Bom então hoje a gente vai começar a falar sobre o sistema músculo-esquelético ou sistema locomotor cada livro fala de uma forma tá sistema locomotor por quê que vai fazer a gente se movimentar né mas na verdade eu vou tá trabalhando ou com o sistema para fazer o locomotor sistema esquelético muscular e ainda todo o sistema de conexões que vai dar origem às cartilagens bem independente do tipo da Cartilagem né então quando o pessoal fala músculo músculo esquelético Tem gente que fala que falta alguma coisa né então eles preferem falar louco o motor tá é mas
assim olha resumidamente né Eu gostei bastante desse esqueminha aqui a gente pode ver como ocorre né e a sincronia dos eventos durante o desenvolvimento do ser humano Então se a gente for lembrar nós Já estudamos a embriologia básica eu vou rever com mais Detalhe aqui terceira e quarta semana quando a gente tem né A diferenciação do mesoderma e formam-se os amigos tá por volta da quarta semana a gente vai ver que esses são mitos eles vão se modificar e se elas vão migrar e eu vou ter diferenciação Não primeiro né ele vai se modificar e
vou dar a diferenciação de do The Who miótomos esclerótomos Aí depois podemos miótomo ainda se separa e miótomo e ver motomo e o esclerotomo E essas células vão migrar Se posicionando e não é para formação básica né de cartilagem para depois ser substituída por um esqueleto ósseo Então a primeira medicação que a gente vai ver vai ser ali redor do tubo neural que eu vou explicar para vocês hoje para fazer as merdas tá então isso já tá acontecendo na quarta semana tá mas o esqueleto axial em si quer o crânio né a região torácica né
até as vértebras todos bonitinhos ele vai começar a se formar Mesmo na quinta semana e se organizar tá antes que ele termine vai começar a se desenvolver o esqueleto apendicular que seriam um membros só que eu só vou falar dos membros para você para vocês na próxima aula tá e a última etapa né disso daí seria que primeiro eu vou a gente vai ver os os nossos que não se transformar em ócio né ou senão a ossificação intramembranosa e só depois informar essa base do esqueleto axial e Apendicular é que a gente vai ver a
diferenciação dos miótomos ou seja do do músculo da musculatura e ela vai recobrir né esse esqueleto que sabe tá se formando tá E aí a gente vai ver que até o período do final do período embrionário eu já tenho formado o osso cartilagem já tá revestido por musculatura né o esqueleto apendicular também já tá bem desenvolvido até as extremidades dos membros o membro já começa a ter sua rotação de maneira Adequada só que eu entro no período em Bruna eu saio do período embrionário eu entro no período que você tal e eu tenho um esqueleto
cartilaginoso e a ossificação mesmo só vai ocorrer no período fetal tá tanto a intramembranosa como a de origem sobre o modo de cartilagem se eu for pensar meu esqueleto axial ele tem uns dois e amo só vão começar a sofrer o processo de ossificação no início do período fetal tá vai durante o período fetal cada vez Que eu tiver um pico de crescimento eu vou ter que ter na sequência né um pico de do processo de justificação Ah tá e mais Aonde fica São mesmo ela só vai terminar depois do Nascimento ah e tem detalhes
só vão ocorrer na vida adulta no final do crescimento se a gente for ver os centros de crescimento Você conhece secundário das vértebras é só lá por volta dos 25 anos de idade então a gente está em processo continuo né de informação não é de do aparelho Locomotor né de ossos né tudo mais fora que dependendo da Atração e do que você for exposto Você pode ter alterações de sistema durante a vida né e ele tá sempre tendo que se re modular não é um exemplo bem básico uma fratura gente se a gente tem uma
fatura tenho que repor né eu tenho aqui emendar esse o Sudão vou ter que ter todo o processo de osteogénese né retomado Né tá então aqui ó vocês estão aí pessoal o André Filho acompanhar mais ou menos o Cronograma sim não hoje a gente vai falar do esqueleto axial tá e eu vou deixar para falar o apendicular na próxima semana para não ficar muito pesada e aí eu vou pegar a parte de musculatura também passei para próxima semana para poder dividir mais ou menos o conteúdo da aula Tá bom então começando hoje aqui aqui imagem
que vocês já estão carecas de ver tá lá ela não toda aula tá aqui né lembram Zinho na terceira semana nem missa de quarto Sinal de terceira o tubo neural notocorda e aqui o mesoderma hoje é o mesoderma paraxial nosso foco então ele tá aqui ó é esse primeiro gordinho aqui né e as primeiro conjunto de células aqui em maior volume lateralmente ao tubo neural vocês lembram que ela precisava de sinalização direta da sh da notocorda para que houvesse essa condensação de mesênquima aqui tá E esse mesênquima lateral aqui ó é o paraxial ator é
paralelo ao eixo da Notocorda tá ele vai dar origem principalmente aos meus são mitos que vão se dividir a gente vai ver de novo os caroços uma meiota no meio de módulo Tá bom o que que acontece esse mesoderma aqui ó o próximo ao tubo neural da região de cabeça onde eu não tenho a notocorda né ele também vai ser responsável pela diferenciação principalmente a as células da notocorda da notocorda não desculpa aí células da cristã neural que Me que não presta região posso ser responsável pela por formar a região craniana Tá bom então tá
aqui ó Aquela famosa imagem de terceira semana né aqui ó aqui tá minha linha primitiva Nobre tive o processo notocordal aqui ó a lembrancinha né a placa para cortar aqui que eu adorei já me lembrei a boca faringe e a placa caudal aqui a membrana coloca o que que eu vejo as células tem um sentido de migração tá E essas células que ficarem mais lateralmente Aqui a corda né nesse mesoderma intra-embrionário é o que vai dá origem ao meu sistema locomotor então ela vai ficar aqui ó mais próximo a notocorda tá Ah então tá aqui
ó são essas células aqui que ficam nessa região aqui ó o mesoderma paraxial primeiro vão formar o maciço de células lateralmente essa notocorda tá E logo na sequência que forma esse maciço de células da região crânio-encefálica né do do sentido né Crânio ao dar sendo você Faro no sentido crânio-caudal vai começar ocorrer não é a formação de uma segmentação extremamente organizada enquanto a notocorda vai fechando no sentido crânio-caudal ela vai sinalizando e o mesoderma lateral a ela aos pares vai formando os pares de sumir então tem aqui primeiro passo segundo terceiro quarto quinto né e
assim sucessivamente conforme eles vão formando tô vendo hoje eles vão atingindo um grau De maturação então formei aqui o primeiro eu tô fumando o segundo o primeiro já está maturando mais um pouquinho e eu tô fumando o terceiro aí o segundo começa o estágio um outro estágio 2 aí eu vou formar o quarto aí esses daqui está jun 23 eles vão maturando Então eu tenho que entender que tem umas cinco Manias sempre de desenvolvimento tá com ele forma e ele vai evoluindo e conforme ele vai evoluindo ele vai induzindo a Diferenciação da massa celular do
mesoderma para axial que ficaria à frente dele tá a bola abóboras a embriogênese o número de somitos ele Varia muito de espécie para espécie A então eu já falei para vocês que ele vai formar aqui no sentido crânio-caudal tá no ser humano eu tenho mais ou menos entre 42 e 44 pares de sumidos Por que Paris eu tô vendo embrião de um lado mas eu vou ter aqui desse lado na outra pode do outro lado Da notocorda tá no entanto a região mais caudal ele não se segmenta ele forma uma placa axial aqui em baixo
tá bom até mais ou menos em quanto tempo isso aqui vai formar a começou lá no início da terceira semana 21 dias eu vou chegar até essa paca não-segmentada aqui de mesoderma paraxial até mais ou menos o trigésimo dia de gestação tá e na hora que eu for mais esse final aqui aqui em cima já tá bem diferenciado o estágio dele já tá muito mais avançado E eu já vejo formação direitinho de esclera outro Behr moto né E miótomo aqui já o início da migração em torno da notocorda é o na hora que eu chegar
lá na porção mais de sal a porção mais cranial já foi diferenciando tá e como eu falei com a variar de espécie para espécie ou se na espécie humana eu tenho torno de quarenta e de 42 a 44 pares normalmente modelo experimental que a gente usa né vai ser o que vai ser camundongo ou galinha né tá num dongo Fica em torno de 65 66 Paris a galinha então de 50 pares a outro espécie bastante utilizada álgebra ficha eu não coloquei aqui mas tem mais ou menos 31 para de sumir a patifaria muito de espécie
para espécie dependendo do do eixo longitudinal desse corpo quanto maior mais alongado maior número de pares de sua medicina necessário uma cobra chega até 500 pares porque ela é muito comprida né Tá Mas no geral é Basicamente o mesmo processo de formação a mesma ordem cronológica todas as espécies tem a placa Cabral todas as espécies tem uns par de somitos que vão aparecendo lateralmente a notocorda de acordo com sincronismo de informação tá então quando a gente estuda a gente sabe que o processo de indução é o mesmo só que acontece como eu falei para vocês
a gente tem sempre uma sincronia tá E além da sintonia o sentido ele é em todas as espécies estão sempre vai Começar fechamento da notocorda não é do sentido céfalo-caudal conforme notocorda vai se fechando ela vai produzindo cada vez mais a Sony Red rocks Protein e essa Sonic essa proteína shh a concentração dela vai fazendo com que haja diferenciação do mesoderma paraxial E aí eu começo a formação dos amigos ou seja o processo de somitogênese e eles vão sempre aparecendo bilateralmente para dar sendo estimulado pelo mesmo autocord aqui né E sempre no sentido Céfalo-caudal tá
bom Aqui é o embrião Zinho de pintinho tá é o equivalente a nossa quarta semana é mas olha só que interessante esse processo de maturação o some tu que é formado anteriormente a diferenciação desse tecido vai induzir o início da formação do próximo quarto tá e tem uma sincronia e uma sequência né céfalo-caudal extremamente organizada de maturação desses tecidos E olha que interessante eu voltei lá o primeiro par O segundo o terceiro a diferenciação desse para aqui do terceiro par conforme ele vai diferenciando ele vai maturando né e os receptores de Gamas assim do próximo
pai do summit para que ele responda à sinalização e e ocorra a condensação do mesênquima formando o sólido e assim sucessivamente só que o que acontece não adianta chegar o estímulo então da sh100 que os o mito adjacente tenha preparado o mesoderma Que vem posteriormente para se diferenciar olha só que interessante se eu tiver aqui ó aqui eu tenho para um dois três quatro cinco né aí eu peguei e fiz um corte nesse embrião eu não né Foi alguém que fez experimentalmente fez um corte nesse embrião de galinha e inverteu então aqui ó fiz Y
inverter óleo botou os o mito mais caudal para frente ó veio para cá y e x Tá o que que vai acontecer e a notocorda se formando ela vai Produzir a Sonic Red rocks Protein e essa Sônia que vai induzir lateralmente a diferença São desse tecido só que se ele não tiver preparado para a diferenciação ele não vai se diferenciar naquele momento Então tá aqui ó o que que acontece ó sempre é o anterior que induz o próximo e isso tem uma ligação muito é digamos assim muito forte né a maturação essa sequência de maturação
depende desde o início da formação das células vai formando uma linha né de Diferenciação que vai sendo induzida então o que que acontece na hora que eu chego aqui ó no quinto salmito e vai a notocorda vai continuar maturando só que não vai diferenciar meio sexto nem o sétimo nem 8º porque ele não respondeu esse mesênquima aqui não tava receptivo para o estímulo de diferenciação ainda tá porque a maturação dele foi posterior e na hora que eu tive aqui a formação do 5º mês em É do quinto Patos úmidos quem respondeu Foi quem tava lá
atrás agora porque eu investir ou sexto então o que que vai acontecer a sinalização da sh vai descendo tá E só na hora que chegar aqui o próximo local que tem uma maturidade para responder que eu vou formar o par de somitos e esse crescimento vai vir ao contrário E aí vai me aturar o sexto sétimo oitavo nono eo décimo só quando o décimo se diferenciar que ele vai induzir a diferenciação o 11º em diante tá então Tem que ter um determinismo um um sincronismo uma sequência adequada de acordo com a migração de células com
a maturação Inicial e com fator de sinalização que ela vai receber das células anteriores tá se eu inverter vai acontecer a somitogênese invertida ela vai pular a sequência repara a indução é mesma vai ser a Sony Red rocks Protein só que esse tecido não tá pronto não está apto para a resposta tá E assim acontece em todo o organismo outra coisa Que é muito interessante a gente pensar é que cada um desses o mitos que vai se diferenciando ele já tem o seu DT e funcional ele já está pré disposto a dá origem a determinadas
estruturas no organismo e ali conforme foram correndo foi correndo a diferenciação desses o mito esse gente já vão sendo ativados Com certeza quando eles receberem a sinalização pra se diferenciar eles vão formar exatamente a mesma estrutura que eles estavam predispostos a da origem Independente do lugar que esteja então aqui ó um outro experimento com pintinho toque a região cefálica que a região caudal como ele vai se alongar ainda tá vendo que que fizeram aqui ó pegaram um cantinho lateral aqui dos somitos não é mais próximo ali ao final da região toráxica desse pintinho e colocaram
aqui próximo à região cefálica na hora que começou a diferenciação dessas células o que era para ser formado nessa região que era umas últimas pares de vértebras Vão ser formados aqui nessa região anterior olha ele vai ficar na região de cervical ó que não é a costela ó as últimas costelinhas da região toráxica vão ser diferenciadas aqui tá então tem uma identidade do posicionamento desses o mito já logo na sua formação e ele já tem um comprometimento com as estruturas a serem formadas Se eu mudar de lugar eu vou ter alterado né O que vai
ter origem naquele local É bom e assim eu posso pensar para as costelas para os membros que os tipos de ossos que vão ser formados né a musculatura Então essa inversão lá não pode ocorrer né que eu saiba né Isso foi importante experimentalmente para a gente entender os mecanismos de indução mas naturalmente É muito raro acontecer uma coisa com essa não vai acontecer a ou somente tu não vai para o lado de lugar tá mas foi muito necessário esse tipo de experimento para a gente se Entender né a via de sinalização é de indução tá
mas aqui como é que os Famintos né se diferenciam e se formam então a gente sabe né que tá aqui ó a notocorda e o tubo neural aí lateralmente esse mesoderma mais próximo a notocorda que recebe assinale o BH ele vai dar origem a uma as isso que ele é primeiro a fechadinho né um maciço de células esse maciço de células ele vai abrir formar uma luz que quando a gente chama né dos o mito jovem já em Processo de maturação E aí ó de acordo com as moléculas que são expressas pela notocorda pelo tubo
neural e pela Derme eu vou ter influência na diferenciação desses o mito jovem tá E esses o mito começa um processo de diferenciação e começa a sua compartimentalização tá o que que vai acontecer a notocorda produzindo sh ela vai interferir principalmente no esclerotomo E essas células mais aqui ó dessa região mais basal do sumido vão se soltar né que vai Formar um mesenquima mais frouxo que a foto tá então nós vamos ficar mais coxas elas vão migrar aqui são as primeiras a vir em direção a notocorda e tubo neural tá bom a região de pele
aqui né já que o berma produz a bnp e as células mais próximas aqui ó vão sofrer interferência da bmp e vou acabar formando oder módulo então a gente deve ótima sofre bastante influência da bnp principalmente MP4 e depois bp7 vai ser muito importante para a diferenciação Luz de moto mas aqui né Principalmente a região aqui do miótomo aqui tá Além disso tem a influência tudo w e nem ter que é produzido pelo tubo neural que dependendo da quantidade vai ajudar a influenciar a diferenciação dessas camadas o que a gente sabe a abic esse esclerotomo
que é o primeiro a se formar EA começar a migrar ele vai dar origem às cartilagens os moldes cartilaginosos e dá origem ao processo de ossificação endocondral tá bom ó a Gente sabe também que essa região aqui ó do dermomiotomo os miótomos vão formar dois aglomerados nas duas extremidades um vai estar associado às músculos intercostais da região dorsal e o outro vai migrar para a região ventral aqui do corpo tá bom Essas são os que ficarem na região central que vão ficar mais próxima ectoderme de superfície depois vão dá origem ao meu dermatomo que vai
formar o tecido conjuntivo denso da Therm depois ele vai se diferenciar lá Né nas camadas da derme em cima ele vai ter um novo processo de diferenciação e também vai ser importante sua migração em algumas regiões para formar os processos de ossificação intramembranosa a no crânio por exemplo é bom a lá o processo de maturação dos o mito que eu falei para vocês então ó região cefálica para região caudal aqui tá ao contrário aqui Faria região cefálica indo para saudar porque aqui ele já estão mais adiantados o processo De maturação mas assim ó primeiro eu
tinha uma placa né a bença aí eu tenho os o mito aqui ó jovem com a luz formada aí eu começo a diferenciar o dermomiótomo e o esclerotomos tá poder moto não vai ficando na superfície e o miótomo vai migrando aqui para rechear um terno ó e os cai ó toma começam a migrar para a região que envolve a notocorda e o tubo neural tá então esse daqui já passou por todas as outras fases tá E sempre a Influência dessas estruturas pra diferenciação É principalmente essa sh sh wnt MP4 tá nessa fase principalmente sh e
dá para mim ter lembra quando a gente viu lá na hidrologia básica eu tinha né De acordo com o distanciamento do tubo neural para nós eu mandei gravei aqui né de influência dessa h e w m ter e essa esse degradê aqui do tubo neural vai influenciar diretamente a diferenciação dos somitos também tá E essa imagem aqui ó é mais ou Menos esse esquema que observa aqui ó tem Marco miótomo e esclerotomo ah bom ah lá ó só mito jovem tá aqui ó um corte histológico Se a gente fosse na aula prática a gente ia
ver Exatamente isso aqui ó tubo neural notocorda Olha só mito Isso aqui é uma some do jovem Jardim diferenciação tá aí eu vou ver ó essa luz vamos Leandro começa a formar esclerotomo embaixo Aqui ó miótomos laterais ó ó eu desmonto uma aqui em cima e esse Minhoto não vai começar a Migrar aqui por baixo e aí eu vou ver uma imagem como esta ó tubo neural que já aumentou a luz cresceu né notocorda e o esclerotomo migrando já em direção a notocorda e tubo neural aqui ó a região do de motomu e aqui eu
vejo do lado como se fosse em garrafinhas aqui ó Tá difícil de enxergar nessa aumento mas eu vejo que você fosse em garrafinhas dorminhoca como E aqui nessa pontinha também tá aí elas vão migrando para virar para ficar aqui embaixo para uma Fazer bem e semelhante essa viradinha aqui ó tá vendo tá bom Aqui ó mostrando para você só que enquanto isso vai acontecendo o meu embrião tá na quarta semana ele está em processo de dobramento então isso não tá acontecendo de forma linear né aqui ó o embrião Zinho de galinha né ele tá aberto
né sobre o saco vitelínico aqui ó o mesoderme diferenciado ainda ó Aqui começa a diferenciação dos o mito bolsomito aqui ó aí tá faltando o Estágio dos Famintos jovem com a luz mas aqui eu já tenho só mito maduro indiferenciação ó o esclerotomo migrando para cá ó e aqui o dermomiótomo aqui ó eu acho que esse lado tá até mais maduro do que esse e a gente vê aqui embaixo já está migrando com minhoca tá Tá bom o que é interessante a gente sabe aí né que para essa diferenciação a sinalização do tecido adjacente ele
é muito importante como é que alguém conseguiu comprovar isso né poxa vida eu Tinha lá aqueles tecidos como é que eu pude comprovar que ele era induzido pela um tecido lateralmente a Ele o próximo Aí ele né então foram através de experimentos em cultura é onde podia se isolar um tecido e colocar um contato direto com apenas o outro próximo digamos assim para ver quem influenciava essa diferenciação antes de se descobrir todas as moléculas sinalizadoras a gente começou a descobrir que determinado os tecidos estimulavam os outros então por Exemplo Se colocasse um pedaço de sumido
jovem sozinho uma placa de Cultura Ah e não tivesse nenhum outro tecido ali um pedaço de somente isolado ele é formar mesênquima de células indiferenciadas ali no meio agora você colocar só um pedacinho de meses em que é uma com pedacinho da notocorda o que que se viu que quando tinham esses dois alguma coisa se eu não tô corda produzi ia que fazia com que esse mês em que mas não for massa mais células né livre Assim diferenciadas formasses células cartilaginosas então eu tive formação né a gente viu uma formação de um de condrócitos né
e a organização de uma peça cartilaginosa tá o mesmo acontecia se eu tivesse a porção né mas ventral do tubo neural O que é próxima notocorda por quê Porque ela também tem sh hoje a gente sabe mas Antigamente eu não sabia né agora por outro lado você pegasse a porção mais da superfície do tubo neural O que a gente sabe que tem muito wm ter ela dava a origem esse mesmo tecido né retirada dos o mito da origem a musculatura estriada e ó ó se eu pegasse ainda um tecido da da ectoderme lá em cima
ou do mesoderme lateral né eu tinha um músculo né ah eu tinha às vezes uma formar um músculo estriado que não era bem formado eu tinha uma fibras né um tecido fibroso de fibroblastos né e e Teoricamente Não é esse tecido Muscular aí pode ser alguma coisa entre né um precursor que não consegue chegar às vias de fato por faltar alguma sinalização mas existe a gente consegue ver que existe então algum tipo de sinalização ainda da derme que influencia no tecido muscular Tá mas que vai encaminhar a diferenciação principalmente de novos né fibra fibroblastos e
células né da pele tá bom o primeiro isso foi observado de acordo com os pequenos fragmentos que se Colavam colocava em conjunto na cultura com o tempo foram sendo selecionadas moléculas sinalizadoras então a gente começou a reconhecer a Sonic Red rocks pro tem um forma das primeiras moléculas mais importante que a gente descobriu né E aquela que está presente o presente todos os lugares né Depois com tempo foi descoberto outras moléculas a gente sabe que o Pax e omitir são moléculas que interferem muito na diferenciação de musculatura Por exemplo tá E aí foram aparecendo outros
você mete né o Ibis né então algumas outras moléculas extremamente importante para a diferenciação desses úmidos Ah então tá aqui ó é um esquema do corte histológico que a gente olhou ali então tá aqui ó os o mito bonitinho com as células indiferenciadas e a luz acidente o tubo neural ainda não tá fechadinho né porque lembra notocorda vai induzir a Diferenciação do mesoderma paraxial da né e no tubo neural para ela vai induzir isso aqui mais ou menos ao mesmo tempo tá logo que o que o tubo neural é formado a gente começa a ver
essa diferenciação então ó tá E aí ó e o esclerotomo maior irmão se formam e ele caminha e em direção vental Olha só e esse dermomiótomo aqui começa a dividir em dermatomos e miotomos E aí a gente vai formar o epímero e o número que aí eu Vou chamar vocês lá na frente quem é quem bonitinho vai ser o fecho de musculatura que vai fazer Vai revestir aqui a região Hostal depois dorsal e o que vai revestir a região ventral e vai ser responsável até pelo fechamento do abdômen posterior tá só que logo ali se
formam elas migram aqui para frente tá e forma uns três feixes de células indiferenciação então eu sei ó e o esclerotomo vai preencher todo esse espaço e depois o sempre e essa Sequência a gente vai ver em qualquer local do organismo bom então primeiro esclerotomo vai preencher esse espaço vai migrar e se posicionar depois do molde ócio digamos assim né que vai ser formado cartilaginoso né para depois virar um grosso tá eu tenho a migração do meu miótomo muscular para fazer as conexões com esse essa cartilagem este osso que tá informação e depois eu tenho
meu conjuntivo que vai migrar para se Conectar ali né o conectivo né conjuntivo nome antigo dele ela tecido de conexão né o conectivo tá outros cortes aqui da aula né isso aqui a foto ficou muito embaçada mas dá para ver a diferenciação né que tava correndo na sequência do dobramento do embrião Então acho que é interessante vocês entenderem aqui para ia quem o meu saco vitelínico né E aqui o embrião Zinho que se dobrou intestino primitivo tá aqui ó Ah tá então ele começa a se formar aqui Ó aqui a gente vê aorta dorsal bonitinho
aqui ó que a gente viu na aula passada formação do aparelho urinário aqui bonitinho tá olha a maturação dos amigos aqui ó migração do esclerotomo o dermomiótomo tá aqui lateralmente paralelo com essa Derme e aqui o estágio um pouquinho né é semelhante até né mas é é um estágio que dá para você ver um aumento um pouquinho maior né que dá para você ver essa migração ó esclerotomo aqui aqui ó o dermomiótomo Aqui ó na verdade a gente sabe que me ótimo para nessa pontinha olha aqui ele virando aqui tá parece em garrafinhas e essa
região mais Central é o de moto e aqui também não isqueiro Auto o que que é interessante a gente pensar é que nesse momento tudo está ocorrendo concomitante mente né e essa tubo neural da vai fechando as células da cristã neural começaram a migrar né aqui eu já vejo tão gangue e o lateral se formando dos dois lados ó e Então eu tô tendo neurônios da cristã neural que vão se misturando né seis células que vão se migrando que vão migrando e por isso independente para onde foram essas células dos somitos elas vão levando neurônios
para conseguir manter o que toda a inervação da estrutura que será formada por exemplo só pegar lá os somitos de 5 a 7 ou formar um membro superior conforme eles vão migram de vão estabelecendo um brotinho do membro nosso perfis que eu Vou falar na aula que vem para vocês já tem que entrar ou os neurônios derivados da cristã neural ali para ir junto eu tenho que ter conexão nervosa se forman é um ganhando junto com a formação das estruturas se não eu não tenho como estabelecer novamente é essa né conexão tá torta aqui não
é lembrando então da diferenciação né que vai formar o primeiro e pomelo aqui né E lembrando que nessa a migração aqui eu vou começar a misturar essas células células então Da Crista neural tá não vai ocorrer apenas a migração das células de origem do sólido a senão eu não tenho como ir marcar outra coisa junto com essas células migrando sempre um precursor de vaso então um ramo da artéria dorsal para onde migrar aos o mito ela vai migrar junto também para poder permitir a vascularização daquela região a bom ah e hoje então tendo uma fazendo
uma revisão ele tá lendo um pouquinho da diferenciação dos cabritos que a gente Sabe que a base do esqueleto axial eu quero mostrar para vocês quem é cada região desse esqueleto então como eu falei para vocês hoje né a ideia falar um pouquinho desse esqueleto axial aqui tá quem vai formar esse esqueleto axial né a região dos ossos da coluna vertebral e né a rede até região sacral aqui né a costela tudo bonitinho né Essa região toda aqui ó ela tem origem no nosso mesoderma paraxial das úmidos Ah tá lá É só que no esqueleto
axial eu tenho a região de crânio também ó e essa região de crânio aqui ó seria os ossos da cabeça e aqui da base do pescoço eles vão que origem lá na Cristã neural lembra que a gente viu já para a formação de face só que não formação de face eu mostrei pra vocês a face mesmo tá eu não mostrei a região dorsal da cabeça e os ossos que fazem abóbada craniana e o plano é propriamente dito aí a gente vai discutir um pouquinho Disso aqui e aí na próxima aula a gente fala dos os
ossos do esqueleto apendicular gente e nenhum momento eu vou me preocupar e ficar falando de osso Por osso tá identificando o nome por nome isso é um processo que vocês viram na anatomia eu vou falar o geral aqui tá assim como ossificação eu vou Recordar rapidamente porque é um processo você já viram na histologia né E aí se precisar Se alguém quiser dá para Recordar porque eu acho Que agora vocês começam a fazer os links com as coisas que você já viram lá né fazer assim não tem conexões com as disciplinas me conta aqui ó
então como eu falei para vocês hoje é o esqueleto não é axial tá para formar o esqueleto axial eu tenho ossos que tem dois tipos de origem origem endocondral e intramembranosa tá ou seja ossos que tem origem a partir de um molde cartilaginoso e ossos que tem origem a partir de um molde de tecido Conjuntivo de membranas de conjuntivo tá então tá lá o primeiro é ossificação endocondral quem vai se formar nessa ossificação endocondral principalmente são os nossos ossos longos e e eu primeiro eu tenho modo de cartilagem formado pela sua muito mais ou menos
Na oitava semana que vai começar esse processo de ossificação endocondral tá então tá eu não vou falar hoje dos ossos dos membros mas eu tenho alguns outros ossos tanto da face quanto Der o esqueleto axial propriamente dito que tem origem a partir de esqueleto cartilaginoso Tá bom então as minhas costelinhas né eu sei que acontece isso né eu tenho a cartilagem de Mac eu aqui né dá origem a mandíbula e tudo mais bom que que acontece o molde de cartilagem ele muitas vezes já tem o formato do osso e aos pouquinhos ele vai sendo substituído
Por osso né E esse osso vai se a é da e vai ter algumas especificações Posteriores Tá o que que a gente vê aqui ó existem fatores importantes na diferenciação desses ossos Então sempre que eu tenho osso longo de um vão pegar um osso longo característico confirma por exemplo né Aí eu posso dividir em duas regiões a equipe fazia de as a epífise a região e da extremidade superior e inferior EA de alface toda a região de centro tá bom a tudo osso né eu todo molde cartilaginoso ele primeiro ele é revestido por um pericôndrio
Zinho Né de cartilagem aí depois na região da tia a fazer que é onde começa o processo de ossificação ele começa a se revestido por um colar ócio que a gente fala né um perigoso tá o quê que eu sei a começar essa diferenciação dos condrócitos né eu tenho que ter estímulo de fgf3 ifgf 18 em grande quantidade Tá além disso para que essas células se diferencie eu vou mudar as moléculas da parede da Matriz ao redor Principalmente eu vou ter mais produção do colágeno Tipo 2 contém outros genes ativados e urgente a gente acabou
de ver que é interessante para gente ver como é que interferem vários sistema a gente acabou de ver os focos 9 como fator determinante de testículo lembra e ele tá aqui ó como estimulador para e ativar os condrócitos em repouso A proliferar tá E eles vão começar proliferar e formar uma zona de proliferação aqui embaixo depois eles vão formar uma zona de crescimento eles Vão começar aumentar de tamanho e a gente vai ver que eu os condrócitos na zona de crescimento né o pré hipertróficos e aqui embaixo os condrócitos hipertróficos e nesse condóminos hipertrófico a
gente vê que essa Matriz começa a mudar né e eu começo a ter o colágeno tipo 10 aqui eu começo a ter muita vegf esses condrócitos começam a morrer e ser substituídos por osteócitos e vão começar a depositar a matriz óssea ele Começa o depósito da matriz óssea aqui embaixo as trabéculas ósseas Tá e é nessa região aqui que vai começar a migrar nos primeiros vasos sanguíneos a primeira medula óssea aqui os nossos ossos só tem espaço para formar um pedacinho de medula óssea ali por volta da décima semana de gestação mas esse processo de
ossificação já começa no final da sete ministros oitava semana ele já começa tá então tá aqui ó se eu for ver o primeiro eu tenho um molde Cartilaginoso né E aí você já viram isso na histologia então eu não vou me atender tarde né E aí eu tenho centro de ossificação né ele começa aqui nessa placa né de cartilagem epifisária e eu sei que daqui para baixo eu vou ter Todas aquelas diferencie ações né primeiro há a diferenciação de condrócitos em grandes quantidades e depois a zona seriada que a gente fala né uma grande proliferação
depois a começa a hipertrofia os condrócitos Hipertróficos aí o começa a inscrição pela matriz óssea começam as trabéculas ósseas né E essa região começa a ser invadida por vasos sanguíneos né e a gente começa a formar né o centro de ossificação aqui no meio tá bom Ó o quê que é legal a gente pensar esse daqui seria um centro de ossificação primária então né no meio da de a fase tá bom durante o período fetal esse centro vai crescer esse osso vai se alongar vou correr ossificação desses Ossos longos só que a epífise cê vai
se manter inteira de cartilagem o centro de ossificação aqui secundário que aparece na epífise ele só vai aparecer com mais ou menos um ano de vida então só no pós-natal tá bom E além disso eu tenho os ossos chatos os ossos chatos ele vai ser pelas função e também gravosa também que a gente já viu né você já viram Mastologia que que vai ser a sua ossificação intramembranosa vai ser uma membrana de tecido Conjuntivo né que vai revestir a região craniana por exemplo Tá bom mas não é só região caminhando aí eu sei que vai
ser o externo também almoço chato a escápula e um osso chato então ó essa membranas de tecido conjuntivo ela aos poucos ela vai sendo substituída né algumas células células mais centrais vão sendo substituídas por osteócitos e esses osteócitos vão começar a depositar a matriz óssea e essa membrana vai sendo substituída por trabéculas ósseas ou Aqui ó a gente já vê essas trabéculas ósseas começaram E no caso ela quem está aqui ó na sétima semana na região dos Ossos chatos do crânio né e elas vão evoluindo tão a 12ª semana aqui que essa imagem eu já
tenho bastante classificação dessa região mas a ossificação ela só vai terminar no postado esses ossos só vão estar prontos no pós-parto E além disso a gente sabe que é entre eles vai ter uma formação de uma cartilagem fibrosa Bom e que essa também só vai estar formada no pós-parto porque esses ossículos que começam a se formar aqui eles precisam conseguir se mexer para que a cabeça desse bebê consiga ser moldada para passagem no canal de par tá então tá aqui ó esses ossículos do crânio eles têm a uma formação então muito específica né que eles
vão começar em pequenos centros de ossificação distantes eles vão crescendo vão chegar bem próximo mas eles não vão ser Suturadas um ao outro vou voltar a explicar rapidamente sobre isso mas quando a gente pensa no crânio né Eu já falei para vocês que não Esqueleto em si a gente tem ossificação intramembranosa aí endocondral tá e o crânio o crânio a gente tem impressão que só tem uma situação entra membranosa porque é tudo osso chato não é verdade a fala de crânio primeira divisão que a gente vê em biologicamente falando a gente fala do neurocrânio Quem
que é o Neurocrânio né a parte mais superior aqui ó tá que vai proteger o encéfalo propriamente dito EA gente tem o viscerocrânio que é a região aqui ó embaixo inferior que vai revestir a região de Face tá cada um desses dois tem ossos de origem e cartilaginosa e de origem né então membranosa tá e aí a gente vai dividir assim olha Então tá aqui ó primeiro quem seria o neurocrânio neurocrânio e seria rosa clarinho e bege tá então são esses Ossos do meio né que dividir né o meu crânio aqui no meio mais os
que revestem o encéfalo tava revestir você falou por cima e curvar e aqui são uma série de ossos secos que vão acabar se funcionando né Então tá lá né ou essa enorme de noite né então eles vão se funcionar aqui até chegar o osso occipital tá então eles começam separadinhos e vão se funcionando a formando toda a base ali né de sustentação do encéfalo e em volta do Encéfalo eu tenho o os ossos chatos que vão revestir abóbada craniana e isso aqui ó é o meu neurocrânio tá bom o neurocrânio essa pato de revestimento da
abóbada craniana toda é de origem membranosa no entanto essa parte basal ali ó né e ela é de origem cartilaginosa é a mesma coisa eu vou ver né do meu esqueleto né da região do crânio visceral então eu vejo aqui ó em cor-de-rosa origem Então membranosa e e Azul origem cartilaginosa tá então só se cozinha sua vido cartilagem cricóide o senhor Irídio tá aqui ó a mandíbula existe uma briga eu preferia que ela tivesse em azul porque a gente fala tanto da cartilagem de Mac ou né mas tem gente que fala que a origem Inicial
dessa carta ela é intramembranosa e depois que aparecem os os os depósitos cartilaginosos ela tem uma origem híbrida Ah tá mas para mim Eu prefiro ir lá tipo Assim azul eu acho que aqui é eu posso dizer que ela tem origem né E essa lembra não é cartilaginosa e não entra lembra Nossa Ah bom mas é legal a gente entendeu então aqui que eu tenho neurocranio e viscerocranio Tá bom então tá lá se eu for ver os ossos chatos que estão aqui a volta Ó A lá os nossos parietal né eu vejo aqui ó que
ele tem para o osso frontal ele tem sutura zóio eles vão crescer primeiro tenho a ossificação mais nessa região Central aqui aqui ela vai irradiar lateralmente definindo esse molde mas ele nunca vai se fechar o aqui eu vou ter um tecido fibroso de origem conjuntiva que vai dar origem a suturas que vão ligar depois esses ossos tá bom a já nos ossos aqui ó e da região visceral né eu posso ver né aqui ó em verdinho os teimosos de cartilagem aqui ó em cor-de-rosa do neurocrânio que tem origem de cartilagem e os ossos de ossificação
Intramembranosa em azul claro observa e eu tenho suturas eu tenho invasão de tecido com alguns Vivo tá E vai só depois formar uma cartilagem fibrosa que vai ligar firmemente um osso ao outro o que que acontece o desenvolvimento de cada um desses ossos e dessas futuras tem que ocorrer em sincronia e de forma organizada eu não posso ter um fechamento de uma sutura precoce porque se fecha Por exemplo essa sutura coronal aqui esse osso vai ficar funcionado a Esse esse lado vai continuar crescendo e aqui não então provavelmente essa peça dessa criança vai vir mais
para frente para a né Essa região aqui hospital vai vir mais para trás e aqui ó ele vai ficar menor ele vai ficar deformado porque ele não vai poder crescer nessa região central queria empurrar as estruturas dos dois lados tá outra coisa no momento do parto eu não consigo ter uma lebre tá do entre esses dois ossos porque só que já tá fundido Funcionado se fosse em todos ela pior ainda a fusão dessas futuras aqui olha que forma aquela fontanella famosa fontanella do bebê e o bebê nasce com uma membrana Ainda bem delicada aqui tanto
que o próprio movimento respiratório a gente fica CEB né a elevação dessa membrana aqui e isso é importante para que os ossos possam se posicionar e passar no canal do parto tá bom e não é só na região cefálica aqui da abóbada craniana que a gente vai ver Isso a gente vai ver em toda a região né do neurocrânio tá Olá olha suturas aqui bonitinho né tem que ter uma acomodação né E durante o período fetal de maneira suficiente que permita adequação ao canal de parto e e aqui ó comparando de novo né que a
gente fala que hoje em São os mesmos independente das espécies então muitas vezes a gente observa e urgência que estão expressos no nosso neurocrânio Independente de seu ser humano né ou ser um peixe ósseo um réptil vai ser o mesmo só que a diferença é que ele não tem uma abóbada craniana mas tá aqui ó a região de cartilagem do neuro crânio aqui ó tá a região de cartilagem aqui ó do viscerocrânio tá aqui ó embaixo falar agora ele aceitou a cartilagem de meckel aqui ó nesse desenho ele mostra que eu tenho um modo de
cartilagem de Mac e depois em volta e tem uma membrana também por isso que almoço fração mista Aqui tá mas nos outros ele não mostra o volta E aí mostra como se fosse só lembra nova a ele esquece do do molde da laje de Mac eu aqui isso que eu falo que nem sempre é um livro traz todas as informações necessárias para a gente bom além disso então eu tenho aqui ó região cartilaginosa tá aqui em verdinho Azul mas eu tenho todos os ossinhos intramembranosos aqui que vai revestir esse indivíduo tá é um pouco diferente
Né bastante diferente do nosso mas urgência iniciais que vão desencadear o processo de justificação de diferenciação são os mesmos tá e dá para gente dividir bonitinho a região de origem cartilaginosa dos dois crânios né do neurocranio e viscerocranio ah bom ah lá ó voltando para as futuras tá aqui então independente do animal independente da espécie eu também vou ter que ter estruturas aqui e esses ossos e de acordo com a espécie Tem uma idade adequada para fechamento dessa estrutura de acordo com o crescimento do indivíduo então esses problemas de Formação óssea crânio pode ocorrer em
qualquer animal e aqui ó se eu for ver bebês né aqui ó olha como é que o crânio dessa criança ficou alongado né ouvi um fechamento inadequado eo maior crescimento em direção à região frontal tá aqui também ó esse fechamento foi precoce dessa situação da sutura sagital aqui nessa Criança olha aqui ó o os ossos e as regiões de sutura entre tem que nascer com essa região de Fontanela aberta e todas essas futurinhos aqui ó então a sagital se fechou foi precocemente essa criança ficou com o crânio achatadinho Sinho né e acaba que por ele
não conseguir crescer tanto para os lados ele fica mais com tudo na frente tá bom dependendo da sutura que se fechar da idade que se fechar eu posso ter várias alterações mais graves ou Menos Travis olha aqui essa criança muitas vezes a resposta alguns em algumas drogas medicamentosas pode ser difusion massa todas mais precoces por exemplo mãe que é eu tenho que dizer vou convulsivas epilepsia ela muitas vezes tem que tomar valproato e o valproato causa o fechamento de estrutura precoce podendo causar várias alterações cranianas graves então aqui ó se eu tiver aquele primeiro caso
que a gente viu né que foi a essa sutura Sagital Fusion nada né então acaba acaba que a cabeça ai mais alongada e mais chata tá se eu tiver aqui ó essa sutura anterior aqui cronal Fusion nada acaba que se ouça mais largo e mais curto né Se eu tiver uma fusão Inicial dessa região e que hora dessas forças altura frontal a que hora Ela desaparece o acaba que essa festa vai ficando muito bicuda ó olha aqui Se bebeu tá E além dessa testa que fica bicuda se eu tiver uma sutura De um dos lados
aqui ela vai ficar mais divertida para um lado do que para o outro tá vendo né o que que acontece essa proliferação dessas células elas ocorrem principalmente estimulada por fgf diferentes e vai variar não só com a produção do FGTS Mas a quantidade de receptor dfggf que eu tenho nesses tecidos então só tem uma criança que tem um déficit de algum tipo de receptor dfggf que é necessário para essa os teus Gênesis ela vai ter uma ao seu gênio Inadequada E aí a gente ver várias síndromes a como e com essa daqui que aquela que
tem a filha do que eu esqueço o nome lá da e a menininha Chamar Rafaela era filha do A gente ajuda isso Ciane né Se ele vier é eu esqueci o nome do pai Roberto Justus Roberto Justus isso mesmo Carol obrigada então é uma síndrome que está associada a problema de osteogénese inadequada confusão de sutura e ele pode ocorrer não só na região né creme ao mas Também pode ocorrer no crânio no viscerocrânio né então aqui pegou a região cranial mas já né na interface com o viscerocrânio aqui ó essa Face desse bebê lembra muito
a Rafaela lá menininha do Luciano justos para mim né que ocorre até uma proeminência dessa região da testa mas está interferindo né no rosto olhos e no nariz tá bom é uma coisa que eu acho interessante a gente lembrar é que eu falei tanto né que tem que ter um monte cartilaginoso Tem que ter um mau de ócio para formar o osso ou tem que ter uma em uma membrana né tudo e aí a gente não tenha complexidade as vezes que é isso né então assim ó primeiro se eu tiver uma membrana né eu voltei
assim ó uma membrana de origem mesenquimal Inicial né E que ela vai estar lá ó associada a fatores de diferenciação como Mix né vem meter 2tn é o TM o tnf não tá aqui mas aqui ó o bom então E eu lembrei de outros receptores que não estão aqui mas bom vamos ficar só no tgf aqui por enquanto pra vocês então tá aqui ó Então vai ser um mix bmp ou png essa o teu tgf e que vai alterar as moléculas da Matriz então eu tenho por exemplo tendo assina por exemplo na membrana que que
vai acontecer vai ter um determinado momento que eu vou começar a ter uma superprodução de tgf-beta tá e ele vai induzir a formação de vir para conectar na e a fibronectina Vai induzir a formação de proteínas de ligação que aí Mika e essas células aqui vão começar a se diferenciarem condrócitos e vão começar a formar conjuntos de condrócitos tá e o condrócitos vai ter começar a produzir pessoalmente assim de Campo que tem ali na matriz cartilaginosa para estimular gente Fox os dentes e com essa Matriz estando estabelecida e os genes hox estimulados para maior depósito
da Matiz da matriz Cartilaginosa e eu voltei ativação de outros bmp eu vou ver que vão começar organizar os meus grupos né um congrossi nos né condrócitos até formar os meus grupos isogênicos lá com 23 com grossas diferenciação da Matriz ali toda essa via que eu Acontece muito rápido então se der alguma falha em qualquer colega cola de sinalização vai ser assim Logo no início Falhou Eu já tenho ausência da morte do mal de cartilaginoso naquele momento e por isso eu posso até ausência Daquele o ciclo o daquela estrutura que aquele molde cartilagem vai dar
origem tá ah tá o sistema de diferenciação ele é unidirecional também eu não tenho uma via de retorno a partir do momento que essas células começam a ter parte que é [Música] receptores né é proteína de ligação e entre elas né E nem Khan principalmente que vai formar esses aglomerados de condrócitos e começam a Ter uma matriz que vai começar a isolá-los em grupos isogênicos eu não tenho mais como territor tá a partir do momento que entra uma vida de diferenciação para cartilagem ela não volta mais a única coisa que ela pode seguir para você
ficar são ou não tá a lá ó E durante esse processo né de diferenciação dos somitos eu sei que cada um deles já tá ligado com genes que vão sendo ativados de acordo com determinismo funcional de para dar um Deles onde a sei se ele vai ativando maquinaria para ele né que a molécula de adesão celular ele vai ativando maquinaria para produzir fibronectina e se bicam ou não tá então tá lá e aí eu vou ver ó e as células do esclerotomo a primeira coisa que elas vão fazer aqui ó essas que já começam a
ter uma diferenciação uma via cartilaginosa elas vão e vou ver aqui ó o corpo das vértebras elas vão simplesmente formar o corpo da vértebra Onde em volta da notocorda YouTube neural tá depois eu vou ter uma segunda migração de células né que vão auxiliar a compactação das suas primeiras que migraram e eu sei que essas células mais distante da notocorda e do tubo neural vão ter um processo de diferenciação pouquinho alterado que vão começar a dar origem a usar os vertebrais espinha vertebral Ah tá agora as células que migram em lateralmente aqui né a esse
processo que Envolve aberta parece que Miguel mais lateralmente vão dá origem aos processos laterais vertebrais que vão é que vão formar as vértebras né as costelinhas né vamo continuar das vértebras transformar as costelinhas bom ao mesmo tempo tá aqui ó notocorda tá aqui sumido está aqui ao mesmo tempo aqui essas células morrem e recobrem essa região tá aqui ó ó primeiro essa luz que me guia elas vão revestir essa região aqui ó vão revestir em torno da notocorda e tubo neural na Região ventral e na região do sal e vamos começar a formar o corpo
vertebral ó tá então eu tenho aqui o processo espinhoso né e o processo o verso das vértebras já se formando em torno do meu tubo neural ao mesmo tempo que isso tá acontecendo olha aqui ó a região do meu o miotomo aqui ó migrou para fazer e os músculos dorsais e essa parte mais da frente migrou para fazer os músculos ventais aí eu chamo esse aqui ó depois a Gente vai ver com mais detalhe epímero e esse aqui de hipomero Tá e aí a gente vai ver depois mas por enquanto eu quero que vocês foquem
aqui ó tá acontecendo tudo ao mesmo tempo mas essa primeira migração de células que vai dar volta aqui no tubo neural e na notocorda é já vai começar e vai começar a dá origem ao meu corpo vertebral tanto aqui ó a lá minha notocorda tá aqui e aqui onde está o meu tubo neural vai acabar formando o forame Vertebral E observa aqui ó primeiro esse mod é cartilaginoso quarta semana ele é primeiro não tem nem cartilagem na quarta semana eu só tenho lá em células do esclerotomo aqui migraram aqui começaram a se organizar no formato
da da vértebra tá elas vão formar os mauzinhos de cartilagem hialina ali mas primeiro um só essas células dois foi ótimo organizadas ali quarta semana na sexta semana começam esses centros de Cartilagem a se formar tá então são os primeiros centros de diferenciação de cartilagem hialina porque elas começaram a desenvolver moléculas de adesão à idecan elas começaram a mudar a matriz começaram a produzir-se de cana em volta tá E os primeiros condrócitos começaram a a pesar e formar os primeiros grupos isogênicos e vai ter pequenos grupinhos aqui ó bom então vai ter grupinho na região
E a volta aqui do forame vertebral mais dois Associados aos processos intercostais aqui e mais dois aqui né associado a notocorda tá então sempre aos pares só lá no final da sétima semana no início da oitava 15 centros de cartilagem conseguiram crescer desenvolver e cobrir todo o molde halal ele cobriu tudo ó e na hora que esse centro de cartilagem cobriu tudo aí a gente vai ver começarem os primeiros centros de ossificação ou Seja primeira substituição o dos condrócitos por osteoblastos e vão começar sintetizar a matriz óssea aqui então eu vou ter dois centros de
ossificação aqui ó no processo costar tá e um aqui ó em torno da minha notocorda inicial E vai formar um núcleo para o pouso a notocorda até a 9ª semana esse centro de ossificação já são visíveis ele começa né assim formally final do set no início de oitava mas eu consigo detectar e localizar mesmo na nossa na Semana de desenvolvimento aí eu já estou no período fetal tá e o que que eu vou ver essa situação vai continuar né esse centro de ossificação vão se vestir toda vértebra né processo espinhoso os processos né intercostais a
região do corpo vertebral Isso vai ser relativamente rápido no entanto as extremidades de ossificação secundária vão só terminar de se formar aos 25 anos de idade então revestimento do corpo vertebral é rápido sua casa extremidades Não continuar sendo de cartilagem tá E falar na puberdade que elas vão começar o processo de ossificação finalizando só mais ou menos em torno de 25 anos de dar bom o que é legal eu entender durante esse processo as células já tinham seu determinismo funcional e já estavam predestinadas para onde cada uma e emigrar E aí Oi gente se eu
for querer tirar desse vídeo cada vez que eu vou sujar hoje eu Vou ter que picar o vídeo inteiro sem condições tem alguma coisa de errado hoje aqui eu não sei se é sono não tem gente que fala que é porque tem alguém perto né que a gente não seja muito não sei hoje tá terrível tanta lá tubo neural notocorda olha só a migração dos esclerotomos Olha como a extremamente organizada é a primeira conjunto de células que venham É esse esclerotomo aqui vem para o Medial aqui ele vai revestir a Notocorda na sequência vem esse
esclerotomo aqui laranjinha ó tá E vai fazer as juntas vertebrais e tudo mais né ele já vem na sequência aqui ó né e ele vai começar a dar a volta aqui no tubo neural né também e começar a se aglomerar lateralmente aqui ó tá vendo o quê que a gente vê esse essa região aqui ó o dorso Medial tô aqui é o vento e Medial aqui é o doce Medial ele vai para tarde ó que vai formar o processo espinoide aqui tá vendo que vai dar Origem né a pontinha né da minha espinha aqui dorsal
tá outra coisa é importante e você vai em que dos dois lados então isso aqui tem simetria né então aqui ó a minha costela né vai ter origem nessa parte aqui mais lateral aqui do meu esclerotomo tá de um lado e do outro o seu dividir aqui ó eu consigo ter ideia da migração das células e como a organizada Além disso eu sei que a migração do biota uma extremamente organizada também é que a gente não vai Falar dela dele agora mas eu tenho essa porção aqui que vai vir para cá e essa poção assim
que vai vir para cá formando quem o ele primeiro e eu e comer tá a gente tava aqui ó mostrando né a migração organizada desse esclerotomo para vocês verem que não é uma coisa que acontece de maneira aleatoriamente a E aí eu a vocês que além dele tem essa organização ele tem regiões aonde ele é mais condensado é onde ele é mais frouxo Para cada vértebra eu vou ter migração de um me óculos né Então vamos pensar assim cada partes o mito vai formar o seu conjunto de miótomos vocês entendem isso certo então tá aqui
então aqui eu tenho ó somente um sonho 2 sobre três vamos supor aí tenha lá o miotomo dos o mito um ele vai ter um fecho de células mais frouxo e um feixe de células mais condensado que vão migrar em direção a notocorda tá e sempre vai ser assim ou dois a mesma coisa olha ele tem ó um Feixe mais trouxa e um feixe mais condensado sempre tá entre os peixes eu tenho uma região aqui ó que vai ficar de tecido conjuntivo né que vai permitir migração de vasos nessa região tá o quê que eu
vou observar que sempre que eu for formar uma vértebra ela vai funcionar a porção do miotomo condensado com minhoca tomo mais denso legal só que a gente pensa que vai ser aqui ó que é uma vértebra que é o outro aqui é outra mas não gente olha só que Interessante essa vértebra aqui vai ser formada sempre Ó da região mais condensada do miótomo um com a mais frouxa do miotomo dois olha aqui ó e aqui eu tenho um disco intervertebral Tá o que que acontece a região aqui ó mais benção decidi óculos sobre ele ele
vai formar um feixe de células aqui ó mais condensado que vai dar origem a uma fibrocartilagem e vai ser aqui o meu anel fibroso e vai ficar entre uma vértebra e outra então sempre eu vou Formar assim ó o primeiro me outro vou usar a porção mais condensada dele com a porção - condensada do segundo aqui eu tenho uma vértebra tá o quê que eu vou ver ali nessa região intermediária eu vou ter as artérias ali que vão passar mais aberta para vai ficar aqui ó e a região mais condensada do miótomo dessa vértebra vai
subir E vai formar o núcleo aqui ó de cartilagem fibrosa que vai dar origem ao anel intervertebral tá então a notocorda Ela nunca some né ela vai acabar formando o núcleo para o pouso no interior das vértebras e em torno dela então eu vou ter esses Anéis aqui das cartilagens aqui ó é o esquema aqui é o corte histológico tá olha aqui ó dá para ver direitinho esse bandeamento tá o disse o que brawn perto do disco intervertebral tem uma região mais condensada e mas abaixo dele a região mais frouxa a mesma coisa não debaixo
Não tem vertebral região mais condensada depois uma região mais frouxa aqui é a região mais condensado aqui eu vejo bem na lateral outra coisa que é interessante eu sei que ao mesmo tempo que esses discos vão se formando e vou mostrar para vocês depois lateralmente a ele vai se formando os miótomos musculares vão se aglomerando para formar musculatura lateralmente a ele e olha só que interessante por esses discos intervertebrais vão sair os Nervos olha e eles vão sair nessa região e vão já se conectar aos miótomos musculares de ambos os lados aí essa conexão no
tecido nervoso a gente vai ver de e a gente vai tá no aula de tecido nervoso mas o que eu quero que vocês entendam é que cada miotomo Então vai estar envolvido com a formação de duas vértebras a e a parte mais condensada do miótomo vai formar o disco intervertebral que vai ser uma uma Região né e Bros ele é um tá aqui ó mesma coisa ó aqui ó eu vou ter sistema nervoso central tá aqui dentro para cada região aonde eu tenho uma vértebra eu vou ter um prolongamento do nervo espinhal que vai passar
ali no meio tá e ele vai passar aqui no meio ele vai passar exatamente na divisão das vértebras E aí eu vou ver quem ó aqui eu tenho vértebra um vértebra dois ver tabela 3 sempre uma região mas condensada de um me o Tom com a região Mais frouxa do outro sempre assim tá E esse nervo que vai chegar que ele vai atravessar os espaços intervertebrais e vai se conectar com a musculatura que tá se formando lateralmente a essas vértebras que tem origem nos mesmos me óculos é nós mesmos somitos né o meio ó todo
mundo mesmo só me diz tá e já vai se conectar aqui isso acontecendo a gente na quarta quinta semana e já essas conexões já estão sendo estabelecidas né Então tá aqui ó olha só Que bonitinho a cervical ó ser um o seu dois o C3 C4 C5 Tá vendo Sempre uma parte de um palmito e uma parte do outro tá então eu vejo direitinho aqui a formação dessas vértebras bom touradas da mesma coisa lombar mesma coisa sacral mesma coisa a só que eu vou formar primeiro você ficar e depois eu estou a segunda ordem cronológica
da formação dos somitos do mesmo jeito e eu vou ver os nervos passando no interior tá os nervos de cada uma delas não está Passando né vosso saindo ali entre as vértebras já nesse momento essas conexões a feitas loja da Paula pode pode dar para a formação da vértebra Pode às vezes a migração não foi adequada e eu formei uma vértebra aqui pela metade olha aqui ó mãe me vértebra que a gente fala pode ser até que a vascularização Ea enervação consiga correr desse lado e não interfiram Talvez né no na estrutura que ela vai
ter que ir levar o que vai Né que vai ter que movimentar depois etc mas a estrutura óssea que não estando adequada vai causar uma deformidade nessa coluna desse indivíduo e depois eu não tenho como arrumar tá ele vai lá olha a curvatura que ocasionou aqui por causa de uma hemi vértebra na região aqui desse três acho tá na verdade aqui não essa três aqui deve ser T3 a e não tem uma vértebra aqui que foi formado de maneira errônea só de um lado e que causou essa curvatura e eu não Tenho como né vai
causar uma curvatura permanente nessa coluna tá tem outros erros que podem acontecer nessa fase tem olha aqui ó aqui ó fusão de vértebra cervical elas não se separaram né Na hora que formou assumidos nos separaram um bloco às vezes né não houve uma formação de vértebra demaneira de espada também elas parecem borboletinhas aqui ó elas não formam os prolongamentos de maneira adequada tá Às vezes tem uma formação de uma vértebra e uma Degeneração uma formação de pequenos fragmentos individualizados Olha a coluna desse indivíduo olha e a tudo isso são alterações graves que podem ocorrer durante
a embriogênese por mas como é que essa vértebra vai ser responsável pela formação das costelas né e da Caixa toráxica devido eu vou ver se eu fecho sabia até o o som externo hoje então tá então se a gente for pensar aqui eu tinha minha vértebra e esses processos costais Laterais dela de algumas vértebras específicas vão dá origem às minhas costelas então eu tenho lá né as cinco se não me engano os sete pares de costelas que são costelas verdadeiras que a gente fala aí depois da oitava décima primeira ela eu acho que é aí
da sétima décima primeira ela já não são verdadeiras porque elas não tem um molde cartilaginoso próprio aí eu vou mostrar para vocês e as duas últimas elas não são elas não se fixam no externas né Então elas além de não ter a cartilagem própria elas vão se ficam externo aí conforme a sua explicando vocês vão ver mas as primeiras então seus primeiros 6 pares e ele se forma da mesma forma ó esse processo aqui costal ele vai se alongando eu tô aqui só com 35 dias de desenvolvimento tá E esses processos costais Ou eles vão
ter nessa extremidade distal deles proliferando eles vão proliferando e vão fazendo esse Arco aqui de um lado e de outro não tá lá aqui ó então ele vai fazendo esse arco para cá e esse arco para lá tá vendo bom esse arco ele vai se formar até mais ou menos uns 38 de desenvolvimento gente são só três dias de proliferação é muito rápido eu tô na quinta semana ó tá vendo é muito rápido E logo depois já ocorre uma divisão aqui ó uma septação do conto vertebral e nesse processo né da costela e aqui ó
vai ficar uma região membranosa né de Fibrocartilagem aqui depois que vai formar para conectar então aqui ó em menos de uma semana as minhas vértebras começam a desenvolver do meu processo intercostal e já chegam até a região ventral do indivíduo tá E conforme elas vão se alongando elas vão estimulando uma diferenciação desse mesênquima que em torno né da extremidade aqui Oi e aí ó a gente sabe que essas costelas primeiras não formalzinho cartilaginoso na quinta semana se formam Através de um áudio para ti lá de novo na sexta semana já começa o processo de ossificação
tá E esse processo de oxidação ele vai mal iniciarem rapidamente ele já vai ocorrer então na sétima semana eu já tenho boa parte da costela ou cif cada um e aqui ó E lembra que eu falei que elas conforme vão crescendo ações estimulando esse mesênquima aqui ao redor E aí eu vou ver Exatamente isso aqui ó Principalmente nos primeiros 5 pares Aqui eu vou ver que tem uma condensação de mesênquima muito grande tá E esse mesênquima aqui ó ele vai formar uma massa de tecido diferenciado e vai começar se a crescer um em direção ao
outro né ele vai começar a ser funcionar então ó no sentido né céfalo-caudal da mesma forma ele vai começar a funcionar e proliferar em grandes quantidades daqui para baixo e aí eles vão começar a formar Duas Barras Então esse ter mais comum dá origem ao osso esterno e vão Começar a se funcionar daqui para trás 1ª região e vai funcionar essa região anterior aqui ó que vai dar origem ao manúbrio né que essa partezinha aqui iniciar o aqui ó tá e depois que ela se funcionar em forma de triângulo aqui logo abaixo vai começar a
formar as barras e terminais daqui para baixo isso vai literalmente fechar né dentro da que nem um zíper aqui ó formando um molde parte lá de novo a Então os primeiros 5 pares eles Têm uma cartilagem na sua extremidade que vai se funcionar aqui dos vocês nosso primeiro seis pares né do 7º ao 11º ele não tem uma cartilagem mais aqui né e o 11º eo 12º para ele ainda nem um Costa aqui embaixo ele fica livre ele não fecha junto né com esse a classificação aqui do externo tá então aqui ó aqui no apê
você chega com avícola e aqui começam as vértebras tá e azul os dois últimos pares não se funcionam aqui nesse processo o Acabamento aqui do osso se tifoide ele só vai ocorrer mesmo no final do período de desenvolvimento então eu vou começar a formar depois que eu for meio modo de cartilagem aqui eu vou começar a formar centro de ossificação no meio dessa cartilagem essa cartilagem não dessa membrana Oi desculpa gente kg lá já só vai ter na pontinha da vértebra tá E vai funcionar esse processo em tá membranoso aqui que vai dar origem ao
meu O externo tá e o centro de ossificação desse externo só vai ocorrer ali no período fetal sendo que até vésperas de nascimento quase ele não se fechou inteiro e o essa formação aqui ó da região do xifoide ele só vai começar os ficar no pós-parto tá E aí eu consigo fechar a minha cavidade torácica aqui dentro bom então comecei lá na sexta semana vou terminar no final do período você tal mas mesmo assim acabamento arremate digamos assim só logo depois do Nascimento tá bom essas ossificação aqui né ela vai começar o mapa do quinto
mês de gestação só tá e o finalzinho lá só no Nascimento Tá bom o que eu acho interessante a gente pensar nesse momento é que todo o processo de formação das costelas dos discos invertebrais na intervertebrais da região sacral aqui onde as costelinhas Fica onde as as vértebras vizinhas ficam fusionadas né todas elas ele já acontecem sem exceção durante o Período embrionário a ossificação das costelas também ó já começa ali no período embrionário terminando o período fetal das costelas não das médicas a formação das vértebras também período milionário início de ossificação no período fetal e
agora o arremate delas com externo começa lá no quinto mês a ossificação né E só vai terminar no Nascimento mas todas essas estruturas já existentes em cada região que vai ser formada cada o Ciclo né Desse esqueleto axial que vai ser formado já existe no período embrionário a ele só os fica cresce e né aprimora o seu formato durante o período fetal tá uma coisa que é interessante que sempre perguntam a mas como é que acontece porque tem né aquela calda né que tem a regressão da cauda Sim antes do processo de ossificação aqui antes
do processo de formação das vértebras essa calda até sexta semana Ela atinge seu ápice Se lembra vai começar a diferenciação de freio daqui né da região cefálica para região caudal Então esse processo vai começar aqui e antes que ele chega aqui na ponta da cauda essa calda já começou a degenerar formando a placa que vai dar origem a minha região sacral tá acontece que alguns animais ela não degenera e aí a gente forma calda tá então a calda que não regride durante a embriogênese né ela acaba formando o rabo mesmo né de alguns animais a
calda de alguns animais Tá na espécie humana isso pode acontecer pode é raro Mas pode acontecer a tem uma tribo na África que você tem uma pequena cauda tá porque ela é remanescente há é bom a para terminar a aula então eu queria lembrar que hoje então a gente começou a dar uma olhada nos ossos então esqueleto axial então aqui ó tem então membranoso e tem né que segue molde para tirar de nojo tá então tá aqui cabeça e o corpo do embrião na aula que vem a gente vai falar do esqueleto apendicular Dos membros
né O que que eu quero lembrar só para fechar não sei quantos minutinhos eu tenho quantos minutos eu tenho gente É sim cinco Então tá o que que eu quero lembrar só para fechar para esse processo é muito importante tem uma mineralização adequada então a mãe vai precisar de um depósito de cálcio adequado que vai ser utilizado para fixação de cálcio no camundongo no humano no quintinha seja o que for o Pintinho não tem a mãe deve tirar esse cálcio da casca do ovo mas os mamíferos eles retiram da mãe esse cálcio e ele vai
ser no depositado e vai substituindo né o molde que existia previamente outro cartilagem de membrana durante o processo de ossificação tá no entanto Existem algumas mutações que impedem esse depósito de cálcio e esse indivíduo né fica por exemplo com esqueleto cartilaginoso o esqueleto axial boa parte dele tá no Pintinho é fácil a gente mimetizar isso porque você pode descalcificar a casca do ovo e esse pintinho que vai desenvolver nessa casca de ovo descalcificados se usa por exemplo carbonato de cálcio para né para fazer isso é remove né o carbonato caso o que que acontece esse
pintinho ele não consegue sobreviver depois porque ele não tem força nessa caixa toráxica nem para conseguir aguentar os movimentos respiratórios tá então ele morre em como Os mutantes né que não tem esse gen cbfa1 eles nascem mas eles morrem logo depois do parto e esse gen que desencadeia o processo de ossificação ele é ativado pela CMPC pelas diferentes moléculas de bmp que tem no organismo tá bom Outra coisa que é interessante nessa sinalização a gente sabe que dependendo do gente tiver alterado que aí eu quero começar com vocês discutindo né na aula que vem eu
vou deixar para discutir quando eu fazia contou com azia Depois que deu os membros agora porque não vai dar hoje eu vou parar aqui eu queria mostrar para vocês que não é só a questão do depósito de cálcio Opá não é só a questão do depósito de cálcio que vai interferir aqui o que que acontece eu tenho sinalizadores específicos que vão dar origem a um maior ou menor número de vértebras eu voltei sinalizadores específicos que vão ajudar no formato dessas vértebras às vezes eu posso ter vai ter pela bifurcada eu Posso ter vértebra fundida eu
posso até que ela fragmentação de vértebras que a gente viu E aí muitas vezes e eles estão associados ao gênero da família rocks a super inscrição ou aí pô expressão deles aqui ó aqui eu tenho ó um tipo normal né tá lá ou animalzinho onde a gente vê as costelas até onde teriam que chegar tá quando a gente tem uma expressão alterada uma depressão the Rocks a 10 olha só ele não forma as costelas ele não forma a caixa tórax tá Quando eu tenho uma expressão aumentada de rock de seis Olha só ele passa a
ter vértebras inclusive na região abdominal Ah esse caso é menos né drástico do que esse aqui porque esse aqui ele não comente vai a óbito por que ele não consegue suportar nem os movimentos respiratórios e e mais toda essa finalização ela tem que ser muito bem precisa muito bem orientada né Caso haja uma falha eu não tenho como voltar atrás se não formou Uma costela Não formou uma vértebra né Não formou um determinado o osso do crânio eu não tenho como induzir a formação dele posterior e se formou em excesso eu posso ter um par
uma cirurgia corretiva posterior no entanto às vezes as consequências não permitem que ela seja realizada a depende da inervação da vascularização né de uma série de outras coisas por exemplo aquela história da vértebra mal formada de uma vértebra super numérica a Gente não mexe