E voltamos a quem Alberto som então agora aula sendo gravada vou começar falando de som e vou citar aqui um trecho do Mcqueen memória RAM e iremos fingir por um instante que não conhecemos nada acho que o dias da matéria das teorias do espelho nada As discussões sobre a realidade o a realidade do mundo exterior um a sme portanto Em presença de imagens no Sentido mais vago que se possa tomar por essa palavra imagens percebidas Quando abro meus sentidos esse percebidas quando fecho em todas essas imagens agem e reagem uma sobre as outras em todas
as suas partes alimentares segundo leis constantes e chamam leis da natureza né Jerson tá tentando colocar aí uma série de uma maneira de resolver problemas da história da filosofia né é como a resistência é a posição entre Sujeito e objeto ao sujeito e mundo né e ele coloca tudo como imagem né Muito de posição muito produtiva né para se associar com ciúme E aí E aí ele continua no entanto a uma imagem que prevalece sobre as demais na medida em que não em que Conheço não apenas de fora mediante percepções Mas também de dentro é
meu corpo é ou seja não só existem as imagens né então aquelas que quando eu abro meus olhos o Quando eu é o urso coisas espeta né que ele tá chamando tudo de imagem é mas também existe uma imagem né que para cada um levalessi que é o que ele chama de couro então quer dizer temos uma interação entre imagem corpo e as imagens do mundo E aí são temos duas definições Provisórias Logo no início né que Logo no início do marca de memória é chamo de matéria o conjunto das imagens de percepção da Matéria
essas mesmas imagens relacionadas a ação possível e uma imagem determinada eu cor né ou seja existe o mundo é matéria né do mundo é que ele chama de conjunto de imagem né e a percepção dessa matéria por essa imagem determinada que é o corpo de cada um tá E aí a pensar um pouco sobre isso né casa em 1896 e matéria é memória Bergson fala de Imagens e de movimento entre outros temas o recém-nascido o cinema poderia ter sido mencionado na confecção dessas teorias mas o Pensador não fala sobre isso não deu Então cadê ele
fala sobre imagens movimento é Mas isso não é associado ao cinema que tava o estado Nascente ali né Que beleza né não é um dos pensadores que a gente vai abordar nesse curso de difusão pretendo fazer Possivelmente no segundo o curso de difusão para gente ir Falar de pensadores posteriores a Bergson melhor consista em Vazante nos falaremos é ainda é mas eu acho importante fazer uma menção aqui Ah beleza porque deleuze vai tomar esse capítulo especialmente do matéria e memória como uma das bases é só que ele vai pensar a respeito do cinema né Beleza
como trabalho aumente vocês sabem tem dois livros né importantes era para pensar a relação entre a filosofia e cinema né que é o mais movimento imagem Quem é uma lançada 8385 justificado é os livros é de leitura é difícil muitas vezes é para quem não é Compartilha o vocabulário dele ano tá chegando a beleza é mais que tem algumas dicas que eu posso dar inclusive para vocês de como ler em algumas sugestões de caminho de leitura uma das sugestões que eu dou justamente nesse primeiro Capítulo do matéria e memória né É E depois se pela
abrirem o imagem Movimento irem para o capítulo 4 no capítulo 4 do página movimento é junto com Capítulo é um de uma série memória vocês vão conseguir fazer uma série de intersecções é em relação já ao imagem tempo vai ser um pouco mais coisas que eu vou falar do Berg estão hoje bom né e um terço do vazão também que podem auxiliar na leitura dos livros né outra maneira também de entrar nesses livros né são as entrevistas né coletadas nesse Conversações é um livro que reúne é conversas né é desde 72 a 90 e tem
dois capítulos ali é tem um dedicado ao imagem tempo e outro imagem o movimento né então só um pequenas introduções aos livros é que também podem auxiliar a leitura daquele Se quiserem se aventurar por esses meninos de beleza né quer dizer ele nos combinar as conversações É verdade que os filósofos se ocuparam um pouco do cinema mesmo quando eu Frequentava e nem tanto a uma coincidência é o mesmo tempo que o cinema surge a filosofia se esforça em pensar o movimento é mas talvez essa seja a razão pela qual a filosofia não atribui sente importância
ao cinema ela quer foi o movimento pensamento como cinema põe na imagem uma Independência dessas duas pesquisas então é Justamente porque se hoje é fácil por exemplo na França encontrarmos uma série de autores o que tematizam cinema com ranciere Alan badio né and outro pediu Bernard né vários filósofos indicam a falar também do cinema hoje é no começo não foi bem assim ele para de Deus é em relação com isso né como pensar o movimento é a independência das pesquisas é pelo menos é o que ele diz não conversações E aí E ainda nós conversações
uma entrevista para cair de cinema né a revista né a principal revista de crítica cinematográfica abertas em várias em assunto tal um modelo se fala né o primeiro Capítulo de matéria e memória pela empresa para vocês desenvolve uma espantosa concepção da fotografia e do movimento no cinema suas relações com as coisas quer dizer hora de Deus é uma espantosa concepção da fotografia do movimento no Cinema só que de fato é perto só não fala em cinema em matéria e memória aí é Um textinho aqui da imagem em movimento de beleza vocês verem a coincidência é
com que o acabei de ler do matéria e memória é chamemos de imagem ao conjunto do que aparece quer dizer mesmo relação Neto é que são colados conjunto de imagens e esse conjunto infinito de todas as imagens constitui uma espécie de plano de Imanência a imagem é matéria o universo material o plano de imanência é o agenciamento maquínico das imagens movimento E aí um extraordinário avanço de pega sobre o tempo é o universo com o cinema em C é como se o universo fosse um grande e cinema é imagem ou seja o mundo feito de
margens universo feito de imagem 1 é algo que está no matéria e memória e Que será a via de entrada para que o Beleza passa os seus livros sobre cinema né o décimo exemplos vivos de beleza são os cinemas são únicos em que utiliza o cinema para construir uma metafísica né então é esse plano que tá ali por trágico 11 eu acho que tem um microfone ligado se eu não consigo ver quem é agora Se puder desligar eu agradeço é ponta Robertson não é e é somente cerca de uma década depois Da Pele na hora
que Bergson falará do mecanismo cinematográfico do pensamento em a evolução criadora publicado em 1907 LJ 907 aí ele fala tem um Castelli Capítulo 4 é promoção criadora que ele fala nunca mesmo cinematográfico do peça mesmo é isso será que também muito importante para a relação entre cinema e Filosofia é vamos entender o que que ele quer dizer com isso aqui a evolução criadora também tem uns tradução em português né E aqui uma das passagens pros mais delas e Bergson Bergson além de ser um filósofo da máxima importância ganhou o prêmio Nobel é um excelente escritor
em passagens belíssimas veja só Bergson infância adolescência idade adulta e velhice são paragens possíveis e imaginadas por nós Interior ao longo da continuidade de um progresso a marcha Chaves encararmos como paragens reais já não podemos conceber a evolução possível depois em quando justapostos 30 seriam equivalentes ao movimento a idade idade o Gustavo França idade adulta desculpa filha realidade a transição para a cidade alcança os cartoons por entre os dedos como se estivesse né fotografias é o Pancia adolescência idade adulta e velhice né como se fosse que a gente entendesse né no exterior essa continuidade de
um processo não é de um progresso da vida né só que para ele essas paragens não dão conta né do que a transição O que é o tornar-se o que é o Devir definir né entre a infância até a adolescência idade adulta e velhice e a justamente é o que faz essa mudança caracteriza esse movimento essa Transformação esse escoamento e essa corrente Mac Bergson vai tentar entender os parabéns são para o conhecimento vulgar Ai que legal e era como se arrepender se fotografias a infância adolescência idade adulta e velhice fica preso aos pontos de uma
trajetória em captar a transição né É quase como aquele a gente vai imaginasse um eixo de abscissas e coordenadas né a gente vai Colocando ali os pontinhos né É mas não vai entendendo como como se dá a transformação entre a proposição esse conhecimento que ele chama divulgar né temos um conhecimento do verdadeiro conhecimento verdadeiro para dar som é aquele que está ligado ao também tá e fala caracterizado pela transe só pelo processo de E aí O Devir é uma tradução da palavra definir da em francês que ela tanto é o nome é devia Olha é
um verbo tornar né então a importante pra vocês entenderem essa acho que é só só essa explicação do significado da palavra em francês já dá conta com tanto talvez intuitivamente do tela significa importa para Bergson é que estamos em Perpétuo movimento transição processo é E aí a relação né entre cinema e Conhecimento realmente afinal de contas né se chama mecanismo cinematográfico de conhecimentos né o capítulo que a gente tá falando é o teste dizer né que tá ficando recebeu só no cinema tal como entendemos hoje Flávio não quer dizer que ele não frequentou uma sala
de cima no entanto Apesar de muito excitado para falar da relação entre filosofia e cinema porque ele de fato escreveu coisas sobre a relação né entre o Conhecimento e o cinematógrafo os lb44 a evolução criadora a professora tem algum moído alguém colocou também um comentário aqui alguns comentários no chat a gente tá ouvindo o ruído que eu acho que talvez seja alguma papel em cima do seu próprio computador não sei do teclado ou tocando não sei é mesmo o no microfone não ser tão todos os microfones fechado está tendo algum Gordinho Tem um pessoal comentando
eu não sei como será que são os botões da camisa batendo pode talvez alguma coisa batendo no seu próprio microfone parece que cê deixa eu abrir aqui mesmo que tava bastante gente comentando aí não não tá entrando Não tem problema algum é vovó te puxar as mangas e vamos ver se melhora tá se não melhorar por favor avisem porque realmente é incômodo assim que tá ela está atenção não conhecimento tão fino quanto do bergston e um ruído Ali atrapalhando tudo tá jóia Obrigado Eu que agradeço e para compreender isso o primeiro passo é observar que
trata-se do aparelho de projeção cinematográfica o cinematógrafo né como ele chama que interessa velho só não a câmera de filmar né parece uma continuando o barulho desculpa é mesmo não sei se é o microfone onde está o microfone não sei se tá é o microfone do computador na verdade não é Será que o aparei tudo continua o ruído não agora para o ruído é sem encostar aqui ó vou mexer aqui na no teclado aqui só não fez um ruído não tem juízo não é o teclado tá bom tentar mais um pouquinho senão eu dou um
resgate aqui a gente entra na aula tá bom beleza vamos lá e para compreender isso primeiro passo observar que trata-se de um aparelho de projeção né o cinematógrafo que Interessa Adelson Não a câmera de filmagem né parece uma bobagem como dira é chamar a atenção para isso né Mas de fato é importante entender então não se trata da câmera como a gente vê aqui né o grande cineasta miguelangelo antonioni né filmando não sabes que põe segurando uma câmera né mas se trata do aparelho de projeção né projetor né que é que a gente vê é
numa cena de um filme do mim vender é belíssimo chama domingo ainda também Então estamos falando do aparelho de projeção projetor a o segundo passo né para entender que ele quer dizer com isso né é observar que o cinematógrafo deve ser visto como uma analogia que bérgson quero explicar é o mecanismo do conhecimento vulgar e para tanto faz uma analogia com o projetor do cinema isso é com cinematógrafo como ele chama é é uma analogia isso é fundamental que quer entender é como funciona o Conhecimento vulgar é depois como veremos isso será utilizado é pelo
cinema né é para pensar o cinema mas o que ele tem em vista da evolução criadora é o conhecimento vulgar o é o terceiro passo é conectar o conceito de cinematógrafo um de caleidoscópio é outra analogia bergsoniana é tamo aqui montando né é os elementos dessa abordagem ericksoniana né eu coloquei até algumas imagens de gosto duvidoso aqui só para não esquecer Bom então caleidoscópios né que é que ele chama de caleidoscópio a cada um dos nossos atos show admitir que uma pessoa entrando cada um dos nossos atos diz é uma certa intenção da nossa vontade
na realidade que ocorre entre os nossos fóruns e os outros corpos um arranjo comparável aquele que compõem os pedacinhos de vidro de um caleidoscópio a nossa atividade vai de um arranjo para um arranjo para um arranjo para um Arranjo vendo apenas a nova figura é então nossos atos visam a inserção da nossa vontade na realidade né a hum a hum a existem vários arranjos né em seguida é comparáveis aos pedacinhos de vidro de um caleidoscópio né só que como se a gente prestasse atenção só na imagem daquele momento tenta no caleidoscópio E aí o sofá
ou tá aqui Agimos visando inserir nossa vontade na Realidade ao agirmos temos entre os nossos focos e os outros um arranjo é analogia de Bergson comparável arranjo momentânea dos pedacinhos de vidro o caleidoscópio vocês vêm aqui nessas imagens que são diferentes né assim seguimos agindo e de uma atividade para outra um arranjo para outro arranjo vamos apenas a nova figura 1 O que é um mecanismo cinematográfica de "né do pensamento e Do conhecimento vulgar é é o que o conhecimento vulgar faz com essas figuras é que Na neurologia são essas informações do caleidoscópio é o
conhecimento vulgar como um projetor de cinema né ou no projetor de cinema podemos dizer que na perspectiva de bérgson E cria uma ilusão de movimento e em outras palavras assim como uma analogia né assim como o projetor do cinema pais deste Lar imagens estáticas impressas na película criando a ilusão Do movimento o conhecimento vulgar também tem um mecanismo e nos olhos e você sabe sério quando você coloca um filme é no projetor né são vários programas é separados são como 24 são 24 fotografias é por segundo né E essas 24 fotografias são projetadas né e
é por conta da persistência na retina a gente vê tem uma ilusão de movimento né e Bergson está propondo é que ocorre algo semelhante em relação ao conhecimento vulgar né ou seja né É como se estivesse Ele pegasse pedaços né de que da das nossas na os arranjos que Nossas ações e reações contendo e aplicasse um outro tipo de movimento né a suponhamos né diz ele né no nesse livro ano quarto capítulo suponhamos que se pretenda reproduzir o movimento de um Regimento em uma tela o que o cinematógrafo para o fotografias cada uma das quais
representando um Regimento em uma atitude imóvel e constitui a Mobilidade do movimento que passa ou seja tiver Uns 24 fotografias o segundo né que de fato estão Imóveis né na película ele não no rolo do filme é mais projetados no projetor né reconstitui uma mobilidade né uma ilusão de uma habilidade é né o projetor cinema anel cinematógrafo o processo constituem extrair de todos os movimentos circulares fixados em fotografia o outro movimento E nas palavras de garçom é o movimento em geral um pessoal abstrato e simples é Oi para o Pensador ao proceder dêsse modo não
nos colocamos no devia Vejam a palavra de novo interior das coisas ao coroa ao contrário colocamos nos fora delas fora das coisas para recompor o seu Devir artificialmente O Pensador busca eu tenho parte não do ponto de vista quantitativo no qual podemos mensurar e efetuar uma Ação faz o ponto de vista qualitativo né existe uma posição muito importante em Bergson que é entre tempo e duração existe o tempo é quanto estar vivo da física né e é para que nós possamos Agir é em relação ao mundo né e paciência por exemplo é muito importante esse
haja em relação ao mundo né mas existe o tempo do que ele chama duração como é que a gente pode perceber em de uma maneira por exemplo é o quanto o tempo subjetivo Né é diferente do tempo objetivo né quanto tempo qualitativo é diferente do tempo quantitativo né quando você está diante de algo parece durar muito mais tempo do que ele dura é por exemplo Em algumas situações ou situações que demoraram muito tempo do ponto de vista quantitativo né mas que do ponto de vista qualitativo parecem condensados né elas parecem ter certeza uma duração muito
menor essa posição entre o tempo 15 quantitativo EA duração é importante Em Bergson EA gente já tá começando a entender aqui por essas precisas dados que eu tô passando para vocês E aí o exílio artifício da nossa percepção tal como da nossa inteligência cálculo da nossa linguagem é percepção inteligência linguagem consiste em extrair dessas três formas de de ver a representação única do dever em geral o devia indeterminado um simples abstração Que por si só nada disso e na qual é até raro em sabe fazer em células vou colocar de uma outra maneira né E
deve som está quem daqui são está tentando falar é a respeito é uma questão metafísica ou seja do que está além daqueles vida é então ele tá perguntando pensar o tempo né O que a passagem do tempo de uma outra maneira né não tem nada a ver com a maneira é que ele tá chamando divulgar por um lado né nosso cotidiano né mas também em relação a Como a física trabalha o mundo que Visa sempre a são progressivamente tudo isso para mais claro para vocês a Edson Visa problematizá-la conceituação científica do tempo como abstrato homogêneo
e matemática composto de instantes quaisquer eu quero questionar o modelo espaço-temporal privilegiado pela física na Qual o tempo aparece com uma dimensão né na qual uma Sucessão de configurações instantânea do universo pode ser rico e compor artificialmente quer dizer no ponto de vista físico né é um segundo não ter a diferença do segundo que não ter a diferença do outro segundo ponto de vista da ação né No entanto do ponto de vista da duração EA perspectiva deve Sony Ana né Existe diferença né quer dizer a ciência moderna Age de acordo com Beto do cinematográfico E
aí Vocês entendem analogia é vai que esteja falando exatamente de cinema né ele tá falando de como os processos de conhecimento né a ciência moderna aja de acordo com o método cinematographo e não pode proceder de outra maneira toda a ciência está submetido essa ali faz parte da ciência trabalhar com sinais de ver os pais substitui os próprios objetos e para pensar o movimento é necessário um esforço e os sinais existem para nos Poupar desse esforço substituindo a realidade movente das coisas por uma recomposição artificial é necessário recompor artificialmente né isso que seria a realidade
mais profunda da nossa realidade a verdade mais profunda de tudo né para que nós possamos agir para que a própria ciência possa agia né E já estou técnica né a vasculhar os lados processos em queremos apenas nos resultados Qual é o Objetivo essencial da ciência segundo a tradição é aumentar a nossa influência sobre as coisas paciência Visa sempre a utilidade prática o mesmo quando se lança na teoria ciência datas a configuração geral da prática por mais alto que você leve deve estar sempre pronta para voltar a cair no campo da ação então é importante né
esse mecanismo entre aspas cinematográfico do Conhecimento né Para que se possam efetuar ações no mundo e E aí Bergson lenda ainda de som como vocês podem ver né um projeto construtivo natureza cosmológica né no qual se trata né de pensar o universo hora dos esquemas habituais que dizem a utilidade prática quero ver se o universo não é pensar o universo né pensar o Cosmos é a natureza do Cosmo Da Lógica do Cosmo hora do sistemas na utilidade prática e pensar Fora dos esquemas da utilidade prática é chegar ao que há de mais real dentro do
real para Bergson E aí eu pego o comentário é do professor Franklin Leopoldo e Silva é professor desconhecido dedicou a Bergson professor do departamento de filosofia esse dente escova Ericsson é em espírito ensaios livros importantes sobre deve só depois passarei para você na Bibliografia né que resume um pouco essas questões todas né E vai nos levar a o que pensar o que percebemos o Gardens na ciência no tempo São instantes se sucedem como pontos de uma linha imaginária e mais o que se dá entre os pontos lembremos a essa infância a idade adulta né assim
por diante né oxidar entre os pontos o processo pelo qual objeto muda transformando-se em seu evoluir Atemporal isso não percebemos Oi e a esse Parabéns de som a característica mais profunda da realidade é esse evoluir temporal é o ser é-o que verdadeiramente existe são mobilidade mudança e via Isto é continuo fluxo temporal é isso que existe para ver se é teve processo e para que o ser humano domínio real ele precisa ordenar a realidade do ponto de vista da prática de modo agir Tô brincando as necessidades humanas só permitem conhecer o que a realidade para
nós né Essa questão da prática e não por ela né ou seja não o que é verdade é curte E isto é as necessidades humanas não possibilitam conhecer a realidade em vista do que ela é em si mesma né porque nós ordenamos a realidade graças a esse mecanismo enfiar cinematográfica do conhecimento o ponto de vivência da prática né a Hora se a percepção habitual né passo a percepção ordinária na comum e o intelecto prático é não são os meios de aproximar-se da realidade Como devia como então o faremos essa pergunta né o segundo Bergson uma
percepção alargada e aprofundada vejam bem né aula percepção habitual EA uma outra percepção que a largada e aprofundada né aquela né segundo Bergson para uma recepção alargada e aprofundada não seja Voltada para a articulação pragmática prática da realidade longe do nosso trabalho costumeiro com o mundo e isso é possível provam a arte arte é em é muito importante Adelson né é o artista tem esse privilégio né de conseguir ter essa percepção alargada e aprofundada no qual ele chega não quer lhe concedo mais profundo da realidade é porque Alfa ao pensar X por fazer Artístico tem
a ver com um certo desligamento dessa percepção habitual desse intelecto prático É como se você tivesse que retirar os aspectos de ação e traga e prática da realidade e chegar no outro lugar que tem haver um devia com o tempo os com aumento do tempo assim por diante E aí E aí uma definição de atenção é muito importante e será em importante para a gente pensar várias coisas não só em Relação ao cinema a atenção é a que uma definição é o mecanismo seletor da percepção e ela que faz com que vejamos no real apenas
aquilo que preenche nossas expectativas de ação e trata-se de uma tensão seu esforço para que os homens se mantenham da condição de Senhor das coisas né Para que o homem se mantenha na condição de Senhor das coisas usuários da natureza é isso é na percepção habitual e não Conhecimento prático né atenção a mecanismo muito importante a gente pode pensar é o quanto a nossa atenção né é hoje é ou dizer ela é tentar capturar a nossa atenção o tempo todo dia redes sociais EA internet né uma captura da atenção né é que a gente tem
permaneça nesse estado e pensam e desforço né o tempo todo G1 é a condição da arte 1 é a condição da arte é o relaxamento dessa atenção dá atenção Aí você relaxa aqui são os artistas revelam aspectos e sustentados inesperados real graças a Sua percepção alargada e aprofundada isso é devido a uma indeterminação do foco de atenção né e é quase como se vocês quiserem criar é bom desligar o celular desligar a internet né entre outras coisas né que fico chamando atenção né é Potencializando essa atenção esse esforço essa tensão né a tensão tensão né
Entrar buscar uma espécie de indeterminação do foco da atenção no qual se acessa um ser mais profundo da realidade que tem relação com o tempo né com devia né esse relaxamento não é permite que a gente acesse lugares mais profundos e a arte assim colocou a arte assim processo né e as obras de arte uma vez realizadas poderão ser reconhecidas na nossa Percepção comum como portadoras a verdade porque reconhecemos nelas aquilo que direito podemos perceber não fossem os critérios pragmáticos habituais e conhecer a verdade é perceber aquilo que o Real tem de mais íntimo e
essencial o tempo a duração né então quando a gente ele não é só o artista né nós mesmos ao anjo da obra de arte é essa e conseguimos essa entrarmos nela e os Olha como se nossos critérios pragmáticos habituais é se relaxar sem De certa maneira né e a gente ficou reconhecer se aquilo que a gente de direito que todos podem reconhecer clique direito podemos perceber né eu vou aqui dar dois exemplos é que eu acho que podem ser bem interessante sair para pensar e aí eu tô saindo de Beto som mas eu acho que
podem ser interessantes para a gente pensar a respeito disso é o primeiro exemplo vem da literatura né Carlos Drummond de Andrade né no seu famoso né máquina do Mundo né que tá no Claro Enigma e 51 bom E como eu para minha palmilhasse né certinho certinho como eu falo milhares vagamente uma estrada de Minas pedregosa uma fecho da tarde um sino rouco se misturasse ao som de meu sapato era pausado e seco e aves pairassem no céu de chumbo e suas formas pretas lentamente se fossem diluindo na escuridão maior vinda dos montes de meu próprio
ser desenganado a máquina do mundo se abriu é como nesse é um trecho Só né Desse poema fundamental a máquina do mundo é no Qual poeta é o vindo se no fecho da tarde ensino rouco Bergson vai falar sobre sinos também é para entender a duração é e como se ele pudesse ver a máquina do mundo se você apresentasse o mundo tal como ele é né um certo momento né Quem fará uma leitura bergsoniana não souber Sonhada mais valendo-se de Perto com também nesse poema é o professor José Miguel wisnik o seu livro A maquinação
do mundo que tem uma análise e interpretação brilhante talvez definitiva no restritiva né nesse poema né que justamente se abre a máquina 1 e o segundo exemplo é que já deve ter ocorrido alguns vocês enquanto eu falava de Império do som né editar cobre né nesta Russo é que justamente escreveu né esse livro né esculpir o tempo é tempo Uma questão fundamental dentro do cinema e no pensamento de tarkovski a respeito da arte 1 a lista kodi acredito que o que leva normalmente as pessoas ao cinema é o tempo Olha só vocês eu vou comprar
seu ingresso é como se o espectador estivesse procurando preencher os vazios da sua própria existência dançando se numa busca do Tempo Perdido é O tempo perdido aqui não é não está por acaso é colocado pelo telefone da cobra esquisita pros é autor né volumes em busca do Tempo Perdido é é a pole Spin eleitor eleitor de as vejam e beleza isso não é o que levar as pessoas ao cinema é o tempo né ao comprar seu ingresso é como se o espectador estivesse procurando preencher os vazios da sua própria existência lançando o cinema busca do
Tempo perdido né nevasse ir ao cinema por conta do tempo E aí em outras palavras podemos dizer que o espectador que vai respondido tempo né é o título net também num último volume da em busca do Tempo Perdido tempo redescoberto né outras palavras podemos dizer que espectadores que vai redescobrir o tempo uma sessão de cinema busca estabelecer uma relação com a memória né tem a ver com o passado do espinhaço o passado Despertador com a própria experiência do tempo o tempo que passa é aí tem uma relação forte Bergson é essa experiência do tempo e
os filmes de tarkovski para aqueles que já tiveram a oportunidade de pelo né são experiências temporário é o tarkovski ele articula o seu filme não de uma maneira é em que todas as pé Olá sejam encaixados dentro desse modelo vamos dizer fragmar até é da Resistência né ele pensa é em termos de percepção alargada e Aprofundada um certo sentido ele é profundamente deve tomar né eu abro aqui um parêntese se habilitar para não perder ser exemplo na verdade mas aí pode um pouco é no Bergson mas eu não resisti então eu vou colocar esse parentes
aqui que são as fotos a gente pensar também né que são as Brown sisters né é do Nicolas Nixon é o Nícolas Nixon era casado uma Das irmãs grau e ele sempre fotografos irmãos e as irmãs dela né ao longo de décadas é sempre na mesma posição poderíamos um primeiro momento falar é o que ele fotografo né são aqui aquilo que o Bergson comentou lá atrás né infância adolescência né é adulto dele se né por isso que ele fez né fotografando uma vez por ela no entanto vistas em conjunto essas imagens é elas me parecem
que elas de Fato né eu posso estar te abusando da subjetividade que elas de fato nos levam a percepção a largada do tempo poderia embora seja imagens está Vou colocar elas para vocês quatro delas são várias é e vale a pena procurar depois vê-las todas minhas fica para você daí que vocês acham né bom então aqui as irmãs né 176 bom né sempre na mesma ordem nos estarão né e é depois elas em 1988 a E aí e depois elas em 2005 E aí e depois elas em 2013 eu vou voltar aqui fazer uma sugestão
é do Olhar escolha uma dela e colheram agora Fiquem sempre olhando para ela na posição eu vou aí voltar algumas vezes é o fim da então Jesus que vale a pena é que a gente possa refletir vamos agora a segunda parte da aula né Bergson é um autor permite tantas coisas né para ser falada mas eu vou eu acabei de aula faz parte do nosso curso aqui tem um curso panorâmico de dar né Bom vamos lá E aí E aí E aí o pão vamos lá relação entre a filosofia eo cinema na França parte 2
da aula mudando de um pouco agora já a gente já viu né é alguns aspectos aí é Três e... Em relação da França e o cinema é influência da teoria do drama de terror é a França influenciou o mundo né E esses onde né a criação do gênero melodramático é como um fenômeno francês espalhou pelo mundo Como disse que tomar som é a França inventou o cinema com a finalidade de continuar a Revolução Francesa como disse pro Dom né Estamos vendo sair muitos elementos né compõem essa relação muito particular Que a França tem como cinema
né a filosofia que é feita na França é também é o cinema é E aí E aí eu vou voltar um pouco para a história do cinema né só que a gente possa entender alguns pressupostos esperando importantes e a gente falar de Sacre de novo. É e sabe química Curitiba azan Tô voltando aqui uma outra coisa muito específica além desses três pontos que é Um certo gosto público né do público as pessoas em geral pela realidade em Paris no final do século 19 Aí usa aqui um trechinho de um livro que eu recomendo né que
é o cinema EA invenção da vida moderna eu vou falar de dois ensaios muito rapidamente só para colocar aqui pontos para você para vocês mensagem espectador cinematográfico antes do aparato do cinema o gosto do público pela realidade na parede do fim Do século i Esse é um guia é assim chaio de conversa citando um guia é o dia Castell de parede 1884 O que diz nenhum outro povo do mundo Aprecia tantos divertimentos quantos parisienses E amanhã tá de noite verão inverno Há sempre algo para serviço e uma grande parte da população parece absurdo vida na
busca de prazer né então Divertimentos né a capital do século na capital da modernidade né Paris do século 19 né é divertimento chama atenção né mas não é qualquer tipo de investimento né o final do século 19 a vida em Paris era fortemente identificada com o espetáculo e o show se tornavam cada vez mais parecidos com a vida não é possível pensar só com a autora não é o início do cinema como mais um elemento que se apressam gosto público Pelo efeito de Realidade em atividades culturais quer dizer já havia uma busca mede espetáculo é
em que tiver houvesse um efeito de realidade né a gente já falou desse efeito de realidade né é colocado dentro do teatro a partir da teoria do drama de terror né mas existem outros aspectos da vida cotidiana de Paris no século 19 em que as essa busca de efeito da realidade é e que atrai multidões e por exemplo pelo menos três locais de Prazer popular na França mobilizavam olhar do espectador pré cinematográfica necrotério de Paris os museus de Cera e os panoramas os três que formavam parte da cultura de massa de país perante um espetáculo
realista quase sempre proximidade com as narrativas supostamente reais nos jornais Ou seja é o público Lia nos jornais né é só de um crime e depois esse esse os corpos A eram expostos no necrotério De Paris era possível visitar bom então você sabia a história de um crime né iria depois ver o cadáver né ao certo evidentemente ao costuma óleo no início mas também vai se essa busca pela realidade né isso aparece também né nos museus de cera que buscam é reproduzir personalidades criminosos também né de maneira realista né e os panoramas né o juran
Mas também de acrescentar aqui ó E isto é numa história que vem dele usando a realidade proposta da teoria dos dramas de terror O partiu admitir isso era uma história que vem da ilusão de realidade proposta na teoria do drama de terror passando pelo melodrama e combinando-se com outros espetáculos populares na França não gosto público pelo efeito de realidade O que é poderíamos nos perguntar né Nessa perspectiva não seria possível pensar o cinema um caminho que vai esclarecimento das luzes é mesmo até uma ilusão das luzes é uma pergunta né mas sem importante para a
gente pensar é o pois em relação às a ti mesmo com Tim e baza E aí E aí eu acho importante que a gente espalha um pouco hoje eu vou falar na hora que eu vou falar do está sem Do ponto de vista da teoria Sacre Ana é e o que Sato falou sobre cinema no ponto de vista teórico é os textos em criador do cinema né e o que é possível estabelecer a partir da relação entre existencialismo e cinema uma vez aqui não só escreveu sobre o cinema né É no volume muito menor do
que escreveu sobre literatura mas entendeu sobre o cinema é só se foi roteirista é tatty trabalhou como roteirista em mais um filme é contratado pela parte né Quem era grande empresa né mas eu quero ser eu vou pegar aqui um trecho de saco e vou ler um trecho do saco deixei um pouquinho longo mas espero que vocês me permitam que é um trecho de um dos mais belos livros autobiográficos já inscritos e é as palavras e no final da primeira parte das palavras tá você fala da importância do cinema para ele tá infância e eu
acho que para Gente que tá pegando esse caminho é que vendo de terror passou pelo pelo melodrama fala de um efeito de realidade é uma das mais belas descrições O que é o cinema para alguém no caso o cinema mudo é logo no seu início né é um cinema aqui tratado não é o cinema da banga em ao cinema que busca uma ligação com as vanguardas européias mas no cinema é que é o cinema que nós estamos chamando aqui de classe é e na aula que vem será mais Meu saco É mas não vá usar
as falar vale a pena leitura disso porque é um documento é importante desculpa E aqui as palavras temos uma tradução né Jacó guinsburg livro de 1964 Bom vamos lá o o Tati fala e os portugueses do século passado jamais esquecerão sua primeira noite no teatro conhecer os escritores Incumbiram de relatar as circunstâncias e se inscreveu né que eles escreveram né sobre o teatro como foi Ir ao teatro né a gente viu né passagem tratores o prático o teatro do beijo e sai de Sati desafio meus contemporâneos a citar a data de seu primeiro encontro com
se nela e entramos às cegas em Um Século Sem tradições Cadê o século 20 que havia de sobressair sobre os outros por seus maus Modos e a nova arte a arte ideia prefigurava a nossa by é nascida em um covil de ladrões incluída por portaria administrativa entre os divertimentos de feira apresentava costumes populares e nos escandalizar e que escandalizavam as pessoas sérias eu era diversão das mulheres e das crianças a nossa adorava minha mãe eu mas quase Não pensava nos nela e nunca falava nos dela e fala sido tão este não falta quando nos vemos
fontes de subsistência havia muito que se tornar a nossa principal necessidade né salto e na c1905 né ele tava escrevendo é a sessões de cinema mais ou menos de 1912 por aí Oi hoje é de chuva minha mãe me perguntava o que eu desejava fazer é um tapa o último momento uma negligência Calculada nesse dia vamos entrar numa sala de projeção o meu avô Apareceu à porta de seu gabinete quando abrimos a do apartamento indagava onde vocês vão crianças ao cinema dizia minha mãe é de franzir as sobrancelhas e ele não deixava partir dando de
ombros iria na quinta-feira seguinte ao Senhor se morou é um colaborador da Lagoa né beijando Simone ou você quer um homem sério você compreende isso minha filha Leva meu neto ao cinema e o senhor Você morou responderia com a voz conciliadora Eu nunca fui mas minha mulher vai às vezes o ou seja veja o valor né que o cinema tinha é para o avô dos a né pai do chat apareceu não é presente na vida de sal sabe né lavou né E a mãe que são muito presença E aí ele escreve a sessão a sessão
já começar E seguimos há indicadora cambaleando eu me sentia clandestino e acima de nossas cabeças um feixe de luz branca atravessava a sala Bom dia se dançar nele nesse feche né poeira fumaça um piano inchava que se chama é o que anos é na net a sessão cinema Não exatamente muda né é o piano inchava eras Violetas Museu na parede motores infernize de desinfetante ficava Minha garganta e eu raspava minhas costas e joelhos né a maneira que tá sentado sentado no assento tangente a minha mãe introduzir uma coberta dobrada sobre minhas nádegas afim de me
almoçar ele te responder né ursinho olhava a tela Descobriu um X fluorescente paisagens pestanejam antes raiadas de aguaceiros chovia sempre mesmo em pleno sol mesmo nos apartamentos e tá se Referindo a isso da maneira literária né ao modo como os grãos apareciam na tela é a imagem ela não tinha mesma nitidez que tem hoje né havia uma granulação não né diferente é que ele tá aqui dizendo como aguaceiro chovia sempre mesmo não só Oi e aí ele conta uma coisa que é curiosíssima né do ponto de vista literário às vezes um asteroide Em Chamas usava
o salão de uma Baronesa sem que Ela aparecesse espantada né É que às vezes o filme Ele tem ele faz tem uns furos nele né E aí a luz passa né E como se fosse chama aqui de um asteroide Chamas né que passava pelo salão da Baronesa e ela nem prestava atenção pedipato é isso não estava é dentro do filme né estava na projeção o enfim dizer eu abri essa chuva sem que a ação sem repouso e vai acabar com a primeira parte da sessão é o fim da primeira parte era Brusca desintoxicação a luz
acendeu a luz onde me encontrava eu não havia o menor ornamento fileira já senti o suplementares que deixavam transparecer por baixo as molas as paredes borradas de óculos um assoalho de um cabo de tocos de cigarro de escarros humores abafados encheram a sala e inventava se a linguagem se ela muda Música As pessoas esfregar uns olhos cada qual descobrirá seus vizinhos soldados domésticas do bairro um velho sul do mascar tabaco Operários Cabeludos e um alto ou desse mundo não era o nosso mundo pois é o mundo dele é tarde sua mãe seu avô né e
felizmente pousadas de espaço em espaço sobre essa papel de cabeça por essas plateia de cabeças grande chapéu papel os palpitantes tranquilizar né talvez mais próximos né do mundo tá Tchau mãe a família junto praia meu avô familiares os balcões de segunda a hierarquia social do teatro dela o gosto pelo cerimonial e quando muitos homens estão juntos vamos separá-las por meio de ritos ou então ele chá se não o cinema provocava o contrário né contrário no teatro né esse tchau tipo de chá mais do que uma festa o seu público tão Mesclado parecerá reunida por uma
Cássio é morta a etiqueta desmascarado enfim o verdadeiro vínculo dos homens aderência daí dizendo tomei aversão pelas cerimônias adorei as multidões né ele vai falar no outro texto né Cinema Arte nas multidões eu vi Multidões de toda espécie porém nunca mais encontrei aquela não deixa aquela presença assim recuse cada um em todos aquele sonho desperto aquela consciência obscura do perigo de ser Homem e 7.940 1940 no instalar Agridoce de né que é o campo de prisioneiros vão se sacrificou preso em o desconforto igualitário a sala de bairro aprenderá que a nova arte cinema pertence a
mim como a todos éramos da mesma idade mental eu tinha 7 anos e sabia ler ela 12 e não sabia falar dias estava em seus primórdios que havia dito o grande dia eu pensava que Cresceremos juntos não esqueci nossa infância em comum a marca dia que tá falando a verdade é que fala com 12 anos né pensando em 1900 na verdade aqui em 1912 as o que importa aqui que eu acho interessante né que estava como se eles fossem crescendo junto né e cinema que cresce junto na França né junto daquele tipo muito tempo foi
considerado o grande filósofo francês né O saco está quente não esqueci nossa infância em comum né ele e sabia ler e ela que não sabia falar né E aí ele contando né das Sensações dele né que hora eu acho importante esse documento é para a gente percebeu que era aquela uma sessão de cinema dele é inacessível ao sagrado eu adorava a magia do cinema Era uma aparência suspeita que eu amava aquele que essa Mente pelo que ainda lhe faltava é aquele fluxo rumorejante era tudo era nada era tudo reduzido a nada é o preço do
branco eu fazia cores eminentes e resumiu em ser todas as roupas e só assim velavam só se revelavam iniciado a Encantada me dizer o invisível acima de tudo gostava do incurável mutismo né mudei os meus heróis e o antes ao contrário não eram Lurdes já que sabiam fazer-se compreender Nos comunicávamos pela música Era o rumo de suas vidas interiores eles a música tocada ali pelo pianista né é isso flava é a imagem o outro sentido pois nós iremos mesmo contigo falando da relação entre música e imagem a inocência perseguida veja esse tema da inocência perseguida
né que nós vemos ali é de maneira embrionária em de terror mas de maneira é totalmente programática no melodrama francês do século 19 e que a gente tá vendo nos Curtas menos Filmes né eu saco assistia É no início do século 20 né a inocência perseguida não se limitava a exprimir ou mostrar a sua gula o impregnável dessa dor com a melodia que saia dela e eu lia as conversações mas ouvir a esperança EA amargura eu surpreendi a pelo ouvido agora altiva que não se declara e eu estava compromissado Não Era Eu aquela jovem viúva
que chorava na tela e no entanto ela e eu tínhamos uma só alma Vejam vocês né o processo de identificação tão importante do cinema classe né você não é o personagem né E nem tanto né É como se você tivesse a mesma alma que aquele personagem enquanto dura a sessão é tarde já fala isso né Eu estava compromissado Não Era Eu aquela jovem viúva que chorava ela nem tanto ela e eu tínhamos uma só alma A marcha fúnebre de Chopin não era preciso mais para que seus planos molhar sem meus olhos E eu me sentia
profeta sem poder te dizer nada antes mesmo que O Traidor traísse seu primo entrava em mim quando tudo parecia tranquilo no castelo após esse início denunciavam a presença do assassino e como eram felizes aqueles Cowboys aqueles Mosqueteiros aqueles policiais seu futuro está valer aquela música premonitória e governava o presente em um canto e nem terrupto confundia-se com suas vidas Arrastavam a Vitória ou a morte avançando para o seu próprio fim já eram esperados pelo amor sem perigo pelo General pelo traidor emboscado na floresta pelo amigo amarrado junto de um barril de pólvora e que observava
tristemente a chama a correr ao longo do rastilho e a corrida dessa chama a luta desesperada da virgem contra o Raptor agalopada do Herói pela estepe o entrecruzamento de todas essas imagens De todas essas velocidades e por cima o movimento Infernal do intestino orquestral extraído da danação de Fausto e adaptado ao piano tudo isso não constitui assim não uma coisa era o destino e z nós temos aqui a descrição de Sarney de elementos que nós vimos na aula anterior no melodrama e chegam ao cinema e aqui de raciocinar A algo que será importante é para
gente pensar a relação entre start e o cinema é porque ali ó é nesses chama-se coloca o destino é a gente viu o papel da Providência é que havia no melodrama e que a no cinema claro né é o destino né É E ao mesmo tempo Padre de moderar O existencialismo né uma filosofia que é voltada a contingência é justamente o oposto do destino teremos esfumar os detalhes né e na próxima nesse caso E o herói põe o pé em terra em que a mecha outras duas se atiravam sobre ele um duelo a faca pentear
mas os ares deste duelo participavam por sua vez aí gordo desenvolvimento musical eram falsos Ares que dissimula vão mal a ordem Universal que alegria quando derradeiro golpe de faca com esse dia com os derradeiros acorde eu me sentia satisfeito encontrar o mundo a que desejavas dizer tocava no absoluto O que mal está também quando as lâmpadas tomar vão acender se eu me dilacerava de amor para aquelas personagens e elas haviam desaparecido levando embora seu mundo e eu senti a sua vitória em meus ossos todavia era delas Não a minha na rua eu voltava a ser
essa numerário fazer esse momento né que a ilusão de realidade né permite uma satisfação né E que a alma do personagem é a alma do espectador é EA decepção de ser lançado e volta ao mundo é onde o destino está Proposto ali no cinema clássico não existe Ao menos para assar e o futuro existia o cinema o havia revelado a mim eu sonhava em ter um destino e daí ele vai encontrar justamente é vá logo disso ela teria para casa e depois é muitas pessoas o quiseram é ia para casa e encenava brincava né dos
heróis que não tinha visto na tela Enquanto sua mãe tocava piano E a e é como se de criação próprio mundo imaginário que se bastasse a linha né ao fazer isso repetir esses heróis no entanto é quando ele estava diante de outras crianças e sobretudo quando ele não era aceito nas brincadeiras joga as crianças ele percebia o quanto havia de ilusão tanto no mundo do cinema quanto das suas próprias brincadeiras e aí que ele vai descobrir a escrita eu acho que dito isso né Eu acho que podemos entrar aqui numa conceituação do Que eu chamei
até agora de cinema clássico é chamado até agora é por essa mensagem que eu tô falando como cinema é que se ensina em classe né cinema da linguagem já decupagem clássica né Eu acho que vamos entrar aqui em alguns aspectos eu acho que uma explicação é excelente a respeito do cinema plástico né é aquele se quiser né tá aqui em basã né esse crítico importantíssimo é influenciado por Sasuke é Morreu com apenas 40 anos de idade foi o fundador da revista que a gente cinemar junto com outras mas o fundador da carreira de cinemar influenciou
toda a geração que formou o Gari vale é e foi muito influenciado por sorte E aí que é cinema moderno certo é muito ligada a Cosan a ideia de decupagem clássica né a ideias montagem visível outras coisas são ligadas da base vamos falar um pouco de um a primeira o que apresentado PASEP pelo De livros né diz desculpem o dízimo Deus né alguns críticos de cinema pelo menos maiores são filósofos na medida em que se proponha uma estética do cinema eles não são de Formação mas se tornam já era essa aventura de Bazan Bazan é
ele se torna filósofo não é na medida em que propõe uma estética do cinema né ou seja realmente Bazan tirar uma importância grande problema né como nós veremos é é uma das chaves de Leitura da imagem tempo o segundo volume do de luz de ligado ao cinema né e Mathias o cinema eu vou falar aqui um pouco para entender o cinema clássico não é do ensaio a evolução da linguagem cinematográfica aqui é uma síntese de três artigos é que tá no seu pedido no Brasil essa que a capa da edição da compôs aqui na ir
depois da o burro é é essa já é a dúvida alguma o disbasia de 1930 parece ter sido Instituído pelo mundo afora e principalmente a partir dos Estados Unidos uma determinada determinada comunidade de expressão na linguagem cinematográfica ou seja um discurso cinematográfico a programar um tô fazendo tá falando 1930/1940 mas isso se dá antes de vai ver eu olhos cinco seis gêneros é seguro então só massacrante superioridade da comédia americana o goleiro o filme de Dança filme policial de gangsters o drama psicológico de costumes o filme fantástico de terror Western E aí para vazão é
o segundo cinema do mundo é sem dúvida alguma o francês sua superioridade se afirmam os poucos não a tendência que podemos chamar de Realismo no ar ou Realismo poético E aí e as Produções Americanas e francesas bastão para definir no cinema falar anterior a Segunda Guerra Mundial como Uma arte que alcançou equilíbrio EA maturidade Bom primeiramente contra o fundo grande gêneros com regras bem estabelecidas a gente viu que vieram ali do melodrama capazes de agradar um público Internacional e também Elite culta e depois contar forma estilos de fotografia claros e adaptados ao tema uma Total
reconciliação na imagem do som em certos filmes admiramos os temas dramáticos e Morais que o cinema embora Não os tenha totalmente criado ao menos e levou a uma grandeza homem ficasse artística e de outro modo nunca teriam alcançado em suma todas as características da plenitude de uma arte clássica e aí temos a origem é nesses cinema chamado Plus é E aí que gostaria de sublinhar embora para o seu sobrinho o que está consolidado no cinema a partir de 1930/1940 a gramática do cinema clássico Já se consolidou antes mesmo do cinema sonoro antes essa década já
existiu cinema narrativo particular dominante na indústria eu acho importante para entender o cinema clássico e a gente veja alguns aspectos né e conecte-os de cinema clássico conectando nos com base será importante para entender depois a ideia de cinema moderno e ver também o Quanto essa ideia de cinema moderno ela é influenciada por Jackson é entre outros e eu para aqueles que são do cinema talvez aqui seja o momento é é mas didático mas eu acho que aqueles que não são certamente será importante passar por isso né alguns elementos da decupagem da montagem no cinema a
classe né E aí eu vou usar o livro de Ismail Xavier anel de cinematográfico é eu acho é um nível excelente é assim entender a Gramática do cinema vários pensadores muitos pensadores refletiram sobre o cinema não só os franceses é o mesmo usar aqui uma definição de decoupage né que a escolha dos planos que irão compor O filme é só para a gente ter aqui já uma cor podem ser Close planos Gerais é podem ser planos fechados né los hispanos na mão é pode ser um plano o primeiro plano né pode ser um plano geral
onde a gente vê Uma paisagem é um chá decoupage A Escolha dos planos que irão compor o filme É montagem a sequência né e a forma pela qual as imagens são organizadas você sabe chama-se fora da ordem né esse de culpa né ele te culpando a realidade tem recupera né cortar a realidade enquadrá-la né de culpa ela né e depois você é organiza dentro da Montagem é o que eu numa sequência para essas imagens é uma duração entendendo estabelecer o Ritmo é É um filme com a linguagem clássica montagem deve ser um visível termos de
vaza é isso é a combinação de planos é feita de modo que o espectador não registrará existe um corte entre uma imagem outra Zé tens um plano a câmera tá numa posição né depois ela mudou de posição ou seja temos um outro plano mas isso é feito montado por causa de uma maneira que você não perceba isso O dito de outra forma né os deslocamentos de câmera e logo do ponto de vista não são notados entre uma imagem separada da outra uma vez que essas mudanças de longe para perto desse dessa são justificadas pela geografia
da ação né ou pela transferência do interesse dramático e e por exemplo num diálogo então causa estranhamento que a câmera auxílio não vai e vem das pessoas que conversam se direcionando geralmente a pessoa que Fala a transferência de interesse dramático de uma pessoa para outra e torna invisível né Graças né mudança de posição de câmera é só as câmeras cruzadas né Esquece clássico da linguagem clássica né todas as duas câmeras colocadas diante de um personagem um que olha para a esquerda eu tô aqui olha para a direita e daí tem uns um diabo né tem
um plano de um plano do outro e aí a partir da mistura em geral pela pessoa que fala a gente não Percebe o corte entre as duas imagens E aí e agora usando as palavras de Bazan né no Cinema Passo pelas mudanças do ponto de vista da câmera não acrescentam nada apresentam apenas a realidade de uma maneira mais e ficar Esse é o primeiro quando permitem que seja mais linda vista e depois salientando que merece ser salientado quaisquer que sejam as variantes da decupagem clássica e da Montagem visível Né é um elemento ali del cinema
clássico sempre haverá pontos em comum a verossimilhança do espaço né e a intenção e os efeitos não é exclusivamente dramáticos né ou psicológico explicar isso melhor né E aí a verossimilhança do espaço né tanto no plano geral quando eu não fosse espectador sempre sabe qual a localização do personagem é a geografia de um personagem dentro de uma sala era O cinema clássico ela é muito bem definida é Pode parecer Óbvio e citar alguns mas existem cinemas justamente se contrapunha aí né a filmes um grande cineasta por exemplo Raúl Ruiz né em que os personagens Eles
vão mudando de lugar você é uma continuidade temporal do Diálogo mas a localização geográfica dos personagens na sala vai mudando o tempo todo é de modo a chamar a atenção para o fato de que você está vendo um filme E não Tu vais voltar aqui né A Outra outro elemento assim né prefeito de amar né um exemplo né Por exemplo inserir um plano geral de um personagem na amplitude de um deserto para mostrar a solidão aquele chegou após ações e situações trágicas é o Bill vimos o personagem passar por coisas terríveis nesse momento está Solitário
no mundo né em vez de nós vemos esse personagem é de péssima a Gente ver ele no deserto um se a geografia ampliasse né e mostrasse essa solidão que ele chegou após uma série de ações o outro exemplo né mostrar o colar em Close né da registrar é que ele é importante que o desenrolar do drama né É ou seja né tem seu efeito dramático para mim né Estou citando aqui no segundo caso né uma cena diversos é Um Corpo Que Cai é E já né em relação aos efeitos psicológicos né um exemplo né um
certo momento da narrativa tá optasse por um close para sublinhar as lágrimas de personagem um dos optasse por um plano geral esses detalhes se perderia no todo o impacto da imagem seria menos eficaz fazer o cinema clássico personagem chorando né É vai mostrar ele de perto e justamente quer ser ver aquela lá cada detalhe daquela máquina importante né é obter um Certo perfeito e em relação para o secador são exemplos que eu tiro a partir das afirmações de bazar só um minuto que eu preciso admitir mas não deixar aqui na sala e o cinema clássico
né Faz um sinônimo de parecer verdadeiro né aí volta em cima aí né A o sistema consolidado depois de 1914 Principalmente nos Estados Unidos a gente vai entender essa afirmação Posteriormente elaborou com cuidado o mundo a ser observado pela janela do cinema é cinema fosse uma janela para o outro mundo né tá ficou bem tira isso né e ao sistema né sistema que é o cinema faz não é meu três elementos básicos para produzir seu efeito de realidade a decupagem clássica e a montagem visível aptas a produzir o ilusionismo é ilusão de realidade é feita
para decupagem clássica cronometragem visível e deflagraram o mecanismo de Identificação entre público personagem a minha alma um de Sartre e a alma personagem a mesmo o outro. A elaboração de um método de interpretação dos atores dentro dos princípios críveis das aparências do comportamento humano ações reações sentimentos naturais né emoldurado Por uma preferência para filmagem estúdio com cenários também construídos de acordo com princípios fiéis As aparências do mundo físico é No cinema clássico é o cenário não é comemos no presente ou no cinema expressionista é expressionismo alemão né tem que parecer real os atores também estão
dentro daquele No método de interpretação é que the whole né já tá já tinha colocado com a ser teoria E aí é um terceiro elemento a escolha de histórias pertencentes aos géneros narrativos bastante estratificados em suas Convenções de leitura fácil e de Popularidade comprovada pela larga tradição de melodrama né falamos bastante disso é a polícia cinema a caminho em direção ao controle total da realidade criada pelas imagens tudo composto pro no mercado e previsto e ao mesmo tempo aponta para invisibilidade dos meios de produção dessa realidade é ou seja colocar filme não chama atenção para
o fato de que ele não é ele Se propõe a ser uma janela para o real é o reta um e ao que sabemos que uma ilusão em todos os níveis a palavra jovem aparecer verdadeiro montar um sistema de representação e procura anular a sua presença com o trabalho de representação parecer verdadeiro cinema claro tem que parecer verdadeiro Até parece dinossauro dinossauro tem que ser feito com efeito especial tão bom ele tem que parecer Verdadeiro né Por exemplo existe dinossauro Então tem que criar um dinossauro no cinema clássico né ele tem que ser crível para
mim aparecer verdade mesmo né os espectadores de cinema clássico o saeem com essa afirmação né Eu não acreditei naquilo não aparecia verdade é E aí é uma outra maneira de chamar o cinema plástico também é continentes estão é graças a continuidade Só queria falar disso quero estar no outro livro de Ismail né o olhar EA cena 1 quer dizer na ideia de uma evolução de uma narrativa para chegar ao cinema clássico muito tem se apoiar a Clara demarcação da continuidade do espaço do tempo é começo meio e fim né em geral nessa ordem né continuidade
do espaço também para que eu possa entender a geografia de mais uma continuidade lógica de cause Que rege a narrativa é é todo um sistema de causas e efeitos meticulosamente articulados Paulo como uma máquina né para produzir Essa ilusão de realidade e da psicologia dos motivos que embasam comportamento dos personagem também envolve continuidade Zezé muito comum cinema clássico naquele momento em que a gente descobre né o trauma de infância do protagonista né o do criminoso e fez com que ele seja Daquela maneira e e não por acaso na crítica norte-americana a expressão continue t-system é
outra forma de nomear o cinema clássico e vejam como está montada uma máquina inteira de representação é que a gente viu aqui de vários e vários aspectos que estamos chamando aqui de cinema clássico baseando-nos em basã né uma máquina de representação e quer produzir esse Efeito de real né e quer captar nossa atenção lembramos Gilberto som né esse tipo de cinema ele quer a nossa atenção e é aquela atenção bergsoniana que nós falamos né aquela voltada né o tempo todo nós estamos voltados dessa maneira é muito diferente do cinema o tarkov E por aí você
já começa a entender a diferença entre aquilo que se chamaremos de cinema moderno sem o que estamos chamando no cinema plasma E aí Oi e aí caímos né Voltamos ao Nosso cinema francês cartazes e do nosso curso é só quis fazer essa passagem Geral com o senhor plástico aquelas fundamental é para gente discutir os outros temas E aí voltamos pro início do cinema francês né pegando o segundo ensaio que eu falei que ia citar é desse livro O cinema EA invenção da vida moderna né o ensaio os perigos da pa ter o a americanização dos
Primórdios do cinema americano e e a liderança da empresa para até né francesa né eu era residente graças ao seu sistema de produção e Distribuição de massa instituído desde 1904 no entanto em 1906 seu maior mercado não era França mas Estados Unidos em especial com o crescimento do Nickelodeon é relógio Michael né loja transformado em sala de projeção cuja entrada custavam Michelon e Atraia Principalmente mulheres e crianças comê-lo gramas e comédias né e na França tem está vendo que não era muito diferente ali pelos a é e aos poucos porém empresários do cinema estadunidense né
contemplados por mês e auxiliados por jornais revistas restringiram a bater por um momento fundamental para o cinema estadunidense né reforçar seus temas e sua particular moralidade né A partir dominou o cinema durante um certo período né nesse Período Onde está se consolidando a linguagem né a gramática do cinema clássico é nos Estados Unidos era seu principal mercado e aos poucos foi sendo é cortada né Supermercado só fatia do mercado por sendo diminuída é começava a se chamar os times franceses de Moraes embora TV sem muitas coisas aos temas ao melodrama francês certa por exemplo Queria
sair o que ficou dão né gente falou do pronome no início do curso né é posse de pro Dom a continuação da Revolução Francesa e certa ele vai falar no certo paradoxo do cinema francês é um e também no livro A projeção Nacional cinema e Nação a Bros vimos foram afirmou a França inventou o cinema era seu papel o caso se prefira porque ela tinha necessidade de realizar o que considera seu papel iluminar os povos do planeta e Conduzir-nos pelos caminhos da Liberdade da Igualdade a França inventou o cinema com a finalidade de continuar a
Revolução Francesa e sequer Universal e no seu livro Historiador continua e até a guerra de 1914 18 a Primeira Guerra Mundial e marcou Talvez irreversivelmente o fim do domínio planetário europeu a indústria cinematográfica francesa era a primeira do mundo E desde então temos um paradoxo apesar da França ter inventado o cinema para iluminar o mundo com suas luzes a França na tela grande é um pequeno país e ela passou no estatuto de nação de ouvir né hoje invenção do do vier será Suprema mais última manifestação ao estatuto de uma ação voltada ao passado esse é
o é o diagnóstico de produção podemos ou não concordar Mas vamos tentar será importante para o cine Pensar a lista a relação dos Acre com cinema e e a França do século 20 Não forneceu mais ao mundo gigantes indicavam um rumo do porvir mesmo quando em circunstâncias extremas foi capaz de produzir o herói Nacional por exemplo undergone portador de uma grande narrativa é o cinema francês não representará não representará assim aí disso eu dou né talvez porque quando o cinema nasceu a França já era uma nação madura sem relação com os heróis e Santos com
os quais o cinema nisso como projeção Nacional cria suas grandes na área é só admitindo a João Pessoa Oi e aí pra entender isso né Jean Renoir a usar os cineastas franceses e tomou a revolução francesa com o tema que a gente viu que a Revolução Francesa é assim o elemento é o ponto fundador é não só da história que nós estamos contando né mas ponto fundador ali da História francesa né e curiosamente não foi praticamente retratada no cinema francês né o existem é incomparável assim a quantidade de filmes norte-americanos sobre weston né sobre o
sobre the westin os norte-americanos é com o por exemplo filme sobre a Revolução Francesa e ao mesmo tempo que a Revolução Francesa é fundamental para a história da França em geral nos filmes ela parece Vista com viés é sanguinario Né enfim paradoxo né mas aqui vamo trocar do outro paradoxo essa coisa do das grandes narrativas Eu já vi no áudio para os cineastas franceses e tomou a Revolução Francesa como tema e talvez o único a considerá-la um olhar favorável minha Marceleza disse nós não vamos tomar a Bastilha envolver em uma questão de cenário os americanos
que tem mais dinheiro que nós vamos derrotariam Vamos pegar um castelo no campo apresentam e já não vai para esse lugar da grande narrativa tá nisso phrodon salienta a reivindicação de uma outra abordagem a cenas espetaculares talvez não seja uma questão no cinema francês é a França tem uma literatura de grandes espetáculos de Fato né de cenas espetaculares 90 né mas a França não tem filmes para o nascimento de uma oração de grife é Metrópoles o encouraçado potemkin e o telefone seu dom é procura-se um outro cinema E aí é isso não impede na visão
pro Dom a afinidade eletiva da França com cinema em um outro lugar o cinema é sistematicamente considerado pelo conjunto de suas especificidades parte indústria questão social e Campo da técnica às vezes ela tem um lugar importante ali Estou recorrendo a este momento de história para gente se tu ainda mais fundamente a relação entre a filosofia e o cinema na França isso também não impediu o surgimento no final dos anos 50 da novela e vale é o movimento estético radical e marca a explosão de um cinema moderno na França é feito a partir de referências diversas
é cineastas como você Line Hot rocks Hitchcock e cujos nomes mais marcantes vieram da crítica cinematográfica de Eram justamente ali da carreira de Neymar né vou dar até um pecado falar tão rapidamente a nova ele vai Ah não velho vagnão só marcou de moda inegável do cinema francês né eu tô seguindo pro Dom e projetou no mundo Uma imagem forte reconhecido da França e vamos na mais pura tradição das luzes da Revolução Francesa inspirou muitas outras não valem vaga né a 1° o cinema novo brasileiro na novela E vai japonesa no Canadá assim por diante
mas é um outro tipo de cinema e não é o cinema clássico né e pega esse momento fundamental que a nouvelle vague e na mais pura tradição das luzes da Revolução Francesa inspirou outras maneiras de fazer cinema que não eram aquela do cinema Plus E aí a esse ponto de vista nouvelle vague constitui o principal aspecto de um conjunto muito mais vasto programa é a Construção a organização e o reconhecimento na França e uma certa relação com o cinema uma relação particular que faz de cami o principal festival de cinema do mundo e sinais que
se manifesta no papel da Cinemateca francesa um exercício de um pensamento crítico e exigente em relação ao cinema que aparecem suas revistas no gigantesco movimento popular por décadas dos cineclubes a cinefilia E na terra de acolhimento de cineastas do mundo inteiro e de muitas vezes e porta-voz do próprio cinema em instâncias internacionais de fato a trança muitas vezes é assumiu a defesa do cinema em instâncias internacionais e o circo um caso recente por exemplo que o fato do festival de Cannes é não aceitar os filmes da Netflix é eu chamo espelhinho passar pelas alas pede
cinema Antes de irem para o Netflix causa eles queriam Tá engane é é uma defesa nesse ponto em relação a a a ideia do cinema como um lugar que a gente vai e assistir o filme é a França na ação cinematográfica aqui não encontrou como se projetar no século a medida do instrumento que ela inventou torna-se por outro lado uma nação de outra ordem a patrulha da cinofilia mundial de sodom o país do amor ao cinema e geografia estendida na qual os time mais por Sesi clame galber Rocha Entre outros podem se declarar cidadão lugar
onde o cinema se proclama essencial a humanidade e onde o cinema torna-se tema do próprio cinema é quer dizer estão dadas aí as coordenadas né históricas aí para a gente entender essa relação com articuladas a França e do cinema né é muito específico temos alguns minutos agora para perguntas dessa vez eu consegui quase terminar na 1:40 disposição por uma hora e 46 mas agora a Gente pode conversar e ter questão eu espero que eu não tenho um a continuar daquele maldito barulho aqui de vir atrapalhando você aí Bom vamos lá eu vou abrir aqui o
chat porque a impressão que na verdade esperar mais eu acredito que microfone esteja esfregando em algo microfone microfone microfone é Deve som ao barulho sumiu Hot maravilha mas não temos questões aqui temos maravilhoso Bergson Bergson é a presença de todos e pés quem sabe Lita a questões E aí nós estamos todos em silêncio nós começamos for Bergson E aí nós falamos a sua importância depois fomos para o cinema francês E na o número que já fez questões Agora apareceu agora eu falo sim burra que eu vamo lá ele fez boas questões né opa olha tem
uma pergunta aqui o professor se você quer falar pode falar com a gente eu poderia falar um pouco sobre esta canoar não posso falar assim é o seguinte é é isso até bem interessante é Quando o e o basã tá usando no ali no sexo é muito mais próximo do que seria o realismo poético ali da França na década de 30 e certa pé é obrigado Rubens e É uma honra tê-lo aqui na década de 30 é da França a gente tinha o realismo poético na década de 30 também na França mas só acontecer algo
é se foi a Ida e muitos profissionais o cinema alemão né que começaram a fugir justamente do nazismo né eles ficaram os diretores sobretudo eles ficaram um pouco tempo na França e eles foram para os Estados Unidos né é que os um tipo de luz até tal né porque diretores de fotografia além da Alemanha muitos deles tinham trabalhado no expressionismo ficaram na França e outro tipo de luz e Tetra né a utilização de certos temas é que foram chamados de evasão tá chamando de noarg né entanto filme no ar mesmo né Ele é um tipo
de filme que ligar os Estados Unidos né serão produzidos ali próximo da década de 40 né tem o falcão maltês né o relíquia macabra entre Outros tantos filmes que conjugam elementos como a Femme Fatale mulher total né é uma outra coisa aqui também é aparece quer dizer com você a sociedade por ser toda corrompida né e a gente Tivesse umas um anti-herói que vai enfrentar o crime mas ele cotados não só livre coisas mas também me defeitos né existe toda mais uma história e cinema no ar seria quase uma Oi e a sua ciência para
cinema à francesa seriam quase uma hora inteira mas o que ter mulher pegou na França né filme no asa ni oi vem aqui ombros tem uma pergunta vai lá e Oi Desculpa talvez só toma uma dúvida Que eu tenho é se essa noção de tempo bergsoniana que só falou o tempo processual que a gente pode reconhecer em certa medida no tarkov que nos faz plataforma sentir o tempo nos filmes dele como é que a gente pode pensar é isso se a gente pode pensar isso por exemplo no cinema do a gente tem que é quase
um voo invertido do tarkowski quando o tempo ali é muito mais dinâmico muito mais rápido quando a gente consegue pensar esse tempo pega o Estoniano no cinema do a gente tem eu acho mais difícil de pensar realmente na cinema do a gente está aí dentro dessa perspectiva bergsoniana é lembremos que o próprio a gente está e é falado que denegou havia inventado o cinema né a gente estabeleceu essa viagem de de Roma melodrama e cinema clássico né É lógico a gente também tem uma macumba vontade de criar um cinema de Alex Porque a gente vai
entrar por outro caminho de ré É Acho que é Inclusive a própria metafísica do Belo sono não interessaria tanto ao a gente está em que tá pensando em como transformar o materialismo dialético materialismo histórico e cinema né o forma cinematográfica é e de fato é realmente o Paulistão espécie de Avesso nego lá existem né e a gente poderia até falar né porque o Alisson está ele é um cinema de mobilização também e quer mobilizar até atenção né o Tarkovsky é busca Justamente esse relaxamento da percepção habitual E é só em casa só totalmente diferente do
mundo né E aí é uma outra pergunta aqui da Beatriz Professor quando a essa relação com o passado presente até o futuro tem uma continuidade por exemplo conversa assim no presente volta de pro passada cinema moderno ou plástico né Aí é uma é uma questão E por exemplo o Christopher Nolan o que fez aquele filme que é o pênis é ele é cinema clássico não é no sentido de tipo de decoupagem a montagem visível chamar a atenção das coisas no entanto ele trabalha justamente por invenções temporais né já é um cinema clássico que se apropria
de elementos que estão mais presentes no cinema moderno é importante entender aqui na coisa do cinema clássico moderna é que é o Seguinte assim o cinema é uma arte moderna Ele nasceu assim a pena Ele nasceu na modernidade é a Rigor ele é uma arte moderna né falamos que modernidade tem a ver com a Revolução Industrial Revolução Francesa cinema é posterior a isso lembra tem a ver com isso é Oi e ele criou e ao longo do seu desenvolvimento ao longo da sua história melhor dizendo né criou se essa expressão muito ligada ao basã e
te Falar muitos frutos que vá cheirar continuidade de cinema moderno prosseguir de um cinema clássico é tirar outras formas de se colocar a questão Pasolini por exemplo falaram cinema de prosa verso gente lembra de poesia é uma outra maneira de você por a questão é estamos mostrar na França na Itália estamos falando aqui né mas se conheci o curso é tão falando aqui dessa designação que surgiu é ali com basante um cinema moderno que justificará em Beleza por exemplo assim por diante né é portanto cinema clássico Esse é o moderno são menos marcações é históricas
as ações de linguagem é de usos da linguagem cinematográfica É nesse sentido você pode fazer ir para frente para o passado certa como o ano passado em bar em bar é um filme marcado pela descontinuidade né é o balão Reis né e marcado pela descontinuidade né E aí sim muito ligado A um tempo bergsonismo pego sonhando É sim é um tempo que certamente não é o tempo o certamente não é o tempo da tensão mecânica etc né é o tempo do conhecimento vulgar e você pode ter um filme com o temer né Justamente que também
baralho o tempo mas é muito diferente né o os efeitos que se alcança Num caso como no outro né É acho que a própria visão dos filmes já já faz auto explicativa em relação a isso aí Eu espero ter respondido sua pergunta a segunda outra questão não entendo nada de cinema esse é meu primeiro contato seja bem-vinda Larissa Quais livros o senhor indica para as pessoas que estão começando a estudar a questão da história teorias estéticas no cinema é eu acho que uma boa boa maneira de começar eu acho tem uma série do Marcos Tozzi
chamado a história do cinema Uma Odisseia Ela foi lançada no Brasil em duas caixas de de né É legal ver uma história do cinema que você ver né porque né e eu marco outro é um Historiador pode ter questões em relação a ele mas é muito interessante a maneira como ele conduz essa história do cinema né apesar do subtítulo do Idoso Tiago história do cinema Uma Odisseia qualquer coisa assim é mas são acho que 10 20 Episódios no Paulo vai falar de vários cinemas o Tiago também sobre ele Na sala aqui nas aulas e eu
acho que vale muito a muito a pena né e é uma boa maneira e depois disso é o simples desmaio Xavier vai fazer cinematográfico é o olhar EA cena que eu falei aqui também é muito importante onde tudo presente que você lê o ensaio sobre o Bitcoin é vai se entender vai ser bem interessante aqui uma pergunta da minha mestra é o guyamar uma honra pela que o Gaia obrigado É Daniel o que você disse que o senhor francês não produziu épicos como o nascimento de uma nação é e a coração né deles é 14
e Napoleão i O lugar é na verdade é uma questão dos épicos mesmo que foram pouco produzidos segundo a proporcionalmente segundo o pro Dom é se produziu o presente existem alguns eps10 existe Napoleão né do Abel gance Que você bem lembrou é mas Napoleão Abel gance um filme quase e assim que tem exceções Raiz Se mas não é difícil de ser projetado até porque ele é dividido em três telas né É como se não houvesse enfim é o épico dos épicos mas eles não impedem projetável faz né quase ninguém viu na cor ela né é
Existem algumas coisas sim de tentar produzir épicos etc mas o cinema não se caracterizou como calda Essa maneira né ele foi muito mais para o lado do os filmes do Jean Renoir Né e depois alugar ivag né aí realmente a gente vai para o cinema como do Romero do goda né que não quer contar a história como faz o cinema norte-americano é história de mim como é que nesse É nesse esse tipo de personagem né curioso isso é pro dou uma conta aí eu confesso que também me chamou atenção assim acho que é um durante
esse período de pesquisa de pós-doutorado acho que é uma questão que tem que afinar mesmo é o Mais detalhe ligado pela pergunta minha meta usar né e é bom dia respondeu sim Bom dia eu pessoa com dia galera e tem pouco tá Já marcaram presença ligar os lugares são meio-dia agora meio-dia espero que ela tenha sido proveitosa para todos aqueles que não colocaram aqui a presença por favor coloquem agora é e eu vou te deixar o computador vou sair do Computador mas vou deixar ele mais 15 minutos de gado para que todos possam colocar a
sua frente Muito obrigado e nos veremos então na semana que vem para onde vai se sabe tá ligado e pelo que está escrito lá para aquele cabelo morrendo cada um