[Música] meus amigos de tintas de todo o Brasil você que tá nos assistindo mais uma vez episódio 15 do papo de logista Hein Quem diria 15 program na segunda na segunda temporada eu sou Salvador Nascimento falo da brart e aqui do meu lado Renato Sá acompanhando o nosso amigo Salvadora aí hoje nós temos um convidado super especial né Salvador Total convidado especialíssimo que além de ser um logista aqui é uma referência no mercado pelo seu método de gestão também é o ex-presidente da brart Olha só com a gente Ricardo santag da tintas Palmares bem-vindo Ricardo
obrigado pela presença obrigado vocês aí feliz por est aqui eu acho que vai ser um papo muito interessante aí com essas duas feras aqui do mercado pra gente poder fazer uma troca bacana e entregar um conteúdo bacana para quem tá assistindo a gente aí muito legal obrigado pelo convite aí gente vamos fazer uns alinhamentos antes Salvador vamos vamos não vamos falar de futebol não eu já já comecei a discutir essa cor verde no fundo né porque é uma coisa que me deixa muito desconfortado falar só de tinta loja as preferência sem cor verde Então tá
bom fechado fechado Ricardo eu acho melhor viu eu acho melh o Ricardo como bom palestrino recebeu as homenagens de uma cor verde aqui no fundo e gente antes de mais nada eu sei que é chato mas eu tenho que pedir sigam aqui o nosso canal ativem o alerta para que vocês tenham sempre o aviso de quando tiver com eh conteúdo de qualidade porque vai ter né Renato vai ter né Ricardo muita qualidade mu qualidade vamos lá e também sigam os nossos outros canais em especial o no Instagram @ abrarte tintas nosso site também tá à
disposição de você quer conhecer um pouquinho melhor o varejo de tintas www.abrate.org.br então sem mais delongas né vamos vamos começar a nossa exatamente Ricardo a gente já se conhece há muito tempo mas quem tá nos vendo nos ouvindo não conhece o Ricardo né Queria que você começasse contando essa história incrível aí do da tintas Palmares como você começou como começou a loja só pra gente começar é uma história longa Vamos tentar en cortar aqui o o que dá Possivelmente né mas o Ricardo Começou assim como muitos logistas né começou desde desde criança realmente no negócio
o negócio de tintas na minha família começou com o meu tio já acho que no no final dos anos 60 início dos anos 70 e a minha mãe e a minha tia que foram sócias né Elas que fundaram a tintas Palmares elas vieram depois né No início dos anos 80 e eu com meus 8 7 8 anos eu já andava aí no meio das lojinhas de tinta aí brincando com corante de com corante de bisnaguinha e e pegando essa paixão pelo negócio né então Definitivamente eu entrei para trabalhar na loja com 12 anos eu tô
com 52 anos esse ano eu completo 40 anos de estrada aí nesse segmento né né e assim mais do que uma paixão é aquilo que de fato eh eu sei fazer né e busquei e busco ainda né procurar fazer melhor né nesse segmento e a minha história eh foi um pouco tortuosa né até assumir de fato o negócio né o negócio da da tinta assim de eu de eu ter assumido eh não foi uma coisa natural como eu imaginava né Eh veio lá no color né a loja já tinha uns 9 10 anos de fundação
e a e a minha mãe e minha tia enfrentaram dificuldades né com todo aquilo que aconteceu retenção de de grana no no no banco e tal elas desanimaram no negócio e decidiram vender e meu tio assumiu né Meu tio resolveu comprar um dos meus tios né e ele assumiu a loja e me convidou para continuar trabalhando com um sócio minoritário você tinha quantos anos eu tinha 18 anos perto dos 18 17 para 18 anos e E aí foi uma oportunidade de eu não sair do negócio porque para mim foi foi um um bac né a
possibilidade de eu não continuar naquilo que eu já tava projetando né Assumir mais para frente e né nesse nesse meio tempo meu tio assumiu as lojas dele eh ele tinha três lojas na época e depois do plano real teve um certo bque financeiro também ele acho que não conseguiu similar esse o novo contexto econômico porque muitos logistas naquela época utilizavam o varejo para e escalar no mercado financeiro né era o que dava sustentabilidade pro negócio quando isso Acabou para muitos logistas foi um B eles não conseguiram assimilar essa mudança e assim aconteceu com ele infelizmente
né e ele teve que sair do negócio porque tinha muita coisa envolvida enfim eu assumi assumi em 94 mais ou menos entre 94 95 eu tava com 20 e Poucos Anos e com uma dívida gigantesca assim a gente tinha vários credores e a maioria deles n imaginavam que a gente que não ia conseguir honrar os compromissos aí e superar aquele momento mas cara deu tudo certo né Eu acho que eu procurei me qualificar muito porque assim eu sabia de vender tinta carregar lata atender balcão fazer entrega comprar vender enfim mas assim a gestão do negócio
e principalmente uma gestão financeira num momento tão delicado eh eu tinha a convicção que eu precisava me aprofundar E aí eu fui buscar qualificação fui para entender e com essa mistura aí de de de de aprendizado e do conhecimento empírico que a gente vai adquirindo né Eh no balcão da loja Inclusive a gente foi superando as dificuldades aí aos pouquinhos e foi entendendo que dava para para acontecer em pouco tempo a gente conseguiu resolver todos os os os nossos problemas aí com com com credores e tudo mais mais ou menos 99 pro pro ano 2000
a gente já tava com tudo certinho e já pensando em crescer tanto é que em 2002 a gente abriu a nossa primeira filial então foi acho que um processo rápido assim e que no início Eu nem imaginava que a gente ia conseguir chegar e hoje são Quantas lojas oito lojas é oito lojas é oito lojas de uma família tinteira né você tema S tem pares eu ten os meus primos né que são da tinta São Miguel eles têm é uma parte que é o Márcio as lojas dele ficam mais Pro litoral e o Maurício que
fica aqui mais para São Paulo zona leste e tal que são filhos do meu tio que começou interessante meu tio Edson que começou no negócio de tintas aí pra família que legal é bom se a gente começar a falar de história né acho que todo empreendedor tem sua história e são histórias bonit né porque as dificuldades de empreender é muito grande né e Ricardo e você falou uma coisa que me chama muito atenção né provavelmente você já era um bom vendedor e você teve que se desenvolver em gestão e a gente vê muito que muitos
e pessoas que querem empreender que que querem e tem uma loja de tinta né às vezes são bons vendedores mas a gestão pega né acho que a gestão é algo que tem que tem que est muito e para ser o empreendedor tem que se desenvolver de alguma forma porque não adianta vender muito não A gestão ela é fundamental eh sobretudo nos dias de hoje né Hoje a gente vive uma complexidade né de de coisas que um dono de loja tem que fazer por menor que seja o negócio se o cara começou um negócio agora ele
tem que entender que o nível de complexidade e a entrega dele no processo para que ele seja bem sucedido é muito alto lá atrás já era difícil mas hoje muito mais você tem aí várias vários fatores muitas variáveis aí no processo que se você não tiver um equilíbrio entre você ser um bom vendedor e você ser um gestor do teu negócio você tá conectado aí com com tudo que o mercado vem a oferecer e também tanto como oportunidade como desafio se você não tiver uma boa gestão se isso não está no seu radar para fazer
faça porque isso é fundamental é a gente né que tá mais tempo no mercado você eu tô com 30 e pouco de mercado a gente vê né No decorrer da da de toda essa trajetória grandes Lojistas que vendiam muito não estão mais no mercado não por falta de vendas muito por falta de gestão então gestão Exatamente é fundamental Vamos tentar explorar um pouco né sador pegar aqui que nós temos mestre em gestão aqui perto da gente vamos tentar explorar um pouquinho esse caminho aí também a nossa história do do mercado de tintas eu eu sempre
digo que ela teve alguns pontos de de de ruptura do que eu vi né Há 38 anos que eu tô nisso o primeiro ponto de ruptura que eu vi foi a chegada da da dos sistemas tintométrico né O apelo era diminuição de estoque aquela coisa tinha muita tinta só tinha tinta pronta de fábrica aí depois veio substituição tributária aí depois vem psq programa setorial de qualidade na sua opinião Ricardo Qual foi dentro da sua experiência Qual foi o ponto que te deu mais dor de cabeça mais complexo para você adaptar o seu negócio numa nova
uma renovação de jornada vamos dizer assim olha Salvador eu acho que dor de cabeça talvez não seja a palavra né Sempre você a gente sempre trocou muito sobre isso Eu sempre busco muito e trazer pro meu negócio ou levar o meu negócio pro caminho da inov ação e tentar se conectar a essas propostas de inovação que o nosso segmento traz e que os outros segmentos também tem hoje muito mais do que antigamente né você falou de sistema tintométrico sistema tintométrico foi um grande não diria divisor de águas no nosso negócio mas foi uma grande oportunidade
de mudança pro setor varegista de tintas né ele tirou aquela coisa comum do segmento de tintas né latinhas na prateleira aquele estoque imenso Principalmente quando você fala de tintas automotivas né que era uma a cada ano que tinha lá a corando modelo lá você tinha que ampliar a loja de alguma maneira para receber essas novas cores então Lógico o sistema tintométrico ele foi um grande avanço pro nosso segmento e a possibilidade né do segmento mudar positivamente eu tenho até uma história interessante eu acreditava muito no sistema tintométrico e era um desejo meio particular em ter
e a nossa loja era no bairro do hermelino at arazo periferia de São Paulo zona leste eh você ol olhava em volta assim da das construções aí a maioria até sem reboco e Isso foi em 97 98 meu desejo era ter uma máquina de tinta decorativa quando na época a gente ainda tinha que vender c na na loja né Sem Sem a gente olhar muito pro pro passado nesse sentido mas foi me acho que o meu primeiro Grande Desafio implementar o sistema tintométrico na na minha loja e onde num bairro numa situação de loja que
a gente não reunia todas as condições favoráveis favoráveis para tê-la né até o o o gerente na época e da Cher William né que era nosso parceiro na é até hoje ele falou você é maluco menino você não vai colocar essa máquina aqui tinha um grau de exigência AB não vai dar certo isso aqui eu que vim da indústria Eu que vim da indústria quando a gente pensava instalar uma máquina num cliente cara você tinha que fazer um questionário porque tinha uma série de de exigências Então acho que é mais ou menos é e tanto
ele não acreditou porque assim algumas lojas tinham aí a condição de receber as máquinas incomodar e tudo mais e tal a gente teve que comprar eu eu tenho a nota fiscal dessa dessa máquina até hoje aliás eu tenho essa máquina funcionando até hoje ele é um grande Xodó é nosso né e e paguei 22 o equivalente a 22000 na época sim porque acho que ainda estava em processo de oiv sei lá enfim e fomos lá fomos encarar esse desafio de colocar o sistema tintométrico à disposição de pessoas ou de clientes que em tese não teriam
acesso interess e muito pelo contrário foi um sucesso porque a gente colocou a máquina bem na porta da loja e eu fui meio maluco Porque tudo que tinha de tinta pronto eu tirei da loja só tinha branco e máquina auau era meio ela baixa assim entendeu É porque senão a minha própria equipe de eu e mais dois não não não ia comprar e vender essa ideia e deu tudo super certo então esse acho que é um exemplo de um desses desafios Aí talvez em algum momento dor de cabeça que a gente teve aí dentre muitos
mas assim eh falando de todos esses momentos que que o nosso segmento viveu e que eu tive oportunidade também de de viver e tentar assimilar esses processos como você disse muitos logistas acaba sucumbindo a mudanças e não conseguindo prosperar no negócio porque não assimilou e eu acho que talvez nos últimos 5 anos principalmente aí a gente vem passando aí por uma série de transformações no no mercado de um modo geral Mas falando especificamente do varejo de tinta nosso mercado mudou muito né seja em formato Se você olhar para 10 anos atrás por exemplo Talvez um
pouco mais você pode me dizer assim nós não tínhamos franquia a Mc foi pioneira no nosso segmento se se não tô enganado n é eu tava eu tava até fazendo um esses dias um estudo eh Há um tempo atrás A grande maioria das redes tinham 10 das grandes tinham 8 10 lojas Então teve além dos formatos tivos crescimento muito grande né da quantidade de lojas de tintas no nosso setor né um pouco sim eu eu acho que era muito polarizado né você tinha ali redes já instituídas assim com você falou na média de oit C
8 10 lojas assim lojas grandes né com muitos funcionários e com faturamento importante E aí isso foi se resignificando né como eu disse veio veio a franquia veio outras modalidades de negócio novos entrantes veio a pandemia que abriu eh o nosso mercado nosso segmento aí para um para uma infinidade aí de de pessoas que não tinham contato direto ou que não tinha essa relação com o mercado de tintas propriamente e o nosso mercado acabou se transformando né assim acho que uma transformação positiva embora houve uma mudança muito grande né como eu disse a gente tinha
lojas maiores hoje você tem uma quantidade maior de lojas presente no mercado cobrindo né Muito mais áreas de atuação e no formato de loja menor né então no meu caso eu tive que esse processo porque as minhas lojas sempre foram lojas de média para grandes né e assim a gente não tinha uma uma expectativa de escalar em número de lojas mas continuar abrindo novas lojas mantendo o nosso padrão que a gente tem de exigência de qualidade e tudo mais mas a gente entendeu que em algum momento a gente ia precisar mudar isso e isso vem
acontecendo as a gente continua né em projetos de abrir novas lojas mas já entendendo que o formato o tamanho o modo de atender e o conceito da loja tem que ser diferente e a gente vem aplicando esses processos de novas lojas de mudança de tamanho e até mesmo de conexão com esse novo consumidor com esse novo mercado e aplicando nas lojas antigas Então esse essa mestria é muito boa para pra gente como gestor pro meu negócio falando em particular e para quem tem esse mesmo pensamento acho que é muito positivo também eu eu tenho falado
Ricardo não sei se você concorda comigo mas a diferença do nosso setor de outros setores é o tempo eh porque se você for ver é quase todos os setores caminham quase pras mesmas coisas né então quando você fala é de novos modelos franquia lojas menores lojas de bairro tal quando a gente vai ver mercados mais evoluídos como farmácia soug Supermercado eles estão na nossa frente né e e óbvia ente Por que que estão nossa frente porque são mercados de consumo diário né nosso nossa rotatividade né um cliente nosso às vezes compra a cada 5 anos
6 anos então faz com que o mercado farmacêutico seja muito mais ágil do que o nosso não é não é um não é um demérito pra gente uma característica né então eu concordo com você né é o mercado vem mudando e as mudanças vão ser cada vez mais rápidas né Eu acho que essa grande para mim a maior dificuldade como empreendedor é entender que talvez o que nós estamos mudando hoje daqui 2 anos se muda de novo e antigamente demorava década para por uma grande mudança Então essa tua visão é uma visão que a gente
compartilha também né acho que é uma visão de que cada vez mais vão ter eh mais lojas mais próximas do do do dos clientes e a gente tem que se preparar para outras mudanças também né que a gente às vezes nem domina né como como outros mercados que tiveram disrupções e não foram feitas pelas pessoas do mercado foram feitas pelos pelos pelos Forasteiros né então isso é importante a tá muito ligado nisso né n nessas mudanças é isso é importante né Eu acho que assim uma grande contribuição por exemplo que a franquia deu pro pro
nosso varejo é isso traz gente de fora com outra visão eh mas eu acho que o grande fator acho que que tá sendo determinante para todas essas mudanças é que o consumidor de um modo geral ele tá mais próximo da tinta sim e né ele tá mais amigável com a tinta eu acho que a pandemia ajudou muito nesse processo né de que a pintura não é um bicho de sete cabeças não é um problema muito pelo contrário ele te traz aí uma renovação de um ambiente sem você quebrar nada de baixíssimo custo custo baixo né
enfim então todo esse processo tá reunindo condições pro nosso segmento se se se aproximar mais dos segmentos de autoconsumo onde primeiro o consumidor tem o desejo né de adquirir tem a necessidade muit das vezes né na maioria das vezes e tem muita grana envolvida nosso segmento não é um segmento de autoconsumo seja na parte dos Fabricantes seja no segmento da revenda e um Outro fator também que eu acho que vem mudando muito que o logista tradicional de fato ele era resistente a essas mudanças né ele tava muito mais apegado com o passado do que o
que ele podia trazer dentro pro seu negócio em termos de conceito e trazer oportunidades de negócio com novos conceitos né isso vem mudando também eh eu acho que o nosso segmento ele não pode ficar preso absolutamente ao tradicional ele tem que usar o tradicional como referência né como reputação da sua empresa da sua loja mas ele tem que entregar pro seu cliente coisas novas experiências novas Eu acho que o mercado como um todo o mercado de consumo como um todo ele caminha para isso e é uma oportunidade grande que eu vejo que o consumidor também
de um modo geral ele se entende como responsável pela metade da jornada de compra né antes essa essa responsabilidade tava 100% com conosco com o varegista e essa responsabilidade ela é positiva porque ele te ajuda ele te provoca né a implementar novos conceitos soluções diferenciadas pro ponto de venda E por que não uma loja de tinta preconizar conceitos diferentes até para ser copiado por outros segmentos eu acho que a gente tá nesse momento Renato e e e você concorda que a profissionalização também da mão de obra eu acho que evoluiu muito nos últimos anos e
tem ajudado muito nós Lojistas né porque acho que a pintura acho que é um grande é um um grande breque né um grande uma grande trava do desejo de pintar é a mão de obra e nós estamos num país que a gente é difícil fazer nós mesmos né e a pintura também não é tão simples Você concorda que que qual é a tua dedicação sua da tua empresa em relação a esse pensamento de mão de obra Eu sei que vocês fazem bastante coisa legal com com com com com os próprios profissionais é isso sempre foi
uma preocupação porque se você não tem uma mão de obra qualificada para aplicar o produto que você vende você cria uma barreira muito grande para vender isso é um fato e e sem sem levar em consideração só isso a gente tem um fator importante que o pintor o profissional que é o protagonista consumidor do nosso negócio e ele tem que tá perto da gente e a gente tem que proporcionar né Essas melhorias e de um modo geral a cadeia como um todo tem se mobilizado para isso principalmente quando surgiu o movimento dos pintores Isso foi
um um ganho gigantesco pra cadeia de né assim um ganho em todos os aspectos né Essa melhoria do profissional essa busca pela melhoria hoje você enxerga um número quase que dominante 100% de profissionais da pintura evoluiu muito né tinha muito Aventureiro eu digo Ricardo que que desse tripé né dessa indústria varejo e e profissional eu pelo menos acho que quem mais evoluiu nos últimos anos foram os pintores acho que eles deram deram aula em muitas vezes né e obviamente muitos erros também porque quem cresce tem a dor do crescimento tem os problemas do crescimento mas
para mim muito claro que é uma categoria que que cresceu de muito né profissionalmente e é o que você falou né vai separando um pouco quem é o aventureiro e quem realmente é aquele cara que vai seguir na profissão hoje eu diria que que há uma barreira muito grande pro pro Aventureiro não existe mais isso assim porque como eu disse o próprio o próprio consumidor ele tá interagindo muito mais com com nosso seguimo eh e muito disso também pelas provocações do dos pintores nas mídias sociais em todo esse movimento que aconteceu ganhou uma expressão muito
grande que não ficou dentro da da caixinha mercado de tintas ele né expandiu completamente ele expandiu e de fato eles deram um salto inimaginável eu me lembro quando a gente teve a primeira reunião quando logo que eu assumi a presidência da da artesp na época artesp eh a gente queria entender como funcionava esse movimento nos reunimos com ele tava assim começou uma coisa meio a reacionária e tal e a gente não tinha ideia do que isso ia proporcionar mais ou menos 10 anos depois a gente vê um mercado evoluído mercado que busca né Eh e
hoje ele não tá mais preocupado a gente quando começou nós nós como logistas a gente procurava fazer treinamento para pintor do básico isso não existe mais a gente já tá numa evolução no pintor 2.0 3.0 já tá a gente já tá preocupado todos dando aula aí fazendo exatamente em proporcionar conhecimento seja através eh do que o fabricante pode apoiar das associações nós mesmos como como logista poder fazer uma integração deles nesse processo para eles avançarem em gestão do seu próprio negócio que é uma dificuldade o cara é um baita pintor um baita profissional mas ele
não consegue gerir as suas Finanças ele não consegue fazer um bom orçamento ele não consegue avançar como negócio né como empreendedor e o pintor ele é um empreendedor e de um negócio que entrega valor exatamente né e o profissional da pintura ganha dinheiro ganha dinheiro Exatamente é que ia dizer é um é um eu falo que é um trabalho muito promissor eu antigamente muita gente tinha né vou falar entre aspas né ah vergonha não hoje as pessoas não tem que ter vergonha não porque assim é um baita de uma profissão gera muito muita renda né
a gente vê gente ganhando muita mas eu acho que foi esse processo de profissionalização concordo com você que que o movimento né que a a aquela revolução aquela Eh que que que tinha uma energia até forte pesada e mas foi se transformando em algo muito positivo paraa categoria chegava a assustar chegava a assustar porque é eles estavam precisando ser ouvidos né então eles encontraram foi muito bom e teve um um fato corroborando isso que você falou da atividade do pintor ser extremamente rentável né e a gente teve no no no no congresso e depois no
prêmio que a abrap Associação Brasileira dos pintores profissionais em conjunto com o jornal do pintor fez do ano passado tá fazendo quase um ano e no final o pessoal do Jornal do pintor quis fazer um brinde e tal Porque foi o primeiro aquela dificuldade Aquela ansiedade teve um pintor que ele falou não eu quero dar um fazer um brind especial hoje eu fechei meu primeiro contato contrato de sete dígitos ou seja um baita negócio então agora acho que o processo evolutivo dos pintores passa pela questão da gestão do seu próprio negócio porque senão nem um
gron ograma de obra ele consegue fazer e falando o que é muito é muito bom ter você aqui com a gente porque o teu negócio ele contempla um um um outro segmento que ele é completamente no meu ponto de vista obviamente ele é muito diferente da tinta imobiliária que é repintura automotiva eu queria que Porque nós falamos até por conta da relevância da da da linha imobiliária no no contexto né a gente falou muito de imobiliário E como é que você tá enxergando a repintura automotiva até considerando essa linha temporal que você traçou aí dos
últimos 5 10 anos as mudanças nesse segmento em especial e até para dar um né para quem sim qual que é a a participação hoje na da empresa assim ah minha empresa é pelo você tem automotivo imobiliário é muito mais imobiliário é muito mais automotivo até pro nosso nosso espectador aí né tá tá olhando e é hoje hoje a tinta das Palmares é predominantemente imobiliário né a gente tem aí 70% até mais de de vendas que são responsáveis por esse segmento Imobiliários e seus correlatos o automotivo vem diminuindo a participação eh até pelas pelas mudanças
que houveram mercado no segmento automotivo talvez de uns 10 anos para cá eh Na minha opinião infelizmente é um mercado que ele não avançou na ponta né as oficinas de um modo geral eh e nem falando pejorativamente mas assim a gente percebeu uma escala negativa né nesse processo eh você tinha eu acho que H 10 anos atrás você tinha uma participação por exemplo muito grande de sistemas tintométrico eh a base de água em uma grande parcela das oficinas isso quase isso não existe mais retrocedeu e aí retrocedeu pr PR uma tecnologia mais inferior PR outra
mais inferior até a gente voltar a 40 anos atrás da tinta pronta então isso na minha opinião e e é muito triste eu falar É um enorme retrocesso um enorme retrocesso em qualidade em inovação em entrega enfim mas é a realidade do nosso segmento né Eu acho que as oficinas de modo geral Talvez tenham sofrido muito a pressão de custos principalmente vindo das seguradoras né Que remuner remunerar mal né a oficina a gente sempre escuta falar que não paga né o que eles recebem da seguradora não paga enfim Talvez isso seja um reflexo mas é
um reflexo muito negativo né e eu não vejo não tenho expectativa de mudanças assim a curto prazo para PR gente retomar aquele processo que foi muito forte principalmente na década de 90 e já teve algum momento que essa esse percentual era invertido já foi mais imobiliário já foi muito mais equilibrado teve um momento que era equilibrado era 50 50 dependendo da loja a gente tinha e lojas com mais mais participação em automotivo porque nós também começamos no automotivo tivemos né um baita equilíbrio e hoje a nossa participação é muito pequena então a gente tem a
mesma esta mesma visão né a gente apostou muito mais no mercado que talvez a gente entendeu que ia evoluir que ia ter algumas outras eh interessante né eu eu falo muito pouco de automotivo hoje porque é um mercado que a gente foi se se distanciando né É de fato a gente percebe isso dia a dia tá não é uma coisa que acontece dia a dia a gente percebe um passo para trás em alguns aspectos né em tecnologias que estão disponíveis no mercado mas são pouco utilizadas na prática né então acaba fazendo com que a indústria
de um modo geral tira um pouco o pé também de investimento de inovação de colocar produtos que sejam mais inovadores que entregue produtividade qualidade enfim eh eu espero de coração que isso mude né é o mercado de repintura ele tem andado de lado pelo que a gente percebe né Por uma característica do mercado né os carros mais seguros com Enfim uma série de de de de coisas aí mas ainda eh saindo um pouquinho do varejo queria que você falasse um pouquinho da tua experiência na artesp depois a brart como é que você chegou lá e
o que você entende que você deixou assim pra gente lá na associação de você participa ainda ativamente é presidente do conselho né Queria que você desse um Panorama assim pra gente e a sua opinião como logista da importância de participar de um processo associativo também muito importante vamos lá é minha história na artesp foi uma história também relativamente longa né tá sendo né porque não vai sair também nem vai eu tô por aqui ainda né você lê tudo que você assina não eu leio mas todo tudo tudo não leio leio aquele papel que você não
pode sair você não leu não Talvez eu tenha assinado alguma coisa que não tinha nada para ler né É isso aí pela confiança mas enfim eu de fato eu entrei eu entrei na na na associação até foi uma indicação do Milka eh na época o Williams estava sumindo logo com a saída do Amilcar e eu fui convidado eu resisti bastante para entrar porque eu tinha uma resistência muito grande com a associação eu não via de fato eu não via não enxergava valor daquilo pro nosso mercado e eu quando eu decidi entrar depois que o William
insistiu bastante e eu falei assim não eu tenho que eu tenho que entender de fato né se eu tô certo se eu tô errado ou a que ponto eu tô certo A que ponto eu tô errado e o que eu posso contribuir para mudar isso se de fato eu estiver certo e decidi entrar até para para contribuir com com com processo e tudo mais e quando eu entrei foi em 2012 se eu não me engano eh como diretor eu comecei a entender como que funcionava a associação uma parte eu estava enganado eu acho que a
associação entregava muito pro setor eh principalmente na defesa da da das lojas de tintas como um todo porque a gente passou por muitos momentos aí recentemente pela pela pandemia mas lá atrás a gente teve problema de inflação Plano Cruzado Plano Color enfim e e a loja de tinta sempre foi assistida pela artesp nesse momento e a parte que eu tava certo é que ela podia fazer mais né então e eu e eu acho que a minha cont Salvador nesse processo foi de fato entender o quanto a gente podia fazer entregar pro setor desde quando eu
estava como diretor e principalmente quando eu assumi a presidência foram dois dois mandatos e meio do e Meio Dois mandatos e me pandemia de leve L tranquilo no meio do caminho não vou eser aquele 14 de Março Car não vouer a gente tinha aí uma uma agenda SEMAL e eu chegava na artesp perto da hora do almoço e saía sabe sei lá que hora meia-noite todas as quartas-feiras eraa bem legal a gente trabalhava bastante tinha bastante coisa para realizar e uma dessas quartas-feiras a gente desceu para tomar um café para dar uma arejada quando a
gente volta tava lá o o prefeito se eu não me engano né o o Bruno cvas não era ele não acho que era era o dó era o dó não mas acho que o prefeito se pronunciou primeiro enfim eu não lembro eu não lembro se o Dora já tava estava para se declarar o lockdown né então assim F acabou tudo e a gente a gente tava antes do café planejando os eventos do ano porque ele foi logo no início do ano muito l n foi cara eu pensava assim não Ricardo tá exagerado não vamos montar
um gabinete de Cristo f não não não não não acred Ricardo e engraçado Salvador tocado né em abrar tespe abrar Chegamos aqui na quase na Eu ia te falar uma ia te fazer uma pergunta né qual que foi teu sentimento né foi foi foi uma das crises mais embora a gente não viveu posterior o que a gente poderia ter vivido que outros mercados viveram mas naquele momento ali foi um dos momentos mais difíceis como empreendedor de tomar decisão não tem informação e tenta tenta lembrar o 14 14 dia 15 dia 16 qual que foi esse
sentimento desse empreendedor ali que cara eu lutei tanto para chegar até aqui Putz fui fui para mais lojas e agora cheguei no momento aqui que que passou na cabeça Olha vou tentar resgatar um pouco né porque foram Foi muita coisa junto né muita coisa junto e misturado porque ao mesmo tempo tinha a questão a responsabilidade com a associação que naquele momento tinha responsabilidade pro nosso segmento né porque o sentimento meu como logista era o mesmo de todos os outros né então a gente precisava de alguma maneira ter um uma base ali de de referência enfim
de ajuda mas primeiro foi difícil assimilar né porque nenhum de nós aqui viveu uma pandemia Nenhum de nós tinha referência de qual seria a repercussão quando falava ass em lockdown você fala assim pô uma semana um mês terça-feira V tirar umas férias só uns dois três dias só entendeu eu me lembro no quando teve o Plano Cruzado foi quando as as as lojas fecharam a artesp ressurgiu fo foi eh as lojas fechavam eh porque as lojas estavam sem estoque não podia reajustar os preços e as fábricas estavam entregando com preços novos Foi aí que virou
toda uma uma revolução aí do nosso segmento aí a e artesp apoiando me lembro muito bem disso eh e e assim fal vamos fechar a loja eu era moleque ainda Pou que legal ficar de p os boletos não era seu né F de férias aí tava torcendo para ficar mais dias e assim projetando isso pra situação da pandemia não não tem nada igual porque a pandemia assim quando chegou Foi lógico a gente tinha preocupação com a saúde das pessoas né com a segurança das pessoas né é a gente tem famílias né que nós somos responsáveis
E aí vou ter que convocar o pessoal para trabalhar e eles ficarem vulneráveis a ou suscetíveis a pegar a doença Enfim uma série de ponto de interrogação e as coisas foram Eu sempre sou uma pessoa muito tranquila sabe Renato o salvador conhece bastante assim com eu sempre procuro refletir ver todas as condições que a gente tem para daqui pra frente a gente d o próximo passo Mas eu diria que foi um dos momentos mais difíceis mais difíceis assim para mim pessoalmente porque eu tinha que responsabilidade naquele momento com duas coisas com a minha empresa e
também com com a associação com a associação foi muito legal porque a gente recebeu muito apoio a gente interagiu muito com as outras entidades com a brafa com o c vesp com a Zomax com a anamaco então foi um momento de muita União EA crescendo nesses momentos né e as soluções foram apendo n isso legal sabe não sei se isso é coisa só de brasileiro mas assim o brasileiro ele se reúne muito fácil para para resolver as coisas né Eh a gente tem essa essa coisa assim essa coisa amistosa né de de é tanta crise
que a gente já viveu que a gente tá é vai vai vai sabendo lidar vai sabendo sim eu acho que na hora que o bicho pega todo mundo se mobiliza entendeu PR encontrar uma solução até porque infelizmente né a gente tem um um um um um país que culturalmente ele o estado ele não não provê isso de maneira íntegra né para para todo mundo né pro empresário pro cidadão como um todo e as pessoas de um modo geral as entidades as empresas tem que se mobilizar para fazer acontecer e as e a coisa foi acontecendo
né a coisa de um modo geral foi devagarzinho se acomodando as lojas as empresas do varejo foram também se organizando entregando também olha eu fiz isso deu certo e tal e a grande e a e a grande e grata e feliz surpresa Nossa foi que a gente conseguiu a condição de poder tá trabalhando durante a pandemia com as nossas portas abertas Lógico que todo mundo se organizou a a a associação na época também foi uma grande referência de como né houve um protocolo né de atendimento instituí um protocolo nas lojas para essa hora aparece né
a o porquê da associação né exato né e assim eu acho que acho que que isso é a é a é a grande entrega da das associações de um modo geral né assistir de fato o setor a qual ela tá ali capitaneando e e o o melhor de tudo isso né foi a troca que a gente teve com as outras associações que tinham que tem e tinham na época mais expressão né a anamaco foi uma delas né que tinha uma uma representatividade muito grande o setor de material de construção específic é muito maior do que
o noso né mas o fato da gente est Sempre ligado e trocando coisas boas com essas entidades fez com que a coisa acontecesse e daí uma grande transformação no nosso setor né porque o setor o varegista de tinta ele ficou né com uma certa proeminência porque o material de construção deu um bum de um modo geral só que para você entrar no segmentos de material de construção é muito mais complexo do que numa loja especializada e aí foi a oportunidade que nós falamos lá no início no mercado também se transformar chegaram muita gente nova no
mercado a coisa mudou mas é isso e o que eu acho que eu deixei de legado Salvador pr pra Associação acho que o maior legado foi ter conseguido eh transformar a nossa entidade numa entidade aí de abrangência Nacional eu acho que a organização também né Acho que você deixou algo muito bem organizado pro próximo né então assim isso acho que isso é fundo fundamental quando a gente você falou de governo né Se todo o governo deixasse o daqui paraa frente né daqui PR frente melhor mais organizado cara esse não tem legado melhor que esse mas
obviamente se transformar em nacional é um negócio que que que que é o Marco né mas eu também aqui como logista eu tenho que te te trazer essa referência de olhar para um né de olhar para uma associação mais organizada a organização traz confiança traz uma série de coisas acho que isso é importante também Ah que bom que isso é percebido né Renato Porque de fato era um projeto né Logo quando a gente assumiu de tornar a associação maior mais representativa e é lógico que para isso a gente precisa criar as bases né a primeira
a primeira Providência Foi mudar o estatuto já prevendo essa né Essa abrangência nacional e logo imediatamente também instituir de fato uma governança na associação para que ela possibilitasse né a troca de gestão mais tranquila que a gestão fosse uma coisa tranquila porque a a maior preocupação de quem assume uma associação assume alguma coisa é saber como que tá é financeiramente organizacional e o presidente de uma associação o gestor de uma associação ele tem que estar preocupado com as causas do setor né com as demandas em evoluir aumentar a representatividade E então isso a gente teve
que fazer justamente já esperando aí o resultado de todo esse trabalho e deu certo né deu certo hoje a gestão da Val principalmente tá avançando bem né com essa questão aí de Associados Brasil a fora A Entidade é perceptível que tem um nível de representatividade muito grande né seja pro pros stakeholders ou pros próprios participantes da entidade né Eu acho que e aproveitar Salvador o momento aqui cada câmera ali né falou faz aquele merchan assim para quem não é associado fala você é logista de tinta logista especializado no varejo de tintas que ainda não é
associado da brat Poxa vida a gente tem uma série de serviços um pacote de serviços convênios e muita história boa para contar CTO e e para uma associação crescer ela precisa ter Associados né ela precisa ter bons Associados Associados participativos Então acho que é importante né essa chamada aí assim exat exatamente acho que a gente entra num ciclo agora né Ricardo que que que que passou por você de trazer obviamente muito mais de uma abrangência Nacional mas eu acho que também trazer mais participação trazer mais mais gente para porque quando você abre você precisa de
mais gente né então eu falo muito assim muita gente pô mas pô ajuda a gente construir né acho que isso é importante eu tava me lembrando só antes do Ricardo dar o depoimento dele nesse aspecto Assim muitos quando a gente convida quando a gente e enfim insiste para que ele se associe ele faz uma pergunta padrão que que eu vou ganhar sendo associado aí eu me lembrei do discurso do Kennedy lembra não pergunte o que seu país pode fazer por você se pergunte o que você pode fazer pro seu país Então eu acho que o
nosso mote hoje na medida que a gente quer crescer e se estruturar de uma forma mais robusta nacionalmente ó você que tá me ouvindo é dono de loja de tinta faz parte de uma de uma loja de tinta de uma rede de loja de tintas se você se juntar a sua Associação porque ela é sua ela não é Nossa ela é sua você vai deixar ela mais forte e consequentemente mais fortes a gente vai ter mais capacidade de ser ouvido de atender as demandas das lojas e do mercado de de uma forma geral o Ricardo
eu vou buscar um pouquinho o teu passado você falou [ __ ] Uma História bonita batalhadora tal depois de tanto tempo você foi pra segunda loja eh a expansão é é o momento também que social né da da da vida do Empreendedor né como é que foi essa obviamente [ __ ] Conquista emoção tal mas como que foi a preparação e e o que que é mais difícil ir pra segunda ou chegar na oitava né Quais são quais são as diferenças né daquele momento da segunda e agora pra oitava é são são momentos Dea PR
décima enfim são momentos Diferentes né Renato assim e principalmente épocas diferentes também né quando a gente decidiu empreender a nossa segunda loja foi uma coisa assim eh com não vou mentir não foi com tanto planejamento mas com o entendimento de que seria um grande desafio principalmente porque nossa primeira filial a gente decidiu abrir no litoral Então já saiu P Já saí do eixo né Bertioga bera E vocês estão em Bertioga há 22 anos aposta boa né aposta ótima é assim foi um desafio grande porque porque a região H 22 anos atrás era boa mas não
era o que é hoje também Sim e como eu disse não teve muito planejamento foi até uma história até engraçada né a min minha esposa ela tava grávida da minha primeira filha e aí no final de semana a gente Muler grávida você não sai de casa né você precisa procurar o passeio que você quer fazer e ela falou vamos até Bertioga conhecer Isso foi num domingo de manhã Falei pô vamos lá conhecer peguei o carro fui até lá e ela olhando a cidade e tal não sei o que a gente almoçou por lá tal quando
eu voltei eu falei meu Olha dava uma loja de tinta aqui ela falou você é maluco não só só tô he planejamento estratégico né gravida esposa passear eu tô rindo porque eu conheci o Ricardo nessa mais ou menos nessa nessa situação e foi loucura mesmo e aí assim aí apareceu um projeto na época que aquec não não prosperou dentro da da el chamava soft franchising que era mais ou menos um formato de uma loja dedicada e aí me ofereceram Ah foi logo em seguida sabe como eu disse não teve foi uma sequência de situações é
que foi acontecendo e a gente foi né Vamos vamos vamos jogar essa bola aí né e pô se você fosse abrir uma loja você ia abrir em que lugar falei Bertioga Olá os caras Mas por que estudei o mercado não fiz uma análise tá não sei o qu Car então top topo aí depois que eu topei eu falei [ __ ] que que eu fiz né agora Aí voltei lá só que eu voltei sozinho né Falei Será que aqui mesmo né peguei meu carro rodei a cidade tinha uma loja lá muito forte muito assim muito
representativa não só lá em Bertioga mas no litoral inteiro eu entrei na loja como consumidor assim para ver o atendimento tudo saí falei não vai dar certo vamos fazer vai dar certo mas não foi tão fácil assim noral uma luta grande porque porque muda a gestão né Ricardo muda muda sim porque a gente tem que abrir a cabeça a gente entender que assim o negócio ele tem que se ele tem que funcionar E aí foi quando começou eh Talvez esse meu processo de gestão de processo e então PR PR coisa acontecer principalmente no momento que
a gente abriu uma loja e a gente teve Muitas dificuldades e de fato Muitas dificuldades assim não financeiras nada disso mas dificuldade para operar realmente né Eh primeiro com funcionário segundo com cliente enfim a gente pegou um ano que foi o ano que mais choveu em Bertioga chovia todos os dias então não vendia a tinta né e eu falava o que que eu vim fazer aqui foi logo do começo eu a gente abriu em Agosto de 2002 abriu começou a chover já tava chovendo meu Deus quando eu tava montando a lja já tava chovendo falar
meu Deus do céu o que que eu tô fazendo aqui mas cara quando desde o aquela loja sempre foi muito muito muito abençoada né porque a gente teve lucro desde o primeiro mês que uma coisa assim que a gente não conseguiu replicar pras outras né Eh mas mas provavelmente porque tinha muito espaço sim porque tinha muito espaço era outro era era outros momentos enfim e cada loja tem uma história mas essa loja foi uma escola gigantesca para mim como como gestão como suplantar eh dificuldades distância senta no mesmo local exatamente e toda essa questão logística
de abastecer duas lojas e tal e e essa loja ela já foi concebido também já com essa questão aí de você trazer um pouquinho de inovação um pouquinho de diferenciais qualitativos pro pro mercado Entendeu essa loja ela já foi concebida com esse pensamento e assim a gente foi tentando aplicar em todas as outras que a gente que a gente vem montando né a gente tá com com uma previsão de uma nova loja também que eu não diria que ela vai ser uma loja disruptiva mas é uma loja que vai entregar muito conceito novo pro nosso
segmento isso isso com certeza e é sempre dentro disso né com com experiências que a gente vai tendo de novas lojas e do que a gente pode fazer de melhor e principalmente para se adaptar às condições de mercado hoje a gente viu uma condição por exemplo de mão de obra acho que é geral para todo o logista assim muito difícil acho que todo todo qualquer mercado obra tá eu acho que A Grande Barreira né você deve sentir isso né Como franqueador que você tem isso talvez como uma barreira por ter O franqueado enfim e a
gente tem que mudar né o conceito de como que você atende Como que é o seu ponto de venda quantas pessoas precisam est dentro da loja para entregar um melhor serviço né enfim tudo isso a gente fica toda a hora trabalhando a mente e buscando referências de outros segmentos de outro mercado ou até criando né referência para isso legal se encaminhando pros nossos finalmente Nossa passa rápido hein passa muito rápido imagina se o Daniel for pegar um um pastelzinho não fala que ele não volta ele vai ficar no pastel se falar duas vezes ele vai
ficar no pastel mas assim essa conversa boa me sugere que talvez uma outra oportunidade a gente continue né claro tem muito papo mas Ricardo se você pudesse dar um uma dica um conselho para quem tá começando no varejo especializado de tintas o que você diria lá vem uma pergunta difícil é pro final tem que deixar um pouquinho Olha cara eu acho que assim a gente gente falou muito aqui de gestão eu acho que para quem quer empreender em qualquer segmento e sobretudo no nosso setor que é um setor que tem um grau de complexidade né
o produto tinta de um modo geral ele é né um produto à parte assim embora a gente tenha falado aqui que o produto conversa mais com o consumidor e tudo mais mas A gestão é é imprescindível você tem que estar preparado para abrir um negócio você precisa ter um plano Você tem uma estratégia você precisa entender de fato se esse mercado é aquele que vai te dar e a sustentabilidade que você precisa para empreender nesse negócio mas isso vai muito de encontro com a responsabilidade de quem quer entrar no negócio de estar preparado em gestão
em em poder assimilar todas essas mudanças que tá acontecendo no mercado de modo geral e assimilá-los como uma oportunidade porque a gente tem várias oportunidades aí diante dessa complexidade toda dessa mudança de mercado surgem todo dia novas oportunidades é um negócio muito bom para empreender não posso falar oo contrário eu vivo disso a vida inteira a gente vive disso mas ao mesmo tempo a gente sabe que tem que entregar muito eh por mais nível de gestão e de processo que tenha em uma loja só numa rede de lojas a entrega de quem tá na gestão
eu acho que ainda é muito grande não sei se você compartilha disso Renato igual não Total total eh cada vez mais a gente vai precisar de uma boa gestão porque é o que você falou pessoas é o gargalo é o gargalo do do mundo do mundo total né exato então se você não melhorar processos não melhorar eh fazer mais com menos diminuição de custo né Nós estamos num mercado que as margens não são altas então S A gente precisa bem ligado nisso daí eu vou eu vou emendar a minha também porque acho acho que a
gente tem uma oportunidade grande aí eh o nosso mercado é um mercado muito relacional né Eh você tem uma relação de longo prazo com uma indústria específica Sher William estamos aqui som eh qual o conselho que você daria também para um logista ou para um um novo empreendedor como o Salvador né desta relação né de de de logista com indústria o quanto ela é importante essa construção eh de boas relações né porque eu vejo às vezes pessoas vindo de outros mercados pro nosso você deu essa abertura de eu tá falando e que são mercados mais
mais de choque né e eu vejo que o nosso mercado ele tem a boa relação ou dá para se construir boa relação Então como que você constituiu qual foi tua visão de relação a longo prazo que dica que você daria o quanto isso é produtivo ou não olha Renato eu acho que tudo é válido né é assim a gente tem uma relação muito muito grande com os nossos fornecedores assim de muito respeito já visto que eu tenho uma certa dificuldade para ser marcas né assim eu diria que tenho uma grande dificuldade e eu procuro eh
dentro disso estabelecer boas relações e boas parcerias e duradouras parcerias né já visto que assim a gente troca muito pouco de fornecedor a gente tem um eh uma relação com a Sher Willians por exemplo de quase 40 anos Isso é muito ISO Isso é muito bom sim uma relação extremamente sólida eu diria que não é fácil né porque você tem ali a nossa loja praticamente é monomarca só sherry Williams e a gente sabe que a dificuldade quando você se restringe a uma marca só né então assim existe aí uma uma resiliência muito grande da nossa
parte mas também um comprometimento muito grande da outra parte né em fazer a coisa dar certo porque sabe da da dificuldade que nós como logistas que somos monom marcas ou exclusivos a gente tem então como eu disse eu tenho uma dificuldade Grande até de trabalhar multimarcas mas eu acho que tudo é válido eh eu acho que parcerias de um modo geral seja multimarcas ou exclusivas uma coisa que tem que ser de fato estabelecida ao respeito né quando você trocar uma marca você tem que ter de fato aí um argumento muito forte para que isso aconteça
e que seja leal com o seu fornecedor porque você sendo leal com o seu fornecedor você é leal com o seu cliente seu cliente volta daqui um ano dois para procurar um produto que ele comprou na sua lógica é da continuação você tem lá e o ganha ganha também né tem que ter nós desse lado daqui também tem que ter essa cabeça gan do ganha ganha né porque eu acho que a sustentabilidade como um todo ela tem que prevalecer se só uma parte ganha no processo você rompeu a sustentabilidade a coisa não acontece mais é
isso legal isso aí Salvador vamos ter que ter um episódio dois Com certeza Ricardo obrigado Mais uma vez você tá aqui com a gente Renato obrigado pela parceria Mais uma vez você que tá nos assistindo nos ouvindo muit Muito obrigado por você ter nos ouvido e não esqueça de seguir o canal deixar aqui o seu like E compartilhe com quem você acha que pode aprender um pouquinho ouvir um pouquinho e sugira conteúdos e convidados pra gente papo de logista uma iniciativa da Associação Brasileira dos revendedores de tintas a gente se vê em breve Muito obrigado
obrigado gente obrigado foi muito legal