Oi Oi gente bom dia boa tarde boa noite bom dia para quem está estudando de dia boa tarde boa noite para quem está estudando de noite estamos então começando a nossa primeira aula de Zoologia de vertebrados remota já tivemos duas aulas sincronas espero que vocês tenham gostado das aulas agora nós vamos começar então haver de fato os animais até agora a gente estava falando de métodos de estudo de sistemática filogenética de taxonomia que são ferramentas super importante para a gente poder entender as características dos animais entender evolução desses animais e que a gente vai estar
usando ao longo de todo o curso agora a gente vai de fato ver essas características então começando com a introdução aos cordados que é o nosso que é o grande grupo que abriga os vertebrados o nosso grupo de Interesse nessa this e aqui a gente tem alguns exemplares de ascidios que são cordados animais Focus Desse nosso grupo meu nome é Karine e eu sou professora da UFF Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro bom então como conteúdo dessa aula nós vamos falar então apresentar o filo cordata né que é o nome do grupo dos cordados
vamos falar sobre as sinapomorfias que agora já deve ser um conteúdo bem claro para vocês não é um conceito bem claro é a sinapomorfias dos cordados vamos apresentar os grupos de cefalocordados urocordados e dos vertebrados rapidamente vamos falar sobre as relações entre esses sobre filos de cordados um pouquinho sobre a origem dos cordados bem pouquinho e das relações deles com outro outros grupos um pouco das relações Evolution os grupos Então vamos lá tá bom primeira coisa que é um dos objetivos principais dessa disciplina entender a relação entre os grupos a que a gente tem dois
animais que vocês podem perceber né bastante diferentes talvez muitos de vocês ainda nem conheçam e esse animal aqui E esse animal que todo mundo conhece quais as características que unem Esses animais o que eles têm em comum qual a história deles e é o que que eles compartilham é isso que a gente vai estar avaliando aqui nessa disciplina Então como toda boa história essa começa a bastante tempo atrás e a gente vai começar a ver isso avaliando Então a nossa melhor ferramenta para contar a história a ferramenta que a gente discutiu nas duas primeiras horas
as duas primeiras aulas a filogenia aqui a gente a representação então da história desses grupos uma representação através de uma árvore filogenética então o nosso gato que a gente mostrou ali na figura Uma mifero que vai estar aqui Não no topo da árvore Porque como a gente viu nós aulas passa não existe o topo eles são todo mundo que tá aqui ó tá no topo junto mas esse grupo que tá nessa extremidade aqui da árvore e aquele outro bichinho que a gente viu que é um chance ouço um cefalocordados é esse outro grupinho aqui e
o que que eles têm em comum todas estão saindo todas as árvores todas as os Ramos dessa árvore estão saindo desse mesmo carinha aqui que o ancestral comum dos cordados Então o que eles têm em comum é que eles são todos os cordados e todos eles compartilham um mesmo ancestral comum e Porto a partilha o mesmo histórico-evolutivo dado que eles compartilham esse histórico-evolutivo eles tem que ter características morfológicas em comum eles tem que ter sinapomorfias alguma sinapomorfias a gente vê aqui então que são a notocorda e tubo nervoso dorsal oco as fendas branquiais a calda
tem nos branquiais ao fendas faríngeas que é um termo mais adequado a cauda pós-anal e o endóstilo ou tireoide é E essas características vão estar presente em pelo menos uma fase da vida todos esses organismos eles podem não apresentar essas características quando na fase adulta mas pelo menos na fase embrionária é todas essas características tem que estar presentes para se tratar de um cordado então primeira pergunta tá respondida aqui Essas são as características que um gato e uma fio é comum vamos lá então olhar para essas características primeiro a gente vai conversar então sobre o
que são essas características para depois a gente falar um pouco melhor das relações entre elas aqui a gente tem uma representação então de um acordado né concordado generalizado EA gente vai começar a falando então sobre a notocorda a notocorda tá aqui ó eu coloquei até esse brilhinho em volta do número 2 para chamar atenção é esse tubo marrom aqui ó embaixo do tubo amarelo é um tubo dorsal oco do sal significa o quê que ele tá nas costas do organismo que ele está por cima do Aparelho Digestivo a gente tem o aparelho digestivo ele tá
na porção posterior aqui a gente tem um corte transversal Então essa visão aqui é uma visão assim lateral se eu penso na minha pomada e essa visão aqui é seu olhar de Oi gente e fizer um corte no meu organismo se eu tiro a tampa da minha pomada e eu vejo que tem dentro certo então se eu olho assim de frente a notocorda tá aqui representada em marrom bom e para que que serve isso o que que é isso carinho então como eu disse ela é um bastão ele é ela é um bastão elástico Delgado
fino preenchido com líquido ele tá dorsal ao celoma ou seja dorsal ao sistema digestivo logo ele ele é tá nas costas do organismo E ele se desenvolve a partir da mesoderme em todos os cordados o quê que é a mesma der me lembrar dos três tecidos embrionários que foram vistos na aula de revisão aula que eu peço para vocês assistirem lado é que eu dou em Zoologia de invertebrados está na no YouTube também vou deixar o link aqui para vocês bom a gente tem aqui uma representação de um embrião com os tecidos embrionários só para
ajudar vocês eu lembrar aqui em azul a gente tem a ectoderme Hector quer dizer fora e Rosinha a gente tem a mesoderme mesmo bem bem fácil né a gente pensar na pizza mesmo mesmo é o meio da gente tem a mesoderme e aqui dentro praticamente invisível a gente tem nessa figura não tá legal a gente tem então e amarelo umas células vizinhas bem pequenininhas que estão representadas em amarelo uma camadinha que que ainda o Derm a gente tá interessada no que tá em rosa que é a mesoderme ela que vai dar então origem a notocorda
dos cordados é bom esse é só notocorda como eu disse ela ela é um tubo e ele tá preenchido com líquido ou com células surgidas de um líquido o que que acontece é com essa como é um tubo né como é um órgão preenchido com líquido e ela tem a importância de da estrutura ao corpo Principalmente nos cordados mais basais ela evita que o corpo colapso se ela funciona quase como um esqueleto a gente chama ela de um órgão hidrostático hidro de água né É então que é um órgão hidrostático porque tem um líquido dentro
e aí ela funciona porque ela entende um pé de Justamente esse colapso do corpo do animal quando ele se contrai como que funciona isso aqui a gente tem um exemplo então da notocorda do animal e essa notocorda ela não se contrai é um cortando mas ela pode é dobrar para os lados assim ela não dobra completamente fazendo máquina mas ela vai sim vergar para um lado e para o outro então se a gente pensa aqui um girino né aqui a calda dele aqui a cabecinha dele ele tem músculos laterais se esse músculo lateral contrai e
nesse caso aqui esse primeiro exemplo ele não tem uma notocorda o corpo do organismo simplesmente vai se encurtar né e colocar agora quando ele tem uma notocorda aqui dentro protegendo que impede que ele em curte quando o músculo encurta o que que ele vai fazer ele vai envergar então se ele tem uma contração ritmada de um lado e do outro de um lado e do outro quando em curta para o lado ele dobra para cá quando em custa para o outro ele dobra para cá e aí o que a calda desse animal se mexendo é
justamente e a notocorda vai ajudar isso acontecer nos vertebrados né posteriormente ela vai ser substituída Essa notocorda vai ser substituída justamente pela coluna vertebral que não está presente nesses cordados basais ela vai surgir lá no ancestral dos vertebrados e se está presente em todos os vertebrados sendo que lá nos mamíferos a gente consegue ver até nos adultos um vestígio dessa notocorda que permanece nos discos intervertebrais os discos entre as vértebras na coluna desses animais Bom vamos lá é a segunda característica então que a gente tava comentando o tubo nervoso dorsal o tubo nervoso dorsal é
o que vai dar origem à todo o sistema nervoso dos cordados ele está representado aqui em amarelo é e ele tá na posição dorsal do corpo esse tubo nervoso ele é preenchido com líquido que é chamado The neurons L é E ele nos animais não cordados ele tem uma posição diferente quem fez hoje de invertebrados comigo de invertebrados lembra que o cordão nervoso ficava na parte ventral lado da barriga dos animais nos cordados ele tá na dorsal na parte das costas acima do tubo digestivo e é nos à medida que nos vertebrados essa essa extremidade
anterior aqui do tubo nervoso dorsal como tá represa e começa a ser representada aqui ela tende a se expandir aumentar de tamanho e vai dar origem ao cérebro desses animais no cefalocordados ela permanece mais ou menos do mesmo tamanho não tem uma encefalização Bom vamos lá é bom aqui a gente tem uma representação então exatamente daquilo que eu tava falando olha só aqui a gente tem um anelídeo e aqui a gente tem um cordado aqui no anelídeo vocês podem ver aqui o trato digestivo do anelídeo aqui o trato digestivo do cordado abaixo do trato digestivo
do anelídeo a gente tem um tubo um cordão nervoso sólidos podem ver que tá tudo cinza de novo o corte aqui é assim de frente tirei a tampa da minha pomada né corta tá aqui na frente só para vocês entenderem o tubo está se prolongando aqui ao longo do animal e na no meu no meu cordado o que que acontece eu tenho tubo digestivo aqui a logo acima dele eu tenho a notocorda que não está presente aqui no meu invertebrado porque só acordado sem notocorda e acima da minha notocorda eu tenho meu cordão nervoso oco
olha só ele é dorsal tá acima do tubo digestivo e a gente vê um buraquinho aqui dentro ele é um cordão nervoso pouco isso é interessante Porque vão Bom primeiro vamos lembrar aqui uma característica que eu não falei ele é a origem desse tubo nervoso ele tem uma origem na ectoderme em todos os cordados ela se origina da ectoderme E aí para a gente poder lembrar disso eu trouxe aqui a fase de nêurula sol na fase neurônios ação é quando forma o tubo nervoso sistema nervoso do animal ao longo da embriogênese e a gente tem
aqui a nossa gástrula né E aí a gente tem aqui os nossos tecidos a gente tem a ectoderme Ea gente tem a endoderme que já tá junto com a mesoderme aqui a mesoderme já não tá mais no meio a mesoderme já subiu para parte superior do embrião E aí eu tenho a formação da placa neural que vai se afundar aqui e aí Olha que interessante eu tenho uma formação aqui em cima o começo da formação do nosso tubo nervoso que é o oco é preenchido com neuroserv Olha só então tem um buraquinho aqui e aí
ele vai ficar aqui em cima no dorso do meu animal e aqui embaixo a minha mesoderme ao mesmo tempo também está se dobrando para formar Justamente a nossa notocorda que foi o que eu falei anteriormente aí a gente fica aqui eu conto o uso Nossa ao na parte superior + inferior do animal aqui embaixo a notocorda e aqui mas na parte da barriguinha do animal a gente tem a formação do sistema digestivo certo isso é importante e o que que a gente percebe ao longo da evolução desses animais o que nos ajuda a entender o
que que aconteceu porque que os invertebrados tem o tubo nervoso ventral e os vertebrados os cordados sem o tubo nervoso dorsal bom primeiro a gente tem um conjunto de genes específicos que vão determinar qual parte do embrião vai ser nos ao E qual vai ser avental os estudos moleculares recentes eles revelaram que as ações desses genes nos cordados são inversos aquelas dos hemicordados que são os parentes mais próximos que a gente lembrar da nossa árvore filogenética lá vamos ver ela com mais detalhes depois a gente tem eles aqui também os nossos hemicordados daqui para lá
é corda dados e esse aqui são os hemicordados é o grupo mais próximo a um dos grupos mais próximos dos cordados esses hemicordados eles têm um genes que representam a parte dorsal nos cordados representam a parte ventral nos nos hemicordados então a conclusão que a gente chega é que o ancestral dos cordados sofreram uma reversão e a a parte que então era a virtual Passou a significar parte dorsal desses animais Porque são os mesmos genes só que para um grupo para o grupo mais próximo por parente mais próximo dele se eles representam a parte ventral
e para eles a parte do sal então mais provável é que simplesmente Tem havido uma reversão do animal é bom e a última característica é a cauda pós-anal se a gente pensar lá nos invertebrados mesmo a gente pensa por exemplo nos anelídeos que por muito tempo foram considerados os próximos dos cordados pelo padrão de segmentação do corpo é os anelídeos não tem essa cauda pós-anal o anos é a extremidade mais posterior Eles não têm prolongamento depois do anos aqui nos vertebrados cordados eles todos vão ter o anos saindo aqui e depois do anos a gente
tem uma calda que faz parte geralmente do aparelho locomotor nas você vai pensar prima a gente humano né Nós somos cordados mas nós não temos calda bom durante a fase embrionária nós temos calda também bom então ele vai estar relacionado principalmente no equilíbrio nos vertebrados terrestres e parte do aparelho locomotor no Principalmente nos marinhos mas também nos terrestres e e a gente tem ainda as fendas faríngeas Qual que é o negócio das fendas faríngeas durante muito tempo elas foram pensadas como uma característica dos cordados uma sinapomorfia dos cordados Mas elas estão presentes já lá no
balano grossa que é um hemicordado Então ela é uma simples e humor fia Ela não é uma sinapomorfias ela não está presente só então nos cordados né em todos os descendentes do mesmo ancestral dos cordados que ela já estava presente antes então ela embora esteja presente nos cordados é uma simples eu morria e ela surge no ao longo do desenvolvimento embrionário e pode desaparecer no estágio adulto de vários animais e ela faz parte ela tá representada aqui no nosso cordado na aqui ou por essa seta né a gente elas são essas fendas minhas que tem
aqui dentro ela faz parte do trato digestivo nos cordados basais como o anfioxo por exemplo aqui a gente consegue ver olha só essas fendas minhas aqui tá bem depois do aparador alta pouco depois né do aparato oral desses animais e elas são importantes porque elas permitem o fluxo unidirecional da água que que é isso a água ela não tem que entrar como muitos outros animais invertebrados que a gente viu que ela entra pela boca vai lá percorre tudo como nos lofoforados por exemplo depois sai pela mesma mesmo lado pelo mesmo abertura não ela vai entrar
pela boca vai passar por essas fendas e vai sair por um atrióporo que a vou continuar vendo aqui então elas têm um circuito unidirecional e secundariamente ela vai passar a fazer parte da da respiração uma coisa que a gente tem que pensar bem elas não são fendas branquiais é muitos livros principalmente anteriores traziam esse nome de fendas branquiais mas ele não é muito adequado porque as brânquias são estruturas muito mais complexas que não estão presentes por exemplo nesses cordados Mais mais mas estão presentes nos peixes Elas têm uma série de outras estruturas as fendas branquiais
São simplesmente são aberturas simples tá então elas não são equivalentes as brancas e aqui para vocês entenderem bem o funcionamento então das fendas faringianas Eu trouxe um diazinho para gente ver o percurso que a água faz e como é que isso está envolvido com alimentação com a digestão dos animais então primeiro aqui a gente tem uma simplificação também da larva e vamos seguir aqui embaixo primeiro E aí depois a gente Repassa aqui na simplificação da Laila Então a gente tem lá o nosso cordado que é marinho e a gente tem uma água né está vivendo
na água essa água está cheia de partículas de pequenas partículas E essas partículas não servir de alimento para esse cordado então ela vai entrar pelo vestíbulo oral essa parte aqui ó do nosso ansioso por exemplo que tem os erros que vão tá se movimentando puxando criando um fluxo de água ele tem a Elsa água então vai seguir do vestíbulo oral para faringe E aí o que que acontece na faringe a gente tem um endóstilo que a gente vai estar vendo na próxima no próximo slide que também é uma das características de uma das sinapomorfias dos
cordados esse endóstilo produz um muco aqui dentro da faringe que vai prender essas partículas que entram com a água então as partículas ficam Presas no muco produzido pelo endóstilo a água como a gente falou segue um fluxo unidirecional então ela vai sair por essas fendas aqui faringianas que aqui estão representadas também entrou pelo vestíbulo oral veio para essa parte que a faringe E aí Aqui tem as setinhas mostrando que elas saem elas ainda da faringe e cai dentro do átrio que é uma aquela não tá saindo já direto para fora do corpo eu cai é
uma cavidade dentro do corpo ainda mas já fora da faringe aqui do átrio então ela vai seguir e vai sair pelo atrióporo então é esse caminho aqui ó entrou pelo vestido é passou na faringe foi filtrado as partículas ficaram presas no Lucco e a água sair seguir o sai pelas fendas faríngeas vai cair no átrio do átrio ela vai ser eliminada pelo atrióporo essa água já filtrada aquelas partículas que ficaram presas no mukou vão seguir para o intestino para o século hepático sofrer a digestão e ser eliminadas pelo ânus que é por onde são eliminadas
as fezes né no caso dos vertebrados já desde os primeiros vertebrados Eles já começam a ter uma um modo de vida mais ativo ter tamanhos corporais um pouco maiores do que esses cordados então para sustentar esse modo de vida mas o antigo ele já desenvolvem já começou a desenvolver brantz e eles precisam de uma forma de puxar água para dentro do corpo mais eficiente então só os cílios da faringe e os erros aqui do aparato oral não são suficientes para gerar uma corrente de água eficiente para levar essa corrente de água né então ele já
começam a desenvolver uma bomba muscular na faringe que vai puxar essa água para dentro e gerar essa corrente que já é então é um passo diferente desses cordados basais bom então só para vocês irem vendo a conexão e as modificações que a gente já sabe que ocorrem que a gente já percebe nesses animais e vamos seguindo bom Como eu disse né no spoiler do slide anterior na base da faringe os animais cordados tem um endóstilo que é uma um suco glandular aqui nosso área da faringe esse suco vai produzir esse muco que conduz o alimento
e nos vertebrados ele vai dar origem a tireoide ele é uma glândula que é uma glândula endócrina a na Lampreia né que é um peixes em maxila que a gente vai se dar na próxima aula ela possui o endósteo na fase larval e depois na fase adulta ou já desenvolve uma tireoide verdadeira que jamais para mais uma indicativo para gente que esse é o mesmo órgão né tem a mesma origem que estava presente nos cordados basais que tava lá no Central dos cordados e que é foi modificado nos vertebrados é mas tem a mesma origem
bom então vamos agora que a gente já viu as características principais desses organismos falar então um pouquinho sobre as relações filogenéticas dos cordados com os outros deuterostomados pois é os cordados são deuterostomados que que é isso são animais que tem um blastóporo que dá origem ao anos ao invés de da origem na boca como muitos protostômios que a gente viu lá invertebrados e é esse o a boca vai ser formada depois deutero de outro é depois estoma é boca então a boca formada depois bom o que que acontece essa história como eu já disse lá
no começo da aula é uma história bastante antiga Então ela é de mais de 500 milhões de anos atrás lá no pré-cambiano técnica Ei da palavra difícil no pré-cambriano então é e o registro fóssil que a gente tem as informações que a gente tem ainda são limitadas Pensa a gente está falando de uma história muito antiga a gente tem que ter animais preservados né fósseis preservados desses animais e são animais de corpo mole pequenos né então é muito mais difícil de preservar então muita dessa informação foi perdida ao longo dos anos a gente trabalha com
as informações que a gente tem e ao rir com a medida que o tempo passa a gente vai descobrindo mais fósseis Então a gente vai conseguindo completar mas lacunas dessa história a gente começa a avançar nos estudos genéticos e começa a entender um pouco mais as relações Então a gente tem que pensar que o que a gente tem são hipóteses filogenéticas e essas hipóteses muitas vezes tem discordância entre sim porque a história evolutiva é uma só a a origem dos organismos né ah ah está a modificação é uma só só que a gente está tentando
reconstruir essa história ao longo do tempo é difícil a gente preencher todas essas lacunas então muitas vezes pesquisadores discordam entre si até a gente conseguir chegar nos acordos um exemplo disso tradicionalmente é a esse grupo deuterostomia reunir acordadas hemicordados equinodermos lofoforados e até que é tão de Mata quem fez invertebrados comigo lembra desses grupos de muitos desses grupos que já não estão mais dentro de cartolina que já não estão mais dentro de deuterostômios atualmente depende dependendo do livro que a gente tiver usando e da literatura que a gente vai usando só equinodermata né só usa
aqui no dermus que estão as estrelas-do-mar bolachas-do-mar é ouriços que vão tá eu a mata o semi cordata como o balão grossos né que eu mostrei ali e os cordados que vão tá dentro de deuterostome dependendo do livro tem mais um outro grupo vou mostrar já já mais um grupo que pode estar presente aqui a gente tem um uma árvore filogenética do Hickmann ele já inclui olha só a gente tem aqui me cordata como eu comentei equinodermata Olha só tudo que tá aqui dentro deuterostomia que a gente tem cuidado e aqui a gente tem xenoturbellida
que que é isso Karine Então esse é um grupo mas é que foi descoberto há pouco tempo né comparado aos outros grupos que estão aqui é que é incluído em algumas filogenias ele é incluído dentro de deuterostomia em outros não a gente não conhece bem do desenvolvimento embrionário desse bicho então a gente não tem muita certeza ainda dependendo da a literatura mais atual eu vi alguns artigos de 2015/2016 que coloca as alomorfo aqui dentro de deuterostomia também então a gente tem variações mas esses grupos que a gente estuda mais presente chama tua bebida a gente
nem estuda em vertebrados ainda não é comum a gente em com esse grupo é outros grupos que como esse essa mofa também a gente ainda não inclui invertebrados embora sejam invertebrado é um grupo muito pouco conhecido mas por exemplo que é cognata já tá fora a gente sabe que não é deu todo seu teor ostomia mesmo então a gente tá começando a entender as relações bom então aqui a gente tem algumas características que são compartilhadas por esses animais é então a boca não é derivada do blastóporo né o anos que é é a inteiro se
Lia as fendas branquiais na faringe é aquilo que são as fendas faringianas né que é o termo mais adequado como eu e vocês mas em alguns lugares vocês vão ler como fendas branquiais o que que acontece é que antes eram achadas achava-se que eram só de cordados elas agora são uma a sinapomorfia de deuterostomia porque dá um presente em animais não cordados e a clivagem Radial determinada novamente a gente percebendo o que que a o desenvolvimento embrionário entendeu desenvolvimento embrionário é muito importante para a gente entender evolução dos animais Então tem que assistir aula de
embriologia para conseguir entender essas coisas direitinho tá bom Então tá vamos falar de acordado mesmo então aqui a gente tem o nosso filo cordata esse aqui é é uma figura também do Hickmann eu gosto porque a figura de lá são mais coloridas são mais bonitas então tudo que tá aqui ó saindo desse ancestral Zinho comum aqui tudo isso é cordado Então olha só a gente tem aqui então o anfioxo os tunicados é e a Feiticeiras as lampreias eu tornando equipe lados que meu monitor tá do lado tá gente as lampreias os peixes cartilaginosos e peixes
ósseos modernos os anfíbios os répteis não voadores as aves que são réplicas são parte dos répteis voadores e os mamíferos todos esses grupos Então são cortados e animais que são parentes dos cordados mas não são cordados o sistema acordar tem tem os equinodermos representados aqui ó e aqui a gente tem o período então em que esses grupos irradiaram Quando foi que eles surgiram então aqui no pré-cambriano a gente tem o ancestral deuterostômio hipotético né que a gente não sabe quem é mais o organismo que a gente é acredita que seja E aí Aqui começa então
esses grupos a se diversificar em e a gente tem aqui então o ancestral dos cordados surgindo no final do pré-cambriano e ao longo do paleozóico a gente tem começa a tentam a diversificação de todos esses grupos de cordados que a gente tá estudando você quer para vocês terem uma noção temporal eu vou colocar disponível para vocês também no Clash Royal uma um guia das eras geológicas para vocês terem uma noção melhor de tempo a gente tem aqui o Quantos milhões de anos são cada uma dessas dessas coisas eu não posso ficar descendo muito que eu
cama vai fazer o favor de tampao.com justamente o que eu quero mostrar bom continuando então uma característica outra dos cordados que também é bastante importante da gente entender são os miômeros o que que é isso os cordados eles exibem uma segmentação corporal eles têm o corpo dividido em pacotinhos o óculos né que são responsáveis pelo seu movimento e esses pacotinhos de músculos têm formas diferentes entre os grupos e isso ajuda a gente a entender o grau de parentesco dos grupos e a estudar esses grupos aqui por exemplo a gente tem um cefalocordado que é o
nosso anfioxo que a gente vai falar bastante dele nessa aula eles têm o esse esses miômeros em forma de ver se vocês observarem que é um v deitado né um símbolo de maior por exemplo vocês podem ver aqui ó ele tá fazendo esse vizinho assim aqui ao longo de todo o corpo dele a gente tem repetições desse vezinho aqui os peixes já tem um uma formação de cada pacote de miômero faz um parecido com um w deitado Olha só ele vem desce vem e desce tão forma como um w já nos tetrápodes tetrápodes são animais
a quatro patas nós somos tetrápodes né tem dois braços duas pernas são quatro patas então esses animais já tem os pacotes de músculos formados de miômeros retos eles não fazem essas curvas o ver ou o w Então é isso também é uma característica desses grupos e é importante a gente entender isso porque a gente também tem miômeros em grupos próximos dos cordados que a gente não sabe muito bem ainda quem são aqui a gente então volta a falar um pouquinho da evolução dos cordados e dos fósseis que a gente conhece como eu disse o registro
fóssil é limitado justamente porque a gente acredita que esses animais eram de corpo mole que dificulta o processo de fossilização animal que tem o osso que tem concha pô se Lisa melhor que essas coisas duras duram mais tempo tempo suficiente para formar e é mas há algum tempo atrás foi encontrada em Burger Burger cheio a na Colúmbia britânica alguns fósseis que tem sido muito importante para o estudo da evolução dos cordados e dos vertebrados de maneira geral aqui a gente tenta uma figura de um desses fósseis em que a gente consegue ver olha não sei
se vocês conseguem ver bem essa linha que é o longo do corpo que a gente acredita que seja a notocorda desse animal a que a gente teria a calda dele aqui a porção anterior do corpo e a gente tem Vocês conseguem ver vários segment nhos aqui que eles acreditam que são os miótomos miômeros né esses pacotinhos de músculos desses animais e depois Dessa descoberta aqui foi feita então uma reconstrução de alguns desses animais e um dos animais mais interessantes que foram encontrados nesse registro fóssil é o picaya que foi feita essa reconstrução artística que de
como picaya era foram encontrados aproximadamente 100 espécimes numa mesma Rocha você encontra vários é fósseis ninhos desses animais Então fica por isso eles são muito pequenos né por isso eu encontrar um tantos vocês observarem aqui ó tem uma representação aqui da linha mediana deles e tem esses essas linhas aqui ó cortando todo o corpo dele que representam esses miômeros eles tinham também aqui dois tentáculos na cabeça que não está presente não estão presentes nos cordados Não não são parecidos com nada que a gente conheça dos cordados o tio pequenos apêndice zinhos aqui na porção anterior
do corpo mas como eles tinham esses miômeros aqui que não tem exatamente a mesma forma dos cefalocordados por exemplo são em forma de v são miômeros mais retos é mas eles têm esse corpo dividido em miômeros tem uma estrutura que foi identificada como a notocorda desses animais eles têm o corpo achatado né doce lateralmente da mesma forma que um fluxo tem eles foram pensados como provavelmente um parente próximo ou até mesmo um cefalocordado um parente próximo do cefalocordados lado período cambriano ainda ou até mesmo um parente dos ancestrais dos cordados a gente não sabe exatamente
a posição filogenética desse animal mas ele é bastante parecido com os cordados é ele o que mais se e eles são os quadrados então eles são importantes para a gente entender o desenvolvimento desses animais pouco mais recentemente foi descoberto em Xing no sul da China uma reserva fossilífera mais antiga ainda cerca de 17 milhões de anos mais antiga do que aquela de Burger cheia eu e com uma quantidade imensa de fósseis que tem ajudado bastante a gente a investigar Mais também sobre a evolução dos cordados a que olha tem uma foto então de um fóssil
desses para vocês entenderem mais ou menos como é que é e aqui é reconstrução artística de como seria esse animal então dá para poder ver por aqui assim é a um trabalho ardo para poder conseguir sair disso aqui e chegar nisso aqui eles analisam muitos detalhes de cada faz e tinha dessa de fóssil que tem é impressa aqui na rocha até conseguir chegar e reconstruir todas as características aqui e esse organismo então foi denominado de Hi com ela ele é de 522 milhões de anos atrás no início do cambriano e algumas características importantes dos cordados
foram identificadas nela como a presença de miômeros a presença de uma notocorda é a faringe tá aparentemente encerrada dentro de um átrio lembra do que a gente mostrou lá que a água sai das fendas faringianas cai dentro do ato e vai ser eliminada pelo atrióporo esses animais parecem ter a faringe em dentro de um átrio também e eles têm um endósteo e tentáculos ao redor da boca que sugerem que eles estão bem eram se alimentavam por suspensão da mesma forma que o anfioxo e agora algumas características desses animais parecem mais derivadas do que aquelas que
a gente vê no nesses cordados basais elas parecem ter Barras branquiais bastante desenvolvidas é em algumas impressões fossilíferos também é possível ver que eles parecem ter um cérebro grande e ter olhos já definidos É e tem um lábio superior parecido com o que tem na larva das lampreias motivo pelo qual a gente vai conversar um pouquinho mais sobre a High com ela na próxima aula quando a gente tiver falando já de vertebrados e começar a falar desses peixes sem mandíbula Mas então a existe essa essa dúvida se eles são cordados ou se ele já são
vertebrados né porque ele tem notocorda não se conhece coluna vertebral mas as outras características são compartilhadas com os vertebrados e não cons a inscrição essas barras bloquear bem desenvolvidos o cérebro grande os olhos definidos e esse lábio superior parecido com o da larva das lampreias chamei atenção para ele aqui porque pode ser um cordado mas muitas indicações muitas características sugerem que ele na verdade seja um vertebrado bom voltamos então novamente para os cordados é o grupo dos cordados ele inclui então uma quantidade de formas uma diversidade de formas animais muito grandes a gente tem até
oito classes de tamanho que a gente pode caracterizar esses animais a gente precisa se pensar a gente pode parte lá daquele ansioso Zinho que é bem pequenininho até uma baleia gigantesca né então animais como tamanhos completamente diferentes formas corporais muito diferentes bom E então eles têm essa diversidade enorme de forma se a gente compara com invertebrados a diversidade em número de espécies é muito menor mas a diversidade em formas e tamanhos é maior nos vertebrados é bom algumas características dos vertebrados eles têm um endoesqueleto né então ele tem a coluna vertebral é a gente tem
uma série de ossos Então dentro do corpo né o esqueleto é dentro diferente dos invertebrados que tem aquele exoesqueleto aquele esqueleto por fora eles têm maxilas que eles usam para alimentação o processamento de alimento então em geral é feito pelas maxilas e alguns são terrestres se a gente pensar nos cordados basais a gente tem que todos são marinhos a gente tem aqui os tunicados e os anfioxos Plus Ah é Então Ambos são marinhos ambos têm essa bainha viscosa de muco que é produzida pelo endóstilo que é e serve para poder capturar essas partículas alimentares então
eles são ambos alimentados por filtração são filtradores só que apesar deles terem essas características em comum o que mais a gente acredita pelos estudos atuais e que eles não são não formam um grupo monofilético Os tunicados e os você falou acordadas que são esses cordados basais que a gente vai tá trabalhando nessa aula eles estão saindo daqui e o cefalocordados estão saindo daqui então saindo do mesmo ancestral tão Mas se vocês repararem o urocordados ou tunicados aqui ele tá o próximo do é dos vertebrados ele formaria um grupo monofilético com os vertebrados eu não tenho
um ancestral comum dos urocordados com cefalocordados que não seja compartilhado com os vertebrados todo ancestral comum de urocordados cefalocordados também é ancestral de verde vertebrata Então você falou cordata e tu ne cata ouro acordar tá esses dois nomes são usados por mesmo grupo Tony Catuaí é ouro coordenada esses dois grupos não são monofiléticos monofilético é seu juntar urocordado com vertebrados Tá bom vamos ver isso aqui então aqui a gente tem uma outra árvore filogenética que nos ajuda a entender melhor esses organismos é bom aqui olha só é a gente tem a classificação então nessa nessa
árvore a gente tem apenas cordados eles estão todos encerrados aqui aqui em baixo até a gente tem cephalocordata ata E aí a gente tem aqui então o ancestral comum de cephalocordata com todo esse grupo Pão aqui olha só o ouro cordata ele tá saindo de uma ramificação com vertebrata aqui encerra todo esse grupo aqui então é mais é nessa árvore que é mais fácil da gente vê que urocor data não formam um grupo monofilético com você falou acordado a Karine mas eu tô vendo essa chavinha aqui em cima Sim esse essa chavinha olha só tá
chamando eles de protocordados ata que é aquela nomenclatura antiga que eu falei que era usada e que a gente continua a usar por ser uma forma prática de se referir a esses cordados basais mas ela não encerra um grupo monofilético se vocês repararem bem ela não tá É eles não compartilham um ancestral comum só deles Essa é a mesma coisa aqui ó a gente pega agnatha é um grupo parafilético também que a gente vai ver na próxima aula outros grupos parafiléticos interessantes são os peixes né olha só a gente tem aqui os osteíctes são um
grupo de peixes esses peixes aqui são mais mais próximos dos tetrápodes do que dos outros peixes então é tudo isso são grupos parafiléticos que a gente geralmente trabalho ou seja não são grupos naturais não são grupos verdadeiros mas que a gente usa A nomenclatura por uma facilidade é de se referir Esses animais bom pessoal tô dando uma olhada aqui no tempo que a gente tem de vídeo e acho que vai ser mais produtivo para gente se eu quebrar essa aula aqui e fizer no próximo vídeo tá a continuação da aula a gente vai abordar o
sogro e você falou cordata e ouro cordata os dois grupos basais de cordados que eu falei que são o alvo principal da aula de hoje então até o próximo vídeo