E vamos começar tratando exatamente dessas sanções. Tinha gente que jurava que elas não iriam acontecer, mas o secretário Marco Rúbi anunciou a nova política de restrições de visto contra estrangeiros cúmplices em censura pelo mundo afora. A medida atinge autoridades e indivíduos que tentam coibir a liberdade de expressão de norte-americanos.
Rúbio afirmou que americanos têm sido multados, assediados e processados por autoridades estrangeiras. A política se aplica a estrangeiros responsáveis pela censura contra a liberdade de expressão protegida nos Estados Unidos. O secretário considera inaceitável a emissão de mandados de prisão contra cidadãos por posts em redes sociais.
A medida visa atingir governos da América Latina, Europa e qualquer lugar que mine direitos americanos. Vocês que estão assistindo a gente aí, vocês conhecem algum lugar que tá sendo minado em sua liberdade de expressão? Então tá bom, vamos lá.
Primeiro comentário é do Rodrigo Constantino para botar fogo no parque. Fala. O secretário Marco Rub anunciou hoje o cancelamento de vistos para várias autoridades mundo afora na América Latina, na Europa, envolvidas com censura, principalmente de cidadãos americanos e autoridades brasileiras estão incluídas, provavelmente Alexandre de Moraes e outros colegas do STF que vem há muito tempo perseguindo cidadãos americanos.
U, inclusive, entre outros, Elon Musk, né, com multas absurdas, com pedidos para que empresas americanas cancelem contas de americanos, como o Alexandre Moraes fez no meu caso com Patreon e por aí vai. Isso é um primeiro passo para mostrar que as medidas estão sendo concretizadas. Para quem achava que a lei Magnitsk era apenas um devaneio de bolsonaristas, tá ficando muito claro que cada dia fica mais perto de uma sanção dessa magnitude.
Não adianta apelar pro Itamarati, pro governo Lula, até porque o Itamarati tem péssimo relacionamento com o governo americano. O deputado Marcel Vanhaton perguntou ao nosso chanceler se ele tinha mantido contatos recorrentes com o Marco Rubiel. Ele respondeu que quando Marco Rubio tomou posse, mandou uma carta e a carta não foi respondida e desde então nada é duro, né?
É um governo que tem ótimo relacionamento apenas com tiranias ligadas ao eixo do mal. China, Rússia, Irã, Venezuela, Cuba, Nicará. Esses são os amigos do Lula e os seus barbudinhos do Itamarati.
As coisas estão acontecendo. Não quer dizer que vem daí uma bala de prata, uma solução mágica, uma salvação pro Brasil, mas são passos muito importantes para escancarar pro mundo todo que o Brasil não é mais uma democracia faz tempo, é um estado de exceção que persegue opositores e que tem uma ditadura de toga eh tomando todo o poder para si. Eh, vai caber aos próprios brasileiros fazer alguma coisa com base nisso para tentar reverter esse quadro sombrio.
Se Deus quiser, seremos capazes. É isso aí, Rodrigo Constantino. Seremos capazes, sim.
E é bom a gente lembrar que não tem soberania brasileira sendo ferida em nada nessa questão. A decisão americana é uma política que se baseia na sessão 212 A3C da Lei de Imigração e Nacionalidade, que autoriza o secretário de Estado norte-americano a tornar inadmissível qualquer estrangeiro cuja entrada teria consequências adversas paraa política externa americana. Nesse caso, quem está atentando contra um princípio fundamental da lei americana, que é a liberdade de expressão, entra no rol de punidos.
Leandro Russel, vamos começar porque muita gente não estava acreditando aqui no Brasil ainda que a sanção poderia chegar e a sanção chegou. The book is on the table. E aí?
Tá, tá, tá, tá, tá bom. Eh, creio que o efeito mais eh importante, e vejo pouca gente falando disso, não é uma eventual punição simplesmente a quem eh promove arbitrariedades, abuso de poder, é basicamente dar aí um golpe muito duro na legitimidade do regime brasileiro, porque a justificativa para todo esse mar, né, de censura, de prisões arbitrárias, destruição de direitos, o próprio direito de defesa, né, o devido processo legal, aquilo que eh faz, né, significar alguma coisa a palavra democracia. Eh, tudo isso foi ancorado até agora na justificativa da defesa da própria democracia, o que já é absurdo por si só, mas mesmo assim essa narrativa, ela permanece como a narrativa principal do regime para fazer o que tem feito nesses últimos se anos, né?
Uma espécie de estado de emergência, eh, que nunca muda mesmo após as eleições, eh, e que justifica todas essas medidas. Agora nós temos a maior democracia do mundo em termos de importância, de história, de poder político, de poder militar, de influência econômica, a mais longeva democracia, um dos faróis da liberdade da história ocidental, dizendo o seguinte: "Olha, eh, tem pessoas aí em certos países que estão abusando eh desses direitos né, de legislar e até ultrapassando seu território para censurar, perseguir politicamente americanos ou pessoas que estão nos Estados Unidos, né? e isso diante de todo mundo.
Então, a gente começa a enxergar eh publicações que até ontem estavam alinhadíssimas a ao que está acontecendo no Brasil, apoiando, fazendo críticas, tanto publicações no Brasil quanto publicações no exterior, porque tá cada vez mais difícil de sustentar essas posturas, né? Eh, a gente viu a The Economist, que é basicamente uma publicação globalista fazendo duras críticas as decisões de censura dos últimos tempos, Financial Times, New York Times, eh Bloomberg. Eh, então há uma mudança de postura por quê?
E isso foi o alvo do meu comentário mais cedo. E isso que as pessoas também não tão entendendo. Tudo isso que aconteceu no Brasil nos últimos anos não aconteceu no vácuo.
Não foi o regime brasileiro que criou essa ideia de que existem populistas eh conservadores ou populistas digitais que estão minando a democracia. Isso surgiu nos Estados Unidos através do aparelhamento do Departamento de Estado, de toda a estrutura de segurança nacional dos Estados Unidos para combater a direita, né? Então, toda essa ideia de combate às fake news, ao discurso de ódio, da necessidade de ter agências de facting, de criar leis para impedir que as pessoas se expressem, né, para defender a democracia, nasceu aqui nos Estados Unidos pelas mãos da esquerda, pelas mãos dos democratas.
Então, quando a gente tem uma estrutura brasileira eh que foi, digamos assim, eh, incorporada, né, na figura do próprio ministro Morais ou de outras autoridades, eh eh conduzindo essa política. Quando eles vão para conduzir essa política, já tem toda uma estrutura montada, eh, já tem os laboratórios de internet, né, os acadêmicos que fazem papers e que definem essas ideias. Tem as agências de fact checking, tem a imprensa que segue, né, eh, os papéis aí, a, os registros doid mostra que o governo americano bancou com centenas de milhões de dólares mais de 13.
000 jornalistas pelo mundo todo, inclusive vários brasileiros, alguns bem conhecidos inclusive, né? Folha, Estadão. Toda essa máquina está sendo desfeita pelo governo Trump.
E agora os Estados Unidos voltam a ser um forol da liberdade do mundo, voltam a adotar a liberdade de expressão como política de estado. Então, uma das bases do sistema de repressão brasileiro foi retirada. Mesmo que não existisse sanção alguma, já não há mais esse apoio institucional e até por baixo dos panos que foi revelado até mesmo pelo ministro Barroso em Navarco.
Ele disse: "Olha, eu pedi ajuda pro secretário de Estado para, entre aspas, defender a democracia brasileira". Ou seja, isso não é uma teor da conspiração. Ele mesmo está falando disso, ele mesmo reconhece isso.
Então essa que é uma das bases, um dos pilares do sistema, já não existe mais. E agora isso que era um pilar para defender esse sistema de repressão brasileiro é na verdade um vetor contrário ao sistema de repressão, dizendo: "Olha, se vocês continuarem nesse caminho, vai dar problema, né? Eh, para mim, o que foi adotado eh anteontem, né, alguns dias atrás lá pelo Marco Rubio, lá no Congresso, quando ele disse: "Olha, provavelmente vai ter sanções".
E hoje com esse novo anúncio de cancelamento de vistos, porque a gente sabe que isso ainda não é a lei Magnitsk, né? É apenas eh anulação de vistos, o que é algo até menos grave, me parece que são avisos, me parece que são alertas, né? são aqueles tiros de para cima para olha aquele aquele que o navio dá quando um outro navio chegar muito perto, vá numa outra direção porque senão o negócio vai ficar pior, né?
Então o governo americano está dando salves de aviso pro regime brasileiro. Não siga nessa direção. Isso aqui vai dar problema.
Nós estamos realmente comprometidos. Não mexam com as nossas empresas, não mexam com os nossos cidadãos, não mexam com a liberdade das pessoas, porque a gente vai e afunda isso aí. E eu acho que o Trump já tá deixando bem claro que ele não está com medo de cara feia, né?
Ele já tá adotando uma série de brigas que muitas pessoas não acreditavam que ele iria adotar. Ele tá peitando Harvard, ele tá apitando eh a China, ele tá peitando os europeus, ele tá apitando todo mundo, porque ele sabe, pela experiência do primeiro mandato que se ele não fizer isso, eles vão destruir a presidência dele, como tentaram fazer na primeira presidência, né? Ele aprendeu a lição.
Então, o que me parece é que é muito mais profundo do que as pessoas imaginam que, ah, é só uma sanção, é só uma punição. Não, nós estamos vendo a maior potência política, econômica, militar do mundo modificando a sua estratégia e parece que essa estratégia é uma estratégia de longo prazo. E aí o Brasil, a elite brasileira, para finalizar vai ter que fazer uma escolha, porque a gente sabe que essas que essas perseguições, essa censura, não partem apenas de ministros, né, de uma corte.
É todo um sistema que envolve uma série de atores, alguns não aparecem, né? Eh, então a elite brasileira que sustenta esse sistema de repressão, sustentou, pelo menos nos últimos anos, vai ter que fazer uma escolha. Vocês realmente querem se alinhar à Rússia, ao Irã e à China, né, e adotar esse modelo político, econômico, social no Brasil e vocês vão realmente comprar uma briga com os Estados Unidos?
É isso? Esse agora passa a ser o custo pra elite política brasileira, pra elite empresarial brasileira, né? paraa elite midiática brasileira de continuar apoiando essa censura, essa perseguição, essa busca por acabar com a direita brasileira.
Esse é o preço, né? Então, a elite brasileira vai ter que fazer uma escolha. Ou segue nessa direção e aí a gente vai ter uma série de problemas com os Estados Unidos, ou vai alinhar o país ao que há de pior no mundo, né?
A Venezuela, a Coreia do Norte, a China, Rússia e Irã. É isso que precisa ficar claro. Vamos ver qual vai ser a escolha.
Você tá ligado no Bradoc Show? Essa nova política americana, ela foi formalizada para proteger os Estados Unidos e seus cidadãos contra o autoritarismo judicial estrangeiro. Maurício Galante, o Trump já sofreu, já foi vítima da juristocracia lá e entendeu que esse é um modelito que tá sendo aplicado internacionalmente e que inclusive, como lembrou muito bem o Leandro Rushell, foi bancado, teve a US AID ou a famosa USID dando aquela ajudinha, né, dando ajudando o Tribunal Superior Eleitoral Brasileiro, por exemplo, a escrever livros para tratar da desin informação eh ajudou a bancar jornalistas também por aqui que defenderam a censura.
Corrupção total, jornalista defendendo censura é o corrupto nato. Porque a corrupção do jornalismo é quando você atenta contra a liberdade de expressão. Maurício Galante, e aí no Texas, Brasil vai ser valente para encarar a turma do Lourão ou não, hein?
Olha, quando o Alexandre de Moraes falou que as coisas no Brasil só vão mudar quando o porta-avões americano atracar no Lago Paranoá, ele esqueceu de que até chegar lá, até o Porto Vões americano atracar no Lago Paranoá, vão ter que passar pelo purgatório, que são as cinco fases de engajamento diplomático, de uma quebra de relações e de uma eh guerra total comercial e judicial que os Estados Unidos têm eh ao seu dispor contra países. não só o Brasil, mas nesse caminho tá seguindo aí a Romênia, você tem eh a Espanha, você tem outros países na Europa também, até própria França e e o Brasil é um deles. A Venezuela já está no quinto estádio.
Então os estágios são restrições, que são as que foram publicadas hoje de você cancelar o visto de autoridades desse país que censura, persegue eh opositores políticos eh e ataca cidadãos americanos, não só em solo americano, quanto, eh, fora dos Estados Unidos, empresas ou cidadãos americanos. Basicamente, essas restituições elas têm uma abrangência muito pequena. Eh, o Congresso americano já está na comissão da da CCJ aqui americana passar o non sensors e shores, ou seja, vai proibir empresas eh cidadãos, eh, de qualquer país a investir aqui ou entrar nos Estados Unidos, eh, se ele for, eh, conivente com a censura.
Então você começa a pensar aí eh em empresas brasileiras que investem aqui nos Estados Unidos, a Guerdal, uma grande eh gigante do aço, a JBS, a grande gigante da carne, aí você temer, que é a grande gigante da da aeronáutica. Você tem outras empresas aí, a Bev, que é dona da famosa Bodywiser. Essas empresas elas doam para o Partido Socialista aí no Brasil, que é o PT, elas, né, de de alguma maneira elas mantêm o regime de pé e elas podem começar a ter problema aqui em fazer negócio nos Estados Unidos.
No terceiro estágio você tem o Magnitsky, que são sanções econômicas a elementos que estão cometendo crimes ou cerceamento ou perseguição. E aí você tem ministros da Suprema Corte, familiares, podem perder suas contas correntes. Nenhum, nenhuma empresa de cartão de crédito, nenhuma rede hoteleira, nenhum banco internacional vai querer fazer negócio com eles, porque senão eles sofrem consequências dos Estados Unidos aqui dentro.
Não se trata de uma invasão internacional. eh eh em em se ditar normas e ofender regulamentos internos de outros países. Se trata apenas de proibir empresas americanas de fazer negócio com essas pessoas, caso contrário, elas sofrem sanções aqui dentro.
Então você imagina um ministro da Suprema Corte não poder viajar, não poder ter cartão de crédito, não se relacionar com empresas aéreas para poder viajar. Então torna a vida deles muito difíceis. Aí vem sanções econômicas.
é o que países como a Rússia, o Irã, Coreia do Norte, Venezuela estão sofrendo, as economias ficam em frangalho, as pessoas morrem de fome e aí fica a critério da população daquele país se juntar e tirar o governo ali, eh, que no caso de ditaduras é muito difícil, porque eles não têm eh armas e não têm subsídios e ou manter a situação como está. Então, e as ações hostis, que são o último estágio, o Estados Unidos pode, eh, se o Brasil eh eu digo, continuar relações diplomáticas, relações eh comerciais e geoestratégicas, como a China, por exemplo, com o Irã, por exemplo, que está na mira de ser atacado aí, não só por Israel como pelos Estados Unidos, porque eles são países ostia os Estados Unidos, eles pregam a destruição dos Estados Unidos, eles financiam países que nem o a na Somália os ultis, que que atacam navios americanos, porta-avões americanos. O Brasil continua nessa linha de dar suporte, treinamento, eh laços econômicos, laços estratégicos com esses países.
O Brasil pode sim entrar na lista eh de alvos eh até mesmo no futuro aí eh mais longí-militares. Então eh entra em entra em vigor aí a a a doutrina morro, que é América para os Americanos. Os estados americanos, eles estão abaixo, embaixo de um guarda-chuva, que é o guarda-chuva dos Estados Unidos, a proteção geoestratégica, militar, econômica dos Estados Unidos e a influência política econômica dos Estados Unidos.
Brasil já foi muito longe, longe demais. Isso é o que o Leandro falou. O Brasil se alinhou eh aos países do eixo do mal e agora vai começar a pagar com o primeiro estágio as restrições, mas a gente pode rapidamente ver o segundo, terceiro, quarto, quinto estágio.
E a gente segue no Bradoc Show para responder a pergunta da Ridna Etton. É possível nessa situação que a gente tá vivendo, recorrer ao Tribunal Penal Internacional? Vai ter alguma vantagem nisso, Leandro Rusel?
Olha, a gente tem que lembrar que um promotor que atua no Tribunal Penal Internacional foi alvo de sanções pelo governo americano, eh, justamente por conta de uma um pedido de prisão do, eh, primeiro-ministro Netaniarro de Israel, que os americanos consideraram um ataque contra um aliado, né? Eh, o Tribunal Penal Internacional está ligado eh à União Europeia e, portanto, tem uma postura muito mais à esquerda, muito mais, né, globalista. Eh, e não creio que ele seria eh, digamos assim, eh, conivente com eh os pedidos da direita brasileira ou mesmo da liberdade de expressão.
A gente tá vendo na Europa uma degradação do ambiente para livre expressão. É uma situação muito grave que não chega ao ponto da situação brasileira, mas é bastante preocupante coisas do tipo, é, uma pessoa ser presa no Reino Unido por est fazendo uma reza em silêncio perto de uma clínica de aborto. Nós estamos vendo dezenas ou até centenas de alemães sendo alvo de multas por enquanto de censura nas redes sociais.
A mesma coisa acontece na França. O próprio JD V, que eh o vice-presidente americano, fez uma eh apresentação muito dura numa conferência em Munique, reunindo líderes europeus, era sobre a guerra na Ucrânia o tema, mas ele aproveitou a oportunidade para falar sobre porque que nós lutamos, né? Quais são eh os valores que nós temos em comum eh entre eles os valores da democracia e da liberdade de expressão?
E a Europa não tá mais seguindo isso. Então, infelizmente o Tribunal Penal Internacional ele hoje tá bastante aparelhado, bastante inclinado por uma visão mais à esquerda. E essa visão mais à esquerda no mundo, essa visão globalista, é uma visão que apoia a censura e a perseguição para aqueles que não estão alinhados ao projeto, né?
Então, respondendo diretamente, eu acho que não é uma boa ideia fazer esse pedido e mesmo que ele seja feito, eu acho que ele jamais seria acatado pelo pelo tribunal. É mais ou menos como aquela eh aquele relatório sobre liberdade de expressão no Brasil que veio da OEA, né, que fala sobre uma série de coisas, só não fala uma única palavra sobre a perseguição ampla eh e restrita, né, massiva contra a direita brasileira, que é grande crime, né? Fala até eh da peruca lá do Nicolas na Câmara, mas não fala não fala da censura no Brasil.
Então, infelizmente, vários órgãos eh aí que deveriam proteger os direitos humanos foram aparelhados pela esquerda para fazer exatamente o contrário. É, e essa visão de que a juristocracia ou o Lauf é um modelo internacional que tá sendo seguido para combater aqueles que estão defendendo a liberdade de expressão, ela é bem clara. Então não adianta, se naquele tribunal tiver o cara do lafer e da juristocracia, ele não vai beneficiar ninguém.
O Financial Times tá reportando um crescimento da tensão entre Brasil e Estados Unidos após ameaças a Alexandre de Moraes. O jornal britânico cita restrições de visto e medidas financeiras entre as sanções em análise. O Itamarati, liderado por Mauro Vieira, tá articulando ações diplomáticas para evitar esse cenário.
Só que parece que não vai conseguir convencer Marco Rúbio. Não é verdade, meu claro Maurício Galante? Sim, Financial Times está na lista daquelas empresas jornalísticas que ganharam milhões de dólares por ano da USAID para contar mentira.
Então o que hoje eles estão fazendo é passar plano para uma realidade que já se instalou. O Brasil realmente eh está eh eh trabalhando contra os interesses dos Estados Unidos na região do hemisfério ocidental. Já tivemos aí a visita do South Kong, o do almirante, eh, comandante dos do South Conemisfério ocidental, deixou claro que a segurança eh eh interfronteiras e o crime organizado é uma preocupação muito grande para os estados, os Estados Unidos.
O Brasil não está cooperando em nenhum dos âmbitos, não só político, com perseguição, com censura, mas também na parte militar e econômica. Eh, isso eh tem prazo de garantia. Eu vejo aí que nas os próximos passos dos Estados Unidos é o Pitgf, o o secretário de defesa, fazer uma visita como fez pro Peru e ser bem contundente nas palavras dele, eh, dizendo pro Brasil, olha, vocês vão se aliar quem?
Vão se aliar o eixo do mal ou vamos manter a nossa aliança eh estratégica e militar, que já dura centenas de anos. Resta lembrar que os Estados Unidos foi o primeiro país a reconhecer a a independência eh do Brasil. O Brasil tem um um tem acordo estratégico de longo prazo.
Até o ministro mesmo, Mauro Vieira disse que o Estados Unidos tem obrigação de eh emitir vistos para acordos bilaterais ou visita visitas bilaterais, mas o fato é que essas autoridades que continuam censurando no Brasil e também o governo brasileiro se alinhando com países antagônicos aos Estados Unidos vai custar muito caro. Vai custar muito caro. Eu vejo aí no futuro muito próximo a essa deterioração começar a pesar no bolso do brasileiro, começar eh o Brasil ser eh se tornar um dos paras eh diplomáticos do mundo, como é hoje aí a a o Irã.
Mas antes de acontecer alguma coisa no Brasil, eh, resta lembrar que na Venezuela tudo isso já aconteceu. Já teve restrições de vistos para as pessoas, já teve eh Lei Magnet ski para todo o pessoal do autocomando do exército eh venezuelano que que comanda os cartéus de droga, os soles, não, o cartel dos soles. já teve eh expulsão de diplomatas eh dos Estados Unidos, já teve sanções econômicas, as empresas americanas são proibidas de fazer negócios no na Venezuela, só sobram duas ou três petrolíferas que estão para sair, tem prazo até final de junho para sair.
E eh o Estados Unidos já teve até ações justiça e o resgate aí de dissidentes políticos daí da dentro da embaixada argentina é considerada uma uma ação hostil dentro do território venezolano. E tudo isso aconteceu e o regime do Maduro, o regime socialista, o regime ditatorial da Venezuela não mudou. Então, ou seja, uma ação dessa, uma restriçãozinha essa que a gente tá vendo hoje tem pouco efeito em mudar o estado das coisas.
O que vai mudar o estado das coisas é o povo pelo povo no Brasil. O povo brasileiro tem que entender que quem vai mudar o regime no Brasil é o próprio povo. Não contem com Trump, com Bolsonaro, com Lula, com Polícia Federal, com Exército, com Tacalé.
Não conta com ninguém. Quem vai mudar o estado de coisas no Brasil é o brasileiro. E o brasileiro precisa tomar as rédias do seu país, ir para as ruas, eh cobrar os seus deputados, seus senadores, cobrar o Congresso, paralisar o Brasil, se for o caso.
O Agro do do Sul já está se mobilizando para fazer isso, porque pode acontecer todas essas sanções e até eh eh eh as atitudes hostis dos Estados Unidos contra o Brasil, mas os Estados Unidos não vai invadir o Brasil e entregar de bandeja a democracia e a liberdade para os brasileiros. Podem tirar o cavalinho da chuva. Quem vai mudar o Brasil são os próprios brasileiros.
Esse recado é o recado fundamental. Maurício Galante, obrigado pela sua participação hoje no nosso Bradoc. Esse recado final que você deu é o recado valioso.
É o brasileiro quem tem que mudar o Brasil. O americano pode até ajudar, mas quem tem que tomar vergonha na cara somos nós. Valeu, garoto.
Grande abraço. Boa noite a todos aí. Rush, o DC e e Fabi e Serrão.
Eh, nos vemos logo mais aí. Vamos continuar rezando para o Brasil eh encontrar o caminho e tem que se unir, o povo tem que se unir e a hora é agora. A hora de resgatar o Brasil é agora.
Agora a gente tem mais uma pergunta, pergunta daquelas interessantíssimas. O Marco Rúbio, se confirmada a posição dele e de Trump, mostrando que o relatório do vaca tá indo pro brejo, tá contaminado ideologicamente, a OEA pode sofrer algum tipo de sanção por conta dos Estados Unidos? Que que você acha, Leandro Rusel, pode pintar problemas para a OEA se por acaso ela não aderir ao pensamento americano na defesa da liberdade de expressão?
Olha, eu acho que sanção não, né? Porque não se aplica exatamente esse contexto paraa OEA, mas o que pode acontecer que o Trump já fez com outros organismos, como a própria MS, é o corte de verbas, né? Então, eh, hoje, se não me engano, 60% das verbas da OA são mantidas pelos americanos e isso pode ser facilmente cortado.
Depende só da decisão do presidente. E eu acho que existe uma boa chance isso acontecer se eles não mudarem radicalmente aí a postura eh nas próximas semanas ou meses. Você precisa assistir o melhor canal de notícias do Brasil, o programa que fala de tudo, que deixa você informado sobre tudo que acontece no Brasil e no mundo.
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