Olá vamos dar continuidade hoje a discussão do Capítulo 24 do Capital o capítulo que tem por título assim chamada acumulação primitiva hoje vamos avançar tratando do item 6 que é Gênese do capitalista industrial Marx começa a observando neste item que a Gênese do capitalista industrial não cedeu de modo tão gradativo como a dor arrendatário lembremos que ele está fazendo esta contraposição em razão de que para que o capitalismo industrial se desenvolvesse foi necessária uma transformação profunda da estrutura agrária na Inglaterra assim como da estrutura agrária em vários outros territórios que estavam a caminho de se
tornarem também Nações capitalistas observa neste sentido que pequenos Mestres corporativos pequenos artesãos Independentes ou também trabalhadores assalariados transformaram-se em pequenos capitalistas e mediante a exploração paulatina do trabalho assalariado e da correspondente acumulação em capitalistas Portanto o Primeiro Momento da transformação da Inglaterra em país verdadeiramente capitalista não tem origem na indústria e sim no campo Profundas transformações que ocorreram no campo beneficiadas pelos cercamentos mas também pela ação do estado que garantiu a existência ou o surgimento de uma rica camada de arrendatários arrendatários estes norteados pelo Espírito capitalista entretanto prossegue Marques a marcha de lesma no sentido
de que esta Márcia foi bastante lenta a Márcia de lesma desse método não correspondia em absoluto as necessidades comerciais do novo mercado mundial que foram criado pelas grandes descobertas do fim do século XV a idade média havia legado duas formas distintas de capital e antes da era do modo de produção capitalista já avaliam como capital em geral o capital os horário e o capital comercial aqui Marx está procurando mostrar como que para o desenvolvimento do capitalismo propriamente dito era necessário um processo mais profundo de transformação social do que aquele que estava ocorrendo no espaço Agrário
na no campo ao mesmo tempo este capital ele não poderia ficar dependendo apenas do Capital comercial aquele resultante das grandes navegações por exemplo ou então do capital a juros emprestar dinheiro a juros exorbitantes e com isso acumular embora esses dois momentos tenham sido fundamentais o do capital a juros e do Capital comercial para que o capitalismo propriamente dito se desenvolvesse eram necessárias condições diversas condições outras sem o que aquele desenvolvimento se processaria de uma maneira cada vez mais lenta tenderia a ocorrer mas ocorreria em um ritmo menos vertiginoso do que aquele registrado e que desembocou
na Revolução Industrial nesse sentido para a instauração do modo de produção capitalista propriamente dito estas formas de Capital eram insuficientes se impunha também a necessidade de transformação da propriedade fundiária em propriedade capitalista e a transformação dessa propriedade capitalista em base para o desenvolvimento do capitalismo industrial na medida em que esta propriedade capitalista Rural forneceria matérias-primas para serem industrializadas inicialmente através da manufatura e posteriormente através da indústria propriamente dita com a utilização da maquinaria e essa mudança na propriedade prossegue Marques e essa mudança na propriedade foi realizada pela cobrança de juros sobre o capital prática combatida
pelos legisladores mediante leis contra usura o poder do capitalista sobre a riqueza inteira do país é uma revolução completa no direito de propriedade porém prossegue Marx revoluções não se fazem por meio de leis ainda que estas tenham sido importantes para facilitar o caminho para o desenvolvimento capitalista na Inglaterra e em outros em outras ações em outros territórios porém revoluções não se fazem por meio de leis o regime feudal no campo e a constituição corporativa na cidades impediam o capital monetário constituído pela usura e pelo comércio de se converter em capital Industrial constituição corporativa no sentido
de que haviam as corporações de ofício que travavam o desenvolvimento e a expansão da produção de mercadorias Essas barreiras caíram com a dissolução do sector feudais e com as propriação e a parcial expulsão da população rural Graças aos Graças aos cercamentos a nova manufatura se instalou nos portos marítimos exportadores ou em Pontos do campo não sujeitos ao controle do velho regime Urbano e de sua constituição corporativa portanto a partir do momento em que existe já uma massa de dinheiro que pode ser transformada em capital para que este capital se realize para que este capital C
expanda alternativa encontrada pela Nascente clássica capitalista foi de escapar das regulamentações feudais produzindo seja nas regiões marítimas ou então aquelas regiões do interior de um determinado Território que não estavam mais submetidas ao controle feudal propriamente dito paralelamente diz Marques acompanham acompanham este processo ao qual ele chama de Aurora da era da produção capitalista outros elementos observemos sempre que Marques procura fazer uma análise de totalidade Portanto ele não está restrito ao processo que se desenvolve na Inglaterra e sim como que outros elementos que acompanham este processo foram determinantes para o desenvolvimento do capitalismo na Inglaterra paralelamente
acompanham este processo por hora da era da produção capitalista outros elementos dentre eles a descoberta das terras auríferas e argentíferas na América de Ouro e Prata na América O Extermínio a escravização eu sou aterramento da população nativa nas minas o começo da Conquista esfaqueio das Índias orientais a transformação da África numa reserva para caça comercial de peles negras de peles negras isso é a escravização dos negros e com relação às Ilhas orientais vale a pena que deixar a indicação de dois textos de Marx que se chama que sentido um futuros resultados da dominação britânica na
Índia a dominação britânica na Índia e outro texto futuros resultados da dominação britânica na Índia esses processos aparentemente idílicos constituem momentos fundamentais da acumulação primitiva hipótese e tese esta que vem sendo demonstrada por Marx ao longo de todo este Capítulo a eles se segue imediatamente a guerra comercial entre as nações europeias uma vez que a partir do momento em que o comércio começa a se expandir começa também a disputa precipita também a disputa para levar estas mercadorias produzidas em um determinado território nacional para outros territórios nacionais de tal modo que o globo terrestre acaba se
tornando o palco da expansão capitalista e aqui Marques está levantando uma ideia que está sempre presente em seus textos a ideia de mercado mundial hoje se fala muito em globalização e mundialização mas é importante observar que a partir do momento em que o capital se desenvolve ele precisa ser expandir e naquele momento do século 19 esta expansão vai assumir a forma de um mercado mundial Lembrando que o mercado mundial no século XIX não deve ser entendido como o mercado mundial que temos em pleno século XX ou 21 é o mercado mundial abrangendo uma quantidade mais
limitada de territórios hoje não hoje temos o capital em dimensão planetária ao passo que no século XIX o capital ainda está conquistando territórios para acumulação capitalista assim fazem parte deste processo do qual os diferentes momentos da acumulação primitiva repartem-se principalmente entre Espanha Portugal Holanda França Inglaterra a Constituição do sistema colonial bem como da dívida pública e o moderno sistema tributário e protecionista é importante observar que Marx vai dar uma grande atenção também as colônias como elas contribuíram para o desenvolvimento do capitalismo na sequência deste Capítulo 24 Marques investiga inclusive aquilo que ele chama por a
nova colonização buscando compreender como que estes territórios foram funcionais e mesmo fundamentais para o desenvolvimento do capitalismo no plano global Tais métodos Como por exemplo o sistema colonial baseiam-se em parte na violência mais brutal todos eles utilizaram o poder do estado da violência concentrada e organizada da sociedade para impulsionar artificialmente o processo do modo de transformação do modo de produção feudal em capitalista é abreviar a transição de um para o outro portanto não se trata de uma marcha natural da civilização se trata de um processo que também é impulsionado à luz das condições materiais que
estavam emergindo a partir do século fundamentalmente a partir do século 16 nesse sentido a violência frequentemente condenada pelo discurso burguês teve um papel fundamental que foi a de atuar como Parteira da nova sociedade que buscava sova para as bases da combalida sociedade feudal ao longo da história é possível se considerar que a violência desempenhou o papel de potência Econômica de força Econômica diz Marques Este é um outro ponto que vai acompanhar também a reflexão Marciana e engelsiana tentar compreender a violência não na sua dimensão exclusiva de força bruta mas também a violência como força Econômica
vai haver uma reflexão bem detalhada sobre isso no antidiuring The engels em dois capítulos Nos quais ele analisa o papel da violência na história do mesmo modo que englios vai analisar no antijurg o papel do desenvolvimento das armas no interior da história com uma força econômica e não apenas como instrumento para matar outro indivíduo resgatando o relatórios da época Marques assinala os métodos violentos através dos quais o nascente capital procurava deixar suas marcas nos territórios fora da Europa cita com particular interesse os métodos utilizados pela dominação britânica nas índias e no México e além disso
destaca o tratamento dispensado aos nativos o qual era naturalmente ou mais terrível nas plantações destinadas exclusivamente a exportação reproduzindo-se assim pela violência procedimentos largamente utilizados na metrópole Marques está com isso acentuando mais uma vez que onde quer que o capital busque se desenvolver ele não se priva necessariamente dos métodos violentos no nascimento da Democracia da chamada democracia burguesa está também o germe da violência como Demonstra o estudo de bertolmore Júnior as origens sociais da ditadura e da Democracia livro este o qual já tivemos oportunidade de nos referenciar em vídeos anteriores é com ironia que Marx
observa que tão pouco nas colônias propriamente dita se desmentia o caráter cristão da acumulação primitiva como exemplo citofato de que os austeros e virtuosos Protestantes os puritanos da nova Inglaterra estabeleceram em 1703 por decisão da sua Assembleia um prêmio de 40 libras para cada escalpo indígena e cada pele vermelha capturado quando você corta a vamos dizer assim uma parte da cabeça do indivíduo tal e pega o cabelo e uma parte do couro cabeludo em 1720 um prêmio de 100 libras para cada escalpo em 1744 depois de Massachusetts bay ter declarado certa tribo como Rebelde os
seguintes preços sem libras da nova moeda para os cálculo masculino a partir de 12 anos de idade 105 libras para prisioneiros masculinos 50 libras para escalos de mulheres e crianças capturadas e 50 libras para para para as mulheres como já citamos para mulheres e crianças que fossem mortos notem que ninguém era escapava a esta Sina Independente de ser criança ou não desde que se exterminassem os indígenas isso era visto como uma atividade lucrativa daí é possível se visualizar a voracidade com a qual deve ter se desenvolvido um grupo de indivíduos que ganhavam a vida arrancando
o couro cabeludo dos indígenas o sistema colonial amadureceu o comércio e a navegação constituindo assim alavancas Poderosas da concentração de Capital a as manufaturas em ascensão as colônias garantiram um mercado de escoamento e uma acumulação potenciada pelo monopólio do mercado uma vez que cada Território que adquirir-se uma colônia tinha vazão para os produtos feitos da Metrópole nessas colônias uma vez que estas colônias eram obrigadas a consumir o produto daquela Metrópole lembremos por exemplo que no caso brasileiro a produção interna da cachaça era proibida para não concorrer com o vinho português os tesouros esfoliados fora da
Europa diretamente mediante o Saquei a escravização e o latrocínio refluíam a Metrópole E lá se transformavam em capital a Holanda primeiro país a desenvolver plenamente o sistema colonial encontrava-se já em 1648 no ápice da sua grandeza comercial estava de posse de quase estava na posse quase exclusiva do Comércio com as índias orientais e do tráfico entre o Sudoeste e o Nordeste europeu sua pesca frotas e manufaturas sobrepujavam as de qualquer outro país eram superiores as de qualquer outro país que estava no curso de transformar-se também em país capitalista contudo desmarques em 1648 a massa do
Povo Holandês já estava mais sobrecarregada de trabalho mas empobrecida e brutalmente oprimida do que as massas populares do resto da Europa somadas a que Marques está procurando mostrar que acumulação de capitalista implica ao mesmo tempo o empobrecimento das grandes massas acumulação do Capital não significa redistribuição de riqueza e sim concentração de riqueza hoje se discute muito a questão da redistribuição de riqueza mas não se pode perder de vista que acumulação do Capital ela se torna muito maior portanto se acumulação do capital está se tornando muito maior em relação aquela parcela da riqueza social da qual
os deserdados da terra se apropriam isso significa está vendo efetivamente uma redistribuição de riqueza mas apenas o repasse de certas franjas do capital para acomodar interesses na base da sociedade e com isso conter um pouco o potencial de protesto na base da sociedade portanto é necessário tomar muito cuidado com esse discurso de redistribuição de riqueza hoje em dia prossegue Marques A Supremacia Industrial traz consigo hoje em dia queimar ao qual marca Está se referindo é o século XIX Hoje em dia a supremacia Industrial traz consigo A Supremacia comercial no período manufatureiro propriamente dito aquele onde
a grande indústria ainda não está no comando é a supremacia comercial que gera o predomínio industrial predomínio Industrial aquisitivo da produção daí o papel preponderante que o sistema colonial desempenhava nessa época tal sistema proclamou a produção de mais valor de mais-valia com finalidade última e única da humanidade o sistema de crédito público Isto é das dívidas públicas já presentes na Idade Média tomou conta de toda a Europa durante o período manufatureiro os estados começam a sendividar cada vez mais para garantir o desenvolvimento do capitalismo o sistema colonial com seu comércio marítimo e suas guerras comerciais
serviu-lhe de incubadora de incubadora para o aumento desta dívida pública Marx ironiza dizendo que a única parte da sim chamada riqueza nacional que realmente integra a posse Coletiva dos povos modernos é sua dívida pública e isso assistimos ainda hoje com todo este discurso de que é necessário ter responsabilidade fiscal se não os pobres terão que pagar pela infração e por todas as mazelas que acontecem na sociedade capitalista é o único momento em que o capital quer socializar alguma coisa o crédito público se converte no crédito do capital e ao surgiram endividamento do Estado sede seu
lugar para a falta de fé na dívida pública então ao mesmo tempo que o capital impulsiona o estado assim devidar o próprio capital fica com o pé atrás em relação ao estado uma vez que este estado endividado e portanto incapaz de tocar a contento os negócios do próprio capital passam a ser vistos como vistos como nocivos é importante observar como hoje o discurso neoliberal Se apossa desta desse discurso e mesmo das práticas que combatem o endividamento do Estado endividamento do estado que nasce para atender aos próprios interesses da acumulação capitalista em determinado momento a dívida
pública torna-se assim ou tornou-se assim e torna-se ainda hoje assim uma das alavancas mais poderosas da acumulação no caso do século XIX do século 17 e 18 e 19 da acumulação primitiva ela infunde força criadora no dinheiro improdutivo e outras forma assim em capital sem que para isso tem a necessidade de se expor aos esforços e riscos inseparáveis da aplicação industrial e mesmo os horário os credores do estado não dão nada pois a soma emprestada se converte em títulos da dívida facilmente transferíveis que em suas mãos continuam a funcionar como se fosse a mesma soma
de dinheiro vivo portanto esta história de papéis do Tesouro e da dívida pública não é recente ela acompanha o próprio desenvolvimento da sociedade capitalista sem levar em conta rentistas ociosos assim criada e a riqueza improvisada dos financistas que desempenham o papel de intermediários entre o governo é a nação e abstraindo também os coletores de impostos Comerciantes e fabricantes privados os quais uma boa parcela de cada empréstimo estatal serve como capital a dívida pública impulsionou a sociedade explorações o comércio com papéis negociáveis de todo tipo agiotagem ou seja o jogo da bolsa é a moderna bancocracia
Então observem como que o capital financeiro ele vai se desenvolvendo progressivamente através de uma predominância ou de uma prevalência ou de importância demasiada demasiada não seria bem o termo mas de uma importância inegável para o capital do sistema bancário desde seu nascimento os grandes bancos com decorados com títulos nacionais não eram mais do que sociedades especuladores privados que se colocavam sobre a guarda dos governos e Graças aos privilégios recebidos estavam em condições de emprestares dinheiro o estado garante a existência do banco e o banco vai emprestar dinheiro para o estado sobre a forma de juros
a fim de que o estado de posse desse dinheiro Rei empreste aos capitalistas e estes realizam os seus negócios por isso acumulação da dívida pública não tem indicador mais infalível do que a alta sucessiva das ações destes bancos Marques está indicando aqui que não são os pobres que geram a dívida pública mas pelo contrário o endividamento no âmbito do estado para atender prioritariamente as necessidades do próprio capital marxita como exemplo do que ele vem escorrendo a criação do banco da Inglaterra em 1694 que começou emprestando dinheiro a juros ao governo ao mesmo tempo que o
Parlamento ou autorizava autorizava esses bancos acunhar dinheiro com o mesmo capital voltando a emprestado ao público sobre a forma de notas bancárias com essas notas ele podia descontar letras conceder empréstimos sobre mercadorias e adquirir metais preciosos não demorou muito para que esse dinheiro de crédito fabricado pelo próprio banco se convertesse na moeda com a qual o banco da Inglaterra tomava empréstimos ao estado e por conta deste último pagava juros da dívida pública portanto os bancos eles eram bancados pelo Estado eram garantidos pelo Estado e acabavam financiando o estado e conseguindo empréstimos favoráveis junto ao estado
e cobrando o mesmo juros do Estado enquanto recebia continuava como credor Perpétuo da Nação até o último Tostão adiantado e assim ele se tornou o Receptáculo imprescindível dos Tesouros metálicos do país eu centro de gravitação de todo o crédito comercial com as dívidas públicas prosseguem Marx surgiu um sistema internacional de crédito que frequentemente encobria uma das fontes da com ação primitiva neste ou naquele povo como a dívida pública se respalda nas receitas estatais que tem de cobrir necessariamente os juros e demais pagamentos anuais o moderno sistema tributário se acabou por se converter num complemento necessário
do sistema de empréstimos públicos os empréstimos diramarx os empréstimos capacitam o governo a cobrir os gastos extraordinários sem que o contribuinte ou perceba da imediato mas exigem contrapartida um aumento dos impostos E aí o contribuinte paga a conta por outro lado o aumento de impostos causado pela acumulação de dívidas contraída contraídas sucessivamente pelo âmbito estatal obriga o governo a recorrer sempre a novos empréstimos para cobrir os novos gastos extraordinários observem que o capital continua tendo a sua marcha tranquila e se e cai sobre as costas do aparato estatal o peso da dívida e este aparato
estatal não vai responsabilizar aos capitalistas ou cobrar a fatura aos capitalistas e sim vai cobrar a fatura aquilo que abstratamente se chama de nação e sabemos que esta fatura paga fundamentalmente o regime fiscal moderno cujo o eixo é formado pelos Impostos sobre os meios de subsistência mas imprescindíveis e portanto pelo encarecimento destes meios trazem-se Portanto o germe da progressão automática uma maneira de você cobrar dos Pobres é embutido imposto naqueles produtos de consumo diários desses próprios pobres a sobrecarga tributária e aqui nós estamos falando de cms imposto de produto industrializado entre outros impostos e outros
tributos também que possa existir a sobrecarga tributária não é pois um incidente mas antes um princípio portanto cobrarem imposto não é algo ocasional e sim algo que norteia a ação do estado para não ter que penalizar ao capital muito embora os capitalistas vivam chorando dizendo que não aguentam mais pagar tantos impostos na verdade quem paga fundamentalmente estes impostos é em geral o trabalhador uma vez que é o que mais consome consome produtos básicos a influência destrutiva que esse sistema exerce sobre a situação dos trabalhadores assalariados importa-nos aqui no entanto menos que a violência expropriação do
camponês do artesão em suma de todos os componentes da pequena classe média sua eficácias propriadora é reforçada pelo sistema protecionista a dívida pública e o sistema fiscal desempenham importante papel na capitalização da riqueza e nas propriação das massas prossegue Marcos observando que o sistema protecionista foi um meio artificial de fabricar fabricantes despropriar trabalhadores Independentes de capitalizar os meios de produção e de subsistência nacionais de abreviar violentamente a transição do modo de produção antigo para o moderno neste sentido sistema colonial dívidas públicas impostos escorchantes abusivos protecionismo guerras comerciais etc esses rebentos do período manufatureiro propriamente dito
ou seja esses filhos do período manufatureiro propriamente dito cresceram gigantescamente durante a infância da grande indústria portanto ao lado dos Horrores das propriação da população rural que serviu despojada de suas terras desde o último terço do século 15 até o final do século 18 assistiu-se a exploração assistiu-se paralelamente a a exploração brutal das crianças para alimentar a empresa manufatureira e sua transformação em empresa Fabril Marx vai ao longo do Capital dar uma grande atenção a infância mostrando como que as crianças também foram aviltadas pelo processo de acumulação capitalista é importante observar neste sentido as reflexões
de Marx no capítulo no qual ele trata a respeito da jornada de trabalho sobre as crianças de hirar Marx explorava-se Crianças Pobres inclusive em trabalhos noturnos amontoando-as independente do sexo idade inclinações levando-as a depravação e a licenciosidade a fim de garantir a soma de felicidade nacional e individual depravação aqui quando Marx fala de depravação moral ele está procurando indicar como é que estas crianças eram levadas cada vez mais a condições sub humanas como é que elas eram conduzidas a subnutrição há problemas de visão e mesmo a perda daqueles parâmetros básicos que poderiam configurar o mínimo
de uma dignidade humana não se trata de um julgamento moralista de Marx e sim dele apontar como é que as crianças também eram conduzidas trabalho alienado e Ao serem conduzidas ao trabalho alienado ao trabalho expropriado elas também igualmente se viam degradadas pela pela submissão ao trabalho ou atividades sobre controle do capital não raras prosseguem Marx não raras foram as situações de tortura acompanhadas de morte da criança por excesso de trabalho não poucas foram açoitadas Acorrentadas e torturadas com os maiores requintes de crueldade em muitos casos foram esfomeadas até restar sua pele e ossos enquanto o
chicote as mantinhas no trabalho em alguns casos foram mesmo levadas ao suicídio assim os belos e românticos Vales Derby e lancharia ocultos ao olhar do público converteram sem lucros termos de tortura e consequência de assassinato isto não impedia o lucro dos Fabricantes pelo contrário isto fortalecia o lucro dos capitalistas os lucros dos Fabricantes eram enormes mas isto Só aguçava sua voracidade de lobisomem implementaram o trabalho noturno depois de ter esgotado um grupo de Operários pelo trabalho diurno o grupo de urno ocupava as camas que o grupo noturno acabava de deixar e vice-versa Marx fala inclusive
que havia uma expressão muito como a época de que as camas nunca esfriam estão sempre quentes enquanto introduzia a escravidão infantil na Inglaterra a indústria de do algodão dava ao mesmo tempo o impulso para transformação da economia escravista dos Estados Unidos antes mais ou menos patriarcal no sistema comercial de exploração quando Marcos fala da escravidão infantil ele está dizendo de situações análogas a escravidão se o dinheiro conclui Marx neste item seu dinheiro vem ao mundo com manchas naturais de sangue numa de suas Faces ou capital nasce escorrendo sangue e lama por todos os poros da
cabeça aos pés e com isso Marques encerra as suas reflexões neste item 6 preparando a discussão do item 7 que a tendência histórica da acumulação capitalista mas a reflexão sobre o item 7 deixamos para uma próxima oportunidade espero que tenham gostado da discussão encaminha em suas considerações positivas ou negativas a fim de que possamos melhorar o nosso trabalho e continuarmos aqui em defesa da sociologia em defesa da razão e em defesa da humanidade até uma próxima