Salve rapaziada, meu nome é Guilherme Drculta. Eu vou dar o módulo 11 para vocês sobre a bioquímica do exercício. Para começar vou apresentar para vocês como o músculo funciona.
Aqui tem o nosso musculozinho e a gente vai dar o enfoque às miofbilas e especificamente especificamente aos sarcômeros da miofila. Temos três tipos de músculos, os músculos esqueléticos, o músculo cardíaco e o músculo liso. O músculo esquelético a gente tem cerca de 600 músculos esqueléticos, tá?
São músculos que a gente consegue ter o controle, a gente eh contrai voluntariamente. Eles têm essa essa configuração aqui, são fibras estriadas e multinucleadas. A fib estreada é dada quando tem esse esse comportamento alternado aqui entre branco e vermelho.
O músculo cagiaco e o músculo são músculos que a gente não consegue controlar, é controlado pelo sistema autônomo do cérebro. Então controla os batimentos, controla a digestão também controla os músculos, a bexiga, tipo de excreção de fluídos. A função da musculatura é basicamente contrair e relaxar.
Então, quando o músculo relaxa, ele alonga, quando o músculo contrai, ele encurta. A gente tem aqui um zoom do músculo. Temos essas partes aqui, a gente vai dar um toque maior para meio fibrila.
Eh, tem essas outras nomenclaturas aqui, mas para o conteúdo do do curso não é muito interessante, não é muito, não tem porque me adentrar a isso, né? Então, a miofibila, ela dividida em sarcômeros. sarcommeras são as unidades contrárias do músculo.
Aqui temos as zonas dos sarcommeras. Isso daqui são só zonas. Elas não têm muito uma uma definição assim.
São zonas que possuem um determinado comportamento de luz. Comportamento em relação à luz. a gente vai dar um enfoque maior para o disco Z, para a região disco Z, que é exatamente a região onde está o sarcômero.
Então, o sarcômero dele limitado por dois discos Z, que são essas partes aqui. E dentro do sarcômero a gente tem ali a M, que é onde nasce a miosina, e no disco Z nasce a quitina juntamente com a titina, que é uma molécula de estruturação do músculo. A moszina ectina, elas são as moléculas, as moléculas responsáveis pela contração muscular.
E a titina, ela é responsável por dar a forma, por manter a forma do músculo depois de contrair, relaxar várias vezes. A Titina é uma proteína, a maior proteína encontrada na Terra. Ela tem cerca de 25.
000 aminoácidos e ela é elástica. Aqui a gente tem a estrutura da actitina. Na quitina ela, a actitina é a linha fina, é o filamento fino do sarcômero, que é essa partezinha aqui.
Eu vou explicar para vocês mais à frente como funciona. Então, o filamento fino é a aquitina. O filamento fino é composto de actitina, tropomios e troponina, tá?
Então aqui tá aqui a miosina é o filamento grosso. Então essa parte aqui ela tem início na linha M. Aqui a gente tem a estrutura química da actitina e da miosina.
A miina tem essa carinha aqui, então ela possui quatro subdomínios que não estão representados aqui. No centro dela a gente tem uma um átomo de magnésio e ela também possui sítio ligação de ATP. Isso daqui é uma unidade monomérica de aquetina.
Quando a gente junta váriasinas, então isso daqui forma essa bolinha aqui, essa esfera. Quando a gente junta várias unidades de aquina, a gente possui, a gente resulta, acaba resultando nesse filamento aqui de aquetina F, que é uma unidade polimérica deina. Já a miosina, ela é composta de uma cauda, uma região articulada e duas cabeças.
As duas cabeças possuem um sítio de ligação de ATP e um sítio de ligação factina. é um sítio de ligação que vai se ligar a essa bolinha aqui e vai ser responsável pelo movimento de contração e relaxamento do músculo. Então a interação acontece da seguinte maneira.
Aqui tá o nosso filamento grosso. Aqui tá o nosso filamento fino. A tropomios ela impede que a miina se ligue a quitina.
E quando tem quantidade de cálcio suficiente nessa região, essa tropemiosina libera o sítio de ligação e a miosina consegue se ligar a actina. Aqui a gente tem uma visão externa do da contração e relaxamento de músculo. Então aqui não tá bem representado, mas aqui a gente tem uma um filamento fino de aquitina e aqui a gente tem um filamento grosso de miosina.
O que acontece é que quando o músculo contrai esses dois filamentos se unem. Eles acabam se entrelaçando, juntando os dois discos. Então acontece isso daqui.
Isso acontece para cada unidade do sarcover. Então essa unidade vai se aproximar, esse lado vai se aproximar desse, esse lado se aproxima desse e o músculo contrai do jeito que a gente está acostumado a ver. Como o papel, o como o cálcio influencia nessa situação.
Bom, o cálcio ele serve para se ligar a troponina. Quando o cálcio liga a troponina, quando o cálcio liga a troponina, a tropa miina ela contrai liberando o sítio ativo de miosina, os sítios ativos da actitina paraa meus se ligar. Quando a meus se liga, ela consegue fazer o movimento de contração e relaxamento músculo.
Aqui a gente tá o ciclo de contração muscular. Então, em primeiro momento, a miina está ligada à quitina, vem uma molécula de ATP, faz essa ligação entreina e miina ficar mais fraca. Quando tem o início da força, então é liberado o a quantidade de cálcio que é necessário, é liberada a quantidade de cálcio nessa região aqui, a tropomiosina contrai liberando o espaço para pra reação aqui pr pra interação entre aquitina e miosina.
E quando termina o ciclo da força, é liberado o ATP. E o que acontece nesse tempo aqui? Isso.
A cabeça da miosina e a quetina, a cabeça da miosina puxa aquetina. Então ela entra assim, vai puxando, vai puxando, vai puxando várias vezes até que o músculo contraia por completo. Vou deixar um vídeo para vocês mostrando como funciona essa essa interação aqui de minusina para ficar mais claro também, porque aqui também não tá muito não tá muito palpada.
com base e cada músculo. Hum. E com base nas configurações das fibras, a gente pode classificar elas em três tipos: tipo 1, tipo 2A e tipo 2B 2X.
Mas os tipo 1 e tipo 2 são as fibras oxidativas, possuem um diâmetro menor, uma alta hemoglobina. Isso tem uma grande capilaridade, metabolismo predominante de fosforização oxidativa e uma alta resistência à fadiga. São as fibras utilizadas para atletas de endores, que são atletas que duram mais tempo na que fazem exercício por mais tempo.
As fibras glicolíticas são possuem um diamento maior, uma baixa meoglobina, uma menor capilaridade do metabolismo predominante de glicose anaeróbica, com uma baixa resistência fadica. Essas fibras aqui são utilizadas em exercício de explosão, por isso que elas possuem essa configuração aqui. Voltando um pouco para as figuras oxidativas, essa configuração aqui, ela aumenta a quantidade de O2 disponíveis para elas utilizarem.
Ou seja, há uma grandeção de oxigênio e com isso eles utilizam o sistema da fosforização oxidativa, que é o que produz mais ATP, só que produz de uma maneira mais devagar. Por isso que elas têm alta resistência na fadiga. Já as fibras glicolíticas, elas têm uma menor quantidade de oxigênio e elas produzem eh força de um jeito mais rápido, TP mais rápido.
Então, como elas têm baixa quantidade de oxigênio, elas só têm a as produções de energia com baixa quantidade de oxigênio e assim elas fadigam mais rapidamente. Vai ter uma explicação na próxima aula sobre as vias energéticas, beleza? E aqui a gente tem as características dos tipos de tiromusculares.
Tabela 12. 2. Bacana.
Velocidade contração. Então, as oxidas do tipo um, elas são mais lentas, elas produzem mais energias e elas cansam mais devagar, elas demoram mais para ser cansadas. Ela, além disso, elas têm maior número de de mitocônias, por isso elas produzem uma maior quantidade de energia.
A cor delas é vermelha. Exatamente porque tem a maior concentração de hemoglobina e a maior capilaridade. As fibras oxidativas glicolíticas rápidas, elas possuem uma característica intermediária, então elas conseguem produzir energia em um num numidade média.
Elas são rescente à fadigas. Metablzão glicolítico com alto poder oxidativo também, uma média capilar. possuem mitocônias vermelhas escuras e a cor delas também é vermelha.
Já as glicolíticas rápidas, que é o tipo 2x, elas possuem baixas mitocôndonias, uma baixa densidade capilar e o seu metabolismo principal é glicorítico anaeróico. O uso principal delas da oxidativo tipo um uso principal dessas fibras é para é manutenção da postura para fibra de tipo um. posição ortostática, lo ortostática e locomoção do tipo dois.
Saltos, saltos e movimentos rápidos são as fibras 2x. Eh, e aqui a gente tem a foto de uma de uma parte do músculo em que todas as fibras estão presentes. Então, nunca vai ter somente um tipo de fibra no músculo, sempre vai ter as três com alguma predominância, com a predominância de algumas.
Então, por exemplo, aqui a gente tem a predominante do tipo dois, ou seja, essa pessoa, essa musculatura aqui, provavelmente ela é utilizado em movimentos explosivos e uma baixa predominante do tipo um. Ou seja, essa fibra aqui, ela vai se cansar rapidamente. É isso.