[Música] falando um pouquinho agora sobre controle motor então Eh para quem assistiu eu dei uma aula H um tempo atrás Sobre a escala de avaliação stico que é uma escala de avaliação de tronco e dentro dessa aula a gente falou um pouco mais a fundo sobre controle motor então a ideia agora não é a gente de novo recular com com o mesmo nível de detalhe a parte de controle motor se for uma uma questão que vocês têm alguma dúvida eu me coloco à disposição pra gente conversar ou mesmo assistir de novo os primeiros os primeiros
minutos dessa aula da da stic né da da avaliação de controle de tronco que lá eu falei um pouquinho mais Eh mais detalhado a questão de controle motor mas o que que é importante a gente relembrar com relação a controle motor em específico com relação ao controle motor no diagnóstico de teste quando a gente fala de controle motor a gente tá falando do quê a gente tá falando propriamente de movimento então controle motor tá relacionado à capacidade do indivíduo de se movimentar de gerar movimento e quais são os fatores que se correlacionam quando a gente
tá fazendo algum movimento características individuais da tarefa então a tarefa em específico que a gente tá eh estimulando que o nosso paciente faça gera um padrão de movimento específico características subjetivas né então caracter ticas do indivíduo em si também geram padrões de movimento específicos e questões do meio ambiente então aspectos do meio ambiente podem alterar esse movimento então tarefa indivíduo e meio ambiente essa correlação eh fatores desses três nichos desses três grandes grupos geram padrões de movimento específicos E por que que a gente tá falando disso e quando a gente fala de tarefa Eu tenho
aquele conceito que eu falei AG era pouco de estabilidade mobilidade e de manipulação então a depender da tarefa que eu quero desempenhar eu tenho que ter um determinado nível de mobilidade um determinado grau de estabilidade para conseguir gerar uma manipulação então a maioria das tarefas envolve estabilidade mobilidade e manipulação eh e aí essas características inerentes à tarefa vão gerar um padrão de resposta um padrão de movimento específico E por que que a gente tá falando disso dentro de uma aula eh que o foco são as crianças com diagnóstico de té vamos recapitular um pouquinho os
achados clínicos que a gente tem nessas crianças Elas têm hipotonia e fraqueza muscular se elas têm hipotonia e fraqueza muscular a questão de mobilidade e estabilidade dessas crianças tá alterada então Muito provavelmente essas crianças tenham uma dificuldade de ter estabilidade e se elas têm dificuldade de ter estabilidade elas vão ter dificuldade de ter mobilidade e se a gente Recordar aquele conteúdo teórico de que existe mobilidade sobre estabilidade eh para ter funcionalidade a gente vê como esse ciclo essa cadeia de raciocínio tá alterada nas crianças com tema e por isso Esse é um dos motivos que
surgiu por exemplo a utilização da veste do MIG porque a veste do MIG Ela traz um input sensorial pra região do Core por isso que aquelas tiras elásticas elas vão em direção ao Core em direção ao nosso centro de massa nosso centro de gravidade por esse input sensorial aumenta a estabilidade então a criança fica mais estável se eu tenho um imput sensorial que traz mais estabilidade eu melhoro a regulação a autorregulação porque essa estabilidade traz autorregulação E se eu tenho mais estabilidade proximal eu consigo ter mais mobilidade melhora de funcionalidade distal então lembrar que a
funcionalidade dos nossos dos nossos membros apendiculares os os braços as pernas Eles saem do nosso tronco então a gente precisa ter um tronco estável pra gente ter função adequada na nossa extremidade então uma pessoa que tem uma uma hipotonia uma fraqueza muscular das musculaturas proximais de Tron por exemplo é muito frequentemente você vai encontrar que é uma uma pessoa né um indivíduo com uma alteração de destreza de coordenação motora eh de coordenação manual por quê Porque eu não tenho estabilidade proximal se eu não tenho estabilidade fcial por exemplo na minha cintura escapular eu não consigo
ter uma adequada destreza Então se a gente quer que o nosso paciente melhora a destreza manual eu preciso melhorar a estabilidade e aí a ideia da veste uma das ideias né da veste surgiu nesse intuito de trazer maior inut sensorial paraa região do cor por meio desse imput sensorial na região do cor eu vou por consequência melhorar eh a mobilidade a destreza e eu vou ter um paciente mais organizado quando a gente pensa sobre o meio ambiente conceitualmente a gente tem dois tipos de fatores que alteram o padrão de movimento fatores que estão inerentes a
ao meio ambiente então de um ponto de vista técnico esses fatores são considerados como reguladores e não reguladores que que são os fatores reguladores são fatores que estão eh inseridos à tarefa ao meio ambiente onde aquela tarefa tá acontecendo e que eles vão exigir que o nosso sistema nervoso central se adapte para realizar essa tarefa então o que que seria um fator regulador Como por exemplo o peso tamanho e formato de um objeto que eu tô interagindo então se eu tô desempenhando uma tarefa motora se eu tiver uma tarefa motora que eu interajo com um
objeto com peso diferente tamanho diferente Ou formato diferente o meu sistema nervoso central vai ter que se adaptar para fazer aquele padrão de movimento acontecer de forma adequada e eu desempenhar aquela tarefa motora de forma adequada que que são fatores não reguladores ruídos E distrações então se eu desempenhar uma tarefa motor e acontecer uma distração ou um ruído no ambiente isso não vai mudar o meu desempenho motor isso não vai isso não vai mudar o meu padrão de movimento para realizar aquela tarefa porque a tarefa vai ser a mesma então esse fator ele não regula
eh eh o padrão de movimento porém de novo por que que a gente tá falando disso dentro de uma aula que o foco são as crianças com terra porque as nossas crianças a gente sabe que questões como distração e ruídos aumentam a demanda ao sistema nervoso central elas não conseguem se adaptar muito bem à presença de ruídos e distrações no ambiente então muitas vezes as nossas crianças têm uma alteração de padrão de movimento de funcionalidade de habilidade motora que ela tá correlacionada a uma questão do ambiente então um fator que Teoricamente não exige adaptação do
sistema nervoso central que é um fator considerado como não regulador paraas nossas crianças com pé ele pode ser um dificultador paraa resposta motora e quando a gente fala do indivíduo em si a gente tem o ciclo de percepção ação e a questão de cognição então quando a gente fala de padrão de movimento existe a cognição existe a intenção de fazer um movimento a percepção que é a aferência sensorial que eh vai ser encaminhada em direção ao sistema nervoso central para ser processada e ser eh enviado uma resposta uma ação uma referência motora nas nossas crianças
com P como a gente já falou anteriormente Elas têm alteração sensorial Então existe uma alteração de percepção e elas têm uma alteração do próprio sistema nervoso central Então os estudos estão vendo a questão de alteração no volume de massa cinzenta de algumas regiões do cérebro se a gente tem uma alteração no volume de massa cinzenta né na na quantidade de neurônios em algumas áreas do cérebro o processamento dessa aferência dessa informação sensorial ele vai se encontrar alterado por consequência a eferência motora que vai ser enviada também vai estar alterada então de uma maneira geral por
que que eu coloquei esse slide de controle motor pra gente entender que as nossas crianças com diagnóstico de tea elas encontram eh diversos e inúmeros eh inúmeras Barreiras inúmeros desafios para desempenhar motoramente para para ter um desempenho motor adequado E se eu como um terapeuta da área motora tenho essa consciência de que todo esse ciclo aqui ele tá alterado na na minha criança ptea eu consigo intervir sobre esse ciclo de diversas maneiras então eu consigo intervir sobre questões sensoriais sobre o processamento consigo com isso melhorar a referência motora consigo trazer mais estabilidade com com uma
melhora de mobilidade com uma melhora de funcionalidade uma melhora de manipulação e consigo adaptar o meu meio ambiente de trabalho para que o desempenho motor seja melhor e tudo isso por que que a gente tá falando porque a gente tem que lembrar que nós trabalhamos sobre o conceito da cif então da classificação internacional de funcionalidade então se eu tô trabalhando sobre o conceito da CF sobre o raciocínio da CF eu sei que toda a alteração da atuação profissional que eu faço em cima de uma alteração de um diagnóstico eu vou levar em conta funções estruturas
corporais eh questões de atividade e participação fatores ambientais e fatores pessoais então todo esse raciocínio que a gente fez no slide anterior ele é basicamente a CF se a gente for olhar e aí na aula de hoje como a gente tá falando sobre habilidades motoras a gente tá falando mais sobre funções e estruturas corporais Então dentro de um planejamento terapêutico do meu paciente eu entendendo que ele tem alterações de funções e estrutura estruturas corporais e que essas alterações de funções e estruturas corporais afetam as atividades e a participação dos meu do meu paciente eu preciso
englobar essas questões para ter um planejamento adequado não adianta eu trabalhar com o meu paciente habilidades sociais habilidades de linguagem regulação com comportamental se eu sei que fatores de função e estrutura corporal como hipotonia fraqueza muscular e diversas e diversas outras alterações motoras que a gente acabou de citar elas estão impactando negativamente então eu sei que a hipotonia fraquesa muscular ela é um dos componentes que altera comportamento na minha criança com terra e eu sei que crianças que T melhores habilidades motoras tem melhor eh melhor nível de autorregulação então não adianta lá o psicólogo tá
se matando para trabalhar a questão da questões comportamentais A autorregulação Terapeuta ocupacional tá trabalhando de forma árdua ali com as questões sensoriais e a gente não ter dentro desse planejamento também um desenvolvimento das habilidades motoras e eh acaba virando um cabo de guerra então a gente tá trabalhando de um lado para uma melhora de desenvolvimento e tá deixando de olhar para um aspecto que são as habilidades motoras e estão puxando esse desenvolvimento para baixo então é importante esse raciocínio sempre que a gente for pensar na criação de um planejamento terapêutico de uma criança com tea
a gente lembrar que existem acometimentos motores que ela precisa de intervenção com terapeutas da área motora