Não dá para acreditar que o seu sonho é ser aprovado em concurso público de carreiras policiais [música] e você não se matriculou no Instituto Oliver, que é a maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil. São mais de 150.000 1000 alunos, diversos alunos aprovados na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Bombeiro Militar, Guarda Municipal de qualquer estado, de qualquer município. [música] Não dá para Acreditar que você precisa concluir os estudos, terminar o ensino fundamental e ou médico completo e você não fez sua matrícula no Instituto Oliver no curso EJ supletivo, aonde você termina os estudos
EAD em apenas 6 meses. Não dá para acreditar que você tá precisando de um curso superior em apenas 3 meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada ou em teologia para tomar posse no seu concurso que só exige Superior completo. Não fala na lei de provimento de carreira de promovaduação de nível superior. Só fala superior. E se só fala superior, o superior sequencial de 3 meses, que basta você ter nível médio completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então não dá para acreditar que você tá
dando bobeira. Vem pro Instituto Oliver. Aqui você consegue fazer tecnólogo de recursos humanos de gestão pública em um ano. Se você for formado No curso sequencial, consegue fazer pós-graduação, você consegue fazer faculdade também de educação física, então se você quer mudar de vida, é Instituto Oliver. Aqui não tem conversa fiada para boi dormir e nem mamãe chora. Aulas objetivas, diretas, sem conversa fiada para boi dormir. [música] Professores altamente qualificados, todos os professores são policiais. Então para de perder tempo. Quer ser aprovado de primeira no seu concurso Público, vem pro Instituto Oliver. Quer concluir os estudos,
vem pro Instituto Oliver. Quer fazer curso superior? Venha pro Instituto [música] Oliver. Um forte abraço. Eu sou o professor Mateus Oliver e aqui meu brother, a sua aprovação ela é [música] garantida. Tamo junto. Você já fez as contas de quanto pagou de imposto esse ano? Em 2025, o governo brasileiro bateu recorde de arrecadação [música] e grande parte disso saiu do seu bolso. E o que você faria com todo Esse dinheiro se não precisasse pagar nada para o governo? Eu venho aqui hoje para te dizer que isso é possível e te apresentar a solução empresafororaa.com. Viemos
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Júnior. Beleza? >> De Brasília. >> Brasia. Brasia. >> Estamos aqui no Space Today Cast. Speience, que é o evento aqui em Brasília, aqui no Shop Parte Brasil. Legal para caramba, lotado. Montamos aqui um estúdio singelo de podcast para atender aí a galera e estamos aqui trocando umas ideias. >> É isso aí. E no dia de hoje, né, dando sequência aí no evento, estamos aí com a Dupla dos biólogos, né? >> Essa dupla aí é um barato, hein, cara? >> Essa dupla aí tem o que falar. >> Essa é a dupla do baralho. >> Passarinho que
acompanha [risadas] morcego. Passarinho que acompanha morcego. Mais cabeça para baixo. >> É a dupla do baralho aí, ó. De um lado, biólogo Henrique e do outro, grande Richard. E aí, Richard? E aí, biólogo? >> Estamos aí, estamos aí mais uma vez, cara. Que honra tá aqui hoje neste Evento. Muito obrigado pelo convite. >> Que legal, que legal. >> Muito legal, muito legal o evento admirado. Tá bonito para caramba. Em todos os estados do Brasil só se fala nesse evento que é o maior evento de ciência do do Brasil, cara. A descobrir, né? Então, parabéns, cara.
Isso aí. Estamos aí, estamos aí ajudando um pouquinho, fazendo nosso trabalhinho aí de graça, viu, galera, no Space the Experience aqui no Shop Parte Brasil. É Isso aí. >> Hoje é a palestra de vocês, o bate-papo de vocês é sobre o quê? Conta pra gente aí o tema. [risadas] Ah, a gente vai falar de meio ambiente, vida extraterrestre, que tal animal fora terra plana, >> terra plana, >> aquecimento global, isso gosta básica >> básico. >> É, eu acho que assim, ciência é, ela tá sempre em mutação, né? Ciência, eu sou Um cara que vi a
ciência por 55 anos, porque eu tenho 55 anos, então vivi sempre escutando a ciência. Então é interessante porque a ciência ela tá em e ela tá sempre em mudança, né? Ontem a gente não pode comer sal, hoje pode comer sal, não pode tomar um comer um chocolate, tomar um vinho, agora pode o ovo dá colesterol, agora não dá mais. >> Cara, eu gosto dessas coisas. É, >> é, teve gente que fez até uma um tipo uma retrospectiva, tipo, já foi falado Que, primeiramente a fibra é o equivalente do Monjar para emagrecer, >> sabe? Porque ajuda
a pessoa na questão do intestino e tal. E aí, só dica maluca. Uma hora pode comer ovo para caramba, depois não pode mais comer ovo. Aí tem >> bem-vindo à ciência. >> Exatamente. Então tem, >> todo mundo sabe tudo e não sabe [ __ ] nenhuma. >> Mas mas tem [risadas] mas tem também o Lance da, do jornalismo na parada, porque o cientista ele tem uma, ele é ele é muito complicado na hora de divulgar as coisas. E aí o jornalista lê, por exemplo, essa do ovo, não foi o cientista que leu e que fez
errado, foi o jornalista que leu errado. >> A divulgação científica. Esse que é o grande que é a grande parada. Aí a galera divulga uma coisa e que sai totalmente envesado daquilo que o C quis dizer, entendeu? E aí rola essa Insegurança nas pessoas, porque a ciência, cara, ela não tá aqui para comprovar nada. da comprovação científica, ela é feita pelos pares. A ciência tá aqui para entender como aquela situação funciona. Aí o acúmulo de situações que foram descobertas é que vão virar o consenso científico. E às vezes o pessoal não se >> discordo to
não discordo. Não tem consenso científico. Conscio, ciência e ciência. O dia tiver conscienso Científico não tem mais ciência, cara. >> É porque quem faz o consenso >> tem consciência 100% e a ciência é assim, tem algumas coisas que a gente já sabe comprovar. Por exemplo, se a gente entrar aqui, por exemplo, o homem chegou na lua, nós temos uma foto 69 vai dizer que sim, >> o outro vai dizer que não. >> Só foto não. >> Eu digo que sim, >> só foto não. Só >> uma foto bonita lá. >> Temos foto 350 kg de
rocha, laser que vai lá e mede mais um monte de coisa. >> O espelho que tá lá, >> tudo, tudo dá para arrumar, uma rocha, o laser, o a bandeira, tudo dá para fazer. Hollywood é incrível. Eu não tô dizendo que é ou não é, entendeu? Mas assim, eu acho que isso é a beleza da ciência. a gente tá sempre discutindo assuntos e tem inclusive sobre os os assuntos diversos pontos de vista >> e pontos de vista diferentes sobre diversos assuntos, né? Até com a forma como você faz a leitura, é aí a interpretação que
isso faz com que chegue a câmara. >> Mas esse esse é o consenso, o consenso científico, ele não eh a ciência ela não tá aí para provar, ela tá aí para para questionar a situa a situação. O consenso é feito pelos acadêmicos. Esse consenso ele é mutável. Ele a esse consenso ele é o melhor modelo que Melhor explica. É um consenso. >> Pega aquimento global. Existe um consenso que a humana >> é responsável, é maior responsável. Tem um consenso? 97%. >> Não, esse é um número que você saiu da cartola. Eu quero que você prove.
Quero que você prove 97. Você não prova 97%. Eu truco você agora mostrar. Você não sabe. Você falou número número. Você podia ser 92, podia ser 80, você chutou Um numa percentual. Isso não é ciência. E é isso que eu desafio. E eu tô aqui para exato fazer o barulho nisso, porque alguns cientistas têm razão de tudo, outros não têm. Aí a percentual eu posso dizer, então 80% dizim que não. E aí, como você prova que o meu número tá errado? Você não tem como provar nem eu. E isso é uma discussão válida. Agora quando
a gente pega a ciência e começa a transformar isso numa imposição de que é essa o caminho que nós temos, nós Tomamos um pau no COVID. Covid, a gente tomou dois anos de vacina e agora a gente pode falar que senão naquela época ia preso. Dois anos de vacina, nego morrendo. Tem nego cientista que tá assim porque se fodeu, porque Deus sabe por talvez seja por causa de tanta injeção. E a gente hoje não discutiu. A gente parou nesse assunto depois de dois anos e a gente começou a olhar falar: "Nossa, é, agora a gente
pode falar >> dois anos a gente tomou Pfizer aqui Quando dois tava proibido na Europa e a gente tava tomando aqui." Então assim, hoje a gente tem que falar sobre esse tipo de coisa aqui. A ciência às vezes induz a gente ao erro muitas vezes. E se é divulgação ou não, não sei. Mas com essas certezas que 90 é para cá, 30 para lá, é que a maioria das coisas que previram há 50 anos atrás não aconteceram agora. O Serjão nem dava vivo para lembrar. >> Ah, não, mas aí é uma outra coisa. >> Mas
sempre tem uma desculpa. E o e o consenso científico é de que 97% >> 97% da vacinação. O conselesso científico que 90 em 97% a vacinação salvou e salva outro número que saiu do da cabeça dele. Isso isso prova que esses caras não estão falando isso aqui. Nós estamos numa dando números surreais e irreais. >> Irreais. Isso aqui nem vaiar tá sendo gravado. Eu duvido. Entendeu? >> Vai. Vocês estão usando números, vocês Dois que cabem a vocês e que para vocês deixam satisfeito para vocês provarem o ponto de vista de vocês. Pessoas moram por dia,
>> desastre covid, senhores, se a gente tivesse uma outra fórmula e eu não sei qual, é isso que eu discuto, eu não tô dizendo que uma coisa tá certa e eu não apoio nada. É essa a minha diferença. Eu estou muito mais olhando as coisas e e tomando cuidado com esses percentuais que saem, que é certeza, 97% de certeza Que o aquecimento global poesso, moria, cara. Já tirou o pé do acelerador, papai, do aquecimento global. O teu ídolo já tirou o pé disso, de um monte de identidade de gênero, de um monte de coisa. Ou
seja, o mundo está mudando para algo mais normal que a gente parece que é >> é ciência não pode jogar gente precipício. >> Deu essa essa >> Bill Gates, o teu herói Bill Gates Global >> já tirou o pé do acelerador porque ele já viu que as previsões que eles tinham feito não vão acontecer, não vai. Senão o cara do vício, Algor não tinha comprado aquela casa bonita na praia se ele soubesse que o Alciano ia subir na maneira que ele falou. Acceu e não vai acontecer daquela maneira que ele falou. E pode ser que
aconteça de uma vez só. Pum. E vão falar: "Ah, tá vendo? Eu estava certo. Você tá numa bola. É uma Bola ou é pan essa [ __ ] >> Bola. >> Então beleza. Então você tá numa esfera como a minha mãe coru. Eu falei bola". Ela falou falou esfera. >> Nós estamos numa esfera. Nós uma esfera boiando no universo. Ele sabe mais do que eu que foi construído a ferro, fogo, eletricidade, energia. Isso. Esse planeta quer que todo dia seja igual. Aí a culpa tem que ser de alguém. Por quê? Então é uma coisa que
eu questiono é a Gente tem que tomar cuidados com essa questão da ciência ser absoluta. Eu não, eu não apoio a ciência absoluta. Eu acho que a gente assim, apoia a ciência é o quê? Escutar as pessoas, escutar as razões, escutar. E aí a gente não pode ter uma imposição da ciência. É isso que me assusta. A gente teve imposições, várias imposições durante muito tempo sobre ciência e a ciência nem sempre. Então, mas aí, mas aí tem uma confusão entre ciência e consenso. É porque aí há Uma confusão entre ciência e consenso científico. >> A
ciência, por exemplo, quando você falava de aquecimento global ou COVID, se você vai analisar dados como, por exemplo, a quantas pessoas pararam de morrer após a vacinação. O consenso científico é um conjunto de acadêmicos que estudando os modelos, pegam vários dados que foram produzidos pela metodologia científica e chega a um consenso. Aí são coisas diferentes. Por Exemplo, sobre a perspectiva do aquecimento global, eu também não sou alarmista, mas que o aquecimento global é um fato. É, eu também não. Mas >> pera aí, o que que é o fato? O fato que ele existe, o fato
que ele é causado pelo homem, ele aceleradica aquecimento ou significa mudança climática. Dá para fazer várias diferentes assuntos aí. >> Não, mudança climática. Porque Aquecimento global é o seguinte, as pessoas entendem que o planeta ele mudaria aquecido o tempo inteiro e mudança climática fica mais aplausível para pro consenso, porque você vai ter momentos mais frios por mais tempo, mais estiagem por mais tempo, mais chuva por mais tempo, mais seca por mais tempo. Então o nome consensual >> é porque não é sempre que ficar mais quente só que é ruim. Às vezes ficar mais frio por
muito tempo também é ruim, Entendeu? ou ficar ou chover chover. A gente teve lá, ué, eu e o Richard, a gente teve lá no Mato Grosso lá os caras estavam desesperados agora porque a chuva tava atrasada, entendeu? Todo ano eles estão desesperados. Brasília chovendo. Brasília chovendo. Então assim, o o lance não é não é chover mais, chover menos, não é tá mais quente ou tá mais frio. É que nós estamos hoje numa situação que tá a humanidade que a gente depende dessas Coisas num certo equilíbrio. Quando isso sai do equilíbrio é que é o problema.
Por exemplo, ciclone extratropical é bom ou é ruim? >> Aquele igual do Paraná. >> É, aquilo lá é bom ou é ruim? Deixar respond. Não quer minha opinião falar pro planeta. Proeta não faz a menor diferença do quer dizer. Agora olha a situação que a gente tá que deu um ciclone que até hoje tá tendo problema em aeroporto. Car, >> vamos fazer o seguinte, vamos comer menos vaca que é 2% do metano, isso vai fazer com que realmente não tenha mais ciclone. O [ __ ] vai ter ciclone daqui 30 anos. Se todo mundo par
de comer vaca, só viver de luz solar e não fizer mais soltar nem um peido soltar porque pode cafetar daqui 30 anos pode ter ciclone, não. Ninguém garante essa [ __ ] cara. Essa é a questão. Todos cientistas ganharam um monte de dinheiro fazendo pesquisa e a pesquisa é ótimo, Precisa de dinheiro e a gente quer que venha dinheiro. Mas assim, aí de repente virou algo que já vira um outro negócio também, porque se vocês falarem que conservação não é um negócio, eu vou trocar vocês. Aí nós estamos falando para criança, vamos falar para adultos,
[risadas] vamos falar, vamos viver mundo real. E a gente concorda plenamente, cara. A gente concorda plenamente. Não existe conservação ambiental sem comida na mesa. Isso é fato. Isso é fato. É Muito fácil, riquinho, ficar pintando, se pintando lá, falando, olha, não coma carne nas suas refeições. [ __ ] velho, a pessoa não tem nem o que comer. Então é assim, de fato, a floresta em pé, ela vale muito mais do que a floresta deitada. >> Enquanto a soja ganha for for mais rentável do que a floresta, a floresta. E tá na hora então da gente
realmente fazer essa questão do carbono fazer valer. O Brasil é um grande país para Isso aí eu concordo. Vamos fazer valer isso e o nosso país faturar com isso, porque a gente não é justo a gente deixar de abrir os nossos espaços e nós temos um código florestal para isso, para produzir alimento, que é fundamental, porque a gente pode até, a gente não precisamos de nada disso, cara. Só tem uma coisa que a gente precisa todo dia, uma alimentação. >> A gente tava falando, eu fui lá no teu espaço que que as crianças estão ali,
eu Falei: "Porra, será que isso é o futuro?" Elas estavam em Marte as crianças. E eu tava ali na frente, falei, posso baixar a calça? Será que eles vão ver o meu bumbum? Eles não vão ver, eles estão em outro planeta. Para eles, nesse momento, tanto faz a roupa que eles estão vestindo. Por quê? Porque dentro daquele imaginário deles, eles estão com a roupa que eles quiserem. Então você imagina o caos que é isso. E aí se resume nesse momento que o ser Humano só tem uma coisa que ele precisa, porque esse cara que tá
ali, ele só precisa de uma coisa. >> Comer não comer algo não. Sexo vai des sexo simplesmente vai ser erradicado porque a testosterona acabou no planeta, papai. A gente não vai, não existe mais aqui homozigoto, teto zigotto, não existe homo. É tudo uma coisa só cara, sexo feminino, masculino, é uma coisa só mano e tanto faz. E eu quero que se [ __ ] também porque eu já tô morrendo daqui a Pouco e esse planeta que eu, segundo Sergão, nem tem nem tem nada para esperar do outro lado, entendeu? Nem tem. Desligou. >> É, nem
tem nada para esperar do outro lado. Fodeu mesmo. Então, então se é isso, só isso que eu tenho, então eu vou botar para [ __ ] Vou falar o que eu penso. Cara, eu acho que a gente, desculpa, não quero ser o doidão da turma, mas eu acho que eu tô aqui para botar fogo no sequinho. Eu não aceito Essas coisas dessa forma, porque tudo que eu vi aceitar aí passado parece assim, eu tenho medo de que a a a ciência comprada, >> tá? Mas vamos >> comprada, já que ela é paga. Para que? Que
ela é paga. A ciência não existe sem financiamento. Ciência não é neutra. A ciência não existe em financiamento e existe, desculpa, >> é como dizer que não existe o padre que não gosta de um de homem, mulher ou sei Lá o que não se não existe agora. Ele virou padre agora não. Desculpa, meu. Não é desculpa, eu tô sendo assim franco porque é um ser humano, cara. Enquanto isso, tudo for gerenciado por seres humanos, seres humanos é comprado, corruptível, ele vende um laudo, ele aposta numa coisa e se for conveniente por um lado aí um
a indústria farmacêutica ver, sabe porque, por exemplo, nós estamos com um assunto hoje que que é o negócio do CBD e da maconha No Brasil, que é um negócio que tem que ser discutido porque traz um monte de benefícios, mas sabe porque não andou ainda na minha opinião? Por quê? Porque tem interesse de farmacêutica que não consegue envelopar, que nem isso é um negócio para pequenos negócios. Você tem o quê? Não, não é um negócio que vai buscar na prateleira. Eu porque existe uma composição, existe tanto CBD, tanto THC para o seu caso específico. Cada
ser humano é um ser específico. Você não Pode ir na na prateleira e tirar algo que resolva os problemas do mundo. Ah, você toma um pouco de ansiedade. Depende que tipo de ansiedade para é um tratamento, um outro é outra coisa. Se não, a gente consula, >> e por isso que a não entrou a indústria farmacêutica >> e tá e tá e por isso que tá bloqueando tanto andar um negócio que já tinha que ter andado. A gente regularizou um veneno que é o álcool e não regularizou Um negócio que traz benefício. Por quê? Estamos
esperando o quê? >> Isso aí tem mesmo, né, Cael? Tem os lobes, tem os interesses. Isso aí, infelizmente, tem. Isso aí, infelizmente, tem medo. Por isso, eu tenho medo disso, Serjão. >> Não, mas isso aí dá medo mesmo, porque >> quando a gente vê uma quando você vê uma pesquisa, você tem que tirar, tentar, né, pelo menos tirar esse viés, né? Por isso que quando você pega ali um artigo Para ler, é bom ir lá no final e ver quem que tá quem que tá financiando e tudo mais, entender um pouco do da maneira como
a pessoa tá tá explicando aquilo ali para poder saber se, né, se tá enviezado ou não. Muitas vezes a pesquisa ela tá envzada mesmo. Tem que saber às vezes até assim, eu não sou, eu acho que tem que ser, ah, então uma indústria, sabe? Outro dia eu eu recebi aqui o filho do Jaques Custô, cara, ele veio faz anos atrás, veio aqui, pegou o Barco, andou no na no Mangujá, eu tava junto, tava, fui convidado, nem lembro quem emissora tava. E aí ele tava ali olhando, quem pagou a conta dele vir aqui, ele tá fazendo
um monte de projeto legal aqui no Brasil de f não sei o quê. Quem pagou foi uma indústria, nem lembro qual, mas uma [ __ ] indústria química. Meu, a Petrobras financia uma série de projetos. É uma forma de compensar aquilo que não tem uma pegada que não tem jeito. >> Mas só para saber uma coisa, você tá querendo dizer que tem tem coisas que são vendidas como boas que fazem bem. A gente precisa do dinheiro. A gente precisa do dinheiro, tá? A ciência precisa do dinheiro. Sem sem dinheiro não há ciência, tá? Não há
ciência. Como é ser humano faz ciência? >> Como o ser humano faz ciência existe e não. >> Eu me coloco assim, eu avalio um pouco melhor aquela ciência que é aquele Caminho tomar. É assim, eu tenho medo que quando quem alguém se apodera da ciência e diz: "Essa é a ciência que eu gosto". Ou que seja rentável para mim, essa que nós vamos botar pra frente. A ciência não é >> tem dinheiro na frente do bem-estar, da verdade, >> mas mas a ciência não é >> dinheiro dinheiro em cima do que do que é da
realidade. Vamos dizer, vamos vamos falar a verdade que a gente já tive teve Eu só fazer um levantamento aqui. Eu não vou aqui puxar e não vou falar números de percentuais para não correr no erro dos colegas, mas eu vou puxar. Eu vou puxar o seguinte. Quantas previsões foram feitas de 50 anos para cá >> sobre o momento que a gente tá ou de 10 anos atrás? E nenhuma nem uma nenhuma, nenhuma, nenhuma. Me prova uma e traz na mesa. Pode escrever aqui alguém que se aconteceu a extinção do do Bad. E a gente tá
muito preocupado floresta. A Gente esqueceu do principal, n? Esse planeta é o planeta água e não o planeta Terra. A água que tá mais [ __ ] aqui. A água que tá mais [ __ ] aqui. >> Mas é aquele negócio que eu falo, cara, o que falta é o cara vir depois e atualizar. Agora, por que que não atualiza? Eu tenho >> que às vezes quando ele atualizar é o negócio vai mostrar que ele tá. Já discuti isso com o Monaco várias vezes. É o lance do Algor. O Algor escreveu um negócio há muito
tempo atrás falando que o oceano ia subir tantos tantos metros e ia acabar com tudo. O problema ele atualizou isso depois e veio falar pessoal, >> ele só atualizou a casa que ele comprou na praia. Mas ele c anos eles iam chegar e falar assim, ó, lembra aquela previsão que eu fiz há 5 anos atrás? Agora com novos dados, com novos métodos e tudo, a previsão é Outra. Aí passa mais 5 anos, ó, lembra que eu fiz a ciência, os modelos, os modelos. E no caso de aquecimento global, a gente lida com um dos piores
modelos, que é o modelo climático, é um dos mais complicados, mais complexos. Primeiro que ele é caótico do ponto de vista da matemática. Ele usa muitas variáveis e variáveis dinâmicas. Então ele é muito complexo, >> muito. >> E uma das características do modelo é Que você tem que atualizar o modelo. Eu trabalho com petróleo. Eu chego lá pro gerente no meu campo e falo assim: "Pode furar o poço aqui que tem X000 de reservas. Aí ele fura não dá. Aí o cara fura mais 10 postos. Eu reanaliso aquele dado, falo: "Opa, não era para furar,
porque não é mais x000, é x/ 4.". Ué, mas você tava errado? Não, eu não tava errado. Eu cheguei naquela conclusão com os dados que eu tinha naquele momento. Model baseou no modelo. >> Modelo. Modelo. >> Exatamente. Agora a gente vai atualizando o modelo. E não é só esse. Todos os modelos tem que ser atualizado. Por exemplo, petróleo. Desde que eu nasci, o que que eu ouço? Que daqui 20 anos vai acabar o petróleo. >> Daqui 20 anos acabada é mais é mais descoberto. Então essas coisas tem que ser atualizadas. >> E eu sou contra
esse tipo de alarmismo aí que a galera fala: "Ah, não, não, não More mais na praia porque daqui 10 anos vai inundar a praia. O mar vai subir 10 m. Mas e baseado em que que você tá falando isso? Aí passa anos a gente lança um satélite, a gente lançou um satélite agora específico para medir nível do mar, um satélite que nunca existiu, >> o nível do mar >> e o quanto que o nível do mar realmente tá subindo. >> Não existe nenhum dado até agora feito Por um satélite disso aí. Agora a gente pode
ter um dado legal e falar: "Opa, depois de dois anos que o satélite sa". Vai, >> agora vai ser uma amragem assim, nós vamos estar numa amostragem curta ainda, né? Para fazer grandes previsões, mas vamos ver. Mas aí, mas agora fica falar, ó, como >> espero que não tenha grandes variações nesse curto espaço todo, por exemplo, você tem algor, o algor não é cientista, O era um político. Então, >> mas aí, só para acabar, agora que tem o interesse nisso, tem, porque alguém pode falar, falar assim: "Opa, o modelo tá mostrando isso, cara. Olha só,
talvez não seja bom você atualizar esse modelo, porque ele tá indo contra aqui as nossas diretrizes aqui. Lembra aquelá instituição Rasmus que tá pagando pra gente os caras não sei o quê, entendeu? >> Isso aí acontece. Antártica nunca teve tanto gelo na vida, tá? Agora, sabe Quando eu começo a desconfiar que isso é um grande plano? Quando a gente vê que a mídia só trabalha nos dados que são interessantes para ele, que é o aquecimento global, eles querem botar culpa no ser humano, por entre nós, ser humano sendo culpado e tem que muita, eu fico
agradecido em algumas coisas porque eu sei que a gente vai fazer algumas coisas certas que já devia ter feito, tá? Eu acho que se a gente também que, ah, [ __ ] tá tudo bem, já tá uma Zona, imagina como ficar. Eu também sou disso. Agora, agora vamos lá, vamos ser coerentes, entendeu? Então, eh eh a gente tá falando do quê? Que eu me perdi agora? >> Não, você ia falar que a mídia ela só notícia por >> mí a mídia. Então, por exemplo, alguém quem noticiou, quem noticiou, procura aí no Globo >> notícia de
que Antártica no coisa, que é a grande mídia de massa. Agora você vai Ver todo dia o ser humano sendo influenciando não sei o quê. Então eu tenho um pouco medo que a questão do ser humano que eu tenho tenho dúvida que o ser humano influencia, não tenho. O meu dúvida é o percentual e os caras já viam que falam qualquer coisa aqui, esses dois aqui. Tô eu tô de choque com esses dois aqui. 97, 78. Mas é porque o consenso atua Olha só, >> não tem um no consenso percentual o truco >> é >>
o consenso de que tá >> não tem um consenso. Qu é 50% é consenso? >> Mais >> 40%. Escuta, se 40% se tivesse, desculpa, na ciência, 15% dizendo que não, tem que levar em conta esses 15%, porque 15% é muito. >> Entende o que eu quero dizer? 15% é muito na ciência é muito. Vamos lá, eu vou pegar um, vou atacar essa lata. Você Tem 75% de chance de você não acertar e 20 e 15 de de acertar. 25 di acertar. >> É um bom, é um arriscar ca. Você quer arriscar, quer 25% da chance
do avião cair. É isso que eu tô dizendo. Esses caras usam isso. Ó, você puxou uma coisa interessante. Qual é a porcentagem de chan do avião cair? Ela é nula. >> Boa. Exatamente. >> Não, mas é muito baixa. >> Não, você não pode comprar uma coisa. Você comparou o aquecimento global pelo ser humano com a queda de avião, eu vou falar que você tá sendo, tá sendo se fosse 25% você voaria. >> Você não tá sendo cientista, você entende o que que é o consenso? O consenso ele tem que ser mais do que 95%. O
é porque há uma confusão, >> não é 95, você tá falando número Qualquer. Há uma confusão aí entre ciência e consenso acadêmico. >> Esse percentual é ciência. >> Ciência é um método. >> Isso tô perguntando para você. Isso é um português, sim ou não? Esse percentual, esse é um percentual. Qual é o percentual? Eu quero, porque >> 95% eu quero que vocês pesquisem na internet e achem isso. Se alguém achar esse número, vai de graça pra minha Casa. Se alguém não achar não, não. Se você achar 9 Não, agora se eu achar diferente, >> diferente
eu vou levar 10 pessoas >> na casa do Henrique, >> fãs da Luía Mel na sua casa. >> Ah, podemos falar dela? >> Vamos, [risadas] vamos, vamos botar, vamos botar para quebrar, entendeu? >> Posso? Deixa só, deixa eu só dar uma fantasmico, é diferença de metodologia científica, >> tá? >> A ciência não é neutra, isso aí é um fato. Então ela vai eh eh mas ela funciona vou achar a sua casa. Eu vou lá na sua casa comer o churrasco. >> A [risadas] ciência produz a ciência produz navios baleiros, >> armamento, arma destruição em massa,
bomba atômica, mas também produz equipamentos que podem ajudar na na cura do câncer, medicamentos, vacinas e etc. A ciência simplesmente funciona. O Consenso acadêmico, por exemplo, é outra parada. Tô dizendo que a ciência não funciona. A Eu tanto funciona que eu acredito na ciência inclusive que chamo de negacionista que vai contra esse percentual >> fantasioso que você e ele construí que ele não achou até agora. Então não deve ser um desconsenso tão fácil. [risadas] >> Você achou qualquer um? Não. Você achou de quem? Quem é assim? Eu vou levar para cá do Richard. Então >>
vou ler. Ó um estudo de 2021. >> É por quem? Feito por quem? encontrou um consenso superior a 99% sobre mudança climática induzida pelo homem na literatura científica revisada por pares. >> Revisada por especialistas na mesma área antes da publicação. Um nível de certeza semelhante a da teoria da evolução. >> Agora, por que que não existe? >> Pera aí, pera aí, pera aí. Que quanto é, pera aí que existe ação climática Derivada do homem. É isso. Mudança climática. Eu nunca disse isso. Eu tô dizendo, eu quero saber qual o percentual disso. Você sabe quanto é
o peido da vaca na estró toda? >> Não, não. Então, nós estamos falando de coisas diferentes. Exato. Ele tá falando de consenso sobre o aquecimento acontecer ou sobre o acontecer e a percentual do ser humano isso não tem dúvido. Mudança climática. Pera, mudança. Eu não tô dizendo que vai Aquecer ou esfriar, tá? Eu tô dizendo que tem mudança climática. Mudança climática. Óbvio que tem. Agora entendi. O Richard tá falando qual é o a porcentagem de impacto do ser humano nisso aí. Não tem. >> E é onde nós estamos discutindo a coisa que vocês têm certeza
que o ser humano é o grande. Eu tô dizendo igual peito da vaca. >> Não, o grande não é. >> Ah, então grande não é >> estamos falando a mesma coisa. >> Mas ele tem ele tem ação. Essa é a diferença. É consenso que o homem tem ação. Você come churrasco? >> Sim, adoro churrasco. >> Você dorme à noite sabendo que 2% do arroto da vaca é porque eu nem me sinto culpado por isso que eu a indústria do petróleo joga essa merda para pro professor chegar. Não come alface vira vegano salva o mundo. Não
é verdade? Não, beleza. A minha discussão é quanto É o ser humano e e aí e essas discussões não acontecem, por exemplo, quando alguém produz um artigo científico, entre aspas, dizendo que vacina casa autismo, que foi uma grande fraude mesmo. E o cara foi pego flagrante dizendo que o cara forjando, saiu na delancet, um médico forjando essa essa história de vacinação, esse medo de vacinação veio por conta desse cara que é um grande de um babaca que ia vender a vacina dele e fez um Estudo forjado e passou na Delancit, que é uma revista científica
muito conceituada, mostrando que olha, isso causava autismo. Até que um jornalista viu que o cara falsificou os dados. Aí ninguém fala nada. Ninguém fala nada, não é um casual, foi quem criou essa teoria doida. Nós vacinamos dois anos, dois anos as pessoas. Não, uma coisa é fato. Podem pesquisar aí, se eu tiver errado, eu ponho a mão na feza. Durante dois anos a gente continua usando vacina Europeia aqui que tinha sido bloqueada já lá na Europa, tá? Ponto. Pode pesquisar, fica à vontade. Pesquisa aí. Você sabe, sabe que você não vai precisar? Você sabe que
vai achar. Morrendo 4000 por dia, gente. A Pfizer já tinha sido bloqueada na Europa e nós continuamos usar aqui. Pode usar e pode pesquisar. Vamos lá. Outra. >> Quem bloqueou primeiro foi alemã. >> Vamos outra. Homeopatia. Homeopatia. Existem quilos quilos de dinheiro jogado Na pesquisa da homeopatia. Homeopatia em todas as pesquisas feitas, inclusive pagas, tendenciosamente, mostram que homeopatia não funciona. >> Mas o David Beckenh não não falou, não deu testemunho dele dizendo que foi isso que botou ele na Copa. >> Mas é óbvio, ele vende, né? Ele vende o produto, ele vende isso. Então é
fácil vende água. >> Não, então exatamente, você tem dos dois lados. Você tem um lado que o meu tá lá A com dinheiro lado que que é negociar também tem dinheiro. >> Mas tu entendeu que isso é um consenso? Por exemplo, existe eh podem ter consenso de que a homeopatia funcione, mas os dados científicos demonstram que não. >> Que não. >> É isso aí. >> Aí, aí que tá a parada. Consenso acadêmico é diferente de ciência. Ciência é um método. >> Essa essa é a discussão. Entend. >> Perfeito. Ó, eu tenho um recadinho da Luía
Mel para vocês. >> Um beijão. Vocês viram o debate? Debate do 30 contra um dela. >> Eu vi pedaço. >> Ela me contou. Ela me ligou e me contou que foi. >> Que que ela te falou? Ela falou que massacrou os cara. >> Ó, pior que ela mandou bem, cara. Fal Para vocês que ela bem. >> Vocês pegam 30 cara, deixa eu falar. Pega 30 caras que consulam, você pegam 30 caras que não tem a condição de >> meu. Tinha médico, tinha veterinário, tinha nutricionista, não era gente aleatória. Nunca tem gente assim, ó, na rua,
vem aqui, ganha, ganha 200 conos para participar. >> Eu achei que ela teve coragem e não foi rou. Mulher é corajosa. Essa mulher é Corajosa. Isso eu vou dizer uma coisa para vocês. Essa eu admiro. Eu admiro. Eu admiro o inimigo. Se ele é fiel, cara que trabalhou em abatedouro. >> Tinha um pessoal lá que era daá. >> Achei que ela não são mal não, cara. Na boa. >> O que me o que me destrói é a hipocrisia. Eu detesto pessoas que vendem algo que não acreditam ou que não vivem aquilo, entendeu? Isso eu não
gosto. Mas pessoas Que pensam diferente e que tem argumentos, mesmo que sejam argumentos merda, não tem problema. A gente, a gente respeita. Eu respeito o Luiz Amel. >> Aê, pô. Agora eu queria perguntar para vocês sobre isso. >> É, é, mas o os elefantes tá [ __ ] os elefantes tá fora. Morreu agora uma outra elefanta. >> Morreu, >> morreu. Morreu como ele adora. Olha como ele adora. >> Se meses que >> Ah, Julião tá vibrando. >> 44 anos, elefanta. 44 anos de maus tratos. De repente chega no Brasil se meses. >> Vibrando. Ele tá
vibrando. Entender a história, pô. Hã, >> seis meses no Brasil de bons tratos morreu. >> Ah, mas já veio com problema no Brasil moru se meses. >> Ó, em outubro, em outubro eu trouxe a bióloga Priscila, que é uma bióloga comportamentalista da dor, mostrando porque assim, eles não mostravam o vídeo da Kenia, ela viu, ó, mostrou, ela avaliou em outubro. Aí eu disse, ó, essa elefanta tá com problema e ela disse: "Ó, vai ser a próxima manha, outubro". Aí na semana passada eles disseram que ah, agora vamos entrar com medicamento, inclusive vamos fazer a computa.
Falei: "Porra, aultura elefante é o quê? Pistola de prego, velho. Isso não é, isso não é ciência. E aí, pô, agora que os caras vão dar remédio, complicado isso aí, como diz Sergão, >> complicado isso aí. >> Eu ia perguntar para vocês da das premissas. É, vocês acreditam que a pesca industrial tá destruindo os oceanos, >> mano? >> Foi o que ela falou. Eu acho que a pesca industrial como está hoje na minha vida, Eu vou falar dos oceanos que a gente esqueceu dos oceanos, cara. A gente caga nos oceanos, o Brasil inteiro caga nos
oceanos e a gente tá preocupado com a floresta. Eu acho legal porque a floresta a gente enxerga o que quando a gente caga na água não enxeve mais porque aí vira uma coisa só e ninguém vê. >> Parece que tá ótima. X foi fazer um exame de da da água de casa que entra lá de um poço. Cformes fecais, cara. A água Parecia ótima, translúcida tava assim colforme fecal. Então assim, eh, a gente esqueceu que é o, esse é um planeta água, não é um planeta Terra. >> Eu acho que ela tá correta, é uma
verdade. E a pesca industrial destrói recifes de coral, é predatória para caramba e se demole, o Japão come a balia toda e é assim que funciona mesmo a realidade. Agora, a solução é o quê? parar de comer. Porque, por exemplo, uma Solução sustentável seria uma produção de peixes que pudesse substituir isso. >> Criadouro, você fala >> criadouro e etc. Aí ela não, aí ela é contra, entendeu? Então tu entende são é aquele lance, tem uma de fato, o ser humano ele faz parte sim do aquecimento global, mas não é drásco dessa maneira. >> O mundo
não vai virar vigano, tá? O mundo não vai virar vegano, tá? Pode ser. Nós vamos ter um percentual de pessoas que estão nessa coisa e que vão Continuar a defender. Eu acho ótimo. Seja feliz. O mundo não é vegano e não vai ser vegano. A gente vai continuar comendo. E a gente e a o legal de tudo, cara, eu sempre dou esse exemplo, né, cara? É o exemplo do buraco na camada de ozônio, né? A gente, o buraco, a o ozônio recuperou e a gente não deixou nem de usar desodorante, nem de usar geladeira, >>
que era o CFC. Nós simplesmente o quê? Trocamos >> e conseguimos. Então assim, às vezes a solução não é >> não é parar de pescar, é substituir é substituir aquilo por algo. Isso já tem um histórico na humanidade que funciona. Ao substituir você consegue suprir quem vive daquilo, né? E também salvar o que precisa. Você sabe na você a indústria, olha como é que a indústria trabalha. Eles venderam pra gente que o plástico era só tu reciclar. Venderam a indústria da reciclagem. Ó, tu reciclou e Resolveu. De fato, a indústria da reciclagem, ela ajuda em
um determinado ponto, só que ela não supre, não supre o suficiente, cara. E as indústrias continuam jogando plástica, moda [ __ ] Porque nós, seres humanos, somos uma bosta. É por isso. >> Mas aí você vende a você vende a ideia. >> Todos nós somos, nós somos, nós desperdiçamos, não sabemos tratar o lixo, a gente não trata as coisas assim. Eu digo na aí você pode usar todos, mas Tu joga toda a culpa, tu joga toda a culpa pr as pessoas e a culpa industrial. Pessoas quem consome são as pessoas. O produto só existe porque
você comprou, então não compra, não compra. Vai lá, vou te dar uma lança e você vai lá e não pega num pacote da com plástico na no embalado numa carne. Vou te dar uma lança. >> Então a solução não seria a solução seria um plástico biodegradável, por exemplo. A solução não é isso? Mas você Tem escala, tem empresas que já desenvolveram isso. Você sabe, já te mostrei saco de lixo de fé de mandioca. Vende um dele. É caro porque não não tem ter. É uma questão de aí começa a demanda, aí começa a oferta, aí
começa a popularizar, aí começa a >> tá, mas a a solução é a gente para de usar, continua usando a moda de caceta ou tenta estudar para ver se substituir. >> Não, já tem não, já existe soluções. É que nós ainda não temos escala para Fazer isso acontecer, cara. A gente tá usando ainda a bandejinha de isopor no mercado porque é barato, cara. >> E na festinha de criança, mas >> entendeu? Agora você põe o precinho desse, põe, põe, põe 50 centavos a mais naquele negócio, porque você vai pôr um negócio que seja ecológico, o
cara já começa a reclamar, não compra, deixa a tá aumentando aqui, não sei o quê. Então é é caro o ser ecológico, cara. Ninguém barato, >> é caro, mas somente modificando a >> Mas já tem ciência e solução. O problema não é esse. O problema que tem que chegar no consumidor, o consolidor tem que pagar isso. Consumidor Henrique falou, mas aí é a propaganda que é feita também, ué. >> É da maneira como o negócio é vendido. >> Como? Porque se você vender do jeito certo, a ideia, por exemplo, já tem a sacola lá biodegradável,
entendeu? >> Então proíbe, então proíbe a sacola como É isso. Mas não dá para ser a proibição, tem que ser uma transição, entendeu? Se você vai fazendo uma transição ao ponto, >> então, mas aí vai, tem que continuar a solução >> então até o ponto de que ela fique no preço da outra e aí não tem esse problema. E aí a gente conseguiu fazer a transição completa. É que na verdade em questão de energia, dessas coisas todas, o pessoal quer uma solução mágica. A solução mágica ela não existe, entendeu? >> A solução mágica ela não
existe, >> mas foi vendida, a reciclagem resolvia. Então o jeito que ela foi vendida que foi errado, porque assim, ah, ah, não. Então, por exemplo, o problema é o combustível fóssil, então vamos fazer a transição, a tal da transição energética. Só que a transição energética para ser um negócio demora 50 anos. Posso seja o problema que é hoje que não estão vendendo. >> É como é como vendem, né? Mas vamos lá. Ah, você vai trocar tudo. Aí eu até brinco com o pessoal, falo assim, por exemplo, então vamos eletrificar a frota de veículos. Será que
essa é a solução? É, então, então vamos avaliar os outros problemas que traz isso. >> Isso vamos avaliar que é um carro elétrico na Alemanha. Vamos avaliar o que é um carro elétrico na Alemanha, porque o grande desafio na humanidade, na minha opinião, é energia. É isso. Se a gente resolve energí energia elétrica Dos caras é combustível fóssil. >> Isso. >> Então, aí o cara põe lá enchufa na parede, um carro bonito para carregar. Qual que que é a receita do bolo? É a farinha com trabalho escravo. Que bolo bonito. Mas é um bolo que
foi feito com farinha de trabalho. A, o componente ali não sei. Então assim, você tá carregando ali, para que que serve um carro elétrico na Alemanha? Onde tá o benefício? ológico. Alguém me explica? >> É isso. >> Não tem já falou disso outras vezes. É a tal da solução aí que o pessoal que Mas o pessoal quer uma solução mágica, né? >> Mas isso é interessante, R, porque você tá trazendo uma discussão real. >> Essa discussão é real. A porque o que a galera tem é do tipo, não, compra o carro elétrico, tá tudo resolvido.
Não é assim, >> cara. Eu pergunto para vocês que são especialistas. >> Pior que o meu carro elétrico, hein. >> Eu vou perguntar para vocês que são especialistas. Eh, hidrogênio não movimenta, tem um negócio chamado H2O. Se a gente separar o H do O, a gente não consegue fazer alguma coisa? Meu pai dizia que existia, meu pai que já tá morto, dizia que tem um, inventaram um motor de cerâmica que ia água. Ele não sei se é muito motor. É um motor de hidrogênio esse. Mas esse motor aí ficou muito Famoso. Exatamente. Qual o problema
do hidrogênio? >> Porque aí que entra no negócio da solução mágica. O hidrogênio durante muito tempo ele foi ele foi tratado como uma solução para combustível, só que o pessoal começou a fazer e o hidrogênio, primeira coisa, ele vaza muito facilmente. >> Você não enxerga, pega fogo. >> Você não enxerga ele vazando, ele pega, não é que ele pega fogo, ele explode. Ele explode. >> Então, por exemplo, a Volvo começou a desenvolver um carro com um tanque bom que não vazava o hidrogênio, só que o carro ficou tão pesado que ficou inviável de vender o
carro, entendeu? Então hoje existe tal da bolha do hidrogênio. Isso aí eu estudo, eu lei bastante sobre isso. Empresas europeias que estavam já desenvolvendo isso começaram a falir, porque tem muitos desafios tecnológicos que hoje a gente Ainda não conseguiu vencer com relação ao hidrogênio líquido. Um deles, o principal talvez seja armazenar o hidrogênio líquido. Armazenar ele é complicado. >> Ele é altamente volátil. >> Altamente e produzir também, porque a produção do hidrogênio líquido entra na mesma coisa do carro elétrico. Você gasta muita energia para produzir, porque é eletrólise para separar, entendeu? Então você gasta muita
energia E aí no final das contas a conta no final não fecha. Porém teriam benefícios que poderiam ser avaliados e tal, teriam. Igual o carro elétrico, tem benefícios também que pode ser, tem também. Então essa é o lance da Não existe, pessoal, uma solução mágica. Se tivesse uma, fal tem uma que se existisse seria legal, que é o tok, >> que é o fusão nuclear. Fusão nuclear. Isso se um dia a galera conseguir, >> isso sim, essa é a única solução mágica Para tudo é realmente fusão nuclear. né? À toa que tem grandes países aí,
China, Alemanha, França, trabalhando arduamente para tentar fazer isso aí funcionar da maneira correta. Mudança a gente abaliu tanto, abaliu, abaliu a gente eh eh eh aboliu tanto a energia nuclear em todo lugar, >> porque a energia nuclear, a difissão que é que a gente usa hoje, ela gera muito problema, >> ela gera tal do lixo radioativo, que a Gente tem que ter um jeito de eh de se livrar dele. Como que a gente vai fazer? Não, não acho. >> Mas é, mas ainda é a energia mais verde. Ainda é energia mais o O Brasil é
um dos poucos países do mundo que detém o noal e já chegou ao ponto de de ser de enriquecimento de urânio, >> tá? >> Ficar em primeiro lugar na nisso aí. a gente teve um programa nuclear que que era muito [ __ ] e a gente abandonou isso, Mas a gente ainda é um dos nove países que detém as tecnologia >> e de fato seria maravilhoso que o Brasil continuasse eh construindo eh >> e o Brasil seria bom porque os grandes problemas da energia nuclear que é, por exemplo, ter lugar onde tem furacão, onde tem
terremoto, que é o caso de Fukushima, por exemplo, como que você explica? O Japão tem uma das maiores usinas nucleares do mundo num lugar que tem que ter todo dia tem que ter remoto Magnitude 7. O Brasil seria um dos melhores lugares, que aqui a gente não tem esse risco. >> E Urânio à vontade, né? >> E Urânia à vontade que que causa a o lance da do desastre, né? Desastre nuclear sem é um desastre muito sério. >> Mas o Brasil ele ele tá numa situação que a gente teria isso, mas nós abandonamos. Aí é
uma questão de de quem que que alguém decidiu plano de desenvolvimento nacional. Exatamente. Alguém decidiu em algum momento abandonar toda a O Eneas era um cara que defendia só de todo jeito. >> Enas não haverá não haverá desenvolvimento do país Brasil se você não rasgar o país inteiro com ferrovia e não tiver energia elétrica >> e não tiver energia elétrica >> pelo país inteiro e a fição nuclear. Nós detemos, nós detemos o noal para isso. Não fazemos por conta de ideológic. Isso aí é um pão. É uma é opção. É uma opção. Esse é o
meu guri, eu voto nele. Esse é o meu guri. É isso que o pessoal tem que entender isso, cara, que muitas coisas são decisões que são tomadas de escolher um determinado, um determinado caminho. E quem diz que esse caminho é o melhor, entendeu? Normalmente não é. Pelas escolhas que a gente tem visto, né, serem feitas nos últimos anos, o caminho nunca é o melhor caminho para isso. Por quê? Será que falta uma galera técnica estando lá para ajudar os caras? Falta Uma galera. Eu acho que nesse caso é uma coisa política, porque, por exemplo, o
Brasil comprou da Alemanha isso, >> oito, oito zinas nucleares. >> Oito. Não foi entregue, houve um boicote dos Estados Unidos. Tem um incidente que aconteceu envolvendo um camarada do Mossard e um general brasileiro que tava envolvido nessa produção. A gente, foi no período militar que foi feito a a usina nuclear. Eles se viraram, os nossos físicos se viraram e fizeram uso Da energia nuclear. Mas foi boicotado, velho. Existe um interesse internacional de boicote a nossa produção. Porque é uma coisa óbvia, se você tem a matriz energética que limpa de certa forma, que a energia do
profissão que nós dominamos espalhada pelo país, tudo desenvolve o país e a pressão internacional. Então, ou seja, você precisa de um plano de desenvolvimento nacional sério, político para manter isso. >> Nós temos, nós temos tudo, nós temos Solo, nós temos floresta, nós temos nós temos minerais, temos terra rara, temos agricultura, temos pecuário. O Brasil é um país [ __ ] meu. Tem tudo, cara. >> É brapa, velho. Épa. Se se a gente hoje tivesse menos corrupção no país e conseguisse dirigir mais dinheiro à ciência, saúde, nós estamos esse país é um país de sem fronteiras,
cara. É um, é um país, >> mas é por isso que a gente tá no Space Today Experience para promover a ciência E >> para propagar aí a galera toda ali, ó, toda ali, ó, esperando >> no maior no maior evento de ciência do Brasil. >> É isso aí. Ah, uma pergunta também a respeito do assunto, a a gente falou da pesca, né, da pesca industrial e a questão dos abatedouros. Vamos falar sobre os abatedouros. Uma outra coisa que >> ele veio, veio prontinho, não, chama >> não, quando eu tô falando de batedor, >> é
que ele participou do 30 contra um dela, então agora tá escolado. Mandou bem, não mandou mal não, velho. Mandou bem. >> Então eu tô curioso para saber. >> Ela foi falando também a respeito desses criadouros de criação intensiva, né? Que é de vacas, de de boi. >> Então, mas sabe qual o problema? A luz mec, >> isso daí, isso daí tá gerando, tá Gerando ou não doenças novas, vírus, bactérias nova e até mesmo pandemia. Onde aonde aonde estão as doenças no falando de gripe aviária, não? >> A gripe aviária, ela tá chegando de animais silvestres
para os animais domésticos, cara. É o contrário. >> A criação inter >> hoje a produção não não sai da nossa galinha para ir pra de que tá fazendo essas aves estão vindo, por exemplo, para cá fazendo a migração da América do Norte, que assim falta um pouco de conhecimento técnico. A a menina e eu entendo, eu gosto muito dela, mas elas ela é que que ela faz, como todo ativista, trabalham só no loco no problema. Eles não fazem uma avaliação de resolver o problema. Eles querem que aquele problema seja resolvido, mas eles não fazem uma
avaliação global daquilo. É, é aquele problema como se estivesse isolado de uma série de outras coisas, entende? É uma avaliação rasa, curta e, Claro, superficial, porque é de quem não tem conhecimento sobre o todo. Então, vem aqui sobre um determinado assunto, fala assim: "Ah, eu não gosto que comam vaca. Beleza, então vamos comer o quê? Jumento ou vamos comer peixe ou vamos comer, sabe? Tem aquela coisa muito afunilada que é. Então assim, o problema dela, ah, vamos fazer o abatedor, qual que é o problema do abatedor? Vamos fazer, vamos fazer o quê? Um abate, abate,
Vamos fazer um abate mais humanizado. É isso que assim, não vai deixar de comer vaca. Então assim, Luía pode espernear, ela pode pegar uma vaca e transformar no santo dela, pegar um, fazer toda uma campanha em cima daquela vaquinha única, ela resgatou. E o trabalho dela é esse é assim, beleza. Só que assim, as pessoas vão continuar a comer carne, cara. Vão continuar a comer proteína animal. Então, nós temos que dar uma solução para isso, fazer morte humanitária, Fazer eh fazer um abatimento humanitário da melhor forma possível. Isso existe uma sustentável, né? >> Tem, cara,
a gente >> de fato >> ou voltamos para as raízes aí, >> então você é caçador coletor caçador coletor. Cada um faz o seu, uma faca para cada um. Quanto você acha que vai sobreviver dessa turma que tá aqui >> dando uma faca para cada um fal sobreviv aqui? Ninguém vai ter que reaprender Tudo. >> Ninguém ninguém que está aqui. Eu sou primeiro a correr de fome. >> Exatamente. Então ninguém vai sobreviver, entendeu? Sabe não. Aí nós vamos aí nós vamos fazer o Sérgio já vai ser um chefe de um clã, porque ele é inteligente.
Então ele vai organizar pessoas que vão fazer organizar o cara que vai plantar, organizar o cara que vai criar a vaca. Ele vai organizar essa [ __ ] toda, entendeu? Ele vai ser o Cabeça disso, mas alguém vai ter que fazer. >> A primeira coisa acontece canibalismo. >> Primeira coisa que acontece, o Walking Dead já mostra lá exatamente como é que é. >> Sim. E são meu verão. Essas pessoas fazem esses problemas e e atacam essas coisas muito muito como se isso resolvesse, tá? Como chamar de tutor o cara que é dono de um cachorro,
sabe? Os agora resolveu o problema dos cachorros. Chamou de tutor. Me fala, eu sou o primeiro, pode me chamar de tutor >> se amanhã ser tutor resolve o problema do cachorro. >> Se o cara chega lá na sua casa, entende o que eu quero dizer? Eu eu tô discutindo que assim, imagina, teu cachorro saiu, fugiu, matou uma pessoa. Richard, >> você faz o que com ele, >> mano? E então isso é cansativo porque assim não evolui para as coisas que Realmente importa. A gente, eu acho que tem problemas para serem resolvidos, acho que tem aquecimento
global, eu acho que se homem tem uma participação nisso. Eu eu só eu >> acho que os oceanos estão sofrendo. >> Os oceanos estão sofrendo. Eu acho que eu acho que agricultura intensiva pecória realmente traz novos víos. É verdade. Resolver acho que vai ficar discutindo assunto. Me chama do que você quiser, Meu. Me chama de meu amor difícil resolver, mas não resolve. >> Porque veja, você tem várias e várias situações. Por exemplo, se eu chegar para ele e mostrar, acabou de ser um artigo mostrando que os povos originários eles consomem animais silvestres todos os dias
e as floras estão intactas e eles regulam a cadeia ali. Então o que que a gente fazia? Alguns países adotaram isso. Richard foi um local Onde, por exemplo, o cara come a carne da caça ao invés de de comer de do cara criar vaca lá. Podemos então fazer isso aí? Eles não querem. >> África é grande parte da África. É, é isso. Tem pouco gado na África em Tem alguns lugares que tem rebanhos, mas a maioria eles comem o cudu, o Empala, eh, o Guinu, >> eh, >> por isso que tu levou aquela camisinha. >>
Agora isso é, mas isso é um outro Processo que assim é dar valorizar. fal na gente quando a gente não vai salvar nenhuma espécie porque a gente ama a espécie, vai salvar porque aquela espécie é importante e normalmente a importância dela tá ligada a alguma coisa mais do que as quando é cultural é pode ser um passo, mas o segundo passo é econômico. Se você não tiver um atrelar isso à economia esse salvar a espécie não vai salvar [ __ ] nenhuma, cara. Não tô >> seja o veganismo leva ao comunismo. >> Eles vão botar
culpa nas indústrias, botar culpa na >> cara. Não, não leva o comunismo. Sabe por quê? Porque a maioria deles são filhinhos de papai e playboy, estão no estão no iPhone dele. Não tá preocupado com quem tá passando fome. >> Olha como ele adora. >> Não tá preocupado com quem tá passando fome. Tá preocupado se o cara comeu alfácil ou não. Essa [risadas] é a Grande verdade, ele adora, ele adora. O >> pessoal tá, cara, esse Júnior é um filho da [ __ ] >> Ele adora. Não, ele adora não. Ele gosta de ver o cirquinho
pegar fogo, cara. Ele sabe as teclas para tocar. Ele é maldito, cara. [risadas] >> Ai, [ __ ] >> Salva a gente, salva a gente aqui. Vamos embora. Vem, Serjão. >> Vai, Serjão. Vai. >> Não. Do quê? Não, >> do não, mas o abatedor eu queria fiquei curioso, né? >> Ele falou que realmente tem que surgem desses abatedores. Olha só, quando você >> quando você não é só batedora, >> quando você tem a expansão humana para dentro das florestas, novos vírus que estão dentro das florestas, eles vão acabar. E aí ele pode sim afetar uma
criação ou inclusive afetar os seres humanos que simplesmente expandiram e foram morar por lá. Ebola é um exemplo. >> A questão aí não é culpa, não é do abatedouro, >> não é batedouro. A criação de animais dentro de florestação. Isso pode, novos vírus podem acabar acontecendo, principalmente trazidos por morcegos, se é real. Agora a solução que vamos parar de comer ovo. Ovo, por exemplo, é uma excelente fonte de alimento. As pessoas estão passando fome. Olha, nós já temos comida suficiente para para acabar com a fome No planeta. E por que que não fazemos isso? Você
acha que as impress são boazinhas? as mãos e não é assim que funciona. É muito simples eu estar no meu Twitter, >> não foi que eu falei, veganismo leva o comunismo. >> Eles não estão preocupado com isso. Eles estão preocupados em que você não coma carne. Não estão preocupado o senhor tá comendo ou não. >> Entende a diferença? >> Não, mas para atingir o veganismo tem que mudar a forma de de produção e distribuição de tudo, tanto do alimento. >> Quanto da da forma não resolve o problema de de de alimento e de coisa. Eu
comiso resolve por não, já que você tocou nesse assunto, no comunismo não tá preocupado isso. >> Se resolvesse a maioria dos países seria comunista, não resolve. >> E no comunismo o cara vai criar galinha, vai criar porco. Comunista não tá Preocupado em, >> ele tá preocupado com comida para todo mundo, vai ser com porco, frango que tiver. O veganismo é outra parada. >> O veganismo é uma religião quase, na minha opinião. Ele é ele tem dogmas, ele tem coisa. E assim é como a gente pergunta, você sabe quando você quer saber se um cara é
vegano ou não, sabe como fazer? Não se preocupa que ele vai dizer para você que ele vai >> assim. Então por quê? Porque ele acha que isso é um atributo moral, espiritual e que coloca ele em um lugar diferente de nós que não estamos. É mais ou menos como se você conversar com um cara que é eh não cristão, que é evangélico e você falar, discutir algo com ele e falar: "Você não vai pro céu". Ele determinou. Por quê? que só o que ele acredita é que funciona. É enquanto a gente tiver coisas assim no
planeta, as pessoas acham que discriminação e preconceito é Só raça e cor. É raça e sexo. Tem, meu, é muito mais do que isso, cara. Muito mais do que isso. A gente só preconceito dia inteiro. Quando você acredita em alguma coisa e alguém fala e coloca você em outro pedestal porque você não acredita naquilo que ele acredita, já é um preconceito, cara. Entendeu? Porque a gente deveria ter isso aqui, o que nós estamos fazendo. Eh, eu tenho certeza que eu vou sair daqui é amigo do Serjão, cara, porque ele é um cara inteligente, Cara. E
p tem muita coisa que ele que ele não concorda comigo. Esse cara é meu amigo e tem muita coisa a gente e eu tenho um monte de coisa que eu discordo dele, cara. Um monte de coisa, mano? >> Entendeu? Porque a gente é honesto na nossa nas nossas e e >> mas a gente é amigo na cerveja também. Isso é fácil. >> Aí ajuda >> aí aí ajuda para caraca também. E mas qual era o problema do era só esse Negócio de doença do do? >> Não, as principais. As outras foram mais, ah, o veganismo
é o futuro é vegano e o e o sabe que a gente tem que lquina 3D produzindo car num abatatedouro para conhecer um abatedo. >> Então você já vi você já viram esse esse lance aí? >> Sim. >> A da carne sintética. >> É, mas um dia ela pode metade, vocês já viram isso? Eh, eu participei, eu participo do na campus par do printerchef. >> O que que o pessoal faz hoje? Para vocês terem uma ideia, eles conseguem pegar proteína, porque o que importa na carne, no final das contas, é a proteína. >> Perfeito. >>
Então eles conseguem pegar a proteína, eles >> imprimir em 3D, >> eles transformam aquela proteína numa pasta, >> aí eles põem aquela pasta numa impressora e imprimem. >> E a gordura tem que ser certinha. >> O negocinho bonitinho, cara. Imprimi um bifinho. >> Parece um bife. >> Imprimi um bife. >> Você comeu? >> Comi. >> É bom. E aí, qual gosto, >> cara? Vou lá. Vou ser sincero, porque eu fui sincero com a quem faz isso é a mulher até do Tunico, que é o cara da campus Farela que faz [risadas] isso. Eu comi, obviamente,
não tenho gosto, tá? O gosto tem um um problema e fica é meio é meio emborrachadona. >> Mas vai. O que que eu falei para ela? Assim, resolveria o problema? Eu acho que não, porque o pessoal quer o gosto do negócio. Agora, numa questão tipo Astronauta que come coisa muito pior, o cara comeria numa boa. >> Mas assim, >> eu como miojo, [ __ ] >> Não, mas aí, mas aí eu falei para ela o seguinte, que aí que vem a grande questão. Eu falei, o negócio é o seguinte, quando você imprime no formato de
uma de um bife, pô, fica legal, a galera vai lá e come. Aí eu falei para ela o seguinte, então vamos lá. Se eu pegar a célula humana, célula humana Tem proteína aqui, não tem? Aham. Produzo a proteína da célula humana, viro uma pasta, imprimo. É canibalismo ou não >> é? [risadas] >> Não, proteína. A proteína não é igual. Proteciamento. Tem que a ver com DNA. Proteina não tem nada a ver não. Proteina. A proteína que tá na sua carne a mesma que tá na carne do boi. >> Não é carne balí. >> Aí eu
falei, mas aí aí eu brinquei com >> agora se tu pega a célula humana e faz isso. >> Se tu faz célula humana aí é >> canal. Aí é canibalismo. >> Mas você comeu uma vez só. Mas a pergunta é, a pergunta é por que que eu comeria uma [ __ ] de uma carne impressa? A qual é? Essa é a pergunta, >> então. Mas aí, >> essa é pergunta. Ah, porque coitado dos animais, [ __ ] Eu não tô ligando para isso, cara. Eu Alguém aqui liga porque Tá pensando nisso quando vai e compra
um peda de picanha. Ninguém tá pensando na [ __ ] da vaca. [ __ ] Então assim, por que que eu vou deixar? Ah, porque coitado do animal. Eu não tenho pena do animal. Vou chegar nisso. Eu não tenho pena do animal. Eu não tenho não sei o quê. Onde está o problema? Ah, porque é um planeta. Não, eu não quero ser vegano. Me dá um comer a a vaca é um problema. Ah, é aonde? Ah, porque é 2% do do do gás metano. Então, beleza. Então, vamos trabalhar nos 28 que é energia, tira um
da energia, >> tira um da de de eh de e transporte, que também é 28. Tira um de cada. É mais fácil trabalhar na equação, naquilo que tá alto, no que tá pequeno. E deixa os 2% da vaca e vão comer vaca e ser feliz. O problema que eles têm, o problema de o animal coitado que serve. Só que assim, mano, nós somos onívoro, cara. Nós somos onívoro. Se eu não tivesse na indústria e deix no mercado, eu ia ter um sítio Com uma vaca, uma ovelha e fazer como nós fizemos há milhares de anos,
cara. Ia matar um bicho e comer. Cara, >> a fala mais legal do Richard é quando naquele debate que pergunta assim: "E aí, Richard, você gosta de porco?" [risadas] >> Ah, muito bom. >> Você gosta de porco? Adoro. Adoro a costelinha. Vai. E aí? Mas o seu porco? Eu tenho um porco e eu amo meu porquinho. Nunca vai morrer meu Porquinho. Nunca vai morrer. Ninguém vai comer ele não, mano. E daí? Pronto. [risadas] Tá resolvido. Então você não quer saber? Não quero saber de todos os porcos. Os outros eu não conheço, cara. Eu quero que
se [ __ ] Os outros teve um mandou uma mensagem pra gente. Ele falou, ele falou duas coisas. Primeiro que ele falou que queria, >> queria vir no podcast para falar que, que a questão é moral. Tipo assim, se Você come carne de animal, vai moral para ele é mesma coisa que eu vem cá. Pera aí. Aí, aí depois ele, mas eu falei, >> aí ele falou assim, não, porque você aí ele falou se todo mundo tem um cachorro e não come o cachorro >> assim, por que que você não come seu cachorro? >> Então,
caçar não é escravidão. Caçar já não seria escravidão. Então, eu posso pegar minha arma, matar um porco, porco Selvagem e comer. Então, não é isso. Isso já não seria escravidão, porque ele viveu, ele inclusive eu acho que é maravilhoso um processo. É melhor ser você. Seu, se eu fosse um porco, eu sou um porco, tá? Eu gosto de colocar esses exemplos porque aí as pessoas começam a pensar: "Eu sou um porco". Aí eu e eu tenho o que eles dizem que os porcos têm que o an o porco é o terceiro animal mais inteligente, é
mais inteligente que o cachorro. Então vamos supor que o Porco tenha consciência de si mesmo, tem o que eles chamam lá de ser ciência, ele sabe daquilo, ele entende o que tá acontecendo, ele tá lá junto com os outros porquinhos, que ele não tá entendendo o que tá acontecendo, ele tá junto feliz com os outros porquinhos. E aí todo dia entra um cara e um dia dá comida, aí outro dia dá água e um dia entra com a faca para dar uma picada nele. Ele sabe que esse dia vai acontecer desse cara, vai levar uma
Picada. É isso a realidade daquele porco. Vamos ser indo na consciência dessas pessoas. Coitado, ele sabe. Não. Se é isso, coitado, é porque ele tem ciência que ele vai morrer um dia que alguém vai matar, que ele tá ali só porque ela é comida. Aí ele seria um coitado. Ele não tem essa consciência. Mas beleza, vamos assumir. Pera aí, deixa eu terminar meu, deixa eu terminar meu raciocínio. Vamos assumir que esses caras têm razão na que o animal sabe que Ele vai morrer, porque isso seria triste para mim. Mas ele não sabe, na minha opinião.
Mas beleza, vamos dizer que sabe. Então, beleza. Então, vamos esquecer esse cara. Vamos fazer o seguinte. >> O bicho tá correndo na vida livre, só e e feliz e um dia uma bala atravessa a cabeça dele. Isso é escravidão? Não, ele nem sabia que a bala vinha. Pum, de repente veio e morreu assim. Posso comer essa carne sem dor de cabeça? >> Não. O que ele tá querendo dizer é que se você come carne de animal, porque você é você considera o animal um ser inferior e você é superior a ele. >> Primeira espécie, >>
mano. Mas nós fizemos isso a vida inteira. E o leão, você acha que ele faz o que? Ele reza antes de comer uma [ __ ] do empala. Ah, [risadas] chupa meu ovo, cara. [ __ ] para com isso, cara. Para com isso. >> Ué, não teve a onça lá porque o famoso Cancelada. >> A onça que foi cancelada, >> comeu a capivara. >> Que comeu a capivara, o pessoal não ficou. E o detalhe, a galera, por que que não deu capivar foi cancelado? Foi, >> foi, foi, eu não lembro disso aí não. >> No
Twitter retrasado. Ah, >> e o pessoal botou, por que que não deram eh ração pra onça? A noção desses caras, >> seja feliz. Se você que tem p não coma carne >> agora. >> Se você matar um porco no chiqueiro, o outro porco comea aquele que morreu. Ele não tem consciência disso. >> Você queria ser o porco do chiqueiro ou o porco que um dia tá ali e leva um tiro na do nada? >> É, é melhor o porco do chiqueiro. Fica ali quietinho. >> Você prefere porco chiqueiro? Eu não quero. O cara pode errar
o tiro, o cara podear. Eu quero estar lá fora e ver o Que acontece. >> Falando falando um negócio de onça, como que tá aquela questão da onça lá que tava atacando os seres humanos, que atacou aquele aquele que você cobriu bem o caso, né? Vocês dois cobriram, né? >> Isso. E aí? Mas o que que deu? Aquilo lá não teve mais ataque e tal, >> não. Porque ela foi recolhida, né? >> Ah, ela foi recolhida. Mas isso é um problema do pessoal que é aquele problema que vocês falaram de cevar a Onsa, né? Para
ela poder aparecer. É, eu vi, eu vi isso na nessa região mesmo. Eu conheci seu Jorginho, eu gravei com ele, tenho, tenho imagem com ele. A, ele, >> ele fazia lá, ele vendia, não sei o que ele vendia, a gente comprava dele mel, acho que era mel. >> Porque pro pessoal entendeu o que que o pessoal faz, eles servam a onça para ela vir perto pra galera tirar foto. Sem querer, mas é sem querer. Começa sem querer e depois torna-se interessante. Começa sem querer. Começa assim, começa um cara pescando, >> tá passando ali do nada.
Ó a onça. Tomou umas vum, joga a piranha ali pro carro, pra onça. A onça pega, olha que legal, não sei o quê. Aí começa um, aí passou outro pescador e o cara falou: "Ô, você viu que na curva do leque lá tem uma onça lá que às vezes dá uma bobeira ali, não sei o quê, vai ali." Aí o outro vai lá, é, vem, ó lá a onça, não sei quê, toma uma coisa aí o cara fala Já. Ela começa a ser assídua, aí alguém fala: "Hum, vocês querem ver a onça?" Aí esse já
é o cara que tá, tipo, tu leva o turismo, entendeu? Aí eles leva uns cara lá para ver a onça e ali a taz. E não é só ali não, um monte de lugares fazem isso, fazer ava continua >> e aí e aí tem o problema da onça se ficar se aproximando se aproximar e aí um dia ela vai, como que é esse esse esse ciclo aí? >> É, esse é um ciclo que você não pode Deixar acontecer porque é isso que faz perpetuar esse tipo de hábito. O ser humano não está no cardápio dos
desses animais, deve ter alguma razão. Não está. Se não tem todo então não tá >> vão pegar os teus 97%, [risadas] tá? Por quê? Porque se tivesse todo dia ia morrer alguém. Aí se viram notícia porque não acontece sempre, não é frequente. Então aconteceu agora e aí tem que e e você imagina volta lá atrás Nos tempos dos nossos primórdios, o nosso, quando a gente vivia nas nossas aldeias e entrava uma onça e pegava um filho seu e arrastava. Devia acontecer. Claro que devia acontecer. O que acontecia com esses caras? se reuniam, iam lá e
matavam aquela onça. Então eles tiraram essa genética de caçadores de onça. >> Até hoje assim os >> de caçadores de ser humano. Eles faziam isso sem saber que na verdade eles Estavam tirando esse gem. Porque se isso vira um hábito e essa é uma fêmea e tem o seu filhote e ela faz isso, o filhote aprende que isso o homem está no cardápio, entendeu? Então o homem não pode estar no cardápio. >> E a gente já fazia essa essa eliminação sem saber que isso era >> uma seleção artificial. É, já fazia isso, entendeu? >> Tá.
Mas como, mas com essa prática aí que o Pessoal tá fazendo, o Você tem perigo do ser humano voltar o cardápio? >> Não, >> não, não tem. >> O ser humano não evoluiu sendo presa de onça. >> O ser humano evoluiu sendo presa de outros felinos. Tigre, por exemplo, o número de ataque de tigre, leão leopardo para seres humanos é muito maior. Discordo, porque a gente não tem estatística para isso, porque no meio da Amazônia, quero saber quem vai levantar, faz, manda o IBGE lá para saber no meio da on há três dias no meio
da Não, não tem, não tem, eu tenho, eu sou, ó, eu vou alendí, os caras fala morre direto gente com onça, tá? Então is fantasia não, tudo bem, eles matam sim, mas eu tô dizendo que existe uma, se você for nas aldeias e fizer uma estatística nas aldeias sobre o quanto ataca, você ia se surpreender, tá? Ia se surpreender. É que não vira notícia. Agora a gente tá Começando a ter a ideia do do dos dados com com avanço do celular. >> Com celular ajuda muito, muito. E você tá vendo um monte de gente sendo
atacada, tá? Sim, os casos, mas desse ano que passou você teve pelo menos uns três ou quatro casos que não eram ataque de um cara foi atacado na na moto e aí depois acharam tiri, >> o outro cara caiu no galinheiro. >> Não, mas acontece >> e falou que foi a onça. Teve quatro Casos que não foram, mas acontece. Eu concordo. >> Teve recentemente três. O cara que tava que foi rasgado, tem teve recentemente três caras que foram atacados. Então assim, é porque o celular tá ajudando isso, mas assim não é que é improvável. casos
esporádicos assim, mas acontece aumentar ser humano, tipo, entrar no cardápio. Não, não. Olha só, >> acidentes vão aumentar. >> Acidente vai aumentar. Aumenta porque você tem a expansão agropecuária agrícola. Aumenta >> e a gente tá matando menos onça do que matava antim. Menos onça. Isso. Exatamente. >> Mata ainda, mas mata menos. >> Vai aumentar com certeza. Elas tentam, cara. Elas vão tentar se alimentar e se ela prender >> ela passa pro filhote. Entendeu? Tem aí que é o perigo de >> Mas o ser humano quando veio para cá não era só onça, cara. O ser
humano, você tinha outros animais aí você tinha preguiça gigante. O ser humano ainda se deparou com mastodonte aqui no Brasil. Tinha mastodonte há 4000 anos atrás. Inclusive vários animais devem ter sucumbido aqui na América do Sul justamente com preso. >> Imagina essa época, mano. >> [ __ ] mesmo. Tinha tigre d sabe no Brasil. >> Hum. O maior tig sa existiu aqui. >> Entendi. O o que outra coisa no no mundo da da biologia aconteceu esse ano aí pra gente fazer uma retrospectiva. A gente falou do ataque da onça, né? Teve a questão do elefante,
>> o lobo, o lobo ressuscitado, né? O caniros. Então, o que que você acha disso? É, >> o que que deu nesse negócio do lobo aí? >> Foi um um clickbait, né? Mas com uma Técnica [ __ ] >> Mas eles não colocam aquele lá na na natureza, né? Ele continua ali no lugar deles. Pode voltar. >> Mas ele existe ainda. >> Biv. O lobo não é o canos de na verdade eles editaram com a técnica crisp >> o gene e alteraram alguns genes. >> É, botaram outros genes. Material de tipo Jurassic Park. Não foi
só alguns gên não completaram. >> Eles alteraram alguns genes que o lobo Já tinha para se parecer com um canes de só isso. Mas não é só isso, porque é uma técnica fora. É uma é uma pequena amostra como do tipo, olha, eu consigo mudar a cor do teu pelo. Isso não mudou você para Nandertal. Mas eu mudei a cor do seu cabelo pra cor que o Nendertal tinha. Só isso. Basicamente foi isso. Mas é uma técnica [ __ ] que no futuro vai servir para vocês. Você pode inclusive, cara, tu já imaginou no futuro
tu construir isso vai Acontecer com a IA daqui a 200 anos tu vai construir um ser do nada, velho. Vai construir geneticamente um ser do nada. Tenho dúvida disso. >> O lance trazer o o negócio lá à volta. Vocês acham o parente do elefante lá? Como que chama, cara? Esqueci agora. Você tá falando de mamute, >> mamute da Yuca. >> Porque eles têm essa ideia, é a mesma empresa que tem, né, essa ideia, >> é a colossal biógica >> de pegar, de pegar o mamute, porque o mamute ainda tá ali, né, e trazer ele pr
vocês acham dis, porque para você fazer uma clonagem, como é que funciona a clonagem? >> Ia ser [ __ ] né? >> Eu tenho que pegar a tua célula. Não existe a clonagem verdadeira só na natureza. Essa cloneagem que a gente faz é uma clonagem falsa, porque eu preciso pegar a tua célula, tirar o núcleo da tua célula. Só que a mitocôndria eu vou Utilizar do óvulum, que eu vou pegar o núcleo da tua célula e colocar no óvulum. Então, por exemplo, quando você vai trazer a Iuca, que é uma ele uma mamute, uma mamuta,
né, que tava congelada há 38.000 anos, >> isso >> você vai ter que retirar o núcleo dessa célula e colocar no óvulo de uma elefanta asiática que é mais próxima do mam. >> Só que a mitocôndria é daquela elefanta, >> não é da Yuca. Sem contar que depois de tanto tempo o DNA tá deturpado. Mas o interessante é que fizeram alguns testes com essas células da Yuka, de primeiro você precisa achar uma célula to potente, >> mas você pode você pode reverter isso original depois trocando, fazendo breed em cara disso aí você pode melhorar. Por
exemplo, é como você pega lá aquele gato savana que veio do serval, aí você tem um cara que é 100% cerval e um pega um Gato doméstico, mistura com ele, vai sair 50% cerval, 50% doméstico, mas você pega e volta com um cara de 100%. Aí você já vai ter um cara de 75. >> Sim, mas a mitocôndia continua sendo da da >> Sim, mas você traz todas as características de volta daquele cara se você começa a funilar de volta, você traz de volta, entendeu? Mas aí não tem, ela não tem todo >> aí, aí
é que tá, ela não tem todo o gene Completo, >> tá? >> Você precisa de achar, você precisa de achar uma célula que não >> tem 100%, mas você tá, você olhar o meu gato, por exemplo, ele é 8%, >> sim, mas o problema tá na célula. Por quando você pega uma célula de neurônio, essa célula já se especializou. >> Você precisa de achar uma célula que seja to potente, uma célula que ainda uma célula tronco que ainda vai se Transformar em outras células. Eles fizeram teste com atividades para esse tipo de situação em óvulam
de rato e ele teve atividade, então significa que pode testar em elefante. Agora o elefante, [ __ ] quando ovula é uma é um tempo muito longo. Eu não duvido, na boa, Richard, que um dia eles vão trazer um espécie desse de volta. Mas >> agora moralmente, acho que a pergunta dele do Sérgio foi a questão moral. O que que você acha? É, qual que é a Utilização que eles vão colocar para colocar numa reserva? Olha só, você quando você traz um indivíduo, você traz um espécime. Esse um espécim ele não vai trazer a espécie
de volta. Você não tem indivíduo suficiente. >> Você acha moral isso? Eu acho [ __ ] para [ __ ] queria trabalhar nessas nessas, >> mas eu acho que assim seria desnecessário. >> Seu currículo lá, velho. >> É desnecessário, mas eu acho [ __ ] Acho >> a engenharia, a gente vai, nós vamos colonizar o espaço, >> mas não vai ser o ser humano que colonizará o espaço. Se a gente entender engenharia genética, nós podemos colonizar o espaço colocando vegetais diferenciados, animais diferenciados. Então, imagina, tu vai pra Marte e lá tem vegetal que sobrevive. Precisamos
de um mamute lá, por exemplo, Mar, para carregar umas coisas lá. Imagina o vegano já não ia gostar, entendeu? [ __ ] [risadas] já não tem funcionalidade. Se não tem funcionalidade, não tem. Ó, olha o que os veganos que a gente [risadas] carrega os mamutes, não pode botar os mamutes para carregar nada. Porque eu acho que a discussão ela vem do seguinte: se a gente consegue trazer um mamute de volta, a gente conseguiria trazer, sei lá, um grande assassino de volta, uma grande, entendeu? Uma coisa desse tipo. >> Sim. Não, você pode clonar uma pessoa.
>> Sim, mas podemos trazer Beethoven também, [ __ ] >> Podemos trazer Beethoven também. É isso aí. Bar. né? Podemos trazer uns caras [ __ ] >> mas isso isso diminui a variabilidade genética humana. Aí éamente imoral. >> Aí é imoral. >> É. E cientificamente não é lucrativo. >> Não, claro, claro. >> Porque você diminui a variabilidade genética humana. >> A gente vai trazer só os gênios. Não, >> não é dizer vetor vem pode ser muito. Imagina fazer um conceito vetor ia ter fila, cara. >> Porque igual a técnica aí que que o Henrique falou,
o tal do Crisper é uma técnica sensacional que edita o DNA ali e tal, não sei o quê. É bom para caramba. É bom para caramba. Mas e se amanhã? O cara chega e fala assim, ó, a partir de amanhã só vai aceitar no mundo pessoas loiras de olho azul. Tem que Editar todas as células de todos os DNA para isso. E aí? >> Aí fodeu, >> cara. Nós não precisamos trazer ciência. Chegamos onde eu queria no começo de tudo é isso. Vem hoje com aquecimento global. >> Nós não precisamos trazer Betoven nem de volta.
Nós já temos nascidos hoje inúmeros Betovens, inúmeros Einsteinens, inúmeros Newtons. Só que essas crianças não tiveram oportunidade de estudar. >> Estão tendo agora, ó, ó como tá isso aqui fora, ó. É isso aí. Estão >> estão tendo agora através hoje do Space to Day com projeto, primeiro projeto desse e que traz e por tá bombando por porque ele soube trabalhar ele. Ontem você trouxe o Danilo também? É filho da mãe. >> Danilo também ontem. >> Ontem. Eu fumei o charuto dele agora. Ele deixou o charuto aí. Fumei. >> Eu fumei. Mandei ainda o recado para
Ele. >> Mandou. >> Se sobrar ainda vou. Se sobrar ainda vou. >> Ó, Danilo, eu quero saber por que o Danilo não me levou lá ainda, hein, Danil? Tu ficou, tô só de olho. Vai ser demais. Viólogo Henrique lá no Danilo. De noite vai ser demais. Verdade. Não foi. Deixou >> palco. Falando nisso. Tá na hora, né? >> Tá na hora deles irem lá pro palco, Galera. Então galera, >> agradecer aí o Richard, biólogo Henrique, diretamente aqui do nosso evento Brasil, >> Júnior, que ele é o aqui o tocador de fogo. Deixa eu só fal,
>> já vou deixar registrado aqui. Não tá gravando ainda, ó, para você fazer o 30 contra um contra os veganos e você contra os militantes lá de pé de pegos vegan bota contra os caras que são contra zoológic >> contra zoológico. Mas v arrumar 30 pessoas contra zoológico. Coloca, coloca que vai aparecer. Tem o que mais tem é contra zoológico. >> Ativistas >> ativista contra zoo. É >> é o fofo fofo fauna. >> Não, mas [risadas] treta contra fofouna. >> Aí vai apareça. >> Pode pode botar. Ó, tá aí o desafio. O desafio tá feito.
Biólogo Henrique contra 30 ativistas antizológicos. Vocês Aí das páginas aí, ó, manda pra galera aí. >> Ah, eu quero pensar algo melhor para fazer esse 30, cara. Eu quero pensar num grupo mais [ __ ] para est nesse nesse não quer fazer contra vegano. Os veganos te amam, velho. Eles estãoes estão pedindo isso. >> Estão pedindo, >> estão pedindo. Vai ser paz touro, velho. >> Esse vai ser Já teve teve a vegana contra 30 carnívoros. Nada mais justo, Né? Um carní vou acabar com esses caras, você tá ligado? Acabar >> só lembrando que não tenho
nada contra [risadas] eu não posso ficar sem comer minha picanha. >> O Richa vai, o Richa vai dar, vai dar bom, cara. Ele 30 cont [risadas] porque eu eu não, eu não brinco com os caras, eu deixo os cara falar, eu deixei os cara falar lá. Fala aí, cara. Mas é bom quando você deixa falar também. >> É bom. É bom >> porque o cara se en se enrola. >> Mesmo se enrola no caso do Sergão. Meu Deus, [risadas] >> foi bonito, >> cara. Não, >> 30. Ele fez, ele não fez do 30 contra os
cara climático, >> não. Eu fiz 30 negacionista, inclusive tinha tinha, eu falei um dos temas foi esse, >> o abundança climática é causada pelo ser humano. >> Era era o Brasilia ciência, né? >> Brasil odia ciência, mudança climática causada pelos ser humanos. O homem pisou na lua em 1969. Aá não vai tirar o seu >> e não e não existe vida inteligente no espaço. >> Ô, vocês já receberam o já receberam aqui o professor Rock? Já >> professor Roque já não veio ainda no tem que vocês vão ficar assustad porque ele quando ele termina falando
sobre Iá >> acabou com o meu dia, tá? Mas, mas aí, mas aí aí eu vou pegar porque tem porque tem o alarmismo também. Tem o alarmismo aí nesse lado chocado. Serjão, tem vontade de tem vontade de parar de trabalhar, fazendo, de vontade de parar de fazer tudo porque se é isso o prognóstico para 4 5 anos, tipo a o coisa do negra lá, como chama o exterminador do mano sky. Skyn vai surgir não, fica tranquilo. >> É, nossa, eu fiquei show que tá ligado Na internet que não sei o que e aí não dá
para desligar essa [ __ ] Tão [ __ ] cara. Não, mas já falei isso pro Sergão. Para mim a revolução das máquinas termina no Skynet, velho. >> É isso aí, Sergião. Não acredita, né? Não acredita. >> Tá, eu tá vendo só >> também? Não >> tá vendo só? Tem coisa que eu não acredito, [risadas] viu? >> Mas contra 30 negocionista top para Fazer também. >> Aí sim. >> O Henrique com 30 negacionista. Parte dois tem que ser com o Henrique, cara. >> A gente troca aí, ó, a posição. Po, pô, um evolucionista versus 30
crial pr caramba. Po, pegar. >> Eu vou lá. Eu vou ser um dos caras que vão pros 30. >> Aí [risadas] sim. chutar o traseiro desse cara aqui, mano. Vai ter um prazer. >> Ai, ai. >> Mas vamos lá que eles tem que ir ali. Vamos dar pal essa galera que tá esperando eles. >> Henrique Richard, >> tirou uma foto aí, produção. Tirou uma foto pra gente botar depois no no Insta. >> A galera lá, pô. Muito legal, né? Galera, >> muito legal. Ô, ô, Sergão, obrigado por fazer esse evento, hein? Maravilhos. >> Que é
isso, cara? Eu que agradeço vocês Terem vindo aí prestigiar. >> Show Brasília, né, cara? Negócio aqui tá táóci agora. Agora tem que fazer lá na mansão do biólogo Henrique, um outro na beira da praia. Vai ter >> já tá comigo lá final do ano aí sim. >> Final do ano vou lá >> e eu tenho que ir lá na casa dos bichos lá. Eu tô tô enrolando você cara. Não é que eu não tô enrolando não. É que eu tô sempre viajando. Sente >> fica tranquilo que eu não sou o Igor. >> Olha para lá.
[risadas] >> Eu entendo as coisas. >> Acabamos já. >> Fechou. >> É isso, galera. >> Valeu. Galera, deixa seu like, compartilha, manda para todo mundo e comenta aí, tá bom? Yeah.