Olá pessoal, como vocês estão? Tudo bem? Espero que sim.
Hoje eu vou contar um pouco da minha história. Fala galera, é o seguinte: eu sou de uma grande família descendente de italianos e portugueses, ou seja, a família de 12 irmãos. Olá, eu sou o nono dessa família.
Nós fomos criados na roça do campo e desde nove anos de idade, eu já tive que acompanhar os meus irmãos no trabalho da roça. Então, na época, né, na década de 70, foi uma época muito difícil na roça. Estava muito difícil, então não tínhamos a fartura das coisas.
A gente tinha vontade de comer as coisas, como é tudo, e não tinha. Éramos dois irmãos, meus pais, minhas mães e mais dois peões que estavam na roça, 16 pessoas. Então, passávamos necessidade de tudo.
Conforme fomos crescendo, os meus irmãos mais velhos foram se mudando para a cidade, pegando um trabalho na cidade e alguns deles acabaram trabalhando numa empresa que chamava Rede Ferroviária Federal, uma empresa do governo que trabalhava com trem, maquinista de trem. O meu sonho era ser maquinista de trem. Quando chegou a minha idade, 18 anos, eu fui fazer o concurso da Rede Ferroviária, acabei não conseguindo emprego e estava numa fase muito difícil na década de 80.
Não tinha emprego, então morávamos no sítio, estudamos muito pouco. Eu fui trabalhar como servente de pedreiro na construção civil aqui na cidade de Maringá. Depois, eu não gostei muito da área da construção civil e ainda mais porque eu era servente de pedreiro.
Acabei trabalhando com um amigo meu em um bar e acabei trabalhando muito tempo no bar. Eu também acabei comprando um bar e, naquele momento, quando eu trabalhava no bar, falei: "Meu Deus, eu preciso fazer alguma coisa da minha vida. Eu não tenho nem uma profissão, não tenho uma opção que renda grana.
Ficar trabalhando em bar. " Aí tive uma ideia: "Eu vou ser vendedor. " Então, eu brinco que eu vi o vendedor.
Já que não sou médico, já que não sou advogado, já que não estudei, já que não tenho um bom trabalho, aí você vai para a área da venda, não é? A primeira coisa que eu gostei de ser vendedor é que você não tem horário. Você não é obrigado a estar sete horas, oito horas, que seja, no local de trabalho.
Você é que faz o seu horário e isso eu nunca gostei de acordar cedo, nunca gostei de acordar às seis, sete horas da manhã, voltar a trabalhar depois das nove horas. Isso já me fez bem, falei: "Poxa, tá legal, né? " A segunda coisa é trabalhar por metas.
Se você vende, você ganha comissão. Se você vende, você ganha. Só que no começo, você não tem um bom produto, às vezes, um bom segmento, uma boa empresa, porque você está começando, não tem boa experiência e a gente acaba ficando patinando no mesmo lugar.
E nessa rotina aí de trabalhar com vendas, as pessoas que cercavam, que me cercavam, como meus parentes, às vezes, meus irmãos falavam: "Poxa, pega um emprego fixo, cara. Pega um emprego fixo, vai trabalhar no trabalho que você tem um salário no final do mês. " E às vezes até voltava a tentar um emprego fixo, mas não me adaptei, não deu certo.
Salário baixo, cheio de regras, cheio de horários e tal. E eu voltava para as vendas. Essa ladainha foi durante seis anos, até que conheci, aqui em Maringá, através da minha namorada, que é minha esposa hoje, a Sirlei.
Um trabalho que estava sendo iniciado na época, umas autoclaves, umas panelas que cozinhavam no vapor e eram vendidas na casa das pessoas no sistema ABC de vendas. E eu falei: "Poxa, vou entrar nesse negócio. " Tive bastante dificuldade, porque tinha que cozinhar e eu não sabia cozinhar.
E as primeiras vezes, deu para sair vergonha e também não tinha amigos com dinheiro para comprar o produto. Comecei assim, pedindo para algum amigo meu indicar um amigo dele, ou seja, pegar amigo emprestado do amigo, para ver se conseguia fazer o trabalho. Foi um sofrimento muito grande, porque não virava.
Eu trabalhei em um período, menos de um ano, em Curitiba, uma semana, não deu certo. Trabalhei em Osasco, um período de uns 15 dias, também não deu certo. Trabalhei numa cidade chamada Extrema, Minas Gerais, também não deu certo.
Fui lá para Jequié, na Bahia, fiquei 40 dias. Depois disso, fui para o Rio de Janeiro e do Rio de Janeiro fui parar em Vitória, no Espírito Santo, no ano de 1991. Quando eu estava lá em Vitória, Deus abençoou, parece que, de tanto eu sofrer, a gente começa a pegar um pouco mais o jeito e as coisas começaram a fluir diferente.
Conheci uma pessoa bacana, que nós chamamos de irmão herói, que foi meu primeiro monitor a trabalhar no sistema de monitor e ele indicou os amigos dele. Através dos amigos dele, eu comecei a pegar indicação dos próprios clientes e a fazer um trabalho ligando, marcando visitas. E nesse período, surgiu a oportunidade de trabalhar com colchões magnéticos.
Eu comecei a vender os colchões magnéticos, não tinha técnica, trabalhava visitando aqueles clientes que já tinham comprado as autoclaves. Deus abençoou, vendi, no período bem curto, umas 20 peças. Voltei para Maringá, fiz o meu casamento, casei no dia seis de março de 1992.
E as portas se fecharam aqui para mim, não vingou, não consegui desenvolver o trabalho. Travou. Aí, eu falei para a Sirlei: "Mor, vou ter que voltar para Vitória.
" Deixei ela lá na casa do pai dela, peguei um ônibus aqui. Em Maringá, curte o Espírito Santo. Melhor, eu comecei a fazer novas os dias, comecei reativar o trabalho lá.
Então, começou acontecer de novo. Aluguel apartamento, vim buscar e Sirlei, minha esposa, e fui para o Espírito Santo para ficar três meses. A primeira pegada, nós iremos ficar três meses, mudamos para o apartamento mobiliado.
Próximo à Praia de Itapuã. Só que o que que acontecia, eu trabalhava, quando acabava o dinheiro, quando tinha, de quando eu tinha, cheque, dinheiro, eu ia para a praia, eu ficava de boa, na lagoa, tranquilo. Não tava se preocupa, não acabar você, Cavaleiro.
Eu ia trabalhar, o pai trabalhava mente, aí ficava de boa novamente. Que que aconteceu, terminou o admiro, você 92, eu pensei. Poxa, que que eu tô fazendo com a minha vida, trabalhando, não tô mudando de vida.
Falei, Sirlene. Vamos mudar de perto da praia, que essa praia tá me atrapalhando. Aí nós mudamos, uma cidade chamada Cariacica, tá mais ou menos uns 15 km dali da praia.
O mas não era praia, problema estava na minha mente. Eu continuei, só vendendo, trabalhando, quando precisava pagar o aluguel, pagava as contas, tudo certinho, de gota tranquilo. E a minha vida não mudou, mantinha o cabo velho, não sobrava dinheiro, mas estava tudo bem.
Então, a feliz, as contas estavam pagas e tudo bem, longe 1994, me avisaram que teriam treinamento, um curso em Campinas, e eu peguei e vim, para Campinas. E era um treinamento de três dias. Aqui, esse treinamento que tem bastante dinâmica.
A dinâmica se era você escrever as metas, o estabelecimento de metas. Eu nunca tinha participado de um treinamento. É o que que aconteceu, tá bom, é para escrever tudo que você quer direcionar e tal.
E eu tinha um desejo e a necessidade de ter uma caminhonete. Na época, não dominação 94, as músicas na net melhores existentes no Brasil era Ford F1000 e Chevrolet D20. Eu gostava da Chevrolet, por conta daquela roda grande, por conta do estilo, né.
Foi. Puxa vida, uma de 20 seria top. Vou escrever esse negócio.
Escrevi que eu compraria uma de 21 ano, e aí fiz uma meta para 10 anos. Um ano, dois anos, eu vou acontecer isso, vou ter essa casa, depois eu vou fazer viagens, posterior, vou ter casar na praia, vou ter chácara, vou ter fazenda, e definir o meu plano de 10 anos, né. Um bom tempo.
Espírito Santo, com aquilo na cabeça, tá chegando lá. Fui ver o preço da caminhonete, eu posso cair duro, porque naquela época era tudo dolarizado, tinha uma inflação muito grande no Brasil. Então, o dia que baseava os preços em dólares, e no meu caso, ele era financiado pelo Banco Mercantil de São Paulo, e os direitos já sabia o valor que valia, maior $5000, e eu fui ver aquela net era $40000.
Falei, meu Deus, um 26 anos na minha vida, eu consegui apenas $5000, como é que eu vou conseguir em um ano, $40000. Aí, eu pedi para o vendedor. Se ele tinha um folder para mim arrumar, ele me arrumou.
Peguei aquele poder, colei na porta do armário, onde eu pegava minhas camisas, e assim que eu coloquei o durex, era uma manhã lá, para umas 9 horas da madrugada, eu e minha esposa lá, fazendo almoço, para ele vir cá, um pouquinho, e dá uma olhada, o que que é isso aqui, é para um folder, com uma caminhonete? Ele não, essa não é o fogo, eu já sei, a minha câmera at, só que acontece o seguinte, eu vou comprar, só que, para eu comprar essa caminhonete, eu já fiz as contas, eu preciso de vender um colchão por dia, se eu não vender o portão, porque eu não consigo essa grana em um ano. Mas para mim vender o colchão por dia, eu tenho que sair de casa, porque ela, que eu gostava muito de ficar em casa, gostava de ficar a tarde ali, por ela, ou assistir televisão, enrolar o tempo passar, e eu descobri que isso estava, não ia deixar eu atingir a minha meta.
E aí, combinei com ela, falou, ó, vou fazer assim, eu não vou almoçar em casa, e não vou jantar em casa, porque se eu for almoçar, eu acabo me enrolando. E aí, eu saía atrás de novas visitas, buscar clientes. Revisita, 18 DVD, um aparelho por dia, um colchão por dia, e as coisas começaram a acontecer, realmente começou acontecer isso.
Eu comecei a vender cinco, seis peças por semana, eu saía de manhã, lá pelas nove, dez horas da manhã, só voltava dez, onze e meia, noite, e geralmente voltava com algum dinheiro, vendia como isso é normal, mas geralmente eu tava comendo, e isso me deu muita força, me deu muito poder, porque eu comecei a enxergar, e para ver se ele sentir que eu ia atingir meu objetivo. E isso eu fiquei muito forte, que eu mudei minha postura, minha maneira de falar, maneira adiantar e o meu vizinho notou isso voltou Oséias ele falou Daniel. O que que você trabalha, eu tô vendo você chegando assim, assobiando, e todo feliz, e tal.
E eu falei então. Eu vou fazer assim eu posso ir lá na sua casa para contar do meu trabalho. O ódio aí, fui lá, fiz uma explicação para ele, para esposa dele, e ele já gostou do trabalho, já comprou o produto, já é fácil ir passou, já começou a trabalhar, já desenvolver daqui a pouco já trouxe o irmão dele, começou trazendo pessoas.
Resumindo a história, em 1994, eu comecei vender, que eu coloquei a meta de vender 20 aparelhos, 20 peças, kit colchões por mês, e aí junto com Oséias, com teu Marques, e com as pessoas que vieram, nós estávamos já em cinco pessoas trabalhando, nós já terminamos um ano vendendo 60, 70 peças por mês, a minha lenta que era um. Ano para me atingir, eu atingi em seis meses - dia três de janeiro de 1995. Eu fui lá na agência e, comprovadamente, 0km equipei.
Deixei com jeito que eu gostava. E aí, eu acreditei. Falei para minha esposa, falei "ser agora eu acredito que dá para ficar rico porque, se eu conseguir atingir sim, seis meses, eu consigo tudo".
E com essa força de lá de 1990, eu venho sempre falando. Eu venho sempre contando os meus treinamentos e eu venho sempre renovando essas galerias e sabendo que nós não temos limite. É a partir daí, eu fui simplesmente atingindo as outras metas, como ter a minha própria casa.
Comprei uma casa, depois reformei ela do jeito que eu gostava na época. Deixei joia, maravilhosa, super confortável. Comprei fazenda, comprei Shaka.
Fiz uma casa na praia, fiz viagem para o exterior, conversei conhecer país Oriente Médio, Europa. E tudo isso aconteceu até que chegou 2000, o ano de mil todo. Ano 2000 foi quando a Nipponflex estava sendo montada pelo senhor Valdemir Gonçalves de Sales e eu, como muito já sabe, fiz parte da sociedade e inicialmente como um investidor durante dois anos.
Continuei no campo porque, porque eu sei que é no campo que tá a margem de lucro maior. Quando você faz uma venda de um RS, você sabe que você tem lucro. O seu custo é baixo, você não precisa ter um ponto montar, você tem isso na sua casa, a sua empresa na sua casa.
Você tem baixo custo e alto ganho. E aí, eu continuei ainda durante dois anos como distribuidor. E aí, eu tive que vir realmente assumir uma parte da Nipponflex.
Fui ajudar cuidado dá o modelo Gentil da cuidar na levou Flex. Aí foi um novo desafio, foi matar um leão por dia. Foi um desafio porque daí nós temos uma estrutura é de funcionário de aluguel matéria-prima para comprar um punhado de coisa para resolver.
Então já era um custo muito alto. Então nós temos que cuidar de muitas coisas ao mesmo tempo. Então todo mundo trabalhando.
O Denir cuidando daquilo, Jefferson lá na casa de outra parte, gente whale. O que nós fomos e deu-lhe orando a Deus e Deus abençoando também. Não foi fácil também.
Foi uma luta e chegamos onde chegamos. Chegamos na Nipponflex assim como eu cheguei lá do campo. Então por que que eu quero é o quis contar essa história?
Quero contar essa história para você, para você ver que é possível. Para você não importa aonde você tá, que importa onde você quer chegar, porque você já tem o ramo de atividade, você já tem um segmento. Hoje nós temos, por exemplo [Música] Nipponflex, as linhas DRS, os travesseiros, os produtos para dormir e do grupo mesmo nós temos alergia, que uma.
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