você não vai lembrar, mas o Roberto Samuel, uma semana dentro, ou faz via, você perguntou se eu queria participar de alguma coisa. Aí eu fiz um buraco no Jardim, aqui no Jardim interno. Eu peguei o liquidificador e coloquei folhas de jornal.
E aí, batendo no liquidificador, um buraco e enterrei até o joelho para que estava sendo engolido pela Ampla. Antigo, as pessoas passaram e lá, umas duas horas, e ninguém me trouxe um copo d'água. Cara do céu, você tá fazendo aqui!
Um lugarzinho. . .
Ai, viu do nosso visual dos amigos, foi muito interessante. Aí no fim, as pessoas paravam. Estudantes de Letras estavam saindo, paravam pra perguntar.
Sempre erravam, aí eu falei a ideia do Roberto. Ele que me deu essa ideia. Então, essa é uma passagem muito legal que eu tenho.
E aí, em 94. . .
Em 94, e acordo com esse livro aqui, hum hum, individual mensal de benefício, na página 108 aparece meu nome. É que sim, sim, porque será tudo a clamar os Direitos do Homem e do Thiago de Mello. Poxa, visual do anúncio e convidou para fazer essa apresentação na inauguração.
Mas muito tudo à venda! Mas tá tudo uma. .
. muita sede. Galera, boa noite!
Menina mágica, e valeu a pena. Thiago de Mello, gostei bastante! E aí, em 95, que a última data do lançado segundo bloco.
. . Em 95 eu caio no cartazes e a mudar o café, La Bomba.
E aí é mais uma obra fantástica do Roberto Gill Camargo. É uma longa vida até hoje, ela ressuscita, suscita alguma coisa. A gente pega ainda, sabe, porque ela é comigo forte, com muita crítica.
E eu já me. . .
O Milton baixinha. E aí, mais ele, nomes como Libertadores. Mas tem a peça genial em 95, então eu paro.
Porque a partir de agora vai entrar minha vida como professor de História. A morrendo com a educação, isso. Então, vamos lá, uma pausinha.
Aí você vai falar você como professor de História. Então não vai ficar só relatos, logicamente, paralelamente você também dentro do catolicismo, do grupo de teatro. Carters!
Então, para vocês todos, uma pequena pausa. Daqui a pouco nós voltamos com o terceiro bloco. Muito obrigado pela presença!
Até já! Tchau.