Então aqui no capítulo 9, a partir do verso 1, eu vou ler sobre um dos sinais do nosso Senhor aqui em João. Ã, no Evangelho de João, nós temos sete sinais, ou seja, sete milagres que o Senhor Jesus realizou. E esses sete sinais, esses sete milagres, ele eles começam nas bodas de Caná. Na Galileia há uma cidade na Galileia chamada Caná, aonde se faz umas bodas. E o Senhor Jesus é convidado para essas bodas, para esse casamento. E também os seus discípulos são convidados para esse casamento, para essas bodas. E essa, nessas bodas, o Senhor
Jesus, ele transforma água em vinho, ou seja, ele transforma água em vinho, transicionando de uma velha aliança para uma nova aliança. água fala da maneira com que os homens eram purificados na lei de Moisés, Através das abluções, através das lavagens cerimoniais, através desses banhos rituais. E o vinho fala da nova aliança no sangue de Jesus. Fala dessa nova aliança que nos é concedida a partir do derramar do sangue de Jesus. Então, quando ele transforma a água em vinho, ele nos leva a viver a alegria dessa nova aliança. Ele nos leva a viver a alegria desse
novo momento, né? Desse início também de uma nova criação, desse início de um Novo Gênesis, que essa é a proposta do quarto evangelho, o evangelho de João, de que ele seja um novo Gênesis. Porque em Gênesis Deus cria o homem. Aqui em João, Deus vai recriar o homem. Em Gênesis, Deus dá a Eva para Adão. Aqui em João, Deus vai preparar para o último Adão, que é Cristo Jesus, nosso Senhor, a sua esposa, a igreja, né, que é como se fosse uma segunda Eva ou a Eva do último Adão, a esposa do último Adão. Então
aqui nós temos o início nas bodas De Canada, esses sinais e esse primeiro sinal é essa transição de aliança para uma nova aliança. E depois nós temos eh esses sinais encerrandoos na ressurreição de Lázaro, revelando para nós que Jesus é Deus e que ele tem poder sobre a morte e que ele pode nos tirar da morte. Mesmo depois de quatro dias sepultado, Jesus chama Lázaro de volta à vida. E Jesus vai ensinar em Betânia que não não depende apenas da promessa do último dia para que o homem Seja ressuscitado, né? Como Marta propõe: "Senhor, eu
sei que o meu irmão vai ressuscitar no último dia". E ela tinha essa expectativa escatológica de que o irmão dela fosse ressuscitar no último dia, assim como Jesus havia ensinado. Mas Jesus surpreende ela e diz: "Marta, eu sou a ressurreição e a vida." E quando ele chega diante do sepulcro, mesmo depois de quatro dias sepultado, ele chama Lázaro para fora e Lázaro Ressuscita, revelando assim que o Messias do Senhor Jesus Cristo, o homem de Nazaré, o Galileu de Nazaré, na verdade é o filho de Deus que foi enviado do céu e que tem poder sobre
a morte e que é o Senhor da vida e que é capaz de tirar da sepultura aquele que tá sepultado já há quatro dias e trazer de volta a vida declarando: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, de maneira nenhuma morrerá, mas passará da morte para a vida. Será que você pode Celebrar? Será que você pode celebrar? Será que você pode celebrar Jesus? Aleluia! Então, esse quarto evangelho, pode diminuir só um pouquinho o volume do teclado. Obrigado. Esse quarto evangelho, então, ele é o evangelho dos sinais. E o texto que nós
vamos ler hoje, que fala da cura de um cego de nascença, é um desses sinais. Eles são sete sinais. Um desses sinais é a cura Desse cego de nascença. Jesus vai curar de maneira milagrosa, de maneira maravilhosa, um cego de nascença. E aqui em João nós temos dois finais, ou seja, no Evangelho de João, nós temos duas conclusões. Nós temos uma conclusão no Evangelho de João, no capítulo de número 20, versos 30 e 31. E nós temos uma outra conclusão no Evangelho de João, no capítulo 21 versos 24 e 25. E por que nós temos
duas conclusões no Evangelho de João? Porque nós entendemos, né, Estudando e os estudiosos compreendem que o capítulo de João, o número 21, é um capítulo que foi acrescentado de forma tardia ao texto, então se fez uma nova conclusão. Mas ambas conclusões concordam em uma coisa. Os sinais no evangelho de João existem pelo mesmo motivo. Então eu vou ler aqui o capítulo 20 no verso 30 e 31 que está escrito assim, ó. Jesus, pois operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais. Ou seja, ele não operou Apenas os sete sinais que estão registrados no
quarto evangelho. Ele operou muitos outros sinais em presença de seus discípulos. Ou seja, esses discípulos então são testemunhas destes sinais. E esses sinais não foram escritos, ou seja, não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos, os que foram escritos, os sete, foram escritos para que creais. Então, esses sinais foram escritos para que possamos crer. Para que creis. E crê em quê? Que Jesus Cristo, o filho de Deus, é, né, que Jesus Cristo é o filho de Deus. Ele é Cristo, ou seja, ungido. Cristo vem do grego, quer dizer ungido, do hebraico Messias. Amém. Em
português quer dizer ungido. Então ele é o Messias, o Cristo, o ungido e também filho de Deus. E para que crendo tenhais vida em seu nome. Ou seja, eu vejo os sinais. Diante dos sinais eu contemplo a sua glória. Como está em João 17:24. E contemplando a sua glória, creio e crendo tenho vida em seu nome. No capítulo 21 versos 24 e 25 diz assim, ó, verso 24. Este é o discípulo que testifica destas coisas e as escreveu e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro. Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez. E
se cada uma das quais fosse escrita, cuido, que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros em que se escreveriam, em que se escrevessem estas Coisas. Amém. Então, ou seja, Jesus preparou muitos sinais, ele fez muitos sinais e ele preparou muitos sinais para revelar, né, a glória e revelando essa glória pudéssemos crer e crendo tem tivéssemos recebêssemos vida em seu nome. Ele não fez apenas os sete sinais que estão narrados no Evangelho de João, no quarto evangelho. Ele fez muitos sinais. Se fosse para escrever em livros, nem todo o livro do mundo conseguiria, Colocar
tantos sinais para, é claro que aqui há uma força de expressão, né? Uma força de linguagem, mas para colocar os tantos sinais que Jesus realizou. Quem entendeu até aqui, diga amém. >> Amém. >> Você conseguiu entender até aqui? Quem conseguiu entender até aqui? Esse quarto evangelho também temos que lembrar, é produzido nos anos 85. 90, 100 até 110. Ou seja, do ano 85 até o ano 110, foi o tempo que levou para Que esses escritos pudessem ser editados, redigidos e editados para que a gente pudesse conhecer esse evangelho como nós conhecemos agora. Então, começou a
produção desses textos 85 anos após a morte e ressurreição do nosso Senhor. Então, eles não estão escrevendo no momento em que Jesus está vivendo ou realizando esses sinais. Eles estão escrevendo e produzindo, redigindo esses textos 85 até 110 anos depois da morte e ressurreição do nosso Senhor. E o Evangelho joanino, ele não tem um objetivo de nos apresentar um relato histórico acerca de Jesus. Ou seja, ainda que há alguma historicidade no segundo, no quarto evangelho, no evangelho de João, o objetivo desse evangelho é teológico. Ele tem mais teologia do que história, tá conseguindo entender ou
não? E essa teologia que nos nos é apresentada aqui em João é apresentada em forma de pregações. Então você precisa compreender esses Textos joaninos como quem está ouvindo uma pregação que está sendo feita 85 anos depois da morte de Jesus para ensinar sobre o evangelho de Jesus, segundo, oralmente foi ensinado por João. O evangelho é de Jesus, mas é ensinado por João. Então é evangelho de Jesus segundo João. E quem tá produzindo esses textos? Os discípulos de João, eles estão produzindo esse texto. Nós chamamos eh essa comunidade cristã, essa localidade, Essa região e essas pessoas
que esses cristãos que produziram esses textos, nós chamamos comunidade joanina. Então, essa é a comunidade joanina, eh, pregando acerca do evangelho de Jesus. E essa comunidade joanina, preste bem atenção, é também chamada a comunidade do discípulo amado, porque no texto de João, nós temos aqui essa figura do discípulo amado. E nós partimos aqui eh a partir de uma teologia bíblica e não dogmática. Eu quero pregar hoje a partir De uma teologia mais bíblica, é menos dogmática, eh partindo do texto bíblico e não das nossas crenças. E quando nós partimos do texto bíblico, o discípulo amado
de João não é João. Quando você parte do texto bíblico, o discípulo amado ninguém sabe quem é, porque o texto bíblico em si não nos diz que o discípulo amado é João. Nós deduzimos que o discípulo amado é João por uma questão de tradição, porque a tradição cristã afirma, compreende que o Discípulo amado, citado no Evangelho de João aqui no quarto evangelho, é o próprio João, OK? Mas a própria Bíblia não diz isso, OK? Isso nós sabemos pela tradição, mas quando você parte do texto, o texto não afirma que o discípulo amado é João. Portanto,
nós vamos tratar esse discípulo amado como sendo toda a comunidade de fé. Tá conseguindo entender? Diga amém. E a partir dessa perspectiva da teologia bíblica, nós Vamos abordar esse sinal, né, da cura do cego de nascença. E eu vou fazer algumas referências a estudiosos eh renomados, conhecidos, né, como Raymond Brown e também Alberto Casanelo, que são alguns dos mais eruditos, estudiosos, né, dos textos joaninos a partir dessa perspectiva da teologia bíblica. Quem tá conseguindo entender até aqui, diga amém. Amém. Vamos ler o texto, capítulo de número 9, verso de número um, diz assim: "E passando
Jesus, viu um homem cego de nascença. Verso dois. E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: "Rabi, quem pecou? Quem pecou? Este ou seus pais para que nascesse cego? Veja isso, Rabi, os discípulos. Jesus passa, ele vê o homem cego de nascença, mas quem chama a atenção de Jesus para esse homem cego de nascença são os seus discípulos. E esses Discípulos fazem a Jesus uma pergunta: Quem pecou para que este homem nascesse assim? Ele ou seus pais? Então veja que ainda temos aqui vestígios, resquícios do judaísmo e a crença judaica de que a desgraça, o infortúnio
na vida de alguém está diretamente ligado ao pecado. Ou seja, se você está vivendo e uma pessoa adulta vivendo alguma desgraça, está vivendo alguma algum infortúnio, é, está vivendo alguma dificuldade, então você deve ter pecado, porque eles ligam Diretamente as desgraças ao pecado. E Jesus vai quebrar essa ideia, né? Porque Jesus vai responder dizendo: "Nem ele pecou, nem seus pais. Mas foi assim para que nele se manifeste as obras de Deus. Ou seja, nem ele pecou, nem seus pais pecaram, mas ele nasceu assim para que nele se manifeste as obras de Deus. Quem tá aí
diga amém. >> Amém. >> Eu sei que aqui muitos pregadores têm o Costume de ler, né, para que se manifeste a glória de Deus. Não é o que o texto diz, é para que se manifestem as obras de Deus. Você tá aí? Diga amém. >> Para que se manifestem as obras de Deus. Convém que eu faça as obras daquele que me enviou enquanto é dia? Então Jesus tá dizendo: "Convém que eu faça as obras daquele que me enviou enquanto é dia, noite vem, quando ninguém pode trabalhar". Ou seja, Jesus está dizendo: "Eu preciso fazer as
obras daquele que Me enviou". Veja, Jesus não faz sua própria obra, ele faz a obra daquele que o enviou. E ele diz: "Eu preciso fazer essa obra enquanto é dia, noite vem, em que ninguém pode trabalhar". Até aqui vocês estão entendendo? Diga amém. >> Amém. >> Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo. Então, quando ele fala noite vem, ele tá falando da sua partida. E ele tá dizendo: "Tenho que fazer enquanto é dia, ou seja, enquanto eu estou aqui, Porque eu sou a luz do mundo." Olhe isso, que coisa linda, né? Eu
sou a luz do mundo. Verso 6. Tendo dito isto, cuspiu na terra. Eita glória. Tendo dito isto, cuspiu na terra e com a saliva e com a saliva fez lodo e untou. Olha o termo untar, né? Eu lembro desse termo quando a minha tia fazia bolo e ela mandava a gente untar a forma. Quem lembra disso, ó? Unta a forma aí, porque eu vou fazer Aqui a massa do bolo enquanto você unta a forma aí. Então, minha tia sempre quando eu era pequena, ela me mandava untar forma. Então, eu pegava manteiga e esfregava manteiga ali
na forma onde ela ia fazer o bolo para que ficasse todo cheio de manteiga ali, toda untada, né? Então, essa é uma terminologia que eu quase não vejo mais ninguém usar, mas ele untou os olhos do cego com o lodo que ele fez com a sua própria saliva. É, é meio esquisito, é ou não é, né? Você Não pensa em Jesus fazendo isso, né? Mas ele pega dois elementos que são elementos que nós entendemos eh quando analisamos de uma forma contextualizada com a história que esses dois elementos, tanto a terra como a saliva, eram elementos
considerados curativos. A terra, porque o homem veio da terra e a saliva era considerada de um agente curativo, ou seja, e a saliva era um Agente que curava. Eles acreditavam que havia na saliva poder de curar. Então, só que dentro do judaísmo, vai dizer o Rabi Aquiva em nos seus escritos antigos, que quando alguém usava saliva e passava numa ferida e proferia eh surtilégios, essa pessoa estava fazendo magia. Então aqui abriu espaço para que os judeus pensassem em Jesus como um feiticeiro. Porque Jesus tava fazendo ao ao olhar dos judeus, praticantes do judaísmo, Como está
nos escritos do Rabiakiva, Jesus estava fazendo algum tipo de magia. Então os judeus não iam ver isso com bons olhos. Com certeza essa essa maneira com que Jesus decidiu curar abriu precedentes ali para muitas dúvidas se Jesus era de fato realmente um homem de Deus ou não, pela maneira que ele decide curar. Quem entendeu diga amém. >> Amém. >> Verso 7. e disse: "Vai e lava-te no Tanque de Siloé, que significa em hebraico enviado. Foi, pois, e lavou-se e voltou vendo. Ó, então o cego foi e lavou-se e voltou vendo. Coisa linda. Quem tá comigo?
Amém. >> E voltou vendo. Então os vizinhos do cego, os vizinhos e aqueles que deantes tinham visto que era cego, diziam: "Não é este aquele que estava sentado e mendigava?" Uns diziam: "É este" e outros: "Parece com ele". E ele dizia: "Sou eu". O, as pessoas estão duvidando dos seus do seu próprio olhar, dos seus próprios olhos, né? Eles estão olhando pro cego de nascença que agora vê e eles estão perguntando: "Não é este o cego que ficava mendigando a porta do templo?" E alguns dizia: "É ele". Outros diziam: "Não, parece com ele, mas não
deve ser ele, porque ele era cego, né?" E ele dizia: "Sou eu, né? Sou eu mesmo. Veja isso. Sou eu, disse ele. Verso 10. Diziam-lhe, pois, como se te abriram os Olhos? Como te aconteceu dos seus olhos se abrirem? Ora, você não era cego, você não era cego de nascença. Então, a pergunta aqui no verso 10 é: Como se te abriram os olhos? E ele respondeu e disse: "O homem chamado Jesus". Aí era para dar um glória. >> Vou falar de novo. O homem chamado Jesus >> fez lodo e untou-me os olhos e me disse:
"Vai ao tanque de Siloé e lava-te". Então eu fui, lavei-me E vi. >> Amém ou não? Amém. Então eu fui, lavei-me e vim. Glória a Deus. >> Que loucura. Olha isso. Ele não só responde como os olhos dele foram abertos, mas ele responde também quem lhe abriu os olhos. >> É o homem Jesus. Ele me abriu os olhos. E como que ele fez isso? Olha, ele fez lodo, untou os meus olhos, me mandou lavar no tanque de Siloé. Eu fui, lavei e vi e vi. Lavei-me e vi. Que expressão bonita. Lavei-me e vi. Ou seja,
quando somos lavados podemos ver. >> Você tá aí ou não? Olhe para quem tá do seu lado e diga: "Quando somos lavados, podemos ver. Lavei-me e vi". Verso 12. Disseram-lhe pois: "Onde está ele?" E respondeu o cego, "Não sei onde está o homem Jesus e o e o cego, que agora não é mais cego, Respondeu: "Não sei." Levaram, pois, aos fariseus o que dantes era cego, ou seja, eles não se conformaram com a resposta. falaram: "Olha, você vai ter que explicar esse negócio melhor". Pegaram o homem e arrastaram ele até os fariseus. Levaram ele até
os fariseus. Olhe isso. Então, os seus vizinhos e os que antes o viam ali mendigando, agora o conduzem até os fariseus. Você tá conseguindo entender ou não? >> Isso aqui é todo esse texto é muito intencional. Aqui tem muita teologia envolvida e você vai entender isso aqui de uma vez por todas. E, aliás, nós vamos pegar uma sequência aqui no Evangelho de João nos próximos meses que você vai ficar expert nesse nesse quarto evangelho. E depois nós vamos entrar nas cartas joaninas. Primeira João, segunda João. Nós vamos entrar nos textos joaninos e você vai sair
desse desse desse desses meses, dessas desse tempo, Dessa temporada de Deus sobre nós. Ó, levanta as suas duas mãos paraos céus. Eu quero declarar que se inicia uma temporada nova de Deus sobre nós, sobre a reino, sobre a sua casa, sobre a sua família, sobre a nossa igreja. Iniciou-se uma nova temporada. E eu quero dizer que nessa temporada a luz do Senhor vai brilhar sobre nós e contemplaremos a sua glória. Quem pode celebrar isso? Quem pode celebrar isso? Levaram pois aos fariseus o que dantes era cego. Verso 14. E era sábado quando Jesus fez lodo
e lhe abriu os olhos. Olha o detalhe teológico. Era sábado. Então os judeus agora não vão ter só dificuldade por Jesus ter feito uma suposta, uma aparente mandinga, uma aparente magia. Eles também vão ficar zangados, porque essa aparente magia, essa aparente cura, né, milagrosa foi feita no sábado. Eles vão ficar também injuriados, porque ele, os judeus Entendem que você não pode untar ninguém no sábado, entende? Você não pode misturar a terra com a saliva e untar uma pessoa no sábado, porque isso quebraria o sábado, o fato de Jesus ter untado. Então, uma das dos questionamentos
dos fariseus vai ser como foi que Jesus curou, porque dependendo da maneira que ele curou, ele pode quebrar o sábado. E se ele quebra o sábado, os judeus vão entender que ele não é um homem de Deus, porque se fosse Um homem de Deus, não quebraria o sábado. Você tá aí ou não? >> Ah, pelo amor de Deus, irmão. Fala alguma coisa. >> Amém. Você tá aí ou não? Você tá vivo? Se acorde essa pessoa perto de você e diga: "Acorda, pelo amor de Deus, já são quase 10 horas da manhã e você tá dormindo
ainda." Vamos embora, irmão. Olha isso. Preste atenção. Verso 14. E era sábado quando Jesus fez lodo e lhe abriu os olhos. Tornaram, pois, também os fariseus a perguntarem: "Como vira?" Então, os fariseus vão voltar a fazer a mesma pergunta que fizeram os anteriores. Qual é a pergunta que os fariseus vão fazer? Como foi que você viu? Como foi que se te abriu os olhos? E ele respondeu e disse, ó, ele lhes disse: "Pis-me lodo nos olhos, sobre os olhos, lavei-me e vejo." Então, alguns dos Fariseus diziam: "Este homem não é de Deus, pois não guarda
o sábado." Vê, ou seja, os fariseus estão pouco preocupados com o milagre. Eles estão preocupados com a maneira que se operou o milagre. Se ele fez lodo e se ele untou, então ele não é homem de Deus, porque ele não guarda o sábado. Olhe para quem tá do seu lado, diga aí. E aí, o que que é mais importante para você? A sua a sua religião ou o sinal da glória? >> Hã? Porque pros fariseus a religião tá sendo mais importante do que o sinal da glória de Deus. Olhe para quem tá do seu lado,
diga assim, ó: "O sinal da glória tem que ser maior do que a sua religião." Você sabe por que nós nascemos como igreja? para manifestar a glória do Senhor. Aqui no nosso meio, os sinais da glória tem que ser maior do que a nossa religião. Escute. Enquanto eles vêm nos chamar de religiosos ou nos acusar de fazermos coisas que quebra a Sua religião, nós temos que dizer para eles: "Olhem para a glória que se manifesta em nosso meio. Olhem para a obra que se faz em nosso meio. para os sinais, porque é contemplando a sua
glória que vocês vão crer. Você tá aí, diga amém. >> Você tá aí, diga amém. >> Você que vem à igreja, você que nos assiste online, você precisa entender que nós não fomos chamados para olhar uns para os outros e ver os defeitos uns Dos outros. Nós não fomos chamados para ver as dificuldades da igreja. Não fomos chamados para ver, sabe, o as frustrações, as decepções que ocorrem na vida, em comunidade. Nós não fomos chamados para ver os excessos, os exageros. Nós não fomos chamados para fitar os nossos olhos na imaturidade, na infantilidade dos crentes.
Não. Fomos chamados para ver a sua glória e não podemos tirar os nossos olhos da glória daquele que nos chamou. É porque é Contemplando a sua glória. Contemplando a sua glória que creremos. >> Você tá aí? Diga amém. >> Amém. >> Me ajude a pregar. pegue na mão de alguém, sacode ele e diga: "Olhe para o lugar certo. Pare de olhar pro lugar errado. Veja a glória do Senhor. Contemple a glória do Senhor. Ah, meu Deus! Se tiver alguém aí com o Espírito Santo que consegue exaltar o Senhor, glorificar o Senhor, Celebrar o Senhor, celebre,
glorifique. Jesus está neste lugar. A glória do Senhor está neste lugar. Aleluia! Aleluia! Eu vejo o que Deus está fazendo aqui e contemplo a sua glória. Aleluia! >> Então, alguns dos fariseus disseam: "Este homem não é de Deus, pois não guarda o sábado". E diziam outros: "Como pode um homem pecador fazer tais sinais?" E havia discensão entre eles. E agora os fariseus entraram em crise. E agora há uma divisão entre os fariseus. Porque parte dos fariseus dizem: "Esse homem não é de Deus porque não guarda o sábado?" Aí outros questionam: "Tá, mas se ele não
é de Deus, como faz tais sinais? Você tá aí ou não? >> Você tá aí ou não? >> As pessoas entram em crise porque vê que nós rompemos com a religiosidade nessa igreja. >> Nós rompemos com o padrão religioso. E aí eles dizem: "Não são de Deus". Mas de repente os sinais estão manifestados. >> Aí outros dizem: "Mas como não são de Deus? Se eu entrei lá e senti a presença de Jesus, como não são de Deus, se quando louvam a presença se manifesta como não são de Deus. Se pregam a palavra, pregam o evangelho.
Aliás, nós fizemos recentemente uma pesquisa e nessa pesquisa, pastor Daniel, nós perguntamos: "O que fez as pessoas escolherem a reino como sua igreja? E a maior parte das pessoas disseram que ficaram na reino por causa da palavra que é pregada. Veja, nos acusam de não pregarmos. E o motivo pelo qual as pessoas ficam é a palavra que é pregada, que é profunda, que é concisa. Veja que quem nos acusa Não nos conhece. Eles só olham para o aspecto religioso que nós abandonamos e aí já nos julgam, não são de Deus. Mas a palavra pregada e
quem fica fica, porque aqui tem palavra e essa palavra manifesta a glória de Deus. >> Aleluia! >> Meu Deus! Não sei nem como é que eu vou começar essa mensagem hoje, porque nós estamos lendo o texto e a glória do Senhor já está se manifestando. Nós estamos só lendo o texto e a glória Do Senhor já apareceu. Olhe isso, >> que coisa linda. Verso 17. Tornaram, pois a dizer ao cego: "Tu o que dizes daquele que te abriu os olhos?" E ele respondeu que é profeta. >> Disseram ao cego, você diz o que desse que
te abriu os olhos? Os fariseus diziam: "Não é de Deus, porque não guarda o sábado". Outros diziam: "Mas se não é de Deus, como faz tais sinais?" Aí perguntaram pro cego: "Você diz o que desse que te abre os olhos?" E o cego disse que é profeta.Ó >> é profeta. Quem entendeu, diga amém. >> Amém. >> Verso 18. Agora, no verso 18 vem os judeus. Que que vem no verso 18? Os judeus, porém não creram a seu respeito que tivesse so sido cego. Agora os judeus vem e falam o seguinte: "Não cremos que você um
dia foi cego?" Agora o cego não tem só que dar explicação de como foi curado. Ele vai ter que provar que foi cego. Eu vou falar de novo. Agora o cego não só tem que dar explicação de como foi curado, de quem o curou. Agora ele vai ter que provar que foi cego, irmão. Um dia você vai ter que provar que foi cego. Agora olhe para quem tá do seu lado, diga assim: "Graças a Deus porque fui Cego." >> Porque Jesus não abre os olhos de quem vê, só abre os olhos de quem não vê.
>> Eu vou dizer de novo, graças a Deus porque fui cego. Porque Jesus não abriu os olhos de quem vê. Ele só abriu os olhos de quem não vê. Você tá aí? Diga amém. Você tá aí? Diga amém. Graças a Deus porque fomos cegos. Porque hoje podemos ver. Ele nos abriu os olhos. Ele untou os nossos olhos e agora vemos. Vemos. Nós vemos. Aleluia. Aleluia. Glória a Deus. Os judeus, porém, não creram a seu respeito de que tivesse sido cego e que agora visse, enquanto não chamaram os pais do que agora havia. Gente, o negócio
foi tão sério que mandaram chamar os pais dele para testificar se esse homem nasceu cego. Agora vão aparecer os pais. Os pais desse homem Era o que nós chamamos, né, no estudo da teologia de João, de criptocristãos. Cripto vem de cripta, né? Cripto cristão, cristão escondido. Muitos cristãos aqui no Evangelho Joanino são cristãos escondidos por medo dos judeus. Eles têm medo dos judeus. Então veja que esse relato do sinal do cego de nascença é cheio de tensões. É atenção com os vizinhos, é atenção com aqueles que o conheciam, é atenção com os fariseus, agora uma
tensão com os judeus. E então É cheio de tensões, né? E esses criptoscistãos, eles eram cristãos escondidos porque eles tinham medo de serem expulsos das sinagogas. Ser expulsos da sinagoga não é só dizer sai daqui, né? Essas pessoas que eram expulsas da sinagoga, eles eram também excluídos da da vida em comunidade. Ninguém compraria mais nada dele, ninguém venderia mais nada para ele. Ele estava também excluído dos negócios, apartado da possibilidade de fazer Negócios. Ele ele não iria mais visitar eh familiares que os familiares não receberiam mais em suas casas. Ele estava apartado da vida social.
Então era muito sério quando você era expulso de uma sinagoga. Então, muitos cristãos ficavam calados pelo do fato de ser cristãos, assim como Nicodemos, José de Arimateia, que o texto joanino vai dizer que eram discípulos de Jesus, mas oculto por medo dos judeus. Assim também o pai, os pais do cego, os os pais do cegos vão Responder aos questionamentos com muito cuidado para não se revelarem cristão por medo dos judeus. Vou ler o texto com vocês. Os judeus, porém, não creram a seu respeito que tivesse sido cego e que agora visse, enquanto não chamaram os
pais do que agora havia. E perguntaram-lhe dizend perguntaram-lhes dizendo: "Este é vosso filho? Que vós dizeis ter nascido cego? Como pois vê agora? Seus pais lhe responderam e disseram: "Sabemos que este é o nosso filho e que nasceu cego". Então, uma coisa, sabemos, este aí é o nosso filho. E também sabemos que ele nasceu cego, mas agora, mas como agora vê, não sabemos. Ou seja, eles não querem dizer Jesus foi lá e curou, eles não querem se expor. Ok? Então, como agora vê, não sabemos. Ou quem tenha ou quem lhe tenha aberto os olhos, não
sabemos. tem idade, Perguntai-lho. E ele mesmo a Perguntai-lhe a ele mesmo e ele falará por si mesmo. Então eles estão dizendo, ó, não sei quem abriu os olhos dele, não, mas ele já tem dado suficiente para responder por si mesmo. Perguntar-lhe a ele mesmo e ele vai responder. Verso 22. Os seus pais disseram isso. Olha isso, porque temiam os judeus. Porquanto os judeus, né, já os judeus tinham resolvido, já tinham combinado que se alguém confessasse ser ele, o Cristo, fosse expulso da sinagoga. Então, os pais do menino estavam morrendo de medo de falar alguma coisa
que os judeus interpretassem que eles estavam vendo ele como Cristo e expulsasse, expulsasse eles da sinagoga. Quem tá por aí? Quem tá por aí? Por isso é que seus pais disseram: "Tem idade, perguntai-lhe a ele mesmo." Chamaram, pois, pela segunda vez o homem que tinha sido cego, disseram-lhe: "Dá glória a Deus". Essa esse, esse termo dá Glória a Deus é: renegue esse homem que te curou, renegue essa cura mágica. renegue e dê a glória a Deus. Dê glória a Deus aí é no sentido de renegar o que te foi feito. Renegue essa pessoa que te
curou, renegue essa cura, renegue isso aí, porque isso é magia e dê glória a Deus. Então, é nesse aspecto que eles dizem, dê glória a Deus. E nós temos isso também em muitos outros textos bíblicos, Que sempre a conotação é de renegar algo para reconhecer somente a Deus como quem tem poder de fazer. Então eles não entendem os judeus que Jesus é Deus. Eles não sabem, né? Aqui em João, no no quarto evangelho, está se construindo também a teologia, né? o ponto central da teologia, o cerne da teologia, o ponto nervoso da teologia, que é
a cristologia, ou seja, a principal a principal parte da teologia que é a cristologia, O estudo acerca de quem é esse Cristo, de quem é Jesus. Então aqui em João está se construindo com um movimento de descendência e ascendência a ideia da cristologia. E essa cristologia joanina, diferente dos sinóticos, Mateus, Marcos e Lucas, aqui é chamada autistologia, porque há uma teologia muito sofisticada. Ou seja, você lendo Mateus, lendo Marcos, lendo Lucas, sem ler João, em nenhum momento você vai compreender Jesus Deus. Entende? Porque em Mateus, Em Marcos, em Lucas, Jesus é um homem. Nenhum desses
desses textos sinóticos chamam Jesus de Deus. Fazem alusão. Se quer alusão a possibilidade de Jesus ser Deus. É em João que nós entendemos claramente que Jesus é Deus. E é só no quarto século da igreja, no concílio de Niceia, é que a igreja vai bater o martelo dizendo que Jesus é Deus de Deus. Com substância com Deus, mesma glória, mesma essência, mesma substância e em nada difere. É um só Deus em três Pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. A igreja vai levar 400 anos para bater o martelo sobre quem é Jesus. É
aproximadamente 400 anos. Concílio de Niceia e 325, seja 325 depois de Cristo. É que no concílio de Niceia vai se bater o martelo de que ele é Deus de Deus. Tá? Então, é no Credo Niceno e e na declaração do Credo do Niceno que nós temos a igreja batendo o martelo de que Jesus é Deus de Deus. Quem tá entendendo diga amém. >> Mas em João, já no verso um é assim, ó. No princípio era o verbo, no princípio ele era a palavra e a palavra estava com Deus e a palavra era Deus. Então, em
João, nós temos essa teologia sofisticada já, né? paraa época que é essa alta cristologia. Enquanto os sinóticos têm baixa cristologia, em João nós temos alta cristologia. Quem tá conseguindo entender até aqui, dá um sinal de vida, diga alguma coisa em nome de Jesus. >> Verso 23. Por isso é que os seus pais disseram: "Tem idade? Perguntai-lho a ele mesmo. Chamaram pois pela segunda vez o homem que tinha sido cego, disseram: "Dá glória a Deus. Nós sabemos que este homem é pecador". Ou seja, dá glória a Deus, porque esse homem é um pecador, ele não pode
estar te curando, você não pode dar glória para ele. Respondeu ele pois e disse: "Se é pecador, não sei. Uma coisa sei é que havendo eu sido Cego, agora vejo." Hã, você tá aí, irmão? Fala alguma coisa, irmão. Diga assim comigo: "Não importa como você quer chamá-lo. Não importa do que você quer acusar. Quer acusar de pecador? Acuse, mas uma coisa eu sei e nada vai mudar isso. Eu era cego e agora vejo. Olhe para quem tá do seu lado, diga assim, ó: "Aquilo que se faz em ti, não, pelo amor de Deus, você tá
aqui, Irmão, ou se a sua alma tá penando por algum vale da sombra aí, irmão, se você tá aqui, sacode alguém, diga assim: "Ei, aquilo que Jesus fez em você, quando você desceu as águas do batismo, quando você recebeu o Espírito Santo, os sinais quem você se operou, precisa ser maior do que as fofocas, do que as intrigas, precisa precisa ser maior do que a incredulidade dos parentes, dos amigos. Precisa ser mais forte do que as acusações. A sua experiência com ele Precisa ser maior do que tudo isso. Uma coisa eu sei, eu era cego
e agora vejo. Este é o povo de Deus. Esta igreja santa de Jesus é no nosso meio que se manifesta a glória de Deus para que contemplem a sua glória. Aleluia. >> Aleluia. Eu era cego e agora vejo. E tornaram a dizer-lhe: "E fez ele? Como te abriu os olhos?" Verso 27, respondeu-lhes: Já voso disse: "Não ouvistes? Para que quereis tornar a ouvir? Querei vós, quereis vós, porventura fazer-vos também seus discípulos? Tem gente que pega no nosso pé com vontade de ser dos nossos. >> Só não revela porque a dor de cotovelo é grande demais.
Você consegue entender ou não? A dor de cotovelo é grande demais. Então não Revelam. Mas a vontade mesmo é de ser um dos nossos. Quereis vós, porventura fazer-vos também discípulos? Então o injuriaram e disseram: Discípulo dele, seja tu. Discípulo, discípulo dele, sejas tu. Nós, porém, somos discípulos de Moisés. Nós também sabemos que Deus falou a Moisés, mas não sabemos de onde este é. Este não sabemos de onde é. O homem respondeu e disse, verso 30, e disse-lhes: "Nisso pois está a maravilha que vós não saibais de onde ele é. Nisso, porém, ó, nisto, pois, está
a maravilha, que vós não saibais de onde ele é, e, contudo, me abrisse os olhos. Ou seja, a maravilha é essa. Vocês não sabem nem quem ele é. Contudo, ele me abriu os olhos. >> Verso 31. Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores, mas se alguém é temente a Deus e faz a sua vontade, a esse ouve. Então, olha o que que o cego tá fazendo. Olha o que ele tá dizendo. Nós sabemos que Deus não ouve a pecadores, mas se alguém é temente, faz a vontade de Deus, a esse ele ouve. Então
o cego tá declarando: "Esse homem é temente e faz a vontade de Deus, porque Deus ouviu ele." >> Vou dizer de novo. O cego tá dizendo: "Esse homem é temente e faz a vontade de Deus porque Deus ouviu ele." Verso 32. Desde o princípio do mundo, nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. >> Desde o princípio do mundo, nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. Se este não fosse de Deus, nada poderia fazer. Então, quem tá dizendo? Esse homem, ele é próximo de Deus.
Se este Não fosse de Deus, se você lê em grego, dá essa conotação. Se esse não fosse próximo de Deus, nada poderia fazer. >> Aleluia! >> Glória a Deus! >> Então, ele é próximo de Deus, porque ele fez." Responderam eles e disseram-lhe: "Tu és nascido todo em pecados". Ó, eles estão de novo, de novo eles estão tratando ele, lincando O seu infortúnio, a sua desgraça de ter nascido cego ao pecado. Então ele diz: "Se você nasceu cego, eles dizem o seguinte: "Se você nasceu cego, assim diziam os judeus, então é porque você nasceu todo em
pecado, porque é o seu pecado o motivo da sua cegueira". Mas os discípulos, o texto, essa eh eh essa esse texto, essa porção do texto começa com os discípulos perguntando: "Rabi, quem pecou? Ele ou seus pais para que nascesse segoo?" Jesus disse: "Nem ele, Nem seus pais". Mas eles estão evocando a tradição judaica. Você foi nascido todo em pecado, senão não teria nascido cega. É isso que eles querem dizer. Já que você nasceu cega, porque você nasceu todo em pecado. Tá bom para vocês ou não? Vocês estão conseguindo compreender o que eu tô falando aqui
ou não? >> Então, olha isso. Respondeu, responderam-lhe, responderam Eles e disseram-lhe: "Tu és nascido todo em pecados e nos ensina a nós e expulsaram-no." Ele foi expulso da sinagoga. não vai poder mais nem entrar, nem comprar, nem vender, nem se relacionar socialmente, por causa de um milagre que você operou nele, ele foi excluído. Consegue entender o que é a igreja? A igreja é esse cego, irmão. Por isso que o mundo se aparta de nós quando vê o Que Cristo em nós operou. Aleluia! Você sabe que a palavra aqui homem, no início do texto, no início
do texto a palavra homem, no grego é antropos, ou seja, não usou a palavra homem, sexo masculino, usou antropos, ou seja, um ser humano qualquer, homem ou mulher. Porque o objetivo do texto não é narrar a história de um homem cego. Aliás, a cura desse cego não tem na Narrativa um peso antropológico, mas tem sim um peso cristológico de revelar Jesus como Cristo. Seja, o milagre não é para que você foque no homem que foi curado, mas naquele que o curou. >> Não pegou, não pegou. Não pegou. Tá pegando. Quem tá pegando? >> Quem tá
conseguindo pegar? >> Então, quando você na maior parte das igrejas lê esse texto, o foco tá na cura Do homem. Ou seja, o foco é antropológico, faz com que os homens olhem para si mesmos. Mas esse cego não foi curado com viés antropológicos e sim cristológico para revelar Jesus como Cristo, para revelar Jesus como Messias, para revelar Jesus como Deus. É para olhar para ele e não pro homem. É para olhar para o Senhor. Tá conseguindo entender? Diga amém. Jesus ouviu que tinham expulsado e encontrando-o lhe disse: "Cres tu no filho de Deus?" "Ah, meu
Deus! Cres tu no filho de Deus?" Ele respondeu e disse: "Quem é, Senhor? Para que nele creia?" Jesus lhe disse: "Tu já o tem visto e é aquele que fala contigo." E ele disse: "Creio, Senhor." E o adorou. Creio o Senhor e o adorou. Senta aí, diga amém. Tu o tem o tens visto. É este que agora fala contigo. E ele disse: "Creio, Senhor." E o adorou. E disse-lhe Jesus: "Eu vim a este mundo para juízo. Em outra tradução, eu vim este mundo para discernimento. Aqui juízo não é de julgar, de condenar, mas é para
emitir veredito, é para discernir. É para revelar. Eu vim neste mundo para juízo, Para discernir, a fim de que os que não vêm, os que não vem >> sejam curados, ou seja, para que os que não vê vejam e os que vêm sejam cegos. Ou seja, eu vim abrir os olhos aos cegos e vim fechar os olhos daqueles que vêm. Porque aquele que a partir da religião alega poder ver, eu cego e não me reconhece. Mas os que não vem a este abrem os olhos e me reconhecem E me adoram e são curados. Ei, ele
veio para que aqueles que não vêm vejam. E os que vêm sejam cegos. >> E aqueles dos fariseus que estavam com ele ouvindo isto, disseram-lhe: "Também nós somos cegos. Os fariseus, os fariseus ficaram perturbados e disseram: "Também, nós somos cegos. Dizeis, dizeis que dizei que somos Cegos. Disse-lhe Jesus: "Se fosseis cegos, não estarias pecando, não estarias em pecado, não estarias, não terias pecado. Se vocês fossem cego, não teriam pecado. Mas como agora dizeis: "Vemos, por isso o vosso pecado permanece". Deus. >> Ou seja, se vocês dissessem: "Som cego", eu abriria os olhos de vocês e
vocês me veriam. Mas como vocês dizem que vem, eu não vou abrir os vossos olhos e o pecado de vocês vai permanecer, porque vocês vão seguir me rejeitando e tentando pegar em pedras para me matar. >> Quem tá aí? >> Amém. Esse milagre. Joga meu meu PowerPoint aí, por favor. Esse milagre, deixa que eu passo, por favor. Esse milagre Acontece por ocasião da festa tabernáculos. Deixa eu ver se eu consigo te mostrar. O capítulo 7, o capítulo 8 e o capítulo 9 de João estão inseridos em uma mesma narrativa. E o contexto, o contexto é
a festa dos tabernáculos. Deixa eu ver se eu acho aqui o o slide correto para você. Mas, ó, eu tenho tanta coisa para Falar. aqui. Então, esse é o contexto. O contexto é o da festa dos tabernáculos, também chamada festa das tendas ou festa das cabanas. Em hebraico, sucote é a festa de sucote, é a festa dos tabernáculos. Essa é a chamada a grande festa dos judeus. E na festa dos tabernáculos, nós temos um contexto aqui, ó, de água, Porque na festa dos tabernáculos se retirava água lá do tanque de de Siloé. E esse tanque
de Siloé recebe águas que são enviadas lá do alto de uma fonte chamada Gion. Então, as águas da fonte de Gion descem, elas descem por um túnel que cavou o rei Ezequias, um túnel de mais de 500 m. Daniel, inclusive na última da nossa Israel, nós andamos dentro desse túnel. Esse túnel existe até hoje e é uma obra Fantástica da engenharia antiga. As águas descem dentro do túnel. Nós andamos com águas até os joelhos. E essa água desce para o sul de Jerusalém, para a parte baixa do vale do Cedron, para baixo do vale de
Inon, que é o vale da Geena. E ela, essas águas, elas caem num tanque. Esse tanque é chamado Siloé, ou seja, o tanque do enviado, porque recebe as águas enviadas do alto. Então, por ocasião da guerra com a Síria, o rei Ezequias cavou esse túnel para que as Águas fossem por dentro do túnel, para que os assírios não envenenassem as águas e Jerusalém pudesse permanecer dentro das muralhas, porque era uma cidade fortificada, toda muralha. Então, quando os assírios cercaram Jerusalém, eles ficaram dentro das das muralhas e a água não se contaminou porque Ezequias teve essa
brilhante ideia de cavar o túnel. Quem tá conseguindo entender, diga amém. >> Amém. >> E na festa dos tabernáculos em Sucote, eles fazem libação no santuário com as águas de Siloé. Ou seja, eles pegam as águas de Siloé, o sacerdote também, e eles sobem em procissão até o templo. Eles entram no templo em uma porta que dá para o sul, OK? Eles entram no templo por uma porta chamada porta das águas. Eles entram ali e eles jogam essas águas em libção a Deus. Era uma um ritual judaico de águas que acontecia em tabernáculos. Em tabernáculos
também. Então, veja, João, o capítulo 9 do verso 1 ao 41 acontece no contexto da festa. E como nós sabemos disso? Porque no capítulo 9 não há nenhuma alusão a um novo espaço-tempo. Ou seja, então não há nenhuma alusão narrativa a um ambiente espacial diferente daquele que tá sendo narrado desde o capítulo 7. Então nós sabemos que é o mesmo contexto da grande festa dos tabernáculos. E também em em João 8. Então veja, no sete nós temos Ali as águas, no oito nós temos Jesus declarando: "Eu sou a luz do mundo". em contraponta uma luz
ritual. Porque no pátio das mulheres, durante a festa dos tabernáculos, se levantava quatro grandes candelabros. E esses candelabros tinham como pavio as próprias vestes dos sacerdotes. Então, esses candelabos tinha na ponta grandes bacias com azeite e as vestes dos sacerdotes viravam pavio e eles acendiam esses quatro candelábios e começava a Chamada festa da alegria ou festa das luzes. E essas quatro lâmpadas, essas quatro candelários, eles eram vistos por toda a cidade. De toda a cidade de Jerusalém se via essas luzes. E agora Jesus vem e substitui essa luz ritual dizendo o seguinte: "Eu sou a
luz do mundo." Mas no capítulo 7, Jesus também disse: "Quem tem sede venha a mim e beba. Porque quem crê em mim, como diz as escrituras, rios de água de vida fluirão Do seu peito, do seu seio, né?" E ele dizia isso acerca do Espírito Santo que ainda não tinha sido dado. Então, no capítulo 7, Jesus reforça a promessa do Espírito Santo, dizendo que ele é a água viva que vai sair de nós e que o próprio Jesus é a luz do mundo, enquanto o Espírito Santo é a água de Siloé, a água que cura,
a água do milagre, é o Espírito Santo. Jesus é a luz para aquele que é cego. Ele é a luz do mundo. É ele que torna noite em dia. Você tá aí? Diga amém. >> Você, quem tá aí? >> Amém. >> Maurício. Na no intervalo dessa reunião para outra, você põe esse slide em primeiro lugar para mim. Agora nós temos Jesus, o cego, nesse contexto. E veja, no capítulo 9, nós temos meio que uma repetição do contexto, porque no capítulo 9, Jesus cura o cego de nascença, Trazendo luz para quem estava em trevas e declarando
novamente: "Eu sou a luz do mundo." Aleluia! Deus! >> Tá conseguindo entender ou não? >> E temos a presença das águas de novo. Só que agora essas águas não são rituais, são curativas, revelando o poder do Espírito Santo. Quem tá aí? >> Amém. >> Quem tá aí? >> Amém. >> E o cego ao se lavarem no tanque de Siloé, passa a ver. Jesus pega terra e saliva, unta os seus olhos, mas quando lava no tanque de Séel, ele passa a ver. Siloé em hebraico significa enviado. Siloá. Siloá. E em João, Jesus é chamado o enviado.
Quando o cego se lava no tanque de de Siloé e é curado, ele está sendo curado em Cristo. Ele está sendo curado no nome De Jesus. Porque o tanque tem o mesmo nome que João dá a Jesus como o enviado de Deus. Assim como as águas que vêm de Gion são enviadas para Siloé, Jesus é enviado do céu paraa terra. E é em Cristo Jesus que o cego passa a ver. É no nome de Jesus que o cego passa a ver. Você tá por aí, meu irmão? Você tá diz alguma coisa. Fala alguma coisa aí.
E eu quero encerrar essa introdução porque na agora 11 horas eu vou continuar. Dizendo o seguinte, entenda no capítulo 7, no capítulo 8, no capítulo 9 deste epílogo, seja o capítulo 7 e 8, contextualizam o epírgulo do capítulo 9. Jesus está andando. Jesus está em movimento. Jesus está caminhando. Jesus está passando. E sabe como é que diz o texto? E Passando, viu um homem cego de nascença. Eu vou dizer de novo. Tá escrito assim, ó. E passando, viu um homem cego de nascença. Jesus está passando. Jesus está passando. Jesus está caminhando. Jesus está passando. E
Jesus e essa caminhada de Jesus, ela inicia-se dentro do templo. Porque dentro do templo eles tentam lapidar Jesus. Eles pegam em pedras para matar Jesus apedrejado. Capítulo 8 verso 59. Se puder colocar aqui para mim. Capítulo 8 verso 59 de João. Tem alguém aí? >> Olha isso. >> Então pegaram em pedras para lhe atirarem. Mas Jesus ocultou-se e saiu do templo. Passando pelo meio deles, assim se retirou do templo. Então Jesus tá saindo Do templo e inevitavelmente ele vai encontrar aquele que em uma das portas do templo, do lado exterior mendingava. Era cego de nascença.
E Jesus o vê. Jesus viu quem não podia vê-lo. Eu vou dizer de novo, Jesus viu quem não podia vê-lo. Mas é o engraçado é que algo inusitado vai acontecer. Os discípulos de Jesus vão aparecer e são eles que vão chamar a atenção de Jesus pro cego. Mas os discípulos de Jesus sumiram do contexto lá no capítulo 6 verso 66. Joga aí para mim a última vez que eles aparecem no capítulo 6 verso 66. Joga aí por favor na tela. Desde então, muitos dos seus discípulos tornaram para trás e já não andavam com ele. Então
isso aqui, gente, não é mérito apenas nosso, viu? Espantar Discípulos. Jesus também fazia. Irmão, quando você decide obedecer a Deus, você espanta muita gente, até discípulos. Vou falar de novo. Quando você decide obedecer a Deus, muita gente te deixa, muita gente torna para trás, muita gente volta pro lugar de onde veio. Porque quando você decide obedecer a Deus, não são muitos que vão com você, mas os que Deus escolheu. >> Muitos dos seus discípulos tornaram para trás e eles desaparecem. E eles vão aparecer de novo só lá no capítulo 11, verso 7. Só que inusitadamente
no capítulo 9 verso 2, os discípulos aparecem como quem não deveria estar ali, mas estão e dizem: "Quem pecou? Este os seus pais para que nascesse cego?" Jesus disse: "Nem ele, nem os seus pais". Jesus quebra essa ideia de ter de ter Uma ligação direta entre o pecado e a enfermidade, entre o pecado e a desventura, a desgraça. Consegue entender? Diga amém. Jesus quebra isso. E não só uma vez, lá em Lucas, no sinótico, Jesus vai quebrar essa ideia falando sobre a torre de Siloé que caiu sobre os galileus. a a uma torre chamada torre
de Soloé. Essa torre cai e ela mata 18 galileus. E aí Jesus olha paraas pessoas, olha pros seus discípulos e dizem: "Vocês julgam, Né, dentro da visão judaica, que esses 18 desafortunados que morreram esmagados pela torre que caiu serem mais pecadores do que os que não foram esmagados?" Eu vou ensinar para vocês, eu afirmo para vocês que de maneira nenhuma isso é verdadeiro. Todos são pecadores e todos precisam se arrepender. Esses aí estavam no lugar errado, na hora errada, a torre caiu sobre eles. Mas os que não morreram com a torre são tão pecadores quanto.
E se Não se arrependerem, estarão todos condenados. Então, não há uma ligação direta entre a enfermidade e o pecado. Sem falar que os discípulos estão propondo dentro da visão judaica a possibilidade de alguém ter pecado no ventre da mãe, como diz o rabino e aquiva que alguns pecam no ventre ou da proposta reencarnacionista judaica, porque os judeus creem na reencarnação. Então, se esse pecou antes Mesmo de nascer, se ele pecou para nascer cego, então ele pode ter pecado na vida anterior e agora nessa vida nasceu cego, porque não alcançou o ticum. O ticum pros judeus
é uma espécie de nirvana que todos devem alcançar. E se não alcança, vive uma outra vida para tentar alcançar esse ticum. E Jesus quebra essa ideia de a da possibilidade de você pecar numa vida anterior ou de pecar no ventre da mãe dizendo: "Ele não pecou". Ou seja, essa fábula judaica não tem nada a ver. Essa visão judaica está totalmente desalinhada com o céu. Ele não pecou e nem seus pais, mas assim nasceu para que, vindo o dia, as obras de Deus se manifestem. Porque Jesus, >> como revelador do Pai, não manifesta suas próprias obras,
mas as obras daquele que o enviou. Aleluia! >> E quando se depara com algo, como um homem cego de nascença, se torna luz para ele. Tá conseguindo entender? Diga amém. >> Amém. >> Mas o cego está no lado exterior do santuário mendigando. Jesus passa e vê. Os discípulos chamam atenção. Então vem a cura. A cura Não se deu no lugar sagrado, como está lá no 859, porque no lugar sagrado ninguém via e ninguém podendo vê-lo conseguiu chamá-lo o Senhor, mas pegaram em pedras para matá-lo. Mas do lado de fora do ambiente religioso, o milagre aconteceu.
O que era cego passou a ver. Nós somos os do lado exterior, não somos do lugar sagrado, onde Julgamos conhecer a lei, onde julgamos saber o que é certo e errado, onde julgamos conhecer a Deus. Nós somos os do lado de fora que estão necessitados, que não podem ver, mas é para esses que a luz vai brilhar. >> Aleluia. Glória a Deus. >> Você tá aí? Amém. >> Se tá aí, diga amém. Diga aleluia em nome de Jesus. Que o Senhor Jesus te abençoe de forma muito poderosa. Que o Senhor Jesus te abençoe de forma
Abundante e poderosa. Pai, nós oramos agora nessa manhã para que nenhum nenhum dos teus filhos permaneçam na escuridão. Nós oramos para que a luz do evangelho de Cristo Jesus brilhe, nos dando vista, nos dando visão, nos fazendo enxergar. Pai, em nome de Jesus, em nome de Jesus, sejam manifestas as tuas obras em nosso meio. Sejam manifesta as tuas obras em nosso meio e que toda cegueira seja curada Agora pelo poder do nome de Jesus. Eu ordeno em nome de Jesus que a sua cegueira seja curada agora, agora. Agora, agora. Que se te abram os olhos.
Que se te abram os olhos. Em nome de Jesus. Em nome de Jesus. Em nome de Jesus. Amém. Amém. E amém. Glória ao rei Jesus. Quem pode levantar as duas mãos lá pro alto e aplaudir e celebrar Jesus? Você pode celebrar? Você pode dar um grito de vitória. Você pode dizer aleluia. Você pode dizer glória a Deus. Amém. He.