Este é o significado de cada uma das 10 pragas enviadas sobre o Egito. A primeira praga, águas tornadas em sangue. A Bíblia diz que o Senhor ordenou que Moisés fosse se encontrar com faraó pela manhã, quando ele haveria de sair para ir ao rio Nilo.
Talvez faraó fosse ao Nilo para se lavar ou para participar de algum ritual religioso. Seja como for, Moisés deveria esperá-lo na beira do rio. Deus também falou que Moisés tomasse o bordão, que havia se tornado em serpente, e anunciasse a faraó que, pelo fato de ele não ouvir o apelo de liberar os israelitas, as águas do rio Nilo seriam feridas e se tornariam em sangue, trazendo morte ao rio e escassez de água aos egípcios.
Deus ainda ordenou que Moisés falasse para Arão estender o seu bordão sobre as águas do Egito, para que todas elas, rios, canais, lagoas e reservatórios, se tornassem em sangue. A Bíblia diz que Moisés e Arão fizeram conforme a ordem do Senhor. Tudo isso aconteceu bem diante de Faraó e de seus oficiais.
E foi assim que caiu a primeira das 10 pragas sobre o Egito. Algumas pessoas tentam encontrar uma explicação natural para esse acontecimento, mas o texto bíblico não permite qualquer outra interpretação que não seja aquela que coloca esse fenômeno como um ato de Deus. Inclusive o texto diz: "Nisto saberás que eu sou o Senhor.
Com este bordão que tenho na mão, ferirei as águas do rio e se tornarão em sangue. " É fácil perceber neste versículo que seria o próprio Deus quem realizaria aquele milagre. Além disso, qualquer tentativa de dizer que as águas do rio Nilo ficaram apenas avermelhadas devido à mistura com argila vermelha também não se sustenta semanticamente.
A palavra sangue traduz um termo hebraico que sempre indica o sangue como uma substância e não apenas uma cor vermelha. A primeira praga que atingiu as águas do Egito, principalmente o rio Nilo e seus braços, foi um golpe certeiro na religião e na economia egípcia. Isso porque o rio Nilo era basicamente a fonte de vida do Egito que se desenvolveu à suas margens.
O Nilo era o grande recurso econômico do Egito ao tornar possível a agricultura naquela terra. Por tudo isso, o Nilo era reverenciado como uma divindade nas terras egípcias. Então, ao tornar o Nilo e as águas do Egito em sangue, o Senhor revelou sua superioridade absoluta sobre faraó e o panteão egípcio.
Mas essa primeira praga não fez com que faraó reconsiderasse sua posição. Na verdade, o texto bíblico diz que os feiticeiros de faraó também conseguiram repetir aquele sinal e isso fez com que o coração de faraó se endurecesse. Então, faraó simplesmente se virou e foi para sua casa.
Enquanto isso, os egípcios começaram a cavar poços junto ao rio para que pudessem conseguir água potável. É interessante notar que o fato de os magos egípcios terem conseguido mostrar a faraó que também podiam reproduzir aquele sinal não significava exatamente uma demonstração de poder. Isso porque se de fato eles fossem capazes de fazer alguma coisa realmente poderosa, então eles teriam procurado reverter aquela maldição e não simplesmente imitá-la.
A segunda praga, aparecimento de Hãs. Depois de passados pelo menos sete dias desde a primeira praga, Deus enviou a segunda praga ao Egito. A Bíblia diz que o Senhor ordenou que Moisés se apresentasse novamente a faraó e lhe pedisse que liberasse os israelitas.
Caso contrário, o território egípcio seria castigado com rãs que seriam produzidas em abundância no rio e infestariam todas as casas egípcias. Então, Deus mandou que Moisés dissesse para Arão estender sua mão com o seu bordão sobre as águas do Egito para fazer subir delas um número tão grande de rãs a ponto de cobrir todo o Egito. Arão fez conforme o Senhor havia falado e as rãs infestaram o Egito.
Curiosamente, assim como na primeira praga, os magos egípcios procuraram imitar a segunda praga. E de fato, com suas ciências ocultas, eles conseguiram fazer aparecer rã sobre o Egito. Porém, isso mostrava apenas a tentativa patética da religião egípcia em tentar medir forças com o verdadeiro Deus.
Se os magos egípcios realmente tivessem algum poder, eles teriam revertido a praga das rãs e não apenas aumentado ainda mais o problema no Egito ao fazer surgir mais rãs. A aflição no Egito foi grande e faraó suplicou por alívio. Ele pediu que Moisés e Arão rogassem ao Senhor para que aquela praga terminasse.
Em troca, Faraó prometeu liberar o povo de Israel para ir sacrificar ao Senhor. Moisés combinou com Faraó que no dia seguinte, após clamarem ao Senhor, o povo do Egito deixaria de ser afligido pela praga das rãs e assim os egípcios saberiam que não há ninguém como o Senhor, o Deus de Israel. Então, tudo aconteceu conforme Moisés havia dito a faraó.
Moisés clamou ao Senhor e houve alívio das rãs no Egito. Nesse ponto, ficou claro que o verdadeiro controle estava nas mãos de Deus e não nas falsas divindades representadas pelos magos egípcios. Além disso, é interessante saber que na religião egípcia, a figura da Rã representava uma deusa, assim como o rio Nilo também era identificado como uma divindade.
Então, quando o Senhor feriu o rio e controlou as rãs, ele revelou claramente aos egípcios que não havia ninguém pário para ele. A falsa religião egípcia não poderia livrá-los da ira do Deus vivo. Contudo, ao ver que a praga das rãs tinha passado, Faraó continuou com seu coração endurecido e não cumpriu o que havia combinado com Moisés.
Tudo isso, claro, estava de acordo com o propósito de Deus. O Senhor já havia avisado a Moisés que faraó seria duro ao liberar os israelitas. A terceira praga, infestação de piolhos.
Depois da praga das rãs, Deus enviou ao Egito a praga dos piolhos. A Bíblia diz que Deus ordenou que Moisés dissesse a Arão que estendesse o seu bordão e ferisse o pó da terra para que o pó se tornasse em piolhos por toda a terra egípcia. Arão fez conforme a ordem do Senhor e houve muitos piolhos no Egito, tanto nos homens quanto nos animais.
Os magos do Egito mais uma vez tentaram imitar essa praga, mas dessa vez nem mesmo seus truques foram capazes de produzir algo parecido. Então eles tiveram que simplesmente admitir a Faraó que realmente o dedo de Deus estava controlando aquela situação. Porém, mesmo assim faraó não se deixou persuadir.
A quarta praga, enchames de moscas. Mais uma vez, Deus ordenou que Moisés fosse se encontrar com Faraó pela manhã, às margens do Nilo, e lhe dissesse para liberar os israelitas, para que eles pudessem ir ao deserto prestar adoração. Deus também falou que se faraó se recusasse, ele enviaria enxames de moscas sobre todo o Egito, exceto na terra onde habitavam os israelitas.
Então, no dia seguinte, Deus enviou a quarta praga sobre o Egito. Como resultado, toda a terra egípcia ficou arruinada pelos enxammes de moscas. Diante da aflição daquela praga, Faraó mandou chamar Moisés e Arão para negociar.
Mas Faraó procurava um acordo menor do que a exigência do Senhor. Primeiro, Faraó propôs que os israelitas adorassem a Deus dentro do Egito. Moisés respondeu que isso era impossível, pois os sacrifícios dos israelitas seriam abomináveis aos olhos egípcios.
Isso porque os animais que seriam sacrificados geralmente eram deificados no Egito. Em seguida, Faraó propôs que os israelitas fossem ao deserto sacrificar, mas que não fossem muito longe. Deus havia exigido que o povo de Israel fosse a uma distância de um caminho de três dias pelo deserto.
Disimulado, Faraó ainda pediu que orassem também por ele. Moisés então combinou com Faraó que iria orar ao Senhor e que no dia seguinte os enxames de moscas desapareceriam do Egito. Assim, o texto bíblico diz que Moisés saiu da presença de Faraó e orou ao Senhor.
Como resultado, os enchames de moscas sumiram completamente do Egito. Porém, depois disso, mais uma vez, Faraó endureceu o seu coração e não deixou o povo de Israel ir adorar o Senhor, fazendo com que mais pragas fossem derramadas, não simplesmente para convencer Faraó, mas principalmente para revelar a soberania e o poder de Deus na terra do Egito. A quinta praga, peste nos animais.
Depois de o coração de faraó ter ficado ainda mais endurecido com as últimas pragas, Deus ordenou que Moisés se apresentasse novamente ao rei do Egito e lhe dissesse que se caso ele não liberasse o povo de Israel para ir servir ao Senhor no deserto, os rebanhos egípcios que estavam no campo, incluindo cavalos, jumentos, camelos e ovelhas, seriam castigados com pestilência gravíssima. Os estudiosos fazem algumas observações cronológicas neste ponto. Isso porque o uso de cavalos só foi adotado no Egito em cerca de 1700 ates de.
Cristo. E isso serve como base para estipular uma data aproximada para o êxodo. Quanto aos camelos, parece que eles começaram a ser amplamente utilizados no Egito somente num período muito posterior.
Ou seja, no tempo do êxodo, o uso de camelos pelos egípcios era apenas esporádico. Então, a inclusão dos camelos na Quinta praga poderia ter a ver com as poucas unidades que provavelmente eram criadas pelos egípcios, ou talvez com os camelos utilizados pelos comerciantes árabes que passavam pelo Egito. Seja como for, o que é certo é que os rebanhos egípcios foram atingidos por pestilência, enquanto os rebanhos dos israelitas não foram atingidos.
Deus fez a separação entre os animais dos egípcios e os animais dos filhos de Israel. Isso mostra muito claramente que a pestilência que atingiu os rebanhos no Egito não foi fruto do acaso, não foi algo aleatório. A pestilência foi bem específica e controlada minuciosamente pela mão de Deus.
Inclusive, faraó mandou investigar se nenhum animal dos israelitas tinha morrido. Mas mesmo diante daquela prova, a Bíblia diz que o coração de faraó se endureceu. A sexta praga, surgimento de úlceras nos egípcios.
Depois da pestilência que atingiu os animais egípcios na quinta praga, na sexta praga, a doença atingiu também os próprios egípcios. Deus ordenou que Moisés apanhasse com as mãos cinza de forno e atirasse para o céu diante de faraó. Isso era uma prova clara de que o evento que se sucederia era de fato sobrenatural.
A cinza que Moisés atirou para o céu se tornou em um pó fino sobre toda a terra do Egito, que resultou em úlceras nos homens e nos animais. O texto bíblico é bem específico ao dizer que até mesmo os magos de faraó foram fortemente atingidos pela doença, de modo que tiveram que se retirar. Aqui vale lembrar que esses mesmos magos, no começo do juízo de Deus sobre o Egito, tentaram imitar as primeiras pragas.
Porém, tão logo tiveram de reconhecer que aquelas pragas não eram truques mágicos, mas julgamentos divinos que não podiam ser imitados. Então o relato da sexta praga mostra esses magos completamente derrotados. Por fim, mesmo depois da sexta praga, faraó não ouviu o pedido de liberação dos israelitas.
Algo que tem causado dúvida em alguns leitores da Bíblia é o fato de os rebanhos dos egípcios também terem sido atingidos pela sexta praga. O problema é que a quinta praga já havia causado a morte dos rebanhos egípcios. Então, como harmonizar essas afirmações?
Obviamente não se trata de uma contradição. Possivelmente a quinta praga atingiu somente todos os rebanhos dos egípcios que estavam no campo. Ou seja, os animais que estavam guardados em estábulos provavelmente não foram atingidos, o que explicaria o fato de ainda terem restado animais que seriam atingidos pelas próximas pragas.
A sétima praga, chuva de pedras. Depois da sexta praga, Deus ordenou que Moisés fosse mais uma vez se apresentar diante de Faraó e dissesse que se ele não deixasse o povo de Israel partir para o deserto para servir ao Senhor, pragas ainda mais severas seriam derramadas sobre o Egito, que mostrariam a todos que não há ninguém semelhante a ele. Além do mais, Deus também explicou que seus juízos, através das pragas tinham sido misturados com misericórdia.
Deus poderia ter destruído o Egito completamente, mas em vez disso, ele derramou seu julgamento de forma progressiva para mostrar seu poder e para que seu nome fosse proclamado em toda a terra. Ao mesmo tempo, na progressão dos julgamentos, os egípcios tiveram a oportunidade de aprender a temer o Senhor. Inclusive, de fato, alguns egípcios aprenderam essa lição e deram ouvidos ao que foi anunciado pelo Senhor através de Moisés.
Diante de faraó, Moisés falou o que Deus havia ordenado. Conforme a palavra do Senhor, Moisés ainda avisou a faraó que no dia seguinte Deus faria cair sobre o Egito uma grande chuva de pedras sem precedente. Misericordioso, Deus avisou os egípcios para que eles recolhessem seus animais que estavam no campo, pois se não fossem guardados, eles seriam mortos pelas pedras.
O texto bíblico diz que alguns dos oficiais de faraó temeram a palavra do Senhor e recolheram seus animais, mas outros não se importaram com o aviso divino e deixaram seus animais no campo. Depois, Deus ordenou que Moisés estendesse sua mão para o céu. Então, surgiram trovões e o Senhor fez cair a chuva de pedras, juntamente com o fogo, que também desceu do céu sobre a terra.
Assim houve sobre a terra do Egito chuva de pedras misturada com fogo que feriu tudo quanto havia no campo, isto é, homens, animais e vegetação. Em todo o Egito, apenas a terra habitada pelos israelitas não foi atingida pela chuva de pedras. Então, diante do julgamento da sétima praga, Faraó confessou que havia pecado.
Ele admitiu que o Senhor era justo, enquanto ele e seu povo eram ímpios. Faraó pediu que Moisés orasse ao Senhor para que aquela praga terminasse e disse que deixaria ir os israelitas. Moisés falou a faraó que assim que ele saísse da cidade clamaria ao Senhor e os trovões e a chuva de pedra cessariam.
Isso seria um sinal para que todos no Egito soubessem que a terra é do Senhor. Mas Moisés também deixou claro a Faraó que sabia que ele era hipócrita, que suas palavras eram vazias. Faraó não tinha se arrependido verdadeiramente e sua confissão havia sido apenas superficial.
De fato, faraó continuava impenitente e endurecido. Assim que a sétima praga cessou, o texto bíblico diz que ele tornou a pecar e endureceu o seu coração. Seus oficiais mais próximos também seguiram o seu exemplo.
Então, de coração endurecido, faraó não deixou que os israelitas partissem. A oitava praga, os gafanhotos. Diante da nova recusa de Faraó, Deus ordenou que Moisés estendesse sua mão sobre o Egito, para que viessem os gafanhotos sobre toda a terra, a fim de devorarem tudo o que havia restado depois da chuva de pedras.
Moisés fez conforme a palavra do Senhor. Dessa forma, a Bíblia diz que Deus fez soprar sobre a terra um vento oriental que trouxe gafanhotos que infestaram o Egito. Os gafanhotos eram muito numerosos e cobriram a superfície de toda a terra egípcia e comeram tudo o que havia disponível, de modo que não sobrou nenhuma folha verde nas árvores, nem na erva do campo.
Diante do impacto da oitava praga, o texto bíblico diz que faraó se apressou em chamar Moisés e Arão. Isso significava que o Egito havia chegado a um ponto crítico e a ameaça de uma grande crise era iminente. Diante deles, Faraó confessou que havia pecado contra o Senhor e pediu que uma vez mais eles orassem a Deus para que aquela praga terminasse.
Assim que Moisés saiu da presença de Faraó, ele orou ao Senhor e um vento forte levou os gafanhotos para longe do Egito, lançando-os no Mar Vermelho. Dessa forma, a Bíblia diz que nenhum gafanhoto restou em todo o Egito. A nona praga, as trevas que cobriram o Egito.
Depois da praga dos gafanhotos, Deus ordenou que Moisés, uma vez mais estendesse a mão para o céu, pois densas trevas haveriam de encobrir o Egito. Moisés obedeceu a ordem do Senhor e as trevas cobriram o Egito por três dias. As trevas eram tão intensas que os egípcios ficaram impossibilitados de fazer qualquer coisa durante aquele período.
Mas os filhos de Israel, por outro lado, tinham luz em suas habitações. Obviamente, esse cenário revelava que não havia uma explicação natural para as trevas que cobriram o Egito. Não se tratava de um eclipse do sol, nem mesmo de uma tempestade de areia.
Aquelas trevas eram sobrenaturais. eram um sinal que testemunhava a grandeza do Senhor. Uma das principais divindades cultuadas no Egito era R, o deus sol.
Ele era celebrado toda manhã quando surgia a luz matinal. Mas naquela ocasião o Egito ficou em trevas durante três dias. O deu sol, que segundo eles acreditavam, vencia continuamente as trevas e o caos, agora estava humilhado perante o sinal do único e verdadeiro Deus.
Aquela altura já havia ficado claro que o panteão egípcio não podia ser comparado ao Senhor, o Deus de Israel. Mais uma vez, Faraó mandou chamar Moisés e tentou negociar a saída dos israelitas para o deserto. Ele propôs que o povo de Israel fosse servir o Senhor, mas sem levar os seus rebanhos.
Contudo, Moisés lhe avisou que aquela proposta não podia ser aceita, pois as ofertas apresentadas ao Senhor seriam tomadas dos rebanhos. Portanto, os israelitas não podiam abandonar seus rebanhos. No entanto, o coração de faraó novamente foi endurecido e ele não liberou o povo de Israel.
Inclusive, Faraó expulsou Moisés de sua presença e o ameaçou, dizendo que se voltasse a vê-lo, ele o mataria. Realmente, quando Deus entrega o homem ao seu próprio pecado, o resultado é desastroso. O Egito estava prestes a sofrer a severidade da décima e última praga, mas seu rei agia de forma completamente inconsequente.
A décima praga, a morte dos primogênitos do Egito. O texto bíblico registra que quando os israelitas celebraram a primeira Páscoa, conforme a ordem de Deus, o juízo do Senhor passou pelo Egito à meia-noite e matou todos os seus primogênitos. Ninguém escapou, desde o filho mais velho do faraó até o filho mais velho de um prisioneiro que estava no calaboço.
Todos morreram. Até mesmo as primeiras crias dos gados foram mortas. A Bíblia ainda diz que no meio da noite os egípcios despertaram e houve uma lamentação muito grande no Egito.
Com exceção dos israelitas, não havia uma única casa naquele lugar que não houvesse um morto. Então, naquela mesma noite, Faraó convocou Moisés e Arão e pediu que os israelitas saíssem imediatamente do meio dos egípcios. Inclusive, faraó sabia que os israelitas prestariam culto ao Senhor e pediu que eles o abençoassem também.
É provável que com isso ele quisesse uma bênção que pudesse acabar com a maldição que tinha caído sobre o Egito. Nesse ponto, o texto também faz questão de ressaltar que os egípcios pressionavam os israelitas para que eles saíssem com urgência da terra do Egito, mostrando que aquele povo tinha reconhecido sua derrota perante o Deus de Israel. Além disso, antes de saírem, os israelitas despojaram os egípcios que favoravelmente lhes davam ouro, prata e roupas, conforme pediam.
Ao ferir todos os primogênitos do Egito, Deus mostrou o seu grande poder sobre tudo e todos. Nos tempos antigos, os primogênitos eram os principais herdeiros das famílias. O filho do faraó, por exemplo, era o herdeiro do trono do Egito.
Mas Deus revelou que nenhuma expectativa humana se realiza a parte de sua soberana vontade. Até mesmo o fato de os primogênitos dos animais terem sido alvos do juízo divino foi algo muito significativo. Como já explicamos aqui, no Egito, muitos animais eram tidos como sagrados, pois simbolizavam os deuses cultuados ali.
Mas quando até mesmo esses animais morreram, ficou claro aos egípcios que nenhuma de suas divindades seria capaz de lhes proteger contra o Deus de Israel. Então, foi depois de tudo isso que finalmente os filhos de Israel partiram do Egito rumo à terra prometida numa viagem que duraria décadas, mas esta já é outra história. E se você tem vontade de crescer ainda mais no conhecimento da palavra de Deus, estudando a Bíblia de forma detalhada, eu te convido a estudar teologia conosco de qualquer lugar, totalmente online, através de videoaulas, apostilas e com certificado de conclusão.
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