É uma boa noite a todos nós vamos iniciar Mais uma aula da disciplina teoria e metodologia da história dois seu professor Juliano de Moraes e nós vamos poder hoje fazer uma reflexão sobre o texto básico da área de teoria e metodologia da história que discutir filosofias da história que é o texto do Big Brother e do exame mmartan hoje pesquisadores da área de história mas que não necessariamente são Historiadores o texto-base é isso né Nós vamos fazer outras várias referências para reflexão eu acho que essa reflexão deve caminhar vocês no sentido de pensar um pouco
a filosofia da história sobretudo de immanuel Kant e de rádio bom antes de iniciar propriamente A reflexão sobre Kant e Hegel que a proposta por digo ideia de maçã eu só quero relembrar vocês o seguinte e nós estamos iniciando nós estamos na primeira né Depois da nossa apresentação Nós estamos na primeira aula de teoria e metodologia da história dois e vocês devem ter passado ou tem que ter passado por uma reflexão que é a seguinte vocês devem ou tem que ter passado pela reflexão sobre a historiografia greco-romana e Aqui nós temos a discussão sobre o
modo de Story Mode construção da história de Heródoto e tucídides depois uma historiografia de políbio depois uma historiografia de Tito Lívio e Tácito E para passar com segundo momento de uma historiografia medieval beneditina em que determinados métodos críticos começam a ser aplicados e que são desencadeadas e que é que se desencadeiam para o os historiadores do renascimento e as explorador do renascimento são fundamentais sobretudo jama abilon. Explorador tem que lembrar de sujeito e lá no final do século 17 produz o livro chamado de resto diplomática e nem esse livro é resto de Informática ele Funda
o que a gente chama de diplomática que é um método crítico de análise histórica e esse método crítico permite ao historiador é descobrir várias questões relacionadas a crítica dos documentos por exemplo usa mabillon para Escreve na sua obra e consegue descobrir que havia uma doação falsa Temporada por Constantino é o papa Se tiver Silvestre nos 14 o ou seja o chama pylon a partir da Diplomática que era uma disciplina uma ciência o modo de pesquisar uma metodologia da história consegue descobrir que determinava as terras doadas por Constantino via um documento para a igreja católica era
na verdade um documento falso e isso é uma bomba no campo da história da história A bíblia é fundamental mais Block no livro chamado Apologia da história ou o Ofício do Historiador vai dizer que olha um dos fundadores da Crítica histórica é jama Dylon Esse é um dos Pais da crítica histórica e é fundamental portanto os historiadores e esse Historiador sobretudo medieval medieval não tu quer Nascimento A partir dessa reflexão Nossa vocês tem que ter passado por filosofias da história tá escova de giambatista vico A ou B Play ou Beckham ou seja passa para a
discussão do empirismo e depois a gente entrar agora uma História No Limiar da história científica que é basicamente A reflexão sobre as filosofias da história eu tinha filósofos aqui para entrar para refletir com vocês eu poderia escolher o romantismo alemão a refletir sobre a filosofia da história com vocês e as origens do historicismo eu poderia pegar a renda eu poderia pegar Chile eu poderia pegar Fit shellen só que eu escolhi pegar Kant e Hegel porque eu acho que os dois deixam muito bem clara Proposição da filosofia da história e a partir dos dois que nós
fazemos a leitura do livro as escolas históricas e do texto propriamente dito titular das filosofias da história que é publicado por guibur der TV mmartan é o que me der permite liberar o Bruno aqui o que puder já faleceu viveu de 942-a 1982 viveu muito pouco menos 40 anos e era um doutor em letras estilo o estudioso da América Latina e o em Weimar tão era basicamente é um Estudioso de história medieval já tá bem velhinho nas nossas 48 mas tá vivo ainda esses dois autores público essa obra as histórias as escolas históricas em 1982
pela editora europa-américa e até os dias de hoje 32 um ano mais velho do que eu tô com 37 38 anos atrás essa obra lançada e até hoje essa obra é um manual clássico para os historiadores o manual fundamental de discussão para o historiador Já postou escolhi a reflexão feita por bem maçã para fazer a Discussão com vocês tá a história de Kant e Hegel tem ler o texto por inteiro vai ver lá que ela tem conte ela tem espelho né ela tem tombinho todavia nós vamos discutir Kant e Hegel o restante se transforma numa
leitura complementar mas antes de entrar nessa reflexão sobre filosofia da história a gente tem que entender e eu sugiro a vocês que a nossa isso talvez não precisa notar que tá ficando gravado mas eu sugiro a vocês que guardem muito Bem isso que a ideia de que qual a diferença da sua Sofia na história com a teoria na escola Bom vamos lá a filosofia da história tem uma obviamente tem uma carga de especulação filosófica e e ao contrário da teoria da história tem menos especulação filosófica a teoria da história tem uma preocupação fundamental com sentido
da história é o sentido é fundamental e a teoria da história tem uma Preocupação primordial com as realidades históricas perdidas ou pretéritas é e como é que é teoria da história se preocupa com essa realidade pretérito passar dessa realidade do passado a partir das folhas e a uma produção nas filosofias da história de e que Lobo basicamente eles estão preocupados em entender o sentido da história e uma preocupação com esse sentido especulando na produção do Conhecimento histórico a uma produção feita por historiadores ou cientistas sociais como queiro se pautam em documentação histórica com uma carga
mínima de circulação na filosofia da história a os as obras de filosofia da história são realizações pessoais dos filósofos Esse é um projeto geralmente pessoal do ponto de vista da teoria da história é uma realização é um espaço de discussão coletiva de setores da historiografia a Professor você inventou isso você tirou e de onde essa diferença entre teoria e metodologia da história tirei daqui ó o volume 1 do Livro Jose D'Assunção Barros intitulado princípios e conceitos fundamentais do livro chamado de o dia da história tá lá na página em 126 em que ele literalmente desenha
assim e vocês verem melhor comida é o Bruno tá pedindo para o senhor colocar ele aceita ali na sala ele tá tentando um minuto Obrigado não percebo Tô fazendo uma síntese dessa reflexão e nós temos do lado da filosofia da história nós temos uma maior carga de especulação filosófica nós temos uma preocupação primordial com o sentido da história nós temos uma produção de filósofos e nós estamos nós temos realizações pessoais desses filósofos e do ponto de vista da teoria da história nós temos uma menor carga de especulação Nós temos uma preocupação primordial com a realidade
histórica pretérita com base nas fontes nós temos uma produção de historiadores e cientistas sociais e nós temos um espaço de discussão coletivo de setores da história tô vendo as distâncias e os diferença tem que perceber essa diferença entre teoria da história e filosofia da escola É mas o tempo da história filosófica demais tem uma carga de circulação mas geralmente a teoria da história trabalha Com base na história da historiografia O que é outra coisa Vamos separar estoura historiografia história no sentido de ação dos homens no tempo e historiografia no sentido de Fortuna crítica da produção
historiográfica ou seja obras produzidas pela produção história então a história da historiografia as ações dos homens do tempo produzindo livros de história eu percebo as diferenças na história e teoria da história história da Historiografia É nesse sentido Que Nós entramos na reflexão da filosofia da história propriamente dita Porque Nós entramos na reflexão da filosofia da história propriamente dita porque a filosofia da história propriamente dita é fundamental para a fundação da história científica no século 19 a encontrar negócio nem pena Que precisaremos passar pela reflexão sobre a filosofia da história mas ela é fundamental para compreender
a história Senti a cientifização da história no século 19 EA filosofia da história nós discutimos geralmente o século 18 em diante ou seja temos uma reflexão que é importante é necessária e que nós temos que fazer sobre as filosofias da história e Nós entramos basicamente no intuito nessa aula de compreender o seguinte e qual é a perspectiva de da filosofia da história Iluminista e qual é a perspectiva da filosofia da história e De a lista a 12 modelos de pensar só que dois modelos dentro da filosofia da história ou seja dois modelos que tem uma
maior carga de especulação dois modelos que são preocupados com o sentido da história dois modelos são produção de filósofos dois modelos que são realizações de filó E aí a gente entra para refletir sobre só que tal refletir sobre o que a gente tem que ter entrar também não vai reflexão que é sobre o Século 18 e entender um pouco a historicidade do século 18 tem que ser historicidade Ou seja é o substrato sócio-político-econômico cultural que existe no século 18 é Sua sensibilidade das pessoas é aquilo que sustenta o pensamento desses sujeitos estão sujeitos do mundo
Eles não estão Enrolados agradar as pessoas dizerem que os filósofos ficam isolados em seus gabinetes que nós vamos por exemplo nós temos uma curiosidade muito grande Fabricante sair para cá Oi tia no mesmo horário as pessoas acertavam relógio mesmo grande passar na cidadezinha pequena Aquele vinho corre Berg o ou seja o sujeito é o indivíduo social é o indivíduo que vive em sociedade e ele traz os os aspectos da sociedade para as obras dele inevitavelmente e o que vai conhecer a filosofia da história do século 18 fundamentalmente Ideais iluministas os ideais iluministas articulados com a
Revolution E aí a vocês a revolução francesa e tem que entender portanto que o contexto histórico do século 18 é um contexto que serviria iluminismo a ideia da ilustração a iluminação a ideia da razão e ao contrário da ideia que foi lá que foi criada a ideia das Trevas no mundo Medieval foi lá que foi criada a noção de renascimento pós mundo medieval Ou seja a ideia da ilustração do iluminado do esclarecimento daquilo que digo ideia e arrematamos chamado de ao rum o irmão trazer para o centro do debate uma reflexão que típica da metafísica
o ou seja há uma primazia das filosofias da história na abordagem do fluxo histórico no século 18 Eu mencionei aqui vários filósofos da história renda Bleach E Eu mencionei aqui outros românticos alemães que também tem uma carga muito grande população ou seja razão EA metafísica Tão tentando um articulação nesse momento história é interessante isso guardinhas razão e metafísico para lendo fisio Oi e a ideia da racionalidade e obviamente ambos guiados por uma perspectiva de especularam futuro da história de pensar o passado em direção ao futuro de pensar no sentido da História o meu perspectiva de
pensar o passado e tentar percorrer o sentido da história a gente chama isso de tem lê o lógico é uma visão teleológica da história do George religião que é grande parte dessa turma não é ter ou Lógico épeler o longe o ou seja especular o sentido da história propondo um tellus e o que que é Otelo é o fim da história portanto meus caros guarda isso a filosofia da história procura a pena sim é procura Compreender e explicar e especular sobre o sentido da história e o futuro e o Finn e o Delos Portanto ele
é Tele o lógico e É nesse sentido que o fim da história ou seja para esses filósofos sobretudo Kant e Hegel para eles o fim da história está se concretizando no seu momento histórico a Revolução Francesa fundamental para isso e a noção de liberdade Paulo esse sujeitos e É nesse sentido que a humanidade A revista com um sujeito universal para essas filosofias da história ou seja a humanidade é uma só vamos expandir a Revolução Francesa para o mundo e vamos tirar a Revolução Francesa sobre a Europa ela é muito importante para ficar só na Europa
a humanidade é uma só se lembra uma Revolução Francesa e a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão me libertei vale ter que só tem que ter a liberdade igualdade e fraternidade Para o mundo universalmente Revolução Francesa sobremaneira influencia as filosofias da história e esse bem aqui ó Oi José Carlos aí intitulado história e teoria faz um caso muito interessante sobre isso e ele vai deixar muito bem claro que a senhora Sofia da exploração modernas porque elas são influenciadas por uma modernidade que vem da Revolução Francesa elas são modernas porque elas colocam a questão
do sentido da história Da história Universal a partir da Perspectiva da razão se tem alguma coisa mais moderna do que pensar racionalmente se tem alguma coisa mais moderna do que fazer autocrítica racional e portanto meus caros quando eu falo filosofia da história para os modernidade automaticamente eu tiro do meu espectro de reflexão tiro da ideia de reflexão Qualquer que seja a noção do que as pessoas chamam de pós-moderno na História a Deus me livre com o pós-moderno inventaram esse tal de pós-moderno nós não superamos sequer uma modernidade mais crítica inventar quando estamos no estágio pós-moderno
de Onde tiraram isso tiraram isso para alguns autores e esses autores trazem críticas que são críticas tipicamente modernas e portanto e eu como pesquisador não aceito a reflexão sobre o pós-moderno porque nós Não passamos do estágio da história de uma reflexão de uma autocrítica a própria modernidade o pós-moderno dizer alguns tenta tenta dizer que tenta criticar própria modernidade Isso já é uma coisa da modernidade sujar é uma característica fundamental da modernidade Eu gosto muito de um pesquisador chamado o jeans eu perdi eu me esqueci o primeiro nome dele e ele vai chamar isso de her
modernidade reflexiva E eu digo atrás E aí O Anthony Giddens pergone Anthony guiddens chamado modernidade reflexiva e ele vai trazer o seguinte Olha a modernidade reflexiva é o mais alto estágio de crítica própria modernidade só que a crítica é natural e da modernidade então nós passamos no momento em que nós fazemos uma espécie de autocrítica e o que é que a moderna e aí muitos Indivíduos entendem e compreendem essa autocrítica como estágio posterior e da modernidade e não creio Anthony Giddens modernidade crítica é fundamental para essa reflexão é fundamental para perceber que a humanidade é
tida como sujeito Universal e que a Revolução Francesa traz isso para o primeiro plano e para atingir né esses filósofos estão passando por esse momento história Sobretudo cante errei para atingir os objetivos ou seja para atingir os objetivos da lógica da Razão da Moral da liberdade qual que é o lugar privilegiado para atingir a história e nós temos uma peça de teatro São metade porque eu tô criando nós temos uma peça de teatro em que a história está ali é o palco para caminhada dos personagens que são os indivíduos por jeitos em prol em sentido
a liberdade e a liberdade social cansada a partir da Moral e da razão e essa reflexão filosófica é fundamental para entendermos portanto que o discurso das filosofias da história é um discurso Emancipador ele diz a emancipação da humanidade bom e é justamente nesse sentido que de um modo geral com esse tipo de discurso Emancipador tem duas vertentes duas vertentes muito importantes que são exemplificados por Kant reino nós temos a vertente A política O que é o Iluminismo francês que é um discurso Emancipador que há uma perspectiva de que os os produtores da liberdade e Futura
São um povo e seus heróis que seguem uma moral racional Ou seja você segue uma racionalidade uma ideia de moral e o povo nos seus heróis vão conquistar essa liberdade é muito mas ela levou São Francisco e vamos pensar na Revolução Francesa e obviamente que você é pautado Influenciado pela Revolução Francesa é contrário a igreja não está de que o estado os resquícios do Estado Nacional absolutista e ao mesmo tempo meus caros nós temos uma segunda via que é a via filosófica mais filosófica desse discurso Emancipador que é o idealismo alemão que é influenciado nada
mais nada menos ou Nada mais sobre por ninguém menos que George Will Rain fredrich rádio ou seja nós temos uma corrente de um discurso Emancipador e que o sujeito da liberdade é o espírito que se encarna no sistema filosófico no sistema sociopolítico e econômico e cultural bom e que vai chamar de espírito e o Espírito dos tempos é aquilo que ele chama desgas o ou seja recapitulando Nós temos duas orientações da filosofia da história uma de cunho político mais político e uma de cunho mais filosófico é essa de boi político é muito Claramente influenciada ou
exemplificada por immanuel Kant Bom dia de cunho mais filosófico Idealista é o idealismo alemão e ter ao mundo ideal a proposta o George rádio e portanto meus caros essas duas visões filosóficas na virada do século 18 para o século 19 vão ditar as normas daquilo que a história ou que a ciência histórica depois vai refutar ou aceitar E é por isso portanto que na teoria e metodologia da história dois nós começamos a reflexão com isso e quantos meu sabia da história e aí eu escolho obviamente são escolhas mim né Eu escolho cante errei viu para
debater Kant e a gente debate esse livrinho é a ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita aí vocês me dizem Nossa mas o cantinho morava em cronenberg Uma cidadezinha minúscula da Prússia hoje em dia faz parte da Rússia e ele quer escrever uma história universal de um ponto de vista cosmopolita e não é o grande é super interessante A reflexão tocante faz no sentido de pensar a humanidade um sujeito de Uma cidadezinha desta Anahí eu nunca tive de 1724 para 1804 e nesse período em que ele vive ele produz várias obras
mas já o final já na maturidade várias obras eu recomendaria Para quem tem mais interessante filosofia eu recomendaria Crítica da Razão Pura A Crítica da Razão prática primeiro de 781 segundo 788 e tem outros importantes tais como fundamentação da metafísica dos costumes de 785 praticamente um ano depois desse texto eu tinha formulado com base em ao coristas trechos e missões no cantinho basicamente Eu tenho um pensamento que eu já arrepende eu já disse de hoje tem Leão Hoje ele tá tentando pensar o sentido ele tá tentando postular um sentido para a história o pensamento do
cante de acordo com que por dela vai marcar mistura o mescla faz articulação entre uma teologia elogia oriunda da era Cristã e uma reflexão época própria da ilustração o que eu quero dizer com isso Professor você tá falando em inglês você tá Falando aramaico não não estou Vamos pensar nos Plus estudiosos de religião Vamos pensar um pouco na teleologia oriunda da era Cristã bom hoje vou pegar Perspectiva da era Cristã EA perspectiva do por exemplo do cristianismo nós temos o nós temos um uma origem o nascimento de Cristo nós temos todo um processo de Sofrimento
nós temos a morte a reencarnação a morada ao lado de Deus e um futuro o retorno e não é isso odiosos da realidade da Religião ou seja isso é uma visão que os historiadores vão chamar de uma visão escatológica e a escatologia articular da pele teologia essa teleologia oriunda da era cristã ou seja que propõe um sentido para a história com base numa origem e que propõe um futuro em que Deus vai voltar é transplantada para reflexão da Razão da racionalidade ou seja o Iluminismo troca Deus por razão e nós temos uma inversão agora agora
não É mais a providência divina agora é a providência da razão e agora não é mais um Deus superior uma força superior Divina agora é uma força superior racional Em que dia que o sentido da história e o cante tá pensando nisso o reggae vai pensar nisso também e ao lado disso não dá para não negar picantes penso uma história real ou seja compreendida de maneira empírica que que seria isso Ele está preocupado com pato Ele está preocupado com a experiência histórica dos indivíduos Ele está preocupado com o chão o palco da história com as
ações dos atores Ele está preocupado com isso e é nesse sentido que ele vai propor a ideia de que a é possível Juntar uma perspectiva empirista se você já da benção do empirismo e uma reflexão filosófica psicológica vocês estão no sétimo período vocês fizeram epistemologia E da história vocês fizeram se chamada epistemologia das ciências alguns de algum motivo ou seja ele tá pensando no sentido de que olha o empirismo aquele que é em Pipa tudo que vem de lá pela experiência sensorial pode ser estudado pela filosofia e pode ser estudado a partir de uma reflexão
racional É nesse sentido que ele pensa racionalidade no processo histórico e essa racionalidade é extremamente importante porque para o cante o Processo histórico é uma população de fatos da história empírica não existe uma finalidade nessa acumulação de fatos vários de vocês já escutaram a ideia hoje é escutar na frase que a seguinte nada é por acaso é só que vocês já escutaram essa ideia não por causa do Cante já escutaram essa ideia por causa do cristianismo Oi e o cante tá trazendo essa reflexão do cristianismo para dentro da filosofia da história para dentro da noção
de Racionalidade para dentro da noção de E aí eu iria tá dentro da noção de racionalidade científica a filosofia se ampara no uma noção de racionalidade que é influenciada por todas as ciências naquele e os filósofos estão especulando está especulando mas eles pretendem uma racionalidade isso é fundamental ao mesmo tempo é a finalidade ou seja o sentido da História o sentido dessa acumulação de fatos ao longo da história nenhuma sociedade até então quis de acordo com nenhuma sociedade chegou essa finalidade ou conseguiu chegar a essa finalidade ele estava vivendo a Revolução Francesa escreve esse texto
em 1784 ele ele ele acredita que ele está no maior palco da história no maior palco de experimento daquela história que ele tá escrevendo estava começando na França e É nesse sentido que ele vai dizer olha os homens O homem nenhum conseguiu finalidade e outra finalidade que ia chegar a liberdade plena acumulação dos fatos da história nos levam a uma liberdade nos levam a uma finalidade que é ser livre e racional só que nenhuma sociedade que existe até hoje acho que eu estou vivendo isso agora na França Oi e aí com o passar de alguns
anos ele vive ele escreve um texto 84 Vou lembrar que a Revolução Francesa e começa antes todos os processos E nesse sentido todo o processo começa e ele tá escrevendo um calor dos momentos do processo histórico de acumulação dos Passos da história é que vão influenciar isso É nesse sentido que vai pensar Olha o homem e até agora não conseguiu atingir a sua finalidade o homem até agora não consigo atingir a finalidade da acumulação dos fatos ao longo da história tem uma finalidade tem algum sentido um fato se Acumular em cima do outro tem algum
sentido à Vida Oi e aí vai dizer olha nenhuma sociedade humana quis ou Ah entendeu que existe um plano oculto da natureza para nos levar ao estado de liberdade para nos caminhar ao momento melhor ao estágio superior da história a sociedade nenhuma que existe é a natureza de acordo com Kant ele chama de natureza realiza os seus designos as suas vontades já o grande Através dos homens e não seja natureza pegar uma força superior lá é Deus fazendo as coisas com base nos homens ele tá trocando Deus por razão e natureza Ele tá dizendo Olha
a natureza realiza os seus vizinhos através dos homens o que os homens pensam que tá aqui estão perseguindo os seus próprios objetivos mas na verdade eles estão eles estão perseguindo objetivos que eles acham que são deles mas são objetivos da natureza O ou seja o homem é manipulado agir achando que está buscando seus interesses próprios mas ele está buscando o endereço esqueçam da natureza para chegar ao estado de liberdade o que a gente vai chamar de plano oculto da natureza se você já ouviram falar já ouviu aquela frase Ai Deus sabe o que faz o
Deus tem algo reservado para mim e é certa e isso era típico do ocidente Cristão do mundo medieval isso chega em vários Momentos até o renascimento bom e o que é que eu canto faz transforma isso em noção de racionalidade ele não usa o termo Deus ele não usa o termo ele não usa teologia ele usa a noção de natureza ele usa noção de racionalidade o gigante trabalha nessa tecla ou seja os homens acreditam que estão perseguindo os seus próprios objetivos os seus fins particulares mas na verdade eles estão agindo em conformidade com os Desejos
da natureza para colocar em prática planos ocultos que ela tem para o mundo para os homens para a história o Emanuel Kant meus carros e quando oculto da natureza de acordo com Kant diz a uma constituição social moral e interior e exterior perfeito o Ou seja a humanidade a humanidade não é legal definitivamente no cantinho das acaba aí só no século 18 e ele queria que você para gente olha essa constituição perfeita será Otelo ou Seja será o fim da história nossa atingiremos esse objetivo Nesse fim da história que é uma unificação política total da
espécie humana a cosmopolita Purificação total da espécie humana é por isso que ele tá procurando propondo uma história universal de um ponto de vista cosmopolita Ele tá dizendo olha um plano oculto da natureza que vai levar os homens ao estado de liberdade e essa liberdade corresponde a unificação total Da política da espécie humana a sociedade nenhum até hoje que isso os homens fazem os seus desejos particulares mas na verdade é tão fazendo um presídio na natureza uma hora essa unificação vai chegar o Leon orgia meus caros isso é teleológico a proteger os objetivos a natureza
e ela não dependeria de acordo com o Candi de apenas um homem não tem como depender de um sujeito para ela atingir Os seus objetivos para humanidade evoluir não depende de um homem Oi e aí para o grande é por isso que a natureza concebe aos homens razão para eles seguirem os seus projetos pessoais ou seja os homens têm inteligência e racionalidade para perseguir os seus desejos pessoais porque na verdade a natureza tem um plano Mais amplo e ela instrumental alisa homens para perseguir esse plano Mais amplo e É nesse sentido meus gastos que a
Morte para a humanidade ir para o Cante é um acidente é apenas uma um acidente da espécie ele não chora que eu desenvolvimento da raça humana e ele não choca o desenvolvimento da história universal para atingir o cosmopolitismo é por isso que os homens são apenas mais uma espécie para o grande é por isso que os homens são apenas mais uma individual como os indivíduos que não seguirão seus desejos Particulares é mas na verdade então levando ao fim e ao cabo os desígnios da natureza a alma vida eterna segundo Kant a espécie humana é ele
que não viveu né que nós estamos vivendo da destruição do ambiente meio ambiente dos estragos que a Revolução Industrial fez e etc mas ele tinha essa noção Olha a o eternidade da humanidade nós vamos ver como Lando faz ela não da história indivíduo vamos passando Gerações não passado a espécie humana e ela vai caminhar e vai chegar no momento de uma história de uma de um cosmopolitismo de uma unificação política total da e peço bom então bom e é nesse sentido que o cante vai explicar para gente como a natureza realiza os seus designos no
meio dos homens e como a natureza ser uma pergunta natural de vocês fazerem como a natureza Realiza o seu plano oculto é através dos homens e assim isso e depois Deve matar complica né O que é o texto-base da nossa ao e nós temos uma coisa o que ainda editável O que é a morte individual do homem do corpo piso para aqueles que acreditam algo a mais e eu tento acreditar a gente está o piru O Ou seja a uma consciência individual de cada um individual na rede lógica do campeonato é uma consciência individual da
sua própria finitude dos homens e o que que esse os homens buscam Olha antes de eu morrer eu tenho que eu tenho alguns projetos eu tenho que atingir os meus objetivos de vida eu tenho um projeto de vida quem não tem meta não tem projeto de vida Vegeta não tem racionalidade essa é a perspectiva Kantiana eu concordo muito com ela O Ou seja é nesse sentido que tendo consciência do seu próprio fim os nomes é bom agir atrás dos seus planos individuais e ao agirem atrás dos seus planos individuais os homens estão automaticamente Seguindo os
desígnios e o plano oculto da natureza é a natureza obriga o indivíduo a fazer um esforço particular o meu carro se eu não estudar se eu não trabalhar se eu não quiser determinar o Zap determinadas ações individuais eu E não tem como chegar os meus objetivos que eu não chegar aos meus objetivos eu não contribuo com plano oculto natureza mas a maioria das pessoas procura seguir atingir os seus objetivos portanto aquele indivíduo que não segue os seus planos é apenas um acidente E aí essa história é muito lindinha muito perfeito que eu quero te constrói
não tem problema Oi e o problema é o seguinte a natureza deu ao homem o impulso para humanidade Homem tem um impulso natural para ser humano a sociabilidade É mas não para a humanidade E aí complicou a filosofia da história complexo eu viro o meu você já o dar uma capacidade de pensar Ah não né capacidade de ter razão ela aponta que o homem deve ser governado por seu instinto natural da natureza Instituto de natureza que ele tem o mais estranho dele os preceitos Morais o que que é isso Não entendi nada nessas Condições eu
não entendo bom a natureza meus e deu aos homens duas coisas e o instinto natural de agir como um homem das cavernas Oi e o instinto de pensar um rolé é influenciado a todo momento por esses dois instintos e nós temos um impulso para ser humanos mas nós não somos totalmente um anos no sentido de razão E se não é o bom senso e como é que eu vou viver em sociedade e sem bom senso Ninguém Vive em sociedade nós estamos chegando no momento do Brasil que o povo que está sendo colocado totalmente lado o
ou seja nós vivemos o homem é instintivamente é impulsionado e a se isolar é só gente pegar um homem estado de natureza você tem que jogar ele tem que Fechar ele mexeu ficou discutiu isso homens estado de natureza são colocados aonde meus gatos na prisão nas Clínicas os homens em estado de natureza são presos os homens estado de natureza são chamados pejorativamente de Bárbaros e incivilizados monstros O que você tá fazendo quando você adjetiva as pessoas desse jeito você tá tirando a deles a capacidade de ser humano você está tirando deles a Humanidade é fundamental
isso é fundamental isso para Emanuel Kant o ou seja o homem tem o seu estado de natureza mas ao mesmo tempo ele tem a capacidade de razão para controlar esse estado de natureza e o estado de natureza leva a isolar e o estado de humano EA racionalidade eu levava e verem sociabilidade este conflito Esse é o conflito pelo qual o cante vai Dizer que a natureza leva os homens a constituírem um plano oculto da natureza Esse é o antagonismo social Professor levanta favor beleza no chão É mas não só isso é uma para com isso
inclusive individual é o que a gente pode vir para dizer o seguinte olha os homens são instintivamente e naturais mas tem a capacidade de razão quem botou ele disse foi a natureza essa dualidade entre capacidade de ser Sociável incapacidade de ter sociável é que leva caminha a humanidade eu não sei o fim para o Telos para o Telos da política unificada e é esse antagonismo que vai levar à sociedade e ao Progresso de acordo com Manoel cad é óbvio que o Kant propõe um Horizonte de espera Ou seja a chegar o momento de uma sociedade
civil unificada em que os homens moram mente conseguem a dominar o seu estado de natureza E quando eles conseguirem dominar totalmente o seu estado de natureza porque ela já chegamos no fim da história mas já chegamos no momento da história Universal do ponto de vista cosmopolita mas já chegamos na história política unificada em que estados Nações são dirigidos por um único governo em que todos vivem em liberdade na sessão plena da palavra no sentido de ter direitos e gozar de direitos igualmente ou seja E nessa sociedade civil não há estado de guerra mais ou seja
não há conflito há entre nações e não há o porquê Porque os indivíduos serão governados por um direito Universal que está falando de normatização que está falando de leis universais que vão Regia sociedade isso é muito importante muito importante do crente e o direito Universal é que vai ter condições de estabelecer a harmonia de Interesses particulares e dos interesses da sociedade é tu que tem fluência aí de voltar óbvio que tem influência aí de já já cursou óbvio que tem influência aí de vários filósofos que passaram antes dele e eu cante obviamente mostra essa influência
para microfone em suma meus caros para finalizar Emmanuel Kant a história da espécie humana de acordo com o Candi é a realização de um plano oculto da natureza para produzir uma Constituição política perfeita unificada é a sociedade civil unificada o som da unificação política o homem chega a liberdade E é só nesse momento de unificação política que não chegará aos desígnios ocultos ao plano oculto da natureza que a liberdade e obviamente que o sujeito desse processo histórico Quem são os homens a humanidade enquanto espécie são os Homens são seus heróis são seus grandes homens que
o crente está pensando nesse sentido da ilustração é a razão e vamos críticas ao cante em vários criticam Cat o quanto de bordar vai marcando no texto deles fazem duas críticas primeira delas se você chegar ao Progresso de acordo com ele Os homens vão ter que ser mediadas a sociabilidade humana vai ter que ser mediada por uns Bruno homem ou por alguns vamos ao longo do tempo e Esses homens esse mestre e já tá aqui as vontades particulares é o tempo que o cante usa este mestre tem que ser extremamente justo e ele vai ter
que mediar ele vai ter que se comportar efetivamente apenas como um ser humano bom E isso nós sabemos que não é fácil você já usou nós iremos o oposto total no Brasil e hoje nosso nós somos mediabooks a nossa sociabilidade é mediada é Governada por um sujeito que faz de tudo para se distanciar da noção de ser humano o chamando ele pede psicopata por aí Alguns querem interdição é porque ele não demonstra empatia ele não demonstra amor pela vida ele não demonstra preocupação com outro ser humano a não ser a própria prole De que tipo
é de espécie Age dessa maneira não é a espécie humana Que são outros animais mamíferos são exemplos clássicos disso por exemplo cachorro o que preocupa apenas com os próprios filhos e é uma crítica educada inteligente filosófica ao idiota chamado Jair bolsonaro e agora meus caros nós temos uma outra crítica fundamental efetuada por digo ideia ver matar que é efectivamente a ideia de que na sociedade civil Universal a igualdade é muito seria muito difícil de ser conquistada E por quê Porque Nações unificadas e um direito Universal tem um privilégio sobre outras e nós estamos vivendo isso
atualmente meus caros com a questão das vacinas é um país rico e influente ao com os Estados Unidos Está Vivendo uma vida praticamente normal um país destroçado por uma política negacionismo antes Científica ridícula desigual está sendo sofrendo e sofrendo e sofrendo sofrendo muito com uma vida a totalmente anormal um exemplo básico aqui do cotidiano Oi e essa crítica que o bico dela vai matar um dia fazem aí a proposta do cândido ou seja uma sociedade unificada Nações menores maior poderio bélico menor poder de persuasão melhor poder político vão sofrer muito e vão sofrer muito justamente
pelo seu tamanho pela sua capacidade de política pela sua Capacidade bélica e é de certa será que um soberano Universal teria justiça para distribuir as coisas de organizar os interesses de modo igualitário ou isonômico e essa é uma é uma das críticas de Ibirité TV mmartan e eu eu vou abrir para vocês fazerem questões e depois a gente entra com a discussão de a George William frederich Hell on E o palco da história é um Palco real do cante é um Palco empírico é um palco de ações dos homens essas ações são explícitas no processo
que vai desencadear Revolução Francesa o miratec o segundo aspecto o cante produz uma filosofia da história o meu curativo não seja tem especulado só que ele tem procurando com base nas ações dos homens no tempo e ele tá especulando a história E ele tá procurando um fim para essa história portanto é p ler o lógico Oi tudo bem e quando o cante vai dizer que nós vamos chegar no estado Universal em que um direito Universal vai dirigir a sociedade nada mais é do que uma reformulação daquilo que o janja com sobra chamar de contrato social
só que a gente que ele gostou de PHP complementar não o meu comercial a dizendo que vocês Deveriam ter passado por ele na teoria da história teoria e metodologia da história um Talvez você esteja confundindo com Ione e usá-la Esse é o ficou discutiu isso depois né os homens em estado natural se você já que não seguem um contrato social vão para onde o contato vai das grades ou tão hospícios ou tô usando tornozeleira precisar o peso do cante é de 80 e o fato 184 E ele tá discutindo uma coisa que é fundamental sobre
a questão da violência humana né você fez deixou bem claro Wilson você que começou no para vocês e e indico para vocês Hannah arent da violência é fundamental esse livro para entender que a outra filósofo para entender um pouco a natureza humana EA natureza humana Virou lenda Oi e a natureza humana em sociedade totalitária depois que as origens a origem do totalitarismo Hannah arendt é Fundamental bom só primeiro. Né eu demonstrei que eu gosto lá na área e a minha perspectiva de natureza humana é área de Indiana a partir disso nós temos que entender que
o cante está entendendo com o racional aquilo que é moralmente moralmente adequado a uma história Universal do ponto de vista cosmopolita que que é moralmente adequado adequado a uma história é uma história Universal do ponto de vista cosmopolita Que são as ações dos homens em conflito o estado de guerra para o grande é apenas um acidente histórico para ele isso não é imoral E aí ele isso é um plano oculto da natureza e é justamente dentro dessa perspectiva que o bordel é verbal Hum vamos fazer a crítica ele e dizendo olha para chegar é se
tá do Universal seu Kate vai ser vai ser necessário um mestre Ele eles os três termos um mestre que ataca as vontades Particulares Oi e esse mestre que ataca as vontades particulares é fundamental para o entendimento do modo pelo qual a sociedade civil unificada vai se organizar só que eu cante um toque nisso bom e com ela e aí eu isso daí eu encerro a reflexão sobre aquilo que você me perguntou a razão para o grande não está vinculada à se guerra é moral ou não de assassinato é moral ou não a espécie humana é
a que é o mais Importante a moralidade da espécie humana é que está em jogo em uma bola individual é até importante determinados indivíduos viverem essa contradição do Estado de natureza e outros não não Brand Mateus essa que a questão para o cante E aí quando isso só uma colocação sobre Crítica da Razão Pura e Crítica da Razão prática quem é e o cante não aguentamos reflexão que é muito pesada e não é para ela não é para Graduação definitivamente e não é para doação de história mas já faz um tempo que eu li Kant
não tem um É mas o que ele propõe na Crítica da Razão Pura ele diz dias na Crítica da Razão prática bom então e para quem tem interesse da filosofia dei uma olhadinha lá nas duas perspectivas e vamos entender o que que o cante está apontando e na Crítica da Razão Pura é aquilo que Ele está aprontando na Crítica da Razão para lá e ver se não há uma contradição filosófica fundamental i o ou seja aquilo que é puro aquilo que está em seu estado de natureza e não tem correspondência e na prática O que
é um ser humano que tem um papel fundamental em fazer essa ligação essa situação e aí entra reflexão do crânio você toca em dois textos importantes são escritos Em momentos distintos mas que alguns de algum modo se relacionam com esse textinho que é básico e a importante para que o Sofia da história gente para nossos vereadores para nós historiadores ou a escola de ideia de uma história é essa que uma lista dos motoristas é mais importante do que o Cristo das loucuras e eu Crítica da Razão prática mas é obviamente que esses dois livros para
compreensão do cante de um modo geral são fundamentais e só questão é muito Pertinente e repito Pelo que eu entendi da sua questão você tá questionando que que é a razão por Kant a razão para o Cante se a razão que o cantinho moral era mais ou menos isso só para você fica certo para resumir sua pergunta você teria dito assim professora razão do Cantinho moral e não não é moral porque ele tá pensando na espécie EA Espécie a gente olhar o estado de natureza das espécies o predadorismo é natural Eu já essa necessidade pensar
o cante nesse Tintim e vamos lembrar o canto tá escrevendo antes da Revolução antes tá escrevendo no momento de efervescência Só passando forno das ideias iluministas se espalhando não ainda no calor do momento e leia também e a Hannah arendt no livro da revolução tem uma aula minha Mateus mesmo no canal que eu disponibilizo as aulas aqui no YouTube e contemporânea eu quero ir parar queda Aí no município de contemporânea para essa turma que você tá fazendo aula com eles aí e aí eu fui lá falar vou ler a Revolução Francesa de leite do jeito
diferente pessoal costuma lei só se uma Revolução Francesa só de um jeito muito ortodoxo eu mandei a Revolução Francesa do ponto de vista da Hannah arendt por emoção através do Conjunto Roberto da Harpa E aí a análise no livro da revolução discutir consegue revolução discutimos são francesas e demonstra Para gente o modo pelo qual ocorre a Revolução Francesa os motivos pelos quais algo pode ser considerado revolução tem nesse canal do YouTube bem no meu né no meu canal do YouTube dá uma procurada lá não é uma hora e pouquinho de aula numa discussão que eu
faço sobre esse livro da acho que é interessante além de ler o livro altamente além de ler o livro acho que a gente seria interessante dar uma olhadinha e se você gosta do assunto do tema não Só só Revolução Francesa mas eu quando Vista teórico e metodológico o conceito de revolução Fundamental compreendê-lo e Hannah arendt além dela pagament o Ricardo Cosmo é são dois fundamentais pensadores para entender o conceito de revolução eu direito Cosmo ai se pauta na na área para desenvolver ao bom então dá uma olhadinha recomenda o Kani efetivamente estar eu falei no
início da discussão que a gente começou ele está em crochet É Uma cidadezinha ele é antenado com o que acontece no mundo é só o que ele está pensando no presente para o futuro a partir da história que ele vivencialle ele não tá fazendo uma recapitulação de todas as Oi e ele não está trazendo para reflexão esse negócio de eu de eu dizer que ele recupera uma escatologia cristã é uma avaliação que eu estou fazendo a partir da reflexão que eu tenho de leitura que eu tenho cante porque é evidente né no Texto na entrelinha
ele um cita Em momento um momento então ele tá fazendo ele tá já tem um modelo eu tenho um modelo disse que a teologia Cristã a entender a lógica ali e um monte de nós vamos faltar nele gente vão pegar por exemplo antes mas antes do cante o João Batista Vico e a ideia da providência de vinho eu vou pegar o próprio e o soro então o cante tem um modelo e ele tá tentando especularam propor uma Avaliação desse modelo e para ele a sociedade ainda não atingiu esse pelos é importante está cá isso e
ele não tá pensando no mundo medieval a ilustração o da tia Val para isso pessoal é treva medieval para esse pessoal é é o pior estágio da humanidade os iluministas e eles vão se autointitula e não me irrita não se outorgar outorgar para si o título de iluminados de esclarecidos esse momento da história é Barbalho é Treva na Perspectiva mesmo e é nesse sentido que ele vai olha a morte Esse é o mesmo acidente a espécie humana e a guerra é natural pela contradição dos seres humanos todo o próprio ser humano portanto não tem nada
de providência divina ou a morte a um a um receio em uma cuidado do ano da questão da morte a morte é inclusive vazamento necessário o rei que eu vou discutir isso dá um não tem essa escatologia essa preocupação com a morte nós vamos Reiniciar a reflexão sobre o texto do que puder ver mmartan EA reflexão hoje é sobre o texto que eles discutem sobre hey ho e quando eles vão discutir a parte sobre o Halo o livro fundamental com qual eles dialogam é a razão na história e o reggae mais popularmente chamado de George
William Friedrich rádio quem nasceu em 1773 e em 1831 veio morreu com sessenta imagem muito jovem para os nossos padrões atuais para os Dele não do ano de para o século 18 não nasceu Estudo guarda é que hoje faz parte da Alemanha o e escreveu a razão na história 1822 e portanto Halo é o sujeito está na Alemanha e vendo-se Oi pode vivenciar e já saber os desdobramentos da Revolução Francesa ao contrário dou Emanuel Emanuel Kant mostra a questão importante sobre o velho é que ele faz parte dessa segunda é variante eu tenho variante tá
em moda dessa segunda variante da Filosofia da história e tem preocupação de emancipação a primeira uma preocupação política que é aquela moldada a partir de immanuel Kant a segunda é uma preocupação mais filosófica Idealista que o reino é o pai da criança vamos formar os a formar uma escola reggaeando de pensamento e não é por isso né não é à toa que Karl Marx depois vai pegar o reino para Cristo e vai começar de bater tudo aquilo que vem eu já tinha escrito por quê O Vasco alguém pequenos você quer aparecer e quer trazer essas
pessoas que levar você bate alguém grande o rego é muito grande e É nesse sentido que eu começo a reflexão sobre o meio trazendo o papo de que o horizonte de reflexão dele pertence exclusivamente nessa obra razão da história pertence exclusivamente à filosofia da história é porque trata de um processo de auto-realização do espírito na direção da Liberdade A auto-realização do espírito em direção a liberdade e não mencionou Auto realização dos homens é auto-realização do espírito do zeitgeist me sentido no sentido da liberdade é uma perspectiva teleológica é uma perspectiva teleológica é só que é
o mesmo tempo ele refuta aquela historinha bonitinha contada pelo cante que é linear em direção a história universal de um ponto de vista cosmopolita a história para o reino se Pauta efetivamente sempre na contradição e vai levar a humanidade ao Progresso ah ah mas o cante trazê-la contradição entre o homem e o próprio homem o estado da natureza do homem a contradição que o rei deu trás é muito mais complexo e é uma contratação de pato a contradição reside naquilo que o rei da vai chamar de em síntese antítese e Pese eu fiz mais uma
marca teologia porque eu uso é Em tese antítese e síntese aí eu fui e voltei a ajuda mas não entendi nada se você tem uma tese você tem a antitese o contrário e você tem a junção de ângulos o resultado e se você tem o resultado você automaticamente teve algo que levou alguma coisa e aquela coisa que foi negada a nossa que filosofia complexo não não não é complexa não E o rei que vai dizer que os espaços da história se pauta lá em tese antítese e síntese em que determinados momentos históricos são colocados teses
para debate que ocorre a negação dessas teses esse chega o resultado como mudança histórica mudança de fase na história a hora então assim ela já terminamos filosofia da história do reino não esse é o primeiro ponto da ideia de contradição dele E a história caminha o espírito Universal usar desgaste caminha e faz au au humanidade caminhar a partir da afirmação de algo da negação de si algo e do resultado desse ao bom e ao mesmo tempo nós temos o sujeito e as suas aspirações individuais nós temos a sociedade e as suas aspirações coletivas e nós
temos o estado mediador dos conflitos a nossa que complexidade tese antítese síntese de uma coisa mais complexo do Que a outra nós vamos chegar lá a reflexão em alguns autores Dizem que o rei deu da margem Oi para o acaso a sua casa é importante na roupa nova do Rei e alguns autores Dizem que o acaso a contingência não é importante na regra do obra Coelho e eu tenho da concordar com aquele assim como digo ideia vem mmartan de que o rei eu não dá margem para contingência não Dá margem para o acaso o acaso
não entra na história construída pelo velho o acaso não é importante na história construída pelo Rei É nesse sentido que eu tenho valeu e É nesse sentido que o que cuida eu ver mmartan pulem Eu recomendo viu todo Historiador que pretende seguir carreira mesmo que seja me Ensino Fundamental e Médio tem que desligar mesmo esteja em PDF e PDF você já tem que eu já passei para vocês eu Não passei eu vou passar pois me cobra no grupo bom Portanto o rei deu na minha concepção e na condição de lá na concepção de vários autores
e na concepção do que puder e devemos TAM não dá margem para contingência ele continue as duas o acaso algo que acontece ocasionalmente ele não dá margem para isso na Perspectiva da filosofia da história dele sentido que estava tomando o rumo que estão lá e de acordo com o regra nós devemos Entender a história buscar na história um objetivo Universal objetivo final do mundo e eu queria entender isso porque a história importante para o reino em que sentido eu já viveu a Revolução Francesa Você já viu o resultado francesa ou alguns dos resultados E aí
não esse livrinho aqui ó o conceito de história de vários autores organizado por autores dentre eles Ferrari Rosa leque quando é que vai Dizer o seguinte Olha o rei que eu achava que a história da mestra da vida só por uma coisa e lá na página 113 ele vai dizer é aquilo que a experiência já estou ensino é que os povos e governos nunca aprenderam algo partir da história é é a única capacidade de ensinamento da história até eu você já história não é magistra Vitae para o reino é de que a história não ensina
nada com os povos os povos não seguirão nada questão de cima Até onde é ó tá vendo aí que ele tá filmando negando ao mesmo tempo tá chovendo aí que tem uma peça em uma distância ou antigas se você já está dizendo Olha o que eu fiz exploradores aí estão tentando fazer você tá escrevendo em 1800 1822 publicar essa escrevente 920 por aí e o que é separar dois estão perguntando a gente que já está hora dizer que a história é mestra da vida você quer Escola Ensina eu quero dizer o seguinte a única coisa
que os povos até hoje aprenderão com a história é que a história não estou nada para ele é o ou seja o que o resultado Dizendo ele tá olhando para histórias é o seguinte ó O que os povos a isso a única coisa que a gente tem que aprender com a história que os povos até hoje nunca aprenderam nada com ela Oi e a partir disso ele vai dizer o objetivo final da história tem que ser Desvendado Qual é o objetivo final Qual é o sentido da história Oi mas como é que eu vou entender
o sentido da história eu vou ter que entender que o racional é real a nossa shorts que coisa complexa o Nacional o racional é real isso quer dizer meus caros que o que que eu vai partir que ele leu Kant e não só ele leu cante a a a ideia de uma história Universal do ponto de vista cosmopolitismos Ele leu Crítica da Razão Pura Mateus ele deu Crítica da Razão prática é porque ele vai dizer que o racional é real e o que significa o racional se real significa Que Nós seres humanos a partir de
conceitos criados racionalmente é que construímos o real para compreendermos de vivermos e o canto fez isso na Crítica da Razão Pura e depois estende na Crítica da Razão prática obviamente negando aquelas ampolas O ou seja ele está dizendo os humanos têm uma história real o que ela é racional porque eles operacionalizam conceitos e a partir dessa operaciona lização de conceitos é que eles constroem a sua realidade a nossa então ficou simples deu uma simplificada teu e É nesse sentido que o retrovisor o Real racional o racional é real e o Real relaciona porque ele é
construído racionalmente E nos costumes e é esse real racional que a história e com que a história é produzida que o rei deu vai especular o seu a luz Esse é o fluxo da história que interessa para o velho ou seja o desenvolvimento dessa história ao longo do tempo e o seu tellus o seu fim assim como Kant e a uma concepção aí O que é história é um percurso dialético é o que o rei eu chamaria de dialética Aspirações individuais e aspirações coletivas em conflito geram objetivo final tese antítese e síntese e aspirações individuais
tese objetivos coletivos a antítese o objetivo final sim peso e essa dialética é importantíssima para o George William fredrich rádio a partir disso meus caros nós podemos entender o fluxo histórico A partir dessa dialética e nós temos espécies O homem entendeu o professor como se fosse uma escadinha a gente tem que subir essa escada para chegar ao tellus a finalidade então nós temos a tese primeiro estrada a antítese Oi e a simples é o fluxo histórica moldado por isso de tese de antigas e de simples a nossa o Marcos disse que a o motor da
história é um é a luta de classes a contradição entre as claras Ah tá que tirou isso dele mesmo da cabeça dele e eu não sou anti marxista e reggaeando não mas a gente tem que entender as matrizes interpretativas das coisas e é por isso que eu já faz propaganda de um livro que é meu ofereço para quem quiser discutir isso do ponto de vista da história do cinema o historiador O que é a matriz interpretativa de todos os outros historiadores escreveram sobre Cinema brasileiro E aí o Ou seja a obra do reino e essa
reflexão dialética do reino vai dar origem a reflexão que o Marcos vai fazer depois só que eu não vou entrar no Whats agora porque nossa intenção é discutir filosofia da história e não entendo o macho como piloto da história entendo Marcos comum toreador e sobretudo a partir de alguns textos fundamentais dois Brumário de Luís Bonaparte a guerra civil na França E aí O Manifesto do Partido Comunista e os manuscritos econômicos-filosóficos sair para mim a história filosofia e o ou seja vamos compreender o rei o rei que eu tô tentando entender a história o fluxo da
história e a partir dessa tentativa de compreender esse fluxo da história o rei que ele tá colocando o centro do debate que o réu é racional Ou seja que as pessoas que os homens Constroem O que é real para elas a partir de conceitos elaborados racionalmente e a partir disso a história que o seu desenrolar um fluxo dialético em que existem tese antítese e síntese o que seria a tese a peça seria seriam é seria formada pelas aspirações individuais a antítese seria formada pelas aspirações coletivas EA síntese sem o objetivo final dessa contradição dessa dialética
ser um resultado dessa Dialética entre aspirações devido ao interesse coletivo e é por isso que o rei eu pressupõe uma noção e estará do Espírito por meio das múltiplas concretizações do zeitgeist do espírito do tempo que passa influencia a vida das pessoas vocês já devem ter visto ouvido falar o visto algumas coisas que me achando assim ah mas é o espírito de época que fazer aqui é um espírito da época e a no período da ditadura militar houve Muita rejeição ao regime ao regime ditatorial houve um espírito de época revolucionário que fez com que os
intelectuais se voltassem contra contra a ditadura fez com que os artistas construir sem propostas arte engajada contrário ao regime militar e são Espírito da época espelho de onde meus gatos vem de feio é a ideia de um espírito Universal que perpassa os tempos no fluxo histórico e É nesse sentido que o Espírito do mundo De acordo com o olho prepara o desenvolvimento prepara um desenvolvimento humano os movimentos da história que escapa aos indivíduos o que nós não temos controle bom e no desenrolar desse espírito humano que escapam os indivíduos e que nós não temos controle
todo movimento histórico é formado pela contradição interna existente dentro dele na tese da antigas e fórmula as índias e se passar di E o estágio da história para o outro e a necessidade de tese de antigas e descidas e por exemplo é o quê para o mar seria modo de produção asiático modo de produção feudal modo de produção capitalista e as passagens dos modos de produção ou seja do modo pelo qual os homens trabalham no modo pelo qual os homens lidam com a natureza e retiram da natureza sua capacidade sobrevivência Oi e aí depois transforma
a natureza já no modo de produção capitalista isso seria as passagens de estágios da história é isso que caracteriza restaurante gás para medieval História Moderna história contemporânea né e o rego mundo desenrolar do tempo o que caracteriza a mudança de Estágios seria essa contradição interna entre tese antítese e síntese e o que que essa contradição interna e aspirações individuais O bolo tese as aspirações coletivas como antítese e o resultado final de mudança de estágio da história como síntese dessas duas coisas é um exemplo o bico o mundo moderno é formado só por razão com a
modernidade tem nela só racionalidade e não a modernidade traz consigo a contradição da modelo da da ideia da razão que é Justamente as aspirações teológicas A negação da ciência é a terra não existência da ciência é a tese a não existência da ciência atrás proposição de que existe ciência a ante Bet o estágio histórico diferentes em que existe as duas qual existe no é o novo estádio é o resultado disso é a simples e e vamos para o mundo medieval Vamos para o mundo antigo E como é que se dá a passagem meus caros do
7º período Como é que tá a passagem do mundo do mundo antigo para o mundo medieval é aquela o império romano com as invasões dos povos Romanos os povos germânicos com a crise generalizada Econômica política e social na Antiga Roma com as migrações de grandes cidades para Campos e com as migrações e os feudos Se você tem aspectos tanto do mundo antigo Quanto Desse novo dessa nova proposta medieval que formulam o medieval ah ah mas é a passagem aí dá o teu da liso para o renascimento a mesma coisa o Ou seja você tem em
todo estágio histórico em tese antítese e síntese tese é a afirmação antítese é A negação e síntese é o resultado dessas duas coisas que darão os motivar os momentos históricos Outros estágios outras fases da história e o que é que eu tenho um texto depois eu vou discutir um pouco ele que é muito interessante para entender isso Oi e a partir disso Isso é o motor da história para o reino e a tese antítese EA síntese Você já se movimento dialético A roxa eu entendi a dialética só em cima do Max peguei o também discutir
isso E aí É bem interessante isso porque a uma Racionalidade é uma razão o espírito do tempo que influencia isso ou seja você tem um fluxo histórico G1 se você tem um fluxo histórico aqui o palco das aqui assim você tem o palco da história o grande teatro da história se você tem um fluxo história caminhando e você pensa ações dos homens aqui no templo em alguns momentos usar tese antítese e síntese vamos para outras Páginas É isso que eu tô dizendo que a gente já estou motor da escola da história segundo Rêgo Oi e
aí e ele parte para reflexão de que quem influencia isso é um espírito Universal que encarna em Nações e povos e esses espírito universal ele se serve de configurações singulares como as nações com os povos Em alguns momentos o produto histórico é avançada com base em alguns Alguns Momentos determinados Lugares como por exemplo a passagem do período antigo para o período medieval um lugar formidable fundamental a Europa é dominada pelo império romano e são nações e um determinado povo que influencia esse momento da história e a influenciado pelo espírito da história e esse espírito pode
desaparecer em alguns momentos mas ele e ele forma uma etapa e nessa marcha nessa caminhada no Espírito Universal levando a Humanidade para um outro estágio para o fim da história E aí o rei que eu entro numa coisa que é muito parecida com aquela em que o cante this e depois é o seguinte olha os homens e o Marcos também vai dizer uma frase dessa lá no 18 Brumário de Luís Bonaparte Se bem que eu tô dizendo isso em razão histórica a fazer o seguinte olha os homens Acreditam que fazem sua própria história é mas
a história prossegue as suas costas seguindo a razão Universal e fica aí ó e de acordo com o reggae a uma astúcia da razão a uma astúcia do Espírito Universal a razão Universal esse espírito Universal deixa os homens agirem de acordo com as suas paixões de acordo com os seus interesses individuais canta indivíduo ou alguns indivíduos fundamentais acreditam seguir As suas paixões individuais mas na verdade eles estão apenas cumprindo Um Destino que dizer que ele é que lhes é imputado pela pelo Espírito Universal pela razão o Ou seja eu acho que eu tô fazendo a
minha própria história mas a verdade eu tô sendo tô perseguindo as minhas paixões individuais fazendo aquilo que eu acho que é certo mas a verdade o meu destino já está traçado e está sendo influenciado pelo Espírito Universal E mais uma vez a teleologia Cristã influence ando o cristianismo influenciando a filosofia da história eu vou explicar isso o rei que eu tenho um texto chamado história filosófica é tão livro chamado teorias da história de um pesquisador chamado Patrick gardiner e um pato de guarda traduz lá um texto do reino chamado história filosófica e nesse texto o
rei que ele vai discutir indivíduos que ele chama de indivíduos histórico cósmicos Os indivíduos que Se encarnam o Espírito Universal e fazem a história seguir adiante que auxiliam na caminhada do Espírito Universal a auxiliarem na caminhada do Espírito Universal esses indivíduos são histórico cósmicos de acordo com o rei do tipo de indivíduos e seria o histórico Cosmo aqueles que seguem as suas paixões mesmo que essas paixões vão contra uma maioria ou seja As suas paixões são as fezes o seu suas inspirações individuais e ele se chocam com antíteses com a negação delas e a partir
desse conflito dessa contradição desta dialética é sujo momento da história e vai de exemplo de vários personagens históricos nesse sentido ele vai chamar de indivíduos histórico Cosmo César e chega objetivos individuais o resultado Presidente por objetivos e coletivos E inclusive da vida e por isso e é apunhalado é morto esfaqueado e jogado no chão Oi e a partir disso nós temos uma nova configuração a Romana a mais nova configuração de um império de Napoleão Bonaparte e segue o seu designos individuais a sua imensa capacidade de Comando Militar mas se der para com A adversidades coletivas
as adversidades geográficas adversidades de coletividade o informou ele propõe e consegue e contribui com Espírito o tempo para mudança de um estágio da história o Alexandre da Macedônia um ou mais popularmente conhecido como Alexandre o Grande e segue os seus objetivos dos seus interesses individuais e choca com interesses coletivos Oi e a partir de sua e a partir disso Surge um novo estágio Novo momento importante no momento importante da história seria um esses indivíduos histórico cósmicos parreio a no livro chamado as teorias da história num texto intitulado história filosófica é escrito pelo próprio reino e
portanto meus caros e o Espírito Universal o utiliza das paixões dos indivíduos que acredito que estão seguindo os seus próprios interesses mas na verdade e Segue interesses da prova do próprio espírito do tempo e este espírito do tempo é que faz com que a história mude de Patamares o mundo de Estágios o guri de Fases o mundo de momentos fundamentais e isso é fundamental para entender ralho peças antigas e síntese é em suma para fechar rádio é o sujeito da história não somos indivíduos histórico cósmicos Eles apenas são instrumentos Oi Ju espírito Universal a nossa
mas essa história antiga essa história de que um dividam instrumento de algo superior antigo demais a nossa jesus cristo já dizia que era apenas um instrumento de Deus e falam do tempo diversos pensadores se disse se colocaram como instrumento de algo mais amplo e a grandes líderes políticos são apenas instrumentos um dos desígnios da história Oi Lene era pelo era apenas um instrumento da revolução já na necessidade da época de um espírito da época a prótese Story Ah e por aí vai esse time discurso é historicamente localizável em vários lugares em vários é Oi e
o rei deu tá filosofando sobre isso é o conjunto dos indivíduos é que fórmula o motor da história do reino a partir da contradição entre a tese EA Antítese com as índias O que é que eu pensa o fim da história lá no momento em que ele tá escrevendo no qual a razão estava colocando em prática os seus designos nós estamos vivendo ali para horrível os resultados da racionalidade plena e na virada lá na década de 20 do século 19 E aí e de acordo com o rego esse fim da história estava chegando porque o
homem Sujo da dicotomia entre ser e existir Olá eu sou ou eu existo Olá eu sou algo é mas eu existo é só porque eu penso é só porque usa razão eu penso logo existo o clássico bom então nega vai dizer olha o indivíduo é contraditoriamente é moldado pela dicotomia entre o cheiro existir e na medida em que ele vai Progredindo aí Me diga o espírito Universal vai progredindo a humanidade racionalmente e o homem vai e convergindo convergindo o c e o existir e até se chegar ao fim da história plenamente racional racionalidade plena nos
atingir racionalidade leva a um estado em que os homens vivem racionalmente E aí E em uma história Universal racional e em uma história moralmente racionalizada é uma história que o reduzidos conseguem a fazer a junção entre você e o existe um e portanto meus caros reggae em suma trabalha com a noção da dialética como motor da história e da astúcia da razão em instrumentalizar indivíduos para conseguir o seu designo que é a racionalidade plena que a racionalidade Universal Bom dia nesse sentido que eu encerro a reflexão sobre tarde William Friedrich Hegel e é legal um
homem do seu tempo assim como os outros e o rei eu é você tem uma E aproveitando já emendando com a questão que a Catarina faz por quê que o rei eu me parece um religioso né confundida para escolher que eu tenho mais de religião do que o cante me parece nenhum dos dois tem religião E eles estão só no modelo que é plástico na religiosidade só que o reino vai dizer né ver que eu tenho uma passagem clássica uma das suas obras que mas olha o ser humano é apenas o ser humano é capaz
de ser religioso que tem a capacidade de pensar Ou seja a razão Dota o ser humano até da capacidade de construir algo para eles acreditar e isso é racionalista no último grau tem nada religião aí A Sofia é isso ou seja eu tô eu tô botando o sujeito de uma racionalidade tão plena que ele é capaz de construir algo em que ele acredito é só mentalmente Esse é o mesmo modo que eu dou conselho então matérias a matéria que eu digo é aqui lateral lá junção de átomos e desemboca naquele que nas matérias que te
ver e eu tô dialogando com Kant É respondido porque ele parece tão religioso é porque ele tá saindo para se pautam em um modelo já pré-determinado já o modelo que já é canonizado a teleologia e só para você sua recepção sou nesse sentido O que você já é canonizada e por uma visão de pneumologia que vai lá naquilo que eu entrei no início lá que eu tô pensando em ir lá no início né da historinha de da historinha contada pelo cristianismo Eu nasci e se morre ressuscita um dia volta no futuro machismo também tem teleologia
e o filme do Marxismo é retomada da origem modernos termos e lembra-te que isso não é no teu cuidado discutir Março a influência do Marcos no século 20 mas não é eu acho que um momento não é esse das o rei que eu escreve e na década de 20 do século 19 a Revolução Industrial Em plena ebulição os movimentos contestatários contestatórios de trabalhadores e movimentos um viés anarquismo movimentos com viés antes estado estão em ebulição movimentos que pensam o estado como de 1.000 un nós estamos sendo contestados Oi e o Halo é um sujeito e
tem uma pegada burguesa não tem jeito e não tem jeito e ele vai entender que o único modo de se chegar essa plena Racionalidade e de manutenção dessa plena racionalidade seria através de um direito Universal e esse direito Universal tem que ter alguém capitaneando Ah e quem capitanear ia isso é o estado o rei deu tem alguns livros importantes que eu não mencionei por exemplo é os princípios da filosofia do direito e ele escreve dois anos antes Bom dia razão na história a e os princípios da filosofia do Direito são fundamentais para essa reflexão do
Estado e como passar do tempo a gente vai percebendo que o rei deu tem uma visão de estado que é extremamente burguesa oi e daí vem a uma das principais críticas do mar uma posição apenas do ponto de vista das ideias é uma posição do ponto de vista e de classe social também ah mas o mais é trabalhador não só que o Marcos tem um burguês de se solidarize da sua própria Classe A E aí é fundamental que o século 20 para discussão de revolução burguesa do século 20 EA crítica fundamental do tipo deve mmartan
a ele é que eles eles deixam eles ficam decepcionados com o resultado da proposta dele né é muito interessante né Se vocês pegar no texto aí é só as quatro últimas lindo do Peso eles vão dizer olha a confusão regueliano aparece muito decepcionante Ele não deixam de agir adjetivada e a longa marcha do Espírito ritmada pelos movimentos da dialética comida na criação de um estado moderno a Lo crítico deve encarnar para moral a liberdade a razão ser uma fórmula última do próprio Rocha É né mas eles estão escrevendo no lugar de quem leu Marx é
o fim da história para o reino é o estado E aí os carros olham lembrei que eu Depois sabem da perspectiva do Marcos mas eu vou ficar decepcionado e E aí eu vou meus caros eu quero agradecer a presença de todos vocês que aguardaram e nem participar até agora da disciplina e da aula e dizer que na semana que vem nós temos aula novamente né já que nós temos duas janelas enfim agradeço imensamente a participação de todos aqueles que fizeram anotações aqueles que interferiram na aula Ela disse Demais eu desejo a todos vocês um excelente
final de semana uma excelente semana e na sexta-feira que vem apesar de ser um posso feriado nós temos aula normal afinal de contas nós estamos de modo virtual portanto Muito obrigado a vocês uma boa noite