[Música] bom a gente já aprendeu né dando continuidade ao nosso curso né de suporte avançado em pediatria a gente aprendeu o básico quer fazer uma boa semiologia um bom exame físico na criança agora a gente vai ver como que a gente faz essa abordagem né Desse atendimento né de essa abordagem sistemática na enfermagem né em pediatria e a primeira coisa que a gente avalia é a questão do triângulo de avaliação pediatra esse triângulo Ele é preconizado lá pelo protocolo do American Horror Association que é um triângulo que vai trazer uma base do que a gente
precisa avaliar nessa criança gravemente enferma tá E esse triângulo né ele tem um trio de três coisas que a gente precisa avaliar que é a aparência tá e a aparência a gente vai avaliar por esse mnemônico que é o ticof que a gente vai especificar nos próximos slides a gente avalia a questão dois esforço respiratório tá e dentro do esforço respiratório a gente avalia as retrações e os sons respiratórios pela ausculta e a gente avalia a circulação tá então a gente avalia a questão da palidez da presença ou não de cianose tá e da questão
do loteamento o moteamento é conhecido popularmente por ela pele mapeada tá então quando falar eu paciente tá todo mapeado tal a gente o termo técnico é correto para isso é moteamento tá então quando a gente avalia a primeira parte do triângulo de avaliação pediátrica que é aparência a gente usa o mnemônico de coffee tá esse mnemônico é uma série de ações que a gente vai avaliar então o que que a gente vai avaliar no a gente vê a questão do tônus tá do tônus muscular da criança a gente avalia a interatividade dessa criança tá mais
interativa menos interativa a gente avaliar consolidabilidade tá essa criança tá irritada chora o tempo todo nada consola ela tá sem materno não consola ou colo da mãe nada né nem uma posição mais confortável nada consola ela tá a gente avalia o olhar a aparência é um olhar que segue né os objetos sendo as pessoas é um olhar fixo tá isso pode indicar por exemplo uma crise epilética né e a aparência geral da criança e a gente fala avalia fala né quando são crianças verbais ou na fase pré-verbal a gente avalia o choro tá bom se
é um choro persistente tá se isso é um choro periódico Enfim tudo isso a gente avaliando de coffee tá que esse mnemônico para ficar fácil para vocês sempre lembrarem dentro do Triângulo de avaliação pediátrica tá E aí vocês não vão esquecer mais na respiração a gente vai avaliar a questão do esforço respiratório tem esforço respiratório ou não E se tiver esse esforço respiratório que está presente dentro desse esforço respiratório tá existe a presença de batimento de asa nasal existe a presença de tiragem o uso de musculatura acessório então tem retração ele subcostal tem retração diafragmática
tá tem retração de cúrcula lembra que essa região aqui do pescoço né quando essa região chama de Furla quando a criança está com desconforto respiratórias esse esforço respiratório criança tá com uma ataque apneia ou ela tá com uma Brahma ela tá respirando mais devagar do que é o esperado ou tá esperando muito rápido essa respiração tá profunda tá superficial está simétrica tá bilateral ou soltar em um dos lados tá E principalmente ela escuta tá E aí na escuta a gente avalia a presença de sibilo estridor né ou gemido pode ser audível só na escuta ou
audível mesmo sem estetoscópio tá bom Aqui tá um QR Code de alguns exemplos para vocês treinarem o ouvido para escutar pulmonar tá que tem como que são os sons respiratórios tá vamos dar uma olhadinha esse vídeo Tá disponível no YouTube Eu deixei o QR coxa mas a gente vai ouvir junto tá para a gente fazer essa diferenciação do que são muitas vesiculares do que são sebos distribuido agora vocês vão escutar o som pulmonar normal tá como que é esse meu número vesicular que é o normal o fisiológico né da criança [Música] agora vocês vão escutar
tá bom o sibilo ele é um ausculta pulmonar que ele pode sem decorrência desse passagens Estreita de ar tá essa passagem Estreita pode ser por uma asma pode ser por uma bronquite ou bronquiolite tá pode ser um DPC mas aí é mais para casa de adultos e casos de neoplasias tá [Música] agora vocês vão ouvir os sons de crepitações tá E aí a captação ela é geralmente presente no final da Inspiração tá ela é bem Agudo ela não altera com a tosse tá E é também audível em base pulmonar tá isso pode ser em decorrência
de uma pneumonia por exemplo ou um edema pulmonar [Música] [Música] esse próximo som é de um escritor e é esse escritor ele pode ser por uma obstrução da traqueia Tá e isso pode ser uma obstrução né Por algum alimento Algum objeto pode ser em decorrência de uma laringite Tá bom pode ser um anelplasia ou até uma estenose de traqueia [Música] Então é isso gente tem vários vídeos no YouTube que mostram esses tipos de sons eu trouxe aqui só um exemplo didático para a gente fazer essa diferenciação junto deixei o QR code para vocês consultarem posteriormente
se vocês tiverem interesse tá bom falando de circulação que que a gente avalia dentro desse triângulo de avaliação pediátrica pele mucosa Tá bom então a gente vê se essa pele né Tem tá pálida ou se ela tá normal se ela tem a presença do loteamento que é o que a gente conhece popularmente por pele mapeada tá porque a presença disso indica alguma disfunção que precisa de alguma intervenção ali tá a médica de enfermagem pense a nozes labial tem cianose nas unhas tá E aí Claro Às vezes tem crianças que gosta de usar esmalte tá então
sempre quando essa criança tiver ali no atendimento sempre possível se tiver de esmalte tira tá porque às vezes o esmalte pode dar erro até uma pessoa oxímetro na saturação de oxigênio e aí também você não consegue avaliar cianose das Unhas tá bom a gente avalia a questão do robôr tá que é aquela vermelhidão ali da pele e esse rupor pode ser uma série de coisas pode ser por conta de uma simples febre né febre causa rubor nas bochechas das crianças por exemplo o robô pode ser por conta de coisas mais graves como um choque distributivo
tá ele pode ocorrer por conta também de uma sepse ou uma anáfalexia tá que é uma reação alérgica e sacerda tá avaliasse existe a presença de petecas de púrpura porque principalmente a presença de petecas por exemplo pode indicar uma dengue a questão de púrpuras tá no corpo da criança pode indicar a doença da púrpura tá E essa doença ela é muito grave e ela precisa de uma intervenção ali rápida da equipe de saúde tá ou se algumas lesões hemorrágicas que são claramente visíveis né que precisam ali de cuidado E aí esse triângulo né a gente
faz essa avaliação Inicial mas existe uma sequência que a gente está sempre fazendo que ela deve ser contínua dentro ali do nosso cuidado de enfermagem que é a sequência de avaliação de identificação intervenção e avaliação tá então na identificação a gente identifica o tipo e a gravidade do problema da criança que tá ali que a gente está admitindo que da criança que tá ali na triagem do PA tá então a gente faz Identificação do tipo e a gravidade do problema da criança posteriormente a gente intervém com ações que estão dentro do nosso corpo de enfermagem
né nessa sequência contínua o médico vai intervir com ações que estão dentro do escopo médico mas como a gente tá falando aqui de enfermagem Então essa sequência tá dentro do nosso escopo de enfermagem as nossas intervenções vão ser cuidados de enfermagem Tá então a gente vai intervir com essas ações e posteriormente a gente avalia porque a gente precisa saber se aquela intervenção que a gente fez foi satisfatório ou não se ela resolveu aquele tipo aquele problema que a gente identificou inicialmente porque se não resolveu a gente precisa novamente traçar uma outra estratégia uma outra intervenção
né ou identificar um outro tipo de problema porque a gente às vezes identifica como um tipo de problema e na verdade é outro então por isso que precisa sempre estar fazendo essa sequência contínua tá bom sempre identificar intervir e avaliar e aí dentro da avaliação a gente faz avaliação primária e a avaliação secundária tá bom E aí é o que eu falei aqui que eu deixei até um balão amarelo para ficar bem visível para todo mundo tá bom sempre né avaliar após intervenções tá bom porque porque às vezes o que a gente identifica naquele momento
em questão de meia hora uma hora isso pode mudar totalmente tá então às vezes a gente identifica uma criança que tá com desconforto respiratório e aí a gente intervém com ações né para controlar para manejar esse desconforto respiratório mas por algum motivo Qualquer que seja né se a gente não avaliar essa criança por qualquer motivo ela pode evoluir junto desconforto para uma insuficiência respiratória em questão assim de minutos e horas tá então isso muda muito né com o estado do tempo então a gente precisa estar fazendo essa sequência contínua durante toda a assistência ali de
enfermagem com essa criança que está internado com essa criança que tá ali no ponto atendimento ou qualquer serviço de saúde mas como é que a gente está focando de vida é mais a nível de pa e enfermaria né e na UTI né o cuidado intensivo né não tem como porque o estado da criança ele pode ser alterar ou piorar né com o tempo E aí aqui eu trago alguns tipos né de possíveis problemas e gravidades que são comuns em pediatria tá claro que tem uma imensidão a lista extensa de coisas que podem ser graves né
na Pediatria mas aqui eu tragos mais comuns que vocês vão ver com uma frequência assim bem acentuada tá na sua assistência e quais são eles o desconforto respiratório e é insuficiência pode ser em decorrência de obstações da via aérea superior tá obstruções da via aérea inferior pode ser por conta de uma doença do tecido pulmonar como uma pneumonia tá e alguns distúrbios de controle de respiração que podem estar Associados a doenças neurológicas né E esses tipos né de problemas podem levar né são diferentes entre si mas todos eles podem levar ao desconforto e a insuficiência
respiratória e aqui nesse curso a gente vai aprender a fazer essa diferenciação que que é desconforto O que é insuficiência da gente lá no exame físico da criança a gente vai falar olha essa criança tá com desconforto respiratório ou essa criança piorou e está numa insuficiência respiratória vai precisar de um suporte extensivo vai precisar ali né de um bipapa vai precisar ser entubada tá então a gente vai aprender isso a fazer essa identificação esse manejo né e a partir disso depois a gente identifica se isso por conta de uma obstrução né superior e inferior se
é uma doença de tecido pulmonar ou se é um distúrbio de controle de respiração outro tipo de problema que é bem presente na Pediatria são os choques tá e a gente tem uma série de tipos de choques que a gente vai falar uma aula só sobre isso tá E aí dentro desses tipos de Choque pode levar o que a gente chama de choque compensado e choque compensado e o choque hipotensivo pode levar a uma parada cardiorrespiratória tá então quais são os tipos de choque que a gente vai falar na próxima aula o choque e por
volêmico o choque distributivo o choque cardiogênico e por fim o choque obstrutivo tá E aí o que que a gente vai aprender nesse curso a gente vai aprender a identificar um choque compensado tá a gente vai saber todos esses tipos Mas se a gente consegue identificar que uma criança tá ali no choque compensado que ela tá apresentando o mecanismos compensatórios de um possível choque que a priori às vezes eu posso não saber qual tipo de choque que é mas se eu ver que ela tá num choque compensado eu já vou intervir o mais breve possível
para evitar né ou se ela tá já não choque potensivo tá se ela tá com uma hipertensão ali exacerbada Eu já faço a intervenção para evitar tá uma possível parada cardiorrespiratória E aí na avaliação a gente faz avaliação primária e a secundária a gente vai falar um pouco agora sobre a variação primária tá avaliação primária a gente segue as letrinhas do alfabeto que é o a b c d e tá e para cada letra Vai ser uma área que a gente vai focar então na letra A gente vai focar na via aérea na letra B
de focar respiração a letra B é assim que tá em inglês de priefing né que respiração a sede circulação a d de disfunção tá E aí que vai ser a exposição então o que que a gente avalia na via aérea tá a gente avalia se essas via aéreas dessa criança ela tá aberta então Tem movimento tórax ou do abdômen né Como que tá a escuta desses sons respiratórios tá existe fluxo de ar nariz de boca tá ou em pacientes por exemplo traquestomizados né Não é para ter passagem diária aqui pela boca e pelo nariz se
tiver tem algum problema ali naquela Tracker tá tendo escape de ar tá isso é uma coisa que a gente avalia muito criança tá então às vezes parece até meio bobo ai como que eu vou se a pessoa criança tá respirando É claro que vai ter esse fluxo de nariz boca né mas às vezes numa laringite uma faringite isso pode estar prejudicado em criança com traqueo o ar aí pela traqueostomia né se tem escape pela boca e nariz a gente tem que verificar se não tem algum problema aqui nessa nessa parte tá se não tá tendo
escape de ar se o câncer também insuflado certo E aí dentro dessa avaliação da via aérea a gente Verifica a questão da respiração porque a ausência de respiração ou aquela respiração argônica que a gente chama de gaspim tá ela é um Claro sinal de PCR tá bom de parada cardiorrespiratória E aí a gente precisa já intervir um suporte básico um suporte avançado de vida tá [Música] na respiração O que que a gente avalia tá então a gente avalia a frequência respiratória o esforço respiratório a gente verifica também as possibilidades pulmonar ela tal correndo ela tá
mais possibilidade de aumentada diminuída simétrica só de um lado só de um outro a gente avalia os sons pulmonares tá e bem como nas vias aéreas né pela questão destruidores são traqueal e a saturação de oxigênio pela oximetria de pulso tá E aí sempre lembrar que nos casos de bradipnéia tá então essa frequência respiratória diminuída essa frequência irregular né às vezes ela não tá diminuindo Mas ela está irregular alterna com períodos de apneia ela pode também indicar uma parada respiratória iminente tá E aí precisa de uma intervenção rápida né e urgente na circulação a gente
avalia a coloração da pele e a própria temperatura corporal E aí a gente Verifica a frequência e esse ritmo cardíaco esse ritmo ele tá rítmico ou arrítmico tá que isso pode indicar uma possível arritmia que depois a gente vai verificar dica como que tá esses pulsos periféricos né e os cursos centrais né femoral jugular né dá um pulso forte então puxo fraco tá a gente avalia também preenche o tempo de preenchimento capilar que é aquele que a gente avalia apertando os dedos né então quando a gente aperta que fica branco quando ele retorna a circulação
ele fica vermelhinho em menos de três segundos A perfusão tá adequada você aperta e demora mais três segundos até ficar Vermelhinho de volta fica branco por muito tempo tá um tempo de preenchimento capilar maior de 3 segundos Então tá tá ruim essa perfusão tá essa perfusão tá baixa e a pressão arterial Tá certo e aqui ó tá errado que o pessoal não colocou o bradipineia Mas é uma frequência cardíaca irregular tá ou uma frequência cardíaca tanto aumentada quanto uma frequência cardíaca baixa tá também é sinal de parada iminente Tá bom então sempre ficar atento desde
disfunção O que que a gente avalia essa parte aqui do nosso Pentágono né da avaliação primária a gente avalia a função neurológica tá então a gente vai ler o nível de consciência o tônus muscular a gente aparece essa criança tava muito irritada ou se ela tá letagem tá e se tem a dilatação Popular que é das pupilas aqui dos olhos tá e é importante dentro dessa do deda de suas função a gente avalia a escala de Glasgow tá a gente avalia a escala de Glasgow faz escola de glasgo pediátrica que tem uma escala só para
criança tá pede existe a escala de resposta Popular a luz se essa pupila Ela É ISO e foto reagente ou se ela é foto reagente somente um dos lados tá e avaliar também a Glicemia tá porque a Glicemia pode afetar a função neurológica então uma criança que tá com hipoglicemia ela pode apresentar um nível de consciência rebaixado tá e é importante fazer a Glicemia capilar para a gente verificar essa questão tá bom o exposição a gente avalia toda a extensão corporal da criança tá que aí já é por meio da inspeção E aí dentro desse
Dessa letra que a gente vai valer na avaliação primária a gente verifica traumas lesões queimaduras a gente também Verifica a questão de trauma não acidental tá bom E aí dentro desse trauma ocidental a gente já tá falando de enfermagem de forense tá porque às vezes a criança dentro é um serviço de saúde às vezes por uma queixa né fisiológica mas às vezes nessa avaliação primária você já pega uma situação aí de abuso abuso físico abuso sexual né alguma lesão que não foi de ordem fisiológica não tem nada a ver com a patologia né ou não
foi uma lesão acidental mas sim foi provocada por um terceiro tá bom E aí para quem trabalha principalmente no serviço de urgência Samu é super importante esse olhar tá bom e para você que gosta dessa questão a gente tem um curso só para isso de noções de informática pensa que no Sesi se você tiver interesse você pode estar assistindo posteriormente e né dentro da exposição a gente avalia também a presença de petecas de púrpuras porque novamente eu que havia dito presença de petecas e púrpuras pode indicar algumas patologias algumas doenças né específicas principalmente a púrpura
uma patologia muito grave tá que pode causar hemorragias internas principalmente hemorragia subdural craniano enfim e aí isso traz uma gravidade maior ali do quadro clínico da criança E aí outra coisa que a gente avalia também né Falando dessas dessas lesões desses traumas que não são acidentais essas contusões outras tipos de lesão estão diferentes estágios de cicatrização tá essas lesões estão em congruentes com o histórico da criança então às vezes os pais o responsável legal fala assim ai Fulano caiu do berço E aí você vai ver que aquela lesão não está compatível com que foi relatado
ali no exame físico também ficar muito Atento e aí a gente faz essa avaliação primária né aqui tá bom então se a gente já identifica uma lesão que não tá batendo ali com a história com Que foi referido tá lá no serviço de saúde Isso já é um pisca alerta muito importante que a gente leva em conta no atendimento dessa criança tá já na avaliação secundária ela é um pouco mais específica Tá mas ela depende da primária porque viu como que a gente fez toda uma coleta de dados né que são muito importantes e aí
a partir disso a gente faz essa avaliação secundária que ela é mais específica tá E aí avaliação secundária ela consiste também nesse triângulo que aborda três coisas o exame físico específico tá porque lá na primeira aula a gente aprender a fazer um exame físico geral né abordando todas as questões quando aquela criança chega no serviço de saúde a gente faz uma triagem Então qual é o problema a gente identificando problema a gente vai partir para o exame físico específico a gente vai perder tempo fazendo outras o exame físico completo em outras coisas se é prioridade
é daquele problema que a gente ficou então aí na avaliação secundária a gente Foca no exame físico específico o histórico específico também a gente pega todo esse dado da avaliação primária e específica né Desse triste mais detalhes para a gente ter uma noção e a gente avalia usar gás e os tês tá E os agasos terço a gente avalia principalmente né quando a criança já evolui de um desfecho mais grave com uma parada respiratória uma parada cardiorrespiratória os gases estejam dando esse direcionamento para gente tá então na avaliação secundária que que a gente avalia trouxe
aqui para vocês o mnemônico muito famoso que eu sempre tá o Simple é um minnemônico de algumas coisas que a gente tem que levar em conta tá nesse histórico específico então o que que a gente coleta na história no histórico específico os sinais e os sintomas se a criança tem alergia ou não se tem do que é alimento medicamento tá as medicações que a criança faz uso por ventura ou já fez o passado médico essa criança tem alguma comorbidade né ou Já teve já foi tratado já fez alguma correção cirúrgica tá bom Leste mil tá
última refeição que horas essa criança comeu tá porque por exemplo Num caso de apendicite é super importante que você saber quando foi a última vez que essa criança comeu Porque se ela precisar ir para o centro cirúrgico você já tem que dar um direcionamento ali para equipe médica essa criança comeu há quatro horas atrás tá E aí equipe médica vai ter uma noção de quanto tempo de jejum né vai precisar para já começar o procedimento por exemplo tá isso é muito importante e a questão de outros eventos que sejam relevantes né para aquela para aquele
caso que você tá que caso Clínico específico da criança que você tá cuidando tá bom E aí gente não só na variação secundária mas como um todo e eu já falei isso na primeira aula Comunicação tá ela é super importante as pessoas pecam muito nesse aspecto por isso que eu sempre vou reforçar precisa ser uma comunicação efetiva uma comunicação Claro objetiva de uma maneira amistosa tá bom nunca né mesmo no maior estresse possível pode ser a urgência pediátrica que for tá sempre ter uma comunicação Franca Claro objetiva sem tom de acusação mesmo que você detecta
uma avaliação ali na avaliação primária uma situação potencial de violência contra criança foco ali o cuidado da criação não pode supor você não pode confrontar esses possíveis abusadores tá então sempre manter uma comunicação efetiva uma comunicação não violenta tá muito se fala hoje sobre comunicação não violenta tem vários cursos que ensinam né até essa abordagem não violenta seja com os pais ou com os responsáveis legais dessa criança que eu trago uma foto tá tinha um profissional de saúde fazer um exame físico específico tá nessa criança e dos hás de dos textos os gases e os
tês são as causas mais comuns de parada cardiorrespiratória Então por vezes a criança vai adentrar o serviço já em parada seja respiratória ou parada cardíaca ou a parada cardiorrespiratória em si tá E aí os hz vão dar um direcionamento para gente das causas do que pode ser a causa dessa parada tá E essas HQs a gente tá falando aqui de Pediatria Mas isso também vale para adulto tá Então quais são os hz e os três Quais são as causas mais comuns de parada cardiorrespiratória em criança tá pode ser por conta de uma hipovolemia da hipóxia
por acidose tá respiratória pode ser por conta de uma hipoglicemia uma hipo ou hipercalímia que é osso o potássio né abaixo ou uma concentração de potássio aumentada hipotermia tensão do tórax a gente pode pensar por exemplo um pneumotórax tá no tamponamento toxinas aí a gente tá falando aí de envenenamento intoxicação tá e as tromboses que pode ser tanto pulmonar quanto coronária tá então na prática Clínica a gente fala que são os 6h tá e o 5t E aí fica muito fácil da gente gravar e lembrar desses a gazets quando a gente está atendendo uma criança
uma criança ali gravemente enferma que teve parada cardiorrespiratória depois que reverte né a gente pensa nesses possíveis hz para a gente dar para o segmento a esse cuidado esse tratamento Clínico da criança bom ficamos por aqui na próxima aula a gente já vai começar a fazer a diferenciação entre desconforto e insuficiência respiratória e como a gente faz esse manejo dentro do escopo da enfermagem Vamos fazer uma pausa nos vemos lá