caso do lobisomem lobisomem pessoal para quem gosta de lobisomem a minha mãe morava na fazenda eu posso falar aqui faz muito tempo minha mãe morava na fazenda na fazenda do Sobradinho em Quirinópolis Goiás com seus padrinhos às 11:20 da noite [Música] rabo pronto Passou então a minha mãe morava na fazenda do Sobradinho em Quirinópolis Goiás com seus padrinhos era por volta de 1937 e a minha mãe tinha cerca de 10 anos quem contou a ela ocorrido Foi avó preta empregada que cuidava da casa e dela também além de seus padrinhos naquela Fazenda havia outros colonos
que também lá residiam mas um casal em especial se destacou o compadre os nomes estão trocados acho que é bom era o compadre e depois bom o compadre fulano e a Comadre fulana a comadre fulana era muito loira tinha olhos azuis e já tinha três filhos um menino com cerca de 4 anos uma menina de dois e um bebezinho de cerca de 6 ou 7 meses seu marido era o compadre Fulano um homem atara um homem atacado robusto e sorridente que gostava de carteado e de catira dança folclórica marcada pela batida dos pés e das
mãos geralmente sair às sextas-feiras à tarde para jogar e dançar regressando somente no outro dia quando o sol já se fazia alto certa tarde de sábado a comadre fulana veio a casa da madrinha relatar um ocorrido que a tinha deixado profundamente abalada aconteceu que na sexta-feira da semana anterior que casualmente era uma noite de lua cheia depois que o compadre saiu a comadre começou a ouvir uma certa agitação um rumor vindo do galinheiro depois do chiqueiro e do Paiol preocupada com os porquinhos que poderiam ser atacados por raposa decidiu pegar o bebê ainda enrolado no
seu cueiro de Baeta vermelha cueiro de Baeta vermelha porque naquela época os bebezinhos eram Enrolados da cintura para baixo em cueiros para evitar movimentos bruscos que pudessem prejudicar sua coluna e estava na moda o tal cueiro de Baeta vermelha que é um tecido felpudo tipo a toalhado macio e quentinho para os bebês e ir até pegou bebê tal e ir até o quintal ver o que se passava aproveitando que os dois filhos mais velhos já estavam adormecidos pois bem lá se foi a comadre com o bebê nos braços enrolado no cueiro até o chiqueiro de
onde vinham agora os grunhidos mais altos e como luar estava muito claro o que ela viu em seguida fez o seu sangue gelar um cão enorme que caminhava de pé sobre as patas traseiras maiores que as dianteiras uma cabeça enorme um cheiro insuportável e com os dentes enormes arreganhados dentro do chiqueiro atacando os porquinhos o animal virou-se para ela e rosenou ferozmente atirando-se na sua direção Como se quisesse arrebatar o bebezinho de seus braços valentemente ela puxou a Baeta das perninhas da Criança e começou a bater no animal feroz gritando e clamando a nosso Senhor
Jesus Cristo por ajuda o animal atacava e arrancava pedaços do cueiro no fim só pedaços do cobertorzinho sobraram Mas finalmente sem aviso nem razão o animal retrocedeu virou-se e desapareceu mata dentro a comadre não pensou duas vezes Correu para casa trancou-se até amanhã seguinte ansiosa Pela chegada do marido para que pudesse contar tudo a ele e assim Providência sérias pudessem ser tomadas na manhã seguinte chegou com o padre Fulano cansado como se não tivesse dormido a noite toda e antes que a comadre pudesse lhe dirigir a palavra ele sorriu um sorriso amplo repleto de fiapos
de Baeta vermelha [Música] Pois é é aquela classe Que história né que o lobisomem puxa a manta da Criança e depois a hora que eles o marido chega e sorrir você vê quem era o lobisomem bom meu avô capturou Um Lobisomem a moça que nos conta esse relato mora no interior de Ponta Grossa no Paraná ela conta que o avô dela Simão um alemão muito bravo tinhoso que se ele falasse que pau era pedra ele morria teimando e ela conta que o avô dela casou muito cedo que o filho mais velho dele o Alfredo era
só 20 anos mais novo que o pai e na época o tio Alfredo já era casado e como não tinha muito dinheiro ele acabou que ficou morando ao lado da casa do pai dele o avô da moça que nos conta esse relato e pelo que o pai dela o Pedro conta o tio Alfredo tinha lá por volta dos seus 25 anos e o pai deles né O avô dela tinha por volta dos seus 45 anos e eles moravam num sítio onde tinha vários animais porcos galinha boi de corte vaca sim e quando foi numa Quaresma
essas galinhas começaram a desaparecer eram várias por noite que desapareciam naquela época ela disse que o avô tinha um monte de galinha porque naquela época não era todo mundo assim a gente não tinha dinheiro para cada vez que faltasse carne você vai lá no mercado comprar então né faltava comida e a lama tava uma galinha e comia a galinha Afinal o mercado ficava um dia de distância da casa do avô Então se comia o que se podia criar encasquetados ali com tanta galinha morrendo e tanta pena tudo por volta ali do galinheiro eles encasquetaram que
o que tava matando as galinhas Era um Lobisomem Se fosse outro animal os cachorros da propriedade e um atacar e um para cima desse bicho mas quando aquele animal aparecia o que provavelmente comia as galinhas os cachorros ele saiu mas era um latido de choro ele saiu chorando querendo se esconder eles corriam para bem longe dali e o avô dela macho que era e o tio tinhoso que só resolveram dar um fim dá um basta naquela situação Afinal o bicho tava acabando com o sustento deles assim em uma noite o avô e o tio dela
Colocaram uma Taia de corda em uma porta que fechava de cima para baixo no galinheiro e se certificaram de que não havia mais nenhuma outra saída para o bicho escapar e o tio dela colocou uma corda bem comprida que amarrava numa árvore dava uns oito a 10 metros do galinheiro até a árvore onde a corda tava amarrada e eles esperaram uma noite e nada outra noite nada e assim foi Sei lá talvez o bicho sentisse o cheiro daquilo até que eles nem estavam mais Esperando a visita do bicho quando uma noite o grito das Galinhas
acordou de madrugada e o avô e o tio dela foram pé por pé para perto daquela árvore e cortar um a corda e sairão correndo com medo do bicho escapar né vai que o bicho escapa final era um bicho desconhecido ninguém sabia né do que era capaz ou melhor correr e eles voltaram para casa e ficaram lá que nem Conseguiram dormir direito aquela noite quando o dia Clareou e o bicho se aquietou ali dentro do galinheiro Eles foram para lá e para surpresa deles havia um homem nu lá dentro do galinheiro era um senhor magro
muito judiado da vida e quando o avô abriu a porta do galinheiro o senhor só colocou a mão no rosto por conta da claridade do dia e pediu perdão para eles que aquela era a sina dele e que ele também precisava comer e o avô dela abriu e deixou ele ir embora mas avisou que se aquilo acontecesse de novo a próxima vez ele e de lá no caixão e aquilo nunca mais aconteceu bom vamos então para mais um relato e a pedidos relato de lobisomem e não é qualquer lobisomem é o lobisomem da Pensilvânia vamos
ver Olá Ana Matheus e assombrados tudo bem eu meu nome é fulana e esse relato aconteceu comigo no ano de 2006 aqui na cidade de Washington Pensilvânia pertinho de Pittsburg Ana eu moro no campo em uma fazenda mais ou menos 20 minutos de carro do centro da cidade onde eu moro tem muitas árvores e bosques para todos os lados pois bem em 2006 eu trabalhava na central de um banco muito grande aqui da Pensilvânia e o meu horário de trabalho era das 3:30 da tarde até a meia-noite então eu sempre chegava em casa por volta
da meia-noite e cinquenta uma da manhã estava eu dirigindo normalmente com os vidros do meu carro abertos em uma noite gostosa de verão com a lua bem cheia que iluminava a estrada observação não tem luz na rua aqui onde eu moro as únicas luzes são as luzes das casas voltando para casa depois de um dia cansativo de trabalho né Eu estava mais ou menos uns 10 minutos da minha casa quando de repente um [ __ ] campeiro passou correndo na frente do meu carro me fazendo frear bruscamente no que eu friei outro [ __ ]
campeiro pulou por cima do meu capô eu acho que é assim que se escreve né do capô do carro acho que é eu esqueci o português gente Ok mas logo atrás desses dois viadinhos um cachorro enorme preto com focinho grande com dentes grandes também pulou sobre o capô do meu carro Ana eu te juro que aquilo que eu vi saindo do mato correndo atrás dos veadinhos não eram cachorro normal ele era muito grande feio com olhos amarelos que reluziam com os faróis do meu carro Ana eu fechei os vidros do carro e acelerei para minha
casa liguei para o meu marido e falei para ele ficar me esperando na porta de casa eu tava em Pânico a partir daquele dia eu tive a certeza que os barulhos que nós ouvíamos vindo daquele Bosque à noite eram realmente de um lobisomem que mais tarde iria aparecer também para o meu marido americano que antes não acreditava em nada disso mas essa história eu te conto outro dia beijos para todos fiquem com Deus um beijo para você obrigada ele pulou no carro assim também ele tava coitado dos bichinhos ele tava atrás dos bichinhos pelo menos
tava atrás dos bichinho tava atrás de você Ai meu Deus Credo né O que que você faz uma situação dessas a mesma coisa né fecha o vidro e corre para casa [Música] cadê primeiro relato de hoje a pedido do Mateus que o Mateus nasceu aqui em Palmital então o primeiro relato esse daqui ó lobisomem de Palmital então Mateus nasceu em Palmital ele será que era ele lobisomem vamos ver saudações meu nome é Coronel Gabriel tá o nome É fictício Ok mas a patente Não eu fui durante 30 anos policial militar eu fui durante 30 anos
como policial militar É isso mesmo fui durante 30 anos policial militar já vi muita coisa estranha e inacreditável nessa vida já vivi situações em que a minha vida corria risco e a pressão e a necessidade de agir rápido me salvou meu Deus a história que eu vou contar por mais incrível que possa parecer é real e os nomes que aparecem ou que aparecerem aqui são fictícios para preservar a vida particular pois Alguns ainda estão na ativa Ok em 2001 meu irmão que mora em Palmital Noroeste do Estado de São Paulo próximo de Assis me ligou
pedindo ajuda nossa família tem um rancho na beira do rio Paranapanema que divide o estado de São Paulo do Paraná e esse Rancho é a base para nossas pescarias plantamos árvores frutíferas uma criação de galinhas e porcos e uma horta que nos enche de orgulho ali no final de Outubro começaram a acontecer fatos estranhos que o meu irmão não conseguia entender durante a noite nossos dois cães começaram a latir incessantemente e pareciam que queriam atacar alguma coisa mas nada tinha passado da cerca de Arame mas nada tinha passado da cerca de Arame que era muito
forte colocamos essa cerca nós colocamos em volta da parte que dava para pequena estrada que separava o nosso Rancho do Rancho do meu vizinho mas no dia anterior meu vizinho apareceu de manhã toda apavorado pois seus dois cabritos de raça foram atacados e estraçalhados parcialmente devorados por algo que deixou mordidas muito grandes e profundas todos ficaram muito assustados pois isso nunca havia acontecido antes mas na noite seguinte aconteceu de novo os dois cães do nosso Rancho são rottweilers grandes e muito bravos só respeitavam a mim e meu irmão nessa noite houve um alvoroço tremendo agora
no nosso Rancho a casinha que guardamos Rações e que faz divisa com o galinheiro foi arrombada por alguma coisa que quebrou a cerca e conseguiu entrar matando várias aves meu irmão ficou apavorado e a noite seguinte munido de um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 12 ficou a espreita no mesmo lado que aquilo entrou na noite anterior mas nessa noite Ficamos sabendo que houve um ataque no outro lado do rio onde um potrinho recém-nascido foi atacado e morto as pessoas começaram a ficar apavoradas em Palmital e no outro lado do rio na Comarca de
Nossa Senhora de Aparecida já no Paraná elas ficaram apavoradas em Palmital e Nossa Senhora de Aparecida lá no Paraná é isso meu irmão me ligou e falou de sua preocupação e que o pessoal começou a chamar os ataques de A Fúria do lobisomem de Palmital pois bem como tinha uma semana de folga resolvi ir com mais dois policiais amigos meus O sargento é os nomes estão trocados ok O sargento Paranhos e o cabo Francisco para resolver de uma vez por todas esse mistério no dia anterior de nossa chegada a coisa Posso chamar assim por enquanto
é não somente entrou no rancho mas atacou um dos porcos deixando somente metade do bicho chegando na região conversamos com o sitiantes e com o meu irmão que Aliás estava com muito medo pois sua família mora no rancho e estava por enquanto na cidade com medo dormindo na casa da cunhada Montamos Campana cada um de nós em uma parte do Rancho somente os Fundos não precisavam pois acabavam um pequeno Ancoradouro para o barco de pesca mas tomamos as providências de desenrolar alguns arames farpados para que se a coisa entrasse se enrolaria e ficaria presa ali
eu estava com o meu 38 com munição de ponta é com munição de ponta oca e uma espingarda boito é assim que fala não sei calibre 12 com chumbo grosso balotes do tamanho de uma esfera de rolimã uau e meus amigos com duas pumas 38 e com suas pistolas 9 mm ou seja estávamos preparados para tudo distância Impacto e estrago na primeira noite Nada ficamos das 6 horas da tarde até às 6 da manhã e nada de anormal no rancho já na segunda noite preparamos uma isca colocamos os porcos em cercado em um cercado improvisado
no meio do terreno que dava direto para o Rio em volta do cercado colocamos umas tábuas e enchemos de pregos e viramos para cima e disfarçamos com palha e Terra fazendo armadilha ali né para o bicho nessa noite por volta da 1:30 da manhã começamos a ouvir um barulho estranho pareciam gemido de gente mas pouco a pouco se transformou em um bufar como de um cavalo para no final ouvirmos uns gritos que gelaram os nossos corações que gelou os nossos corações acostumado a guardar o melhor momento para agir todas as luzes foram apagadas E deixamos
uma lâmpada muito forte acima do cercado que ligaríamos assim que aquilo estivesse por perto não deu outra ouvimos um barulho de madeira quebrando e a cerca foi derrubada de longe sentimos um cheiro horrível parecia cheiro de bicho morto nos deu até ânsia os porcos começaram a ficar inquietos e começar a berrar de repente ouvimos um grito horrível e barulho de alguma coisa se debatendo no chão acendemos a luz forte e o que vimos nos deixou paralisados era uma coisa grande e preta parecendo um macaco com longos braços uma cara que era meio de cachorro meio
bode e duas orelhas grandes eu acho que com quase uns 30 cm de comprimento se arrastando no chão pois seus pés estavam enrolados no arame farpado mas próximo dele O sargento que no alto dos seus 1 e 90 de altura deu uma pancada com um cabo de enxada pancada tão forte que a madeira até quebrou nas costas do bicho que gritou levantou-se foi para cima do sargento mas o que ele não sabia era que ele O sargento tinham as tábuas com os pregos no chão que para desespero do bicho perfurou suas patas e ele parou
na hora tentando entender o que que estava acontecendo aí então aí então de onde eu estava eu tive a chance de atirar Dei um tiro de 12 que acertou o bicho nas costas perto do ombro ele se virou e o cabo deu uma rápida sequência de três tiros da Puma aquilo a coisa com aquilo a coisa cambalhou e correu para o único lugar que ele podia o Ancoradouro o Ancoradouro de barcos que dava ali no Rio só que a coisa não sabia que esticamos um arame farpado de um lado para o de um lado ao
outro de duas pilastras que faziam o apoio do ancorador quando ele tropeçou a perna dele deve ter se rasgado até o osso pois seus gritos eram tão altos que as pessoas do outro lado do rio puderam ouvir quando ele se jogou no rio chegamos bem na beirada e atiramos com tudo que tínhamos até que não vimos mais nada na superfície lá a Correnteza é muito forte e leva tudo até a usina hidrelétrica de Canoas para nós realmente aquilo era um Lobisomem e dos grandes com os dois metros ou mais ele conseguiu resistir aos tiros e
nem ele conseguiu resistir aos tiros e nem o arame farpado conseguiu prendê-lo após aquela noite nunca mais se ouviu falar dos ataques nos ranchos a família do meu irmão conseguiu voltar para o rancho e recuperaram a sua criação quando voltamos para São Paulo eu e meus amigos trouxemos frutas pães milho e Pinga artesanal que o pessoal da região nos deu em agradecimento nos dias que se seguiram liguei para o meu irmão e perguntei se alguém da região desapareceu ou algo assim nada ninguém deu por falta de ninguém para as pessoas que duvidam desses seres eu
somente tenho a dizer que nos meus 30 anos de polícia Nunca fiquei tão assustado com o que vi se alguém duvida desse relato tudo bem Espero que nunca se deparem com o que eu vi naquela noite Agradeço o seu tempo de ler meu relato e um grande abraço a todos misericórdia que eu quero trombar com o negócio desse tá por isso que eu falo então eu eu tenho na minha visão que um lobisomem desse Sniper aí é um bichão tenso aí que às vezes eu falo alguma pessoa Ah eu também com lobisomem e ficou a
marca aqui no meu braço aquele deu molhada se um lobisomem vai te dar uma olhada não fica três vergãozinho assim eu acho Eu acho que o negócio é um pouquinho mais bravo né E vocês o que acham deixa eu ver aqui Gente do céu alguém aí de Palmital eu sei que tem alguém aqui que assiste o canal que é de Palmital e ano que ele falou que isso aconteceu 2001 gente eu tinha 16 anos Apenas era uma criança eu hein então é o mesmo lobisomem que o meu bisavó viu da orelhona lá lobisomem orelhudo que
as orelhas arrastam no chão ai eu quero você liga aí fica muito frio quando ele liga mas quando desliga eu sinto falta do barulho dele e aí tá gostando dos relatos então o que você acha de deixar um like aí no vídeo hein gosta dos relatos deixa o seu like mesmo que seja nos cortes vamos lá então ao relato de use que é este para quem gosta Aí ó um senhor lobisomem Oi Ana tudo bem meu nome é fulana mas pode me chamar de fulana o relato que vou contar hoje é uma história que aconteceu
comigo em uma visita na casa da minha mãe acabei criando coragem de contar após assistir alguns relatos de lobisomem inclusive o relato do Proibidão lá do cachorro esse relato me motivou muito pois acabou ajudando eu acreditar ainda mais no relato que eu vou contar a seguir sabe a nossa evangélica desde criança e criada na igreja Acredito sim e muito não Sobrenatural mas nunca presenciei ou ouvir nada de aparição nem de assombração Exu encosto anjo demônio ou coisa do tipo Graças a Deus né hoje eu sou adulta tenho 30 e poucos anos moro no interior de
São Paulo os meus pais são separados e por conta dessa separação minha mãe conheceu um bom homem e se casou novamente hoje ela mora no interior do Paraná os nomes já estão trocados Então vamos lá Como já falei anteriormente minha mãe mora hoje no Paraná e no final do ano passado passei as festas com ela na cidade que ela mora beleza na cidade que ela mora minha mãe mora em uma cidade pequena perto de Maringá tem cerca de 14 mil habitantes uma cidade com bastante agricultores e plantação de café minha mãe mora na parte rural
da cidade cerca de 40 minutos de carro de onde ela mora até o centro da cidade e seus vizinhos moram um pouco mais longe uns dos outros por ter por ser terras de sítio sabe bem grandes e é sobre um deles que eu vou contar a história de vida aqui na primeira noite em que eu dormi lá Acordei várias vezes de madrugada não conseguia dormir tinha sensação de estar sendo observada vigiada era um clima muito estranho e o mais estranho é que por ser Sítio Cercado por mata a noite estava assim extremamente silenciosa mas nesses
momentos em que eu acordava na madrugada e tinha uma sensação de ter alguém me olhando eu ouvia ao fundo uivos e eles eram ruivos longos e se repetiam por várias vezes até que eu pegava no sono novamente Até cheguei a comentar num outro dia na mesa do café com o pessoal da casa sobre os ruivos e perguntei se era um dos cachorros deles que uivava tanto ninguém ouviu nada e falaram que era muito difícil eles escutarem isso por ali bom pensei isso é coisa da minha cabeça Afinal era a primeira vez né que eu tinha
ido para lá e talvez estivesse fantasiando alguma coisa Minha mãe estava trabalhando como faxineira na casa de um senhor chamarei ele aqui de senhor Carlos ele era um senhor Solitário tinha apenas uma tinha apenas uma filha que segundo ele morava na capital Curitiba e cuja minha mãe nunca e cuja minha mãe nunca conheceu minha filha esta que minha mãe nunca conheceu em um dia desses que passei lá na casa da minha mãe ela me convidou para acompanhá-la até a casa desse senhor pois ela precisava colocar algumas roupas de cama para lavar e colocar no varal
e também precisava deixar os remédios na mesinha de cama para ele tomar e ver se tinha comida pronta para o jantar dele que ela comentou que ele gosta de comer carne bovina sempre bem mal passada depois de fazer todas as tarefas iríamos até a casa da cunhada da minha mãe para tomar um café que era perto da casa desse tal senhor ela também deixou bem claro que esse senhor Estava ansioso para me conhecer e pediu para minha mãe me levar lá para ele me conhecer ao chegar na casa do senhor Carlos ele morava numa casa
de alvenaria e as portas todas de Ferro Grosso com barras de Ferro para trancar as portas e as janelas a primeira impressão que tive foi de vista esse homem deve ter muito medo de ladrão ou medo de algum bicho do mato né bom entrei o cumprimentei ele era um senhor bem idoso tava curvado tinha umas olheiras bem escuras e percebi que seus lábios eram roxos mas por ter acreditado mas por ter acredito eu seu 70 anos os pelos dos braços e do pescoço e até os cabelos eram negros e ele tinha muito pelo pelo corpo
né para um homem de 70 ou mais tinha muito pelo pelo corpo ele estava usando roupa social manga longa e uma boina marrom na cabeça ele disse sua mãe é uma mulher muito bondosa e é raro pessoas com tão bom coração como ela ela me disse que você iria vir hoje e eu já te esperava te esperava ansioso para te conhecer eu fiquei lisonjeada e nós eu e minha mãe fomos para os fundos da casa onde se encontrava o tanque de lavar roupas para começar a fazer as tarefas não demorou 5 minutos e o senhor
Carlos apareceu se sentou em um banquinho de madeira no quintal do nosso lado e começou a contar a história de quando ele chegou na cidade que ainda estava se formando em meados de 1951 que tudo era uma grande mata então ele tem mais de 70 que tudo era uma grande mata e tal e o tempo todo tentei dar atenção para o senhor Carlos porque minha mãe disse que ele era um homem fechado calado de poucas palavras e quando me viu mudou seu comportamento sendo simpático conversador de repente o senhor Carlos começou a dar uma crise
de tosse e rapidamente eu acompanhei até a cozinha para dar-lhe um copo d'água Ana do céu quando chegamos na cozinha ele estranhamente perguntou se o sobrenome paterno é Fulano eu respondi afirmando que sim imaginando que talvez ele conhecia algum parente né o coisa do tipo ele em seguida disse pude farejar o cheiro do seu sangue há quatro dias atrás quando você chegou à cidade nesse exato momento eu me senti petrificada nem a minha voz saía da boca ele continuou falando seu cheiro inconfundível e eu sonho com esse momento há muito tempo a única coisa que
eu pensava era e eu a única coisa que eu pensava era sangue de Jesus tem poder Esse homem deve estar com o demônio no corpo misericórdia e ele continuou fique tranquila eu não vou fazer mal alguma você Afinal já tenho 72 anos mas parecendo que chegou em 51 agora em 2020 ele tá fazendo 70 né então ele não chegou com dor ele chegou com dois anos na cidade então tem que ter mais do que 72 ou em meados de 51 não ele chegou antes de 1950 então deve ter chegado aqui enfim na cidade Bom como
ele falou Afinal já tenho 72 anos e posso te dizer que consegui controlar a minha raiva com um sorriso cheio de dentes extremamente grandes que eu nunca vi em toda minha vida ele falou Estou velho e cansado Mas preciso que você me faça um favor nesse momento eu senti medo muito medo mas algo me falava no coração sabe nada fará mal a você você é protegida e parece que o medo desapareceu e no lugar começou a surgir uma curiosidade Divina o que aquilo ia dar ele caminhou até a entrada da casa onde tinha uma varanda
com os bancos de madeira e se sentou Eu segui e perguntei quem é você Ele respondeu de costas para mim olhando para mata em frente à casa ao longe e contou a sua história disse assim meu avô era um homem ruim gostava de matar pessoas gostava de judiar das pessoas sabe até a morte ele era italiano e na Itália naquela época a justiça era feita com as próprias mãos ou mandava alguém fazer coisa que meu avô adorava fazer né em uma dessas mortes encomendadas que o meu avô pagou para matar ele teria que matar uma
suposta mulher adúltera e a sua morte foi encomendada pelo marido que queria que ela fosse queimada com óleo quente Então o velho maldito foi e fez mas mal sabia ele que a mulher adúltera era uma cigana Feiticeira e no último suspiro em entre os e no último suspiro antes de morrer ela o amaldiçoou afirmando que por ser perverso ele iria uivar como um cão selvagem e viver como animal raivoso quando a sua fera interior fosse liberada novamente pois bem meu avô não acreditou e quando ele matou novamente outra pessoa a Fera dentro dele saiu e
no corpo de homem Surgiu uma besta feroz que andava de quatro no chão e com a semelhança de um cachorro grande e peludo em busca por sangue depois de tantas mortes meu avô morreu antes da nossa família imigrar para o Brasil ele morreu a pauladas Meu tio era o filho mais velho de nove Irmãos 4 Homens e cinco mulheres ele era uma criança vergonhosa acanhada e não gostava de muitas amizades tá não gostava de muitas amizades aos seus 17 anos começou a se transformar quando ele brigou e quase matou meu pai por causa de uma
bela ragazza que ele se apaixonou e o meu pai a conquistou Só para provocar o meu tio sua fera teria sido libertada pela Fúria assim como a maldição dizia por sua vez meu tio já com 19 anos e não sabendo mais conviver com os ataques de fúria cada vez mais incontroláveis e a sensação de se tornar um animal sedento por sangue e com medo de matar as pessoas que Ele amava ele acabou por tirar a própria vida já o meu pai ah meu pai Esse era o quarto filho era terrível se irritava por qualquer coisa
e explodir a sua raiva e revolta por nada mas aos 20 anos ele percebeu que não tinha sinais da maldição e por não se transformarem fera e com o mesmo temperamento do meu avô saiu um dia em busca de magia negra para poder ter a sua fera liberta em uma certa noite depois de vários dias fora de casa o meu pai chega todo sujo de terra molhado e fedendo a carniça magro como uma página de um livro magro como a página de um livro velho dobrada no bolso da camisa não magro com uma página de
um livro velho dobrada no bolso da camisa minha avó ver o estado do meu pai rapidamente pede ajuda aos outros irmãos Para que o levassem para tomar um banho e tomar um prato de sopa quente meu pai após ser cuidado e alimentado pergunta onde a minha avó tinha colocado a tal página que tinha em seu bolso ele apega e afirma que fez o encantamento e um ritual por três noites com ossos de um animal cozido e um espelho na beira do rio minha avó desesperada com essa história Perguntou se ele se ele conseguiu o que
queria e ele respondeu que sim nesse momento ela o expulsou de casa implorando para Deus ter misericórdia da sua alma atormentada meu pai era transtornado e por qualquer coisa se transformava no pandemônio que por anos era temido e caçado nas terras do sul do país sou o único filho do meu pai o filho da ragazza que meu tio amor eu convivi com ele muito pouco ele não tinha moradia fixa e desapareceu no mundo e nunca mais tive notícias meu pai quis ser amaldiçoado e não foi mas virou um animal muito pior eu sou primogênito da
linhagem do meu avô e com 17 anos a maldição começou a surgir às vezes acordava com dores fortes nas pernas e nos braços e nas costas minhas unhas e gengivas sangravam depois comecei a acordar às vezes em algumas manhãs no quintal da casa em que eu morava sempre com sangue seco nas mãos e nas unhas sujo de terra e também fedendo muito eu já com 20 anos e com consciência do tipo de bicho que eu me transformava um dia surgiu oportunidade de vir morar em um lugar isolado e aqui estou até hoje essa casa é
bem reforçada e nas noites que eu sinto que a Fera vai ser liberta eu me tranco aqui dentro e só saio ao raiar do dia 50 anos se passaram e você está aqui hoje minha vó dizia que minha vó dizia que a maldição só poderia ser quebrada por uma mulher da linhagem da cigana e você fulana tem o cheiro dela não sei dizer porque eu sei disso mas eu sei quero encarecidamente te pedir por favor quebra essa maldição pois eu quero na minha velhice morrer em paz Ana nesse momento eu disse que doideira senhor Carlos
Será que eu devo acreditar nisso tudo aí E se eu fosse te ajudar que jeito que eu faço isso como é que eu faço Ana naquele momento ele pegou uma caixa que estava em cima da cobertura da varanda entre uma madeira e uma telha e de dentro ele tirou um tipo de colar com uma pedra afiada parecendo um dente canino sabe colocou no pescoço e pediu para que acima de tudo que a minha oração fosse de coração não poderia ser decorada ou coisa do tipo mas que eu tinha que pedir a libertação de sua alma
inocente porque ele não tinha culpa de nada o que o seu avô outra hora fez e eu perguntei o que era que ele colar aí ele disse era do meu avô e quando você fizer a oração A Maldição ficará presa no colar e eu queimarei para por fim em tudo isso eu fiz a oração Ana ele se ajoelhou e eu coloquei as mãos no seu coração e de coração fiz uma oração pedindo que quebrasse toda aquela maldição e fosse Perdoado todo mal cometido no passado ele simplesmente me deu um beijo nas mãos e disse estou
em paz me sinto eu de novo nesse momento minha mãe apareceu e disse que água demorada é assim vem me ajudar aqui rapidinho para gente ir embora e para de aborrecer o senhor Carlos olhei no relógio e a história que ele me contou que parecia ter demorado horas foi passou só cinco minutos eu fiquei perplexa mas já tinha entendido tudo não contei nada para minha mãe ou qualquer uma das pessoas de lá só meu marido soube quando eu voltei para casa em fevereiro a minha mãe em uma dessas nossas ligações que a gente faz para
ver como estão e tal Ela mencionou que o senhor Carlos havia falecido e que morreu dormindo eu senti uma alegria em saber que ele pode descansar e que eu pude ajudar nunca soube se tinha e eu nunca soube se eu tinha descendência cigana até que perguntei para o meu pai e ele afirmou que já tinha em um momento de sua vida escutado falar que sua bisavó era andarilha ou cigana e eu fiquei abismada com a revelação eu ainda às vezes penso meu que coisa de doido e agora mais do que nunca eu acredito em Lobisomem
desculpa pelo relato longo Esse relato é um dos pouquíssimos acontecimentos sobrenaturais que eu presenciei beijos Ana para você para o Mateus e para as crianças um beijo para você muito obrigada gente o homem é lobisomem que tudo isso e o pai dele falei eu não tenho maldição eu vou procurar pela maldição eu quero ser lobisomem também já que meu vô é meu irmão também é também quero ser lobisomem E aí ele acabou herdando vô do pai Gente do céu que homem ruim que era o vô hein esse daí lobisomem por si só me conta gostou
do relato então o que você acha de deixar um comentário aqui embaixo sempre com respeito por favor além do like é claro e não se esqueçam também de deixar o seu like Neste vídeo tá bom não se esqueçam do like pessoal vamos que vamos então para o relato de hoje não é um relato muito longo mas é um relato Ok e é sobre lobisomem mais um relato sobre lobisomem aqui e é o título dele é lobisomem existe este relato é uma moça que nos conta vamos lá então vamos para o relato essa história se passa
em 1966 no interior do Rio Grande do Sul bem lá no fim do Brasil quase divisa com a Argentina era uma área rural onde existiam muitas plantações de arroz muitas fazendas e as casas eram distantes umas das outras minha mãe uma jovem Senhora de estatura baixa cerca de 1,54 de altura porém muito corajosa morava nessa região ela já tinha a mim com dois anos e o meu irmão mais velho com três anos fazia pouco tempo que ela havia se mudado para região pois antes ela ela e meu pai moravam na cidade grande mas o meu
pai foi convidado para trabalhar no frigorífico de carnes do local quando estavam procurando casa para morar minha mãe encontrou um senhor bem velhinho que aparentava ter entre 75 e 80 anos mas o povo falava que ele tinha era mais de 100 anos olhando para ele via-se que tinha um corpo bem forte e firme para quem passava dos 100 né dos 100 anos enfim esse senhor disse para minha mãe que se ela tivesse condições de fazer uma casinha ele cederia um pedaço de sua terra para que pudéssemos morar pelo tempo que quisesse Como eu disse antes
as casas eram distantes umas das outras e seria até Bom Morar próximo de outra família né Minha mãe ficou muito feliz e tratou de fazer a casinha detalhe que o povo falava que desconfiavam que esse senhor Era um Lobisomem Pois todos da família dele já haviam falecido ele teve só um filho e a esposa e agora vivia sozinho minha mãe respondia que não acreditava em Lobisomem né que isso era crendice não tinha medo bom a casa foi construída e minha mãe passava os dias e as noites sozinha comigo e com meu irmão pois o meu
pai tinha folga somente os finais de semana quando vinha para casa minha mãe preparava pães caseiros bolos e de tudo ela e de tudo ela levava um pedaço aquele senhor como forma de agradecimento por ter cedido aquele espaço nas terras dele para ela construir né porém as noites eram muito barulhentas por aquelas bandas minha mãe começou a reparar que Certos Dias pelo menos uma vez por mês se escutavam os animais muito agitados os cachorros latiam muito e no dia seguinte o povo comentava que os animais das fazendas haviam sido atacados as galinhas as vacas estavam
parte comidas e parte destroçadas em toda lua cheia isso se repetia certa noite minha mãe estava sozinha em casa e eu e meu irmão estávamos dormindo no berço à noite tava bem clara a lua enorme iluminava igual ela tá agora né quem tá quem tá podendo ver aí a lua tá enorme a lua enorme iluminava todos aqueles Campos via-se bem longe era tarde da noite e a minha mãe já havia fechado a casa Porém se lembrou que havia roupa para recolher ela era muito cuidadosa tinha medo que algum inseto sentasse nas roupas e aí nos
desce alergia então saiu para recolher Tudo tava muito silencioso as noites de lua cheia não costumavam ser assim tão silenciosas o varal com as roupas era amarrado uma ponta numa árvore e a outra ponta num prego que ficava ao lado da porta da cozinha a mesma porta que era a entrada da casa ela começou a recolher as roupas vindo do lado da árvore em direção à porta quando de repente ela sentiu um grande calor um bafo atrás dela como a como a respiração um bafo atrás dela com a respiração pesada e parecia bufar Mas vinha
quase assim no seu pescoço dava para sentir o calor Ah imagina gente aqui aquele bafo quente aqui ela ficou gelada naquele momento pensou ser uma onça mas Decidiu não se virar fingiu que não aconteceu nada fingiu que nada viu e continua recolhendo as roupas em direção à porta tipo meu Deus aí eu não sei eu acho que eu tinha ai virado num grito se fosse Onça já tinha me comido também porque eu não sei se eu ia ter esse autocontrole não e continua recolhendo as roupas em direção a porta aquela coisa veio para o seu
lado e quando estava com as mãos no varal ela olhou por baixo dos olhos por baixo dos olhos tipo assim assim e só viu uma coisa grande preta e peluda nesse momento ela estava próximo à porta então rapidamente assim um ato de desespero Ela jogou tudo para cima daquela coisa correu e fechou a porta sentindo por um estrondo aquela coisa acabou batendo na porta quando ela fechou a porta tipo ela foi de coisa de filme sabe assim ela jogou as roupas em cima da coisa Correu para dentro que tava perto da porta trancou e não
que Ela trancou A coisa bateu na porta ai ai a coisa e aí ela sentiu um estrondo aquela coisa acabou batendo na porta quando se fechou provavelmente ela foi embora pois depois disso só se escutavam os cachorros bravos latindo e os Animais agitados assim que o dia Clareou minha mãe que pouco dormiu para cuidar da gente agora tava na dúvida se seria verdade o que falavam daquele Senhor que ele era lobisomem Então ela resolveu lhe fazer uma visita como fazia de costume levando a ele um pedaço de bolo um bolo né levando ele um bolo
quando chegou na casa o chamou ele apareceu muito calmo e educado como sempre li cumprimentou e minha mãe perguntou se ele havia escutado a bagunça da noite passada Ele olhou para ele e disse isso não existe é Falatório do Povo mas sim ah vou lhe pedir uma coisa quando anoitecer tranque bem sua porta e não deixa os seus filhos sozinhos no berço para bom entendedor meia palavra basta não é como ele sabia que a minha mãe tava com a porta aberta aquela hora e nós dormindo no berço sozinhos minha mãe ainda ficou mais um pouco
lá mas ainda assim que mais assim que teve condições ela se mudou de lá pois toda lua cheia era um perigo sim Ana Admiro seu trabalho espero colaborar mais vezes pois venho de um lugar onde muitas coisas estranhas acontecem agradeço a oportunidade de poder compartilhar essa história beijos e abraços a todos um beijo para você muito obrigada por compartilhar essa história com a gente gente tipo assim primeiro percebo pelos relatos que aqui leio e me são enviados que tem muito Lobisomem no sul do país muitas histórias vindas lá do Sul o clima Não sei não
sei porquê mas tem lá no sul negócio é pega lá para os bichos lobisomem e aqui assim cara o homem falou isso vou até repetir o que ele falou aqui ó ela comentou sobre o barulho né Você escutou como quem não quer nada Você escutou bagunça da noite passada Ele olhou para ela e disse isso não existe tipo ela não falou ela não comentou ela falou você ouviu lobisomem outra noite ela não falou isso só comentou Nossa você ouviu o barulhada aí que aconteceu né mó ai de noite aí ele já tipo falou isso não
existe é Falatório do Povo mas sim ah sim ou seja Esse homem é antigo quem que chamou outro de Sinhá hoje em dia hoje em dia não mas que seja em 1966 né que foi quando aconteceu não 66 não pera aí em 1966 ah é verdade então que seja em 1966 que isso aconteceu o cara chama ela de Sinhá mas Sinhá vou lhe pedir uma coisa quando anoitecer tranque bem sua porta e não deixe seus filhos sozinhos no berço é lobisomem que ele viu ele que tava lá bufando e às vezes assim ele quando ele
vira lobisomem ele não tem controle Então por mais que ele goste da mulher que ele tenha um carinho saiba né que ela tem ali filhos quando ele se transforma ele não se segura ele ele não tem controle sobre si como nas novelas que a gente assistia né que tinha lobisomem ou uns ou dos filmes e tudo mais ele não quer fazer aquilo mas quando ele tá como ele quando ele tá cachorro aí é diferente e aí depois o outro lembra o outro relato aqui que contei também que o homem fez o que fez e depois
se transformou chorando que ele viu que ele tinha atacado pessoas que ele até um amigo se ele conhecia então ele não tem Ai credo gente mas então como diz o título do relato lobisomem existe olha alguma coisa tem aí sim desse negócio de lobisomem eu acredito por mais que as pessoas aqueles homens eu não sei o que é mas não sei se é magia ser maldição se é não sei mas tem alguma coisa assim ai muita coisa muita história história de gente conhecida que não dá não dá para deixar deixar passar só como historinha de
folclore Não isso daí tem mas outra coisa eu não sei mas eu acredito que todas essas histórias de folclore um fundinho de alguma coisa que acontece aí tem não vou dizer que ah e o Boitatá é uma cobra de não sei o que que mais talvez essa lenda tenha vindo de alguma aparição de alguma coisa que alguém viu e não né vai descrever com a cobra não sei o que lá e aí a gente entra numa discussão muito grande mas voltando no lobisomem tem coisa aí e bastante no sul do país e é isso pessoal
agora fiquei show fiquei pensando que isso o homem falou a mera lobisomem gente você acha que não que que ele era amigo do lobisomem o lobisomem foi lá e falou para ele ó ela tá lá com a porta mas você já tinha rumores de que ele era ele parecia muito velho forte para idade dele e ele chamou ela de Sinhá gente quem que chama de Sinha Ai meu Deus Será que era um lobisomem Boa noite Ana Matheus e galera do assombrado me chamo fulana e quase que eu falei o nome aqui E esse relato não
tem nomes me mudei com os meus pais e com meu irmão mais novo aos seis anos para um bairro Novo era pouco habitado e possuía muitos lotes vazios era um matagal a minha casa ficava no meio de dois terrenos baldios com muito mato e arvores altas eu dormia com meu irmão na época mas ele sempre teve um sono pesado ao contrário de mim que sempre tive insônia ao lado do meu quarto ficava um dos terrenos baldios tinha a parede do meu quarto e o terreno do outro lado em uma noite eu ouvi um barulho de
algo muito pesado correndo pela rua e muitos latidos de cães perseguindo os passos que desciam a ladeira da rua pensei ser uma pessoa mas estava mas deveria ser muito grande e gorda sei lá porque era pesado né os passos isso aconteceu por isso aconteceu por outras noites também até que uma noite eu ouvi um uivo e briga entre cães nessa noite eu fiquei muito impressionada com o barulho que vinha da rua e o pior eu comecei a ouvir os passos pesados ao lado da parede do meu quarto e de repente houve fungada e arranhões bem
ao lado da minha cama eu fiquei apavorada devia ser um baita cachorrão ele persistiu arranhando a parede pelo lado de fora e fungando bem ao lado da minha cama eu fechei os olhos e comecei a orar não tinha coragem de sair da cama Nem de deixar meu irmão sozinho no quarto olha belezinha verdade depois de uns dias contei para o meu avô e ele disse que deveria ser um lobisomem pois ele já tinha visto um quando era novo Será que era mesmo um lobisomem obrigada Ana Espero que você leia hoje pois é meu aniversário ficarei
bem feliz se você ler beijos para você para o Mateus e para os seus bebês um beijo para você feliz aniversário tudo de bom então eu penso assim como tinha muito mato muita coisa será que não poderia ser algum outro animal silvestre selvagem até que tava por ali e até pode ter ou sei lá achou algum bicho ali na parede da do quarto coincidiu e ele tava cheirando lá arranhando querendo pegar o bicho alguma coisa agora os cachorros é cachorro vai andando cachorro late até a gente andando de bicicleta o cachorro tá latindo passa de
moto cachorro late então não dá para saber muito o que que o cachorro ela tinha qualquer ser que passar ali ele vai juntar a cachorrada e latindo pelo menos até um pedaço da rua eles vão latindo atrás agora não sei não é difícil dizer ah não era lobisomem que pode ser algum outro bicho também não sei né foi só isso não viu né agora se tivesse dado uma olhadinha lá fora aí quem tem coragem com seis anos de idade eu hein Tá certo o negócio fica quietinho lá dentro quero saber que que é não porque
quero não era um bicho grande né se fosse lá que fosse uma onça era melhor não por a cara para fora também né bom aliás eu não sei que eu prefiro encarar Um Lobisomem uma onça lobisomem a gente tenta dar uma conversada com ele ali a onça não sei estudar para conversar conversar