Com 33 anos, estou voltando a estudar. Pessoal, esse vídeo de hoje, você que é jovem, eu serei o seu futuro. E para você que é velho, eu também serei o seu passado.
E além disso, serei um pai aqui para vocês todos aqui, rapaziada. Bora atravessar o rio aí, pessoal. Ó, essas horas a gente passa por tudo, rapaz.
Essa ponte aqui, ela caiu, cara, na enchente que teve em 2009. Caiu. 2009, não, 2011.
Caiu a ponte e perdemos, cara. Não só essa ponte, como outras pontes também aqui da cidade. Aqui é bem feio o negócio aqui, rapaziada.
Pegar o estradão aqui que dá direto ali já indo pro centro da cidade. E eu já vou agradecer vocês também pelo meu aniversário, pessoal. E pessoal, a minha infância, vocês aí que reclamam de fazer o DV de casa, a molecada aí que tem molecada aí que reclama, né, de fazer o DV de casa.
Eu, cara, quando era moleque, ninguém se preocupava com nada. Eu repeti 3 anos. 3 anos saí da escola, tá no final ali da minha adolescência e ninguém nunca ligou.
Meu pai nunca sentou comigo para fazer um dever de casa, tá? Eu digo meu pai porque tá aí chegando até dia das mães, né? Mas minha mãe me abandonou quando eu tinha 3 anos de idade, né?
Me deixou no bço, foi embora, foi fugir com outro cara. É, essa é a minha vida, cara. E mano, meu pai pegou essa responsabilidade que não soube administrar.
Então, nunca me cobrou nada, nunca sentou comigo para fazer um dever de casa, nunca viu minhas notas da escola e nada, cara. Só fui criada assim a Deus dará. Então você com aquela mentalidade de criança que você não entende e a a o quão a importância das coisas e você não tem uma pessoa para te guiar e para te dizer que aquilo ali é importante, o que que vai te motivar a fazer?
Entende? É o que me motivou a fazer. Nada, sabe?
Então, sendo pobre e crescendo e, né? Achando que a vida é aquilo ali mesmo, cara. Tem um emprego medíocre, né?
E a gente sabe que aqui a gente vive um país miserável. Isso aqui não é pobreza, cara. Isso aqui é miséria.
Isso aqui é miséria, entendeu? À vezes o cara ganha um pouquinho a mais, um pouquinho acima do salário aí, né? E vira um um gerente, alguma coisa de algum lugar assim, já acha que é rico, né, cara?
E mano, a verdade que a gente ganha aí, a gente não pode nem se alimentar direito, não pode dar um passeio, não pode fazer uma viagem, a gente é preso, entendeu? No nosso, no que a gente faz, no nosso trabalho, cara. E o gço começar a fazer muito barulho, procurar um lugar tranquilo pra gente conversar, cara.
Eu queria muito hoje conversar com isso aí. Eu acho que tinha que ter alguém, entendeu? Tinha que ter alguém assim na época fazendo isso que eu tô fazendo aqui para marcar a vida da molecadinha que tá assistindo aí, cara.
Porque eu sou alguém que não ligava pros estudos e hoje eu tô na merda. E sim, eu não liguei porque ali quando eu fiz meus 17 anos, eu tava trabalhando já numa fábrica e, mano, vou trabalhar na fábrica o dia inteiro, cara. ali sua vida já tá completa.
E convenhamos que essa essa esse é o padrão de vida aqui onde a gente tá, né? A pessoa trabalha numa é um emprego digno, não tô desmerecendo, mas a pessoa trabalha ali já pro final da vida. Eu vejo pessoas se orgulhando, falando: "Ah, eu trabalho aqui há 40 anos, 50 anos".
Pô, cara, desculpa, mas isso não é orgulho, cara. Você ter orgulho de declarar que há 50 anos vive na miséria, cara. Vive, Essa é a verdade, mano.
Você acha que o cara que ganha salário mínimo, ganha até um pouquinho mais, né? É, pode fazer uma viagem, pode ter coisa confortável em casa, pode ter uma boa casa, um bom carro ou vai viver na mediocridade. Essa é a verdade.
Vai viver na mediocridade, cara, a vida inteira. Então, cara, juntando isso tudo, essa essa certa falta de expectativa da vida, cara, eu caraca, para que que eu vou fazer o quê, sabe? Eu nem sabia.
Eu fui descobrir que tinha faculdade pública ano passado. Para vocês terem uma noção, isso para vocês verem quanto que quanto que é profunda a coisa, cara. da educação, quanto que é profundo você ter alguém que te oriente, que te dá um caminho.
E a verdade é que a gente tá sem caminho, né? Os pais, a maioria dos pais aí que a gente não precisa de muito esforço para perceber isso, cara. Não são preparados para ter filho.
Tem filho, eu não sei para quê, porque não tem capacidade para educar, para sentar, para ensinar sobre a vida ou até para dar uma situação melhor para que seja alguém na vida. Deixa eu entrar aqui, pessoal, que tem um lugarzinho mais tranquilo pra gente poder conversar, porque ali tá passando muito carro. Aqui atrás aqui tem um tem um planetário aqui, ó.
Um mini planetário, né? Nunca fui no planetário de verdade para saber se como é que é de verdade que eu digo grande, né? Acho que é bem maior, né?
Que isso daí. Então, nessa aventura aí se passaram já 10 anos aí, cara. Tô com 33.
Eu poderia ter pegado aí com 23 aí, ter feito as dois. Hoje, pô, acho que medicina, se não me engano, são 25 anos. São 25 anos, são 4 anos, 5 anos, né?
Alguma coisa assim. Seis. Essa volta aí, né?
Pô, você pega aí o cara com 24, 25, o cara já é médico já, cara. mano. E eu me sinto, cara, um burro, cara.
Um burro por, sei lá, só ser um Zé Ninguém, cara. merda, cara. Então, o seguinte, cara, sendo direto para vocês, eu queria muito, tô indo para lá e me matricular e queria muito falar isso para vocês aí, pra molecadinha nova que tá assistindo aí, velho, eu sou o seu futuro.
Eu sou um cara com 33 anos, sem estudo, que passou perrengue para caramba, que quis ter a sua família e nunca conseguiu, né? É, sempre fracassou em tudo que queria, porque nunca teve condições de nada entregue a uma vida aí medíocre, essa verdade que se você quiser crescer, você não vai conseguir, entendeu? Você não vai crescer trabalhando numa padaria, trabalhando aí você pode até, cara, até dar uma sorte aí, pode até ter uma ideia, entendeu?
Agora do nada assim, você tá trabalhando ali, pum, do nada sua vida vai ficar boa, não. Você vai ficar fadado a viver aquilo ali para sempre, cara. Sempre na mesma coisa.
Então isso não é vida, cara. Principalmente no país miserável que a gente tá aqui. O salário mínimo, cara, é uma coisa que é não não é não é o mínimo, não é uma coisa digna para sobreviver, não, cara.
Então, sai fora desse pensamento aí, mano. Tem molecada aí que tá com, tá nova aí, 16 anos, 15 anos, quer saber disso tudo, cara. 17 tal, 18, não quer saber, cara.
Não faz isso não, velho. Às vezes a gente não tem um pai, não tem uma mãe para para falar com a gente, entendeu? Às vezes a gente até tem, mas que também não entende a gravidade da situação.
E é verdade que a maioria da população não é entregue a mediocridade, cara. E já começa tudo errado. É um mar de sei lá, é um mar de gente que não pensa, cara.
É um mar de de zumbis, cara. Quem não entende a importância das coisas. É, tá todo mundo alienado, cara.
Assim como eu fui alienado, cara, e fui descobrir que tinha faculdade pública no ano passado, cara. Sabe? É uma coisa assim, eu fico inconformado com isso, cara.
Eu fico, enfim, como se minha vida tivesse sido jogado fora, cara. Então, mano, para você que é mais velho aí, cara, e eu sou você do passado, é uma pessoa que procurou os estudos e que não se arrependeu de daqui a 5 anos ser, sei lá, um engenheiro, um arquiteto, um médico ou sei lá o que for, cara. Mas pelo menos que tem uma profissão, é melhor tu que tem 40 aí que ainda não arrumou um rumo da sua vida, é melhor tu chegar aos 45 formados, os 50 ouos 60 formado do que chegar lá do jeito que você tá agora.
Então ainda dá tempo, cara. Você não precisa viver o inferno da sua vida até até você morrer, não, cara. Ainda dá tempo ainda.
Até que se você tiver 70 aí, dá tempo. Vai se aventurar, cara. Você tá vivo, entendeu?
Agora a merda tá nesse estado aqui atual, entendeu? Isso é isso é horrível, cara. E para você que é pai, cara, que que é mãe, velho, eh, mano, tem que se empenhar, cara.
Tem que se empenhar. Você é o guia. Nem todo mundo vai se afetar igual, entendeu?
Tem gente que cresce sem pai, sem mãe e vive a vida de boa, cara. Aprende, rala para caramba e é alguém na vida. Mas isso é de pessoa para pessoa, assim como a digital, cara, nós temos uma, cada um tem um ponto que afeta.
Tem gente que tem dinheiro, mas aí, qual que é o ponto que afeta a pessoa? A espiritualidade, é ter alguém do lado. Cada um tem um ponto fraco.
Para mim foi isso, cara. Foi a minha educação que só me botou para água baixo, entendeu? Meu pai meusprezando, minha mãe que me abandonou e tal, entendeu?
É isso aí, chegando no dia das mães, passou meu aniversário, se não fosse vocês, eu não ia ter nada mais uma vez, entendeu? Então, mano, eu quero muito agradecer a todos vocês que foram na minha festinha de aniversário, que fizeram ela online. Pô, foram 40 horas de live.
A gente fez uma brincadeira de aumentando o tempo da live, né? Foram 40 horas de live, cara, que a gente fez. E, poxa, ganhei pizza.
Ganhei pizza doce, pizza salgada, ganhei o bolinho de aniversário. Foi muito legal, cara. Foi muito legal.
Eu fiquei muito feliz, cara. Queria muito mesmo agradecer vocês aí que achei que até, né, pela brincadeira que a gente fez, que não ia nem durar muito, né, mas durou 40 horas, porque 40 horas sem dormir ao vivo ali, cara. Então, muito obrigado, cara.
E, cara, eu sei que o o conselho que eu tô deixando aqui, cara, é, tem muito pai, tem muita mãe que fala pros seus filhos, né, que que mas às vezes não sabem incentivar eles, não sabem a a como é ser um pouco mais firme, né, e a mostrar que a vida é mais difícil. Então, cara, eu tô aqui para falar para vocês, entendeu? um cara com 33 anos que ainda tá terminando aí seu ensino fundamental, que é uma merda.
Você vai desperdiçar a sua vida, cara. Você vai ficar enrolado, vai ficar aí aí, todo enrolado aí, entendeu? Então, mano, estuda essa merda aí, mano.
Até você que é mais novinho aí, ó, que a mãe cobra aí fazer dever de casa, às vezes a gente não gosta, né? Faz, cara, faz porque você vai ficar velho, cara. Isso aí é só uma fase, tá, molecada?
adolescência, pré-adolescência, isso é só uma fase. Você vai crescer, mano. Você vai crescer e você vai ter que ter responsabilidade.
E se você não tiver, a sociedade é fria e cruel, mano. Então, vão te cobrar, cara. Vão te cobrar e você vai sentir o piso nas costas de você ser condenado a ter uma vida merda para sempre.
Então, não deixa para lá pra frente que vai ficar mais difícil, não, entendeu? Já faz uma vez já, porque eu tô vendo as consequências disso aí, cara. E passa, tá, o tempo passa, tá?
O cansaço chega. Você vê aí, cara, eu tinha 10 anos atrás, eu tinha 20 e poucos anos, 23 anos. Então, passa assim, eu tu adolescência, final da adolescência, aquela época que era para tu tá estudando, terminando uma faculdade, passa voando, você começa a trabalhar o emprego trabalhando em outro, passa voando, cara.
Caminhada longa, mas cheguei aqui, pessoal. Vamos embora lá, ó. É lá dentro lá.
Vou tentar gravar de chavadinho, né? Mas também sou meio tímido, né? Também para não chegar com desrespeito, né?
Respeitar, chegar direitinho. Só vou me gravar só e vamos ver se eu consigo gravar um cadinho lá dentro lá para vocês lá, rapaziada. Bora lá.
Aí pessoal, esse daqui é o Seja, Centro de Ensino de Jovens e adultos. Fala moça. Bom dia.
Certo, moça, eu vim pra matrícula. Tá. Obrigado viu.
Eu vou abrir para você. Ah, beleza. Obrigado.
Primeira esqu Beleza. Dá licença. Levar mais de um facíulo de disciplinas diferentes.
O que que você pode fazer? Você pode estudar pela internet, pela plataforma, você leva esse, passa nesse, você já vem estudado com outro, já faz o que da mesma disciplina com uma hora de diferença. Se acabou a seis, passou tem que esperar uma hora para fazer.
Entendi. Então, só isso. Bom bom.
Obrigadão, viu? Bom trabalho aí. Obrigado.
Voltando aqui agora, pessoal. Fui lá, ó. Tô aqui já com o meu meu facículo e olha aqui, ó.
Ensino fundamental dois, mané. né? Geografia.
Eu comecei por geografia porque eu vou ser sincero que eu não gosto muito de geografia não. Ficava em dependência na minha quando eu tava na quinta série ainda, ficava em dependência direto, cara. E eu saí da escola ali, era na sétima série.
Não curtia não, cara. negócio mais de ciência, física, essas paradas assim, acho mais mais maneiro. Mas gente, eh, não desperdiça, cara, o tempo que vocês estão aí na mão, não, porque, pô, mano, nossa, mano, 33 anos, vocês querem ser assim, cara, cara com 33 anos no ensino fundamental, mano.
mano, você não quer ser assim, fala a verdade. Então, mano, aproveita o tempo que você tem, mano. E é o seguinte, a maioria das pessoas aqui pode até ter um pai e uma mãe que senta ali e faz dever de casa e tal, mas na maioria das vezes quando ainda tem é uma coisa superficial, não vai te ensinar a gravidade da vida.
Eu tô aqui para ser você do futuro e te falar, tenho 33 anos, estou no ensino fundamental, entendeu? E a você que é mais velho, eu também tô aqui para ser o seu passado e falar, eu com 33 anos procurei o caminho que eu não tinha procurado antes e não me arrependi. E eu vou mostrar para vocês, tá, o progresso dessa caminhada.
Eu vou procurar a faculdade para fazer. Tem que concluir aqui. É bem rapidinho para concluir, tá?
É, nesse sistema de ensino, eu vou falar para vocês mais pra frente. Então, sim, cara, vocês vão acompanhar a trajetória da minha vida aqui, cara. É um compromisso que eu tenho com você, entendeu?
com vocês que estão já me acompanhando há um tempo, com vocês que me ajudaram e viram o sufoco que eu passei, a merda que eu que eu que eu passei, entendeu? E que eu tive que vir aqui na internet para pedir ajuda, entende? Então acaba que vocês estão sendo a minha família, vocês estão sendo as pessoas que me acolheram, entendeu?
Então eu vou ficar muito feliz e compartilhar com vocês aí que me salvaram e me tiraram do buraco uma nova história, uma nova trajetória, entendeu? mano. Não, não dá mole, cara.
Não desperdiça não, velho. Vai ficar fadada viver uma vida de merda aí, cara. faz isso não, velho.
Maior merda. Eu eu eu rebelde, cara, por causa das coisas, né, cara? Pô, você uma criança que nunca teve um aniversário, uma Páscoa, nunca foi lembrada nem nada, ela fica rebelde, cara.
Entendeu? Eu nunca fui de fazer merda pesada, mexer coisa errada, essas coisas, não, entendeu? Mas eu na escola era bagunceiro, mano.
Repeti os três anos por ficar de bagunça. Eu achava que era o descoladão que estudava, engraçadão, fazia piada com tudo e tal. Entendeu?
E aí? Aí o engraçadão aí agora aí a molecada tá aí toda de boa, entendeu? Vários meninos que estudaram comigo, agora são advogados e tal, estudiosos que eu zoava, né, na na escola, né?
E pô, tá aí, cara. Eu aqui agora aqui, ó. Aí, ó.
Aí quem tá aqui agora. Merda, velho. Faz essa merda não, entendeu?
E eu tô falando para tu que é velho também dá mole não cara. Você dá tempo para eles corrigir tua vida. E vamos ficar consciente, cara, que isso aqui não é não é vida para ninguém, não.
Que a gente vive aqui. Aí, infelizmente, a gente tem, cara, tem que fazer alguma coisa pra gente sair. E às vezes a maior pobreza do brasileiro, a gente sabe que é situação financeira, mas às vezes a maior pobreza não é a situação financeira, é a cultura, cara.
É a cultura de não ser alguém. É a cultura de viver na merda e bater palma. É a cultura de romantizar a pobreza, a miséria, entendeu?
Achando que isso é um estilo de vida, é uma forma de sabedoria. Que de sabedoria, rapaz. A gente tem que sair, tem que sair, tem que sair dos lugares, entendeu?
Eu moro em lugar pobre, moro em bairro pobre, que é uma merda com música. É, é, é chato, cara. Entendeu?
Já foi pior, né? O pessoal fala que foi pior. Tinha boca de fumo perto na época do dos anos 70 e anos 80.
Eu lembro quando nos anos 2000 eu tinha polícia direto lá passando e parou, né? Fizeram condomínio ali perto, parou. Aí hoje de novo você vê gente passando ali usando coisa, é coisa de de pino no chão ali, pacotinho escrito ali, não sei o que, de 20, de é uma merda.
Ambiente que gente brigando, xingando, você vai criar seus filhos no ambiente assim, cara, não tem como não, cara. Isso não é vida não. Isso não é vida não.
Isso aí viver como porco, maluco. Nem bicho vive assim. E isso é é pregado como normal.
Isso não é normal não, entendeu? Então eu tô aqui, mano, dando minha cara aqui na internet aqui para passar essa essa dica aí para vocês aí, tá? Para vocês não darem mole, para vocês terem alguém e ver como reflexo vocês.
Eu fui o descoladão da escola e eu fui o cara que tive a liberdade que eu queria. A molecada aí que reclama, né? Às vezes quando pai e mãe cobra, né?
Eu fui esse cara que não fui cobrado, que queria ser livre, que fui livre quando eu era criança. E era feliz por ser livre quando eu era criança. Ah, ninguém me cobra nada.
Que legal, cara. Posso fazer o que eu quero tal. Mas mais tarde que eu fui descobrir que na verdade não é que eles não cobravam, é que não ligavam pro que eu fazia ou para quem eu ia ser.
E aqui estou. Eu me tornei um cara que com 33 anos está no ensino fundamental. E bom, o lado bom disso é que eu tô aqui te aconselhando a não fazer a mesma merda que eu.
Pelo menos essa merda toda que eu vivi até agora s para alguma coisa. É isso aí, pessoal. Vou subir lá agora, tá bom?
Estamos aqui atravessando o rio mais uma vez. Tô feliz e agradeço muito a vocês. Se você se dá o like aí para que mais pessoas possam ver essa mensagem.
Vou ficar muito contente mesmo, cara. E se inscreve aí se você quiser acompanhar os detalhes dessa jornada, porque vai ter, cara. Eu vou vencer, se Deus quiser, e vocês vão acompanhar, cara.
E a gente vai aplaudir essa nova história aí, não só minha, mas as pessoas estão acompanhando e com certeza, eu tenho certeza, assim como eu venho compartilhando a minha história, as pessoas vem se motivando, vem reconhecendo os lados positivos da vida e tentando melhorar. Eu tenho certeza que com esse vídeo aqui mais pessoas vão se conscientizar e e a gente vai ter sempre um impacto positivo nisso tudo. Tá bom, pessoal?
É isso aí, vejo vocês. Deixa eu subir lá.