e ele estava de escrevendo aquilo que ela própria não era em tudo que dizia sobre esse ela encontrava na sua própria natureza uma negativa correspondente restante de inscrição na falta de um termo melhor tinha graças a uma espécie de Exposição Roberta deixado algo Claro para ela enquanto ele falava ela começará a te ver como uma forma um esboço com todos os detalhes preenchidos em volta enquanto a forma em si permanência vazia Olá seja bem-vindo ao canal chave de leitura no vídeo de hoje a gente vai conversar sobre esboço da Rachel Cook nosso segundo livro do
projeto Ferrante indica eu já fiz a discussão com os apoiadores do canal e foi muito legal essas discussões têm sido muito enriquecedor as a gente aprende muito juntos e eu livro cresce um bocado né escrito de clube de leitura uma experiência da qual eu gosto bastante e eu gostei muito do livro já vou logo dizendo O Lucas é uma altura canadense Esse livro foi publicado Originalmente em 2014 e aqui no Brasil Eles saem 2019 pela Editora todavia ele teve tradução da Fernanda Abreu tá o livro ele é muito interessante no aspecto formal e ele tem
um lote mínimo ele é narrado em primeira pessoa por uma escritora inglesa e vai para apenas ministrar um curso de escrita criativa O livro é basicamente 10 conversas que essa altura tem ela reproduz as conversas ela narra não ela não só bota lá com mas ela narra esse processo de ir para lá e assim Ir narrar as 10 conversa então é esse o corte do livro então ele é um livro que reduz ao mínimo um enredo essa escritora ao longo dessas conversas se mostra muito pouco ela me escritora que houve mais do que fala ela
deixa os interlocutores falarem bem mais do que ela ela e vamos pessoas ela conhece um homem no avião né com quem ela conversa que depois eu a reencontrei a pena ela encontra algumas colegas escritores têm cenas da aula que ela dá né então da conversa dela com os alunos na aula de escrita criativa e a gente vai então percebendo que esta escritora tem esse papel assumir esse papel aparentemente de modo voluntário demais ouvir de ouvir do que de falar ela fala mas ela fala pouco Elas têm algumas intervenções na conversa nos normalmente intervenções mas o
PIS e e sempre Em menor número do que a outra pessoa que ficou gasta com ela livro interessante porque enquanto o romance a gente postar mais de uma série de até difícil de definir ele abdica de uma narrativa no sentido tradicional de uma história progressiva que tá caminhando para algum lugar tá volta vai sair algum sentido eu me sinto tenho desenvolvimento apesar disso nos diálogos várias narrativas são construídas Então se o livro é essa recusa da narrativa tradicional cada diálogo com essas pessoas que a narradora tem são a seu modo tentativas de construir uma narrativa
decente vo uma narrativa que disseram logo Explique a vida de cada uma daquelas pessoas essas pessoas então seguem o movimento que é o movimento contrário ao da narradora nesse livro dessa narradora que não fala sobre esse que ele não estar contando para as pessoas o que aconteceu da sua vida igual a gente vai descobrir algumas coisas em alguns momentos essa narradora Em alguns momentos das suas falas ela tá entender que ela está tentando viver um modo mais passivo que ela não quer ser uma pessoa de presença intervenção falas determinantes que ela está mais o mesmo
ouvir inclusive e não atuar como uma pessoa que define claramente que o negócio pelo pela não gosto eu vou ir aqui algumas passagens lá página 17 ela começa a falando da literatura mas depois acaba fazendo uma conclusão sobre si mesmo ela diz eu não estava mais interessada na literatura como forma de esnobismo o mesmo como uma forma de alta definição não tinha desejo algum de demonstrar que um livro era melhor do que o outro na verdade se o leite alguma coisa que admirar você me envia a cada vez menos inclinada a mencioná-lo o que eu
sabia pessoalmente ser verdade passar aparecer em tudo distinto doprocesso de convencer os outros eu não queria convencer ninguém de nada não mas na página 140 numa das conversas que ela tá tendo com algumas amigas com quem ela foi almoçar ela tá contando desse vizinho de avião que ela conheceu E esse vizinho convidou ela para fazer vários passeios de barco e ela foi e ela tava contando com esse vizinho deu em cima dela não queria nada com ele mas ele aqui e depois de apertando tentando né dar uma investida ali amorosa e amiga dela pergunta assim
ah mas você gostou dele e aí ela vai falar algo que tem um pouco a ver com essa coisa de uma postura Talvez um pouco mais fácil de um pouco menos não se ziva o nosso as outras pessoas Que enchem os olhos e tentei invocar meus sentimentos pelo meu vizinho de poltrona quando Tornei a abri-los Helena ainda estava olhando para mim a espera eu disse que tinha ficado tão desacostumada a pensar nas coisas em termos de se gostava delas ou não que não conseguia responder aquela pergunta e aí a gente começa a se perguntar porque
que a narradora está assim porque que a narradora está nesse processo meio de não definição de tentar não se impor as coisas de tentarem dizendo conforme as coisas aparecem E que ao longo das conversas acontecem algumas coisas que fazem a gente percebi algumas coisas sobre a e ela Acabei de da maioria das vezes ligações ou seja de um tipo de comunicação diferentes das conversas mas ainda científicos comunicação a gente descobre que ela tem filhos porque esses filhos mandam mensagens para ela quando eu tô ocupada fazendo outra coisa para perguntar então está na raquete me perdoe
com a cola e fez Dia Enfim pedir ajuda para alguma coisa ela também recebe ligações de uma mulher que ela tá tentando negociar um teste Nossa a gente sabe que ela está com algum problema de dívida de hipoteca ela se falou assim e a outra coisa que num dos passeios que ela faz com esse vizinho de poltrona que ela conhece um avião ela vem uma família não dar um barco para próximos a ele uma família com pai mãe e filho e ela faz comentários sobre ter pensado na sua família que estava se desfazendo então a
revela ali pelas suas reflexões a hora que não lembro só chega falar isso em voz alta para o interruptor dela e ela faz tempo né então a gente descobre essas coisas sobre ela em tomadas a escritora e que ela é professor empresa lá para o fim do livro todo fim do livro A gente descobre por acaso o nome dela porque alguém vai falar com ela e pergunta feio então a gente descobre com ela se chama a gente percebe que essa é uma escritora em deslocamento né era uma inglesa para fora do seu país é uma
mãe que tá longe seus filhos ela é uma mulher que está tendo a sua família da configuração anterior desfeito porque ela está se divorciando e num determinado momento ela até fala sobre isso Ela tem uma conversa sobre como ela acha que as pessoas se definem pelas relações que elas têm ou seja como as pessoas com quem se relacionam ajudam a definir o Então esse livro ele faz muitas reflexões sobre a narrativa sobre nós o que as pessoas dizem sobre nós nos nossos relacionamentos dizem sobre o nome das nossas coisas não são objetos de dizem sobre
nós e um que a gente tem da altura nesse livro é um esboço na medida em que ela entrega muito pouco a gente tem esses elementos identificadores Ester a professora ela é mãe e a gente tem poucas coisas a partir das conversas que ela tem com as pessoas e das coisas que ela prestam atenção nas pessoas a gente vai compondo né e fiz bolso mesmo na inglês é alto ai rapaz como se fosse um Contorno dela mas que essa ideia de esgoto representa muito bem porque a gente não sabe direito quem ela e na verdade
eu acho que elas também está num processo também de não saber direito se ela é alguém específico ou se ela é alguém que em trânsito um alguém transformação alguém fluido essa eu acho que é uma das discussões do livro num determinado momento a autora vai descrever a casa onde ela está hospedada e ela vai falar exatamente sobre essa nossa tentação de narrativa usar as coisas ou seja de encontrar uma narrativa sobre nós mesmos nas coisas que nós tenhamos nas pessoas que ficam que nós nos relacionamos aqui no caso ela vá e vai falar sobre a
tentativa de descobrir quem é a dona do apartamento que ela tá alugando em apenas através dos objetos para casa e aí ela diz assim na fazenda 46 continuei procurando mais alguma coisa uma pizza algo apodrecendo o fermentando uma camada de mistério caos ou vergonha mas não encontrei Então ela tava procurando né vestígios de quem poderia ser aquela mulher nos objetos da sua casa se tudo que a gente tem da narradora é um esboço porque ela fala pouco desse e porque tudo que a gente tem dela com esses elementos identificadores que estão em deslocamento nesse momento
da narrativa a gente também tem outras definições de esgoto as conversas que ela tem umas pessoas são muito interessantes Aqui as pessoas vão falar de vida eu vou falar de casamento vou falar de carreira e as pessoas em conclusões muito interessantes as conversas de certo modo são esboços sobre o tema As pessoas vão ali ser tá consertando são pequenos ensaios quase mais uma conversa Onde você tá ali tomando um café um almoço você nunca faz uma de e inclusiva o muito abrangente sobre nada as conversas também tem um pouco as caráter de desporto um outro
significado para as bolsa que eu encontro é um dos próprios relacionamento com essas pessoas ou da troca com essas pessoas porque várias dessas conversas e isso é algo bastante incômodo quando a gente está lendo as pessoas não ouvem as pessoas não têm interesse no que ela tem para dizer na opinião dela as pessoas monólogo Então esse fica muito claro quando ela tem uma conversa tête-à-tête é só ela e mais uma pessoa as pessoas falam falam falam falam e não fazem um pergunto nada para ela praticamente nunca né do que ela acha do que ela pensa
quando ela tem comércios com grupos maiores a gente percebe que as pessoas falam coisas desconectados entre si quando a fala passa de um para o outro Aquilo não é uma continuidade não é um diálogo as pessoas Livres começam a falar de outra coisa né então a gente vê que as pessoas se encontram para monologar juntas e isso ficou marcado para mim com o exposto de relacionamento de posto de troca porque na verdade as pessoas querem ser ouvidas Mas será que o assunto preparados para ouvir Será que ela estão dispostas a ouvir Será que elas têm
essa abertura e eu fiquei me perguntando se a noite eu tava querendo alfinetar o mundo dos escritores porque boa parte das pessoas nem todo mundo está na sua parte das pessoas que ela encontra aqui então escritores professores de escrita e como eles têm pouca disposição para ouvir eu fiquei me perguntando se ela queria mostrar né esse grupo de pessoas como um grupo de pessoas um tanto quanto egocêntrico Talvez eu esteja aí pelo interpretando Porque alguns dos personagens aqui ou são os seus alunos de escrito eles não são ainda escrito hoje né são aspirantes vão dizer
assim ou algumas pessoas que vão para o presidente fita não estava se tornar depois mas para melhorar uma competência ou a desenvolver uma competência é só pelo interesse mesmo e em outras pessoas como esse vizinho de poltrona do avião é mas assim então talvez eu seja o vendo coisa demais mas eu achei interessante talvez ela seja assinando para que essa questão do dono certo nervosismo como algo generalizado na nossa cultura eu fiquei me perguntando enquanto eu tava lendo o livro se ela tinha pensado nos diálogos de Platão até pela história se passar em apenas se
ela tinha em mente um diálogo como burket por exemplo que trata da natureza do amor que é um dos temas mais falados aqui pelas pessoas nessas conversas que ela tem mas eu vi uma entrevista dela hoje ela diz que o que ela tinha mais em mente não era o mas era a odisseia de Homero o que isso tem Deus porque ela disse que a odisseia é uma narrativa pós-traumática é uma narrativa sobre as diferenças a guerra do Ulisses você fica preso do tempo que os as suas artimanhas para se livrar dos perigos enfim e que
a narrativa o organismo de alívio porque ela é uma tentativa de falar sobre essas experiência experiência de crise enfim não é para Odisseia eram as narrativas pós-traumática seriam narrativa sobre essas coisas mais ligadas à guerra mesmo e ela disse que nos tempos atuais os tempos em que o livro acontece as narrativas se viram a respeito a esta realidade de pessoas se divorciando né Isso é o que ela fala na entrevista e essa coisa da narrativa interessante porque várias pessoas aqui fazer conclusões relacionamento que ela vai proteger os exames deram certo que deram errado e qual
qual era a característica deles elas vão falar um pouco também sobre os seus trabalhos EA sua relação com eles e a evolução e um dos personagens um dos escritores são andando chamado Ryan ele vai falar uma coisa interessante sobre essa questão da narrativa que tá sendo aqui trabalhada ao longo de todo o livro O Mundo antes muito variadas o que é quando a gente tá na no início da vida a gente pensa na nossa vida como uma hora a criativa né a gente vai estudar fazer faculdade arrumou um emprego casar de família sei lá ficar
bem sucedido no trabalho não acho que chega um momento da vida em que o a narrativa parece não progredir para lugar nenhum ou ela parece estar em decadência porque você já começa a ver os divórcios os filhos saem de casa você fica mais velho fica menos vigoroso menos criativo Enfim então ou você aceita que a narrativa não sai para lugar nenhum ou você aceita que um determinado ou determinável parte da sua vida essa narrativa é descendente por isso também trabalha com vários grupos várias das pessoas que têm a sei conversa ou são divorciados como ela
ou são escritores como ela e eles estão ali estão tratando das mesmas questões mas na pessoa o personagem que vai ser o seu duplo mais Evidente é a pessoa da última conversa é também uma escritora que aparece na última conversa essa escritura Estamos também em Londres ela também vai ministrar uma oficina de escrita criativa e ela vai se hospedar na casa entre a Fê está a feita se preparam para voltar para Inglaterra e essa escritor está chegando meio para ocupar o seu lugar essa pessoa passou por uma experiência e essa experiência traumática abalou a sua
capacidade de narrar ela fala sobre os efeitos desse trauma essa escritora uma dramaturga e ela fala que ela perde a capacidade de narrar toda vez que ela vai tentar falar de alguma experiência ela acaba Resumindo tudo de uma única palavra né E essa escritora tem falas interessantes Mas é dela a fala com a qual eu abri o livro essa coisa de se definir pelos outros né ela tem essa diferença de conversa no avião em que ela percebe que é vendo um homem falar sobre tudo que ele é que ela entende o que ela não é
nela Travessa Dante descrição ela vai se identificando aquilo que ela não é vendo o homem fazer afirmações categóricas sobre o cinismo mas ela também vai falar sobre a experiência e da linguagem que não tá conta da experiência né que não dá conta de uma espécie de experiência limite na página 180 essa escritura diz assim depois do incidente havia constatado que ele faltava o que se Poderia chamar de vocabulário uma língua materna do eu faltaram ele palavras como se dizia pela primeira vez na vida ela não conseguia descrever o que havia acontecido nem com ela mesma
nem com os outros falavam sobre isso claro falava sobre isso sem parar mas por mais que falasse a coisa em si permanecia intocada velada e misteriosa e inacessível então ela fala sobre mesmo depois de reiteradas tentativas de falar sobre uma experiência a linguagem não dá conta então é muito interessante que esse livro ele contrapõe pessoas que têm grande fé no Poder da narrativa e o poder dos livros que ela se inscreveram ainda a capacidade de falar sobre si mesmo e outras pessoas que não para quem a narrativa ou não e por cima do real ou
ela tem algo de limitante né ela tem algo de restritivo e essa coisa dos duplos da feia narradora com essa última escritora interessante o que essa útil escritor tá falando abertamente sobre as suas dificuldades de narrar sobre as suas dificuldades com a linguagem depois de uma experiência traumática e ela é um templo dessa narradora que não fala de si uma narradora que de certo modo também não está se encontrando com a linguagem com a a forma narrativa narrador que preferiu observar mais ouvir mais pelo menos durante esse período de mudança de vida divórcio fim do
que falar sobre esse né fazer afirmações assertivas sobre esse mesmo mesmo nas suas aulas de escrita criativa a Feia uma professora que houve mais do que fala prefiro os alunos a falar e a gente nunca vi nenhuma mensão aquele livro ela escreveu aqui né enfim ninguém É só perguntar onde é que ele adormece ela estava trabalhar em alguma coisa mas ninguém fala sobre o que ela teria escrito mas tem algo interessante Porque se o livro tem um texto muito o texto ele é muito bem construído ela faz ótimas descrições ótimas descrições de circunstância ela faz
ótimas caracterizações de pessoas constrói diálogo junto então a gente tá vendo aqui que a ao reitor através dessa narradora sem ela tá construindo um livro sobre o entre "nada porque é esse micro enredo que não caminha para mudar só ou ele ele não caminha para uma conclusão única ele é um livro mais aberto também baixo fui o seu interior mas todas as competências necessárias para escrever um banho estão sendo utilizadas aqui que a gente vinha feio falando muito pouco sobre o processo de escrita criativa nas suas aulas visto que ela pede que os alunos falem
sobre aqueles vir e fala sobre o que eles presenciaram o viram coisas assim é a gente vê na realização da narrativa dessa narrativa das conversas que ela teve nessa narrativa das coisas que eu não viu que ela presenciou a competência do narrado né usada e com todos os seus elementos Esse é um Livro onde é importante prestar atenção na forma porque a gente tem esses espelhamentos a gente tem esses ecos que que se demonstram também na construção também na forma como livro organizado nas simetrias né nas repetições que acontecem muito Sutilmente de temas que voltam
sobre por exemplo padrões de comportamento né E tem haver um pouco com essa nossa percepção do ovo narrativo da nossa tentativa de se define através de Native do nosso uso da linguagem de moda apesar de vários dos interlocutores da narradora sem pouco egocêntricos e às vezes até um pouco irritante e debaixo das conversas várias conversas me fizeram pensar na minha vida e nas minhas próprias percepções e opiniões então assim culpa essas conversas me convidaram algum exercício de reflexão em alguns México e causarão empatia Em alguns momentos de me causaram emoções até mais forte tem cenas
aqui que causaram repulsa e tem cenas que me causaram tristeza e revolta Então apesar de ser de ser muito livro de escrito como a água livro sobre nada pessoas conversando eu eu senti emoções típicas que você senti lendo um livro aqui e eu acho que isso é foi muito bem sucedido embora assim de fato livro é muito fluido e ele tem essa fluidez não só de uma leitura que agradável e fácil de fazer ele tem essa fluidez no sentido de que ele não está indo para um lugar específico ele tá apontando para várias direções ele
está nos convidando para várias as reflexões em turnos de temas mais ou menos próximos se a gente for pensar porque Keila Fernandes teria indicado esse livro já que se ele botar no projeto Ferrante indica o que é ocorreu mais marcadamente é essa relação com a escrita escrita não desiste de dar sentido e eu pensei obviamente na tetralogia Napolitana e nas personagens Leno e Lilian que são pessoas que descobrem o texto literário uma possibilidade colocam nessa possibilidade de escrita é uma fé de mobilidade de mobilidade socioeconômica que importa medida usam a escrita como ferramenta a tentar
retomar as rédeas da própria vida e não ficar ali apenas como um joguete mas a apertar hoje tem momentos muito interessantes de relacionamento com a narrativa e com a escrita inclusive de recusa inclusive substituir essa essa escrita a narrativa mais literária por outro tipo de linguagem né ao que por exemplo acontece com a Lilo na tecnologia né então foi foi o que eu pensei mais as minhas reflexões numa tentativa de conectar e na Ferrante com isso durante o que foi nesse incentivo da crença e da perda doença na capacidade de usar a escrita de usar
a narrativa para entender a própria vida Para retomar as rédeas da própria vida e para encontrar um novo também de atuar né no mundo assim então acho que seria essa Mais a relação E aí eu convido o leitor janela ferro aqui também leram esse livro a me dizer quais foram as relações que vocês fizeram e também a quem e acompanhou aí na leitura já tinha lido o livro antes a dizer o que que achou do do esboço Eu gostei muito íntimo do livro assim eu não amei eu acho que ela não liga o que eu
tô lista de favoritos também não as coisas mais revolucionário da contemporaneidade como algumas pessoas em breve Mas eu achei um livro instigante que eu ligo muito interesse que eu acho que tem ótimas Sacadas e que já me deixou com vontade de ler os outros livros da trilogia afinal de contas de seu primeiro de uma trilogia e a segunda já está publicada no Brasil traduzida são a trânsito é isso muito obrigado a todo mundo que está acompanhando o projeto todo mundo que eu bora conversar muito obrigada aos apoiadores e lembra de por apoiarem o meu trabalho
Beijinhos e até a próxima tchau