Bom, meus amigos, nós queremos expressar nossa imensa alegria de poder estar aqui com vocês para um estudo desta desta vez em português e agradecer ao nosso pai que nos permite essa tecnologia de podermos estar transmitindo ao vivo aqui de Brasília. Agora são 6:20 da manhã, enquanto que vocês estão a às 8:20 da noite. Então, eh, uma boa noite para vocês e um bom dia para nós que Estamos aqui em Brasília. E é muito bom poder começar o dia falando do Evangelho de Jesus. Na manhã de hoje, nós iremos falar sobre o orgulho e suas máscaras.
foi a solicitação aí enviada pelo grupo de vocês, o Joana de Cuza. E nós já temos essa um mini seminário gravado sobre esse assunto. Ele está disponível no YouTube, vocês podem procurar por Nazareno Feitosa, o Orgulho e Suas máscaras. Ele está em dois módulos, foi gravado, né, nos Estados Unidos e ele tá Bem completo hoje. Então, a gente vai fazer um compacto, já que a gente tem cerca de 1 hora e pouquinho, não é? 1 hora10 a gente vai fazer um compacto e preferi que vocês eh participem, que vocês me tragam as dúvidas de vocês
para que a gente possa, não é, eh pontuar aquilo que não ficou muito claro e que não ficou eh talvez eh eh mais explicitado as diferenças dúvidas que a gente tem. Às vezes a gente tem dificuldades com conceitos de palavras Também. E nós vamos tentar um ver o que que é o orgulho, quais são os perigos do orgulho, como ele se mascara, como ele se eh encobre por certas fachadas que no fim são orgulho também. Então, a gente vai fazer um estudo de hoje, pedir aos amigos espirituais que nos inspirem na produção, já que o
tema é muito vasto, a gente precisaria de mais horas, não é, para abordar toda a questão e nada impede que a gente possa prosseguir Também nos encontros seguintes. Então nós vamos iniciar com uma poesia do espírito Júlio Diniz e a psicografia de Francisco Cât Xavier que se chama O esposo da Pobreza. Está no livro Parnaço de Alem túmulo da editora da Federação Espírita Brasileira. Francisco de Assis, um dia, assim que deixara a orgia no castelo, entregou-se a natureza, a uma vida de aspereza, num canto doce singelo, abandonar a vaidade, Buscando a paz da humildade, a
santa luz da harmonia. E nas horas de repouso, Francisco, em estranho gozo, a voz de Jesus ouvia. Filho meu, faz-te esposo da pobreza desvalida. Emprega toda a tua vida na doce fina do bem. Francisco, ouve ninguém. Vai ao céu sem a bondade, que é a grande felicidade de todos os corações. Esquece as imperfeições, vai conforta os desgraçados, Sedentos e esfomeados, flagelados pela dor. Quem alivia e consola recebe também a esmola das luzes do meu amor. Francisco chorava e ria. E é em divinal alegria vi as flores e os jasmins que não fiam, que não tecem,
com roupagens que parecem vestidos de serafins, as aves que não trabalham e, no entanto, se agasalham nos celeiros da fartura, saltando de galho em galho, buscando a graça do orvalho, bênção do céu doce pura. Vi a terra enverdecida. Exaltando a força e a vida, a seiva misteriosa no seio dos vegetais e a ânsia cariciosa das almas dos animais. E sobretudo em Davia, a sacrossanta harmonia do coração sofredor, que não tendo amor luz, tem tesouros de esplendor no terno amor de Jesus. Francisco de Assis. Então, submerso o coração em sublimes alegrias, entregou-se as harmonias vibrantes da
natureza, tornou-se o amparo da dor e, guiado pelo amor, fez-se esposo da Pobreza. Meus queridos amigos, nós vamos então hoje falar sobre esse tema tão importante que é o orgulho. E no Evangelho Segundo Espiritismo, Allan Kardec vai fazer o estudo das bem-aventuranças de muitas parábolas, não é? Ele dividiu o evangelho em cinco partes. Os atos comuns da vida de Jesus, os milagres, as profecias, as palavras ou frases que deram origem aos dogmas da igreja e a Principal parte que ele vai estudar nesse neste livro. Os outros, as outras ele estuda nos demais livros, como o
Céu e Inferno, A justiça Divina Segundo o Espiritismo e o livro a Gênesis, onde ele estuda o os milagres e as profecias. Mas no Evangelho Segundo Espiritismo, ele vai estudar o ensinamento moral, que é universal, não é? É o código moral universal para todos nós. Então nós respeitamos também, não é, e acreditamos que também são missionários do Cristo. Todos esses outros grandes homens e mulheres, profetas, médiuns, não é? Krishna, Buda, não é Lautissé, Confúcio, não é? Maomé e tantos outros trabalhadores da religião, da filosofia, da ciência, não é? Nesse respeito que nós temos, que a
gente costuma chamar de alteridade. Não é autoridade, é o respeito pelo outro, pela diferença. Divaldo Pereira Franco diz que Deus inspirou as diversas religiões do planeta de acordo com as diversas Necessidades dos povos. Ou seja, lá no extremo oriente nós precisávamos certamente do bramanismo, que se tornou o hinduísmo, do xintoísmo, do confusionismo, do budismo, do taoísmo e de tantas outras doutrinas que nos falam a respeito da reencarnação. Um documentário da Discovereno diz que 2/3 textos da população mundial acreditam em reencarnação, não é? Porque sobretudo a boa parte da população está no Oriente. No Oriente Médio,
a mensagem do profeta Maomé e no Ocidente as centenas de denominações cristãs diferentes, cada uma com a sua interpretação particular, não é? E entre elas também a doutrina espírita, não como a religião propriamente dita, não é? Porque ela não tem rituais, não tem ritos, não tem liturgias, não tem dógas, não tem sacramentos, não tem roupas especiais, não é? paramentos, não tem, não é nada de culto exterior, imagens. Ela vai buscar adorar Deus em espírito, em Verdade, como Jesus nos propunha. Não que a gente não respeite tudo isso, a gente respeita, não é? Mas a gente
fala que não precisamos dos amuletos, talismãs, palavras mágicas, não é? Superstições, porque o que importa é a fé, não é? Como Jesus também nos ensinou, o pensamento e a fé. Então, na questão do Evangelho Segundo Espiritismo, há um capítulo chamado Bem-aventurados Os Pobres de Espírito, que vai falar justamente sobre o Orgulho. Então, nós vamos ver que vai ser o nosso tema principal de estudo de hoje e vamos extrair lições muito importantes desse assunto, né? É o capítulo, acho que é o capítulo 8. Mas antes de começar esse estudo, eu queria fazer uma pergunta aos senhores.
Qual foi a primeira bem-aventurança que Jesus nos apresentou no Sermão do Monte, Capítulo 5 do Evangelho de Mateus? Quem sabe qual foi a primeira bem-aventurança? Estou falando com os encarnados, mesmo os internautas, mas com os encarnados que ainda estão aí. acordados, né? Pobres de espírito, os bem-aventurados, os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Agora, o que que é pobres de espírito, não é? Kardec vai explicar que são os pobres de orgulho, São justamente os humildes, não é? Então, o os humildes deles é o reino dos céus. E quem sabe o que
significa bem-aventurados? Hã, felizes. Muito bem. Vejam que Jesus vem falar de felicidade. Claro que a felicidade futura, porque ele nos disse que no mundo tereis aflições, mas tô ânimo. Eu venci o mundo. Ele vem nos falar dessa felicidade que nos aguarda nos mundos superiores, no mundo espiritual mais feliz, né, nas colônias Elevadas, como também a terra que vai se tornando a cada dia um mundo de regeneração, onde se tornará cada vez mais feliz. Mas vejam que o Espírito de Samuel Lucas que nos orienta, el diz: "Nazareno não é por acaso que é a primeira, porque
a a humildade está no Evangelho segundo o Espiritismo, que ela é a chave para muitas outras virtudes, não é? Então a humildade que a gente vai ver aqui, humildade vem do radical húmos, Que significa solo fértil. Então, a pessoa humilde é aquela que está com solo fértil, que está aberto para receber a semente, como na parábola do semeador, Jesus fala que o semeador saiu a semear, não é? Algumas sementes caíram, não é? Foram carregadas pelos passarinhos, outras caíram no solo seco, outros no céo no solo raso, outras não é cheia de arbustos de espinheiros. E
somente aquelas que caem no solo fértil é que Produzem umas 30, outras 60 e outras 100 por um. Então a pessoa orgulhosa é aquela que está com coração, não é, com o solo do coração duro, coração endurecido. Então ela não aceita ou não quer, por enquanto, não é? tem dificuldade de aceitar outras verdades. Ela acredita tanto em si mesma, tanto naquilo que ela já já definiu ou que os a o mundo apresentou para ela, que ela tem dificuldade, por exemplo, os materialistas, os ateus, Como eu fui durante 12 anos, não é? mesmo minha mãe tendo
dito Neno, eh, eu vi a minha mãe, ela tinha visto minha avó na mesma noite em que minha tia e a secretária também registraram a presença da minha avó, que havia desencarnado há pouco tempo, ela me contou aquilo. Eu acreditei porque eu sabia que minha mãe não teria por mentir para mim. E isto entrou por um ouvido e saiu pelo outro. Ou seja, eu continuei tão ateu ou materialista quanto antes. Vejam que não Basta o fenômeno para a gente crer, né? No livro dos médiuns, no capítulo do método, Kardec diz que nós levarmos 10 pessoas
para uma sessão mediúnica, né, para assistir lá, por exemplo, uma psicografia, se elas não tiverem estudado antes, não tiverem conhecido a doutrina antes, nove vão sair de lá. mais eh sem acreditar e algumas delas mais incrédulas do que antes. Enquanto que se, ao contrário, se a gente estudar A doutrina espírita e levar depois a pessoa para conhecer uma reunião mediúnica, o número vai ser exatamente o contrário. Ou seja, precisamos estar com solo fértil, preparados para aquela nova realidade para poder entender. Então, o primeiro passo é compreender o que é humildade. Porque às vezes a gente
confunde humildade com com aparência. Por exemplo, a pessoa chega no centro espírita, não é, com aquela roupa lá toda amarrotada, a roupa velha, não é? Se vestindo de maneira muito despojada, quando em verdade ela tem recursos para se vestir melhor, para dar uma impressão de de humildade. E Alberto Almeida, que é um expositor muito querido, vocês já devem ter visto algum material dele na tvc.com, em DVDs e tantas palestras que ele participa. Ele vai dizer que ele é médico e psicoterapeuta. E quando ele é se quando alguém chega ao seu consultório com a roupa toda
Amarrotada, com o cabelo desgrenhado, ele pensa consigo: "Olha, essa pessoa não está bem, porque vestir-se adequadamente é um sinal de equilíbrio, de bom senso." E Allan Kardec foi conhecido como bom senso encarnado. Então, a gente vestir-se conforme a ocasião, não é? Claro que não é para ir para uma uma trabalho social, uma favela aqui no Brasil lá ostentando roupa de marca, não é? E celulares caros. Isso agride realmente as pessoas, Mas vestir-se adequadamente não há nenhum problema. Quando a gente analisa, não é, as pinturas a óleo de Kardec, ele está lá bem apresentado. Não tem
registros na sua biografia que ele andava lá de chinelos, de alpercatas. Não, não é Bezerra de Menezes, do mesmo modo também se apresentando como deputado geral, como vereador que ele foi, o médico dos pobres, que foi o título jocoso que lhe apelidaram, mas que ele, né, disse que foi o mais nobre Que ele já teve ter sido chamado médico dos pobres, não é? Euripes Barçsanufo, apesar de casado com a dama pobreza, ele vestia sempre de terno de casimira, sapatos bem polidos e as moças da cidade loucas para casar com aquele homem encantador, não é? Doce,
suave, inteligente, não é? O nosso querido Chico, um dos grandes exemplos de humildade que o mundo já conheceu, senão o maior. Chico vai se apresentar sempre como de terno e gravata, né? Doados, Emprestados. mas sempre buscando se apresentar da maneira, né, eh, adequada, sobretudo aquela época em que as pessoas iam até pro cinema de Palitó, não é? Então, a gente vê que não é a pela, o reino de Deus não vem com aparência exterior. Primeiro, aparência, segundo, o comportamento. Às vezes a gente acha que ser humilde é ser eh bonzinho, entre aspas, não é? é
ser conivente com mal, é não ajudar, não esclarecer. Isso é covardia. Isso pode ser omissão no bem, não é? conivência com mal e não necessariamente humildade. Então, tá lá, a gente vê coisas erradas em nosso Brasil, por exemplo, estão tentando legalizar o aborto aqui a partir do terceiro até o terceiro mês de gestação e e muita gente de braços cruzados e acha que não, eu sou humilde, eu tô fazendo, não tô fazendo mal a ninguém, tá tudo certo. E o que é que o livro dos espíritos na questão 642 vai nos Esclarecer? Kardec pergunta se
para o homem assegurar a sua posição futura e ser agradável a Deus, bastará ele não praticar o mal? E os espíritos dizem que não, que deveremos fazer o bem no limite de nossas forças, porque responderemos também pelo mal que surja da nossa omissão no bem. Ou seja, se a gente podia fazer um bem e não fez e dali surgiu o mal, nós também somos responsáveis. Então, vejam a Responsabilidade da gente que tem tanto conhecimento, não é? A que muito foi dado, muito será cobrado. É assim? Não, não é assim não, pessoal. Não é a dizem
que a melhor tradução é: "A quem muito foi dado, muito será pedido." E quando Jesus falou isso, certamente ele falou aos fariseus. Porque se a gente analisar o evangelho, vez que Jesus tinha dois discursos completamente distintos. quando ele falava aos doutores da lei, aos orgulhosos, Aquelas pessoas que tinham muito conhecimento e, por isso muita responsabilidade, que ficavam gerando sentimento de culpas para as pessoas, não é? Instituindo uma série de rituais, dizendo que era impuro, quem eram era e eh quem é que era puro, criticando as as prostitutas, os publicanos, né, os coletores de impostos, os
romanos, os gentios, enfim, não é? Se colocando como seres superiores que não eram. Aí Jesus vai falar para eles, não é? Como falou em várias oportunidades, de maneira dura. Ele vai dizer, não é? A quem muito foi dado, muito será pedido ou cobrado. Mas Allan Kardec foi que deu a melhor interpretação para essa frase, porque aquilo me inquietava, porque eu pensava: "Meu Deus", né? Quando eu lembrava de todos os livros espíritas que eu já tinha lido, eu pensava: "Vixe, eu tô lascado, né?" Mas Allan Kardec vai nos esclarecer Dizendo aos espíritas, tá lá no Evangelho
Segundo Espiritismo. A quem muito foi dado, muito será pedido, mas será muito dado também se souberem bem aproveitar. Olha que coisa maravilhosa. Então, a gente também vai receber muito à medida que a gente faça a nossa parte. E cada um tem os seus talentos, não é? Cada um vai fazer aquilo que dá conta de fazer, que que é bom naquela especialidade. Deus não nos exige algo que a gente não Possa fazer. Então, o orgulho ele não é omissão no bem, ele não é conivência com o mal, não é? É claro que quando a gente vai
chamar a atenção do semelhante, tem todo uma série de de cuidados que a gente vai ter. Vocês que tiverem mais interesse, tem uma palestra sobre a dificuldade da convivência na casa espírita, vocês vão ver como é que a gente dá esse feedback para as pessoas, não é, e assim por diante. Mas o orgulho, então, é aquela pessoa que Está, né, cristalizada no pensamento e o humilde não é o que está aberto a novas ideias, não é? é aquele que não julga, que não condena, que respeita, que reconhece a sua ainda e inferioridade. Então, ser humilde
é a gente primeiro o quê? Saber que não somos donos de toda a verdade, porque somos espíritos ainda imperfeitos. Segundo, nós ainda sabemos que trazemos um imenso passado de débitos, de erros que precisamos reparar e que precisamos trabalhar no bem. Então O verdadeiro humilde, ele não tá preocupado com nada, com o que os outros estão pensando. Ele tá pensando preocupado em trabalhar, porque ele sabe que é o amor, a caridade que cobre a multidão de pecados. Então ele não tá preocupado também agradar os outros, porque agradar aos outros também é sinal de orgulho. É o
que a gente chama também de vaidade, não é? Vejam que a gente quer agradar a todo mundo. Se uma pessoa não gostar da gente, a gente já fica Doente por aquilo. Por quê? Será que a gente é melhor do que Jesus? Eu sofria muito com isso e, aliás, ainda sofro, não é? Mas eu porque eu pensava, eu tentava agradar todo mundo, porque eu pensava, pelo menos o nome Nazareno eu já tenho, né? Pode ser que eu consiga, né? Mas a gente não pode nem se comparar a esse espírito, esse sol de primeira grandeza, que é
Jesus. Então, nem ele conseguiu agradar a todos. Jesus foi chamado de Beusebu, de príncipe dos demônios. Aliás, Beebu é uma coisa até meio pejorativa, porque a gente pensa que é um um demôiozão, um zebu, não é? Um touro assim bem grande. E Baal significa senhor e Zebu significa moscas. Era chamado o senhor das moscas. Era o demônio que eles acreditavam que ficava no lixo da cidade, não é? Que estava sempre sendo tocado fogo. Daí chamado Jeena. O fogo inextinguível. Não é fogo eterno, é fogo inestinguível. fogo que Nunca apagava. Daí por eh porque era o
lixo da cidade naquele tempo não havia, não é, coleta de lixo e assim as pessoas jogavam do lado de fora da cidade. Mas isso é outra questão. Então vejam o orgulho, então é diferente de tudo isso. A pessoa orgulhosa, ela supervaloriza a si mesmo, ela se fecha e ela abre espaço para a fascinação, abre espaço para a obsessão espiritual. Eh, aliás, se o vídeo, se a qualidade do áudio não tiver boa, pessoal, vocês Podem também fechar o vídeo, tá? Se ficar melhor para vocês. Eu não sei como é que tá a qualidade aí, tá? Mas
às vezes ajuda porque aí não, quando vocês falam e eh demora um pouquinho, tem umas falhas para mim, tá? Mas como vocês não estão falando nada também, não tem problema. Pode manter assim. O importante é que o som chegue bem bom para vocês, tá? que o que eu possa falar rápido e a gente ganhar tempo. Então, vejam a questão do orgulho Lá no livro, no livro dos médiuns, no item 228, os espíritos vão dizer a Kardec que entre as muitas imperfeições morais, que são tantas outras portas abertas para a influência dos maus espíritos, aqueles se
aproveitam com mais frequência é o orgulho, porque é o defeito que a criatura menos reconhece, menos identifica em si mesmo. a gente vê os defeitos dos outros, mas não enxerga as nossas imperfeições. Então, vejam que o orgulho realmente ele é um problema grave. E ele é grave também porque ele impede que a gente enxergue o que tem errado com a gente. E se nós estamos aqui para nos autoaperfeiçoar, para nos melhorar, eu não vou conseguir fazer o autoconhecimento enquanto o orgulho estiver presente, né? Então, precisamos da humildade para fazer o que a questão 919 nos
recomenda, que é o autoconhecimento, que é o meu prático Mais eficaz nesta terra, nesta vida, para o homem melhorar-se, não é? E para ele resistir aos maus arrastamentos. Então, vejam que o orgulho é muito grave. Ele vai impedir isso no processo da fascinação, que é o processo em que um espírito se apresenta muitas vezes, não é, com um aspecto superior, eh, com a a escrita muito bonita, com palavreado, não é, eh interessante. Ele às vezes até assinam com nomes pomposos, não é? trazem uma biografia de si Mesmos, querendo se vangloriar, e começam a enganar o
médium, porque há muitos pseudos sábios, há muitos falsos Cristos e falsos profetas. Então, não é, eles pululam aqui na terra com muita facilidade. Então, esses espíritos, eles vão estimular também a vaidade e o orgulho do médium. Por quê? Porque aí ele vai ficar muito suscetível às críticas. Por qualquer motivo eles vão ficar chateados. vai achar que ele só é que está com a verdade. Todo mundo tá Errado, não é? E ele vai se isolar, vai deixar a casa espírita, vai, digo, começar a trabalhar só na sua casa e vai então ser presa fácil dos espíritos
enganadores. É isso que o livro dos médiuns nos fala sobre a fascinação. Então, a nossa proteção é o estudo em grupo, é a crítica que os outros companheiros vão fazendo, porque crítica é faxina. Ora, se um médium como Chico Xavier demorou 3, 4 anos para chegar numa condição de de Emano, né, Eh, considerar que a a produção mediúnica agora estava de melhor qualidade, Divaldo ficou 4 anos, Joana de Angeles mandou ele queimar, não é, uma série de mensagens que ele havia psicografado, que ele guardava num baú com todo carinho, todo apego do mundo. E ela
disse: "Toque fogo". Era só treino, não é? Porque a gente sabe da fragilidade de nós, os médiuns, aqui na Terra. No livro dos médiuns, que Ardec pergunta: "Qual seria o conceito do Médium perfeito?" E os espíritos respondem: Perfeito. Perfeito não é uma palavra adequada ao vosso mundo. Poderíamos dizer no máximo bom médium. E o bom médium é aquele que, buscando sintonizar sempre com os espíritos superiores, tenha sido o menos enganado. Então, todos nós, os médiuns, seremos enganados. A a e a própria obsessão, ela é um escolho, ou seja, ela é um obstáculo natural na mediunidade.
Nós médicos Vamos ficar obsediados de vez em quando. É muito natural, faz parte da mediunidade, ensina-nos o livro dos médiuns. Agora, mas Nazareno e Chico Xavier também foi enganado. E ele perguntou: "EANu, por que que você permitiu que espíritos maus me enganassem? para que você saiba que não é infalível e mantenha sempre a humildade. Então, vejam os perigos do orgulho. Lá no Evangelho Segundo Espiritismo, nós vamos ver que os Espíritos dizem a Kardec que o orgulho é o pai de muitos vícios, é a negação de muitas virtudes, é a fonte de quase todos os males
e que por isso Jesus dedicou-se a combatê-lo como principal obstáculo ao progresso, que ele impede o autoconhecimento, o autoaperfeiçoamento, não é? Vai dizer também, não é? que o orgulho é o principal motivo móvel de quase todas as nossas ações. A gente acha que tá fazendo por caridade, por Bem, mas muitas vezes é por orgulho. Então, André Luiz Peixinho, o atual presidente da Federação Espírita da Bahia, um expositor muito querido, ele vai dizer que fez uma pesquisa com 40 voluntários, 40 trabalhadores do bem e perguntou: "Por que que vocês fazem caridade?" Eles disseram: "Ah, Peixinho, porque
fora da caridade de uma salvação? Porque nós temos que fazer ao próximo. Fala essas respostas naturais que nós já sabemos e que são corretas. Mas ele Disse: "Olha, mas eu quero saber por que outros motivos vocês fazem caridade". Aí dos 40 25 disseram que faziam caridade com medo de ir para o Umbral. Dos outros 15, 14 confessaram a Peixim que faziam caridade também, mas era para ganhar bônus hora. Porque leram no livro Nosso Lar que naquela cidade quando a gente faz o bem, não é? Acumula créditos, não é? Como é natural, porque a cada um
segundo suas Obras, então eles queriam chegar no mundo espiritual numa boa condição financeira, né? Querem realmente chegar lá numa boa condição. E um deles, o mais jovem, disse: "Peixinho, olha, eu vou ser sincero para você. Eu gosto de fazer caridade também, é porque eu saio à noite com os meus amigos e a gente vai para os bares lá na mesa e aí eu conto para eles: "Olha, você não sabe onde é que eu fui esse fim de semana?" Nós subimos na favela tal, não é? No morro Qual, nós distribuímos tantas cestas básicas. Ele tava fazendo
caridade para contar vantagem, para supostamente defender que a nossa doutrina, que a nossa filosofia seria superior às outras doutrinas. Então veja que dos 40 trabalhadores nenhum estava fazendo pelo seu verdadeiro sentido, que é o altruísmo, não é? Que é o amor realmente ao próximo, o esquecimento de si mesmo. Então vejam que o orgulho mascara muitas coisas. Mas Nazareno, Então quer dizer que é melhor a gente parar de fazer o trabalho do bem, não é? A caridade que a gente faz aqui de de ajudar aos próximos, atendimento fraterno, ajudar na casa espírita, porque eu fazia realmente
também com medo de Pumbral, não é? Não, vamos continuar fazendo. Emanuel diz que nós deveríamos fazer tudo por amor, mas enquanto a gente não aprende a fazer por amor, façamos pelo nosso dever, porque é nossa obrigação ajudar os nossos irmãos Necessitados, né? Aí na Austrália, certamente vocês devem fazer um trabalho mais de divulgação da doutrina espírita, de acolhimento, de apoio, que aliás é uma das caridades mais importantes no budismo. Inclusive eles têm cinco tipos de compaixão. a compaixão de você ajudar e e tantas outras, mas a mais extraordinária que eles identificam inclusive por cores a
compaixão branca é a compaixão de você eh levar esclarecimento, levar a fé, a certeza da Imortalidade da alma para o seu semelhante. Então essa caridade que vocês estão fazendo de estudar, de se preparar para poder levar esse consolador prometido a tantos corações, é, sem dúvida alguma, uma das caridades mais importantes, além da questão 886, que a gente sabe que a caridade é benevolência para com todos, tratar todos bem, é indulgência para com as imperfeições alheias e o perdão das ofensas. Então, vejam que o orgulho Realmente tem máscaras, ele vai ser uma imperfeição, não é? que
permite a influência dos espíritos, permite a fascinação, impede-nos de perdoar. E quem sabe que qual é o sacrifício mais agradável a Deus? Qual é o sacrifício mais agradável a Deus? O perdão. O perdão tá lá no Evangelho Segundo Espiritismo dizendo que o sacrifício mais agradável A Deus. Então, antes de eu colocar a nossa oferta no altar, não é como Jesus falava para aquele costume do povo judeu, né, adaptado àquela época, ele falava de acordo com a as as condições e circunstâncias, ele vai dizer que a gente primeiro se reconciliasse com o nosso adversário, né? Apressa-te
para pagar o que deves. Reconcilia-te com teu adversário enquanto estás a caminho com ele, para que ele não te coloque eh a não te entregue ao juiz, este ao Ministro da justiça, este te coloque na prisão, porque eu vos digo em verdade que dali não saireis até que tenhais pago o último setil. Mas o orgulhoso, ele acha que ele é o dono da verdade. Ele acha que o outro é que errou. Só que nós não somos todos diferentes, não é verdade? Se a gente analisar, nós somos espíritos em níveis de evolução diferentes. Nós tivemos passados
reencarnatórios, vidas diferentes, Não é? Nós tivemos educação, nossos pais, nossos mestres, não é? nossos professores foram todos diferentes. Nós temos problemas, nós temos, não é, eh, programações reencarnatórias diferentes, nós temos objetivos de vida, sonhos, gostos diferentes. Eu tô olhando para vocês aqui, não tem ninguém com a mesma roupa, tá? Cada um, não é, com um conjunto, um vestido, uma calça, não é, da sua preferência para pelo menos para frequentar o centro espírita. Então, Vejam que a questão da diferença é algo que a gente precisa reconhecer. Então, nós vamos ser todos diferentes e vamos precisar dar
esse desconto, porque Jesus nos fala, né? Eh, perdoai para que Deus vos perdoe. Nos fala que bem-aventurados os misericordiosos, porque eles próprios obteram misericórdia. enfim, vai nos falar da excelência do perdão. E se a gente está cheio de orgulho, a gente não consegue perdoar, nem se movimenta na direção do próximo para buscar o perdão. Então, o evangelho vai nos falar, não é, daquele que se eleva será rebaixado, não é? Eh, o próprio, quando a gente vai ler a lei de destruição do livro dos espíritos, né, questão 737, né, a Kardec pergunta: "Mas por que Deus
atinge a humanidade com os flagelos destruidores?" Não é? Então, eles vão explicar, olha, eh, na questão 728, eles já tinham dito que a destruição nada Mais é que transformação e que tudo é preciso se destruir para se para renascer e se regenerar. Então, o que a gente chama destruição nada mais é que transformação, mas que eles vão dizer que através desses flagelos, eh, a humanidade avança em pouco tempo, o que talvez levasse séculos para suceder. Então, nesses pontos, às vezes aí Kardecão seguinte, na 738, ele pergunta: "Mas Deus não tinha outras maneiras de fazer a
humanidade progredir?" E os Espíritos diz que sim e os emprega todos os dias. Os homens é que não os aproveitam. Então, às vezes é necessário que Deus os castigue em seu orgulho para que possam se regenerar. Vejam que até esses reveses da vida, até os tsunamis, os terremotos, não é? os vulcões, os furacões, as enchentes, quantas vezes vem também para fazer com que a gente tenha mais humildade. Claro que existe a negligência nossa humana, mas também Aquela aquela necessidade que a gente quanto eu fui ateu durante 12 anos. Se não fosse a quebra financeira e
a depressão que me abateu muito profunda, eu tava prestes a me suicidar, aliás, pensava em cometer o suicídio desde a infância, era uma influência espiritual de uma vida passada. Ela eu eh eh precisei então ser tocado pela amiga dor para buscar respostas e encontrei na doutrina espírita, que nunca tinha ouvido falar, porque os Espíritas nós não divulgamos muito bem a doutrina. Então, finalmente, alguém, não é, Deus colocou alguém no meu caminho que me deu um livro para ler. Foi nós e o mundo espiritual da Sara Nzinen. Ela é finlandesa, mas mora no Ceará, né? Moro
no Ceará. E e o livrinho muito fácil pra gente começar com li noite, no dia seguinte eu disse: "Cadê o tal do livro dos espíritos? O evangelho me arrumem que eu quero ler também". Então, vejam Como a gente precisa desse remédio amargo, assim, dessa cirurgia, não é? É como a gente leva um filhinho para para tomar vacina. A gente o a criança chora, mas Deus permite isso conosco porque sabe que a daquele mal nascerá um bem maior. Então às vezes é necessário a gente ser ferido no orgulho para poder abrir os nossos corações para a
mensagem libertadora, não é? Então nós vamos, nós temos, nós falamos 36 minutos ainda, a gente tem mais um pouquinho de tempo, Né? Vocês vão ficar aí até que horas mesmo? A gente tem quanto tempo total aqui? Vai mais meia hora. Isso incluindo as perguntas. É mais meia hora incluindo as perguntas. Então vamos já fazer a conclusão. Bom, pessoal, então vejam que a humildade, então às vezes as pessoas se confunde um pouco. Chico Xavier trouxe uma lição muito forte de humildade, mas era para impressionar sobretudo os médiuns, né, e para que ele mesmo também se cuidasse.
Porque o nosso modelo não é Chico. Qual o modelo da humanidade? Jesus. Não é como é que Jesus era? Jesus era humilde. Era humilde. Mas a humildade dele não era subserviência, não era conivência com não. Ele era firme e ele falava o que que era verdade. Ele não se omitia. Quando Perguntava se ele era o Messias, ele dizia que era o Messias. Quando aquele mancebo rico pergunta bom mestre, ele vai perguntar: "Bom, por me chamas de bom?" Bom só a um Deus, mostrando que aqui somos todos ainda espíritos imperfeitos. Mas mestre, dizei o bem, porque
eu sou. Jesus aceitava a condição de mestre. Quando falavam de pai, eles olhe, não chamais a ninguém de pai, porque pai só temos um, Deus. E mestre, somente tens um, o Cristo. Ele, ele se dizia, ele se dizia maior do que o templo, maior do que Salomão. Aqui está alguém que é mais, né, antes de Abraão, eu já sou, já era, mostrando que ele era maior e mais antigo, porque é um espírito puro do que o próprio Abraão, patriarca do povo judeu. Então, ele não se omitia de falar o que era verdade, não é? Então
ele vai ter a humildade e ao mesmo tempo não é essa firmeza. Porque humildade não é falta de energia, Diz Divaldo. Isso não é humildade não. Isso é a gente não querer desagradar os filhos, não é? Não, meu menino vai chorar. E se a gente não faz ele chorar hoje, amanhã, mais tarde, ele nos fará chorar muitas vezes. Então é preferível que ele murmure, que ele reclame, que ele não, que ele ele receba o castigo, né? não possa sair de casa, enfim, ter aquelas limitações para que a gente possa ir educando sobretudo até os 7
anos. E como é que era Chico Xavier? Bom, Chico era uma doçura de pessoa e veio ensinar sobretudo aos médiuns, a buscar cada vez mais humildade, porque era o problema, né, talvez mais essencial entre nós, os espíritas, porque a gente agora tem muito conhecimento e estamos nos tornando os novos doutores da lei agora nos tempos modernos. Então nós estamos julgando quem tá certo, quem tá errado, né? Querendo condenar, então criticar os outros, Isso não é o melhor caminho. Então Chico veio nos ensinar o quê? Essa humildade, essa simplicidade, a tríade Kardequiana, que é o trabalho,
a solidariedade e a tolerância. E ele veio, não é, até para para nos impressionar mesmo. Uma vez uma senhora foi ter com ele e disse: "Chico, você é tão maravilhoso, Chico. Quantas mães você já consolou? Quantos espíritos nobres vêm até nós graças ao seu trabalho. E ele todo encolhidinho dizia: "Sou não, Minha irmã, sou não. Meu nome é Francisco. Se tirar o Fran, fica somente o Cisco." Mas ele era o cisco de Deus, não é? Então ele brincava, tava sempre falando disso. Outra vez um expositor foi ter com ele e o expositor disse: "Chico, deixa
eu desligar aqui o alarme que era hora de acordar essa." E aí disse: "Chico, olha, você tem que se defender, Chico. Estão falando calúnias a seu respeito E tal. Você deve dizer a verdade. A verdade deve ser dita: "Doa em quem doer." Você não pode calar. E ele nunca se defendeu. É uma outra lição de humildade pra gente, é não se defender. E aí ele vai psicografar um um verso pequenininho atribuído a Maria João de Deus, sua mãe. Ele vai dizer: "No mundo a felicidade para se encontrar com esplendor é uma gota de verdade dentro
de 1 L de amor." Eu vou repetir. Mundo. A fórmula para se encontrar a felicidade com esplendor é uma gota de verdade dentro de 1 L de amor. Mas a gente pega um barril da nossa verdade relativa, imperfeita, não é? Não somos espíritos puros ainda e arremessamos sem nenhuma gota de carinho de amor para o nosso semelhante. Então, a gente tá fazendo errado, né? a gente tem que usar mais o amor. E outra vez ele tava dizendo, né, para as pessoas que ele nada mais era que um verme. E o espírito emano disse: "Chico, olhe,
não somos todos nós que podemos nos comparar a um verme, não, viu?" Aí ele disse: "Como assim?" Porque o verme ele escava o solo arejando, não é? permitindo a fixação do nitrogênio nas raízes. O vermen cumpre muito bem a sua missão, Chico. E não somos todos nós que cumprimos os nossos deveres tão bem como o verme cumpre a sua tarefa. E ele disse: "Uai, meu irmão". E passou a se declarar num subverme, menos que um Verme. Então, vejam, não é como ele veio nos trazer esses exemplos que são muito úteis e muito importantes, não é?
Mas, por exemplo, elogiar, ele vivia elogiando as pessoas. Chico elogiava a todos. A pessoa podia ser ruim como fosse. Ele dizia: "Meu filho, você tem muita luz, né? Olha, você vai superar isso, sua família vai lhe compreender." Ele estimulava, trabalhava a autoestima das pessoas, que é diferente de trabalhar o orgulho, né? Então, já na Questão dos médiuns, não, o próprio livro dos médiuns diz que o próprio grupo tem que preservar os médiuns para não exaltar-lhe o orgulho, para que ele não fique, né, se vangloriando cheio de si e permita a influência dos maus espíritos. Então,
há uma questão, não é, entre aquela o que as pessoas acham que no fundo não é não é humildade. Por exemplo, se chegarem para mim depois de uma palestra e a pessoa gostou e a gente percebe que foi sincero e a pessoa Disse: "Olha, Nazareno, muito obrigado, eu gostei da sua exposição, eu vou dizer: "Olha, eu que agradeço, não é? Que bom que você ficou feliz, porque eu devo a minha vida à doutrina espírita e eu me esforço para fazer um bom trabalho, não é? né? Então assim, agradeço aquela aquelas palavras de estímulo ao trabalho,
né? Não sou a minha pessoa, porque eu sei que eles estão elogiando a doutrina e eu não sou aquilo, eu não sou esse palestrante que Vocês estão ouvindo. Eu sou uma pessoa cheia de problemas, cheia de dificuldades, não é? Pergunte a minha esposa, a minha mãe, a meus pais, meus irmãos, não é? Leve ao Nazareno pra Austrália um mês aí pra casa de vocês. Vocês vão mandar de volta paraa Brasília com passagem paga, com hospedagem, com tudo, porque a gente tem muitos defeitos, não é? Apenas a gente vem aqui e vai falar da doutrina que
é maravilhosa, vai falar de Jesus. Então É, é encantador. Agora se a pessoa for elogiar, eu vou dizer: "Não, minha irmã sou não, não fala isso não. Que coisa horrível. Eu sou, eu não valo nada. Eu vou est sendo hipócrita. Porque qual é o expositor? Vocês conhecem algum expositor que não é vaidoso? Tem uns que não aparentam ser vaidos, mas são vaidosos. Porque é muito difícil estar aqui na frente falando para as pessoas. você falar para 2.000 pessoas, Né, e para um evento com a responsabilidade, a gente tem que gostar disso. Além de ser a
nossa vocação, a gente tem que gostar, a gente tem que gostar de agradar as pessoas. Então, os expositores, na sua grande maioria, são vaidosos. Agora, o importante é o quê? A gente fazer o autoconhecimento, reconhecer que temos essa imperfeição, não sofrer quando não agradarmos a todos e utilizar aquilo para o bem. Então, o que é que os espíritos fazem? Esse menino aí, o Nazareno, o que é que ele tem aí? Olha, ele é muito vaidoso, mas ele gosta de estudar, não é? Se tiver eh eh palestras agendadas, ele vai se esforçar, então ele ele vai
ter ele tem facilidade de comunicação. Então vamos pegar o seguinte, já que ele não presta para nada, vamos usar ele para palestrante, entendeu? Então agora o importante é ter consciência disso. Agora não é a gente ficar com aquela falsa hipocrisia, Aquela seriedade. Por que que a gente não pode ter alegria? Porque a gente não pode? Então agora falar mal da pessoa pode, não pode falar bem, não vamos falar bem, qual o problema agora sem aquela, aquele exagero, sem aquela, aquele culto que as pessoas fazem aos médiuns, isso é que é errado, os médiuns de cura,
né? Então, as pessoas que não são espíritas e eh querem agradar, querem idolatrar, querem dar dinheiro, querem dar presentes, querem dar carros Como Peixotinho, recebeu um carro 0 km e ele não aceitou. Então, vejam que é uma questão também de mais interna do que externa. E a gente reconhecer o porquê e dizer: "Bom, que bom que eu tenho vaidade, porque graças a Deus ela me fez começar, não é, a dar aulas de a palestras, porque isso é uma maneira de ajudar o semelhante também." Então, a gente vai começando a saber que existe a humildade, existe
outras coisas que a hipocrisia. Se a pessoa vi elogiar e eu Dizer que não, que eu não mereço e no fundo eu pensando assim, eu arrasei, né? É hipocrisia. Então, não é isso. Foi o defeito que Jesus mais combateu foi a hipocrisia. Então, quem que não gosta de ver o seu trabalho reconhecido? Não é de saber que foi se se se se se desincendem desincumbiu, não, quase que não sai bem de sua tarefa. Então, todos nós gostamos, então não há nenhum problema, tá certo? Então, nós vamos agora paraas Pra parte das perguntas pra gente eh
fechar o nosso módulo, né? Vocês querem terminar aí às 9:30, né? Então são 9:05, é isso mesmo. Então nós temos mais alguns minutinhos para para concluir perguntas que você tem sobre o tema. Se vocês não tiverem, eu vou avançando na na exposição. Alguma pergunta? Olha, timidez. É, olha, a timidez, pessoal, também é sinal de orgulho, viu? Porque o tímido, ele tem medo de colocar sua opinião porque ele não sabe lidar com as críticas. Então, vamos combater a timidez. Eu vou dar logo uma solução aqui para vocês nunca mais serem criticados na vida. Eu vi isso
num agenda jurídica. Vocês querem saber? Eu achei fantástico. A primeira regra é: não diga nada para que ninguém critique o que você falou. A segunda regra também é muito Fácil. Não faça nada para que as pessoas não critiquem os seus atos. E a terceira regra também é muito simples. Não seja nada, não seja ninguém para que as pessoas não fiquem com inveja de você. Eu falei isso numa casa espírita na primeira vez que eu falei, tinha um rapaz na primeira fila assim, ele levantou o braço triste, disse: "Nazareno, nem assim vão deixar de criticar a
gente". Eu disse: "Mas como?" Porque vão dizer que a gente é Vagabundo, que a gente não faz nada. Então não tem como escapar das críticas, meus amigos, né? Vocês entenderam, né? Vamos dizer que a gente é vagabundo, que a gente não faz nada. Então, não tem como escapar das críticas, não é? Todos nós seremos alvos de crítica. Nem Jesus, o ser mais perfeito que Deus apresentou ao mundo como modelo e guia, não é? Nos deixou de ser criticado. Aliás, se não criticarem a gente, cuidado, atenção, é sinal que a gente não tá fazendo nada. Então,
faz parte a crítica e a crítica é faxina. A crítica é útil para o nosso crescimento, para o nosso desenvolvimento. A gente precisa, não é, muito mais dos inimigos ou daquelas pessoas que não gostam da gente do que dos amigos. Os amigos só ficam bajulando a gente, não adianta muita coisa. né? É bom para dar estímulo, pra gente não desanimar, né? Mas o os que nos criticam, eles trazem pontos que às vezes a gente não tá enxergando ou que a Gente não tá considerando. Então, vale a pena a gente receber também as críticas. É muito
bom pra gente, não é? Ah, Nazareno, eu não gosto da crítica destrutiva. A construtiva tudo bem, mas o problema é que tem umas críticas destrutivas. E aí o espírito de Samuel disse: "Nazareno, as críticas destrutivas, essas é que são boas mesmo, porque elas nos ajudam a destruir o nosso gigantesco orgulho. Então tudo é para o nosso bem, não é? Agora, um dos Problemas também que nós vimos aqui é que existe a obsessão espiritual que provoca também esse comportamento. E qual é, por que a gente tem obsessão espiritual? Vocês sabem qual é a causa da obsessão
espiritual? Por que que a gente eh sofre a obsessão espiritual? Muito bem. Que a gente dá brechas. É isso mesmo. Tá lá no livro dos médiuns que os espíritos conseguem nos influenciar através das nossas Imperfeições morais. Então elas são, diz Manuel Fil de Uranda, como tomadas, pluges mentais que permitem a obsessão espiritual. Então a gente compreende então que só existe obsessão porque nós somos obsediáveis. Um espírito puro não sofre de obsessão jamais. Por quê? Porque ele não oferece essas imperfeições morais que permitem a influência dos maus espíritos. Nós vemos aqui que eles que utilizam com
mais Frequência é o orgulho. E a Allan Kardec no livro a Gênesis, no capítulo 3, item 10, vai dizer que existe uma causa para quase todas as imperfeições morais humanas. Quem sabe qual é? Allan Kardec, a Gênesis é de um livro, é um livro da obra básica de um tal de Allan Kardec. Orgulho é filho dele. Egoísmo também é filho dele. Hã? Ah, tô com cabeça cortada no vídeo de vocês aí. Tá melhor agora. Então, mas porque a cabeça de serência é muito grande, não cabe na tela, né? Tem que ser uma tela maior, pessoal.
Na verdade, Allan Kardec lá nesse capítulo 3, item 10 da Gênesis, ele vai dizer, não é? E Kardec não é para ser lido, é para ser estudado, é diferente. Ele vai dizer que existe uma causa para quase todas as nossas imperfeições morais. E ele vai dizer que é o instinto de conservação, o instinto de Autopreservação da espécie, né? Como está lá também na questão 742 do livro dos espíritos, não é? o porquê da guerra. E os espíritos respondem a predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual nesse estágio que a gente se encontra. Então, na
verdade, nesse capítulo, ele não vai se estender sobre o assunto, não. É o último livro, né, da codificação. 68 é publicado, 69 já desencarna. E o nosso orientador disse: "Nazareno, quais são os instintos De conservação?" Bom, nós temos o o sexo, a fome, a sede, o sono, o o instinto maternal, nós temos o instinto da agressividade, temos vários instintos, mas também um chamado medo. E o medo vai ser muito útil pra gente, ele impede que a gente cometa muita bobagem, mas o medo ele vai provocar uma série de problemas. Vocês querem ver? Por exemplo, porque
já passamos por fome, por períodos de seca, de invernos prolongados, nós aprendemos a acumular Bens, tesouros, riqueza, né, propriedades e aí desenvolvemos avareza, o egoísmo. Primeiro a gente pensa na gente, né, nunca tá satisfeito. Depois, com medo da rejeição dos nossos pais e da sociedade, que é um dos maiores medos da psicologia, o medo da rejeição, nós começamos e a querer agradá-los. E nós vamos desenvolver o quê? Como a sociedade e as famílias normalmente aplaudem quem ganha muito dinheiro, nós vamos desenvolver a cobiça, a ganância, Não é? Nós vamos desenvolver o orgulho, vamos querer ser
o dono da verdade. Ninguém pode falar mal da gente, ninguém pode criticar. A gente vai roubar, vai furtar, vai corromper, não é? Nós vamos só negar impostos para poder ter mais dinheiro, para poder ser aplaudido pelas pessoas, ter o carinho e dos nossos pais e assim por diante. Vejam como o medo tá por trás de tantas coisas. O ciúme, o que é o ciúme? É amor. Não. O ciúme é problema de autoestima e a pessoa tem Medo de perder aquela aquela aquele companheiro, né? Que ele não sabe, ela quer o seu obsessor encarnado, não é?
Ou ou vice-versa, né? Então o medo também provoca o ciúme, o medo vai provocar inveja. Aquelas mulheres lindas, né? aquelas aquelas atrizes, aquelas top models, elas com os cabelos maravilhosos, olhos encantadores, sorriso contagiante, corpos esculturais, elas são jovens, belas, ricas, famosas, todo mundo quer um autógrafo delas. Elas São uma ameaça para o nosso autoestima, porque elas fazem a gente achar que a gente é baixinho, que a gente é feinho, que a gente é careca. Então, né? E para terminar de arrasar com a gente, elas ainda são o quê? Terrivelmente magras. É concorrência desleal, né? Então
o que a gente faz? A gente fica se roendo de inveja, não é? E para compensar a gente vai usar uma outra arma chamada maledicência. Nós vamos começar a falar Mal, olhar, fulana tá usando drogas, o marido dela tá botando chifre nela, não é? A gente vai começar a falar, o Divaldo tem esse defeito. Por quê? Porque fazendoos diminuir, aparentemente a gente cresce. Então, a inveja, que é fruto do medo, né, da gente sentir ameaçado, não sentir tão amado, tão querido, vai desenvolver, por exemplo, a crueldade. As pessoas matam de maneira cruel. Por quê? Porque
querem ficar temidas naquelas crianças no no para ser Chefe do tráfego, elas têm que ser cruéis para que ninguém venha desafiá-los, né? O medo vai provocar a covardia, a omissão no bem, a conivência no mal, não é? Com o mal. a gente vai ter uma série de problemas com medo. Até a fraude, o médium pode ser verdadeiramente portador, como vocês devem ter aí na Austrália, provavelmente lá nos Estados Unidos tem muitos médiuns que não são espíritas, né? Então o médico que não é espírita, ele às vezes Começa a utilizar mal da mediunidade, não é? Porque
é da de graça o que de graça recebeste. O ideal seria a gente trabalhar sempre gratuitamente, em que pese alguns, não é? Eh, estão fazendo um trabalho também de divulgação, de esclarecimento a seu modo, mas não conhecem Kardec. Então eles pode acontecer a perda ou suspensão da mediunidade. Então ele não é que era médico tava fazia aqueles shows lá ganhando dinheiro tudo. Agora Ele não tá conseguindo mais ter a percepção dos espíritos. O que é que ele vai fazer para provar que era médium realmente mesmo? Ele vai agora começar a fraudar o fenômeno, fingir que
é médium, não é? Ou para receber os aplausos, dinheiro, prestígio, os cargos que ele possuía. Então, e depois é desmascarado. E as pessoas dizem: "Ó, tá vendo esse negócio de espiritismo? É todo um bando de charlatães. Por quê? Não é porque pegaram um mal médio no momento em que Ele estava fraudando. Então, eh, o o medo também, não é? e esse problema de autoestima dele vai gerar tudo isso. Então, há uma série de questões relativas ao medo. No livro Nosso Lar, quando está sendo anunciada a Segunda Grande Guerra Mundial, os espíritos dizem: "Olha, André, agora
nós vamos estudar sobre o medo, sobre o terror e um dia a humanidade vai saber a importância de estudarmos sobre essa questão." Veja que na questão 932 do livro dos espíritos, né, naquele alto daquele edifício doutrinário monumental, Allan Kardec vai perguntar: "Mas por que tão comumente no mundo os maus é que predominam?" E os espíritos respondem: "Pela fraqueza dos bons." Os bons são tímidos, medrosos, covardes, conniventes com mal. A gente pode explicar, não é? Ele chama de tímidos. Mas a explicação também é essa. Os maus, ao contrário, são audaciosos e Intrigantes, mas quando os bons
quiserem, eles preponderarão. Então, vejam que o problema do mundo é o medo dos dos bons. Martin Luther King vai dizer, né? O que me incomoda não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons, não é? E tantos outros falaram sobre a nossa omissão. Então, a gente, por quê? Porque a gente não quer dar cara a tapa, não quer se expor, não quer que ninguém fique com raiva da gente, que o político tal não fique chateado com pô, mas eu Vou deixar, vou me omitir diante de uma causa maior, não é? Então a gente
tem também o dever de combater esse medo. Nazareno, eu compreendi muito bem, não é? Eu quero, eu eu a ansiedade. O que que é ansiedade? Não é o medo do futuro do que pode acontecer e muitas vezes nem acontece. Porque já existe, meus amigos, uma programação reencarnatória. Não é que existe uma fatalidade, mas existe um um certo determinismo. Está lá no livro dos espíritos, nas questões 258, já fala Que nós programamos as provas que vamos passar aqui na terra, né? O principal gênero de provas nós aceitamos, não é? No livro Missionários da Luz esclarece, não
é? Que temos uma programação reencarnatória, que a gente se prepara para reencarnar. aceita e pede algumas questões, não é? E o próprio Cristo já nos disse, né? Não se vendem dois passarinhos por um ace, pois eu vos digo em verdade que nenhum deles cai por terra sem a permissão do Nosso pai. Não temais, pois, porque valeis mais do que muitos pássaros. Então, tudo acontece com a permissão de Deus. Tudo é para o nosso bem, porque Deus é soberanamente justo e bom, perfeito. Como é que vai acontecer? Então, a gente só vai passar aqui na terra
pelas provas que a gente precisa passar. E Jesus ainda complementa: "Até cabelos de vossas cabeças estão todos contados. No meu caso, tá até mais fácil de Contar, não tem muito cabelo, né? Então, vejam que existe uma programação. Nós não temos que ter medo. Nós tudo que nos acontecer é para o nosso bem. Então, Nazareno, tudo bem, eu compreendi. Eu quero ser uma pessoa mais corajosa para ser mais caridosa, menos egoísta. menos orgulhosa, menos vaidosa, não ter menos de medo de crítica, ser menos tímida, né? Evitar fraude, evitar obsessão espiritual para combater todas essas imperfeições, tudo.
Como é que a gente Faz? Porque eu já tô com síndrome do pânico, tanto você falar do medo aí. Qual o melhor remédio contra o medo, pessoal? A fé. Muito bem. Tem gente aí que tá estudando para valer. A fé é muito, mãe de muitas virtudes. Então, com essa fé poderosa, não é que Allan Kardec vai dizer que fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade, nós vamos Enfrentar todas essas dificidades, não é? E vamos nos melhorar a cada dia. Nazareno, eu compreendi, mas o
problema é que a minha fé é menor que um grão de mostarda. Como é que a gente faz para fortalecer a fé, pessoal? Qual o melhor remédio para fortalecer a fé? Hã? É, exercitando na fé. Mas como é que a gente faz para fortalecer? É pelo conhecimento. Pelo conhecimento. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Então, com o conhecimento de quem somos nós, de onde viemos, para onde vamos, por sofremos, como encontrar a velocidade real, os espíritos podem nos influenciar em nossas vidas e atos. como combater a influência dos maus espíritos com o autoconhecimento
que nos fala Santo Agostinho, que é o meio prático, mais eficaz de um homem melhorar-se nesta vida e de resistir aos maus arrastamentos, não é, que é o Conhecimento de si mesmo. Então, com o conhecimento das leis que o espiritismo nos revela, com o autoconhecimento que nós deveremos fazer utilizando várias técnicas, a gente tem até um seminário sobre autoconhecimento, iluminação interior, que a gente traz algumas outras técnicas sobre esse assunto. Vocês podem também encontrar no YouTube. Então, eh, a gente vai se fortalecendo na fé e com essa fé robusta a gente vai confiar na providência
divina, vai ter Menos ciúme, menos inveja, menos malicencia, tudo de bom que a gente viu. Daí porque a importância de estudo, do estudo da doutrina e tá também para que a gente não seja, não é, ah, os maiores inimigos da doutrina espírita, porque Kardec vai dizer que os maiores inimigos dela não são os seus detratores, os que estão de fora, não. Os maiores inimigos da doutrina estão dentro do próprio movimento. São aqueles companheiros inábeis e desastrados, não é? Que a Gente vai entender como aquelas pessoas que não estudam, que não conhecem a doutrina e acabam,
não é, desmoralizando a doutrina porque não a conhecem, porque adotam práticas técnicas, né, falas que não estão de acordo com a doutrina. Então é muito importante a gente estar estudando, como vocês estão fazendo aí no Joana de Cuza para que a gente não seja um bom divulgador, seja um bom propagador do espiritismo e não somente estudo, mas prática também, Transformação, reforma íntima, não é? Mais alguma pergunta? Um de cada vez. levanta a mão um de cada vez pra gente, tá? A Jeck tá perguntando então sobre a questão de quando a gente estuda e às vezes
não tem tanto conhecimento, no mesmo grupo de estudo vão surgir interpretações diferentes a respeito da doutrina, não é? Bom, pessoal, isso é natural que aconteça, porque nós somos todos diferentes. Eu acho que essas Diferenças vão ser muito salutares. O que a gente vai ter só o cuidado é de como colocar isso de modo para não agredir, né, não atacar a pessoa e assim por diante. E o que a gente vai ter são diretrizes. Então é muito importante que a casa tenha além do estatuto social, ela também tem um regimento interno, ou seja, tenho normas que
disciplinem o que que de cada atividade. Por exemplo, lá o grupo espírita Paulo Estevão, vocês podem até procurar na internet, ele Disponibiliza o regimento interno de cada áreas, cada uma das áreas que eles tem lá, não é? Então ele explicando, por exemplo, na área mediúnica, na área do estudo sistematizado, então tem detalhado ali tudo o que que é a casa orienta. Então a orientação da casa que claro pode ser modificada à medida que que seja necessário, mas a gente vai ter um roteiro mais ou menos e é muito importante que a gente use bons materiais.
Então, se a gente tiver Utilizando, né, materiais baseados nas obras de Kardec, mas não só isso, né, que sejam eh eh cuidadosos, que sejam baseados em obras consagradas. Então, por exemplo, a Federação Espírita Brasileira tem aquelas apostilas do estudo, não é? Inclusive os slides vocês podem eh baixar via download no site da FEB, eles são muito bem trabalhados. Eles são normalmente são eh extratos de citações de livros das obras básicas ou de médiuns como Chico Xavier, não é, Divon Pereira e e outros que são assim obras consagradas porque surgem muitas novidades, muitas ideias. Não é
que nós vamos ser contras novidades, não, mas nós vamos primeiro estudar aquilo que é mais seguro, aquilo que já mais pessoas estudaram, já passou mais ou menos ali por um certo controle, não é? como Kardec queria o controle da universalidade do ensino dos espíritos, mas que ele próprio só poôde fazer em algumas obras, as primeiras obras da Codificação, não é? A Gênese, por exemplo, não passou pelo controle da universalidade, porque ele precisaria eh se corresponder com centenas de centros, médiuns diferentes, vários espíritos trazendo a mesma informação para uma nova revelação, não é? Então assim, se
a gente já tem esse material todo de Kardecuda a gente descobre coisas diferentes. Cada vez que eu leio o livro dos espíritos, eu vejo coisas que eu não tinha reparado Antes. R Teixeira na década de 80 revelou que ele já tinha lido o livro mais de 70 vezes o livro dos espíritos e cada vez se surpreendia com coisas novas. Então a doutrina é um gigantesco oceano do qual nós estamos nos aberando de suas praias. O que que a casa deve fazer? Então o grupo deve ser fraterno, não é? deve buscar essa fraternidade. Chico dizia que
a a matéria em que Emanuel era mais exigente era no trato com semelhante. Então, tratar bem o o Ser o o o diferente. Então, a gente vai ter diferenças opiniões, algumas distorções, mas como é que nós vamos lidar com elas, com essas diferenças? Esse é que é o segredo. Mas aí precisaríamos de um outro seminário só para tratar sobre como dar esse feedback, né? chamar teu irmão em particular quando uma coisa tiver, não é, realmente assim muito fora de propósito, mas ter essa diversidade de pensamentos vai enriquecer o estudo e a Gente vai colocar, olha
assim, tal, tal, porque nós não damos aqui para ser donos da verdade, mas Kardec dizia que o estudo continuado da doutrina espírita, daí porque a questão da gente ter o estudo sistematizado, ter um estudo programado, né, a gente vai ter, vai garantir essa unidade da doutrina e vai evitar uma série de problemas porque haverão São falsos Cristos, falsos profetas, gente dizendo que o reino de Deus está aqui, que o reino de Deus está Ali, soluções mágicas, eh propostas de curas instantâneas, de obsessão, de desobsessão que resolve todos os problemas. E não é essa, não é
essa a missão do espiritismo. Quem sabe aqui qual a missão do Espiritismo pra gente concluir? Eh, tá lá no livro dos médiuns, no item da mistificação. A missão do espiritismo é a reforma moral da humanidade, ou seja, a nossa melhoria moral. Então, a missão do Espiritismo não é curar corpos Perecíveis, não é adivinhar o futuro, não é saber sobre o passado, não é trazer revelações de invenções novas, de novos equipamentos, não. Os espíritos vão nos ajudar, nos inspirar, mas depende do nosso esforço, porque a cada um segundo suas obras. Então, na verdade, às vezes as
pessoas vêm, não é, com necessidade de soluções mágicas, terapia disso, terapia daquilo, não é? Mas a gente sabe que o progresso é lento, tudo depende do merecimento. E o Mais importante que Jesus nos fala e que os espíritos confirmam, que é que o amor, a caridade cobra a multidão de pecados, não é? Então, através do trabalho no bem, da prática do bem, é que a gente vai acertando nos nossos erros. Então a gente não é tão importante, não é, e essas questões ou ficar divagando sobre isso ou aquilo, mas é nos melhorarmos para que a
gente possa então ser fazer a caridade consigo para poder fazermos mais caridade com os Outros. E vocês que estão aí então na Austrália lembrem que Jesus pediu só uma coisa para saber quem passaria à direita ou à esquerda. Ele pediu a caridade. Tive fome, me deste comer. Tive sede, me deste beber. Estava noite. Me vestiste, estive preso ou enfermo e tu foste me visitar. Eu estava peregrino, sem teto e tu me hospedaste. E nós poderíamos traduzir isso nas palavras de hoje sobre a importância, porque ele nos disse: "Ide e pregai, né? Ele nos pediu para
Divulgar realmente o evangelho". Então a gente pode esclarecer e compreender como Divaldo teve aqui em Brasília e falou: "Olha, a missão do espiritismo não é combater a miséria social do planeta, a fome, a miséria, a desigualdade", não. A menção do espiritismo é combater a miséria moral, o orgulho, o egoísmo, a nossa indiferença, não é? Tantos defeitos que nós trazemos, porque a miséria social é consequência da miséria moral. Então, no dia que nós tivermos Uma sociedade mais esclarecida, mais iluminada, mais fraterna, menos egoísta, nós não teremos tantas dificuldades. Então, a missão do espiritismo é essa. E
para e por isso que é tão importante a sua divulgação mais do que o trabalho social, que às vezes vocês aí no no exterior n reclamam porque não tem muito trabalho social para fazer, mas a grande caridade que a gente pode fazer pra doutrina espírita é sem dúvida, a sua divulgação. Eu nos diz que o o Espiritismo nos solicita uma espécie permanente de caridade. caridade da sua própria divulgação. E para isso a gente vai precisar estudar. Então a gente pode dizer, como nosso espírito Samuel Lucas, nesse amigo querido, vai dizer que um dia eu tive
fome de amor, que eu alimento das almas e tu nos trouxe o pão vivo que desceu do céu, que é Jesus, em toda a sua beleza, iluminado pela doutrina espírita. onde eu tive sede de conhecimento, de Esclarecimento, e tu me apresentaste à fonte viva da água que descendenta a sede para todo sempre, que é o evangelho do Cristo explicado pela doutrina. Um dia eu estava nu, despido, e tu me abrigaste, não aconchegaste no manto da fraternidade, da caridade, do amor. Me acolheste na casa espírita, onde eu estava, não é, preso nos grilhões do ódio ou
das drogas. ou das enfermades, da depressão, da obsessão espiritual. E tu foste me Visitar trazendo a presença luminosa do Cristo. Um dia eu estava peregrino, perdido, sem norte, sem rumo, pensando em cometer suicídio ou utilizando do álcool, das drogas, desesperado, e tu me apresentaste Jesus, a luz do mundo, o farol que guia nossas vidas com tanta segurança, com tanto amor, porque ele é o caminho, a verdade e a vida. Então nós queremos deixar aqui o nosso abraço, né? Muito obrigado pelo carinho de vocês por estarem aí nos Acompanhando, não é? E nós então vamos, já
estamos no nosso horário, não é isso? Obrigado, meus amigos. Yeah.