Oi, oi, pessoal, tudo bem? Muito boa tarde. Bem-vindos aqui ao nosso Muito Mais.
Que delícia tá nesse sábado com vocês. O programa hoje tá tão maravilhoso, tem história que vai tocar o seu coração. E uma delas é a do Eliezer, que é aquele neto que todo mundo gostaria de ter.
Ele tá reformando o sítio dos avós para guardar as memórias. E hoje, sabe o que que a gente vai fazer, pessoal? Vai lá levar os avós para ver como é que tá ficando essa reforma.
Já viu a diferença aqui, vô? Hã? Já, já.
Muito. Olha que lindo, filho. Não tinha essa parte.
Isso aí. E essa espada de São Jorge tava vindo até aqui assim, ó. Aham.
Aí você cortou, né, filho? Minha gente, eu vou começar com uma história que eu falo que é muito emocionante, que é a história do Elizer. Ele é um neto maravilhoso.
Em Bauru eles têm um sítio da família, mas aí o avô acabou ficando doente, não poôde ficar mais no sítio. E aí que acontece? Aquilo vai criando mato, vai mudando um pouquinho o cenário e o neto, para preservar as memórias da família, resolveu reformar o sítio e compartilhar tudo na internet.
Gente, bombou. É um negócio assim absurdo essa história, como tocou o coração das pessoas. E reforma vem, reforma vai.
A gente pensou o seguinte, será que os avós já viram como é que tá ficando? Não viram, né? Então a gente foi até Bauru para contar essa história lindíssima para vocês aqui no Muito Mais.
Tudo bem, meu amor? Também. Que alegria a gente te conhecer.
E eu quero contar essa história agora no muito mais. Vamos lá. Porque não é qualquer um que reforma o sítio pros avós, não.
Tem que ter muita energia, não é? Tem. Bora lá.
É longe daqui? Não. Bora lá.
Não é pertinho. Elizer, você começou a contar essa história nas redes sociais. Já são quantos episódios?
Você já postou 30 e poucos. É que é uma maratona aí que você tá fazendo para reconstruir o sítio dos seus avós. Isso.
E como que começou essa ideia? É, na verdade, meu avô teve um AVC e aí acabou que ficou meio abandonado lá. Quando eu pensei em fazer isso, eu falei: "Vô, tô pensando em ir lá na minha chácara para arrumar, cortar grama, as coisas, porque tá ficando muito aquiçaço assim, né?
" Aí ele falou assim: "Não, Juninho, não vai não". Aí a minha avó também falou: "Não, não preciso ir não. " Eu falei: "Mas eu quero ir, eu posso ir?
" "Não, se você quiser ir, você pode ir". Eu resolvi: "Ah, vou vou cuidar lá nas minhas férias, né? " Aí eu fui fazendo as coisas de pouquinho, então fui cortando a grama, fui mexendo no mato, as coisas que eu via que era mais fácil de fazer.
E aí foi pegando o gosto. Depois de cortar todo aquele mato, sobrou um monte de coisa espalhada pela entrada. Então o episódio de hoje é basicamente isso, pegar tudo, colocar no carrinho de mão e levar para outro lugar.
Como que é a sua relação com seus avós? Foi desde pequenininho? Sempre foi assim?
Foi. Nossa, meus avós participaram muito da minha infância, né? Todo final de semana quase dormia na casa dos meus avós.
Eu e o meu irmão a gente dormia lá na casa dos meus avós. E o mais legal que eu quero contar para vocês é que os avós ainda não viram o sítio. E a gente vai fazer essa surpresa hoje.
Então você não pode sair daí porque vai est muito especial. Vou e vó parece que eles nunca tm preguiça, né, pros netos? Nenhuma.
Ah, faz uma coisa para mim, eles vão lá e fazem, faz não sei o que, eles vão lá e fazem. E hoje você tá retribuindo isso. É trabalhoso assim, o desgaste é físico, mas eu não sei explicar como, mas é muito gostoso no final do dia.
Você tá quebrado, morto, mas só que a cabeça tá leve, sabe? Você tá feliz, você tá animado. Você tá também inspirando outras pessoas.
O que que as pessoas comentam? Que mais eu fico feliz quando comentam é é que fala assim: "Nossa, isso me motivou a fazer aqui". Eu tenho uma chácara aqui também dos meus pais, meus avós e tá abandonado, que eu vendo você fazendo me motivou que eu consigo fazer também.
Eu já tô vendo a diferença, hein? É bastante coisa já aqui. Aqui nos vídeos que você mostrou era tudo mato.
Aqui tinha tudo mato. Tava cheio de mato. Você começou mexendo ainda mais no na grama mesmo, no jardim.
Falou: "Ah, eu vou arrancar essa mataiada tudo aqui". É, foi a primeira coisa que eu fiz foi a entrada ali, tava com tanto mato dos dois lados que o carro passava e relava assim dos lados, sabe? Aí depois eu descobri que a energia da casa ela não tava certinha, tipo, tinha um disjuntor pra casa toda.
Aí eu comecei a me aventurar nessa parte elétrica. Já deixei uns fios preparados para no futuro montar um quadro de distribuição novo lá dentro da casa. Ah, nossa, muito diferente, né, do que a gente viu no vídeo.
Sim. Deu trabalho tirar aquilo tudo, hein? Deu trabalhão.
É. Aí agora eu quero montar uma bonitinha, né, para ter um lugar melhor para plantar, né, que ficava tudo no chão. Então meu vô tinha que vir aqui ficar baixando, né, para fazer.
Tem muita coisa ainda para ser feita aqui. Vai ter sempre, né, porque sítios, coisas são assim. Mas eu acho que a grande alegria vai ser os seus avós verem que isso aqui tá bem cuidado.
Então a gente vai fazer o seguinte agora. A gente vai ligar pra sua mãe, né? Uhum.
Sua mãe traz eles aqui. Vai trazer. Tá boa, meu amor.
Como vocês são bonito. O senhor tá bom, meu lindo? Bom, sei também, graças a Deus.
Tá bom. Vamos ver o que que ele aprontou aqui no sítio. Vamos filhos ainda.
Ele não deixou até agora. Então, aí agora nós trouxemos vocês para ver. Eu quero que o senhor vá falando se tá bom.
Ai, que coisa linda. Bom, já viu a diferença aqui, vô? Hã?
Já, filho, já muito. Olha que lindo, filho. Já foi já para acabando ali em cima.
É, não tinha essa parte, né? Isso aí. E essa espada de São Jorge tava vindo até aqui assim, ó.
Aham. Aí você cortou, né, filho? Tá muito lindo.
Ficou bom só. Gostei. Ainda falta muita coisa, né?
Falta. Mas já pelo menos não tá abandonado, não é verdade? Se não fosse ele ia ficar abandonado, né?
Porque ele não tem mais, ele não tem mais condições de trabalhar, né? E qual que é o sentimento de vocês por esse lugar aqui? Sim, muito grande o sentimento, porque quando a gente veio, a gente queria um pedaço de terra para ele trabalhar e tudo, né?
Mas depois deu o AVC nele, aí a gente ficou assim sem chão. Vê um neto tão jovem cuidando das coisas do vô e da avó com todo esse carinho que é carinho, né? Ele tá construindo a história de vocês.
Ele não tá só reformando, não é verdade? A gente não esperava que ele ia fazer isso, porque ele não foi criado na roça, como que ele foi trabalhar num lugar desse? Um sol quente desse e esse menino tá direto aqui.
Nós contamos uma história muito linda do amor do neto pelos avós, o respeito pela história de vocês. Então isso que você tá fazendo aqui não é só colocar um tijolinho, é limpar, é fazer. Você tá construindo, ajudando a construir ainda a história de vocês, uma história de amor, de respeito, né?
Bastante respeito. Isso é muito lindo. Muito lindo.
Verdade. E quem tem vó e vô? Ah, minha gente, isso é uma bção.
Você tá assistindo a gente agora, se fosse você, eu pegava teu vô e tua avó, dava aquele cheirinho gostoso na avó, aquele abraço, aquele carinho, porque isso é isso, é demais. É ele e o irmão dele que foram mais criado com a gente, né? Então parece que, eu não sei, ele parece que levou o amor, tanto o amor que a gente deu e ele tem esse amor tão grande por nós.
Não é fácil não, né, gente? É, não, segurei tudo agora. Não vou entender.
Agora Mas chora mesmo porque é muito especial. Nossa Senhora, até nós aqui estamos chorando. Pessoal em casa tá chorando, tá todo mundo chorando.
Deus vocês dar um abraço, um beijo, porque eu vou chorar ali. Ah, Elizer, olha aqui, ó. Que coisa mais fofa um neto desse, gente.
Fala a verdade, amor de vó e vô. Oh, coisa gostosa. Você me deu tantas lembranças aqui.
Eu levei minha avó no sítio em Bari. Ela sentava, ficava separando feijãozinho, a gente pegava manga, né, verde para comer com sal. Enfim, fora as histórias que a gente constrói memórias maravilhosas.
Parabéns por ser esse neto incrível. Como dizem, né? O fruto não cai longe do pé.
Então, seus avós são muito especiais também. O amor é muito nobre, né?