Eu briguei apanhei sofri aprendi eu cantei berrei chorei e também sri eu saí daqui fui para longe para sonhar o meu país e foi tão bom e vocês pensam que eu estava sozinho não as Praças estavam comigo numa alegria sadia o povo era Senhor e a minha voz era uma só voz numa canção e aquela minha voz era apenas a de um trovador voz casada com o povo e as ruas do país inteiro num repente viraram o meu altar as cidades são felizes minha gente com a voz do seu cantor porque as cidades querem cantar
com ele com aquele cantor que em suas canções irá sempre lembrar As Canções que vieram do Povo da lenha do fogão das melodias que vinham lá do seu quintal as vozes que só ele guardou as vozes que só ele amou as vozes que ensinaram que não há nada mais Sublime do que cantar no sertão da minha terra diendo é o camarada que ao chão se deu fez obrigação com força Parece até que tudo aquilo ali é seu só poder sentar no morro e ver tudo verdinho indo a crescer orgulhoso camarada de viola em vez de
inchada filho de branco e do preto correndo pela estrada atrás de passarinho pela plantação adentro crescendo os dois meninos sempre pequenino peixe bondar no riacho de água tão limpinha dá pro fundo ver orgulhoso camarada conta histórias pra moçada filho do Senhor vai embora tempo de estudos na cidade grande parte tem os olhos tristes deixando o companheiro na estação distante não me esqueça amigo eu vou voltar som longe o Trenzinho ao Deus Dará quando volta já é outro trouxe até sim a mocinha para apresentar linda como a luz da lua que em lugar nenhum rebrilha como
o lar já tem nome de Doutor e agora na fazenda é quem vai mandar e seu Velho Camarada já não brinca mais trabalha h