Está começando o Anima Podcast, o podcast mais católico desse Brasil. Eu sou Kenia, estou aqui com sempre absolutamente azul, Bertaldinho, marido da Keny. Para o nosso bate-papo de hoje, nós vamos falar sobre Canção Nova, sobre evangelização, são tantas coisas boas. E para isso nós convidamos Paula Guimarães. Bem-vindo, Paula. Keno convite, Bertaldo. Nossa, tem nem palavras para agradecer o convite de vocês por estar aqui. Achei linda a casa, né, de Nossa Senhora. E um abraço para todo mundo que acompanha esse podcast tão abençoado que tem feito bem para tanta gente, a gente acompanha de casa e
aqui, gente, é mais lindo do que só vendo aí pelas telinhas. Que bom, a gente tá muito feliz com a sua presença e a presença do Felipe. O Felipe tá nos bastidores bastidores como sempre. Pois é, o Felipe podia estar sentado aqui para contar as histórias. Ele é mais tímido. Como como eu tenho três meninas lá em casa, duas são mais parecidas com ele. Ele é o mais reservadinho, mas tá por aqui. Veio, veio comigo. Tá junto, tá junto aí. Um beijo, meu amor. Antes de começarmos, atenção. Plaquinha de no canal. É uma plaquinha. Importante,
gente, só clicar no botãozinho, você vai estar inscrito, Você vai ajudar imensamente esse canal crescer cada vez mais. E tem um outro botãozinho aí dizendo: "Torne-se um membro". Quando você torna um membro, aí você ajuda a impicionar mais ainda. Então é só clicar nesse botão, vai tá tudo aí explicado e mostrar para vocês que chegou na loja. Cara, ficou lindo isso, hein? Olha só, isso é da minha consagração a São José. Isso. Consagração a São José. Então, temos o bloco de São José, um bloquinho que ele, eu achei que ele ficou super elegante porque tá
São José e ele tá bem, olha ele olhando, protegendo Maria, menino Jesus. Olha que lindo. Sagrada família. Exatamente. Lindo. E é um bloquinho assim sem pa escritório, bota em casa, bota. É, exatamente. Pode ser para oração, pode ser para anotação, pode ser para qualquer coisa, né? O bloquinho sempre fundamental. Ainda tem a caneca que ficou um charme na loja animoficial.com.br. br. Temos também medalhas de Nossa Senhora, terços, Bíblia, Catecismo da Igreja Católica, livros que, né, nos ajudam, como esse aqui, Fátima, contando que Nossa Senhora eh nos pede para fazermos até hoje. Não é só o
que pediu lá atrás, 1917, não. Tá válido até hoje. Esse aqui é presente da Paula, do Felipe das Meninas. Oh, obrigada. Obrigada. Que lindo. Primeiro que eu amei o a Sagrada Família é Jesus, Maria e José. Minha família, Nossa família, vossa é, né? Acho que é uma luta nossa na evangelização hoje. Eu acredito que vocês enfrentam isso, né? Também é manter a família, né? Eu gosto de falar na quando eu estou na na ou na televisão ou na internet, pra gente ficar bem atento que o inimigo não gosta de família, ele não gosta, né, Kenny?
Não gosto de marido, mulher bem, filhos bem bem. É, e assim, eh, eu acho que a gente semeia levando, né, a imagem também, a oração. Gostei da escolha de vocês aí da Sagrada Família. Obrigado por Nossa Senhora de Fátima. É, nós estamos no caminho da consagração a São José e eu aqueles 33 dias, aqueles 33 dias do padre Donald, né? Então nós vamos acabar no 13 de maio, que é uma data importante para nós, que é a primeira aparição de Fátima, né? E São José tá dentro da mensagem de Fátima. Então nós estamos levando as
pessoas à consagração a São José. Na minha casa, eh, eu tenho um oratório na da porta lá de casa, assim, né? Lá na Canção Nova a gente aprendeu muito isso, né? Todas as casas a gente tem eh familiar ou na casa de solteiros mesmo, a um bem do lado da porta um como um santuário, né? Um oratório. E lá na minha casa é Nossa Senhora de Fátima. Ganhei do Felipe logo após o aquela época difícil que a gente viveu do Covid. Sim. E é minha amiga também. Eu ali eu converso muito com Nossa Senhora. É
lindo demais, né? Parabéns pelo trabalho que vocês fazem de levar essa mensagem de Fátima para nós, né? pro Brasil e pro mundo. Isso é a missão. A missão, gente. Muitas, muitos conhecem a Paula, conhecidíssima, anos e anos à frente da TV evangelizando. Mas para quem não teve o prazer de conhecer, então a Paula Guimarães, ela é jornalista, mestra em comunicação, missionária da Canção Nova, coordenou a TV Canção Nova, onde também foi redatora, repórter, âncora de jornal, editora executiva e apresentadora. É. E o principal da Paula não é tudo isso, que é tudo, não é só
isso, não é tudo isso. O principal da Paula que ela casada com Felipe, ela é mãe da Pâela, da Paola e da Poliana. Poliana, a gente ama demais, né? Falar dos filhas, né? Das filhas. É isso mesmo. Vocês completaram muito c anos de casado, não foi? Também. E vocês também, né? Isso aí. A gente agora é dia 17 de março, né? Nós completamos 25 anos. Eu vi, inclusive estava num vestido branco belíssimo. Vi, curti, fui lá, limp, achei que merecia pr ocasião, não é? Arrasou. Obrigada. E foi um momento muito especial que a gente viveu,
o Frei Gilson, né, eh, tão querido por todos, mas também nosso amigo. A gente conversou com a gente numa viagem que a gente foi a Padre Pioi, tava contando pro Bertaldo e lá a gente combinou: "Ah, vocês vão fazer 25 anos, então vou celebrar". E aí foi um momento muito especial, deu certo, né? Fomos no bairro lá do do Freio, o pessoal perguntou onde que era, que capelinha era aquela ficava, né? E foi muito especial porque 25 anos, vocês podem dizer, né? Não são 25 dias, né? Nem 25 horas. E eu só tenho agradecer a
Deus. não escolheria tão bem o marido que Deus me deu, que é o Felipe, muito companheiro, já vivemos muitas coisas e é isso que você falou aí do pouquinho do que eu fiz, né, nessa vida toda, mas eu devo muito, muito, muito, queria lembrar com muito carinho aqui do padre Jonas, né, que eu acho que que nos une aqui também é essa história, né, Betaldo de tantos anos, muitos de algumas décadas. Eu cheguei, o Felipe conta que ele conheceu vocês com 9 anos. Eu cheguei na época do Maracananzinho, quando o padre Jonas bem depois depois
e acho que a Canção Nova já tinha 25 anos. Eu cheguei depois também porque eu sou mais nova. E aí não, mas no Maracanzinho você já estava, Né? Já já tava junto com sua maior e com seu Jacanzinho. Sim, eu já já tava ali no Maracanzinho. Mas eh ué, e quantos anos tinha o Felipe nessa época? Não, nós vamos começar a entregar 10 anos de diferença dele. Não, no Maracananzinho. Não, no Maracananzinho o Felipe não tinha 9 anos. Aí, aí ele já tinha 20 p Canção Nova, porque eu cheguei na Canção Nova com meus 18
anos, então devia, eu devia ter uns inícios, lembro de das primeiras vezes que eu te vi lá, logo quando você chegou, eu me lembro, me lembro cabelão comprido. É, eu me lembro. Exato. Quando eu cheguei, Canção Nova, não tinha nem 100 pessoas, né? Então foi em 1994 que eu cheguei para ser voluntária da Canção Nova, encantada com aquele. Você morava lá perto? Eu moro, eu sou nascida em Guaratinguetá, terra de Frei Galvão, né? Do lado de da Aparecida, né? Muita gente conhece a Aparecida do Norte, né? A Nossa Senhora Aparecida. E aí eu, minha mãe
dizia muito da Canção Nova, falava muito da Canção Nova: "O dia que você for lá, você vai se encantar". E me levou numa quinta-feira de adoração. E que me chamou atenção foi realmente o padre Jonas. Claro, com os jovens reunidos emo dele. Eu falei: "Pai, eu quero ajudar esse padre, o que que eu faço para ir lá para ajudar esse padre?" E comecei como voluntária. Então eu sou assim, tudo isso que a minha história, Né? Eh, até chegar no mestrado e toda a capacitação, 31 anos de experiência em televisão, eu devo ao Padre Jonas, ao
aos que iniciaram a Canção Nova, que acreditaram na jovem, né? Tem que acreditar, alguém tem que acreditar no jovem. E olha, ai de se eu não tivesse eh esses que acreditaram, né? Ali eu aprendi a escrever, a editar, a ir pra televisão, né? A falar na televisão ao vivo, a enfrentar as multidões, né? E a Luzia, né? Perder timidez, perder timidez. Eles me jogavam, ó, vai, né? Eu foi assim que a gente foi aprendendo, claro. E depois estudando muito, né? indo pra faculdade, procurando estudar, fazer meu mestrado lá na PUC em São Paulo. Pois a
gente foi atrás da da capacitação, mas sempre muito à prática, né? Então eu sou muito agradecida. Queria deixar já no início aqui do podcast essa gratidão ao padre Jonas, a Luzia, ao Eto e a todos os membros da comunidade de Canção Nova, porque hoje sou a Paula Guimarães com 31 anos de experiência em televisão, todos os dias, né, na televisão com esse povo lindo de Deus, eu devo a quem acreditou em mim, né, além dos meus pais. Claro, claro, né? Então, voltando lá atrás, você era, você tava resolveu ser voluntária dentro da comunidade com 18
anos. 18 anos. E aí, menina? sempre, sempre foi católica. Sempre foi católica. Família beço católico, eh, paterno e materno. Meus avós cariocas, meu pai flamenguista roxo. É gente boa. Bom gosto. Bom gosto. Flamenguista roxo deixou esse amor pelo Flamengo para mim, mas morava no ele, meu pai era tão carioca, tão flamenguista, que morava no estado de São Paulo e continuava assinando aquele o jornal dia lá em lá em São Paulo mesmo, né? Então, passei minhas férias todas aqui eh no Rio de Janeiro. Então, tem uma lembrança muito boa entrando aqui no Rio quando fui chegando
aqui. Mas comecei lá na Canção Nova, eh, encantada realmente pelo padre Jonas, que acreditava no jovem na evangelização. E falei pros meus pais: "Pai, eu que gostaria de ajudar esse padre". e comecei, mas logo que eu comecei como voluntária, eu já fui contratada como funcionária. Então eu comecei lá como voluntária, funcionária 3 anos depois que eu fiz o meu caminho vocacional pra comunidade Canção Nova e entrei pra comunidade. Mas na época do seu caminho já tinha todo aquele caminho ou era aquele encontro com o padre que já entrava direto? não fazia o caminho já com
cartas, com acompanhador. E aí tinha encontros, vários encontros anuais e o o final que você dava a resposta de sim ou não, que era lá em Queluz. Isso. A casa de Queluz. É o que nós fizemos. Vocês fizeram. E aí foi aonde em 1998, eu cheguei em 94, em 98, após 4 anos, que eu realmente tomei a decisão de de assumir a vida missionária e desde lá até aqui eh evangelizando e muito grata a Deus por essa escolha, porque não é não é a gente que escolhe, né? A gente vai vendo que é a misericórdia
de Deus que nos guarda, que que preserva a gente, que acredita na gente, né? que h e que coloca pessoas tão abençoadas no nosso caminho, né, para para fazer a nossa história acontecer. Mas você me perguntou da família, família católica, minha mãe muito religiosa, inclusive eh ela me consagrou a Nossa Senhora Aparecida porque eu tinha um, problema neurológico quando era bebezinha. Eh, o cérebro não mandava sinais para as pernas e eu não engatinhava. era um bebê muito molinho. E o médico, né, meu pai Da baséria da aeronáutica, tanto os meus avós como meu pai, eh,
da aeronáutica em Guaratinguetá, minha mãe foi ao médico lá e o médico deu esse diagnóstico dizendo que eu não andaria e que talvez eu engatinhasse de costas assim com uns 4 m 4 anos. Minha mãe saiu arrasada, imagina uma mãe recebeu uma notícia dessa, né? Ela passou pela capela de Nossa Senhora do Loreto, padroeira dos Aviadores, né? Mas ela pediu licença para Jesus no santíssimo e foi direto para Nossa Senhora. É de mãe para mãe, né? A conversa agora é de mãe para mãe. E a minha mãe me entregou mesmo assim. Ela disse que ela
colocou eu aos pés, me colocou bebezinha aos pés de Nossa Senhora e disse: "Olha, mãe, essa menina não é mais minha, ela é sua e se for para ela andar, que a senhora a conduza e que se ela não conseguir, que a senhora me dê forças para caminhar, né, levar ela, né?" E como uma boa brasileira, devota de Nossa Senhora Aparecida, ela fez uma promessa. Ela disse que se eu andasse, ela me levaria os 15 anos primeiros do meu aniversário aos pés de Nossa Senhora Aparecida. E ela fez isso porque a com 11 meses da
sala à cozinha, eu andei sem gatinhar. Minha mãe assustada me viu andar. Então eu sou um milagre de Nossa Senhora, não tenho dúvida, sou muito agradecida. comemorar o aniversário com Nossa Senhora 15 anos seguido. Ela ela me fez todo o aniversário era para ir lá aos pés de Nossa Senhora, né? Aí Nossa Senhora, já que você me deu, vou tomar para mim mesmo, hein? Aí levou, ol levou. E Nossa Senhora, mas Mariana nada, não dá para meu Deus, muito Mariana. E a Canção Nova é a casa de Maria, né? Então eu ali o padre Jan
sempre fala que tudo foi ela que fez, né? Então eu tenho certeza que todos os meus caminhos eu percebo, acredito que vocês fazem essa experiência aqui com Nossa Senhora, né? Ela tem todos tantos títulos como Nossa Senhora de Fátima, mas é a mesma mãe, né? A mãe de Jesus, a Nossa Senhora Aparecida, mãe padroeira do Brasil. Sou agradecida. Fui os 15 anos. Aí minha mãe falou: "Agora é contigo, depois dos 15 é com você". Mas não tem como um coração não ficar agradecido a a uma mãe que é um milagre desse, né? Olha que coisa.
Se hoje eu caminho, se hoje eu ando, se hoje eu vim aqui o Rio de Janeiro no Eu devo a Nossa Senhora. Coisa boa, gente. E o Felipe, onde é que entra nessa história? Felipe, eu tava lá. A gente adora história de amor. Ai, gente, eu gosto de contar também. Felipe tava lá andando pela canção nova. Olha, não, Felipe esperto ali falou assim: "Aquela que é bonita ali, obrigada pelo bonita. Felipe não é mole não, hein?" E gente, Eu fiquei olhando para ele, eu falava assim: "Ah, não, acho que ele não tá olhando para mim,
não, tá olhando, tava, tinha uma amiga, eu já cantando ali na banda Canção Nova, aquela época não tinha, o padre Jonas não tinha muito cantor, entendeu? Então colocava qualquer menina. Aí é sabe aquilo de paróquia quando não tem muito cantor, então eu não sou uma cantora, mas no na época o Dunga tinha me colocado para cantar lá na banda Canção Nova. E no encontro ali e ele tava olhando muito, sabe? Aí eu falei: "Não, não tá olhando para mim, tá olhando para você". Eu falava pra minha amiga, né? Mas depois ele se aproximou de mim,
realmente falando que ele gostaria de almoçar comigo, né? Aí eu falei para ele: "Olha, eu primeiro preciso ser tua amiga porque nem te conheço." Ele falou: "Ah, de amiga eu tô cheia, tô cheio, tô cheio, não quero isso não." Mas aí o nosso caminho foi muito bonito. A Direto e Resta. Ah, olha, mas porque amigo de mulher cabeleireiro. É, esse negócio de amigo não ia dar certo comigo, com ele não. Mas ele, eu falei assim para ele, olha, se você for comigo nas 40 missas do padre Jonas, que ele celebrava à noite na Quaresma, quem
começou Quaresma, 40 dias de missa de Rosário, não foi o Frei nem as Rid, foi o padre Jonas com as 40 missas dele. Eu lembro quero fazer memória aqui. Quase tudo quem começou foi para Vamos vamos fazer memória aqui. Vamos combinar, né? Vamos combinar que ele era o pioneiro, né? Então ele e eu sabia que era difícil pro Felipe porque ele é madrugueiro, ele acorda todos os dias desde que eu conheço às 2as da manhã, 2 3 horas. Uma coisa comum para ele e pra minha filha mais nova. É genética da manhã, tipo, acordei pro
dia, acordou pro dia. Ah, das 7 horas estão tombando, né? Mas ele, eu sabe sabia que era muito difícil para ele uma noite. Então eu de gente só só um detalhe, o que que a pessoa faz quando acorda duas da que o mundo inteiro dormindo todos os e-mails ou qualquer coisa que você queira resolver com o Felipe, manda de madrugada que ele tá assim 4 da manhã. Nossa, ele não tem dificuldade nenhuma com esse horário de 4 horas da manhã. Gente, que maravilha. E é genético porque o pai é assim, a ele é assim e
a minha Poliana de lembro, eu me lembro, eu me lembro algumas vezes que eu dormi na Canção Nova e eu me lembro bem cedo, tipo 5 horas da manhã, eu via o o Eto vinha de carro, vinha porque assim, eu eu fui para lá, não tinha Vila de Maria ainda sim, que eras são as casinhas, para quem tá tá ouvindo pela primeira vez, a gente tá falando de Cachoeira Paulista no interior do estado de São Paulo, a Canção Nova. que tem é uma comunidade, né, da igreja que tem 50 anos de vida, né? Quando o
padre Jonas começou, quando eu cheguei, Já tinha 25 anos, né, de 20, 25 anos de de comunidade. Essa casinha, essas casinhas são bem na entrada onde tem as antenas e a casinha é a Vila de Maria. Isso. Então, tinha a casa onde tem confissão hoje, que tem funcionários do lado ali, então que tem a capela do santíssimo. Eu me lembro daquela casa. Ao lado daquela casa, eu me lembro de uma garagem que tinha uns carros do Eto. Isso. Na frente daquela casa tinha um prédio onde o padre morou. E na frente da frente daquela casa
tinha o Davi. Isso era o que tinha. E a rádio lá no lá no canto. Cheguei nessa época aí que só isso. Rádio lá no canto e não tinha mais nada. Não tinha mais nada. Era terra. É. E aí eu viao levantando. Eu não sei, eu não me lembro onde é que eu tava dormindo, mas eu me lembro dele pegar o carro. Eu tô vendo um cara lá longe de negócio ali, não era nem a catedral de sapê ali ainda. Aquele negócio de sapê era, era era, era era outra troço que tinha. E ele ajeitando
os bancos, botando um banco do lado do outro direitinho. Isso devia ser umas 5 horas da manhã. E eu falei: "Jesus, quem é que essa hora da manhã me ajeitar um banco, aí eu chego na janela, tá ele lá". Falei: "Olha o parente lá, cara, ajeitando, ajeitando o banco da 5 horas da manhã". Mas eu fiz esse desafio para ele, para ver se ele tava mesmo e querendo, interessado em mim, porque eu tinha ido pra Canção Nova para doar a minha vida para evangelização, Não fui para namorar. Então eu falei para ele, eu falei: "Ó,
se você quiser alguma coisa comigo, precisa ser do mesmo interesse que eu. Eu lá com meus 20 e poucos anos, né? Então já tinha esse desejo." Aí ele falou: "Não, nós vamos". Aí ele foi em tudo que eu pedi para ele. Ele foi, rezou o texto, fez o estudo da palavra. Aí a gente teve a graça de fazer o estudo da palavra com o padre Jonas. Eu tive essa graça, um um especialmente é uma graça. Com aquela canetinha de canetinha me ensinando o que que era, como é que fazia. Depois a gente fazia as partilhas.
Aí eu namorei o Felipe um ano ali antes de entrar pra comunidade. Mas aí a gente terminou e depois eu fui pra comunidade, depois fui enviada lá para Pato Branco, no Paraná. Eita! para cuidar de uma TV, a TV Sudoeste, e depois nós namoramos 4 anos e depois nos casamos. A gente terminou para poder entrar na comunidade, pra comunidade. Quando a gente entra pra comunidade, eh, nós doamos o nosso ano, tudo que a gente tiver fazendo. Por exemplo, a primeira pessoa agora, né, antes não, mas agora tem que ter terminado a sua faculdade, se você
já terminou, né? E ou então se você estiver namorando, Você encerra o seu namoro e você realmente para se dedicar à vocação, para ver se é a sua vocação ou não, né? Então eu passei por esse estágio de também discernimento, né? Perguntei para Deus o que ele queria de mim, perguntei sobre o Felipe, se ele era o homem da minha vida. Num dia lá na capela, eu tava bem preocupada. Eu falei: "Senhor, será que é mesmo esse negócio de casar?", né? Eu vim paraa Canção Nova, vim doar minha vida pro Senhor. E abrindo a palavra,
o ambo, Deus, Deus me deu a palavra de que quem decide que ela seja sua é o céu. Aquela palavra de Tobias muito forte para tipo assim, Paulo, não tenha dúvida, não tenha dúvida. Tudo que você vai enfrentar daqui paraa frente. Eh, não no só no casamento, né, mas tudo que a gente já enfrentou nesses 25 anos, né? Porque o Felipe estando ali morando, sendo criado pelo padre Jonas, vivendo ali na casa da Luzia do Eta, acompanhando todas tudo que aconteceu na Canção Nova, eh, a gente ia enfrentar muitas coisas, né, como como enfrentamos, né,
e a Deus foi confirmando confirmando esse esse amor. E o que eu tenho em casa, graças a Deus, é um pai apaixonado pelas suas meninas, faz de tudo para as suas meninas. E eu falo, eu brinco que ele vai pro céu rapidinho porque aguentar quatro mulher todo dia. Ainda arrumou duas cachorras Ainda fêmeas. Aí eu falei, agora vai mesmo. Mulherada dominando todo. Tem que ter muita paciência, né, Betaldo? Para É, mas mas nessa época o Felipe já tinha entrado também? Não, não. Daí ele ainda fez o caminho dele, que foi outro caminho. Aí o dele
foi assim, sair da casa dos pais, pegar o cabide de roupa dos guarda-roupas. Opa, perdão. E foi morar ali onde hoje é aquela pousada Sérgio Abibe. Sei qual é. Do lado da cruz. Aí ele foi ali para passar o noviciado eh dele em Cachoeira Paulista e fez o caminho dele, né? Depois que a gente trou anos para casar com você. Depois de 4 anos que a gente casou. É. Noivou. Noivamos, casamos. Mas e os dois já eram membros? Isso daí nós já éramos membros. Moramos em casas solteiras, né? Cada mulheres, né? Nas casas das meninas,
os rapazes dos meninos. Algo bonito da gente lembrar, é possível viver a santidade na vida comunitária? Eu sou testemunha. Acho que a gente contar a verdade é também humildade da gente, porque hoje o povo olha e fala assim: "Ah, esse negócio de santidade, de castidade, não deve existir." Eu preciso testemunhar. Eu entrei, cheguei na minha na minha juventude na Canção Nova com 18 anos e casei virgem. Vivi na comunidade santamente junto com os meus irmãos. Irmãos, a gente tem aquela sadia convivência, né? documentos, tudo é possível, foi possível e é possível. É muito lindo testemunhar
isso. Inclusive, é possível casar, ser feliz e viver 25 anos eh fiel ao mesmo marido. Eu acho que hoje em dia isso saiu de moda, né? Acho que as pessoas não acreditam muito nisso, né? Acha que isso é muito piegas, né? Infelizmente eu acho uma Eu acredito piamente. Eu acredito piamente. Acho que a gente precisa Aham. A gente precisa fazer isso ressoar, que nós fomos criados, né? Mulheres, a e quem tá de pé, cuidado para não cair. Eu sempre falo pro marido, mas eu fiz um combinado com Felipe. Como é que você conseguiu ser fiel
25 anos com seu marido? É um combinado meu com Deus. Primeiro Deus em primeiro lugar, tudo para agradar ele, mas o meu olhar é do Felipe, então não olho pros homens, não perco o meu tempo. É isso aí. Meu olhar do Felipe, eu sou do Felipe e ele é meu. E a e é um companheirismo, né? É um é um e é diário, né? Esses dias o Felipe foi eh tô no desafio aí lançando também. Aproveito que peço licença para divulgar o meu meu podcast para mulheres, né? Maravilha. mulheres melhores no meu canal lá no
YouTube Paula Guimarães e CN e o Felipe foi meu convidado primeiro. Levei ele, né? Claro, tem que levar, né? Justíssimo. Aí lá ele contou como é que é para o manter um casamento, né? Em 25 anos. É um morrer pelo outro todos os dias, Porque a gente é muito diferente. Eu não sei como é que vocês são, mas diferente também. Meu Deus, o Felipe é o avesso. Desde acordar de madrugada eu sou gosto de dormir abessa até quando eu puder. Junamos jun eu só acordei toda essa minha vida 4:20, 4:40 da manhã todos os dias
porque eu tinha que sorrir pra vida 8 horas da manhã ao vivo com o povo na televisão. Mas precisava acordar às 4 para 8. Para você evangelizar eu tinha que ter uma vida de espiritualidade. Tem que ter, né? Mas aí que que eu eu tenho que ter ritual. Eu ten acordava, tomo banho, me arrumo café, aí eu faço as minhas orações e ia pra missa na missa na paróquia, missa das 6:30 para 7 horas tá no camarim, me arrumar, porque mulher tem que arrumar esse negócio de cabelo e maquiagem. Essa é outra conversão nossa que
todo dia cansa. De vez em quando a gente fica feliz, mas todo dia. E aí eu ia pra missa para poder ter o que oferecer pro povo, sabe? Essa esse então a minha espiritualidade, então eu era num combinado também com Deus que eu fiz nesses anos todos. 4:20 é 4:20. Eu dou enroladinha, eu confesso 4:30 vou vou levantando. Mas o Felipe é mais fácil para ele acordar. Eu 2 horas da manhã é fácil, né? Eu eu eu também não tenho grande dificuldade. Eu não vou às 2as da manhã não, mas geralmente 5:30 a a minha
cama tem prego. Felipe deve tá pensando não. O Felipe tá pensando que horário tarde para quem é pras duas duas não. Duas não, não, não deu não. Essa hora ele já limpou o quintal, ele já fez o café, já deixou o café pronto. Ele é bem assim, já já tá levando a menina pra escola. Mas somos diferentes, né? E falando de família, eu falei do podcast para mulheres. Eu acredito que vocês também enfrentam muito isso. A gente escuta muita gente, né, Kenia? O pessoal manda muita mensagem, muito e-mail e eu tenho percebido as famílias sofrendo
muito, né, tanto nessa questão do casamento quanto na criação dos filhos, né, e as mulheres muito cansadas, muito cansadas. em nosso Brasil, infelizmente, com esses dados horrorosos sobre feminicídio, né, e que não é só da imprensa, não é uma um contar da imprensa, mas infelizmente são dados verdadeiros que no Brasil mais de cinco mulheres morrem por dia, no Brasil vítimas, né, disso. E eu pensei, eu preciso fazer alguma coisa se eu puder tirar um pouquinho desse peso das costas dessas mulheres, né? Então, eu faço questão de atendê-las. O que eu consigo, a gente não consegue
atender todo mundo, né, em rede social. Quando alguém pede socorro, eu paro, porque são situações assim e às vezes é por falta de instrução, né, a vida já é muito pesada, né? Eu gostava, o Sorrindo pra Vida é um programa abençoado todos os dias na TV Canção Nova, das 8 às 9:30 da manhã. Eh, Porque a vida é muito pesada, a gente precisa sorrir para ela, né? Mas com Deus é possível a gente sorrir, né? Aí dá um sorriso verdadeiro com Deus. A gente dá um sorriso verdadeiro. Com Deus é possível. Com Deus é possível,
né? Tantas lutas que a gente já enfrentou nessa vida. Eu eu não tenho mais meus pais vivos. Minha mãe já faleceu há 5 anos na na época do COVID, 4, 5 anos. Meu pai eh faleceu um ano antes de eu casar, né? Então faz 26 anos. Eh, não tenho mais meus avós paternos, maternos, mas passei por todos esses lutos, né, de UTI, de cuidar. Cuidei da minha mãe, eh, fazendo hemodiálise, morou em casa os últimos 5 anos da vida dela. Eh, toda essa luta, a gente tem duas escolhas como ser humano, ou o desespero ou
a fé. É o que eu consigo aprender dessa minha vida, sabe, de espiritualidade. Porque para entrar em desespero ou desistir é mais fácil, sabe? Mas a gente pode escolher a fé. Eu escolhi a fé. Escolhi a fé na hora de cuidar da minha mãe. Escolhi a fé quando a minha mãe morreu. Ela não morreu vítima de Covid. Ela tava na imondiálise muito debilitada. Já tomava 19 remédios, dieta, bem difícil mesmo. Mas 10 dias depois Felipe entrou na UTI do COVID. Eu te eu ia te perguntar isso. Quando você não teve, você não transferiu ele também
de algum local, levou. Foi um horror isso aí que a gente viveu. Então, 10 dias depois da minha mãe falecida, Felipe, meu espo, eu e as meninas pegamos o COVID em casa e Felipe pegou também. Acreditamos que pegamos ali no enterro da minha mãe, no velório dela, né? Meu tio queria muito aquele desespero. Naquela época tava morrendo 4800 pessoas naquele dia. E eu precisei transferir o Felipe da cidade de Lorena, porque a gente é ali de Cachoeira Paulista, né? Do lado é a cidade de Lorena, que é a nossa diocese. E o Felipe falou: "Olha,
se você não me transferir para São Paulo hoje, eu vou morrer aqui". Aí eu e o Eto, a gente alugou uma mesmo? Ele falou: "Eu vou morrer". Ele falou que ele sentiu. Eh, e esses dias ele me confidenciou mesmo que ele realmente ele tinha certeza que ele ia falecer naquele dia. E aí eu falei assim: "Éto, vamos ter que transferir, vamos tentar achar uma vaga". Não tinha vaga em São Paulo. E aí nós alugamos uma ambulância e transferimos ele 11 horas da noite para para o 9 de julho em São Paulo. Mas foi uma aventura
que parecia uma série eh de terror, porque parou três vezes a ambulância na Dutra, a ambulância na frente, eu com o meu amigo no carro atrás e parou uma vez. Quando para uma ambulância de Covid, você pensa assim: "Enartou, né? Aconteceu alguma coisa?" Aconteceu alguma coisa. Aí, meu amigo, ah, não parou por causa de trânsito? Não, não parou. E ele parou no acostamento a a ambulância, o rapaz que tava com a ambulância, com a médica, mas ela ela da no carro de trás morreu. Eu no carro atrás falei: "Meu Deus, morreu". Aí ele encostou no
acostamento, subiu na grama da da rodovia Presidente Dutra, né, que liga Rio São Paulo. S. E aí ele foi, eu fiquei lá rezando todas as orações que eu conhecia, porque imagina, né? Eu falei: "Meu Deus, o que será que tá acontecendo com ele?" E aí o meu amigo entrou dentro do carro e falou assim: "Olha, tá acabando o oxigênio dele". levar pouco. Ele tava consumindo tanto oxigênio que foi acabando. Falou: "Olha, vamos tentar avançar para chegar em na cidade de Santa Luzia". Aí ele parou mais duas vezes, falou: "Olha, tá acabando o oxigênio". Aí foi
onde o meu amigo que tava dirigindo, ele falou assim: "Ô, Alexandre, ele olhou quantos minutos de oxigênio nós temos?" Ele, o motorista falou: "Olha, ele deve ter uns uns 15 minutos de oxigênio e quantos minutos aí?" Aí ele falou assim: "Então, nós vamos precisar ir o meu amigo que já tinha feito até eh curso de motorista de ambulância, foi a foi a sorte, não foi a providência de Deus". Ele falou assim: "Então, nós vamos ter que ir pela acostamento na na contramão Porque o ex tá dando 23 minutos até o hospital. Você me segue?" E
aí ele correu pela contramão. Pela contramão da Dutra. Ele foi pelo outro lado. Meia-noite nós nós fomos, passamos pela Nova Dutra e paramos. Antes era concessionária Nova Dutra, agora Rio em São Paulo, né? Sim. Ele parou para ver se tinha um oxigênio lá. Aí ele falou assim: "Vamos pelo acostamento na contramão, porque senão não vai chegar em Santa Luzia com o tempo." Ainda só vindo e vocês ind. É só que graças a Deus era de madrugada, não tinha tanto volume de de carro, só caminhões. Mas nós fomos carro, o meu carro atrás na frente e
a ambulância atrás e chutamos e conseguimos chegar em Santa Luzia. Eh, ah, isso não foi nem para chegar em São Paulo, não. Para chegar na cidade de Santa Luzia a 1 hora3 de São Paulo. Para arrumar uma bala de oxigênio para alcançar o hospital. Coisa de filme de terror. O que o pessoal no Maranhão Viveu, falta de oxigênio. Então, eu vivi essa questão do COVID muito, muito na minha pele, não? E você tava lutada porque tinha acabado de perder a tua mãe. Não tive chance de chorar a minha mãe. E eu tava com medo de
perder o Felipe. Porque quando a médica viu a tomografia dele e me mostrou, ela falou assim: "Você tem coragem de olhar?" Eu falei: "Minha filha, eu acabei de enterrar minha mãe há 10 dias, eu não vou ter coragem de olhar a chapa do meu marido? Mostra para mim que eu vou rezar e pedir direito para Deus". E aí foi aonde ela me mostrou. falou: "Olha, ele tá com 90% comprometido de um lado e 92 do outro." Que isso, gente? Os pulmões dele paralisou. Quando ele chegar, a gente vai entubar. Quando ela falou essa palavra, eu
corri pro Felipe, eu falei assim: "Bem, você vai enfrentar tudo que você precisar enfrentar, mas você vai voltar pra gente, porque você deixou em casa três meninas e elas estão esperando você voltar com toda a força de uma mulher, de um desespero de uma mãe." Ele disse que aquela frase ficou ecuando. Ele ficou 27 dias na UTI, mas para antes de de falar que a gente conseguiu chegar eh lá em Santa Luzia não queriam deixar ele entrar porque tava um causa os hospitais entrar não, só precisava da bala. Mas a mulher não queria deixar a
gente entrar. Meu amigo falou assim: "Nós vamos entrar com ele com mac e tudo". E é até que o amigo é despachado. Gostei dele. Foi um anjo. Esse foi foi um anjo. E nós entramos dentro deste hospital e foi e ele foi colocado no oxigênio. Santa Isabel, desculpa, eu falei Santa Luzia, né? Obrigado. Marido lembrando o nome certo da cidade. Santa Isabel. Santa Isabel. A desculpa. Isabel. Você tava falando Santa Luzia. Eu tava, eu tava olhando aqui no meu mapinha na cabeça. Não podia ser, podia ser o menor. Santa Isabel, eu sei. Ali é Santa
Isabel. Santa Isabel, 1 hora e meia de São Paulo. Mas ali eles colocaram ele no oxigênio, graças a Deus, e conseguimos, o meu amigo deixou o documento dele numa UPA em troca de oxigênio. Entramos na ambulância e foi de novo e chegamos às 3 horas da madrugada no domingo da misericórdia. às 3 horas encostou a ambulância. Eu me lembro, eu tirei a foto, eu filmei tudo. Eh, no na porta do 9 de julho e foi aonde essa médica disse para mim que ia entubá-lo, né? Felipe lutou muito pela vida dele, ele não deixou, ele brigou
o tempo todo com a médica, né, até a gente conseguir uma médica que cuidasse dele mesmo, uma infectologista, uma hipneumologista também. E aí, eh, os plantonistas queriam entubá-lo, mas ele falou: "Quantos, quantas horas eu tenho para vocês me entubar?" Se você enfrentar essa a VNI, que é aquela máscara, de 10, duas pessoas aguentam aquela máscara. Ele falou: "Não, eu vou aguentar." Mas por que é ruim? É, é um fluxo de oxigênio tão forte que vai no rosto que é como o Felipe disse que é como enfiar a cabeça na piscina e segurar a pessoa. Não,
você não, porque os os pulmões quando ele para não tem a não faz a respiração, entendeu? Ele é como se tivesse cimentado, é como se fosse um cimento, ele não conseguia respirar, cheio de ar isso, né? E não consegue sair. Aí o oxigênio entra, mas não consegue fazer essa esse movimento. Ou seja, a pessoa se sente afogada, né? É, e naquela época os médicos não sabiam lidar muito com a doença, né, do Covid. E mas o Felipe lutou ali, batalhou, foi a única coisa que ele pediu para entrar dentro da UTI foi a relíquia do
Padre Léo, que é outra pessoa que eu convido vocês a conhecerem a história do Padre Léo, né, que já é um servo de Deus de Betânia, é da comunidade Betânia e marcou a nossa vida, marcou gerações. E nós temos um carinho muito grande, Padre Léo, e o Felipe e eles falaram: "Ó, você tem que tirar tudo da UTI, é relógio, né? Tudo que a gente entra na UTI sem nenhum, né? Sem nada, né? Sem cordão, nada". Ele falou assim: "Olha, vocês já tiraram tudo de mim, agora a minha fé vocês não vão tirar não". Daí
colocou a a relíquia do padre Léo ali, foi a única companhia dele naquele quadro bem eh bem terrível que nós vivemos no Brasil, de 4800 pessoas morrerem por dia, né? Não tinha vaga. E ele no andar dele todos faleceram e só ele que conseguiu sair dali naquela semana, naquelas semanas. E a gente tem que valorizar muito esses profissionais de saúde que viveram também isso tudo. Ficou muita coisa, né, que a gente traz da pandemia, muita coisa difícil, mas também muita coisa boa, né, que veio, a gente ficou, usou mais a internet para evangelizar, né, tantas
coisas bonitas como os rosários da madrugada foram encontrados na pandemia, né? Mas Felipe voltou para Casa, graças a Deus, né, depois desse filme de terror que a gente viveu. E esse episódio de de eu fazer essa foi um marco na minha vida mesmo. Na eh na madrugada eu não podia, eu deixei ele no hospital, fui embora, né, depois da daquele transporte todo terrível de falta de oxigênio voltei pra cachoeira com meu amigo, né, cachira. Eh, voltei para casa, né, com as minhas meninas, não podia fazer visita, só conversava 5 minutos no telefone por dia. Então,
a família ficava o dia inteiro, 24 horas esperando uma notícia de 5 minutos, né? Aí ou você entra em desespero. Eu tinha pedido a minha mãe, então eu tava com Covid, doía o corpo. Eu não sabia se eu chorava de saudade da minha mãe, de dor do Covid, de medo de perder o marido, né? Porque todo mundo tava morrendo. A notícia era que todo mundo morrendo, né? Ou se eu escolhi a fé, eu abri a janela da minha casa, onde eu moro ainda, em frente ao santuário do Pai das Misericórdias. E a cruz do santuário
foi a minha companhia, além do Rosário com Frei Gils. Foi ali que eu conheci o Frei Gils. E uma semana antes do Felipe ser internado, o Felipe não é de, ele é muito reservado, mas ele gosta, gostava da música do Frei Gilson, uma música dele. E ele viu o Frei Gilson na rua de casa e ele parou o carro e abraçou o Frei. Foi a primeira vez que a gente se conheceu. E abraçou o Freio. Foi isso. Aí aconteceu tudo isso, minha mãe faleceu, Felipe foi para hospital, Eu encontrei o Frei no YouTube na madrugada
e foi o que fez companhia. O Frei se lembrou que o meu marido estava na UTI, que a gente tinha se encontrado há poucos dias e ele rezou todos os dias daquela quaresma. Naquela época ele reunia assim 200.000 pessoas no máximo no YouTube e que já era coisa para que já era grande, que já era muita coisa, mas ele rezou todos os dias da Quaresma de São Miguel para o Felipe. Pelo menos uns 5 minutos ele ficava ali e eh rezando. Eu sou muito agradecida porque me ajudou a escolher a fé, não o desespero. Porque
nas nos momentos difíceis, né, que que vem a dor, todo mundo passa, né? Eu tô contando a minha aqui, mas todo mundo tem as suas dores, né? suas dificuldades, as suas seu momento de escuridão, que você não tem ninguém, né? Às vezes tem até cercado de pessoas, mas você não, as pessoas que te amam não conseguem te ajudar, dependendo da você se sente sozinho, né? Você pode fazer essa escolha de de escolher a fé, né? Eu não me arrependo. Assim como a minha mãe escolheu a fé de ao desespero do diagnóstico de que eu não
ia andar, né? Eu escolhi a fé também e tenho feito essa escolha diária, porque é uma escolha diária, né? Eh, e eu digo a você também que tá acompanhando aqui o ânima, né? Escolha a fé, não desespero. Eh, o desespero, eu até escrevi um livro sobre isso, Esperança, cadê você? O que fazer para não entrar em desespero? Para mim, eh, a nossa nossa chance de de não perder a a fé é Jesus Cristo, é esperança nele. A esperança nós, para nós cristãos, tem nome. É Jesus Cristo. Jesus Cristo é a nossa esperança, né? A palavra
tá dizendo isso. Então, eh, eu fiz essa escolha e tenho feito essa escolha. Não me arrependo. Não me arrependo. Lutas, sofrimentos, perdas, né? Como eu falei dos meus avós, tenho alguns tios vivos. Eh, já passei por UTI tanto do meu pai, da minha mãe. Eu já fui pro UTI depois que tive a minha menina grave, eh, a minha última menina, a Poliana tá com 17 anos hoje, mas na no pato dela eu tive hemorragia pós-pato. Passei pela UTI também, Felipe passou pela UTI, né? E minha Pâmila também passou, a mais velha, também passou pelas doenças
emocionais dela, passou pela UTI. Não é um lugar fácil, né? Inclusive estou com um tio muito querido, o irmão do meu pai. Meu pai só tem dois irmãos vivos. Esses dias a gente tá fazendo escala lá para ir na UTI com ele. Ele, infelizmente, subiu. Atenção idosos. Cuidado ao subir em escadas. Cheio de saúde, meu tio subiu na escada em casa, no fundo do quintal. e caiu por acidente de costas na piscina, bateu as costas, deu edema pulmonar, complicou. Hoje faz 107 dias que ele está na UTI lutando pela vida e a gente tem ido
lá. Como um leito de UTI ensina a gente, as coisas diminuem num nível tipo de importância. É igual quando a gente perde alguém e vai enterrar, né? A gente olha ali no no cemitério, como a gente foi enterrar esses dias, o irmão da Luzia, um beijo para ela, o Tonho. Sacos de ossos de outras pessoas da família ali, aquilo é o que vai ser da gente. A gente é pó, vamos virar pó. E quando a gente olha um um leito de UTI, passa pelo desespero, não precisamos nos desesperar. A gente precisa aproveitar a nossa vida
cada segundo, né? Cada segundo, né? né? Porque são tantas batalhas. Você tá me lembrando Papa Francisco, ele falou isso. Ele falou assim: "Se algo muito ruim acontecer com você, calma, não se desespere, porque o desespero só vai piorar a situação. Primeira coisa que você tem que fazer é manter a calma. Depois que você tiver ali, você conseguiu se centrar e manteve a calma, Aí você vai poder tomar uma atitude sempre rezando, sempre isso." Mas eu me lembro muito disso, ele falou: "Não se desespere. Não se desespere". É isso. E eu vejo que Deus ele vai
usando a gente. Eu falei do Fre Gilson. Depois eu estava ali cuidando da TV Canção Nova. O que eu experimentei como mãe e mulher, eu falei, eu preciso levar o eh convidar o Frei para também participar, porque as mulheres que estão em casa precisam experimentar o que eu experimentei, porque era só no YouTube, né? E aí a gente conseguiu levar paraa TV o Frei. Depois o Frei foi pros acampamentos e graças a Deus depois explodiu, né, essa essa milhões de pessoas rezando o Rosário e também o Instituto Red, né, tão querido lá de Fortaleza, que
também tem reunido milhares de pessoas rezando Rosário com Nossa Senhora. Gente, eu não sei se as pessoas que estão acompanhando já fizeram experiência como a gente, com Nossa Senhora. É um caminho de muito conforto. Reze o texto, comece com Comece com Ave Maria, se for pelo menos. Mas faça sua experiência com Nossa Senhora. Daí eu falei do, vocês podem imaginar o amor que eu tinha pela minha mãe. Ela foi uma mãe espetacular e ao perdê-la eu eu sofri muito, muito. Não foi só por causa da do Covid que veio depois do Felipe, tudo isso. Eu
perdi a minha mãe e eu senti muita Falta, sinto muita falta dela ainda, mas eu só eu só consigo, eu acho, andar porque eu ainda tenho uma mãe que é a mãe do céu. Eu converso com Nossa Senhora, sento ali, ali eu coloco debaixo dos pés dela situações que eu tenho. Às vezes algum alguma coisa que a gente precisa vencer. Aprendi muito também com o padre Jonas escrever um bilhetinho, colocar debaixo ali dos pés de Nossa Senhora. Quantas graças você falou que tá andando por causa de Nossa Senhora desde que você era bebê, né? Que
a tua mãe te entregou lá nela. Nossa Senhora tá te acompanhando desde bebê para você ir caminhando. Bora fal caminhando. Vamos, filha. Vai, vamos que tem muita coisa ainda para você viver, né? E se hoje a gente respira, né? Eu tava falando do meu tio, ele pô, tavam tirando a sedação dele, ele olhou para mim e falou assim: "Água sem falar, só regesticulando." E aí eu molhei a gase num copinho de café assim com água da metade e coloquei na boca dele. Ele chupou. Eu falei: "Ele tá consciente, chupou, né? Tá com muita sede." E
ele bebeu metade do copinho. Assim ainda tem muita esperança que meu tio vai sair, meu tio Gilson. eh, da UTI, tá na luta lá dele. Eu lembrei é como a gente precisa dar valor pra nossa vida, como a gente pode caminhar e não precisa entrar em desespero, porque nós temos a fé, nós temos companheiros de fé e a escola que Nós vivemos e viemos, que é do padre Jonas, nos ensina de nós podemos testemunhar, né, Bertaldo, que a fé não é a coisa assim, uma historinha, sabe, gente, que a gente leu. É algo que a
gente experimentou todo dia, né? A gente vai experimentando todo dia. Deus vai nos socorrendo, eh, de forma que se você não acredita, faz a experiência. Pergunta: "Você sabe de uma coisa?" E eu conto isso aqui, eu não era devoto de São José. Uhum. Eu não tinha nenhuma devoção a São José. Passei 50 anos como um verdadeiro assim ateu em relação a São José. Aham. Até que um belo dia eu também tive uma coisa muito difícil, não? não era de UTI, mas era de financeira. E e eu fui a uma igreja de São José e eu
disse a ele, só temos nós dois. Na realidade não temos nem nós dois, só tem você. Porque se eu pudesse fazer alguma coisa, eu nem aqui tava. Então só tem você. Pode me ajudar. Eu preciso da sua ajuda. E a ajuda dele veio. E daí eu me tornei um um devoto de São José que não tem quem diga que São José não existe. Pode aparecer um planeta dizendo: "Não, que São José que nada, meu irmão." Você não tá entendendo que é uma experiência. Experimentei. Eu experimentei. É isso. Eu sei que ele vem em meu auxílio.
É. E se quem tiver acompanhando, tiver passando um momento difícil, porque todos nós passamos esses momentos de solidão, de que a gente não tem apoio mesmo, não tem resposta, não sabe do amanhã, né? Quantas pessoas com Ansiedade, com depressão, com síndrome do pânico, isso tudo que é a nossa sociedade cada vez mais, infelizmente estamos sendo assolados, né? A tecnologia veio para muita coisa boa, mas acelerou demais a nossa vida, que o nosso corpo não foi feito para isso, né? Se você tá vivendo esse momento, faz essa experiência que o Bertaldo falou. Eu quero fazer a
minha experiência com as suas palavras. Exatamente. Do jeito que você sabe falar. Preocupa com o jeito, né? Tem que ser o mais sincero e espontâneo possível assim para você fazer a experiência sua, né? É, mas qual terço de São José você rezou? Nenhum. Eu disse: "Eu preciso da sua ajuda. Só temos nós dois". Isso. Quando eu tive o Felipe na UTI e tava lá com Frei Gils rezando a madrugada, eu olhava para a cruz, eu não tinha força para rezar. passando aqui para te fazer um convite rápido para você conhecer a comunidade, que é um
ambiente exclusivo, onde as pessoas que acompanham aqui o nosso podcast se reúnem para ter acesso mais aprofundado ao conteúdo dos professores que passaram por aqui. Quando eu comecei a minha caminhada na fé católica, eu também tinha dificuldade de entender como aplicar tudo que eu estava aprendendo na vida e de uma forma concreta. Porque uma coisa é você conhecer e entender os princípios católicos, mas outra bem diferente é você saber como viver esses princípios na sua realidade e em todas as áreas da Sua vida. Foi pensando nisso que nós criamos a comunidade Ânima para facilitar o
seu processo de formação pessoal e espiritual. Lá você vai aprender como viver a fé católica na prática com as pessoas que você admira e que vivem de fato aquilo que ensinam. Você vai ter aulas sobre virtudes com a Kenia, sobre batalha espiritual com André Prazeres, sobre casamento com o Thiago Andrade e muito mais. E você vai ter acesso a tudo isso por menos de R$ 1 por dia. Então te convido a conhecer a melhor comunidade e a estar aqui junto com a gente, apoiando mais de perto o nosso podcast e tendo essa experiência de conseguir
de fato viver o catolicismo na prática em todas as áreas da sua vida. A única coisa que eu dizia para Jesus é uma, eu falava, a única frase era assim: "Jesus, ele é o amor da minha vida". Foram 27 dias só conseguindo falar essa frase. Jesus é o amor da minha vida. E chorava porque eu não tinha condição. Você imagina? Mas era uma bela oração. Você fez uma bela oração. É isso. Jesus entendeu tudo. É. E eu lembro que o padre Jonas um dia me ligou dizendo assim: "Eu briguei com Deus". Já falei com ele
sério, não é hora ainda do Felipe morrer. Eu briguei com Deus, eu desligou. Teve, tem até uma foto bonita que a gente montou para Jonas no telefone que era todo mundo, cada um na sua casa de Máscara, né? Não podia, né? a gente com o Covid, o Felipe lá na UTI. Então, Felipe na UTI, Padre Jonas e as minhas meninas e eu. E o padre Jonas rezando por ele e ele disse: "Olha, Felipe, você fica em paz que não é a tua hora ainda, né? Porque você tem muita coisa ainda para fazer, né?" Então ele
sabe da missão dele também, né? Nesses anos todos que o Felipe nasceu ali, né? a mãe dele grávida e ajudou a construir a casa de Maria em que luz, né? E o padre Jonas, a Luz e o Eto, criaram ele desde os 9 anos que ele vive ali em Cachoeira Paulista. Então, eh, anos, né, uma vida e de gratidão, porque quantos milagres nós somos testemunhos naquela terra, né? Se alguém tem dúvida se a Canção Nova não é ela, ah, a Canção Nova ou a, ou aqui, como tem a obra de vocês, ela não é de
Deus, gente, é de Deus. A Canção Nova é uma obra de Deus. Eu não tenho dúvida nenhuma pelos testemunhos que eu sou testemunha, sabe? Todos os dias ali no sorrindo paraa vida chega testemunho todos os dias de que Deus o que Deus tem feito através da evangelização, né? E eu imagino aqui que vocês também recebam, Né? Porque é simplesmente a gente se colocar à disposição de Deus, né? Senhor, tô aqui que o Senhor quiser. Por isso me entristece muito quando eu vejo as pessoas que estão e que eu percebo são recém-convertidas. Uhum. que gostam mais
da parte da parte tradicional e tá tudo bem, tem gosto para tudo. Tem direito de gostar de uma tradição ou de uma coisa mais renovada, não tem problema. Mas falando mal da renovação, falando que é protestantismo disfarçado, sem ver a quantidade de anos e de bênçãos e de conversões, tem que olhar a árvore pelo fruto. Não conhece a árvore árvore pelo fruto. Tem alguma dúvida? Olha os frutos daqui da da missão do Anima. Olha quanta gente que vocês ajudaram, que vocês têm ajudado, tantos profissionais que passam por aqui. Eu assisto vocês. Gente, ajuda tanta gente.
Olha o fruto. Você sabe que é mão de Deus ali, né? Lá no na Canção Nova, todos os dias, a todos os programas a gente recebe milagres que acontecem. E não é uma historinha. Por exemplo, a gente já recebeu testemunho ali de pessoas que passaram nove em nove clínicas de dependência, eh, de para de reabilitação, para para desintoxicação mesmo, né, de drogas. Teve um senhor que contou pra gente, entre tantos testemunhos que eu ficaria aqui o dia inteiro contando para vocês, mas eu me lembrei desse. Ele falava assim: "Paula, eu passei por nove clínicas, Eu
não conseguia me livrar da droga, era tudo, todo tipo de droga que vocês possam imaginar". Mas eu fui num evento, num acampamento de oração e de cura e libertação. E eu passei por um momento de oração, eu acreditei em Deus e desde então faz 3 anos que eu tô limpo. Eu tô limpo. Acompanho vocês todos os dias que é outra coisa que acontece também. A mudança de vida, ela não, ela não é só assim. Para muita, algumas pessoas acontece da noite pro dia, mas é o dia a dia, é um cada dia um milagre. né?
E a mudança de vida, as pessoas que vão acompanhando programas bons, né? Tira da tua vida aquilo que não presta, né? Vai fazendo essa limpeza, né, Bertaldo? Aos poucos. Como é que eu posso fazer essa experiência que o Bertaldo, a Ken e a Paulo estão falando? Começa do jeitinho que você é, já vai percebendo que não combina, que tem na tua vida e não combina com Deus, né? Vai tirando, né? E aos poucos você vai vendo que você vai colocando Deus na tua vida e aquilo que para os homens é impossível, né? A família já
não acreditava mais nesse rapaz, as clínicas já não queriam mais ele, mas tinha uma pessoa que não tinha desistido dele, que era Jesus. E quando esse Jesus entrou para valer na vida desse rapaz, que aonde ele conheceu Jesus? através da Canção Nova, através da evangelização da Canção Nova. Então, pelos frutos e por tudo isso, a gente vê a maravilha que é. É muito assim, a igreja, na realidade, nós estamos falando da igreja. Isso. A igreja ela é muito rica. Se nós passássemos uma vida inteira só estudando o que já foi escrito pela igreja, a gente
não dava conta, porque assim, são milhões de livros de quem é perita em humanidade. Então, só que o Espírito Santo, ele não é prisioneiro de ninguém. Então, por exemplo, aqui hoje nós temos uma missa diária para os funcionários que é em latim. Sim. que daí é em latim, mas ao mesmo tempo nós nascemos numa renovação carismática com os braços para cima louvando a Deus. Sente falta se vai numa missa que não bate palma, né? Porque é o nosso jeito, né? Então, mas o Espírito Santo tá mais num ou tá mais no outro? É o Espírito
Santo. Julgar. Pois é. Você tá entendendo? Aí eu gosto desse assunto porque é assim, a palavra de Deus ela fala que a gente não pode julgar, né? E eu acho que todos nós podemos fazer esse exercício, porque a vida é tão dura para todo mundo, para todo mundo ter sua cruz, né? É claro, cada um tem a sua cruz, né? E a gente gastar tempo, eu acho que a pessoa que consegue ficar gastando muito tempo com a vida do outro, ela tá realmente se descuidando, porque se ela cuidar da dela, ô, já seria ótimo. Ô,
gente, dá o trabalho cuidar da vida da gente, né? Tem tanta coisa para cuidar, né? Tanta coisa, né? que a gente pode, é filho, é casa, é marido, é agente, né? Mas agora eu vou falar como psicólogou falar como psicólog. Às vezes a pessoa ela não tá querendo enfrentar esses problemas, é mais fácil você não ver os seus. Aí você começa a apontar dos amiguinhos, dos outros. Então, por exemplo, eu também enxergo essa beleza que o Betaldo falou da riqueza da nossa igreja. Se você duvidar de algum movimento, olha os frutos dele. Claro. Então, por
exemplo, lá aos pés de Nossa Senhora Aparecida, lembra? Lembra da minha mãe? Ela não era inocente, gente. Ela era uma mãe sincera, com uma filha no colo e que confiou plenamente e que viu o milagre. E ela vai agradecer. Hoje quando eu vou lá e depois que o Felipe também venceu o Covid, a gente foi de bicicleta, saímos de madrugada lá de cachoeira. Aí para testar o pulmão, né? Vamos embora. Vamos de bicicleta, que é outra coisa que eu gosto muito é andar de bicicleta. Eh, fez muito bem pra minha cabeça. Além do crochê também
queria deixar registrada aqui, que é outra coisa muito boa, eh, indico. E aí, se você vê alguém aos pés de Nossa Senhora ali e fala: "Ah, isso é coisa de do povo, é exagero, né?" ou então olhar uma missa em latim ou as pessoas muito conservadoras ou as carismáticas dentro da nossa igreja. Como a gente trabalha com meio de comunicação, Deus me deu a graça de tocar nos carismas, cada um com a sua riqueza. E o padre Jonas ensinava muito Isso pra gente, né? O fundador da Canção Nova. A Canção Nova é a casa dos
carismas, né? Quanto mais igreja aqui, mais a Jesus, o Espírito Santo, os milagres vão acontecendo. Então, se você tá aí na sua paróquia, vá, faça a sua experiência. Ah, eu não gosto dessa paróquia, não gosto desse pai. acha uma paróquia, que é outra coisa que a minha mãe me ensinou, que você se identifique, você se sinta bem, que a minha mãe me ensinou assim: "Olha, filha, se você ficar na igreja ou tiver fé causa de pessoa, já desiste já." Lá na minha infância, na catequese, ela já me ensinou. Ela te ensinou muito bem. Ensinou muito
bem, porque você vai ter decepções. Isso aí. Mas Jesus não decepciona, Bertalo, esse aí você pode confiar. Ele não é igual ao homem. Eu me lembro lembro, eu me lembro e eu tenho falado de vez quando dou esse exemplo aqui, que o padre, eu sempre vi o padre falar que ele achava uma maldade as pessoas todas não terem feito um seminário de vida no espírito. Gente, é outra riqueza. Será que todo mundo que tá acompanhando sabe o que é isso? Nem sabe, vamos falar sobre isso. Pode divulgar primeiro fal chamar os grupos de oração para
retomar o seminário de vida no espírito. Eu fiz o meu encontro pessoal com Jesus num seminário de vida no Espírito. Paulo, o que que é isso? É um encontro de sete dias, não é cinco dias? Ah, tá. Mas na minha paróquia acho que eles resumiram. Não, resum não. Você pode fazer nove dias ou se o o grupo de oração é uma vez por semana. Nove semanas. O seu pode ter sido seguido também. Acho que foi seguido meu que eu lembrava queão. Gente, mas é a coisa mais rica do mundo. São e tratados nesses dias de
encontro os dons do espírito, né? Dom de cura, dom de lágrimas, dom discernimento dos espíritos. Você vai fazendo o seminário de vida no espírito, né? O querigma, né? Eh, enfim, faz primeiro grupo de oração, descobre o que é isso, retoma para fazer esses eventos de com quem já teve essa experiência. Isso devia ser quase que, olha só, isso não, isso não devia ser só na renovação, isso deveria estar na pauta, porque isso tá na palavra de Deus, isso deveria estar na pauta. Da mesma forma que o sujeito tem um curso para fazer o batizado, que
tem uma catequese que vai dar para uma criança que ela não vai saber nada do que foi dado para ela anos depois, vai ter que estudar de novo para poder saber e vai ter uma crisma depois. Deveria ser obrigatório seminário de vida no espírito. Eu tinha 15 anos, Bertaldo, era na minha paróquia. Eu lembro que o Flavinho, que já foi da Canção Nova, cantava nesse evento da paróquia, né, Nossa Senhora da Glória, lá em Guaringetá, um abraço para eles, um beijo. Grupo ainda existe lá na paróquia, olha que legal. E hoje o pároco é meu
amigo de infância, o padre Toninho. Um beijo para ele. Eh, continua, hein, padre Toninho, faz seminário de vida no espírito aí na paróquia. Eu com 15 anos eu ouvi uma das pregações do dia lá era sobre Jesus Cristo. O padre falava: "Eu converso com Jesus, eu falo com Jesus". E eu lá 15 anos com problema na minha casa. Meu pai bebia, tinha problema com álcool. Meu pai, pessoa maravilhosa, um pai maravilhoso, mas ele tinha essa dificuldade com álcool, fez essa experiência negativa com álcool. Eu pensando assim, minha família tá destruída lá com 15 anos não
vi a saída. Eu falei: "Jesus". Eu eu queria ter uma experiência levar minha família a ser salva. E ali eu vi o padre falando de Jesus. Jesus falei: "Pera aí, eu quero ter essa experiência que esse padre tá falando. Ele fala com Jesus, ele conversa com Jesus, ele anda, conversa com Jesus". Quando eu veio esse pensamento enquanto eles pregavam ali, já me veio um choro compulsivo. Não conseguia parar de chorar, incontrolável mesmo, que as minhas amigas me levaram junto com as pessoas ali do grupo de oração para dentro da capela do santíssimo, onde eles rezaram
por mim. Aquele momento que eu digo que eu fui batizada no Espírito Santo, né, Que nós da renovação sabemos o que é isso. Eu indico para vocês experimentarem essa graça. Se vocês não passaram por isso, peçam a graça do Espírito Santo do Batis. A gente tá conversando aqui e aí às vezes tem alguém da equipe ou alguém que veio de fora e tal, eu digo: "Não, porque eu tava assim e tal, de repente eu tava rezando e o senhor falou isso comigo." Aí a pessoa fica assim, tipo, como é que falou com ele? Como é
que falou com ele? Maluco, eu nunca ouvindo o senhor falar. Outro dia minha filha perguntou: "Pai, me ensina isso porque eu queria ouvir também." É porque para nós é tão normal. É normal, não é? É normal. É normal você colocar, eu eu não sou um ministro de libertação, nem de cura, mas eu conheço ministros de cura e de libertação que coloca a mão na pessoa e e a coisa muda para valer. Isso. A gente é testemunha de milagre. Nós não podemos omitir isso. Nós somos testemunhas de milagre. Eu miseramente tenho, eu sou um ministro da
palavra. Eu eu sei pregar, eu, eu não sei cantar, eu não sei. Deus me deu este dom, não me deu os outros dons. Então assim, mas as pessoas nem sabem que isso existe e acham que isso não existe na Igreja Católica. Isso. Gente, eu queria dizer isso para você. Se você tiver ouvindo agora, tiver esse mesmo desejo, não, eu quero ter essa experiência. Pede aí aonde você Tiver, peça para Deus a experiência do batismo no Espírito Santo, porque isso virou a chave da minha vida. Eu nunca mais deixei de ter fé nesse. Eu tô com
50 anos, eu tava com 15 anos. Foi uma experiência tão forte, tão significativa, que pode acontecer o que for na minha vida. Eu não tenho dúvida que Jesus Cristo existe. Eu não tenho dúvida que a mãe dele existiu e que ela intercede por nós. Não tenho dúvida que milagres acontecem. Então assim, eu tô dizendo para vocês, façam a experiência. E é pessoal, é isso, exatamente isso. Você tá me lembrando, sabe o que? aqui pouco tempo, querido. Ele falou algo que o padre Jonas dizia, que ele falava o seguinte, eh, a gente até achou engraçado, né,
porque falou e que o padre Jonas falava, quando o coelho vê o rato, ele vai caçar o rato. Mas aí coelho caça rato, né? Ficou assim, mas não importa quando era o que o pados falava que o coelho virava pro outro, falava assim, ó, tem um rato aqui. Vamos lá seguir o rato. Vamos lá, eh, para, como vai pesquisar na fã isso? para procurar o rato, procurar o rato que a gente vai pegar o rato e vai comer o rato, vai ficar com o rato, não sei o quê. Ele disse que todos os outros ratos,
os outros coelhos que não viram o rato, desistiam. Só o que viu que continuava. Ou seja, a pessoa, o rato, o coelho tem que ver o rato. A pessoa tem Que experimentar Jesus Cristo. Porque se você falar para seus filhos, eu falar paraos meus filhos, olha, Jesus é maravilhoso, Jesus é lindo, Jesus, ok, chega uma hora que eles falam: "Hum, é coisa da minha mãe, coisa da igreja, aí não vai mais, aí começa ou se decepciona com alguma coisa, ou vê alguma algum limite de uma pessoa". Exatamente. Aí fala: "E isso não é para mim".
Não, gente, mas aí quando tem um encontro como você teve quando você tinha 15 anos, quando você vê o rato, quando você encontra o rato, quando você abraça o rato, quando aí você muda, aí você tem outras, aí você vê um católico chegar no encontro da renovação carismática e o pessoal todo louvando. Aí você para por grupos para poder rezar pra pessoa. Aí você vai botar a mão na pessoa e fala assim: "E aí, você alguma vez já frequentou espiritismo?" uma pessoa, não, a primeira vez que eu tô vindo é a guia. E não é
espiritismo nenhum, é católico. É católico, gente. É, pessoal assim: "Não, eu não sabia que que Deus falava, eu não sabia que Deus curava. Eu não sabia que Deus libertava. Mas isso é onde? Isso é aqui na Igreja Católica Apostólica Romana. Isso. Eu respeito muito todos os movimentos da Igreja Católica. Eu respeito muito os padres, os bispos, a nossa igreja, o Papa, a história que a nossa igreja tem, sabe? Apesar de todas as falhas nossas, né? Eu eu sou 31 anos missionária, tenho minhas falhas, né? Quem convive comigo que sabe, né? Tanto os meus irmãos de
comunidade como a minha família podem falar de mim, né? Das minhas qualidades, dos meus limites, mas há a obra de Deus. Deus e a sua obra é santa. Ela é intocável. intocável e só faz a experiência com ela de verdade quem abre o coração. Quem abre o coração com simplicidade simples, exatamente, das formas mais simples, sem muito rolo, entendeu? Então, ah, o pessoal tá rezando muito de madrugada, esse negócio de acordar de madrugada, gente, eu detesto acordar de madrugada. Que que deu em mim? Eu fiz sete, sete quaresmas já. Eu agora na última já, já
tava assim, ai, não vou fazer de novo não, o porque é muito difícil para mim acordar de madrugada. Para quem é noturna, a gente que estudou 4 horas da manhã ali já dá, né? Ô, meu Deus. Ah, só para Não, não dá sim. Tipo assim, por que que eu acordava 4:20 para ir pra televisão às 8 da manhã? Porque eu tenho um até acordar demora, entendeu? Agora esse negócio de rezar 4 horas da manhã, por que que esse pessoal tá fazendo esse movimento de ir rezar de madrugada? Acredita, gente, é Deus que tá fazendo esse
movimento. É claro, as pessoas estão com sede. É simples. O rosário é simples. O terço é uma oração simples de se aprender. E tem reunido pessoas em praças, em Praias. Você já viu aquelas imagens do jeito que tá? Eu amo, eu divulgo, eu eu falo gente. Fre já teve aqui, a Red já veio fazer evento aqui já. Ai, que bom. Olha só. Maravilha. Eles são muito especiais. São gente séria, tá? Sério? Sim. E que rezam e que rezam, tá? Vocês precisando de alguma intenção de oração, peçam, peça, peça aqui para para o Bertal e a
Kênia, peça pra Canção Nova, peça pro Frei Gilson, peça para pras irmãs do Instituto Red, peça pra Paula, pode pedir para mim também. Eh, eles vão levar a sério. Vida austera, muito austera, vida, vida de oração, gente simples. Ali você já sabe logo se tem vocação, já joga o sujeito lá na mesia do que aquelas senhoras não comem. Gente, a gente conversando com as irmãs do saia Raquel e Maria Joana não comem todas as e depois que acaba o rosário ainda tem aquela café com o café do Rosário ali, né? que é logo em seguida
ao rosário. Convido vocês a assistir, gente, o que elas têm de séria e para rezar elas têm de engraçada. Vocês vão rir demais com elas. É muito bem humoradas porque tem Jesus. Mas essa vida austera. Elas não comem, Elas comem carne poucas vezes no ano. Só quando a madre autoriza, dormem no chão, tá? Banho gelado, tá? Banho gelado. E vivem pra vida de oração e muito trabalho. Não, não, pera aí. Não pula o jejum, não. Tem quatro vezes por semana faz. E ó, a a Maria, irmã Maria Joana é filha de açogueiro, porque ela vai
gostar. Esse dia ela tava falando que ela come disse pra madre assim: "Você vai ficar com a minha filha? Você tem certeza que você vai deixar ela morar aqui no Carmelo? Ela vai te dar prejuízo, viu? Que ela come demais. A Joana contando, não tem. Mas aí ela viu que o que a irmã tava quase acreditando no pai dela mesmo, não ia deixar ela entrar no camelo, que ia dar prejuízo. Mas o pai bralando e brincando ao mesmo tempo e dizendo: "Ela come demais". Mas as meninas elas são sérias, sabe? Eu tô tendo a experiência
agora de estar com elas e na na montagem agora de 24 horas de programação tudo para Jesus. Vocês viram? Adorei, adorei, adorei, adorei. 24 horas no YouTube. Mas pera aí, pera aí. Antes de você entrar então nisso, pro pessoal entender que se a gente tá falando de Canção Nova, 31 anos de vida dedicada ali dentro sangue derramado dentro da Canção Nova, né? Porque dá o sangue ali. Eh, e o que todo mundo eh já você já mesmo já publicou que você pediu um uma licença. Isso. Não é isso? Explica tô nesse processo, né? Eu e
o meu esposo, nós estamos nesse processo junto aos nossas autoridades de um caminho de discernimento, né? Nós chegamos aos 50 anos, a vida doada e a gente percebeu agora que nós é aquela coisa de mãe, de família, que nós precisamos cuidar mais da família e também viver outros ambientes, né? Então tudo que a gente viveu eh foi muito válido. E aliás eu sou super agradecida, igual eu tô falando aqui para vocês, né? Como não ser agradecida a algo que você ajudou a construir, né? É a minha vida, é a minha vida. Então, eh, nós estamos
nesse caminho agora, eh, a gente tinha o direito e tem o direito pelos anos de dedicação fazer esse caminho de discernimento, de permanecer ou não na comunidade, né? E foi o primeiro passo foi o afastamento. Mas aí, ai a Paula, cadê você? Você não tá mais no sorrindo pra vida? É, todo dia. Aí as pessoas sentem falta, gente, vocês que não sintonizaram, não viram, o que que aconteceu? A Paulo sumiu, né? Eu percebi que a minha missão primeira é a minha casa como esposa, mãe, né, das meninas. E eu preciso estar bem para cuidar delas
também. É um tempo delas, né? Porque também daqui a pouquinho elas estão criando a família Delas, né? Não sei qual a idade da filha de vocês. Os filhos é 17 e 14, 17 e 21. Aí a minha é 24, 22 e 17. Logo já estão formando a família delas, né? Mas eu percebi que elas precisavam mais da minha atenção ali da eu fazer o meu horário. E como ali na Canção Nova é dedicação integral, né? Tudo que eu participei nesses anos todos, todos os direitos autorais, livros, tudo é da Canção Nova, gente. E que honra
poder fazer parte dessa história e poder contribuir. Deixei tudo lá, tá? É tudo da Canção Nova, nenhum real. E como é bom a gente poder colaborar, mas eu acho, eu acho que é, eu acho que é algo além. Uhum. minha opinião assim, eh, vendo, eh, não é só que você, eh, contribuiu com a Canção Nova, você construiu a Canção Nova. É diferente contribuir com a Canção Nova. Muitos irmãos que chegam a partir de agora vão contribuir com a Canção Nova. Sim. São José Maria dizia que plantava árvore para as pessoas ficarem debaixo no Opus Day.
Dom Álvaro também, não é? Então assim, eh, eu vi uma vez padre Jonas falando, ele falando comigo, ele disse: "Eu deixo um grande patrimônio aos meus filhos". Uhum. Mas eu também me lembro a ao lado do Rincão ali, o o azul, não, o grande, é o o grande já foi bem depois. Eu me lembro de duas senhoras falando com Eto, perguntando por que que não tem um banheiro aqui. Porque não tinha ainda, não tinham doadores para isso, mas tinham doadores de vida. Isso. Então eu acho assim que todos aqueles que viveram em torno do Monsenhor
Jonas, né, do qual eu tenho um assim um amor muito grande de ao longo de muitos anos ele ter sido meu diretor espiritual, de ter me encontrado muitas vezes ao longo de um ano para me dirigir também. Então assim, eu acho que o Eto, a Luzia, o Felipe, você, o Nelsinho, enfim, alguns do início. Eh, a comunidade precisa, além dos documentos canônicos, honrar. Ah, sim. Porque não haveriam aquelas casas, ah, claro, tudo é feito pela graça de Deus. Óbvio que tudo é feito pela graça de Deus. Ninguém vai duvidar disso. Isso. Mas foram homens e
mulheres que desde o início tiveram ao lado do Monsenhor Jonas e dizendo assim: "Eu vou dar mais do que dinheiro, eu vou dar a minha vida". A vida. Então assim, isso isso é muito importante, sabe, Paula, porque senão eu eu entendo a tua humildade, eu entendo você colocar as coisas dessa forma, mas muitos chegaram com a árvore plantada. Uhum. E é preciso saber quem arrebentou a mão para poder cavar o chão e colocar aquela semente lá dentro. Eu respeito muito a história da Canção Nova, né? É assim, a gente precisa honrar, né? Esses antes de
mim mesmo, como eu falei, eu cheguei e já tinham 20 anos, né? Nossa, que que a que gratidão a gente deve ter a esses pioneiros, né? E eu contribuí 31 anos, né? dessa desde os meus 18 agora até os meus 50 e fiz um caminho de discernimento nesses últimos anos. Percebi e que eu devo continuar evangelizando, mas que minha família precisava mais de mim. Porque a dedicação à comunidade Canção Nova, ela é integral. Ela é integral. E graças a Deus Deus tem suscitado novas vocações e lindas vocações, sinceras vocações. E graças a Deus vão tocar,
sabe? Eu pude contribuir ali com a TV Canção Nova, com a Rádio Canção Nova, com jornalismo da Canção Nova, com a criação do streaming, né, a CN Plus, né, que a gente conseguiu organizar todo o acervo da Canção Nova, todas as palestras do Padre Jonas salvas, sabe? Tá tudo salvo, Todas que a gente conseguiu, né? Porque são milhares, né? Padre de grandes, padre Jonas, padre Léo, Rufos, padre Rufos, Maracanã, Maracanzinho, Mineirinho, eh, Morumbi, aqueles cenáculos, tudo organizado, como o pessoal tem plataforma aí, as a Netflix, a a da Canção Nova é a CN Plus, tudo
organizado por temas, por ambientes. A gente conseguiu colaborar, conseguiu fazer, gente. ter dado um trabalho ainda. Está dando lá. A equipe continua e é lindo ver eh esse esse que esse para Deus, né? Tudo que é para Deus precisa ser bem feito, né? Então eu tô nesse caminho. Você estava conversando comigo sobre esse momento da minha história vocacional. Eu vejo que eu também posso colaborar com outros carismas. Eu tenho feito isso, né? Eu queria agradecer aqui no no pela primeira vez aqui em algum veículo falando do Instituto Redd, né? foram os primeiros que me acolheram.
Elas, né, eu são irmãos e irmãs, mas eu tenho mais contato com a com as irmãs, com as meninas, com as meninas, são minhas amigas, com a madre que também e fiz um trabalho voluntário, né? Feito um trabalho voluntário com elas, até que agora elas não, eu quero, a gente quer vocês ser aqui no time, né? E a gente tá junto para montar essas 24 horas de programação do Instituto R TV. Vai gravar lá ou vai gravar onde? Aí eu vou paraa Fortaleza, faço home office, viajo para elas, né? Também trabalhando nesse último programa estruturar
toda essa área de comunicação, toda a área de comunicação dela. Então não, mas esa aí então agora eu quero entrar num outro ponto. Vamos a outro ponto. Vamos aproveitar no ânimo. Vamos. É, vamos aproveitar porque assim, nós tivemos a graça de ver a TV Canção Nova Nascer. Sim. Eh, até pela idade a gente viu, né? Você talvez tenha visto um pouco depois, mas lá em Cruzeiro quando tava aquela torre que o padre pediu desenhada e que não era de rádio, era de televisão, a gente já tava lá sentadinho olhando. Não, essa parte eu não tava
não. Esse que tava, né? Que esse sol, eu sou um pouco mais nova que ele. Ela chegou um pouquinho antes. Ela chegou um pouquinho antes de Cruzeiro lá, né? Não, Cruzeiro é a cidade que acolheu Padre Jonas e os primeiros eventos de carnaval chamado rebanhão na história da igreja. O o tá contando desse primeiro rebanhão que tinha lá um cartaz. Não, era um banner, era um banner, né? Pintado à mão. Ele pediu pediu pr para pintar uma antena de rádio. A pessoa desenhou uma de televisão e ele começou a televisão ali. Entendeu ali? E ele
viu. É, exatamente. Muito, muito interessante. Ele queria voltar nisso? Não, o que eu quero voltar é o seguinte. O que eu quero voltar é depois a geradora, enfim, o troço todo. Mas a a televisão ela tem eh ela tem, digamos assim, uma forma de existir. Uhum. Não é a forma de existir do digital. Um grande erro que eu tenho visto porque quando nós eh desenhamos esse prédio, porque aqui é uma mini canção nova, já te falei isso, né? Aqui onde a gente olha aqui, tem algum DNA de Monsor Jonas. Então, quando a gente desenhou esse
prédio, eh, nós desenhamos para ser uma emissora de TV em broadcast. Sim. OK. Televisão. Televisão. Só que depois vem a tal da pandemia e muda o broadcast para digital. Aham. E a gente começou a entender o seguinte: Deus nos quer no digital, Sim. Não no broadcast, não montar uma estrutura. E graças a Deus eu ia comprar mesas imensas aqui, câmeras que não são mais, iluminação que não é, enfim. Uhum. Só que não é disso que eu quero falar da da parte técnica. Um redator sim de TV não é um COP de de internet, não. Ele
não é. Então assim, seja a Canção Nova, seja Aparecida, TV Aparecida, né, que tem a digamos o DNA de broadcast, estão lá no ar e tal, fazendo bem no mundo inteiro, para fazer a mudança, ela não pega um redator e vira CP, ela não pega um cara que opera um tipo de televisão com TP e vira um filmmaker. Não é a mesma coisa. Sim, nós estamos falando de inglês e nós estamos falando de russo. São duas línguas diferentes que vão fazer no final das contas a mesma coisa, transmitir alguma coisa para alguém em vídeo, em
áudio em vídeo, em áudio e tal. Então assim, como é que fica? Eu vi que você tem mestrado, né, em comunicação, em semiótica, é repórter, âncora, jornalismo, de editora, apresentadora, foi servi o cafezinho, enfim, né? Agora, como é que nessa montagem com Hed que começa no digital? Elão fortes no YouTube, comece, ela começa em outra língua. Ela não tá mais falando o inglês que a gente tava falando, ela tá começando em outra língua. O que muitos acreditam que ainda que hoje no Brasil o mais forte é internet. Brasil, nós estamos falando de uma extensão territorial
gigante, aonde existem estados que a única coisa que tem é uma casa, uma ccimba e uma antena parabólica. Isso. Rincões do nosso Brasil, milhares de pessoas. Hoje ainda no Brasil o maior alcance é a TV aberta. A a o Instituto Red de vocês do Anima, vocês estão pela internet. O que que aconteceu comigo? Como eu vim do rádio, eu tenho 50 anos, eu comecei ali a aprender a comunicar, né, quando a Luzia, o padre Jonas acreditou em mim, me enfiou na rádio, né? A rádio é uma escola. Eu fui aprendendo que uma coisa você vai
fazendo a rádio, a quem faz rádio consegue segurar o ao vivo em qualquer lugar, tipo fica 15 horas, a gente fazia rádio, a gente fazia rádio na Canção Nova, acabou, você consegue. A rádio é uma escola. Eu quando os alunos, né, eu dou dou aula também na na pr pra comunicação, eu falo pros meninos: "Gente, vocês querem aprender a comunicar? Você quer aprender se comunicar? Começa no rádio, começa porque o rádio você só é a voz, não tem mais nada, né? É só você e a voz, né? É o único instrumento, microfone, né? Mas essa
escola te dá um noal de você conseguir animar um estádio, como eu e o Dunga seguramos 30 anos da obra de Maria. lá no estado da da Arena Pernambuco com 40.000 pessoas. Você consegue, mas você, o que que a gente tem feito agora? Todo mundo, todos os canais, né? Toda a TV Aparecida, Rede Vida, Canção Nova, eh otimizar mão de obra, então é um número menor de pessoas, mais barato, né? O que a gente conseguir enxugar, né? Porque nós estamos no Brasil com essa crise financeira toda, né? Que todos os nós brasileiros vivemos. e também
eh o desafio de manter uma televisão, no caso da Canção Nova, de doações, né? Eh, todo mundo aprendeu, não sei se eu tô respondendo tua pergunta. Eh, a, eu queria dizer sobre essa junção de rádio, TV e internet. O, o, o profissional de rádio, ele precisa pensar que agora minhas meninas não assistem mais TV aberta, minhas meninas assistem streaming. Nem os meus, os seus filhos assistem TV aberta? Não, não assistem. Na sua casa tem TV aberta na TV? Não, não, não é conectada, não é na Smart TV. Conectada isso. Então nós da televisão precisamos estar
na Smart TV. Isso. Nós do YouTube precisamos. Mas ainda no Brasil a maioria dos brasileiros, por enquanto, ainda não tem internet para ficar uma hora assistindo. Uhum. Só tem internet às vezes no celular para fazer uma ligação, para receber, mas ficar horas no celular ainda não consegue. Então o Instituto Red, o Frei, todas as canais religiosos estão indo no canal aberto para alcançar o máximo enquanto o canal aberto. Eles estão na parabólica, então parabólica, TV por assinatura, eh canal aberto mesmo. Mas o Red já tem TV por assinatura? Não, agora a Redd está na Rede
Vida nas madrugadas. Sim, né? a gente conseguiu eh uma parceria com a Rede Vida eh de segunda a quinta-feira e sábado é o Instituto Red de das 4 às 6:10 da manhã. Ou seja, ela transmite o que ela já faz. Transmite o que já faz, pega do YouTube e joga para lá e vai para lá, mas também com um sinal de redundância, de link para não perder o sinal, né? Isso é parte técnica pro pessoal que não que que trabalha com esse entendimento. Mas não bota fibra não. Por enquanto elas não precisam não. Não, não,
não. Tá dando tudo certo. Uma boa e robusta internet chega, sabe? Consegue. Mas vamos, estamos arrumando o controle mestre delas porque elas querem 24 horas, elas não querem evangelizar. Hoje elas já produzem 9 horas de programação. Coisa mais linda, gente. Igual nós lá da canção. Se ela se ela produzisse, ela já fazia 24 horas, que era só ela replicar, Né? Mas ela fazendo nove, ela faz mais. Olha, coisa mais linda, elas montando a grade delas lá agora. Por enquanto, em alguns horários vai ser adoração e uma condução direcionada para algum tema ou para misericórdia, para
rezar pelas famílias. Gente, fiquem ligadas lá no Instituto Rest. Agora eu tô divulgando o Instituto Rest também. Falei bastante do meu amor pela canção nova. É, mas assim, porque ninguém se aposentou no digital. Ninguém. OK. Ninguém se aposentou. Estamos de 6 anos de digital no Brasil. E daqui? Daqui é só para cima. Isso aí. Não tem para baixo. A minha pergunta é uma mão de obra inteira que eu tenho numa TV broadcast, eu não consigo migrar ela para cá assim. muito muita muita a gente construindo, alguns conseguem, alguns profissionais vai muito do profissional, Bertaldo Mas
eu tô falando assim em escala, escala escala não dá, tem que construir hoje, por exemplo, eu tenho condição de dar, vou chutar baixo, empregos, não tenho 100 profissionais assim para eu para eu colocar aqui? Não, não, não, não tem. Então, mas por exemplo, hoje os jovens é impressionante os jovens, né? Como as irmãzinhas lá, tem uma irmãzinha lá que eu brinco que ela é ninja. Ela faz serviço de oito. Os jovens hoje é diferente de nós, da nossa juventude, entendeu? Bem diferente. São gerações bem. Eles nasceram com o celular na mão. Nasceu, claro. Então a
menina sabe editar, sabe gravar, sabe cortar ali na ilha o e sabe transmitir. E eu fiz treinamento com elas lá e fiz ela fazer apresentação de programa, se ela quiser. Mas claro, pra gente ter uma qualidade, a gente dedica a pessoa aquele serviço, né? Então, deixa ela só pro corte. Deixa essa aqui pro corte que ela vai fazer melhor o corte. E o Frei não pensa não em fazer uma TV também? Alguma coisa assim? O Frei, graças a Deus, ele ficou conhecido, né, também no Brasil inteiro e hoje ele é um, né? As irmãs são
irmãs e irmãos. É o instituto, né? Ali é um exército. Verdade. Ele é um as irmãs podem se revesando e tudo. Isso é o frei ele faz. impressionado com ele aqui no dia que ele tava aqui embaixo com a gente, que ele veio fazer o podcast ao Gente, mas vamos vamos ser sincero, o Frei é um, mas ele parece um uma multidão, por ele mesmo publicou, ele mesmo fez. Gente, eu sou suspeita falar do Frei que eu tenho um amor, um carinho muito grande por ele. Você imagina que eu olhava para ele, eu falava assim:
"Meu Deus, quanto que custa um homenzinho desse? Ele é um freio, um um hábito e um violão e uma multidão na frente dele, Né? Eram milhares de pessoas e são milhares de pessoas." Então é assim, olha quando Deus escolhe as pessoas, as irmãs é a mesma coisa. É, mas o mais assim, sei lá, impressionante que é um frei sendo frei. Isso. Ele é porque se pensar, ele faz o que que ele faz de extraordinário, ele reza. Ele só reza. E o que que as irmãs fazem? Elas são um fenômeno, gente. Um fenômeno. Elas simpáticas e
de verdade, gente de verdade, igual vou falar para vocês, gente de verdade, o que que acontece com elas? São irmãs de Carmelo, lá tem clausura, tá lá em Fortaleza. E elas têm casa em todo o Brasil, vários lugares do mundo também. O que que acontece? Acontece a pandemia, a madre fala: "Se vira para ir pra internet". Ô, irmã Maria Joana, a engraçada e é a chefe. Ela é a chefa, tá? Ela é a chefe e a mais engraçada. É muito legal lá as meninas. Um beijo para elas. Leva pra internet a nossa evangelização. O povo
tá desesperado. O povo tá precisando de Deus. ir pra internet, elas foram e aí começou o rosário, elas começaram, depois veio o freio, então o Instituto Rest começou. Então esse fenômeno que elas se tornaram, né? Mas 5 anos todo dia, né? 6 anos e não só, não é só quaresma. O Frei é quaresma, quaresma da igreja e quaresma de São Miguel e estádios. O Frei tá fazendo estádios. OK. Irmã, irmãs do Instituto Red, irmãos do Instituto Redd, é 365 dias do ano, às 4 da manhã, Gente, é muita você para participar da manhã. Eu e
o Felipe, eu falei, eu falo assim para elas e mais muitos amigos, quem quiser aí participar no sentido de ajudar, porque eu acho que todos nós podemos ajudar essa igreja, né? É a igreja, é, é a nossa igreja católica, é, é Jesus sendo conhecido, né, gente? Isso me dá e o que dá gosto eu, esses são jovens, né? Elas são jovens, olhinho brilhando, querendo aprender, né? Querendo colocar no ar. Elas querem 24 horas porque elas vêm porque nas 24 horas tem gente precisando de Deus. Claro que tem. Tem 24 horas tem gente precisando de Deus.
A gente começa a live aqui que não tem um um démo do negócio delas. Se você não sai do ar, fica entrando gente, fica entrando gente. Se você passar a noite toda falando e ficar outro não acaba de gente. Então nós estamos levando a as irmãzinhas, né? Eh, tem tem uma conta muito interessante. Nós temos quase 8 bilhões de pessoas no mundo. OK. Sim. OK. 8 B. Ui. Tá. É, nós temos em aparelhos móveis quase 6 B. Essa é uma conta real. Uhum. Ok. Uhum. 6 B. Quanto a gente tem de audiência? Não deu para
nada ainda. É, tem um mundo ainda de oportunidades. Entendo, vamos falar aqui de 6 bilhões. 6 bilhões de aparelhos. 6 bilhões. Ah, Cara, o Frei fez um negócio que ele estourou a bolha do Brasil. Ele botou 2 milhões por dia. Cara, ele já fez 2 milhões no YouTube. Mas então, então ele já fez algo inimaginável. Tá, né? tá falando de 40 dias, né? OK, doutora. Mas aqui são seis bi, nós não estamos nem no primeiro degrau. O ré pode virar uma TV, uma máquina aqui, pode virar outra, o Freio, outra você, outra. E nós ainda
precisamos. Quantas pessoas não conhecem Jesus? Gente, todo mundo precisa se unir porque muita gente ainda não conhece. Nós estamos aqui falando de Jesus, da experiência que a gente tem. Tem muita gente, infelizmente, né? Os dados são você trabalha com a psicologia, você sabe as doenças emocionais, o quanto tem tirado a vida, né, dos nossos jovens, né, da do roubando os nossos jovens da nossa família. E tem um outro detalhe importante, Paula, quantos lobos estão na internet fazendo maldade falando pro nosso povo em verdades? Isso é pior também. Muito triste. Quantos? Levando à morte, né? Quantos?
Quantos? Inclusive levando o nome de Jesus. e dizendo as maiores barbaridades possíveis imaginárias, entendeu? Aí a gente precisa ser honesto o que a gente puder fazer. É isso que eu tenho procurado, sabe, Betal do Kenia? Olhar o Meu dia, olhar as minhas responsabilidades, ver o que eu já dei paraa evangelização, o que eu posso dar e posso e devo dar, né? Então eu eu nas minhas redes sociais, de vez em quando eu consigo mostrar para as pessoas, todos os dias eu posto alguma coisa, né? É Paula Guimarã e CN, tá? Todas, tô em todas as
plataformas, né? Não posso deixar de estar, né? Eh, então tô no TikTok, tô no Instagram, tô no YouTube. Eh, eu mostro a minha vida ali como mãe, fazendo a minha comida. Eu faço o meu almoço pras minhas meninas, então agora consigo fazer o almoço para elas. Eles moram com você. Então, o que que aconteceu agora? Uma que já se formou em psicologia tá fazendo uma outra faculdade perto de casa. Então ela voltou, é solteira ainda, vai casar, tão querendo noivar, tão nessa fase agora. Um beijo para minhas meninas. Então todas estão morando em casa de
novo, mas teve a fase de faculdade que já moraram eh em outras cidades. Agora estão o Felipe tá com molherada toda em casa lá, tá? E graças a Deus nós estamos todos juntos ali. Mas aí é a gente falando dessa importância de mesmo nós como mães dentro de casa com os nossos desafios, com os nossos filhos, né, que estão nessa sociedade, vivendo nessas faculdades, né, eh, ouvindo em verdades, né, nós podemos, além de estar ali cuidando da nossa casa, também colaborar com a evangelização, nos unirmos, porque Ainda tem muita gente que precisa conhecer esse Jesus
que mudou a vida da gente, né? né, muito e que é presente na nossa vida e que é o nosso companheiro, que é nosso senhor, ele a gente pode contar com ele e é para ele, tudo para ele, né? E a gente tá vendo esse esse movimento tão lindo de despertar de novas vocações. Cada dia tem um videozinho que as irmãs do Instituto Rest postou esses dias, é assim, como imaginam que estão os conventos. Aí mostrou assim todos vazio, cadeira vazia. Aí mostra a quantidade de vocações que entram ali e elas limpando vidro, fazendo comida,
porque elas fazem tudo ali. A gente já marcou 10 vezes para ir lá. Ainda não foi. É, vocês precisam ir lá no Instituto do Fortaleza, vocês vão amar. A gente não doce prisioneiro do santuário. Não conseguimosidade. Elas moram, elas estão localizadas dentro de uma comunidade bem grande em Fortaleza. Eh, é como um uma fortaleza mesmo. O convento, tem uma parede de fortaleza assim, como se fosse um castelo mesmo. É bem simples, gente. Elas são simples. E aí lá dentro tem como um rincão. É bem parecido com a Canção Nova também, né? o rincão ou um
uma quadra um pouco maior onde ela recebe. E hoje elas estão realizando agora nesse final de semana da misericórdia um dos maiores eventos Delas que é dentro de um um centro de exposições lá em Fortaleza, que é o Misericórdia Brasil. Muito lindo também. Rede vida tá transmitindo. Eh, vamos todos, gente, todos nos unimos porque é muita gente ainda, como você falou, um campo imenso de evangelização. E você, então, tá cooperando com as irmãs, você tá trabalhando junto com elas para a TV ficar 24 horas, né? No canal do YouTube das irmãs do Instituto você tem
o podcast que Mulher é o meu canal Mulheres Melhores. Esse é um projeto que nasceu agora há pouco tempo diante de tantos pedidos que eu recebo das mulheres nas minhas redes sociais, eu recebo muitas mensagens, muitos e-mails, muitas aquela quando a gente abre aquela caixinha de pergunta sempre essa situação. É, eu sou casada, vivo há, o meu marido me trai há 10, 15 anos, 30 anos, tenho filhos, meus filhos estão nas drogas, eu tenho, o que eu faço, Paula? Eu tenho fé, mas eu não tô aguentando. Às vezes não ten um ouvido para alguém ouvir,
entendeu? Muitas dessas mulheres não têm condições financeiras de ter um psicólogo, um psiquiatra para ajudá-las, um diretor espiritual que a nossa igreja, por maior que seja, não consegue atender todo mundo. OK, Betalda? Não tem como. Todo mundo pode ter um diretor espiritual, consegue atender todos. Eu perdi os os dois que eu tinha até hoje normalmente para achar, não é? Tem dependendo da paróquia, é artigo de luxo, não consegue porque os padres pela quantidade de de paroquianos, né? Não, nunca vai ser possível. Então eu acho que todo mundo pode fazer um pouco, se a gente tá
na rede social, na internet, né? Então eu tenho feito esse Mulheres Melhores. Eh, a Beta tá ali no meu canal toda terça-feira ao meio-dia um novo episódio. Aí convido vocês. Eu eu tenho gravado ele por enquanto, mas vou fazer ao vivo também. Você sozinha? Por enquanto sozinha, mas vou convidar e já deixo o convite para vocês estarem comigo, assim como eu vim aqui em Cachoeira também. cachoeira também. E mas a gente pode vir aqui também fazer eh junto aqui. Vamos fazer o movimento. O importante é ele acontecer, né? E o que que eu tenho percebido?
O que a gente puder aliviar das costas dessas pessoas, dessas famílias que nos assistem, tirar um pouquinho desse, porque o mundo pesa já demais, a sociedade cobra demais, as redes sociais cobram uma vida perfeita que não existe, né? Só família que é perfeita. redes sociais você vê é perfeito, tudo perfeito. E olhe lá, hein? E olhe lá perto, aí você vai ver perfeito, dá dois meses, Começa a acontecer as pessoas, você começa a ver que não existe gente, você vai falar: "Minha casa tá com problema". Ai, bem-vindo ao time. Meu também, minha filha, tem desafio
na minha casa, tem dificuldade na minha casa. Toda casa tem, tem que saber se tem fé. Aí é a pergunta. Se tem fé, aí nós vamos. E aí, que que tem na sua casa? Tem, tem problema? Quem adorar não vai aguentar. Tem problema na tua casa? Tem dificuldade na na tua casa? Tem, mas tem fé. É, tá faltando o que aí na sua casa? Mas às vezes uma conversa, né? Mulher gosta de conversar, né? Tenho dó de vocês homens às vezes. Mas um conselho dado, eu também recebo muitas mensagens e um conselho, dar uma luz
para aquela, para aquela mulher, né, de pensar, pô, tenho, ou seja, tem uma salvação, tem ainda o que fazer. É, ainda dá tempo. Dá tempo. Pode ser hoje, né? Você mesmo que tem doenças emocionais, você pode, se você tem condições financeiras, procure um psicólogo para te ajudar a fazer uma terapia. Se você ainda mesmo importante dizer uma coisa, é, por favor, é importante dizer uma coisa. Sempre que eu rezei pelas pessoas, sempre rezei pelas pessoas com depressão, com ansiedade, seja com os transtornos que forem, eu falei assim: "OK, a gente tá rezando, é um pilar
fundamental, mas procure também uma ajuda médica, uma ajuda psicológica". Não, isso sim. É, tem que acoplar as coisas. Exatamente. Então eu falo, gente, Deus fez os médicos e deu inteligência, tudo pra gente usar. Então não vai, ah, só vou ficar rezando, meu câncer vai sumir. Pode, pode sumir. Não tô dizendo que milagres que sumam o câncer não existem, mas você também tem que buscar ajuda médica, você também tem que tomar o seu remédio, você tem que Eu sou, eu sou dessa confiança. Exatamente isso. Tem que fazer tudo que tá ao seu alcance. Gente, eles estudaram.
Vamos respeitar quem estudou. É isso aí. Graças a Deus que nós temos tratamentos, né? Naquela época, quando eu era criança, que os tios faleciam de câncer, não tinha as condições que tem hoje de tratamento, graças a Deus, muito já conseguindo, mesmo com muito sofrimento, mas passando e vencendo e conseguindo viver mais tempo, né? Então, se você tem condições financeiras e pode procurar uma ajuda psicológica, procure e faça terapia, como o Bertaldo falou, pessoa séria, né? as pessoas sérias faz uma pesquisa antes. É porque vai achar psicólogs você foge, tem pessoa que não tá bem. Ela
nem sabe quem ela é isso aí vai dar uma terapia, vai confundir você. Mas se você precisa até mesmo de remédio, porque tem muita gente Tem preconceito de a médico, remédio acha que é para louco, né? No Brasil tem um preconceito de que, ah, se eu for no psiquiatra eu a pessoa tá maluco, acho que isso melhorou agora. Deus, eu acho que isso tinha muito pros nossos pais, avós, avó, pr minha mãe falar pra minha mãe, alguém foi no psiquiatra e tá doido. Agora não, já tem entendimento. O ítolo melhorou muito isso. É o ítolo.
O ítolo ajudou muito. Melhorou muito isso. Porque você entende que às vezes você tá com você toma um remédio que vai ajustar algum desequilíbrio ali, que que você nasceu com isso, né? você desenvolveu com serotonina do não sei o que, vai indo, vai equilibrando. Exatamente. Isso. Procura ajuda se você consegue. Se você não consegue, procura coisas boas para você assistir como Anima, como mulheres melhores, como R, como Freigils, como Canção Nova, né? Gente séria que vocês vão acompanhar e vai fazer bem pro seu coração. Procure a fé. Um dia você não vai ajudar a Ânima
também, né? Ah, conte comigo. Mais perto é chegar no Rio de Janeiro, né? Rio de Janeiro, terra linda. Eu vim cantando, né? O Rio de Janeiro continua lindo, né? Aqui eu queria perguntar mais uma coisa para você. E a canonização de Monsenhor Jonas Abíbia? Nossa, Quando vai abrir esse processo? Quantos anos tem que anos? Esperar 5 anos, né? O padre Jonas faleceu, o Felipe tá ali na nos bastidores e pode me ajudar o ano que que que que o padre Jonas faz? O padre Jonas morreu um ano antes do meu pai. Isso. Então se o
meu pai morreu, eu sou péssima de nomes e números. Eu sou ótima de vários assuntos. Meu pai morreu em 23. Falta morreu em 22. É. Aí come tá já num processo de eh todo um processo de guardar os desenhos. Foi dezembro. Foi dezembro de 21. Três anos que ele faleceu. Foi dezembro de 21 ou de 22. Ele morreu poucos meses antes do O aniversário dele. É, foi dia 12 de dezembro de 202. 12 de dezembro de 22. Deixa eu ver 22 aqui. Aí ó, já na internet vocês pesquisa, vocês já veio. Não, não. Eu tenho
a foto aí. Foi um dia muito especial e foi muito difícil para nós. Foi, foi, foram três dias de velório, né? Foi a maior transmissão da história da Canção Nova, que nós ficamos 39 horas ao vivo com 12 câmeras. transmitindo tudo que não foi 15 de dezembro, 12 de dezembro ele ele faleceu. Não, mas o velório é que foi 12 é a gente foi 12, 13, 14, Né? Porque a gente É, aí eu acho que você ficou mais uns dias lá com a gente, porque foram dias intensos, né? Contar a história de um homem que
mudou a história de uma geração, né? Padre Jonas, um homem muito sério, eh, que deu a vida, o suó, ele, ele fala muito sério e muito santo, santo, muito santo, de verdade. Agora, você sabe que a causa de canonização, ela pede que se remeta para Roma e isso vai ser feito primeiro em sede diocesana. Uhum. Tudo o que a pessoa falou na vida, tudo que a pessoa escreveu na vida, a Paula já ajudou muito com a plus lá. É, ela ajudou, mas se se não houver alguma dispensa que eu não sei se é dispensável ou
não, tem que serade, né? Mas olha o padre Léo Caminho que a Betânia fez e todos os outros aqui que a gente tem, né, do o próprio Guido, né, mas não falou tanto na internet, na televisão. Sim, mas o Padre Léo falou o Isso ajuda, porque tem muito, muita coisa gravada, isso já facilita o andamento do processo porque é muita, muito conteúdo. Agora o padre Jonas tem mais do que o padre Léo, então você imagina, né? São milhares de vídeos, né? E tá sendo tudo organizado, né? E todo o processo que é feito mesmo, que
a igreja exige. Aí tem uma equipe dedicada a isso lá dentro da todos esses 31 anos ali do lado. Você não entendi a pergunta. Esses anos que você teve dentro da Canção foram 31 anos. 31 anos. Então, e que você morou com o padre Jonas? Quantos anos? Então, e na verdade o o Felipe morou com o padre Jonas desde os 9 anos até casar. Eu morei na casa comunitária, padre Jonas morava com Étolos e Felipe lá, né? Uhum. Eh, aí eu morei até ele falecer, né? Sim. É, é. Mas você assim, o morar junto, que
eu digo é porque o convívio era muito próximo. Sim. Até por conta do eto da Lia. É como é como ele foi um avô para minhas meninas, porque criou o Felipe, né, de porta, né? Era o padre Jonas e o Felipe de porta. Então, quando o padre Léo ainda era vivo, ele ia todo final de semana e dormia na casa da Luzia e do Eto. Tinha, tem um quarto lá que é do padre Léo, inclusive, né, nessa casa. E eu morava nos prédinhos, na tendo as minhas meninas ali. As minhas meninas iam sempre correndo ali,
que era na no andar de baixo, já ia direto na casa do voo, né? Isso aí. Vou lá. E o padre, padre Léo um dia falou: "Vocês precisam chamar o padre Jonas de Bibi, porque ele é avô de vocês. Meninas meninas eram pequenininha e elas, para elas ele é o Bibi." É o Bibi. E é é uma graça muito grande, né? De ter a presença dele, o testemunho de vida. Então, assim, a, eu cresci. Eu ia, eu ia perguntar exatamente isso. Esse tempo todo que você conviveu tão próximo, muito próximo. Não era assim que só
passava vivia, né? Era ali de tomar o cafezinho, o bolo, tomar café da manhã e tudo mais. Eu sei que imagino, tem tido muitos momentos, mas você pode dizer um assim que você fale: "Caramba, olha isso que eu vivi com o padre Jonas Abibi que te marcou, que você lembra assim com muito carinho". É muito, é difícil achar um momento só, mas eh o nosso casamento, a homilia do nosso casamento é uma profecia muito forte, porque ele era um profeta. Ele fez a profecia do nosso, eu lembro, eu lembro como se fosse hoje o que
ele disse para mim, Veraldo. Tudo que eu ouvi o padre Jonas falar aconteceu. Nós também tudo, tá? Então o que tá escrito e não aconteceu ainda, eu não tenho dúvida que vai acontecer. Entendeu? Então assim, são muitas palavras assim de um homem profundamente eh de Deus humano, um homem profundamente humano. Ele faleceu de câncer, né? Eh, na medula, viveu e sofreu, ficou nos últimos dias dele, o sofrimento era enorme, né? Sem reclamar, sempre ali, né? Os os que ajudaram ali cuidar dele até os últimos momentos. Felipe teve a graça de tirar ele do da cama
falecido e colocar no caixão, assim como preparou também o corpo do padre Léo. Assim, a nossa vida é é não é mais a mesma, né? Depois desses homens, né? Que marcaram a nossa vida. São foram homens de verdade que viveram como a gente, que buscaram a santidade, que deixaram um testemunho muito lindo. A gente tem exemplo, né? Então, lembrando do padre Jonas, eu me lembro desse momento. Lembro dos batizados das minhas filhas, lembro dos momentos simples da gente rezando terço à noite, que eh se alguém errava o mistério, ele ele brincava, eu chamava atenção como
um vô, né? E as meninas ali envolvidas ou ele como dando direção para mim. Às vezes eu tava na na televisão, ele falava assim: "Olha, você escreva e preste atenção no pregador, viu? que eu fiquei mais de 23 anos ao lado do Márcio Mendes ali no Sorrindo paraa vida, né? Por que que você vai fazer isso? Porque as pessoas em casa vão entender que você tá vivendo isso, hein? E é para você viver, hein? Porque a gente fala do que a gente tá vivendo. Então, e desde os detalhes que ele dava assim de direção, ele
sempre foi muito ativo até o último dia da vida dele, muito lúcido. Então, assim, muitas memórias boas, muitas, muitas coisas lindas que a gente tem guardado assim. no coração e a gente vai levar para sempre, né, até os últimos dias da nossa vida. Ficaria aqui, olha, horas e horas contando dessa, desse homem especial foi padrejões. Inclusive, se vocês não, porque graças a Deus a internet vai chegando em tantos lugares e vai chegando gente nova, de repente Deus trouxe você para esse podcast aqui. Quem É padre Jonas Abib? Procure saber. Mudou a vida de muita gente,
de uma geração. Quem foi padre Léo? Procure saber. Eu, por exemplo, gosto muito para não deixar morrer em mim as palavras deles. Eu gosto de andar de bicicleta e coloco nas plataformas de áudio as palestras. Eu escuto, parece que eu estou vivendo o acampamento, parece que eles estão vivos. Então assim, tem final de semana que eu ando de bike e a palestra eu vou, eu escuto o acampamento inteiro de novo, sabe? do padre Léo. Gente, é uma uma primeiro que dá ânimo, que daí eu já quando eu vejo eu já andei 12, 14 km já
tá andando, né? Isso faz muito bem pra cabeça, pro nosso físico, né? Eu gosto muito de Tem gente que gosta de ouvir música, eu gosto de ouvir palestra. E tá preenchendo com coisas boas que te lavam pra salvação. E tá no Spotify, tá no Dieser, tá em todas as plataformas, só para o Víba é tão bonito, né? Para ficar olhando as montanhas. Olha, é, eu moro ali no Vale do Paraíba. Levanta os olhos, né? Isso. A gente mora num lugar muito especial. Eu gosto muito do Vale do Paraíba, gosto muito de Cachoeira Paulista. Exatamente. É
uma cidade muito abençoada, é uma cidade pequenininha, né, do interior do estado de São Paulo, aqui entre o eixo Rio São Paulo. Tá bem no meio, Minas, Rio São Paulo, né? Tá bem localizada, mas eu gosto muito. Eu falei da bicicleta e falei da terapia pro pessoal, né? Outra coisa que eu descobri E um ano e meio atrás foi o crochê. Eu nunca peguei numa agulha há um ano e meio atrás. A agulha, agulha e linha. Eu sem professor no YouTube fui aprendendo. Eu escrevi assim. O crochê é aquele que tem o ganchinho assim. Crochê
é que não tá aqui. Tá ali na minha bolsa. A minha bolsa tá ali. Eu posso até mostrar o que que é. Ah, não, não, não, não. Acho que eu não trouxe não. Não, não, não. Eu acho que eu não. Ou eu trouxe? Trouxe assim, Kenia. Trouxe assim. O que que acontece? Eu peguei o YouTube e escrevi assim. É crochê para iniciantes. Ó, eu sem professora quem crochê para iniciantes. Fui lá na internet. Isso é bom porque tem muitas mulheres. Ah, que gracinha. E comecei. Gente, essa aqui é uma bolsa que eu faço, tá? Deixa
eu pegar aqui. Eu tenho minhas agulhas. Então, a gente anda com a agulha. Ô, Paula, mas você é jornalista? Paula, você é professora. vende cachoeira aqui, vai fazendo crochê. Você é mestre em comunicação semiótica. Que hora que você acha para fazer crochê? A hora que você tá no médico, A hora que você tá esperando criança na escola não sai, fica lá aquele. Aí você pega a agulha e você põe na linha. Essa essa aqui é uma linha de gostei dela. Fio de malha. E ela é mais grossa. Ela é mais grossinha. E você faz o
crochê. O que que aconteceu? Eu não descobri. Minha mãe era, minha mãe era costureira. Vamos fazer podcast com crochê. Minha avó, minha avó era crocheteira e eu até até os 49 anos nunca tinha pegado numa agulha. Eu também nunca peguei. Aí nesse último ano eu estava vivendo uma situação difícil. Eu falei assim: "Eu vou pegar o crochê". Do nada veio um vídeo para mim. Eu olhei na internet e escrevi YouTube é crochê para iniciantes. Comecei e descobri que eu sabia fazer. Hoje eu faço bolsas, hoje eu faço trilho de mesa, faço um monte de coisa.
E com essas coisas mais agora dá para fazer almofada, fazer almofada tudo com crochê. Crochê tá em alta, hein? As as grifes assim mais famosas do Brasil e do mundo estão fazendo crochê. Mas tá bem feito o negócio. Ah, então é que aqui aqui tá pequenininho, tá amassado. Mas eh vai lá no meu no meu Instagram Paulo Guimarencena, eu mostro. Eu só não consigo fazer tipo a pessoa falar: "Ah, eu queria uma bolsa tua". Eu não consigo fazer para todo mundo porque é um trabalho manual, né? Então só se eu vivesse só do crochê. Aí
eu só fazia do crochê dia inteiro. Mas aí não dá, né? Aí não dá. Aí não dá. Aí o pessoal do É, aí não dá. Mas que isso é uma terapia porque você vai fazendo a cabeça. Agora gente, olha só assim com toda a vênia para mim não seria. Oi. Eu ia arremessar na parede, eu não conseguia. Mas há um ano e meio atrás eu achei que eu ia arremessar porque eu sou Não, mas homem não faz crochê. Eu já vi homem fazendo que pensa que não é. Eu já vi homem. Homem mesmo. Homem não.
Deixa eu te falar uma coisa. Não, homem não faz crochê. Calma. Calma. Deixa. Tá com preconceito com crochê. Com preconceito não. Eu tô com conceito. O homem não faz. você vai ficar com o seu conceito e eu vou falar como uma experiente crocheteira agora de 1 ano e meio. O que que acontece? Tem uma feira até anual do de quatro dias de tão grande que é o movimento dos crochês no crochê no Brasil. O que que acontece? O O próprio médico do padre Jonas é uma referência no Brasil, Dr. Elias Quinóbil, ele criou a UTI
do Einstein em São Paulo. Dr. Elias, um dia conversando comigo no consultório dele, ele falou: "Paula, doenças emocionais em casa, se uma pessoa tá doente, todo mundo adoece. Eu te indico e indico para indico pro padre Jonas, indico para todo mundo, indico para você. Trabalhos manuais". Uhum. Mas tudo bem. Porta. Então, tá bom. Não, horta. Tá bom. Pintura. Horta é como de homem. Tá bom. Coisa tua preconceito não, mas tem muita gente que faz. É tanto rapazes fazem, crianças fazem, jovens fazem. Trocar pneu de carro, trabalho manual. Não, ridículo. Subir uma parede de tijolo. Trabalho
manual. Você tá parecendo, você tá parecendo com padre. Você tá igual compadre, gente. Você tá, você tá igual compadre. Mas, mas eu entendo o seu conceito porque é uma, tipo assim, é um trabalho é muito delicado. É delicado, né? Não tem essa delicadeza não. Mas tá bom. Então você não vai pro crochê ou pro tricô, você vai pra horta. Isso. Carregar saco de cimento. Você vai trabalho manual. Manual. Não deixa de fazer algum trabalho manual. Cerâmica também. Cerâmica. Pintura. Isso é constatado cientificamente que faz bem pro cérebro, pro cérebro e pras emoções. É uma terapia.
Então descobriu crochê também. Não, para você tá ótimo. Você é uma mulher, entendeu? A minha mãe sempre falou de trabalhos manuais. Ela sempre falou assim: "Você já viu algum gari triste na rua? Eles sempre estão varrendo, sorrindo, porque tão sempre estão sempre ali no movimento aqui pensando a cozinha também. Comida? Não sei se você gosta de fazer comida. É fazer comida, é fazer alguma coisa que meta a mão na massa, né? Isso. Alguma coisa que mexa com os trabalhos manuais, que mexa com a sua mão, com a dúvida. É assim, olha, eu vou acho que
eu vou fazer um abraço um crochê, porque eu gostei dessa toalinha grossa. Então, eu comecei com barbante. A, nós vamos fazer agora o crocheteira. Barbante. Ah, você começou com barbante? Eu comecei fazendo na no dia que eu abri o YouTube e vi que tinha, era o Marcelo Nunes, um abraço para ele, um dos mais famosos crocheteiros do Brasil, tá? E é homem, tá? Pronto, homem. Tudo bem, o problema é dele. Eu peguei um sabe aquele negócio que você coloca jogo americano, né? Supplat, né? Eu peguei um desses para fazer. Eu comecei com barbante. É reto,
né? Mas o primeiro eu fui assip. Não, não. Felipe não. Felipe não. Felipe não faz o crochê. Tu que eu faço? Ele tá rindo. Ele tá rindo. Ele tá rindo lá na ilha. Mas e ele e eu aprendi no barbante, depois eu descobri. fazendo barbante. Barbante com com linhas com agulhas mais finas. Aí a pessoa que tá me assistindo vai falar assim: "Paula, mas que agulha eu compro? Que linha eu compro? Calma, respira, escreve lá no YouTube para iniciantes. Você tá aqui no YouTube, depois que acabar o ânima, você escreve aí é crochê para iniciantes.
E aí você compra a linha na hora que você for num armarinho, numa loja de armarinho na sua cidade, lá mesmo na linha tá escrito qual o número da agulha que você vai e aí você começa errando. Eu aprendi assim, errando, acertando e hoje faço bolsas, faço um monte de coisa e minha cabeça tá melhor. Show de bola. Eu gostei disso. Não é bom. Então por isso que a gente tem que ensinar coisa. Em breve na ima nós teremos um programa que ensina a fazer crochê para mulheres. Ai gente, Para mulheres. Homens vão aprender a
fazer parede, embolsar parede, bater um prédio. Mulher também faz isso. Não, não, não deveria. Mas faz e faz bem feliz. Sabe que eu gostei que eu eu vi um cara tipo o cara era até meio meio grosseirão assim, meio cara. Tô falando sério, ele não tinha feições afeminadas, nada disso. Era cara meio ruim, mas ele tava lá faz casado, tem filhos, tem tudo. Mas ele falou que trabalha a cabeça dele vai fazendo. Peças de crochê hoje as pessoas precisam valorizar porque são horas para fazer aquilo, né? E são caras, né? Porque é horas da pessoa,
né? Hoje hoje eu fiquei tão craque que em três horas eu faço uma bolsa. Nossa. Se eu colocar a palestra do padre Léo ou do padre Jonas no ouvido, aí vai ouvindo e vai. Se eu não tiver num dia de férias, eu consigo agora é eu vou Rio Fortaleza. Já chega lá com a bolsa. Mas eu começo isso. Eu mostrei já pras pessoas. Eu começo no aeroporto de Guarulhos, que é uma mala você ficar esperando lá horas esperando o avião. Tem que viajar pra palestra. Vai, eu vou fazendo. Quando chega lá no lugar já acabou
a a bolsa já tá pronta. Entendeu? Que legal. E a cabeça fica ótima. Pa. Vou comprar para você uma agulha e vou comprar esse negócio. Vou comprar. Deixa eu ver essa agulhinha aí. Vou comprar uma agulha. Jogo americano. Vou comprar uma agulinha. Tira uma foto dessa agulinha. Começar com essa linha mais grossa. Não, pode começar com a linha mais grossa. Ou é mais difícil? Não, é mais fácil. Eu acho o a linha da do fio de malha. Eu achei mais fácil do que o barbante. Vou comprar uma agulinha para você, sabe? Porque tá começando aprende.
Mas quem aprendeu no barbante depois faz qualquer coisa. Aquela ali é mais fácil. Não, não. Não tem uma que tem duas agulhas. Aquele é tricô. Duas agulhas. É o tricô. Aí você põe a agulha, a linha aqui, ó. As vozes, a maioria eram que faziam, né? Agora os jovens fazem. Os homens daqui a pouco, daqui a pouco você vai ser vó também, já vai estar ali no tricô. Então, a minha mãe me ensinou a fazer o tricô. Eu já tinha feito uma blusa de tricô, agora eu fiz uma blusa de crochê. Então, gente, eu amei,
fez bem, fez um bem enorme nas minhas férias eu consegui fazer no dia a dia. É assim, eu sempre fui uma mulher de trabalhar na parte administrativa e de comunicação. Então, eram 300 e-mails, mais de 1000 funcionários para cuidar. A minha vida era muito acelerada e agora nos 50 anos, Isso que eu fui percebendo que eu precisava desacelerar. E o crochê chegou nessa hora maravilhosa da minha vida. Eu tô procurando a minha coleção de fotos aqui que eu tenho 60.000 fotos. Quantas mil fotos você tem aí, ô Bertaldo? Deixa eu ver. Tira foto para caramba.
Fotoaldo tira muita. 83.948. Olha, ol ganhou de mim. Eu perco, eu perco. Perdão. 75.000 da Kenia. Ah, então tá explicado. Então, o que que eu fiz? Eu acabei criando uma uma um álbum meu aqui só crochê. E aí foi aonde eu fui tirando, salvando, né, o primeiro que eu fiz, guardei, gente, dá certo. E você faz isso a muito tempo? 1 ano e meio. Há um ano e meio. Um ano e meio. O que que eu digo pras pessoas? A gente brincou aqui sobre o crochê, tudo. Eu acredito que na vida a gente consegue aprender
a fazer tudo que a gente se determina, não que a gente vá fazer perfeitamente tudo, tá? E tem coisa que a gente não vai conseguir, mas eu acredito que uma pessoa determinada e persistente, porque tipo assim, o primeiro que eu fiz ficou assim, ó, é o negócio era para ficar reto, ele ficou meio torto, entendeu? Aí eu desfiz. Então todo o processo do crochê também ajuda muito aquela questão de você recomeçar, né? Aí as minhas filhas ficam desesperadas. Quando eu erro um ponto, aí eu volto, eu descobri lá em cima que deu errado. É preferí
você desmontar da onde você viu, começa de novo. Aí às vezes você perdeu meia hora. Elas fazem também. A Poliana faz. Poliana é do do do dos manuais. Ela pinta, ela gosta dessa área aí de desenho e vai gostar muito a Maria Laura. Não, eu vou comprar. Ah, já vou comprar logo três, né? Porque eu vou tomar sua agulha. Eu vou comprar logo. Rafael não vai fazer tricô, né? Então, gente, isso é crochê. Crochê. Desculpa, crochê. Esse é crochê. Esse é crochê. É, eu eu errei o nome. Ô, gente. Então, o pessoal olha pra gente
e fala assim: "Ah, ela é apresentadora, ela faço crochê". Gente, fez um bem enorme para mim. Eu acho que tudo que Deus vai colocando assim, a arte veio de Deus, né? Também e a gente vê das nossas avós, né? Costureiras. Antes não tinha essa questão de lag, escala, né? Era tudo muito feito à mão, né? E tá voltando muito isso. Agora a gente teve aqui com um rapaz que fez a o ícone, né? O ícone de Nossa Senhora faz que ele faz ícones com ovo. Olha, um negócio espetacular, cara. É exatamente aquela pintura toda igual
antigamente. Gente, são artistas, né? Não, não. O cara é deu um ícone pra gente. Rafael deu um ícone pra gente que eu vou te falar. Lindo, lindo, lindo, lindo. Então, aí a gente percebe que essa isso tudo a gente pode acrescentar na vida da gente, porque o eu acredito que o desafio do ser humano é o equilíbrio, né? É desacelerar, né? A gente tem é o equilíbrio, cara. Levantar as 2 horas da manhã, ficar trabalhando até. Ó, eu sei que eu preciso de eh de atividade física, porque agora a partir do dos 40 para para
cima a gente já começa a perder massa muscular, a gente já sabe. Aí tem gente que não consegue, é innegociável. Então acha uma atividade que você gosta, que você precisa. É, mas da física não vai conseguir. Não vai conseguir. Vai ter que ir para muscular. Não, mas ela tá falando até uma atividade física também que você vai isso. Começa andando na rua 5 minutos pelo menos, entendeu? Começa nos 5 minutos, depois você caminha, daqui a pouco você tá correndo, daqui a pouco você tá na maratona, entendeu? procura ajuda, porque a gente, graças, é uma das
coisas que do primeiro episódio do Mulheres Melhores lá no meu canal Paula Guimarães CN que eu fiz, foi Justamente o cateicismo diz isso da igreja, nós não nascemos para ficar sozinhos. Eu desconfio de pessoas que dizem isso assim: "Eu sou feliz sozinha". Não, ela não é feliz sozinha. Ela ela está magoada com pessoas que passaram pela vida dela e que a feriram. O ser humano não nasceu para viver sozinho. Ele ele nasceu para viver em comunidade. Não tô falando em comunidade de vida, viver em comunidade, comunidade, sociedade, aqui como nós estamos hoje. Hoje eu vim
visitar o Betaldo, a Kenia, relembrar coisas bonitas, relembrar a minha história, contar aqui para vocês a minha história. Eh, isso faz bem para mim. Acredito que muitos que me ouviram passam situações semelhantes a situações de saúde e podem ter ajudado alguma pessoa, né? Então, a gente nasceu para viver em comunidade, então, e também acrescenta na sua vida esse equilíbrio, ou uma atividade manual ou uma caminhadinha. Começa pouco, né, Ken? Não, às vezes a gente se propõe a muita coisa, não consegue fazer tudo. Exatamente. Eu agora tô bem afinco na na atividade física. votou de segunda
a sexta, tô eu lá, mas no início, hoje mesmo tava falando com o meu personal, no início eu fazia um movimento que era todo duro, todo doído. Hoje eu já faço ele toda, hoje já não dói mais nada, né? Espetáculo, mas os primeiros dia da academia ninguém desce a escada, mas tem que persistir, tem que ficar, Tem que fazer, tem que inscir, depois escolhe os frutos. Isso. Então é esse momento que eu tô vivendo da minha vida, 50 anos, 25 anos de casada, né? Coisa boa. E tô agradecida a Deus. Eh, e vou continuar evangelizando.
Convido todo mundo a acompanhar ali nas redes sociais esse meu dia a dia. Então é isso. Quem ainda não segue a Paula no Instagram, na Instagram, TikTok @paulaguimarãescn, vai tá escrito aqui no Facebook, Facebook, Instagram, TikTok e o canal no YouTube que também é Paula Guimarães e CN CN. Paula Guimarães e CN. Super fácil. Lá já tá disponível. Três episódios estão disponíveis toda terça-feira ao meio-dia. E a gente coloca um novo episódio, sempre conversando com a mulher, mas os homens curiosíssimos têm assistido e mandado mensagem para mim. Que coisa boa, porque não são só as
mulheres que passam dificuldade, os homens também. Quanto tempo leva o episódio? É rápido, 25 minutos, 30 minutos. Tem sido curtinho. Num deslocamento para ir para algum local, dá para ouvir? É isso aí. Dá, dá sim. Aí, como também está em todas as plataformas, a gente colocou Diesel, Spotify, então dá pro pessoal escutar também andando de bicicleta, combinado? Acha lá gente, fala Guimarães e cên vocês vão achar também. Muito bem, Muito bom Paulo, olha, obrigada por ter vindo. Muito bom. Nossa, próxima vez, Felipe tem que sentar ali para contar a história. Imagina desafio isso. Ele, vocês
assistam o primeiro episódio, ele falando sobre a vida de casado. Ele tá tímido. Ele é tímido. Consegui fazer esse milagre. é tímido. Ele é tímido, mas ele é uma potência como pai, como esposo. Pois é, mas todos nós queremos ouvir. É, eu vou fazer ele mais no meu podcast para daí na próxima ele vir e sentar aqui. Soltando, se soltando. É isso. Mas eu agradeço Ken, o convite de vocês. A gente já queria isso há muito tempo, né? Agora deu certo. É verdade, né? Infelizmente a gente não tinha conseguido, mas agora como estou desacelerando, né?
conseguir vir aqui e quero dizer para vocês, continuem, viu? Vocês fazem um bem enorme para muita gente. Deus dê força para vocês, que eu imagino que também vocês vivam os desafios de vocês na evangelização. Então, eu imagino que os desafios sejam grandes, né? Mas como diria, se o padre Joon estivesse aqui, ele diria para vocês, aguenta firme, aguenta firme, ele aguenta. Aguenta firme, minha filha. Aguenta firme, meu filho. É isso aí. Obrigada. Que bom. Muitíssimo obrigada. Um beijo pras meninas. Obrigada. E um beijo para todo mundo que ficou com a gente hoje aqui no Anima.
E eu espero vocês lá no meu canal Paula Guimarãe. Muito bem, todo mundo seguindo a Paula Guimarã Cen vendo esse conteúdo maravilhoso. Viu que conteúdo não falta, né? Ah, beijo gente, até o próximo episódio. Fiquem com Deus. Tchau. Tchau, gente. Bertaldinho sempre azul, não esqueça. Tchau, gente. Valeu,