Você está no Varejo Cast. Este episódio do Varejo Cast é patrocinado por Smart Tef, VMSP Stúo, Alter Vision, One Bit. >> E aí, turma, chegando com mais um episódio do Varejo Cast diretamente de Nova York.
Eu e meu amigo Caio Camargo. Caio Camargo e eu. E mais um episódio.
Esse episódio é um dos mais esperados por todos e todas, que é exatamente quando a gente convida nossos amigos que estão aqui em Nova York também para falarem qual o seu destaque nesses três dias de NRF. O congresso acabou, mas continuamos por aqui porque ainda tem visitas técnicas. Continue acompanhando a gente agora.
Se liga aí nesse episódio que ficou muito massa. Vários pontos de vista para somar aí com o seu conhecimento e, principalmente você saber o que aconteceu de melhor na maior feira de varejo do mundo. Ouve tudo, reflete e a gente se vê no próximo episódio.
Sou Ivan Correa. Eu trouxe a delegação Crédits Brasil SPC. Eu saio da NRF 2026 com a sensação de que pessoas ainda são o maior diferencial para as empresas, principalmente de varejo.
Por mais que exista tecnologia, por mais que a inteligência artificial esteja dominando o cenário, todos os debates, me chama muito atenção o gap que ainda existe de pessoas para poder operar e eventualmente fazer bom uso tanto da inteligência artificial generativa como da agêntica. Sucesso a todos. Olá, Caio Fred, pessoal do Varejo Cast, aqui é o professor Artur Mota da FGV.
Falando sobre a CNRF 2026, o que me chamou mais atenção é a quantidade de vezes que a palavra relacionamento e confiança foi citada por diversas marcas, saindo daquela transação comercial simplesmente em que você entra num site e faz uma compra para sim a construção de um relacionamento de longo prazo, um lugar onde você se envolve com a marca, onde você tem uma curadoria, dicas, isso sim faz a construção dessa marca de longo prazo, gera confiança, gera empatia. uma marca em que efetivamente você se identifica com ela. Então eu vejo as marcas cada vez mais se preocupando com isso, seja utilizando inteligência artificial, seja utilizando os agentes de IA, mas efetivamente se preocupando não com essa com essa relação de curto prazo, mas sim com a construção de longo prazo.
É isso, pessoal. Um grande abraço. Tchau, tchau.
>> André Faria da Bluesoft, mais uma NRF incrível. Eu gostei muito de ouvir sobre a Gentecce, ver esse novo protocolo que o Google lançou, que certamente vai facilitar muito todas as marcas publicarem seus produtos para que possam ser facilmente encontrados no AI mode do Google e ferramentas como chattemini, etc. Acho que vai ser mais um canal super importante e que o CEO da JD Sports falou uma coisa muito bacana, que a gente não deve avaliar apenas quantas vendas são fechadas no checkout, no e-commerce ou mesmo nos sistemas de AI, mas a gente deve refletir sobre o quanto eles influenciam a decisão do consumidor.
Quantas vezes a gente não começa o nosso processo de descoberta buscando no site, entrando no e-commerce e agora a gente vai começar a usar II cada vez mais para isso também. Então, saber usar bem essas tecnologias vai ser muito importante. Também ficou muito claro em várias discussões ali nos keynotes, nas palestras que a gente deve ver a não como um fator de substituição dos humanos, mas como empoderamento dos humanos para que a gente possa gerar cada vez mais produtividade, que a gente possa delegar certas atividades que a gente faz manualmente para os agentes de AI, que vão aparecer cada vez mais e tá disponíveis tanto para as empresas poderem usar as plataformas para personalizar e criar seus agentes.
orquestrar como esses agentes trabalham juntos, mas também utilizar uma série de soluções prontas que já estão disponíveis. A gente acredita muito nesse empoderamento através de inteligência artificial na Blue Soft e essas discussões confirmaram muito essa nossa tese e a gente vai trabalhar ao longo desse ano para trazer cada vez mais tecnologias assim pro Brasil e gerar mais produtividade no nosso varejo brasileiro. Mais uma NRF maravilhosa.
Olá meus amigos, tudo bem? Aqui Denis Santini, fundador do grupo MD, voltado para Franqui e Varejo e CEO da Community, uma iniciativa voltada para quem atua como franqueado e multifranqueado. E o meu recado para quem não veio no NRF e quer saber um pouco mais, é esse olhar do franqueado, a importância e o papel do franqueado na construção de uma marca na ponta.
É ele quem cria laço com a comunidade, muito falado aqui na NRF, é ele que entende o consumidor, aprende o consumidor e repassa isso pro franqueador. Então, o meu recado para quem não veio para NRF e quer aproveitar algum desses insites é entender o quanto o papel do franqueado pode ser fundamental na construção da marca, do relacionamento com a comunidade e, principalmente, no aprendizado de processos e acerto de possíveis erros na ponta. Olá, aqui é Maurício Morgado da FGV.
O que mais me chamou atenção na NRF esse ano foi a mudança que nós teremos no processo de acessório de compra. Os agentes de e-commerce vão mudar radicalmente a maneira como as pessoas decidem e as empresas precisam estar preparadas para enfrentar esses novos tempos. A gente tem que incorporar os agentes de inteligência artificial no processo, eh oferecer informações relevantes para os consumidores e auxiliar o processo decisório de maneira geral.
Acho que esse é o grande ponto aí que ficou e a na veia no processo decisório de compra. >> Daniel Posa da DOP Governança Ia e o que ficou claro para mim na NRF 2026 é que inteligência artificial não é mais uma opção. Rapidamente ela tá virando o novo normal.
operacional com a quantidade de soluções que já estão disponíveis, fazer mais com o IA não é mais vantagem competitiva, é o básico. Nunca foi sobre falta de ferramentas e é cada vez menos isso. É mais sobre a capacidade dos nossos times em entender e aplicar essa tecnologia nos nossos processos.
Olá amigos do Vcast, meu nome é Camilo, sou do grupo Fanha do Mato Grosso. O que me chamou atenção nessa feira, falou-se do melhor uso das tecnologia e principalmente falou-se sobre tomada e decisão. Não vence quem vende mais rápido, nem quem otimiza melhor o funil.
Vence quem entende pessoas em profundidade, sustenta escolhas claras e assume a responsabilidade de decidir, inclusive sobre o que não fazer. Os agentes são uma realidade e nós vamos ter que se adaptar a ele porque gera muito resultado. Forte abraço, meus amigos.
>> Aqui é Fabrício Topper da Martec Quality Digital. Na minha opinião, evidentemente tudo foi sobre economia agêntica. E quando a gente fala de economia agêntica, eu acho que tem alguns temas principais que ficam na cabeça.
Acho que o primeiro é que a gente consiga entender essa nova jornada agêntica, né, de consumo, tanto do ponto de vista humano de como a gente vai usar essa esse apoio, como do ponto de vista do próprio agente, como é que os agentes vão interagir um com o outro. E eu acho que tem muita coisa para ser resolvido aqui, tanto de protocolo segurança, usabilidade e incontrabilidade. Acho que o segundo ponto tem a ver com a a cultura a desse universo de inteligência artificial.
Então, essa cultura gêntica é uma coisa que precisa ser explorada nas empresas urgente, né? Todas as empresas têm que começar a exercitar esses processos. Eh, mas isso precisa ser feito dentro de uma cultura transformacional que de fato busca resultados aplicáveis e menos a espuma eh corporativa, ou seja, menos sobre ficar só eh fazendo experimentos de textos de e-mail ah e revisão de apresentações e mais de fato aplicações, automações e aperfeiçoamentos na forma como a gente resolve problemas do dia a dia corporativo, especialmente as interações e relações com o cliente.
Então, acho que o terceiro bloco é que é importante, que talvez que tem duas dois temas importantes, que eu acho que é a segunda metade desse negócio todo, que é a questão do valor humano, né? Ou seja, do mesmo jeito que a gente explora o agente, a gente precisa explorar o valor humano com intensidade. Então, a gente precisa conseguir segregar o que que hoje é diferenciação de negócio, que é sustentada pela parte humana, pela qualidade humana, tanto de atendimento, de reflexão, a capacidade crítica humana e criativa e garantir que isso seja preservado e otimizado com cuidado e com cautela para não pasteorizar aquilo que é o valor real da restituição.
E do outro lado, eu entendo que ficou muito claro que a gente tem que justamente para garantir nesse momento que pasteoriza-se o conhecimento e a inteligência com a EAI sendo aplicado em absolutamente tudo, a gente precisa retomar essa capacidade autoral eh criativa, ou seja, essa autenticidade é criativa, né, na forma como a gente se comunica, na forma como a gente pensa portfólio, na forma como a gente resolve jornada de negócio, na forma como a gente pensa interação com o cliente. Ou seja, a gente precisa garantir que isso permeie o uso da inteligência artificial ou a gente vai pasteorizar os negócios e vai matar a diferenciação, sem falar que a gente vai perder tração de comunicação, o que significa perda de relevância no final do dia. Então, toda essa parafernália pode acabar matando a indexação mercadológica das marcas.
>> Sou o presidente da Fecomércio Mato Grosso. Todo ano nós trazemos uma emissão aqui para Nova York, paraa NRF. E esse ano, né, como é de esperar sempre, foi de muito aprendizado, voltou a se falar muito em inteligência artificial e isso tem contribuído muito para o empresariado do estado do Mato Grosso.
Então, nós levamos grandes eh eh impressões aqui da NRF e recomendo que você empresário, venha até Nova York para ver o que o futuro mostra para o comércio do Brasil e do mundo. Olá, sou Daniel Queiroz, red de parcerias da Celo. A NRF desse ano mostrou que o começo agente tá chegando para mudar a lógica da compra.
Cada vez mais as decisões passam a ser feitas dentro de interações com com a inteligência artificial e não somente com em sites ou aplicativos. E um dos painéis, por exemplo, foi citado um caso de uso que um consumidor, utilizando ali seu agente pessoal dá um comando, por exemplo, ah, preciso de um tênis para correr de até R$ 600 e que chega até o final de semana. A partir daí, o agente interage em tempo real com os varegistas, meio de pagamento, logística, antifraudde, compara as opções valind autoriza o pagamento e executa de fato a compra, né?
Tudo isso em que o consumidor precisa navegar por múltiplas telas. Nesse cenário, eh, é preciso lembrar que nenhuma empresa resolve tudo sozinha. Para que uma compra aconteça, é fundamental integrar dados, identidade, segurança, decisão e execução.
Tudo de forma orquestrada em tempo real e transparente. Por isso, grande aprendizado que eu levo da feira é que o varejo tá mudando e o futuro depende cada vez mais de ecossistemas conectados. A startup israelense One Bit possui uma tecnologia de gestão de esto que alia big data e inteligência artificial para garantir uma estoque mais enxuto e oferecer uma redução de até 70% nas rupturas de vendas.
Isso é possível porque o seu sistema de otimização de supply chain possui algoritmos que monitoram o comportamento do consumidor nas lojas e no e-commerce e realiza predições sobre quantos e quais itens devem ser entregues em quais lojas. Saiba mais no link que está na nossa descrição. >> Atenção, já é obrigatório o pagamento integrado na Paraíba, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Ceará e Goiás.
Vários outros estados estudando também esse formato. Isso significa que ao emitir sua NFCE, sua nota fiscal de consumidor eletrônica, o pagamento deve ser capturado automaticamente, sem digitar o valor em maquininha de cartão de crédito antiga. Se você é empresa de software, conheça o Smart Tef, a solução de TEF móvel de baixo custo que atende à legislação.
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Você precisa de um espaço que tem identidade, funcionalidade e experiência. Apresentamos o VMSP Stú, especialistas em transformar o varejo através do design e da estratégia com um olhar técnico ao visual merchandising e a arquitetura sensorial. Projetos que desenham jornadas com experiências sensoriais.
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br e use o cupomercast. >> Olá, amigos do Varanjo Cast. aqui GR Tesser da NL, uma empresa gaúcha de tecnologia pensada com carinho pro varejo.
E essa NRF para mim foi especial, especial porque foi o encontro das jornadas, a jornada do consumidor e a jornada do varejista. E no centro desse encontro, lógico que tem tecnologia, lógico que tem inteligência artificial, mas a grande verdade é que o início da jornada do cliente nem sempre vai ser um início de jornada de compra, às vezes vai ser o início de uma jornada de desejo, que sim a tecnologia vai potencializar que se torne conversão de venda. Já do ponto de vista do varegista, o início da jornada tem que ser estrutural, tem que ser estratégico.
Toda a organização tem que ser feita para que se consiga, no fim do dia encontrar aquele desejo ou ser encontrado pelo desejo do cliente para que a gente seja a marca escolhida, a marca lembrada, a marca que vai converter. Então é um encontro lindo de jornadas que a tecnologia vai potencializar. E os nossos varejistas têm que estar preparados para esse novo m.
>> Oi, tudo bem? Meu nome é Lira Modesto, sou da agência 17. Meu principalite com a NRF é essa questão dos agentes de compra, como que a gente vai fazer para os agentes indicarem os nossos produtos e como que a gente vai adaptar isso aí no varejo.
Aqui quem fala é a Cecília Rapace e o meu olhar sobre a NRF 2016 para o varejo de moda é o seguinte. Tá claro para todo mundo que tecnologia é a maior aliada, mas ela pode também amplificar o seu problema, especialmente para as empresas de pequeno e médio porte de moda no Brasil. Para mim, a palavra de ordem é: comece pelo básico, pela qualidade dos seus cadastros, para garantir que você tem dados confiáveis e só então você vai poder escalar com inovação.
Vamos olhar para isso. É o básico bem feito que se fala sempre, mas qualidade dos dados. É isso.
Um abraço para vocês e até a próxima. >> Olá, professor Fred, professor Caio. É um prazer estar aqui mais uma vez diretamente de Nova York, da NRF 2026.
Meu nome é Dian de Barros e eu estou representando a Totus Oeste e o Café Conegócios. E o meu destaque para NRF 2026 foi simplesmente a o lançamento da plataforma em parceria com os grandes players do varejo, a o lançamento da plataforma da Google pelo presidente da Google no primeiro dia do evento. Para mim esse é um momento disruptivo e colaborativo.
Ou seja, a mensagem é: precisamos colaborar uns com os outros para atingir os nossos objetivos e entender o que está vindo por aí. Um abraço a todos e mais uma vez muito obrigado meus professores. >> Souino, fundador da Vareza Viteo.
Essa NRF teve como grande tema de destaque a IA e particularmente a IA agêntica, mas falou bastante também de experiência, de cultura, de valores, de liderança, desafio estratégico de avançar na agenda de ar de maneira estruturada, repensando processos, repensando desenhos organizacionais, trabalhando muito na cultura e e nas pessoas. Olá, amigos do Varejo Cast. Aqui é Joares Leão, CEO da Leão Group e vou dividir com vocês as cinco tendências que realmente me impactaram ao longo aí dessa NRF 2026.
Primeiramente, tecnologia virou infraestrutura operacional, saiu da vitrine e foi realmente para o backoffice. A inteligência artificial deixou de ser um diferencial e virou um pré-requisito para todas as empresas. Decidir bem virou a principal vantagem competitiva.
Experiência do cliente foi claramente redefinida com menos encanto e mais coerência e competência de entrega. Marca, dados e tecnologia chegaram finalmente ao nível do conselho para uma discussão e para uma análise mais estratégica. Claramente a NRF 2026 marcou a transição definitiva do varejo do encantamento para execução disciplinada.
onde tecnologia e marca importam se entregarem decisão melhor, operação mais eficiente e principalmente resultado sustentável. >> Oi, tudo bom? Eu sou a Mariana da Wake e para mim o grande insite dessa NRF é que a era das ferramentas milagrosas acabou, o varejo de transação morreu e o que nasce agora é o comércio de ecossistema.
Não estamos mais aqui só para vender produtos, mas para dominar contexto de vida e paixões e ter cada vez mais esse relacionamento. Eh, com isso, nesse cenário, market deixa de ser apenas uma uma área que anuncia o produto para ser de fato um gestor de um relacionamento, onde a venda a venda é uma consequência, ela acaba sendo um detalhe. E outra mudança que eu acho muito legal é a questão do SEO pro DO.
É a IA Generativa não busca mais palavraschaves, ela busca autoridade, confiança. E se sua marca não for curadora e não tiver dados estruturados para ter respostas únicas ao cliente, ela vai ficar invisível para os novos buscadores. Oi, aqui é a Mariana Nemberberg, sou gerente corporativa de growth estratégia do Magaloeds e presidente do comitê de retail media do IAB.
O que mais me chamou atenção na NRF esse ano foi ver o varejo voltando a discutir a importância da loja física, que assume um papel cada vez mais estratégico pro negócio dos varejistas e das marcas. É no varejo físico que a gente consegue explorar a omnicanalidade na sua maior potência, porque onde a gente consegue criar uma jornada cada vez mais sem atrito. E neste varejo físico passa a ser muito importante não a conversão, mas a experiência.
Então, é a experiência do encantamento, a experiência de engajar o consumidor e inclusive criar intenção neste consumidor que vai converter no canal que ele achar melhor. Ele não vai na loja necessariamente para comprar, ele vai lá na loja para se encantar, para ter uma experiência e depois ele vai converter onde ele acha melhor. Então, a gente começa a falar realmente das tecnologias invisíveis, né?
A gente volta a falar que o importante é o consumidor no centro e que a gente tem que usar a tecnologia para proporcionar toda essa experiência pro consumidor, para que ele saia encantado com a sua marca e com o seu produto e eventualmente gere. Jorge Bif da GPB4 Consultoria. Então, o que mais me impressionou esse ano na NRF é o sales enabment já conectado com o IA, ou seja, a cada vez mais a IA suportando a equipe de vendas, a equipes de atendimento, lojas, etc.
, utilizando a IA já de uma forma mais ampla e sendo um suporte efetivo aí na busca de eh performance da empresa. >> Você assistiu Varejo Cast? >> Saiba mais sobre o Varejo Cash e nossos patrocinadores acessando os links na descrição deste episódio.
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M.