Salve salve rapaziada beleza Professor Denis aqui cara estamos aqui para mais uma live tá correção da parte de física beleza dessa vez a parte físicas andar nossa querida ess nosso vestibular 25.1 tá então a gente tem muita coisa para falar eu tenho muita coisa para comentar sobre a parte física com vocês né algumas coisas bem tranquilas ela trouxe aí algumas questões bem simples pra gente trabalhar e ao mesmo tempo que ela trouxe umas bem simples elas trouxe também ali algumas extremamente complicadas que a gente já vai ver aí no decorrer das questões Beleza então vem
comigo vamos lá paraa primeira questão da prova questão de número 39 cara no prisma de reflexão Total constituído de um material transparente e isotrópico em que a sessão principal é for ada por um triângulo retângulo isósceles de hipotenusa com de hipotenusa com comprimento L um raio de luz incide perpendicularmente à face associada à hipotenusa tá então ele vai chegar perpendicularmente na face associada à hipotenusa e emerge dessa Face ao longo de uma direção paralela ao raio incidente resultando em um desvio de 180º esse efeito ocorre em virtude de duas reflexões internas tá duas reflexões internas
totais dentro do Prisma em cada uma das faces associadas aos catetos assim é correto afirmar que a soma das distâncias percorridas pelo raio de luz no interior do Prisma é cara vamos lá questãozinha de óptica né só que ela é uma questão de óptica mas porém contudo com tanto todavia né uma coisa que eu costumo comentar na sala de aula deixa eu ir fazendo aqui o desenho da face do prisma né um triângulo aí isósceles tá com hipotenusa tá tá aqui a hipotenusa beleza algumas questões de óptica que a US costuma trazer aí pra gente
o que que eu sempre comento cara é muito mais matemática geometria do que a física em si né Então vamos analisar aqui a situação tem um raio de luz né o raio de luz ele tá chegando aqui ó ele bate aí no Prisma e sofre uma reflexão paralelo ao Raio de Luz incidente então ele tá fazendo isso daí a questão quer saber quanto equivale a distância percorrida por esse raio de luz tá certo ele fala pra gente o seguinte né Vamos trabalhar aqui as relações do Triângulo ele fala que essa Face aqui oposta à hipotenusa
ela tem um comprimento L né Essa Face ela tem um comprimento L se é um triângulo isósceles cara ele vai possuir dois lados iguais E logicamente dois ângulos iguais Então esse esse lado é igual a esse lado e esse ângulo igual a aquele ângulo tá que vale aí 45º Obrigatoriamente beleza tranquilo de boa vamos lá como o raio de luz está indo em cima do ângulo da hipotenusa eu posso associar ao seguinte ele tá cortando aqui eu tô formando aqui um triângulo menor né Vocês conseguem perceber aqui ó que nós temos a formação de dois
triângulos menores Tá certo dois triângulos menores aqui nós formamos um ângulo de 90º tá e se Aqui nós temos um ângulo de 45 aqui um ângulo de 90 aqui também tem que ser um ângulo de 45º porque vocês sabem que a soma dos ângulos internos de um triângulo tem que dar sempre 180 né Além disso O que que nós sabemos como ele tá indo bem em cima da hipotenusa esse lado aqui do Triângulo né Ele vale L sobre 2 ele tá partindo o triângulo bem no meio né então ele vale l L sobre 2 tá
como a gente tá gerando aqui dois triângulos isósceles né o lado oposto aos catetos são iguais né que é 45 para cá 45 para cá então essa distância aqui que é a altura do triângulo essa distânci Zinha ela vai valer justamente L sobre 2 Denes então ele percorre uma distância L so 2 não porque a luz vai e volta né então a distância percorrida por ela é 2as x l sobre 2 esse 2 vai embora com esse 2 a distância percorrida Pela Luz é o próprio L questãozinha bem tranquila como eu falei cara muito mais
matemática do que física né aqui a gente resolveu só pelas propriedades dos triângulos né então aqui uma questão de física não tem nada né somente os conhecimentos matemá er necessários e é uma coisa que a US ela adora fazer tá essas questões de óptica quando ela não trabalha os espelhos esféricos e lentes né que já é uma coisa difícil dela trabalhar tá ess questões de ótica costumam puxar muito para a matemática e menos para a física em si beleza questão de número 40 né um avião em voo acumula uma camada de gelo com volume V
em suas asas supondo que o g gelo esteja na temperatura de 273 k né E que a densidade desse gelo seja de desão e considerando que o calor latente de fusão seja Elisão e que todas as grandezas aqui utilizadas estão em unidades do Si tá todo mundo no sistema internacional tudo bonitinho pode-se afirmar corretamente que o calor em jaules necessário para fundir esse gelo é vamos lá cara a gente tá falando aqui de mudança de estado físico tá certo falou de mudança de estado físico nós estamos falando de calor latente tá falor de mudança de
estado físico nós estamos falando de calor latente Obrigatoriamente Tá certo calor latente tá vamos lá vocês sabem vocês estudaram viram isso aí milhões e milhões de vezes que calor latente é o nosso querido kimel né a quantidade de calor vai ser igual a massa do corpo vezes o seu calor latente né que no caso aí como ele quer fundir é o calor latente é o calor latente de fusão né esse L aí beleza vamos lá a questão falou pra gente tá o seguinte ele disse que o gelo ele possui um volume V né e uma
uma densidade desão Denis para que que isso me importa Tu já falou aí que a quantidade de calor vai ser a massa vezes o calor latente Mas a gente não tem isso aí cara só que a gente tem o seguinte tu sabe que a densidade ela é massa sobre o volume né a densidade é massa sobre o volume esse volume que tá dividindo passa para o outro lado multiplicando a massa É igual a densidade vezes o volume tranquilo a gente tem essa querida relação então onde tem massa eu posso substituir por densidade vezes volume a
quantidade de calor vai ser a densidade desão vezes o volume vesão vezes o calor latente de fusão que é o l né então a quantidade de calor vai ser dvl item correto item se de casa questãozinha bem tranquila também tá só pra gente fazer a relação do calor latente substituindo a massa Ali pela densidade vezes o volume morreu a questão sem muita dificuldade tá aqui uma coisa interessante que a gente pode trazer de propriedade também cara é o seguinte né como ele tá falando que o avião tá ele está acumulando gelo tá certo aí nas
suas asas né O que que a gente pode analisar como ele tá a em grandes altitudes o avião ele vai aí voar em grandes altitudes o que que vai acontecer a pressão atmosférica sobre o avião ela vai diminuir a pressão atmosférica em grandes altitudes ela não é um ATM são valores menores né dependendo da altitude pode ser 0,9 0,8 Tá certo sofre aí uma variação tá se a pressão atmosférica vai diminuir o que que vai acontecer com a temperatura necessária tá Para que o gelo derreta tá a temperatura Cara Para que ocorra esse processo ela
vai aumentar tranquilo é uma relação que a questão poderia ter trabalhado também ele não foi por esse ângulo aí claro né mas é uma curiosidade aí fica essa dica aí para vocês Tá certo a pressão em grandes altitudes ela tende a diminuir beleza questão de número 41 cara questão que fala o seguinte em uma aula de física durante uma revisão sobre os conceitos fundamentais da mecânica clássica o professor decidiu testar o entendimento dos alunos após relembrar as leis de Newton e outros princípios básicos da mecânica ele faz as seguintes afirmações sobre o comportamento dos corpos
sobre ação de forças para que os alunos as julgassem vamos lá né vamos analisar essas afirmativas primeira afirmativa a lei da inércia afirma que quando o corpo está em estado de equilíbrio estático ou dinâmico a força resultante sobre ele é nula cara corretíssimo né não tem o que a gente falar muito aqui a lei da inércia é justamente isso né se um corpo está em equilíbrio o equilíbrio sendo estático ou seja o corpo em repouso ou sendo equilíbrio dinâmico o corpo pistando em movimento a força resultante Obrigatoriamente tem que ser nula Acabou a conversa tá
segunda o módulo da força resultante de duas forças F1 e F2 aqui fica uma dica pra galera né seguinte cara tá vendo que a US ela deixou F1 e F2 em F1 e F2 em né Por que que ela fez isso Denis não foi só porque ela quis não tá ele tá colocando aí assim é porque isso daí não é só a letra não estamos falando só de módulo né aqui a gente tá falando de vetores né então precisa ter alguma coisa para diferenciar quando fala de Vetor e quando não está falando de Vetor tá
ela escolheu colocá-los em né então a gente tá falando aqui de dois vetores a o módulo da força resultante de duas forças F1 e F2 ou seja dois vetores F1 e F2 é sempre o mesmo independentemente da orientação entre F1 e F2 cara que você sabe que tá completamente errado né até por tá até porque a gente vê isso daí e muito quando vai estudar a dinâmica quando a gente trabalha com forças né vamos supor aqui que tá a F1 e a F2 mesma direção e mesmo sentido a força resultante vai ser a soma delas
F1 + F2 agora se forem mesma direção e sentidos opostos o que que vai acontecer né a força resultante vai ser F1 - F2 tá então os dois valores não vão ser iguais vai ter uma diferença cara tá então aqui completamente incorreta Ela depende sim da orientação Entre esses dois vetores de acordo com a terceira lei de Newton as duas forças ação e reação podem se anular quando atuam sobre o mesmo corpo tá cara como vocês viram né ao longo de todo esse período aí pares de ação e reação tá pares de ação e reação
não atuam em um mesmo corpo são sempre em corpos diferentes elas nunca vão se anular Tá certo então outro item aí que está incorreto Beleza então a gente fica aí com somente a primeira afirmativa verdadeira item correto item a tranquilo de boa vamos pra próxima questão agora cara questão número 42 ele ele trouxe aí todo Um textinho né falando aí do de George Simon H Gustav Kof que não vai servir de nada né não vai servir de absolutamente nada Vamos partir aqui paraa parte mais eh eh interessante né que seria a partir daqui beleza Considere
um circuito elétrico ideal como os estudados por esses Pioneiros contendo uma fonte de tensão resistores e Fios Condutores Então a gente vai ter um circuito tá com a tensão resistores e Fios para conduzir a el cidade com base nos princípios estabelecidos por om e kish né as leis de homem as leis de Kof assinale a afirmação verdadeira em um circuito com resistores Associados em Série A corrente elétrica que atravessa cada resistor é diferente e depende do valor da Resistência cara como a gente já analisou em sala mais de uma vez né vamos fazer aqui um
circuito em série com resistores diferentes tá cada resistor com a sua própria corzinha né para quem não sabe os resistores eles têm linhas com cores para indicar o valor das suas resistências então cada cor significa um valor de resistência diferente tá certo Vamos lá nós temos aqui três resistores Associados em sério o que que acontece com a corrente elétrica a corrente Ela Vem de um lado atravessa o resistor ti ti não acontece nada com ela ela passa pro próximo resistor e ti passa para o terceiro resistor e ti e sai pelo outro lado a mesma
o mesmo valor de corrente então a corrente não é diferente a corrente ela é igual tá certo isso aqui tá completamente errado em um circuito com resistores Associados em paralelo a A corrente elétrica se mantém constante em todos os rambos cara aqui a gente já para né Por quê Porque a associação em paralelo é o oposto da associação em série se na associação em série é a mesma corrente na associação em paralelo vão ser correntes diferentes tá não é a mesma corrente não é o mesmo valor de corrente item c a resistência equivalente de uma
associação em paralelo de resistores distintos é sempre maior que a menor resistência individual em um circuito ideal cara esse sempre maior é o que tá quebrando ela pode chegar a ser maior do que o menor mas nem sempre vai ser até porque quando a gente utiliza da associação em paralelo é justamente com que tendência né a tendência da associação em paralelo é sempre diminuir a resistência equivalente tá então ela não vai ser sempre maior ela pode ser maior tá sobra aí pra gente somente o item D né vai ser o nosso item correto Mas vamos
dar uma olhadinha aqui a soma das Quedas da de tensão em cada resistor associado em série de um circuito é igual a tensão fornecida pelo pela fonte exatamente tá se você somar por exemplo cada resistor Zinho aqui cara toda vida que a minha corrente passa pelo meu resistor a gente tem uma queda de tensão né A tem uma queda de tensão aqui vai ser o u1 aqui vai cair um U2 e aqui vai cair um U3 né só que se eu somar esses valores aqui eu tenho a atenção que alimentava todo o circuito no início
né a tensão equivalente tá que é a tensão que alimenta todo o circuito no início vai ser igual A1 mais o 2 mais o 3 tranquilo de boa tá vamos para a próxima questão tá é aqui nessa aqui essa questão 43 aqui cara que o caldo começa a engrossar tá o caldo começa a engrossar por quê Porque isso aqui é uma questão que não foi feita para uma primeira fase né não vou entrar aqui nesse tipo de comentário agora mas ela não foi feito para uma primeira fase de um vestibular como a os tá E
é uma coisa que a os tá fazendo aí ultimamente né Não só nos vestibulares do final do ano como os do meio também de trazer pelo menos ali uma ou duas questões de física que cara é para você resolver você tem que tá ali com a física extremamente afiada Tá certo e tem que ter o raciocínio por cima da questão muito rápido porque não é um raciocínio fácil de se fazer e o nível da questão é um nível bem difícil né e o que que eu venho pegando na tecla pra galera que tá se preparando
com a gente aqui no conceito ó desde o começo para vestibular lá da US sem ela tá com essa tendência ela tá com a tendência de trazer uma questão cara que você nem deveria perder seu tempo nela porque é muito tempo de prova gasto em uma questão só uma questão que não é fácil e extremamente complicada tá então rapaziada eu vou sumir aqui porque eu vou precisar do espaço aqui onde eu tô que eu tô ocupando justamente pra gente trabalhar essa questão beleza vamos lá seguinte a questão fala forças aditivas são comumente encontradas na natureza
par vamos para que interessa considere o caso em que uma partícula sujeita a uma força resistiva é arremessada verticalmente para cima a parte do solo com a velocidade u e retorna ao solo com a velocidade V Além disso Suponha que o módulo da aceleração da gravidade local seja G para este caso em particular considere que a energia mecânica dissipada pela força resistiva que atua na partícula de massa M seja proporcional a distância percorrida pela partícula adotando como k a constante de proporcionalidade a razão entre u qu por V qu vai ser de opa cara ele
tá querendo que ele trouxe aí pra gente pra gente fazer o seguinte ele quer a razão entre u ao quadrado e v ao quadrado que são as velocidades As queridas velocidades Tá então vamos lá né Vamos trabalhar aqui com que com que a US Nos manda o que a US nos lança né seguinte nós temos a seguinte situação nós vamos ter uma bolinha tá essa bolinha ela vai ser arremessada com uma velocidade u Tá certo vai ser arremessada com velocidade u vai fazer uma trajetória vertical e chega ao solo com a velocidade V Beleza ela
chega ao solo com a velocidade V tá nisso aí cara ela vai fazer o seguinte né ela vai percorrer ela vai percorrer uma certa altura h tá só que ele vai percorrer essa altura h duas vezes uma na subida né E vai percorrer novamente outra na na descida né vai percorrer novamente essa mesma altura h aí só que na descida dessa vez tranquilo tudo bem vamos lá ele falou aí que existe aí um fator né um um um fator um de proporcionalidade chama de k que vai ser a relação justamente da força resistiva tá vamos
analisar as forças em cima desse corpo tá em cima desse primeiro corpo enquanto ele tá sendo lançado né Nós vamos ter aqui para baixo a força peso dele tá E além da força peso nós vamos ter também essa força resistiva né né essa força resistiva que ele tá dando aí como adotando essa questão de proporcionalidade como sendo esse k tá é esse kazinho aí beleza então a força resultante a força resultante vai ser o quê vai ser a força peso tá mais essa força resistiva k que ele nos deu tá que ele falou ele deu
essa proporcionalidade aí pra gente tá com essa força resistiva k aí tranquilo tudo bem de boa né então em relação às Forças que estão atuando sobre o nosso corpo nós temos essa relação aí agora vamos analisar as energias né sobre o corpo né Denis Como assim as energias cara tu sabe que aqu ele vai ter uma energia cinética e aqu elele vai ter uma energia cinética só que a energia cinética daqui ela vai ter uma perda né Por quê Porque tem uma resistência tem essa força de resistência atuando sobre o corpo Então vai causar uma
perda de energia cinética a energia cinética aí no final ela vai ser menor né então vamos analisar a seguinte situação MV vezes u qu sobre 2 Men m x v qu sobre 2 é igual ao qu cara a variação da energia cinética vai dar justamente o trabalho realizado por essa força né que vai ser a proporcionalidade a que é o nosso k vezes do duas vezes o h tá a gente tem essa relação inha aqui tranquilo de boa só que para eu poder mexer com esse pessoal eu preciso descobrir quem é o h né eu
preciso determinar o meu h tá e a gente sabe que pô Denis ela tá fazendo aqui um movimento uniformemente variado para cima tá o que que a gente pode trabalhar cara vamos mexer com rell vamos analisar tá até o ponto de altura máxima Por que até o ponto de altura máxima porque aqui na altura máxima a velocidade final ela é zero tá então a gente vai adotar aí o movimento até a altura máxima por quê Porque Vai facilitar a nossa vida Denis só para facilitar exatamente por isso cara é para facilitar beleza é por isso
que a gente vai trabalhar com isso Beleza mas antes disso vamos lá vamos analizar aqui ó nós temos a velocidade final ao quadrado vai ser igual a u quadrado que é a velocidade inicial né a velocidade que ele começa menos né porque tá indo contra o sentido da gravidade duas vezes a aceleração vezes H né que é a altura tá pô Denis beleza mas e aí e agora Qual que é o problema Não tô vendo problema o problema tá aqui ó a gente não sabe quem é a aceleração tá Por quê Porque não é só
a gravidade porque não é só a força peso que tá atuando tá existe uma força resistiva tá então a aceleração que ele vai sofrer não vai ser a aceleração da gravidade tá então ele vai est sofrendo uma aceleração diferente e é dessa relação aqui que a gente vai tirar essa aceleração diferente P realmente é uma questão complicada mesmo né É cara é uma questão complicada mesmo tá vamos lá a força resultante é o qu de acordo com a Segunda Lei de Newton ela é massa vezes a aceleração Isso aqui vai ser igual a a força
peso é massa vezes gravidade mais k a aceleração como eu quero saber ela pega essa massa que tá multiplicando passa para outro lado dividindo aceleração vai ser massa vezes a gravidade dividido pela massa mais k dividido pela massa esse M vai embora com esse m a gravidade esse a aceleração esse nosso pequeno termo aí certo então vamos lá cara depois que a gente determinou isso que que a gente vai fazer agora né a velocidade final eu sei que ela vai ser zero né zerar a minha velocidade final tá a velocidade final é zer então aqui
vai ficar 0 é igual a u quadr menos duas vezes todo o nosso termo aqui né que é a gravidade mais k sobre m ve H pega essa galera aqui cara e joga pro outro lado tá duas vezes a gravidade mais k so m tem que ser igual a u ao quadrado tá Opa vezes H né já ia sumindo um h aqui como eu quero saber o h cara como eu preciso determinar o h pega essa galera toda aqui e joga pro outro lado dividindo né então o nosso H Nossa altura ela vai ser u
qu dividido por duas vezes g mais Opa k sobre m tá isso aqui esse termo É exatamente esse termo tá esse termo É exatamente esse termo que a gente estava querendo achar inicialmente Tá certo Tranquilo então a gente vai jogar isso aqui aqui dentro tá vamos jogar isso aí aí dentro vamos lá cara como é que vai ficar essa brincadeira né vai ficar aqui o seguinte m x u Quad dividido por 2 menos M ve V qu div por 2 tem que ser igual a duas vezes botar o dois aqui na frente k vezes quem
é o nosso H né u quadrado Opa volta dividido por 2 x g + k sobre m tá o m chega ficou meio feio ali mas ali é para ser o m tá rapaziada Fiquem tranquilos O que nós vamos fazer aqui cara eu tenho sobre do em todos os termos vai embora vai embora vai embora né eu tenho sobre dois emos doos ter Então vai todo mundo embora vai todo mundo embora que que eu vou fazer cara eu quero a razão entre u quadrado e v qur Tá mas antes de eu trabalhar essa razão o
que que eu vou fazer aqui para facilitar a vida a nossa vida joga quem tá acompanhando o para um lado joga o v para o outro lado Tá certo vai ficar aqui então M vezes u qu menos 2 vezes o k vees o u a quadr dividido por G mais k sobre m isso aqui cara vai ser igual a m x v qu Caraca den meu Deus que loucura é cara é é é uma loucura tá E é uma loucura das grandes deixa eu separar aqui só para deixar dividido é uma loucura das grandes beleza
vamos lá o que que a gente pode fazer aqui né cara eu vou fazer o seguinte vamos multiplicar M aqui em cima e aqui embaixo desse termo por quê Porque aí eu vou ter M em todos os termos e o m vai embora né O M vai embora vai sobrar só um mezin aqui embaixo tá vou multiplicar por m em cima e embaixo Como Eu Tô multiplicando em cima e embaixo É como se eu não fizesse diferença nenhuma né proporcionalidade Então vai embora esse M esse M E esse M como esse M Vai Multiplicar todo
mundo aqui dentro ó todo mundo aqui dentro vai embora esse M também e Sobra só um m do lado do nosso G né resta aí somente um M ao lado do nosso querido G tá então vai ficar aí Opa trocar aqui u qu Men 2 x k ve u qu dividido por m x g mais k isso é igual a v qu tá cara vamos fazer o seguinte vamos colocar aqui ó o u qu em evidência né Vamos colocar o u quado em evidência vai ficar u qu que multiplica 1 menos duas vezes o k
dividido por m g + k tá esse carinha aqui o que que nós vamos fazer né joga isso aqui igual a v qu joga esse U quadrado pro outro lado Tá certo passa ele dividindo e Aqui nós temos uma operação com denominadores diferentes o MMC vai virar o quê vai virar esse termo aqui esse termo vai ser o resultado do MMC então ele multiplica o nosso um aqui dentro tá vai ficar então m g + k Men 2K dividido já que a o denominador agora vai ser o mesmo por MG mais k igual a v
qu sobre u qu né Vamos só parar aqui com quem a gente tem né k - 2K fica - k né esse k - 2K vai ficar aqui menos k a questão queer u qu sobre V quadrado Então a gente vai inverter eles e inverter todo mundo aqui dentro também o que que nos resta vai ficar aqui MG + k sobre MG - k é igual a u qu sobre v a quadrado e aí cara a gente chega no item item b de bola MG + k sobre MG Men k tranquilo Tranquila assim né Denis
é complicado né ou é Cara infelizmente né Deixa eu voltar a aparecer aqui para vocês Infelizmente a US tá trazendo essas questões assim um pouco mais pancada pra gente dar uma trabalhada Tá mas fica aí uma questão que não eu não considero aplicável em primeira fase até porque vocês têm várias outras questões para fazer várias outras matérias para trabalhar e tem um certo tempo de prova que não vai ajudar com a você ter toda a linha de raciocínio para resolver uma questão como essa nesse calibre aqui né mas é isso tá aí a questão resolvida
para vocês tudo bem Vamos pra próxima questão número 44 né a física lida com fenômenos da natureza em suas diversas escalas de comento podendo ir do microscópio ao macroscópio mudanças em leis físicas conhecidas de modo a corrigi-las podem irão ocorrer ao mudarmos de escala as mudanças de escala consequentemente das leis conhecidas nestas escalas podem ter origem não apenas na escala de comprimento mas nas escalas das grandezas físicas massa e velocidade inclusive em geral para cada grande área do cento abordada pela física está presente uma constante universal de nosso universo a velocidade da luz no vácuo
C A constante gravitacional g e a constante de plan H com a dimensão de H sendo energia vezes o tempo são exemplos de Tais constantes ao adotarmos como fundamentais as grandezas cgh ao invés das grandezas massa comprimento e tempo a grandeza Massa ao quadrado teria dimensão nesse sistema Opa que que ele tá querendo aqui né cara ele quer a grandeza da Massa ao quadrado utilizando as relações que ele nos dá na questão de número 44 aí né onde ele fala das grandezas das constantes universais como é a velocidade da luz C tá a constante gravitacional
g e a estante de plan H Tranquilo então vamos trabalhar em cima dessas relações aí beleza seguinte Opa deixa eu sumir aqui porque aqui a gente vai pegar um espaçozinho né deixa dar deixa eu dar uma sumida aqui da tela de vocês vamos analisar cada uma delas vamos começar pela mais simples vamos começar pela velocidade da luz tá a velocidade da luz que é um C como a gente vai fazer uma análise Dimensional a gente coloca aqui né para fazer a análise tá a velocidade da luz cara ela é o quê como qualquer velocidade ela
vai ser distância pelo tempo a distância o comprimento nós representamos por l então vai ser L sobre t a velocidade da luz tá ela é L so T Vamos agora para as outras né ele falou aí cara da Constante grave cara vamos lá você sabe que a força gravitacional tá a força gravitacional ela vai ser gão vezes mão vezes MZ dividido pela distância ao quadrado essa aí é a relação da força ial Qual que é o problema né a gente precisa tirar dela aí qualquer grandeza que a gente não consiga representar de maneira simples utilizando
as grandezas que a questão nos falou né que seria a massa o comprimento e o tempo né que que a gente vai fazer aqui a força de acordo com a Segunda Lei de Newton ela é o quê Ela é massa vezes aceleração então massa vezes aceleração vai ser G Zão vezes mão vezes [Música] mzinchaleft dividido pela massa né Nós temos essa pequena relação tá Quais são as as unidades de medida de cada um a aceleração é met por segundo quadrado Ou seja é comprimento dividido pelo tempo ao quadrado tá isso aqui tá multiplicando a distância
ao quadrado ou seja tá multiplicando o comprimento ao quadrado e tudo isso dividido por quem dividido pela massa então a relação da Constante gravitacional vai ficar o seguinte L qu x l vai ficar L Ao Cubo dividido por quem dividido pela massa vezes o tempo ao quadrado tá essa aqui é a relação que nós temos a constante gravitacional tá tranquilo tudo bem vamos lá então nós temos o seguinte agora vamos para a última né a última que falta é a constante de plan né A constante de plan ela é energia vezes o tempo tá energia
vezes o tempo energia nós temos vários tipos de energia que podemos trabalhar tá mas a que vai entregar aqui da melhor forma pra gente é essa pequena relação aqui a energia cara vamos ver se você lembra aqui a galera que curte uma física mais moderna a energia ela é massa vezes a velocidade da luz ao quadrado né e igual a Mc quadrado tá então aqui nós vamos ter a grandeza de massa vezes a grandeza da velocidade da luz que nós já temos ao quadrado vezes o tempo tá então a constante de plan vai ser massa
que é m vezes a velocidade da luz ao quadrado Então vai ser L Quad sobre T qur vezes né vezes o tempo tranquilo de boa Opa esse T vai com o t aqui de baixo tá então fica a constante de plan que vai ser a massa vezes o comprimento ao quadrado dividido pelo tempo o que que ele quer cara a questão pediu pra gente como é que vai ficar a relação de m quadr ou seja m x m né O que que a gente pode fazer a gente pode tirar os MS que nós temos aqui
nessas constantes o universais que ele nos deu né então Ó você sabe que para essa primeira a constante gravitacional vai ser l c divido por m x t qu vamos trocar esses dois aqui ó pá pá troca esses dois a massa vai ser igual a l c dividido por G vezes o tempo ao quadrado agora aqui dentro Denis vamos trocar aqui também ó Quem tá dividindo passa multiplicando quem tá multiplicando passa dividindo Então a nossa massa vai ser igual a constante de plan vezes o tempo dividido pelo comprimento ao quadrado Então a gente vai fazer
essa relação aí a massa ao quadrado vai ser então l c sobre a constante gravitacional vezes o tempo ao quadrado vezes a constante de plan vezes o tempo dividido por L ao quadrado né a gente tem essa relação aí Opa vamos vamos começar com a parte que a gente adora né os cortes esse vai embora com esse Sobra só um aqui esse vai embora com esse Sobra só um aqui embaixo vai ficar H sobre gão que Vai Multiplicar L sobre T só que quem que é L sobre t a velocidade da luz exatamente cara então
ó L so T é justamente C que é a velocidade da luz então a massa ao quadrado vai ser a de plan vezes a velocidade da luz dividido pela constante gravitacional né HC sobre G item correto item b de bola né questãozinha um pouco complicada um pouco demorada a galera poderia demorar a se ligar em fazer essas relações e é normal tá tudo bem Tá certo é comum beleza mas mais uma vez a trazendo umas questões um pouco puxadas né inclusive nessa aplicação senti que ela trouxe ali essa aqui cara eu considero ela uma questão
mais difícil mais pelo processo por ela ser trabalhosa né até porque vocês viram que aqui a gente não fez nenhuma nenhum cálculo absurdo é uma multiplicação ali uma divisão acular acabou né mas é bem trabalhoso são várias etapas que a gente teve que fazer né que torna a questão bem demorada tá questão de número 45 C cara uma prancha homogênea de comprimento L Opa a gente tá falando aqui de um corpo extenso tá se é uma prancha e ela é homogênea tá significa o qu pra gente significa que o centro de massa está no meio
o peso dela está concentrado aqui no meio dela tá certo de comprimento L e peso P opa vamos lá [Música] comprimento L e o peso P já coloquei o peso P pra gente né apoiada em dois extremos sobre superfícies e e d ô então ela tem aqui um pequeno apoio né Essa nossa S nossas prancha essa nossa prancha aqui ela tem dois apoios um apoio e e um apoio D uma força de intensidade P sobre 2 é aplicada verticalmente de cima para baixo sobre a prancha H uma distância x do suporte E então a gente
tem aqui ó uma força aplicar de cima para baixo que vale P so 2 H uma distância que nós não sabemos que que nós vamos chamar de X tá para que a prancha permanece em equilíbrio Opa permanece em equilíbrio a razão entre as reações nos suportes e e d respectivamente deve ser dada por vamos lá cara para que um corpo extenso fique em equilíbrio O que que a gente precisa primeiro a resultante das forças tem que ser zero e segundo a resultante dos torques dos momentos tem que ser zero tá então a gente tem duas
situações vamos analisar ela de duas formas tá primeiro a resultante das forças tem que ser zero Quais são as forças que nós temos nós temos essas duas forças aqui apontando para baixo e ele falou que tem forças de reação e e d Então a gente vai ter a força D aqui apontando para cima né Deixa eu trocar esse amarelo aí tá meio tá meio ruim de enxergar né botar aqui pronto a força D aqui apontando para cima e a força é aqui apontando para cima também as resultantes das forças tem que ser zero Elas têm
que ser iguais Então vamos pegar as forças na mesma direção e mesmo sentido fe + FD tem que ser igual a p mais P sobre 2 Beleza a gente tem essa primeira relação que é a relação das forças Agora vamos pra relação dos torques quem é que vai est gerando torque primeiro para eu trabalhar com torque eu tenho que trabalhar aí com um eixo de rotação tá eu posso escolher um ponto aqui para ser o meu eixo de rotação a gente vai pegar Nas extremidades que é mais fácil de você trabalhar ó a gente pega
o eixo de rotação na extremidade como o eixo de rotação vai est na extremidade do e então o e ele não gera torque tá o nosso e ele não vai gerar torque por mais que tenha uma força aqui ó como a gente tá botando o eixo de rotação em cima do e não vai existir torque tá a soma dos torques tem que ser iguais Quais são os torques que nós vamos ter nós vamos ter o torque do d que vai est causando aqui um torque no sentido antihorário e os torques do p e do P
sobre 2 no sentido horário tá a relação entre eles tem que ser igual então o torque do d cara o torque do d vai ser a força do d vezes a distância que é o comprimento L ele tem que ser igual a o torque do P que é p vezes Opa o p ele tá no meio então ele tem metade do comprimento L sobre 2 tá mais o nosso carinha aqui que é o o p sobre 2 vezes a distância que é x tá vamos lá primeiro que que é que que são essas forças a
gente a gente tá querendo aqui cara a razão entre as reações e e d então a gente queer a razão entre a força é e a força D é isso que a gente quer né força é sobre a força D vamos descobrir quem é cada um né a força D eu vou descobrir quem é ela agora ó pega esse L passa pro outro lado dividindo tá a força D vai ser vai dividir todo mundo vai ficar aqui PL sobre 2l + p p xz Opa eu botei PX ó p x x Epa p x x
sobre 2l tranquilo esse L vai embora com esse L tá a força D eu vou sumir aqui que acho que vou precisar desse espaço aqui eu não vou ocupar né Como Calma aí vamos lá Opa volto já vai ser igual a p sobre 2 né P so 2 p so 2 [Música] + p x x sobre 2l Prontinho Então já determinamos aqui o valor da força D né a força de D vai valer isso isso aqui isso aqui é a força de D agora quem que é a força e cara a força e a gente
tem como determinar né ó a gente já sabe que a força d vale isso aqui vamos determinar a força e agora vamos substituir al em cima tá joga aqui ó vamos trabalhar essa equação aqui tá a força e ela vai ser o qu né o que que vai ser a nossa força é a força e vai ser + p sobre 2 + p x x sobre 2l isso aqui vai ser igual a p mais P so 2 Opa eu tenho P so 2 em um lado P sobre 2 no outro corta corta corta Opa voltou
voltou pronto P sobre 2 de um lado P sobre 2 no outro corta e corta tá tá somando passa pro outro lado subtraindo né a nossa força é ela vai ser igual a p - p x x sobre 2l tá a nossa força e vai ser p - PX so 2l coloco o p em evidência já que ele tá se repetindo né a força e ela vai ser p que multiplica 1 - x sobre 2l tranquilo de boa tranquilo tranquilo tranquilo vamos fazer o seguinte eu vou colocar logo o p em evidência aqui para a
força D também que é para já ficar bonitinho tá a força D ela vai ser p que multiplica 1 sobre 2 tá mais F sobre 2l como ele ele quer fe sobre FD tá fe sobre FD o que que vai acontecer aqui né vai ficar aqui vamos jogar esses Opa vai vamos jogar um sobre o outro né um sobre o outro vai ficar aqui p x 1 - sobre 2l dividido tá essa brincadeira aí todinha dividido por P que multiplica 1 so 2 + x sobre 2 l esse P vai embora com esse P vamos
fazer os mmcs aqui dentro de cada uma dessas frações né da interação essas frações aqui entre esses dois termos o MMC vai ser 2l então sobe 2l aqui para cima tá vai ficar 2l - x dividido por 2l tudo isso vai ser dividido por o MMC entre esses dois aqui vai ser vai dar o l né vai dar o 2l na verdade né divide aqui 2 l por 2 sobra l então vai ficar aqui l mais x dividido por 2l repete a primeira Multiplica pelo inverso da segunda né eu vou puar Cara essa operaçãozinha para
cá pra gente ganhar espaço né que o cálculo tá enorme vamos puxar para cá pra gente ganhar um espaço Tá certo então vai ficar aqui repete a primeira 2 l - x tá sobre 2l com c que é para não errar nada né Multiplica pelo inverso da segunda aqui né inverso dessa segunda aqui vai ficar 2l em cima dividido por L mais x Opa aqui a gente tem esses termos aqui iguais vai embora vai embora vai ficar 2 l - x dividido por l + x tá e a gente encontra aí que a razão entre
a força e e a força D é o item d de dado 2l - x dividido por por x + l né eu só troquei e botei l + x Mas tudo bem Tanto faz tá tranquilo mais uma questão muito trabalhosa tá Vocês conseguem ver que a gente mexeu com vários termos aí ao longo da questão tá não foram operações de outro mundo né não é nada nenhum tipo de cálculo absurdo mas muito muito trabalhoso aí a questão né iria tomar um tempo de prova gigantesco tá vamos pra próxima agora cara a gente chegamos aí
né Vamos para 46 agora tá anomalias no valor obtido em laboratório da a constante newtoniana da gravitação G podem ser investigadas a partir dos valores da gravidade gezinho G linha né medidos no interior de Minas e em cavidades presentes no interior da Terra no entanto na superfície da terra considera considerada esférica o raio R de densidade volumétrica uniforme a gravidade assume valor G sendo d a profundidade medida na vertical a partir da superfície da terra de uma mina hipotética a razão entre d e r para que se tenha um valor de G valor medido na
superfície n vezes maior que ginha é dada por cara vamos lá aqui ela trouxe um conteúdo que é um conteúdo bem específico nessa questão da anomalia grav quando a gente entra no interior da Terra tá vou fazer aqui vamos trabalhar aqui vamos desenhar aqui para vocês vamos fazer o desenho aqui pra gente entender bem o que que tá acontecendo tá tá aqui o nosso planeta terra n aqui o nosso querido planeta terra o que que acontece com a gravidade vamos fazer a seguinte relação tá tá aqui a intensidade da gravidade e tá aqui a distância
Tá certo em relação ao Centro da Terra tá a distância em relação ao Centro da Terra o que que acontece com a gravidade quando a gente fala dela tá aí dentro dentro da terra o que acontece com ela quando ela tá dentro que acontece com ela quando ela tá fora né Vamos lá a gravidade é uma coisa curiosa cara Ela atinge o seu pico de valor quando ela está na umidade na borda aqui da terra ó Aqui é onde a gravidade tem o seu pico de valor o valor máximo da gravidade ele se encontra aqui
tá sendo depois da borda da terra ou seja da da dessa frecha tangente tangenciando a terra sendo depois ela causa um decaimento ela cai né pela distância ao quadrado como a gente sabe pela relação da força gravitacional só que quando a gente fala de ir para dentro da terra entrar no interior da Terra o que que acontece ela decai cara de forma uniforme tá ela decai aqui de forma uniforme beleza e ele deu pra gente a seguinte relação ó ele falou aqui que a gente tem uma distância R tá nessa distância R nós temos o
valor da gravidade G tá Vocês conseguem observar aqui dentro um triângulo se formando né então a gente tem aí esse triângulo aí com a altura G tá de base r e dentro desse triângulo ele falou que tem uma mina no interior desse triângulo tá onde a gente tem uma gravidade ginha tá e a distância da extremidade da terra até onde atinha essa gravidade G linha ele chamou de D tá então a gente tem um valor Aí sendo atingido tá e um triângulo menorzinho né onde a altura desse triângulo menor vai ser o ginha e a
base dele o que que é isso aqui é o raio menos D é r - d Então a gente vai trabalhar aí cara uma proporcionalidade de triângulos né Vamos Fazer uma comparação entre esses triângulos por quê Porque esses triangulos eles são proporcionais né eles compartilham os mesmos ângulos tá então existe uma proporcionalidade sobre eles então o que que a gente vai fazer aqui agora ó g sobre rão é igual a ginha sobre rão menos desão né tenis E aí cara E aí o seguinte ele falou aqui ó olha uma gravidade de valor g n vezes
maior que ginha então a gravidade o g ele é n vez ginha tá então onde tem G eu troco por n nos querido ginha tá vai ficar aqui n ve ginha sobre R é igual ginha sobre r- D né esse ginha vai embora com esse ginha meios pelos extremos né Vamos fazer meios pelos extremos vai ficar aqui que o r n ele vai ser igual a NR - n d beleza NR - ND tranquilo de boa vamos deixar o r isolado cara joga o ND para um lado Traz esse R para cá tá o ND
vai ser igual ao NR - R coloca o r em evidência tá o ND vai ser igual a r que multiplica n Opa botei ali um ponto sem querer né Calma que multiplica n - 1 ele quer a razão entre quem é d sobre R então o r passa multiplicando passa dividindo tava multiplicando passa dividindo e esse n que tava multiplicando passa dividindo também Puxa essa galera aqui para cima né pra gente finalizar a questão tá D sobre R tá vai ser igual a ã n - 1 sobre n tá então a gente tem aí
a seguinte relação que é n - 1 so n item correto item c de casa né item correto eem c de casa tá então rapaziada finalizamos a última questão aí né vocês podem ver é uma questão que não é complicada é uma questão tranquila mas que pro aluno chegar na interpretação pode ser um Pouquinho complicado até porque essa relação do decaimento da gravidade é uma coisa que a gente trabalha eh não trabalha tanto assim porque é um conteúdo bem específico é um conteúdo que geralmente a gente aposta mais em segunda fase né não em primeira
então vocês podem ver que a os ela trouxe questões bem trabalhosas nessa primeira fase nesse vestibular agora tá E além de trabalhosos trouxe questões bem complicadas até de se resolver levando em consideração o tempo de prova todas as outras questões vocês teriam que resolver né então o o nível que ela colocou ali já foi esperado Já venho batendo nessa tecla que a US ela tem complicado cada vez mais ali a física na primeira fase tá E que ela tá sempre trazendo ali pelo menos duas questões muito difíceis né que não vale a pena você ficar
quebrando tanta cabeça N A não ser que você tenha tenha tempo sobrando só que aqui o que foi que ela fez ela trouxe questões trabalhosas até em questões que não são tão difíceis assim né mas tá aí tudo resolvido tá então ficamos por aqui essa foi a nossa correção da parte de física tamos junto é nós