e eu costumo dizer que se Assistência Social conseguisse fazer tudo aquilo que está no papel tudo foi pensado e construído coletivamente nós não precisaríamos estar aqui discutindo um assunto que é prioridade eu arrisco dizer que o racismo EA falta de assistência pouco se tem falado no Brasil muitos falta evidências na assistência social capazes de traduzir efetivamente é o que a mulher negra é representa na frente social que tipo de demandas que elas apresentam né e público é esse que têm demandado a nossa política EA sede de Poder com esse conhecimento com esse levantamento é ofertar
um serviço de maior qualidade segundo os dados do cadastro único em abril de 2018 entre as quase 14 milhões de famílias o programa Bolsa Família mais de noventa porcento dos responsáveis familiares eram mulheres e 75 por cento entre elas eram mulheres negras 1 e na porca da Assistência Social a gente já observa de uma forma muito intensa a presença de o aumento dessa família do aumento do número de famílias o aumento no número de mulheres negras e não vinham sendo acompanhada diretamente na pelas tem social e hoje recorre os 8.400 centro de referência de assistência
social no país não só em busca de apoio protetivo por uma situação de violência ou violação de direito mas pela falta de alimento pela insegurança alimentar pelo qual as suas famílias estão respostas 1 E aí [Música] E aí [Música] E aí e quando eu cheguei no CNA E se eu ficava com muito muito incomodada porque eu achava se assistência veio corrigir a falência da gestão porque ela verdade quando a assistência vem para trabalhar educação vai trabalhar capacitação para o mercado de trabalho para atender a população em situação de rua todas essas políticas por onde assistência
ela passeia são políticas que deveriam estar funcionando dizer pouco e atendendo todos e todas incluindo a população negra e e é bom que a gente diga que a política de assistência ela vem né justamente para tratar de assistência social e se candidata muito pela Constituição Federal de 88 pela muda o foco é e nem acha que ela muda o foco ela vai vai de um ponto e conta né o danista que ela é uma era uma cultura e agora que está voltando com toda força e que não tem dado certo a história já provou isso
não tem da Serra importante semana e muito muita Lucidez na sua fala e necessária você deixa nesse momento principalmente os a última sala para a gente entender o que vem pela frente E aí [Música] e o que enfrentaram hoje o sexismo eo racismo no contexto da com de Mia é a gente conseguir colocar em prática o que nós fizemos uma 2017 quando nós possamos levar para Um Conselho Nacional de assistência social uma campanha cujo nome se chama suas tem racismo e é preciso fortalecer o fórum dos usuários do suas fortaleceu o Fórum de trabalhadores do
suas é esses órgãos precisam estar fortalecidos para que eles possam juntamente com conosco faltar dentro da do programa precisam trabalhar racismo sexismo como um contexto de programa né com de uma forma mais formalizada e personalizada porque a gente tá lá no Conselho Nacional com um monte de pretos e pretas e quando alguém fala de racismo as pessoas fica olhando uma para isso que você tá falando de uma coisa que não existe você tá atendendo essa população e você acha que essa população é só pobre e você não consegue entender que essa pobreza é um desdobramento
do racismo a gente precisa ainda é refletir sobre muitos aspectos sobretudo dentro do internamente é que a política se faz de dentro para fora em racismo é esse que nós somos enfrentar no suas e quando nós não temos dentro do próprio sistema né e a identificação de quem são as trabalhadoras e os trabalhadores negros que compõem esse sistema único de assistência social e a minha preocupação tem sido muito nesse sentido de fortalecer também o meu corpo de profissionais de servidores porque a gente tem essa visão de cuidar daquele que cuida que presta o serviço infelizmente
a rede do Sul a rede do sistema único de assistência social no Brasil ela ainda prática racismo funcional nós Ainda temos secretários e gestores primeiras-damas que não colocam racismo nas suas tomadas de decisões no ciclo de formulação de desenvolvimento de políticas públicas e que não colocam mulheres negras nos comandos e e até hoje com tudo que a gente avançou a assistência da mãe disse que veio porque se a gente não consegue faltar o racismo se a gente tem um monte de gente preta e mesmo que a gente não consegue faltar o racismo é a gente
precisa primeiro resolver primeiro com a gente tão segundo o qual os conselhos deve ser uma rede privada Isso é uma discussão para dentro para que a gente possa realmente atingir essa população se seguimos todas as nossas diretrizes e normativas nós não estaríamos aqui discutindo tratamento racismo tá tudo é pontuado forma de fazer como fazer Em que momento fazer a tudo aí precisa ter vontade política e e nós precisamos falar de uma assistência social sem machismo e traz a questão racial para desenformar transversal em tudo que faz mas que desfaço seja uma política também intersetorial e
valorizar não falar sobre o racismo não falar sobre práticas políticas é fortalecer o racismo em [Música]