Chegou uma hora que tava caindo no dia que a gente tava ao vivo e aí os caras falaram: "Para de chamar voto". E eu entrei no ar e falei: "Estamos de volta com o Big Brother". Pediram para eu não chamar mais voto porque a gente tá caindo, o servidor tá caindo. E é o seguinte, vota mais. >> Os caras ficaram puto comigo. Tomei relatório, tomei bronca. Teve a casa de vidro, foi no 20, né? Foi, foi no 20. Que que eles entram cheio de informação sobre o que os moleques estavam falando lá dentro, que tem
a famosa frase do É, eu não sei, pode ser uma vantagem, né? Mas tipo, eu gosto de dançar. E eu vou usar, né? Queimar para chegar. Você lembra do queimar para chegar? >> A Dybala. A Dybala. >> Muito bom. >> O pé tem só aqui, ó. >> Mas cara, é a coragem de deixar, porque eu também não sei se se a Luô falar para Mim: "Ah, papai, eu vou ser cantor". Ah, não vai não, filho. Já deu não vai p em casa. Já deu muito trabalho pro papai desde você nasceu. E o louco do programa
é que todo mundo ficava mal. Os artistas lá, os técnicos mau, eu, Boninho, todo mundo e a criança consolando a gente, eu chorando, tipo, no intervalo e a criança, relaxa, Thaago, tá tudo bem, é, eu vou crescer e vou cantar e a criança me consolando, eu passei essa vergonha lá. O >> narrador já era, >> já era. Tinha esquecido completamente. Quando eu fui morar fora, lá tem muito esporte. Na minha faculdade tinha muito esporte, mas era futebol americano. Calma aí. Por que que você decidiu ir para fora também? Então eu comecei na, eu primeiro assim
eu fui trabalhar no futebol de várs aqui, né? Eu tinha 16 anos quando eu fui pro futebol de >> desafi ao galo. Fui pro galo, fiquei lá De repórter um tempo. E essa história é louca porque o meu pai era muito amigo do cara que fazia o desafio ao galo. E aí meu pai falou: "Ó, porque meu pai nunca chutou uma bola na vida dele". Meu pai odeia futebol. Meu pai não tem a menor, não tinha, não tem time, nunca assistiu futebol na vida dele. Minha mãe era do Gaviões, minha mãe, gost, minha mãe era
corintiana Gaviões. >> Que isso, mano? Como? Calma aí, como que deu esse? São Paulino por causa dos meus Dois avôs. Eles, >> os dois eram são paulinos, meu primo também. Aí, >> [ __ ] dois avô na orelha. Mãe da Gaviões. Minha >> mãe gaviões. É, minha mãe era do gaviões. Tentou. Minha mãe tentou de tudo >> e o pai não torce. Então era muito fácil. >> Pai largou mão e aí meus meus dois avôs, aí eles trabalharam muito para me Ajudar. Cadeira cativa. >> Minha mãe não minha mãe não ligou. Minha mãe achou de
boa. Então iss meu pai e minha mãe nunca eles nunca falaram nada. Eles nunca diseram assim: "Não, você vai ser advogado, não, você vai ser não sei o que". Nada, meu. Você quer narrar, tá bom? Você vai vai trabalhar até você. >> Quer ser DJ? Vai lá. >> Quer ser DJ? Vai ser DJ. >> Vai se especializar. >> Quer morar fora, a gente vai te ajudar. Você vai morar fora. Se quer voltar, bora voltar. Você quer morar no interior, vai morar. Você sempre falaram: "O que você quer, o que que você quer fazer? Você vai".
Então eles nunca, eles sempre se colocaram ao meu lado assim, entendeu? De incentivar, mas nunca me falaram: "Não, você vai fazer tal coisa. Nunca, nunca." >> Você foi fazer psicologia? >> Eu fui fazer jornalismo. Só que você era obrigado nos Estados Unidos a fazer Duas. Na minha faculdade, você era dentro da faculdade de artes e ciências, então você escolhia telejornalismo, que ela era bem bem especializado, e você podia escolher uma outra de artes e ciências. Então, por exemplo, quem queria ser repórter de política internacional, já escolhia relações internacionais. >> Quem queria fazer, já aprendia de
Oriente Médio, um pa de coisa lá de conflito. É, quem quisia, quem queria Fazer jornalismo de finanças, já podia fazer economia junto com a faculdade. >> E Thago, por que você decidiu ir para lá? Cara, eu comecei a >> Ah, aí, calma, só para entender, você fez jornalismo e psicologia? >> Eu fiz as duas ao mesmo tempo. É >> [ __ ] [ __ ] >> Nossa, aí eu, então, eu fui trabalhar no galo com 16. Eh, depois o galo saiu do ar um ano depois, mais ou menos. Então eu falei: "Puta, mas é isso
mesmo, é é o Que eu quero é isso". Aí aí eu entrei na PUC, entrei, aí eu era muito vagabundo. Aí quando eu terminei o colegial, que eu era orador da turma, eu falei: "Eh, tô cansado, eu vou, eu não". É, primo, não passei em [ __ ] nenhuma, tá? Eu não passei nada. Eu nunca passei pra segunda fase da Fester. Nunca, nunca. Uma merda. >> Mas você chega lá também, o bagulho tá escrito em aramaico, irmão. Eu nunca passei pra segunda fase. Aí, beleza. Aí eu falei: "Pô, tô cansado, eu vou fazer Turmas de
maio do cursinho". Então, eu descansei de dezembro a maio, [ __ ] nenhuma. de dezembro a maio. E aí em maio eu fiz a fiz o cursinho. Aí depois no final do ano eu prestei FVEST, não passei pra segunda fase, mas na PUC, na Metodista eu entrei. Aí eu fui fazer PUC e comecei primeiro ano, meu show, amei cada segundo. Eh, até o dia que descobriram que meu pai trabalhava na Globo, aí minha vida começou a ficar um pouco mais difícil lá Assim. >> Por quê? Cara, não sei, eu não sei por >> como descobriram
>> um desgraçado tava um desgramado da minha classe tava vindo o jornal da Globo um dia e meu pai apareceu dando uma entrevista por causa de alguma coisa interna da Globo e aí dia seguinte o sobrenome não é muito comum, né? Não. >> Aí falaram queá aquele cara dando intervisional da Globo. Falei eu porque Não tinha contado para ninguém, tipo oito meses de faculdade, tava quieto, falava nada, ninguém perguntou >> para que vai falar. >> Ninguém falou: "Não, ninguém perguntou, pô". Nem passou pela minha cabeça que eles iam se incomodar também. Ninguém perguntou. Para mim
era meio natural. Meu pai, meu pai foi pra Globo, eu tinha 8 anos, era, eu cresci lá. Então para mim não fazia diferença. >> Exato. >> Falei: "Ah, meu pai tal". Nossa, para quê? [ __ ] merda. Aí, meu, >> começou. É, e começou começou começou pesado assim. E não só de aluno, né? Os professores começaram a pegar para caramba no meu >> Então não adiantava você acertar, mandar bem, que era tudo ah, porque seu pai também era >> isso. Mas eu era meio folgado também. >> E aí eu bom que ele é sincero, ele
sabe. >> Aí uma teve uma aula lá que o professor Que já me odiava assim, ele me odiava muito, me odiava. Ele era um trabalho de, ah, o que que a gente pode fazer para democratizar os meios de comunicação mais e não sei quê. Ele queria cancelar a, como é que chama? O o esqueci o como é que chama o negócio da da TV aberta, mas como é que vai democratizar é a concessão? Aí eu falei: "Meu, >> vou vou escrever, vou sacanear". Falei: "Aí o meu trabalho chamava o controle Remoto." Falei: "A melhor forma
é trocar de canal. Se você não gosta, você assiste outra coisa. E se você não tá se fim de assistir nada, você desliga a televisão e você vai ler um livro". Rapaz, ele ficou muito puto, óbvio, comigo. Ele não gostou muito. >> Aí ele pegou de por conta disso? >> Não, ele já não gostava. Mas isso aí já era chumbo trocado. Mas aí ele pegava, ele pegava bastante no meu pé assim nas aulas. Ele falava: "Porque tem filhinho De papai aqui que veio comprar o diploma, né? Vamos falar a verdade. Eu comprar o diploma, tá
com o emprego garantido na grande mídia e eu lá, né?" >> Então isso dava meuakley, meu meu julietezinho que naquela porque tinha, tá? Tava lá olhando aquilo, falando: "Puta, tô [ __ ] não vai dar certo isso aqui". Mas e era assim, não tem problema >> dava força ainda pro discurso da galera, >> mas não tem problema. Até o o falei isso numa entrevista pro Fred e aí pô apei Para caramba. Ah, não aguenta nada não. Eu meu negócio era assim, eu sou uma pessoa meio mecânica, meio prática. Eu quero aprender técnicas de jornalismo. Por
isso que eu tava lá. Eu preciso que o cara me ensine, meu, o que que eu tenho que fazer, como é que eu apuro uma matéria, para onde eu ligo, o que que eu faço, como é que eu escrevo, como é que eu abro uma matéria, como é que eu fecho uma, que que é certo, que que é errado. E não tinha isso lá. A PUC era muito Teórica, assim, era muito, muita viagem e foi mais isso até que me me incentivou a falar: "Cara, eu preciso ir embora". E na, na época, eu eu namorava
uma menina que foi morar nos Estados Unidos. Ela já tinha morado, depois ela voltou para lá. Aí um dia eu trabalhava numa revista de Joia, chama Joia e Companhia. Beijo para toda a galera da Joia e Companhia. Eu era o corretor da revista, porque não, hoje a Iá faz, mas eu tinha de corrigir. E teve um negócio em Orlando e eu fui Para lá para trabalhar paraa revista nessa feira de joias. Mas depois fui visitar ela e conheci a faculdade dela. E eu falei: "Meu Deus, é muito diferente os cara com câmera também, cabo XLR,
pá, edição. >> Ele já tava com a mão na massa lá. Entendi. >> Três switchers na faculdade, tudo equipado. Os cara tinha um, é, na época chamava PD 150, que é tipo a vovó daquela ali. É, essa é uma PD, deixa eu Ver. Não, não é. Essa é bom. É uma, é a tataravó daquela lá. Hoje é hoje tenho tudo DLSR e tal, mas era uma PD 150, o cara tinha um monte. Eu falou: "Meu Deus do céu, ele tá muito atrasado". Na PU, quando você começou, quando a gente começava a ter aula de telejornalismo,
você não podia operar a câmera. Tinha um operador de câmera da faculdade, você não podia encostar. E aí na hora de editar a matéria você não podia aprender a editar. Tinha um editor da faculdade, Um senhor lá que ficava lá e eu falava: "Caraca, que eu preciso aprender isso aqui". Aí eu conversei com meus pais, eles sempre falaram para mim, ó, o que educação é a única coisa que a gente nunca vai economizar. Se você falar, a gente vai mandar você. E privilégio, pô, privilégio total. Mas eu aproveitei, eu podia ter virado um [ __
] da Playboy e ter ido para Ibiza usar droga. >> Ideal que seria que todo mundo pudesse, né? >> É, esse é o problema. Nem todo mundo tem, nem todo mundo pode. Tem pessoa que tem e não aproveita, tem pessoa que realmente tem e aproveitou. Então eu aproveitei que, pô, minha família tava bem, meus pais me ofereceram, falei: "Cara, eu vou daqui para cima". E falei para eles, ó, vai ser difícil, vai ser caro, mas eu vou ser o melhor lá. Eu vou ser o melhor. Eu não tô indo lá para fazer graça. Eu vou
ser o melhor. Eu vou voltar com o melhor. Eu quero ser o Melhor. Eu quero disputar com os melhores. Eu quero, quero fazer história. Eu quero ser o melhor. >> [ __ ] Thago. Mas aí você já chegou lá, como que foi a adaptação? Você foi muito diferente? Como que foi? >> Uma semana eu já tava bem adaptado, assim, eu fiz a transferência, uma semana tava bem para caramba, tava gostando. Aí o reitor me chamou, >> deu vontade de virar o Troy Botton lá, começar um high school com Music, falar: "Meu Deus, aproveitar o American".
Então, porque beleza, vai ser o melhor. Chega em Miami, >> porque o clima é o clima as pessoas, >> não, eles, eles, eles eram considerados uma par school, quer dizer uma escola de festa, né? Mas tinha muita aula boa, muito professor bom, o prédio de comunicação era novo, tal. Aí eu cheguei lá e uma semana eu tava bem, eh, até que meu reitor me chamou e disse: "A gente analisou de novo o seu currículo que Você trouxe da PUC aqui e nós temos um problema que é a quantidade de horas aula. Aqui nos Estados Unidos
é o dobro". Então a gente vai ter que jogar você para trás dois anos. Falei: "Não, não, não, não, não, pera aí. Eu fiz dois anos na PUC, eu me transferi para cá e eu não, a gente vai, você vai ter que começar praticamente do zero. Nós vamos fazer o possível para aproveitar e aproveitar tipo seis aulas. Aí liguei meu pai e falei: "Ó, nosso plano de 2 Anos mudou, >> são quatro. >> É, são cinco agora". >> Ah, >> e aí foi, qual alternativa? Eu conversei com o reitor de novo, ele falou: "A alternativa
é você fazer seis aulas por semestre, que ninguém faz. Mas o americano faz três ou quatro, vai tocando na boa, vai fazer seis. Depois no summer você faz três. O americano, se fizer summer, faz uma, eu fazia três. No Segundo summer o americano não faz, eu fazia três. Depois seis de novo. Então assim, eu me matei. Como que era rotina nessa época? Meu, era 6 da manhã, faculdade, chegava em casa 10 da noite, como muita gente faz. Era bem, era bem competitivo, mas era muito bom, porque se você gosta de de assim, de você de
ganhar, de querer mais e tal, ali é um lugar que, pô, eles vivem disso, >> entrega isso, né? >> Eles vivem disso. E aí foi muito bom. >> Mas po esses 5 anos aí, qual que era o ponto? >> Não, então aí que eu fiz, eu fiz tanta aula que eu consegui me formar rápido, dois anos e pouquinho eu terminei tudo, mas eu saí. É que na época eu não sabia o que era, apesar de ter feito psicologia, o termo burnout não tinha aparecido ainda, apareceu depois. Mas eu saí destroçado, eu saí, cara, muito acabado,
muito, muito, muito. E voltei e primeira coisa Que eu fiz, psicólogo, que depois virou psiquiatra, não precisei tomar remédio, mas foi a primeira coisa que eu fiz, voltei psiquiatra, eu voltei assim, meu, acabado, >> batendo biela mesmo, >> total seco por dentro. Não tinha, eu tinha só, eu fui, pr vocês terem ideia, juro por Deus, eu fui na praia a primeira vez, um dia antes de ir embora pro Brasil de mudança já para acabar. Eu nunca tinha pisado na areia em Miami. Eu Cheguei lá, era só biblioteca. Meus amigos vão no grupo quando aparece foto
fal onde o Cqui tá na sa o Kakiqui tava na biblioteca só meu estudando. O meu inglês já não era tão bom quanto deles. Eu tive de melhorar lá. >> Mas o que que te motivava nessa época mano para viver assim que ser eu queria voltar e ser o melhor meu. Queria fazer tudo que eu fosse fazer. Eu queria ser o melhor. Eu queria voltar com um currículo assim que jogasse na mesa da Pessoa, a mesa dobrasse, tá ligado? Falar: "Porra, o moleque trabalhou na NBC, [ __ ] >> Moleque se formou nos Estados Unidos,
forou de psicologia também. começar a fazer umas perguntas e eu responder todas e falar: "Ó, agora é, tem que usar a câmera. Eu sei, tem que editar, eu sei editar, sei editar não linear e linear." Tava começando não linear e eu sabia tudo, tudo. Sabia fazer luz, sabia fazer microfone. Quer vai ser produtor? Vou Ser produtor, vai ser editor, vou ser editor. Sei. Então eu queria isso aí e foi assim que eu voltei. Mas >> então para você não tinha problema em roer o osso, né? Para ser produtor. Vamos, mano. Mas eu quero chegar lá.
Deixava avisado já, né? O meu chefe lá da da do estágio da NBC, ele escreveu isso na minha carta de recomendação no final, que ele falou que ele nunca tinha visto uma pessoa tão disposta a fazer as coisas mais chatas e mundanas. E eu Fazia as coisas mais chatas e mundan. >> O que que era uma coisa muito chata nessa época, >> meu? Os caras faziam entrevistas longas também. É porque eu trabalhava no núcleo de investigação, então as entrevistas eram meio tensas assim. Mas a gente ia fazia a câmera escondida e depois você ia confrontar
o cara e sentava com o cara e o meu chefe ficava entrevistando. Ele demorava uma hora e era pesado. E aí depois alguém tinha que transcrever a Entrevista. Hora que o chefe chegava lá, quem quer fazer o train script? Pô, os estagiário já, né? Pá, eu >> manda pro pai e botava o fone, ó, ficava lá e rapidão, porque para mim era bom que eu aprendia inglês mais ainda, eu aprendia outras palavras. >> E aí eu falei: "Vou fazer isso aí". Então era uma vez um cara chegou para mim, ele chama Ari Odzer. O Ari
ainda existe, o Ari tá trabalhando na NBC6. O Ari o Ari chegou para mim e falou assim: "A gente tá com uma denúncia e a gente de uma empresa que faz e empréstimo de dinheiro com taxas abusivas, tipo a jotagem, só para veterano de guerra, os caras que voltaram da guerra ferrado e estão pegando dinheiro." E me deu uma pilha, mano, de esses são os nomes das pessoas que a gente acha que pegaram dinheiro e a gente precisa de um personagem. Eu fui um por um, um por um, ligava, desligava na minha cara, ligava, desligava
na minha cara, um por um. E Ele esqueceu. Aí, tipo, um mês depois eu voltei e falei: "Achei". Ele falou: "Não acredito. Você aquela lista inteira". Falei: "Peguei aquela lista inteira". E meu chefe me deu uma senha de um sistema que você conseguia pegar umas informações extras da pessoa, tipo social security, não sei o que, que é o CPF. E eu usei aquilo lá, ele falou: "Cuidado, cada clique é 20". Eu falei: "Não, pode deixar, eu vou usar que eu tenho certeza". >> E achei um personagem e a gente conseguiu fazer a matéria. >> Várias.
É, mas eu eu pegava, eu sempre fui muito bom com coisa chata, decupar fita, assistir 50 jogos pro fim de semana, entendeu? >> No Você já fez isso? >> Eu assisti agora tela no quatro aqui no Brasileirão, era aquele mosaico, só quatro jogos ao mesmo tempo, decupando os quatro. >> Meu Deus do céu. >> Eu não me permitia chegar na redação do Globo Esport, alguém me falar assim: >> "Pô, você viu não sei quê?" Eu falava: "Não, não vi". Pode perguntar pra minha equipe se alguma vez eu falei: "Não, não vi. Eu vi, meu, eu
vi, sabendo. >> Eu vi. Vou dormir de madrugada, mas eu vou dar um dar um jeito. Jogo do São Paulo hoje eu vou ver depois, mas eu vou ver >> inteiro. >> Vou ver, vou ver. >> Você vê inteiro o jogo. Isso é muito melhores momentos não adianta nada, né? Muito engana, né? Você pegar melhores momentos de de vários jogos por aí, você vai ver que engana muito, pô. >> Engana mesmo. >> Quando é que surge a oportunidade de você vislumbrar trabalhar na Globo, ser um apresentador? >> Cara, quando eu voltei dos Estados Unidos, eu
mandei currículo para um monte de lugar. Eu mandei currículo Paraa assessoria de imprensa do São Paulo, que eu queria trabalhar lá, não deu certo, nem responderam. Eu mandei aí o >> pra Globo ainda falaram: "Ah, vem aqui para". Mandei para RH, eles falaram: "Vem aqui para tipo cobrir férias". E aí eu cheguei lá, tal, não sabia muito bem andar lá dentro, né? O prédio era novo, né? Aí, pô, cheguei, eh, não vou falar o nome da pessoa porque ela tá lá até hoje e ela foi bem escrota comigo e ela Falou: "Ah, vai lá, não
sei quê". Aí eu, a pessoa tava no computador aqui. >> Nossa, >> quem é você? Falei: "Não, tudo bem. Meu nome é Tho. Eu mandei currículo pro RH, voltei dos Estados Unidos agora, me formei, eu queria muito trabalhar aqui. Eu trouxe meu, tudo bem, joga aí". Aí, tipo, botei na mesa dela. Qualquer coisa a gente liga, obrigado. >> E passou um tempo, >> eh, me tornei colega dessa pessoa, né? Que depois a gente começou a ter mais ou menos o mesmo cargo. Não, não lembro, nunca falei isso para ela, >> mas a gente teve depois
praticamente o mesmo cargo. Ela num outro lugar, mas praticamente o mesmo cargo depois. E aí eu mandei para lá, mandei para cá, não aconteceu nada, tal. Até que a Vanguarda, que é a filhada da Globo no interior, na no em São José dos Campos, um lugar espetacular para trabalhar que pertencia ao Bonnie, ainda pertence ao Bonnie e ao Boninho, eles me chamaram que eles falaram: "Ó, a gente tá, o Bony voltou dos Estados Unidos com umas ideias de vídeo repórter e a gente leu essa palavra-chave aqui no seu currículo que você sabe ser vídeo repórter."
Eu sei. Pode me dar uma câmera que eu me viro sozinho, eu faço foco sozinho, gravo matéria sozinho, microfone sozinho, não precisa de ninguém, faço tudo sozinho. E isso. Os caras ficavam meio puto, né? Porque estava comendo Duas vagas. >> É, na TV não existia isso, né? Um cara >> não existia. Mas pra filhada era o jeito que é mais barato. Afilhada não tem tanto dinheiro, né? Eu quero saber qual era os equipamentos que você usava então quando você ia pro campo. Era câmera, carregador, microfone? Uma, eu até desenhei para eles como é que eu
achava que tinha que ser o cinto, assim, era melhor, mas era uma PD150, uma luzinha pequenininha para botar em cima dela, um Tripé muito pesado, porque era o único que tinha ainda o tripé, era sempre a pior coisa. E o microfone normal, esse microfone de mão é cabo XLR que você ligava direto na PD. >> Vamos embora. >> Eh, para fazer o foco, você coloca o microfone no chão onde você vai ficar, foca, dá o zoom no microfone, regula lá no símbolo da Globo ou do ou da vanguarda, volta, sabe que mais ou menos, vai
ficar o foco tranquilo. E é Isso aí. Nossa, >> para gravar sonora você fazia assim. >> Nesse momento você gravou você gravou algumas matérias malucas ali que chamou atenção. >> Ah, então aí fui pra vanguarda, eles me contrataram, fiquei lá dois anos, eu fui muito famoso na região, assim, eu fez um, eu fiz um um programa de entretenimento que é uma Vanguarda Mix eu, eu não queria fazer. Então você perguntou quando é que de apresentar eu Não queria, eu fui lá para ser editor, produtor, qualquer coisa. E já tinha esquecido esporte também, porque >> narrador
já tinha esquecido também. Falei: "Evou fazer o que eu tenho que fazer depois?" Meus sonhos nunca foi apegado. A vida tá me dando isso aqui, meu. Deixa eu aproveitar essa oportunidade, ver o que vai acontecer. >> Pois eu sonho. E aí eu tava lá e ela falou: "Ó, vai ter um programa novo aí sábado, chama Vanguarda Mix". Nós Estamos testando a apresentadora. Minha chefe falou: "Ó Teresinha, beijo para ela também". Eu falei: "Ah, Teresinha, [ __ ] não é minha. Entreteno, sábado à tarde, tô fora mesmo. Liga pro Gilberto Bas, não quero não." Eu falou:
"Mas é que aqui eu testo todo mundo". É verdade. Ela testava todo mundo na cabeça dela, >> ela é [ __ ] Na, ela achava, ela falava assim: "Vai trabalhar em televisão, você tem que saber como é >> e eu vou botar todo mundo na mesmo que não queira, você tem que saber o que que é o frio na barriga de olhar pr pra luzinha vermelha", entendeu? E aí eu, exatamente, acho que porque eu não queria, porque eu não tava nem aí, porque eu nunca tive assim, nunca tive um jeito, nunca tive um tom, uma
entonação, eu fui lá e fiz o teste junto com a Giovana Tominagre, que era outra apresentadora, ela já bem mais experiente e tudo e eu passei, pô, >> mas como que era esse programa? Qual que foi o teste, >> cara? Então, o programa eles queriam sábado de manhã e era para falar de coisas da região assim e eu fiz o teste e aí eu voltei ainda falei para eles: "Cara, vamos para eu acho que o programa vai ser sábado à tarde e a gente devia fazer o entretenimento da região, o jovem da região, mostrar o
que que as pessoas estão fazendo na região. Tem muito show lá em São José, né, e Jacareí, tem rodeio grande, Guaratinguetá, um monte de coisa legal. Vamos, vamos nos shows, vamos entrevistar os artistas, vamos tentar". Foi, falei porque a molecada tá na internet, todo mundo ficava comendo com aquela minha cara. O YouTube tava nascendo, né? Era 2004, 2005 ali, 2005. >> E aí eu comecei a trabalhar nesse nesse negócio, criar as pautas. Aí o meu chefe ficou doente e ela falou: "Olha, eh, parabéns. Então, a partir de agora você Também vai editar o programa". Então,
você é o editor chefe do programa. Falei: "Eu tenho 24 anos." Não, não, não, não, não. Você faz tudo e aí eu, cara, eu ficava a semana inteira cuidando daquilo lá. Eu e o Dudu, o Cal, o editor, beijo para ele também. E a gente entregava o programa no na sexta à noite. A gente editou, meu, essa é que vocês são muito mais novos. Chamava ES7, era uma máquina da Sony de edição não linear e ela era muito, ela devia ter Tipo menos potência que o celular de vocês. Para checar um GC, o gerador de
caracteres tava demorando 17 minutos e a gente de madrugada editando, cara. E aí comecei a editar, editava de madrugada, aí depois peguei um outro programa para cuidar também. Então, trabalhava de dia e de noite, 6 da manhã até 3 da manhã todo dia para entregar o negócio. E, cara, eu fiz muito sucesso. E aí o Sport TV viu um DVD que eu mandei para eles e a hora que eles viram o DVD e eu fazia Muita variedade, eles me chamaram. Foi aí que eles me chamaram por causa da vanguarda. >> Então não foi a Global
TV aberta, foi Sport TV. >> Foi Sport TV. A Global nunca tinha me chamado. >> Então você começou no Sport TV? >> Comecei no Sport TV. >> Fazendo o que lá? >> Eu era repórter. E aí assim, eu era bem famoso na região, mas muito mesmo. Fazia Evento, tipo, me chamava para ser m de cerimônia, ganhava um dinheirinho, era famoso real, tipo, podia andar no shopping e pessoa ir pegar autógrafo, tirar foto. >> Já fez, como que é o nome? É presença VIP, >> então. Presença VIP. >> Mas já era Thiago Le ou era C?
Não, já era Thiago Leifer, todo mundo conhecia, tal, eu era famoso, meu. E aí o quando veio a proposta do Sport TV, Ainda bem assim que eu não tinha esse ego de ser famoso, nunca quis, caguei assim e eu larguei tudo aquilo lá. Eu acho que dificilmente outras pessoas da televisão, sei se você conhece a galera, acho que dificilmente a galera largaria aquilo tão fácil, >> não larga. >> E eu larguei e fui ser o último repórter do Sport TV. Eu tinha 25 anos. Eh, cheguei lá e, cara, fiquei 2006, 2007, 2008. E 2008, no
em setembro de 2008, só Que a Globo me chamou para ir pro Globo Esport. E aí três meses depois eu veri editor e apresentador. Mas eu fiquei no Sportv o tempo todo. Tudo que eu fiz é Hora do Sport TV. >> Caraca, >> você Mas o que que aconteceu para pro Globo Esport chamar? >> Cara, quando eles me contrataram era, eu fiz teste novembro de 2005. Eh, e eu fui contratado janeiro de 2006, No comecinho de janeiro. Logo que eu cheguei assistindo ao Globo Esporte, porque eu nunca fui uma criança que que viu Chaves, por
exemplo, eu gostava de ver esporte, eu gostava de ficar vendo Globo Esporte, tal, vi de vez em quando um desenho, mas eu gostava do esporte. E eu tava, quando eu voltei dos Estados Unidos e tal, eu comecei a ver o Globo Esporte, eu falava: "Pô, cara, esse programa não conversa mais comigo. Será que eu, será que eu que envelheci? Será Que >> é?" Então, por que, por que que o programa não fala mais comigo? E aquilo me intrigava assim. E aí eu chegava mais cedo, às vezes eu ia no switcher lá, né, na sala de
controle, estavam botando Globo Esporte no ar, eu ficava escondidinho lá, eles não me conheciam direito, ficava lá olhando, vi o real time do Ibope, via a audiência mexendo, via porque que o Neto ia bem às vezes, porque o Pica-Pau às vezes ia bem ou Chaves, tal. E eu ficava olhando aquilo, falando: "Pô, tem alguma coisa errada, meu". E aí do alto da minha ingenuidade e talvez podem chamar de arrogância, mas eu acho que é mais ingenuidade. Eu lá, o repórter F do Sport TV, mandei um e-mail pras chefias, como eu achava que devia ser o
Globo Esport. Acabado de chegar. >> Ah, velho, >> que audácia. >> Talvez eu tenha esse meio guardado. >> Você pode falar o que que tinha nesse Meio assim de dicas? Eu falei para eles que eu achava que o Globo Esport, >> eu achava que as pessoas estavam consumindo esporte de um jeito diferente por conta da internet, que achava que o jeito de consumir tava diferente e achava que o jeito que as pessoas falavam de esporte na rua, na vida, tava começando a ficar muito diferente do jeito que o Globo Esportando de esporte. E as minhas
sugestões foram desligar o TP, eh, tirar a tapadeira e fazer um Estúdio físico, colocar um comentarista dentro do estúdio o tempo inteiro para você conversar sobre o jogo eh mais tempo e começar a tentar entender o que que era o ecossistema do esporte. Eu falei para eles, então, o que que era? É, o jogador hoje ele joga videogame na redação, na concentração. É, vamos falar de videogame. É, tem esports, que é o negócio tava para 2006, tem um negócio chama esportes, >> muito à frente, velho. >> E a gente deveria falar de esporte eletrônico porque
isso vai ser um mercado muito grande. Os americanos já estão dando visto de atleta para esportes, acho que precisava falar disso, tal. Eh, ninguém respondeu. Um chefe só me chamou e falou: "Tiago, esse negócio de videogame aí parece interessante, hein? Você não quer fazer mais disso aí?" Falei: "É, vamos, vamos pensar e tal". Mas cara, ninguém respondeu, não aconteceu nada. E aí só Três anos depois, quando eles me chamaram para ser o apresentador, aí eu peguei tudo aquilo que eu tinha falado, que é tipo minha carta magna, e eu botei pr para funcionar. Mano, você
criou o Globo Esport Novo. >> Foi >> a nova era. >> [ __ ] Eu eu o mítico até falou no começo e eu brinquei, mas é uma verdade. Eu a escola era legal nessa época, então eu era adolescente, eu gostava de estar Na escola, mas eu lembro quando saía meio dia 20 eu corria para assistir Dragon Ball e depois eu corri para ver o Globo Esport de repente quando você entrou ficou muito legal de assistir, >> ficou divertido, né? >> [ __ ] e o Corinthians tava indo bem, tá ligado? E tava, e tinha
o tal de Neymar, Ronaldo, Ronaldo no Corinthians, nós pegamos Neymar no Santos. >> Ô Thaago, mas foi difícil, >> então foi uma delícia >> quando você aparece assim, foi difícil para você botar na cabeça da rapaziada da Globo, tipo, gente, é assim, vamos atualizar, vamos, vamos uma linguagem mais leve, uma linguagem mais solta. >> É, não tinha olhado, falando assim, esse cara quer mudar o jornalismo agora. >> É, eu falava, eu abri a TV, você tava sorrindo. A gente tava acostumado a ver jornalistas muito sério, então falava: "Mano, esse cara é muito da hora. Ele
tá sorrindo, ele tá brincando, ele tá solto Apresentando na Globo, sabe? >> Então a forma como eles eram no ar, alguns deles era era pior fora do ar, né? Eles eram ainda mais grosseiros e e foi muito difícil o começo, muito difícil. >> Imagina. >> 2006 e 2007 foram anos assim bem difíceis. Todo começo é difícil. Até quem tiver assistindo a gente quer uma carreira na comunicação assim. >> É que hoje a galera vê os jogos estão Democratizados, a informação tal, mas naquela época a Globo e mandava e tudo, pô. Tudo tinha tudo. A gente
tinha de de Libertadores, Champions League, Fórmula 1, é, Stock Car, Campeonato Brasileiro, Campeonato Brasileiro da Série B, tinha tudo, tudo, Olimpíada, absolutamente tudo, tudo. >> E aí assim, quando o meu chefe me chamou e me contratou, ele falou: "Olha, eu quero que você, esse DVD que você me deu da vanguarda, eu quero que você faça Exatamente isso aqui no esporte". Então, quando você for fazer a sua matéria, ele falou: "Não quero mais, esse jeito que a gente tá fazendo tá obsoleto, a gente precisa mudar. Eu preciso que você faça essas matérias desse jeito que você
fez. aqui. Ele só esqueceu de combinar com o resto da redação. Ele voltou pro Rio de Janeiro e me largou aqui com na Jala dos Leões e pôra, nada que eu fazia tava bom, nada que eu fazia tava certo. Eu fui bastante sacaneado, assim, muitas Vezes eu fui eh ironizado lá dentro, muitas vezes eu virei chacota, mas assim, muitas muitas vezes, muitas vezes da minha cara. E eu lembro >> no, tipo, na primeira semana, aí também descobriram que meu pai era do comercial e meu pai nunca foi do esporte, tá? nem do jornalismo. Meu pai
era do outro prédio, era do comer, meu pai era advogado e trabalhava no comercial na parte de publicidade e propaganda. E aí descobriram, aí já também já, né, fica Tudo mais difícil lá dentro. Então as pessoas acham que ficou mais fácil, não, ficou muito mais difícil >> porque o preconceito é maior do que a do que essa ideia de que talvez ele pudesse me ajudar, porque não podia, não tinha como, era outra nemia nem ia querer assim, >> nem encostava naquela era. >> Tem muitas pessoas que t o mesmo sobrenome do pai, trabalham na mesma
carreira, isso é super normal. Você pode Olhar o jornalismo esportivo, tem vários com o mesmo sobrenome. >> Uhum. >> Mas comigo foi um pouquinho mais difícil, assim, teve uma, eu tive de me provar mais, eu acho que era isso. Acho que eu tive de E tudo bem, beleza, aguentei. Eu até entendo que eu tivesse que me provar mais, exatamente porque descobriram que meu pai trabalhava na mesma empresa que eu. Então, >> você lembra de algum momento que você, Tipo, você viu que a galera tava desconfiando, fala: "Ih, isso aí não tá com nada." Aí você
fez uma matéria, aconteceu alguma coisa, falou: "Calou a boca de todo mundo, falou: "Respeita, >> cara". Foi mais, ó, quando me colocaram no Globo Esport, era final de 2008, tinha voltado da Olimpíada, fiz uma coisa, eu comecei a fazer muita, comecei a meter muita matéria, comecei a ir bem, aí eu comecei a meter muita matéria no Globo Esport do Tino e da Glenda, mas Muita. E aí a Globo me chamou depois da Fórmula 1, que eu fiz uma matéria de Fórmula 1 boa também, eles me chamaram para ficar e tal. Aí quando eles resolveram regionalizar
de novo o Globo Esport, porque tava nacional, né? Aí regionalizaram e falaram que ia ser eu. Eu já tinha muito na cabeça que eu queria fazer. É, no dia 31 de dezembro no Reveillon, então eu já tinha um anunciado lá dentro que ia ser eu, tipo, faz uns 10 dias mais ou menos. Eu falei Para eles, eu falei: "Ó, deixa eu contar para vocês o que que vai acontecer no dia 31 de dezembro do ano que vem, daqui um ano. Daqui um ano as pessoas vão falar que a gente mudou o Globo Esport, que o
programa tá de novo ganhando em primeiro lugar, nunca mais vai perder. As pessoas vão fazer TCC falando do nosso trabalho, a gente vai virar aula e não sei que e pá e mandei para todo mundo, pra relação inteira. Você sabia que era disrupitível, né? O que você Queria fazer. >> Eu tinha certeza que ia dar certo. Mandei pra redação inteira. E aí, pô, a gente entrou no ar dia 12 de janeiro. Então, 12 dias depois, ainda sem o campeonato paulista, não tinha acontecido nada, né? Não que eu entrevistei dirigente uma vez na primeira semana e
depois eu fui entrevistar o Juvenal Juvênci lá, pô, lá na lá no final, porque ele era ele era personagem que eu falava: "Meu, a Madona Vem Brasil, você vai querer falar com o empresário da Madona ou com a Madonna?" Falou: "Com a Madona falei: "Então, pô, vamos Star System". Bom, tem, esse é o esquema, principalmente na TV, né? Tipo, mano, eu imagino porque no Corinthians sempre tinha isso, até hoje tem, tipo, >> Anelka, >> por isso que quando falou Memphis a gente duvidou. >> Não, mas falaram do Anelka no Corinthians também. E também teve o
Chico Lang me prometeu Carlitos Teves desde que ele foi embora. E aí, Chicang, voltou, mano? Não voltou. >> E o Carlito Stev foi o que me alucinou pelo Corinthians. >> E ele é o atleta mais jogad. Mas esse Corinthians do Tevis era um absurdo. >> Esse foi embado. >> O TZ era um absurdo. É 22 anos demais demais demais. Bizarro. >> Ele era embaçado. >> Lanina. >> Pena que durou um ano só, né? >> Que que foi aquilo lá? 2005, né? >> Foi. >> Eu assistia muito o Corinthians 2005 porque eu curti o Tebs para
caramba. Assisti ele jogar >> 2005. Vocês estava bem também pr caramba. [ __ ] só. Ô >> Thiago e você agora falando, pô, tá muito curioso a sua saga. Você e você Ficou no Globo Esport até que ano? >> 2015. Fiquei 6 anos e meio. >> Que que aconteceu? Você falou: "Ai, gente, pelo amor de Deus, cansei". O que que aconteceu? >> Não, a gente, eu confesso para você, quando o Neymar saiu, foi um bac para mim. Quando em 2013, quando Nei foi embora, foi >> viúva do Neymar. >> É, foi um foi um B.
Assim, eu lembro até a música que a gente usou também no dia Da despedida dele. Eu lembro o VT, lembro tudo. A gente usou a música do Charlie Brown. É, então vamos viver. E um dia a gente se encontra. Então vamos ver. Pegamos ele desde pequenininho, tudo que ele passou, todos os matéis que a gente fez para ele, [ __ ] clipe bonito que a gente fez para ele, boa sorte, tal. Foi animal aquele aquele negócio. E eu me vi ninguém, eu me vi sem o Ronaldo, sem o Neymar, sem Star Systems. >> Então foi
uma, não foi legal que foi um momento de reinvenção assim de o que que a gente vai fazer pro ano que vem, de pedir verba até para criar coisa, para ter uma, porque a gente ficou sem, né? Eh, eu acho que é meio que a Champions passou sem o Cristiano Ronaldo e sem o Messi. Tivam de mudar o formato do torneio, irmão. Mudaram o formato do torneio. >> Ué, saiu, saiu meus meninos. Os cara mudaram o formato. Para você ter uma Ideia, falam: "Não, é porque é dinheiro". Não, claro que pode ter sido por dinheiro,
dia de transmissão e datas e não sei quê, mas é muita coincidência que os caras mudaram o formato do torneio depois que eles foram embora. Então a gente também, eu comecei a criar coisas, só que teve uma mudança de liderança na na Globo. Eh, e o nosso chefe mudou, o chefe que tinha me contratado e que tinha me mandado fazer o Globo Esporte e bancado as loucuras e E me dado as broncas que eu mereci ouvir também, ele foi embora. >> E botaram um outro cara que ele nunca viu um jogo de futebol na vida
dele e botaram ele de chefe do esporte. Beleza. >> E cara, nada contra a pessoa dele. É um cara gente boa. Acho que para sair para jantar um cara super tranquilo, mas para trabalhar não não dava. E eu comecei a ter muita dificuldade com tudo. E eu lembro que um dia quando ele assumiu, Ele veio para São Paulo, tal, e aí eh marcaram uma reunião minha com ele e eu preparei um dossiê assim, eu falei: "Olha, olha o que tá, eu cara, era 2000 e 2012 ou 13, 2012, eu acho. Era 2012, sim. Então, ainda
foi antes do Neymar sair, mas começou a ficar difícil ali. 2012 eu preparei um dossiê para ele e eu falei: "O público paulistano tá mudando porque eu tô sentindo que as pessoas Que o SPTV sempre em 12. E aos poucos o SPTV começou a dar mais audiência do que a gente ou igualar." E a Record falando de São Paulo da cidade começou a dar audiência. F. Então, tá tendo uma uma preocupação das pessoas com a cidade, com o com o que tá acontecendo na cidade. >> Nossa, era muito antes. >> E isso culminou em 2013
com as manifestações do 20 dos 20 centavos lá. >> Era 20 centavos, né? Era >> eu sempre confundo se era 16 ou 20 centavos. 20 centavos. Mas foi ali que começou e culmina naquilo. Então eu falei, eu queria mudar o Globo Esport. Eu queria fazer outras coisas. Eu comecei a pedir paraos meus editores colocarem eh um o bairro onde o repórter tá e começou a aparecer barra funda para pra pessoa que tá assistindo começar a ter a sensação de que a gente tava ligado. Às vezes eu pedia para falar um pouco de trânsito porque eu
achava que As que tava acontecendo alguma coisa. Então preparei esse dossiê para ele. O que que tava acontecendo com a audiência, o que que a gente a achava que tinha que mudar, o que que tinha que ir, o que eu precisava de equipe para conseguir fazer a mudança. E eu cheguei lá, sentei e a hora que eu fui falar, ele falou assim: "Não, eu te chamei porque eu queria falar da sua calça jeans". Eu falei: "Cacete, >> ah, meu irmão, >> minha calça jeans é tem um desfiado." Falei: "É, eu sempre usei, é, acho melhor
não usar mais". Tá bom. Aí ele também falou: "Ah, e o seu cinto que eu usava tipo a camisa para dentro do cinto só na frente e atrás solto", que como todo mundo usava em São Paulo na época, né? Fiquei em São Paulo todo mundo usa assim, os moleques todo mundo us assim. Não, não, não, não faz mais isso. >> [ __ ] >> E aí eu vi que ferrou, entendeu? Porque se esse é o se, se isso era o mais importante pro cara me falar, a maior praça, o maior Globo esporte, que era maior
praça, maior faturamento, maior audiência, a gente não perdia pro pro Chaves e pro Pica-Pau desde 2009, primeira vez na história que o Globo Esport conseguiu tanto tempo, a gente nunca perdeu para eles, 6 anos e meio. >> Eles poderem inventar que o Picapu vai vir jogar no Corinthians, mas preocupado Com a casa del >> nunca. Fizemos tudo direitinho. Aí eu voltei pra equipe lá em cima e falei: "Ó, meu amigo, ferrou". Aí 13, o Nei vai embora. Começamos a ficar difícil. Aí vem a Copa de 14. Na Copa de 14, >> que era a ia
ter a central da Copa de 14, quando deu depois da Copa das Confederações de 13, eu comecei a mandar e-mail e falar: "Mano, precisamos fazer a o orçamento, o formato, tô com umas ideias aqui, porque eu já tinha feito a De 10, né? Que eu tinha criado a de 10, vou lá de 14 e tal e ninguém me respondia, pá." E chegou um dia, chamaram uma reunião e falaram: "Não, Thago, devia te comunicar que você não vai fazer a central da Copa de 14". Falei: "Oxe, >> quem vai fazer >> por quê?" Falou: "Não, você
vai ser um dos apresentadores". F isso eu não não ligo, tá? De dividir com o apresentador adoro todo mundo. Era o Alex Cobarque. Meu Deus do céu. Beijão pro Alex, cara. Que pessoa >> vou falar uma palavra, que pessoa [ __ ] Alex Cobar é >> aqui, tá liberado, >> gente boa demais. Falei com o Alex, trabalho meu, no que vocês quiserem, gente fina, mas você não vai fechar, você não vai editar o programa, você não vai fazer os VT, você não vai fazer nada, você vai só apresentar. E, pô, eu era editor do Globo
Esport, eu Tinha criado a central da Copa de 10. Eu falei: "Por quê?" E o cara olhou bem na minha cara e falou assim: "Porque você não tem capacidade". >> [ __ ] não precisava também. >> Aí eu olhei pro meu chefe de São Paulo, tinha dois lá. Aí eu na minha cabeça, eu tava mandando a pessoa tomar no cu, mas eu respirei fundo, >> falei: "Tá bom". Porque, cara, é uma decisão da empresa, não vou discutir com Eles, né? Falei: "Então tá bom, você tem certeza?" Tá bom, beleza. Aí eu fiquei quieto, engoli tudo,
engoli meus sapinhos. Pô, isso já era quatro, c anos de sucesso de Globo Esport. Já fui pro Rio, eh, outras pessoas fecharam o programa, criaram o programa, então não tenho nada a ver com aquilo. Aquela, aquele armário abrindo que tinha o Galvão dentro, não fui, eu, tenho nada a ver. O boneco do Messi, note. Não fui eu. Mas eu fui lá e Eu também prometi para mim que eu falei assim: "Não serei o garoto problema". Eh, a empresa que foi muito legal comigo até agora, né, me deu várias oportunidades, acreditou em mim, tá falando que
não quer mais, eu também não vou encher o saco. Eles querem que eu apresente, eu vou apresentar. Então, vou fazer meu melhor aqui. Vou ser muito simpático no ar, vou fazer o que eles mandarem eu fazer. Mas é isso aí. Chegava para mim, alguém falava assim: "Ah, você não quer escrever o VT de Brasil?" Não, não, não vou escrever o VT. E aí começou a dar uns negócios no problema e esse chefe que falou que eu não tinha capacidade, começou a me copiar nos e-mails reclamando de alguma coisa do programa. E aí, e eu não
respondia, pô, não tinha nada a ver com aquilo, era só apresentador. E aí passou um tempo e falou: "Ah, ele tá bravo com você". Falei: "Ele tá bravo faz um tempo comigo já." Porque que ele tá bravo? Porque não porque você não responde os e-mails. Não vou responder e-mail. Eu não, eu não sou editor do programa, não tem nada a ver com os problemas que ele elencou. Não fui eu. Eu não escrevi aquilo lá, eu não me responsabilizo pelo conteúdo, não é problema meu. Ah, mas ele quer que você responda. Falou: "Ah, aí eu comecei
a perceber que já era perseguição, entendeu?" Fal: "Ah, não, aí ele tá carente, pô". Porque se ele me tirou, disse que eu não tinha Capacidade, agora o negócio não tava legal no ar, ele tá enchendo o meu saco. Não, não tenho nada a ver com aquilo, poupou a calça. >> Ué, e ainda não tava mais usando minha calça rasgada, nem meu cinto lá, do jeito que ele queria. E aí eu percebi que não ia dar certo. 14. Terminou a Copa, eu pedi para almoçar. Eu nunca tinha feito isso. Aí com o diretor geral da empresa
de de jornalismo e esporte, tudo e falei para ele o que tinha Acontecido. E ele não sabia. E eu falei: "Ó, não tô querendo queimar ninguém. Eu não, eu sei que o cara não vai ser mandado embora." o cara muito importante lá. Falei: "Só que assim, não deu, a gente não não bateu, tá ligado? Tô não deu, não deu." Então assim, eu tô dando murro em ponta de faca já. >> Aí eu fui bem sincero com ele, com a empresa. Eu falei: "Olha só, se vocês me disserem: "Cara, teu futuro é o esporte, segura um
pouquinho e e vamos em frente, Eu aguento. Eu vou ficar aqui, vou continuar, vai ser difícil, tá? Tá me corroendo por dentro, mas eu vou ficar. Agora se vocês disserem para mim: "Não, teu futuro é um entretenimento, eu gostaria de ir para lá de vez, porque eu já tava fazendo The Voice, né, desde 12 fo gostaria de vez. Aí ele falou: "Não, teu futuro é o, a gente acha que é o entretenimento". Falei: "Então beleza, então eu vou ficar aqui fazendo meu Globo Esporte todos os dias direitinho, Do meu jeitinho, até vocês falarem que tem
alguma coisa lá". E aí eu vou embora. E aí o tempo foi passando, ele ainda falou assim: "Tenta alguma coisa aí para você ficar tal". Não deu. E aí ele falou: "Ó, tem um negócio aqui no entretenimento". Falei: "Tá bom". Ele falou: "É o é de casa, não é a tua cara, mas eu gostaria que se você quiser assim, pode vir". Eu falei, eu vou. E, mano, fui para de casa, era do Boninho, ajudei a fazer o formato. Eu fiz matéria De cocô de pombo, eu fiz matéria de privada entupida, entendeu? Fiz matéria de videogame
também. Legal. Cocô de pombo, cara, de doença, tal, de ninho de pombo no prédio. >> Eh, fiz matéria de morcego, fiz matéria de privada entupida, dando técnicas de desentupir privada no Natal, fiz tudo que me pediram. >> Cqu voltou, filho. >> Qual foi a melhor matéria? >> Tava, tava daquele jeito. >> Qual foi a melhor matéria então dessa dessa época aí? A matéria mais legal que eu fiz foi com a Sabespeiros de São Paulo, o que tem dentro do bueiro. >> Isso aí deve ser uma loucura. >> Você deve ter visto. >> Eu tenho curiosidade
de fazer que tem do bueiro. >> Qual foi a melhor matéria então dessa dessa época aí? >> A matéria mais legal que eu fiz foi com A Sabespeiros de São Paulo. O que tem dentro do bueiro. >> Meu Deus. É isso aí. E deve ser uma loucura. >> Você deve ter visto que >> eu tenho curiosidade de fazer que tem doiro. >> Deve ter um monte de coisa. Coisa mais bizarra, se alguém tiver jantando, sorry. Quando eles tiram a tampa do boeiro, ela tem uma camada laranja desse Tamanho assim que é gordura, tipo, parece um
sheder, eles raspam assim, ó. É nojento. Eles aí depois eu fui acompanhando tudo e depois eu fui na central de tratamento de água, tal. Tem muito pino na de droga, né, de cocaína. Assim, a quantidade de pino no bueiro é absurda. Quando eles tiram a toda a superfície é de pino. Inclusive >> nos deve ter sido muito louca, mano. Joga no lixo. >> Toos meu. Todos os ba os caras jogam na Privada para os caras jogam na privada para disfarçar, né? >> E muitor eles o trabalho deles no no na maior parte era tirar pino
de plástico do do negócio. Então essa matéria foi muito legal. Aprendi muita coisa lá. E aí passou dois anos, veio o BBB, mas eu fui, mas eu topei fazer privada. >> Só mais uma rebarbinha do de Globo Esport. Uma coisa que eu achava muito [ __ ] época e senti ali com você. Eu gostava muito do Pânico naquela época e Acho que todo >> eles eram muito bons. >> Todo o resto da TV odiava. >> Eu amava eles. >> E aí a gente percebia que você gostava, mas sentia que tipo assim, tá, ele gosta, mas
ele tá num lugar que não dá também para ficar falando. Mas eu lembro que >> dá >> do Calabuca Galvão, você dando uma inseridinha, eu falei mentira, >> eu amava eles mesmo, eu amava, amava, eu cresci, eu vim do Pânico, eu ia pra escola brincou com os negócio do Zina, do Ronaldo lá, muito chave. Eu eu ia pra escola ouvindo Pânico quando era moleque aqui em São Paulo. Eu vindo a Jovem Pan. Então, [ __ ] eu amava os caras. Era era só tipo era o Bola e o Emílio só no começo tinha ninguém e
eu amava eles muito. Não, eu gostava até de ver as matérias de de jogo deles. Inclusive você vai pro The Voice depois e eu tenho Muito uma primeiro que eu queria falar que é muito emocionante o The Voice Kids. Pelo amor de Deus. >> Legal. Eu já vi meu pai chorando 19 vezes vendo The Voice Kids. Juro, juro. Tipo, de chorar mesmo assim, dar boque >> buscar assim a salivinha que sai. >> Era, era de chorar mesmo. >> Como que Como é que lida com crianças sendo frustradas? >> Cara, eu graças a Deus fiz pouco.
Fiz uma, fiz uma temporada, eu acho, só Duas, talvez uma, uma só com eles lá, mas foi foi um choque assim também, foi muito difícil a aflição dos pais, né? E eu não era pai na época, era só tio. Mas cara, eh, a coragem de deixar, porque eu também não sei se a se a Lua falar para mim: "Ah, papai, eu vou ser cantor". Ah, não vai não, filha. Já deu não vai ficar em casa. Já deu muito trabalho pro papai desde você nasceu, né? muito trabalho. Vai ficar quietinha porque, cara, era embaçado. E o
louco do programa é que Todo mundo ficava mal, os artistas lá, os técnicos mal, eu, Boninho, todo mundo e a criança consolando a gente. Eu chorando, tipo, no intervalo e a criança, relaxa, Thaago, tá tudo bem, é, eu vou crescer e vou cantar e eu e a criança me consolando. Eu passei essa vergonha lá várias vezes da criança me consolar. Mas depois kids não dá >> kids não tem condição. >> E agora eu quero falar mais uma vez algo que eu acho que você acabou Revolucionando ali, que foi no Big Brother, porque você sabe da
paixão do povo com futebol e também agora você provou também da paixão do povo com o Big Brother e o Bial era o cara, né? Tipo aquele aquelas eliminação do Bial, meu Deus do céu. >> Absurdo. >> Aquelas falas, aquela coisa, aquela >> BBB7 do Diego Alemão, você lembra? >> Assisti muito. Foi, >> Sunga Branca. Zunga branca branca >> zunga branca >> era linda >> [ __ ] ele com a írisanellando f [ __ ] >> O ruoviguaçu >> você é louco. >> Ele ele cantava no cantando no karaok. Lembra para provocar eles fizeram um
karaoquê que ele e o cowboy ficavam cantando música um para provocar o outro no karaoquil lá absoluto cinema. Um gritando na cara do outro. Ah, falava Que loucura era isso, cara. Saudade desse BBB que o bagulho ficava louco. >> E aí você chega, acho que 17. Eu cheguei no 17. >> Por que que você aceitou essa doideira? >> Eu nunca, eu nunca disse não para, eu disse não pra empresa só lá na frente no negócio do Faustão de que a gente pode até conversar. Foi a única vez. Eu nunca disse não pra empresa. Nunca >>
sabendo que era o Bal anterior. >> É o Eu acho que a O que movimentou a Coisa foi a aposentadoria do Jô, né? O Jô ia aposentar e aí quando aposenta um grandão, igual empresa japonesa, o office boy sobe um um degrau, né? >> O Jo foi aposentar e começaram a mexer nas coisas e eu tava no É de casa, era uma sexta-feira e eu tava no hotel lá no Rio e aí o Boninho me ligou sexta-feira à noite, falei: >> "Fiz alguma merda muito grande pro Boninho tá me ligando sexta-feira de noite". >> Ele
falou: "Ó, ó, Thaogo, dis tem que trazer ele aqui. Tchau. Ten tenho uma notícia, para você. Você, você vai fazer o big? Falei: "Eu vou o quê?" >> Ele falou assim, só vou fazer o próximo big é seu. Falei: "Não, para jogou no teu peito. Então, só se você não pode contar para ninguém". Eu falei: "Tá bom". Falei: "A Dayana tá me olhando com cara de assustada. Só preciso contar para ela. Tá bom". Aí eu desliguei, contei pra Dai. Só eu e a Da sabíamos. A Meu pai, >> que que ela falou? >> Você é
louco. >> A da ficou muito feliz. >> Ah, >> ela ficou muito feliz. >> E aí eu, meu pai e minha mãe estavam viajando nos Estados Unidos. Eu acho que alguém contou pro meu pai, porque alguém da direção deve ter contado. Então eles me ligavam e falavam assim: "Você tem alguma coisa para contar pra gente? Alguma novidade?" Eu: "Não, >> o cara prestes a pegar o maior programa da casa". Brasil, >> tem certeza? Eu não, >> não sei não. Tá tudo bem. E alguma novidade, guri? Não, não, normal. >> Tô de boa. >> Não tinha
nada. Não contei para ninguém, ninguém mesmo. Fiquei quieto, falei: "Eu não vou estragar, >> eu não consigo. >> Você foi igual um participante do me Conta uma parada, fala assim: "Não conta para ninguém, eu vou contar". >> Eu era muito. >> Você falou isso o mítico já tá sabendo já. tipo CIA, tipo o FBI, não culparam ninguém. Fiquei quieto. E aí o eh eles iam, eles já tavam fazendo uma mudança editorial assim no no BB, já tava mudando. E aí o eles foram o Bial foi para pegar o lugar do Jô, não teve uma transição
tranquila porque o Bia ficou doente. Não sei se vocês lembram, O Bia operou o coração, meu. >> Não lembro. >> O Bal passou mal, ele ficou doente. >> E ele fez uma operação de coração que até hoje em dia os caras entram pro catéter e acabou. O dele não, o dele é na já teve que abrir mesmo. Ele fez uma pressão seríssima no coração. Então ele ficou doente. A gente mal conseguiu se falar, não teve uma transição assim, não consegui falar com ele, não conseguia falar comigo, >> ele não conseguiu te passar o bastão, >>
não conseguiu para eu conversar com ele e falar: "Meu, me fala que que eu tenho que fazer, tipo, como é que é?" >> Meu Deus. >> E aí o Então foi foi meio uma folha em branco, o que por um lado foi bom porque todo mundo dava palpite de como é que eu deveria apresentar o programa. E eu fiz o que eu sempre fiz, que é se o programa não existisse, se fosse o primeiro ano, se fosse a primeira temporada a 2017, Nunca houve nada antes, como eu, Thaago, apresentaria esse programa? Que que eu que
que eu acho que é legal desse programa e como é que eu faria o programa? >> Se te entregaram para apresentar? >> E aí foi isso que eu fiz. E aí eu fazer do meu jeito. Então assim, no começo gera uma estranheza, como tudo que eu faço, eu tenho muitos haters, um beijo para todos, devem estar no chat até, mas eh eles me acompanham, eles estão tentam Me derrubar desde 2009, ainda não conseguiram, então eles devem me amar. É porque eles estão comigo até hoje. >> O Reiter ama >> mais que os fãs, man. >>
Com certeza mais que o fã. >> Eh, cara, não teve, quando me anunciaram, não teve um elogio, não teve uma pessoa comemorando minha minha eleição, não teve ninguém falando que legal. Eu lembro que quando saiu a o logo, a a logomarca nova, que ela era Laranja, eles eram azul, azul, azul, depois ficou laranja. Os comentários eram: "Devolve meu azul, devolve meu bial". Tipo, ninguém falou assim: "Ah, legal, vamos em frente, vamos ver o que acontece, vamos dar um voto de confiança". Zero, era só porrada. Primeiro dia no ar, porrada. Segundo dia no ar porrada. E
foi porrada direto lá. Mas eu apresentei do meu jeito, cara. Eu encarava aquilo lá como um RPG de mesa. Eu achava que os caras eram tipo cada um Personagem. Tinha o arqueiro, tinha o guerreiro, tinha o mago e o e eu era o Dungeon Master junto com o Bonico Dourado. E era isso aí. Eu falava, vamos jogar essa [ __ ] E eu jogava com eles. >> O que foi o Big Brother 20? >> 20 foi legal pr caramba. Geová mítico foi o 20 foi da Juliete. >> Não, 21 é da Juliete. >> Foi da
Manu Gavas, do Prior. >> O 20 foi o paredão do bilhão. Paredão do bilhão. >> Bilhão. >> É bilhão. >> Como que fica? >> E era é mais de 1 bilhão, tá? Se forí é 1 bilhão 400 e não sei que >> Sabe que eu quero saber. Eu quero saber como é que quando chega a informação para você de 1 bilhão, como é que fica a redação ali? Fica, fica todo mundo muito pouco. Ah, [ __ ] tá votação para [ __ ] Thaago, bagulho tá doido. Fica como que fica lá. E é legal que
você Falou redação porque é uma redação mesmo. O Big Brother tem uma tem uma, >> você foi intuitivo agora, porque a o Big Brother ele tem uma raiz no jornalismo, quando ele foi ser feito a primeira vez, >> a Globo não tinha noow para fazer. Então eles pegaram tipo Boninho no artístico e pegaram o pessoal do jornalismo pela agilidade de edição, que eles falavam: "Cara, a gente tem que pegar uma galera que olha isso aqui e fale assim: "O que que é notícia? O que que não é? O que Que é importante do que eles
estão falando pro jogo e o que que não é?" Então, tinha uma raiz muito forte de jornalismo. A Mila, que é diretora de conteúdo, que é um gênio, total, absoluto gênio, é jornalista. Então, era um monte de jornalista mesmo, era uma redaçãozinha, eu ficava na finalização lá. Eh, a gente tomou um choque, mas a gente já tava eh >> esperando isso. >> A gente sabia que o programa tava Grande. Mesmo antes da de estourar a pandemia, que foi tipo 11, 13 de março, mesmo antes daquilo a gente já sabia que tava bom, porque a gente
a gente o meu chefe dourado, até o meu chefe, um beijão para ele, pessoal genial também, ele falava: "Titi, meu termômetro é domingo. Se a votação de domingo vai bem na audiência, significa que o programa tá bom, porque as pessoas estão interessadas em quem vai pro paredão. Terça-feira sempre dá audiência, porque Os caras vão ser eliminado." Prova do líder é legal de assistir. Agora, se o domingo vai bem, o Big Brother tá bem. E o domingo já tava indo muito bem. Então a gente já sabia que tava grandão. >> E aí quando veio o já
pessoal acho que já tava confinado até no paredão do bilhão, né? Quando veio a notícia do que tava bombando, a Globo resolveu empolgar, falou: "Meu, vamos botar mais servidor e vamos vamos absorver mais voto, porque a gente tava tomando muito Voto, tava caindo o site, tudo. Então a gente aumentou o número do servidor, não foi suficiente. >> Chegou uma hora que tava caindo no dia que a gente tava ao vivo e aí os caras falaram: "Eh, para de chamar voto, pelo amor de Deus, não chama mais voto." >> Você não provou uma coisa dessa nem
no futebol. Não é para chamar mais voto, tá caindo servidor na Globo falando para com isso. >> Era tipo, era uma coisa absurda assim de 90.000 votos por minuto. Era um negócio de doido que tava lá tava caindo e eles falaram: "Não, chama voto tal". >> Eu entrei no ar e falei: "Estamos de volta com o Big Brother". Pediram para eu não chamar mais voto porque a gente tá caindo, o servidor tá caindo. E é o seguinte, vota mais, >> os caras ficaram puto comigo. Tomei relatório, tomei bronca, mas falei, gente, é o paredão do
bilhão, caguei, vou fazer o que eu tenho que fazer. Recorde, pô. É. E aí deu, deu recorde, cara. Deu Guines e o caramba. >> Essa ousadia é muito boa. Que programa bom. Quem é mais apaixonado? O fã de futebol ou fã do BBB? >> O BBB. >> Sério? >> Aham. >> De que nível você acha que já você já viu fã de BBB? Você fã que sabe de todos ameaçado de morte por fã de BBB. Ameação Te pegar quando tiver saindo daí, não sei que no futebol nem é organizada a minha ameaça. Raramente. >> BBB
era pior. A Globo botou segurança. Eu falou: "Relaxa, o cara não vai me matar, é Big Brother". Não, não botaram segurança para mim tudo para eu sair da da E Big Brother. Eles, o fã do Big Brother não é às vezes dos participantes, é fã do reality show. Pode entrar qualquer um ali, eles querem amar algum. >> Eles todo ano eles amam algum. E o futebol é até a fúria de organizada é porque os caras eles eles grudam no time de uma forma que se o time ganha eles ganham. Se o time perde ele perde.
Se o time é uma merda, ele é uma merda. E é por isso que ele vai lá botar o dedo na cara do jogador, quebra a Land Rover do jogador, porque se o time tá mal, ele tá mal. E o Big Brother é a mesma coisa. O Big Brother é a pessoa olha e fala: "Sou eu ali". Por isso que a Juliet também Foi muito grande, porque a história dela, ela foi muito humilhada no começo, né? Pisaram muito nela e depois ela dá volta por cima. Então as pessoas que foram humilhadas na vida 100% se
identificaram com aquela com aquela história e e abraçaram a causa dela. >> E o seu discurso para ela foi muito [ __ ] porque acho que ela merecia ela não merecia tensão mais. Você já você já entregou o prêmio para ela? Acho que nas primeiras, sei lá, >> ela demorou para perceber frases. E outra curiosidade que eu quero saber, você manja muito de BBB ali, você já na hora no começo dos BBBs, né, de sabe quem vai ganhar. >> É, você não. Ah, fala sério. 15 dias você fala: "Ixe, a Juliet estão perseguindo muit fazem
muita merda, meu. Eles fazem muita merda. Eles perdem". Eu sempre falava lá, eu falava do o BBB, eu falava o seguinte: "É igual, é igual viagem espacial". Tipo esses negócios do Elon Musk aí tem dois momentos cruciais em viagem espacial, a decolagem e a reentrada. Onde dá merda? Onde é que explode o foguete? É na decolagem e na reentrada. No espaço, pode ver raramente acontece alguma coisa no espaço. Ou é na reentrada ou é na decolagem. Big Brother é igual. Quando você tá decolando os caras fazem muita bobagem. As primeiras duas semanas são críticas >>
para querer se aparecer demais, né? >> E o problema é esse. As últimas duas Semanas são críticas. A gente tem muita gente que foi expulsa nas primeiras semanas e gente que fez merda nas últimas semanas. No Big 19, a Ariane foi expulsa na antevéspera da final. >> Ela deu um empurrão na na Paula, >> podendo ser vice ou podendo ganhar, mas acho que ela ia ser vice pelo menos na antevala. Valin, >> ela empurrou, ela foi expulsa na antevéspera da final. >> Pô, como que você lidava Com as rejeições do 21, por exemplo, que era
foi do 21, >> foi do 21. Foi muito alto, 99 pontos. >> Muito 99,8. >> É >> como é que lida que tá vindo, entendeu? A pessoa errou, mas tá vindo um ser humano ali falar contigo. >> Car, esse foi um momento bem difícil assim da minha vida na na na televisão. Bem difícil. E e veio também o 20 também foi difícil. O 20 também teve foi um Monte de coisa difícil porque no 20 eh teve a casa de vidro foi no 20, né? Foi, foi no 20. >> Que que eles entram cheio de informação
sobre o que os moleques estavam falando lá dentro, >> que tem a famosa frase do É, eu não sei, pode ser uma vantagem, né? Mas tipo, eu gosto de dançar >> e eu vou usar, né? Queimar para chegar. Você lembra do queimar para chegar? >> A Dybala. A Dybala. >> Muito bom. >> O P só aqui, ó. Só na dancinha. Então assim, esse momento é um momento icônico do programa. >> Mano, >> e quando eles entram com essas informações, os moleques começam a cair um por um, menos o Prior, porque o Prior realmente não tinha
feito nada. Ele tava, >> mas foi um por um, né? Ele tava na Hidromassagem, mas ele tava viajando. Ele nem falou [ __ ] nenhuma, mas todos que falaram caíram um por um. E eu, isso eu era parecido, o Biau era igual também. Eu achava o seguinte: quem elimina é o público. Eu só dou a notícia, eu sou só mensageiro. Eu explico mais ou menos o que tá acontecendo o máximo possível. Se a pessoa sair perguntar: "OK, mas eu não sou pai dela, eu não sou pai do Brasil, eu não sou pai do mundo, eu
não, eu, eu Também tenho vários defeitos. Eh, eu não sei como eu seria se eu tivesse lá dentro. Eu provavelmente ia fazer um monte de bobagem se eu tivesse lá dentro. Eu falo um monte de merda, eu sou cancelado por um monte de coisa. Então assim, quem quem você pensa que você é para dar uma lição de moral numa pessoa que foi eliminada com 99 pontos, você não é nada, a gente não é nada para falar pra pessoa. Então tinha >> até porque a Lídia acabou >> e tinha uma expectativa das pessoas, porque o Brasil
é um país injusto. O Brasil é um país que tem um monte de gente solta que deveria estar presa. E a gente sabe que às vezes a nossa sede de justiça toma o melhor da gente. Então existia na audiência do Big Brother uma sed de justiça. Fala pra ele, não sei quê. Fala pr ele. >> Thiago L nem brigou com fulano. >> É, era isso. Então o cara saía, é super machista, foi bem eliminado, mereceu a Rejeição, mas eu não apontava o dedo na cara dele e falava assim: "Você, seu machista, deveria ter." Não sei,
eu não vou fazer isso, como não fiz com a Carol com K também quando ela saiu lá na frente. Não vou fazer. E eu apanhava para [ __ ] cara. Então era o wall e enquete para saber quem deveria ser o próximo apresentador, porque eu estava sendo, que o público, eu tenho eu tenho guardado porque porque dói, pô. Então é chato para caramba. Era O público já escolheu o próximo eliminado do Big Brother e é o Thiago. Quem deve ser o próximo apresentador? Era sim, cara, nesse nível a parada do dia seguinte. e machuca, enche
o saco, porque você tá fazendo seu melhor lá, é difícil para caramba e graças a Deus o tempo me absolveu. Eu acho que se você olhar todas as eliminações, principalmente a da Carol, que todo mundo queria que eu estraçalhasse a Carol, se olhar hoje, você vai falar: "Puta, ele tava certo de não ter feito nada". >> Foi maior suave. >> Foi. O problema é dela, meu. Ela tomou 99 pontos. Que mais eu posso falar pra pessoa do que tomar 99 pontos? 99? Caraca, todo mundo quer que você saia. O Brasil inteiro quer que você saia,
irmão. >> Que isso? absurdo. >> Então não tem, eu não, eu não posso dar lição de moral, eu não tô lá para isso. Eu não sou esse não é a função do apresentador do Big Brother. Então a pessoa já, ela já recebeu o recado. Se você quiser mandar uma mensagem na no Instagram dela, vai falar você, mas eu não. E ela e as pessoas jogavam muito em mim a obrigação de ser esse esse pai do mundo, esse educador, entendeu? dar lição. Eu não, não, cara, não era não era a minha função. >> Relaxa, gente. >>
E olha de aí, se olhares as eliminações, Vão ver que eu fiz certo. >> Não, eu fiz certo. Não deveria ter feito. >> Qual foram as eliminações marcantes para você, assim, que você falou: "Meu Deus, da Carol, imagin outras assim que te marcaram?" >> Cara, de ruim, acho que a do Petrix foi a mais difícil. A do Petrix foi um clima ruim porque ele tinha delegacia já, já tinha delegado. Foi foi uma merda que não deu nada no final, né? Não, não, não Teve processo, não teve inquérito, mas tava lá. energia lá. >> Muito obrigado
por ter feito o que você fez na TV >> de coração, porque se não tivesse existido aquele Thiago Lefer lá em 2009, ia ser mais difícil para CAZ, ia ser mais difícil para nós, ia não falar por reto. Ia ser mais difícil >> o próprio GTV agora você mostrou que a gente podia, não pode, >> não pode. Tá de jeans. Depois o cara Falou que não podia, mas podia, sabe? >> Videogame. 2010 alguém falou de videogame na TV. Que iss tá olhando a gente. Esse cara tá vendo coisado. Muito obrigado. Você foi, eu sempre, ó,
nunca fui muito sonhador porque eu sabia das limitações da minha casa, papo reto. Mas quando eu te vi, eu falei assim: "Eu quero fazer isso". >> Que bom, >> mano. Nem falei assim, nem que eu seja um comentarista ou alguma coisa. >> Não. E hoje e hoje tem algum moleque assistindo vocês e falando a mesma coisa, cara. Tem alguém assistindo vocês e falando: >> "Me veja aí fazendo". Quero quero sentar numa mesa e entrevistar tipo o OBJ que veio aqui outro dia, pô, Fórmula 1, os cara gringo que vem aqui, os grandão que vem aqui,
>> competindo, competindo, vai treinando. >> Eu entendi sua pergunta, pô. >> Eu sei, pô. >> Eu entendi sua pergunta. >> O próprio Max Versap entendeu. >> Ele entendeu sua pergunta. Eu entendi sua pergunta também. >> Mas o fã de Fórmula 1 da bochecha rosa não pode ver o falando isso. Não. E o e os pilotos de Fórmula 1 famosos pelo carisma e pela pela pelo carinho que eles têm pelos fãs, né? Os caras na minha época não tinha capacete, pô. Não, e com ele com nós eles foram uma gente boa, porque fizeram um terror para
nós, Tipo, mano, V tá bem, quando eu vi ele falei: "O cara tá rindo, tá solto". >> Uma vez, é, tá acabando. Eu tive uma reunião com o Benny Eoston uma vez quando eu tava no Globo Espot, me levaram lá pro Foco Velho >> para é para falar da Fórmula 1. E minha reclamação foi e a gente precisa de personagem e your pilots ele falou: "Drivers". Que ele podia falar pilot falou e falei: "É your drivers." Eles não tiram o capacete assim, eu não sei a Voz deles, eu não sei o que eles pensam. Eles
estão dirigindo, fechados, eu não sei o sentimento deles. Então eles vão falar, pô, eles não dão entrevista, a gente precisa, a gente precisa conversar mais com eles. E bom, final da história, os americanos compraram e hoje eles falam mais. Mas na época da Fórmula 1 era muito difícil você saber qualquer coisa dos caras. Então eu entendi tua pergunta, pô. >> Aí ó, viu? Competindo, competindo é Cultura. Muito obrigado, meu irmão. Siga o Thiago Life em todas as redes sociais >> e no YouTube. >> E no YouTube também. Não saia do quebrado >> e não saia
do link porque agora tem o pós jogo do quebrado. F. >> Meu Deus. Não, mas é o pós jogo maravilhoso. Um jogo espetacular, >> man. Tá aqui em cima Jucanal e Souza. >> Eu v dar um beijo neles. Jucan e Souza Estão aí. >> E o Marcelinho deve tá feliz. >> Não deveria tá, mas tá aí também. Pô, eu eu botei dinheiro naquele lembra do dis que Marcelinho? >> Pô, queria que o Marcelinho fosse pro São Paulo. >> Me enganaram. >> Curtiu, meu irmão? Trocar essa ideia >> demais. Obrigado, tá? Obrigado pela oportunidade, principalmente para
poder falar do retino, vocês ficarem de olho Nos olhinhos e de não sei se eu falei alguma besteira, então já queria pedir desculpa desde já para você que vai tentar me cancelar amanhã nos perfis de fofoca. Foi de coração. Tamo junto. >> Pode abraço. >> Fica aí, fica aí pro Quebrada FC, hein? >> Estamos junto. Dignidade já. Palma. [Música] [Risadas]