เฮ [Música] Bem-vindos a mais um Burnecast. Nós estamos aqui no Destiny Mind, a nossa mentoria anual de empresários. A gente fica por 12 meses reunidos com centenas de empresários do Brasil, eh, se preparando para o futuro, crescendo não só financeiramente, mas descobrindo o seu propósito, ganhando o mundo, sim, mas sem vender, sem perder a sua alma. E Hoje a gente recebe aqui no Destiny Mind e transmitindo para vocês no Brunecas o nosso mentor de empreendedorismo e negócios, Flávio Augusto. Um forte aplauso pro Flávio. Obrigado. Muito obrigado, Flávio. A gente estava falando aqui um pouco antes
de você chegar sobre a condição humana, que é a fragilidade física. De um dia para outro você pode Descobrir alguma coisa na sua vida. Emocional. Nós vivemos na geração mais afetada mentalmente da história. Eh, a nossa geração, ela ela está doente emocionalmente, mentalmente. Uma geração que quer ganhar dinheiro, por ganhar dinheiro, não entende nada de propósito e realização de vida. E, principalmente, uma geração que até quer se espiritualizar, mas talvez pelas motivações erradas. Então a gente tá Vivendo numa confusão, mas ao mesmo tempo nós temos pessoas que estão se destacando, fazendo tudo certo e você
é uma dessas pessoas. Nesse livro novo que eu tô escrevendo, Ganha o Mundo sem perder sua alma. Eh, você é um dos exemplos que eu mais uso, porque todo negócio que você começou virou bilhão e você ganhou o primeiro milhão aos 23, hoje é aos 53, 30 anos depois tudo que você colocou à mão virou bilhão. E ao mesmo tempo você conseguiu manter saúde emocional, porque eu te conheço bem, sei que você é um cara tranquilo, que dorme bem, que trata bem as pessoas, eh que não tá apreensivo ou nervoso com o próximo dia. A
Bíblia diz: "Não andeis ansiosos ou não fiquem preocupados com o dia de amanhã. Basta cada dia o seu mal". Então, todas essas coisas eu vejo em você. Você realmente não se rende emocionalmente a a essas pressões. Tem uma família estruturada, boa, que a Gente convive e sabe que é de verdade. Então, a primeira pergunta é o seguinte: qual o maior conselho para começar, qual o maior conselho que você pode dar pros empreendedores que estão aqui, para quem tá assistindo a gente em casa? Uma pessoa ganhar o mundo. Que que é ganhar o mundo? Não é
só ter dinheiro. Ter influência positiva sobre a vida das pessoas. O que ela fala é escutado pelas pessoas, é respeitado pelas pessoas. Ela Construiu um espaço onde as pessoas olham e querem fazer igual. Ou seja, ela d referência pras pessoas. Como a pessoa pode ganhar o mundo, mas sem negociar a sua alma, que é a consciência. Ou seja, como eu faço para prosperar financeiramente, para ser referência, para ter eh relevância e ao mesmo tempo não perder minha consciência no processo? Obrigado mais uma vez pelo convite, Brunê. Olha só, eh uma frase que eu Gosto muito,
que eu repito ela muitas vezes e pouca gente às vezes entende bem essa frase, é a frase estabilidade não existe. Uhum. Eu falo muito essa frase, eu repito muito essa frase. E por que que eu falo muito sobre essa frase e a repito muitas vezes? Porque eu penso que a gente se reconciliar com a nossa humanidade, a gente tá eh settled, a gente tá em português, me desculpa, às vezes falitando, colocando no lugar. Eh, a gente tá equacionado, tá Pacificado com a nossa com a nossa humanidade. Isso faz muito bem paraas nossas emoções, faz muito
bem para pro nosso emocional a gente reconhecer a nossa limitação, que a gente é humano, que como ser humano um dia a gente vai morrer e como ser humano eu tenho limites. Então, quando eu tenho isso muito bem pacificado, quando a gente tem, quando a gente está pacificado com a fragilidade humana e a gente entende que isso é Parte da nossa humanidade, a gente convive com os nossos limites de uma maneira diferente. Eu entendo, inclusive, que a gente vai ficar muito menos ansioso, muito menos preocupado quando a gente entende que o nosso destino final é
dar o último suspiro nessa terra e partir para um outro momento, para uma outra vida. E a gente entende que isso faz parte da nossa humanidade. A gente entende que que nós Realmente temos limites. Isso faz bem paraas nossas paraas nossas emoções. Eu penso que grande parte das preocupações que a gente tem, e eu tava batendo um papo contigo aqui antes e você mencionou que 86% da das preocupações que nós temos, elas nunca vão se concretizar, elas nunca vão acontecer. Isso significa que nós gastamos muito energia à toa. Uhum. que de forma geral o ser
humano gasta a energia à toa. Então, se eu estou pacificado com os meus limites, se Eu estou pacificado com a minha humanidade e com os limites que eu tenho, ah, eu vou lidar com a nossa finitude, eu vou lidar com os nossos limites de uma outra forma. Então, isso vai me tirar muito mais as preocupações, eu vou estar muito menos preocupado, eh, e muito mais ocupado, né? Porque a palavra pré-ocupado é ocupado antecipadamente. Isso. Então, eu vou me ocupar em resolver Muito mais os meus problemas do que me preocupar com esses mesmos problemas. E diante
dessa dessa eh desse equacionamento, desse acordo pessoal comigo mesmo, entendendo a minha limitação, eu vou eh administrar as minhas emoções muito melhor do que se eu ficar eh contrariado com as minhas limitações, se eu ficar contrariado com a minha finitude, se eu ficar revoltado com a minha humanidade, se eu aceito, né, a minha autoaceitação sobre quem eu Sou, sobre a minha humanidade, me traz muito mais paz do que contrariedades. Então assim, e esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é que não perder a nossa alma, não perder a nossa essência, não perder a nossa
consciência, eh tá muito relacionado também a gente ser leal e fiel a valores. Existem valores, porque tem gente que vive de forma aleatória, mas tem algumas pessoas que aprenderam alguns princípios, alguns Valores. Eu tive a oportunidade de aprender isso desde cedo com os meus pais, eh, com princípios que você nomeia de princípios milenares, eu convivi, eu aprendi a lidar. Isso, esses valores, você fez o método Destin desde criança. Desde criança, verdade. Então, assim, desde de jovem, esses valores, de certa maneira nortearam a minha direção. Eu sabia, olha, isso aqui é bom, isso aqui é ruim.
a gente ter valores e a gente conseguir definir o que é bom e o que é Mau, o que é o que é próspero e o que não é próspero, o que vai ser benéfico, o que vai ser bem-aventurado na minha vida, o que não vai ser bemaventurado na minha vida. Se eu tiver isso claro e for leal a esses valores, de alguma maneira, eu tenho uma direção. Eu sei para onde eu vou e para onde eu não vou. Então tu vai errar menos, porque determinadas erros que muitas pessoas cometem e que nós também cometemos,
Determinados erros nos custam muito caro. Uhum. E roubam da gente também paz, energia, dinheiro. Rouba da gente uma série de de de riquezas tangíveis e intangíveis. Então, quando você tem esses valores bem definidos e você é leal a esses valores, você consegue ser leal a esses valores, o que muitas vezes não é fácil. E aí você vai ter que se esforçar para isso, você vai ter que lembrar toda hora que Não, não é, isso aqui é ruim, então é para lá que eu vou. Então você tem de alguma forma uma direção, isso te poupa muito
de muitas de muitas coisas, não é? Então, eu acho que eh eu sou muit um cara que sou muito bem resolvido com a minha humanidade. Por isso eu gosto da frase estabilidade não existe. Eu não gosto do falso otimismo. Eu não gosto do do pseudo otimismo que diz que tudo vai dar certo. Não gosto porque não é verdade, Não vai dar. E se não é verdade e se eu acreditei que ia tudo dar certo e a na verdade não vou dar não vai dar, eu vou ficar frustrado. A frustração vai me roubar energia. Então eu
eu quero me preparar, eu quero esperar o melhor e tá preparado pro pior sempre, em qualquer hipótese. Isso me deixa emocionalmente mais saudável para lidar com as coisas. Isso não significa que eu não tenho os meus momentos de angústia, que eu não tenho os meus Momentos de de desafio pessoal e que daí a gente se ordena, tá junto com amigos, tá junto com a família e a gente se reorienta e ganha mais força para seguir a mesma direção. Uma uma coisa interessante nisso que você falou é que muita gente não entende, não percebe o valor
de pessoas, principalmente por causa das crises que a gente vai passar, família e amizades, por exemplo. Examente. Tem pessoas que vão abrindo mão disso por qualquer motivo, mas num momento de dor, num momento de angústia, são pessoas que vão trazer consolo, são pessoas que de alguma forma vão oferecer apoio. Uhum. Então, muita gente na busca pela riqueza feriu pessoas. Uhum. Abriu mão de relacionamentos. E eu tenho um livro chamado especialista Em pessoas e tem uma parte que eu falo sobre isso, que no final das contas a gente vai precisar de pessoas para realizar a maioria
das coisas que nós vamos fazer na vida. E principalmente nos momentos ruins, é quando eh Deus vai colocar as pessoas certas no nosso caminho para nos curar. Eh, como é que você fez para construir esse império bilionário, o os tipos de empresas que você criou de segmentos, apesar de todos serem da educação, mas Eh focos diferentes e ao mesmo tempo manter bons relacionamentos? Como é que se faz para ser um cara tão ativo empresarialmente, financeiramente e ao mesmo tempo ser tão humano a ponto de se conectar com as pessoas? Então, Brunê, eh, os amigos muito
próximos, a gente conta nos dedos, né? Todos nós, todos nós, cada pessoa, cada pessoa que tá aqui na plateia também, cada pessoa que nos acompanha, eh, você não vai ter amigos com grande profundidade que vai Passar das nossas duas mãos. Eh, muito raro isso. Então, eh, é preciso saber identificar ao longo da tua vida essas relações que você constrói, essas conexões que você construiu e que vão pertencer a um ciclo mais próximo, pessoas que você vai poder confidenciar coisas, vai poder conversar, vai poder se abrir e por aí vai. São poucas pessoas, mas uma vez
identificadas essas pessoas, é importante investir tempo nessas pessoas para que você tenha um Colchão de segurança em qualquer situação para você conversar, para você bater papo. E essa situação, na medida em que a vida vai passando, você vai também adquirindo novas necessidades. Então você vai ampliando a sua essa sua rede de de contatos para que você consiga conversar sobre outros assuntos também. com essas pessoas. Eu tenho amigos eh que são amigos de infância, que a gente sempre conversa, mas eu não posso falar todos os assuntos Porque ele não participa de todos os âmbitos da minha
vida. É, não tenho por bater um papo sobre tua vida financeira com ele. Seria Não, não faz sentido. Ou se eu, puxa, será melhor esse projeto ou esse projeto? Talvez ele não tenha essa contribuição para dar, mas tem uma outra muito valiosa que outros não vão conseguir me entregar. E aí você vai se relacionando com essas pessoas e vai eh tem pessoas, por exemplo, que são Interessantes, que eu gosto de conversar só para lembrar da minha infância. É porque isso me remete a minha identidade, quem eu sou, não é? Não aquilo que a talvez as
pessoas achem que eu seja, porque quando você se torna uma pessoa pública, muita gente acha que você é alguma coisa. E o pior, o pior que pode acontecer, você correr o riso e acreditar que você é Aquilo que as pessoas acham. Então, no fundo, você precisa tá se reconectando com a sua essência, com a sua identidade, porque isso me faz bem, não é? Eu tive evento agora, foi na Marinha, então, poxa, a Marinha é um capítulo da minha vida. Uhum. E aí eu me lembro de de uma série de situações que foram muito positivas, que
eu quero manter vivo dentro da minha memória, não é? Então, eu quero, como Diz um versículo da Bíblia, né? Eu quero que me trazer a memória, tudo que me traga esperança. Então, tudo que eu sonhei um dia conquistar me trouxe muita esperança num num determinado momento. Algumas coisas eu já conquistei, outras eu já troquei de de objetivo, não é? E meus objetivos agora são outros. Mas resgatar isso, tem gente que te remete a uma memória que te traz esperança e que é e que é saudável você conviver. Uhum. É legal a gente balancear isso na
nossa vida para que a gente fique eh são no meio desse mundo louco que a gente vive. E o legal de você tá falando eh no livro Especialista em Pessoas, para quem ainda não leu, eu ensino sobre três categorias de amigos e como você tem que departamentalizar as informações com esses tipos de amigo. Então, os amigos íntimos, como você falou, como tá no dedo, Os amigos necessários, que são aqueles que você precisa emocionalmente, amigos de infância, porque remete a tua verdadeira identidade da onde você veio, amigos que sabe quando você tá numa festa ou comendo
numa pizza, você fala: "Poxa, o fulano tinha que tá aqui, eu estaria rindo mais". Isso é um amigo necessário, é um amigo que você precisa emocionalmente dele. E os amigos estratégicos, que são aquelas pessoas que vocês estão juntas por um objetivo Em comum. Então você separa os assuntos que vai compartilhar com cada pessoa de acordo com a categoria que ela está. Eu não posso falar das minhas debilidades, das minhas fraquezas, do meu futuro, dos meus planos com alguém que não esteja na categoria dos íntimos, senão vou entregar segredos para quem não deveria ter acesso ao
meu coração. Quando eu recebo, por exemplo, meus amigos necessários, meus amigos de infância ou amigos que eu gosto só de Comer uma pizza para rir e tal, a conversa é super superficial. Não tem conversa profunda sobre futuro, sobre vida financeira. A gente só fala e o jogo, como é que foi o jogo? E o Brasil vai ou não vai nessa Copa? E e traz aquele alívio pra alma. É aquela coisa superficial. Quando eu tô com os amigos necessários, a gente tá falando de objetivos, cara. E um negócio assim, será que vai andar aquele negócio? E
p a gente podia fazer isso aqui junto, hein? É só amigos estratégicos. Um passa informação pro outro, um ajuda o outro. E tem um amigo íntimo que é para quem você pode abrir seu coração. Então é muito importante você estudar essa teoria sem entender isso que o Flávio falou. Vai fazer a tua jornada empreendedora ser muito mais leve. Agora, um pouco antes chegar, eu tava ensinando para eles em cima de um capítulo de Jó, capítulo 8 de Jó, a Bíblia diz que Jó era um homem Mais rico do oriente. Na época de Jó, há milênios
atrás, só tinha o oriente. Então ele era o homem mais rico do mundo. Não tinha América, não tinha Brasil, não tinha um Ocidente. E Jó, então, que era o homem mais rico do mundo na sua época, no capítulo oito, ele diz que aquele que não confia no Senhor arma para si o um próprio laço, apoia-se numa teia de aranha, ou seja, não tem apoio de verdade. E eu tava explicando para eles a Importância de a gente ter a fé como uma base para se apoiar. Eu não tô falando aqui da da fé religiosa, não, mas
do conceito de fé, que é acreditar naquilo que não existe e ter certeza dos fatos que ainda não se vem. Uhum. Essa é a definição bíblica de fé. A certeza das coisas que se esperam e a convicção dos fatos que não se vem. Como a fé pode na prática impactar e influenciar a vida do Empreendedor? Não, não se empreende sem fé. Não se empreende sem fé. No fundo, empreender é um ato de fé, porque e por definição, empreender depende de você pegar alguma coisa que tu tenha aqui agora na mão, um uma quantidade de dinheiro,
um patrimônio e você empenhar este dinheiro numa ideia, num produto, num serviço, em algo que você idealizou, algo que surgiu na tua Cabeça, ou seja, algo que não existe. E você vai pegar o que tu tem garantido e aplicar naquilo que não, numa ideia que não existe em troca de algo futuro que também não existe. O futuro não existe. Uhum. Que dando tudo certo como você planejou, você vai multiplicar esse teu capital inicial. Ou seja, por definição, empreender. O empreendedor é um homem e Uma mulher de fé. Uhum. Ele acredita naquilo que não vê, naquilo
que não existe. Porém, na cabeça dele ele já tá vendo. Na cabeça dele ele já tá enxergando, que é o que a gente chama de visionário. O cara é visionário, na verdade é um homem de fé, né? Esse cara, esse cara precisa ter fé. Esse cara, ele não consegue começar um negócio sem fé. No entanto, o seguinte, ele só chega entre a distância entre o Que ele sonhou e a realização que ele deseja. Entre esses dois pontos tem um tempo. Este, neste tempo, muita coisa pode acontecer. o que, portanto, ele deve manter viva durante esse
período a sua fé até chegar nesse outro ponto. Logo, se ele perde a fé dele no meio do caminho, ele desiste. Logo, se alguma coisa dá errado, diferentemente daquilo que ele planejou, Ele vai ter que ter mais fé ainda. Ele vai ter que dobrar a aposta. Ele vai ter que ter mais fé ainda para criar um novo caminho, que ele continue tendo fé para ele perseverar naquele caminho até atingir aquele objetivo. E aí muitos perdem a fé. Muitos perdem a fé, né? Muitos desistem, ficam à beira do caminho, não é? Outros eh não conseguem atingir
ali o resultado esperado e se conforma e muda de plano. Uhum. Outros não têm raiz em si próprios. Você já captou? E e aí a perseguição por conta eh do crescimento, do crescimento dele faz ele morrer. A fé dele morre no meio do caminho. E alguns perseveram até o fim, encontram a terra fértil e vai ter muito fruto naquilo que ele desejou. Olha que interessante, esse cara não consegue começar perseverar e chegar até o fim se não tiver fé. A fé é um é um insumo, né? é Um cara de fé, é um doido empreendedor,
ele precisa acreditar naquilo e lutar. Agora, o que que ajuda nesse caminho aí? Ajuda ele a aprender também técnicas, né? Ele aprender a vender, ele aprender a trabalhar o marketing, aprender a liderar pessoas, aprender a gerir conflitos, não é? ele aprender a fazer a leitura do mercado, modificar o produto dele, criar novas criar novas soluções para pros clientes dele. Ou Seja, aí você tem aqui uma capacitação técnica no meio que vai ajudar. Inclusive, a capacitação técnica alimenta a fé do cara também, porque quanto mais técnica ele tem e mais resultado ele começa a ter, a
fé dele aumenta. Uhum. Ele acredita mais. A fé é origem, mas aí o que que acontece? O resultado que ele vai começando a colher retroalimenta essa fé. E aí é uma um ciclo virtuoso pro Resultado, né? É interessante isso porque você tá falando de técnicas e tal. Quando eu paro para pensar, quando eu quebrei Aham. e o quão rápido eu me levantei depois, além da fé, que foi a base, teve duas coisas que que é uma questão de técnica, gestão emocional e vendas. Perfeito. Eu aprendi rapidamente a colocar minhas emoções no lugar e dominá-las para
Porque elas estavam me dominando. Isso é a parte da muito importante em cima da técnica. Elas estavam me dominando. Então eu consegui dominar o medo, a dúvida, é a vontade de vingança, a vergonha de ter quebrado. Eu consegui trazer um poder de gestão emocional muito grande pra minha vida e ao mesmo tempo eu aprendi a vender. Então o que me levantou empresarialmente, fique claro para todo mundo, quem tá aqui com a gente no Destin mais de quem tá em casa, além da fé, que foi minha base, sem dúvida, sem fé não teria me levantado, foi
gestão emocional alinhada com o poder de vendas. Então, quem tá descontrolado emocionalmente, não consegue fazer nada direito e e atrapalha as vendas também, atrapalha tudo. É, não, não dorme direito, ué, trata todo mundo mal, você tá mal. Você tá conversando com um cliente para vender um produto para ele? O Caio Carneiro tem uma frase interessante que ele fala que em vendas todos os sentidos são percebidos. Ou seja, se eu estou num processo de vendas com cliente, os meus sentidos são percebidos pelo cliente de forma inconsciente, inclusive. Ou seja, se eu estou ansioso, a minha ansiedade
é percebida. Uhum. Se eu estou com medo, minha ansiedade é percebida. Ou seja, se eu tô ali preocupado, cara, eu preciso vender para ganhar minha comissão. Preciso vender porque eu preciso pagar uma conta. É como se tivesse um outdoor aqui de LED na tua testa. Estou desesperado. E o cara percebe. Então você p, então você vê que o, o controle das emoções tem, tá relacionado também com a performance de vendas e também o o a gestão emocional é importante porque Mesmo que você consiga ser um mestre em vendas e tenha um retorno financeiro absurdo, quando
você vai estar com você mesmo, que você vai ter que estar em casa, vai ter que estar com a família ou com amigos ou com relacionamentos, você tá sempre mal, porque as emoções estão machucadas. estão doentes. Então, a a gestão emocional foi algo que que me direcionou muito e logo depois o que me fez dar uma decolada nos negócios foi a Dominar a arte da venda. E quando digo dominar, não é que eu sou o melhor, é que eu consegui me conectar com pessoas que faziam que eu não faziam nessa área. Mas você, você tocou
num ponto interessante aqui também, Brunê, que a gente fala muito sobre o desafio emocional antes do sucesso, tipo, cara, eu preciso ter fé, eu vou mudar de vida. Fato. Ah, e aquele tempo do ponto A pro ponto B, que é duro, esse tempo é duro para caramba. É muito duro. É um tempo de incerteza, é é um tempo que oscila às vezes entre a euforia da certeza e a profunda dúvida. Uhum. E essa oscilação é uma loucura. E a gente fala muito sobre isso e todos nós já vivemos isso. Muita gente está vivendo isso. Isso
é normal, é natural. Agora também tem um desafio emocional pós sucesso, porque quantos não enlouquecem depois do sucesso? Opa. Quantos não ficam doidos depois do Sucesso? Não é? botou o primeiro dinheirinho no bolso, o cara já vai fazer a primeira bobagem. Uhum. Então você tem também, por isso que eu eu sempre falo dos princípios e desses valores e sobre ser leal a esses valores como uma maneira da gente eh ter uma segurança de para qual direção a gente, mas acontece muito, a gente vê muito jogador de futebol assinou o primeiro contrato, o cara começa um
festival de Bobagem na na sequência e com o empresário acontece a mesma coisa. muito, muito. Então, é importante termos a a estrutura para ter sucesso. Uhum. Né? Estrutura para ter sucesso. E e por isso que quem tem sucesso, porque outro ponto importante, a diferença de sucesso e fama. Uhum. São duas coisas distintas. Ser ter sucesso é você cumprir um propósito, cumprir uma missão. Você tem um propósito e você começa a cumprir esse propósito e eventualmente eh quando você começa a entregar valor, geralmente você vai enriquecendo, porque quanto mais valor você vai entregando, mais tem gente
que tem sucesso que não ganha dinheiro. Às vezes é um missionário, é um é um é uma pessoa que tem muita gente que é famoso na TV e não tem dinheiro, tem um salário normal. Mas É, mas por exemplo, um cara é um, pode ser um missionário importante, alguém que trabalha com missões humanitárias, é um cara que tá sendo bem-sucedido no propósito dele, mas eventualmente não vai ganhar dinheiro e e tá tudo certo. Esse cara tá feliz, ele ele se sente realizado, foi o que ele escolheu pra vida dele. Mas se alguém entrou na área
empresarial e começa a ser bem-sucedido, ele vai ganhar dinheiro. E aí esse é o ponto, né? Quando ele começa a ganhar Dinheiro, aí começam os novos, esses novos desafios que ele vai ter que enfrentar e vai ter que viver. Aí a gente volta no assunto que você falou que é importante a pessoa ter valores, conhecer os princípios milenares, porque ela fica firme, né? É porque ela sabe para onde ir. Eh, quando ela tem, porque o dinheiro te dá opção, né? O dinheiro ele te dá poder de escolha e múltiplas opções. Isso. Pronto. Sem isso, sem
nenhuma base. Se eu não tenho destino, princípios, valores com múltiplas opções e poder de escolha, eu vou pro meu coração tá mandando. E a Bíblia diz: "Enganoso é o coração do homem." Isso é um perigo. Então eu vou só pro engano, eu vou pros prazeres carnais. Eu tô escrevendo esse livro novo e aí eu falo o seguinte, o problema do dinheiro, tem várias coisas boas no dinheiro, mas ele tem alguns Problemas e um deles é que ele patrocina tanto os prazeres lícitos quanto os ilícitos. Mas qual o problema? Que quando você tem dinheiro, você descobre
que o prazer é bom. Você quer viver de prazer? E a Bíblia diz que aquele que ama os prazeres jamais enriquecerá ou não ficará rico. Então assim, você tem os prazeres lícitos, viajar lícito, lícito, não tem nada de ilícito nisso. Mas se você viver de viagem, viver de de País em país, você não vai mais ganhar dinheiro, vai se vai só gastar. Os prazeres lícitos devem ser provados esporadicamente como uma vitória, como uma recompensa. E os prazeres ilícitos, as drogas, a prostituição, tudo que o pessoal usa o dinheiro para fazer, deve ser vetado da sua
vida. E aí eu vou explicando que para você ganhar o mundo sem perder sua alma, os prazeres lícitos tem que ser ultra controlados, apesar de serem Ilícitos, pode fazer. E os ilícitos vetados. né? Como é que você faz para controlar a parte que eu vejo que você faz isso muito bem, a parte de ego, porque uma coisa é ter dinheiro, outra coisa é você ser reconhecido numa área, que é o que você também é. Uhum. Então, além do dinheiro que pode te dar um certo orgulho, ser reconhecido, ser famoso, te pararem Na rua, tirarem foto
e tal. E muita gente tá correndo atrás disso, Flávio, sem ter a mínima ideia do preço que é. Então, quando esse sucesso vem junto com a fama, eu acho muito difícil, muito difícil. É dificílimo porque o cara não teve tempo para amadurecer. Então, por exemplo, eu eu me tornei uma pessoa pública ali a partir de 2000 e 10, 11, 12 ali começou ficar mais forte. De 12 para cá, estamos falando de 12 anos. Só tem um ponto. Em 2012, eu já Tinha quase 28 anos, desculpa, 18 anos que eu já tava rico. Então, ou seja,
eu saí de uma realidade que tu conhece do bairro Jabu, no Rio de Janeiro, de classe média baixa, morando na boca de uma favela, andando de ônibus lotado, pegando trem cheio. E eu repito muito isso porque eu gosto de me lembrar, porque essa este cara sou eu, essa isso faz parte da minha identidade, não é? Então, olha que interessante, eu saio daquela realidade, Com 19 anos, aos 23 eu faço o meu primeiro milhão de reais. E a partir daí eu vou multiplicando os meus milhões de reais ano após ano. Ano após ano. Não houve um
ano que eu não tivesse crescido mais do que o ano anterior. Então foi uma multiplicação brutal. Então, a minha, a diferença de vida, de onde eu saí, até onde eu cheguei, entre os meus 19 anos e os meus 23 anos, eu falo 19, foi quando eu comecei a aprender a vender, comecei a Trabalhar e 23, quando eu fundei a minha primeira empresa e fiz o primeiro milhão. É muito curto esse período, são 4 anos de diferença. Então aqui eu tive uma uma diferença de vida brutal. Aqui eu andava de ônibus e trabalhava vendendo em telefone
público com 19, com 23 eu andava de carro importado. Eu tinha uma casa, eu tinha uma uma um apartamento de frente pro mar no Rio de Janeiro que eu comprei com 23 anos de idade. Ou seja, a diferença aqui é muito Brutal. digamos que se eu não enlouqueci aqui nessa virada aqui, eu tava preparado para qualquer coisa que viria à frente. E eu sempre mantive pé no chão. Sempre mantive o pé no chão. Nessas diferenças eh de galáxias que eu viajei aqui em termos econômicos e sociais, eh eu consegui manter o meu meu ponto. Teve
como como a genteou como só é, mas mas só para concluir aqui, o ponto aqui é o seguinte. Então isso foi 95, 2012. Aí tem aqui 17 anos depois, a Fama começa a chegar na minha vida. Então eu já tava muito preparado nessa parte aqui. Eu fico, eu eu tenho muita preocupação com jovens que o cara assina um contrato num dia, no outro dia ele tá ganhando milhões e é famoso. Cara, o desafio é muito grande. É muito grande porque a fama tira do cara a percepção da humanidade dele. Uhum. Ele se acha mais especial.
Ele se tinha dúvida que era especial, agora ele tem certeza que ele é uma ele Ele é de uma categoria de de uma espécie diferente de ser humano. E se ele cai nessa armadilha é muito perigoso entrar nesse buraco aí. Então, quando vem o dinheiro junto com a fama, é muito desafiante. O cara precisa estar muito perto de gente muito boa para aconselhar esse cara para ele botar o pezinho dele no chão. No meu caso, aconteceu separadamente, em muitos anos de distância, entendeu? Então, agora o Como foi o quê? Espiritualidade, família, valores. O como eu
penso que é valores e seral ao seu a esses valores, entender, lembrar da tua humanidade, entendeu? Tá bem casado, tá muita diferença. Um casamento ruim acaba um cara e um bom poxa, dar estrutura, não é? Eu tenho a a possibilidade de tá do lado de uma pessoa com muito pé no chão, não é? Tá cercado de amigos, tá cercado de pessoas, pessoas que te aconselham, Pessoas que você respeita, pessoas que se te verem saindo da casinha, opa, vem cá, meu filho, o que que tá acontecendo aí? Você entendeu? você tá sujeito a alguém que possa
chegar e te discipular, possa te orientar, entendeu? Ou seja, essa essa esse esse essa rede de relacionamento te protege. Uhum. E aí eu te falo, esses valores te protegem, se leal, esses valores te Protegem muito. Essa questão que você falou de de tá bem cercado, isso te protege demais. amigos, conselheiros, esposa. Eu lembro de um fato que eu já contei algumas vezes, eh, no início da minha carreira como palestrante, anos atrás, talvez 8 anos atrás, nove, eu fui chamado para fazer a maior palestra da minha vida até então, 23.000 pessoas num evento no norte do
País. Aquilo mexeu comigo de uma forma, porque eu cheguei lá, eu era o único palestrante. Então, eu, pela primeira vez, eu cheguei à conclusão que 23.000 pessoas foram me assistir, não tinha outro palestrante. E aquilo mexeu comigo. Falei: "Caramba, rapaz, 23.000 pessoas". O assessor que tava comigo falou assim: "Tiago, e prepara que tem 2.000 pessoas na fila para assinar livro". E era tanta gente que eu tinha que pegar O voo para voltar, não ia dar tempo, que eu fui, as pessoas ficavam de pé na fila e eu ia só fazendo um risco assim no livro,
passando, não dava tempo para ficar sentado esperando o cara trazer, tirar foto, não ia dar tempo. Então para atender as pessoas, eu fui, eu que ia andando pela fila e eu cheguei em casa de manhã, Janine tava na pia assim da cozinha e eu tava impressionado com tudo aquilo. Falei: "Janine, você não não imagina 23.000 1 pessoas e depois eu Fiquei 2000 livros assinando, comecei a contar toda a grandeza do que tinha acontecido impressionado. Aí ela olhou para mim e falou assim: "Tá bom, Thaago, que bom. Pega o lixo e coloca ela fora, que hoje
é dia de lixeiro". E aí, nesse dia, caiu uma ficha de que se a gente não tiver alguém que, como você falou, se dá uma segurada que só alimenta nossas emoções, a gente pode realmente achar que é especial. a gente pode achar que é Alguma coisa. E na verdade, como a gente tava explicando o pessoal do Destiny Mind aqui antes, a fragilidade humana é muito grande. Então a gente tem que reconhecer que a gente é só um instrumento temporário, temporário, completamente temporário. E que a gente tem que usar o nosso tempo da melhor forma possível
para impactar positivamente a vida das pessoas. teu produto, teu serviço, o que você faz, o Que você fala, tua palestra, teu podcast, seja lá o que você faça, teu Instagram, tem que tem que impactar positivamente a vida das pessoas. A gente tá aqui para melhorar a vida de quem cruza nosso caminho. E aí não tem como. Se você tem um negócio e tem uma boa gestão, o dinheiro é consequência, porque você tá impactando positivamente a vida das pessoas, tem um negócio com uma boa gestão, o dinheiro entra, não tem como. Qual o maior conselho que
você pode dar na experiência que você tem eh como gestor, vendedor, empresário? Você construiu o Orlando City na cidade de Orlando. Na época eu morava lá, então eu vi a grandeza que era o Orlando City. Eh, você construiu a WSAP, eh, construiu agora a Mentor League Society, que é a maior liga de mentores do Brasil. Ou seja, tudo que você construiu cresceu de forma exponencial, rápida e com um equity B. Leonário, O que que você o que que você atribui esse sucesso? Qual o Eu não gosto de dizer a palavra segredo porque não tem muito
segredo, porque funciona diferente para cada um, mas quais são uns pontos em comum que você tem em todo o negócio que você faz? Olha só, eu tenho algumas ferramentas que são ferramentas importantes que eu desenvolvi, que eu aprendi a ter habilidades nessas algumas ferramentas. Ah, e eu penso que eu desenvolvi Habilidade que que isso, digamos que é um, entre aspas um segredo, né? Vamos dizer que esses entre aspas segredos são algumas ferramentas. Eu posso nomear essas ferramentas aqui, umas três ou quatro ferramentas. que eu utilizo em qualquer coisa e uma habilidade que somadas a essa
essa essas ferramentas, eu acredito que me dê uma possibilidade de identificar e estruturar projetos que sejam mais exponenciais. Então, ah, deixa eu começar com essa Habilidade que é de, eh, elaborar modelos de negócio. Boa. Então, a elaborar modelos de negócio, arquitetura de modelos de negócio, porque modelos de negócio, muitos empresários trabalham e nem sabem o que que é um modelo de negócio. Eles vão pouco no piloto automático. Então, às vezes eles conhecem um determinado negócio, é um curso de inglês, E aí ele aprendeu, ele nasceu, a mãe dele tinha um curso de inglês, o pai
dele tinha um curso de inglês, aí ele nasceu naquilo, ele viu, ele repete, ele faz exatamente igual e passa anos fazendo da mesma forma aquele produto. Quando o modelo de negócio não é algo padronizado, modelo de negócio é algo que é como um projeto arquitetônico. Um engenheiro executa um projeto arquitetônico a depender de como tenha Sido elaborado esse projeto. Então, dependendo de como seja elaborado um um modelo de negócio, ele pode ter mais margem ou menos margem, mais escala ou menos escala, só um adendo. Então, se o modelo de negócio for ruim, você pode ter
a melhor equipe do mundo, vai prosperar algo ruim. Exatamente. Exatamente. Um cara talentosíssimo, inteligentíssimo, Esforçadíssimo, honestíssimo, trabalhando num modelo de negócio ruim, vai ser um cara medíocre. Agora, um cara medíocre, mediano, porque medíocre é mediano, um cara mediano trabalhando num excelente modelo de negócio, ele vai longe. Então, eu penso que o modelo de negócio faz toda a diferença. E às vezes o empresário ele é tão fazedor, Brunê, ele é muito fazedor que ele quer só fazer, fazer, fazer, fazer, Fazer. Ele é um pedreiro. Ele não pode ser pedreiro, ele tem que ser um arquiteto. Porque
quem cria o modelo de negócio é o arquiteto. O engenheiro, ele faz todos os cálculos para que aquele projeto seja executado com sucesso. Para isso, ele contrata os pedreiros para poder executar aquele projeto. E o empresário às vezes pensa apenas como um pedreiro. E eu não falo pedreiro de forma depreciativa, não, tá? Tá? O pedreiro é um profissional super importante, mas é o pedreiro, ele executa o projeto dentro dos cálculos estruturais de um engenheiro que executa um projeto de um arquiteto. Então, se o projeto do arquiteto é bom, cara, a casa vai fluida, ela funciona.
Uma casa bem executada, com projeto arquitetônico ruim, vai ser uma casa que não é fluida. Tanto que, por exemplo, quando alguém entra aqui na nossa sede, a primeira coisa que uma pessoa entendida quando Entra aqui me pergunta o seguinte: quem foi o arquiteto que ele gostou tanto da estrutura? Ele não pergunta quem foi o pedreiro, foi, qual foi o pedreiro que você contratou? Ele pergunta quem foi o arquiteto, ou seja, quem foi que criou o modelo? Isso é uma inteligência no modelo. Exatamente. Que criou isso aqui. Isso. Então assim, essa habilidade de estruturar modelos de
negócio para que Você tenha negócios exponenciais, ou seja, é você enxergar o negócio do bem do macro, bem de cima. Você olha, cara, esse negócio fazendo isso, vai acontecer isso que vai vir para cá, pá, pá, pá. Isso vai gerar isso aqui. E com isso eu tenho essa vantagem, essa, essa, essa, essa, essa aqui. E aí o resultado disso é mais margem. O modelo de negócio bom é o que tem margem, escala e recorrência. Uhum. margem, escala e recorrência. Se não tem margem ou não tem escala e não Tem recorrência, o modelo de negócio é
ruim. Então, o mesmo negócio pode ser feito e executado de diversas formas diferentes, em diversos modelos diferentes. Na própria WSAP, que foi meu primeiro negócio, a o negócio que eu fundei em 1995, não foi o mesmo negócio que eu vendi em 2013. Uhum. porque ele ele teve várias transformações, porque eu fui alterando o modelo na medida em que eu fui Percebendo que me geraria mais escala, margem e recorrência. Então, a e aí o resultado final foi um foi a marca de escola de inglês mais jovem daquela daquela época em 2013, no entanto, que tinha o
maior valor de mercado na história que tinha sido vendido eh até aquele momento. Depois, uma outra empresa, uma concorrente nossa, a Wizard, foi vendida por um valor maior, mas se você dividir pelo número de escolas, era um valor menor Per capto. Em outras palavras, a gente conseguiu criar um modelo que gerou mais valor, que gerou mais valor, gerou mais equity, gerou um valor de mercado muito maior. Então assim, essa essa habilidade que eu que eu eh reconheço, que eu desenvolvi me fez eh desenvolver negócios que são exponenciais, me fez entrar num comprar um negócio que
foi o clube de futebol que eu identifiquei que era um negócio exponencial por conta de analisar modelo de negócio. Tanto é que Me foi oferecido, todos os clubes de futebol do Brasil me foram oferecidos. Todos esses tem saf que já foram vendidos e outros que ainda não foram me foram oferecidos e eu não entrei em nenhum e não pretendo entrar em nenhum porque um modelo de negócio sobre o qual o futebol brasileiro está estabelecido é muito ruim, então eu tô fora. Então ou seja, a minha análise, eu não faço a coisa por emoção, não é
por emoção. Ou porque eu gosto de um determinado clube, Um time, eu gosto de futebol. Eu não entrei no futebol nos Estados Unidos porque eu gosto de futebol. Não foi esse o motivo. Foi porque eu analisei o modelo de negócio e ele era exponencial e eu entrei no momento A para depois sair no momento B. Uhum. Então assim, essa habilidade do modelo de negócio, agora essa habilidade de estruturar modelo de negócio, ela é suportada por algumas ferramentas que eu tenho e que essas ferramentas dão para Mim a possibilidade de surfar esse modelo de negócio com
uma performance necessária para que esse modelo de negócio ele tenha valor, não é? Então, eh, o primeiro, a primeira ferramenta é vendas. Ah, quem domina vendas é uma ferramenta importante em qualquer empresa, porque quem domina vendas domina a receita. Uhum. Não existe outra forma de você gerar receita numa empresa que não seja Vendendo. Toda 100% da receita da Apple é porque ela vendeu alguma coisa. 100% da receita da da do Uber é porque ele vendeu corrida. Então, tudo tem venda e se vende gera receita. Se não vende quebra. Então essa ferramenta de vendas eu eu
considero que é uma ferramenta que eu que eu domino, que eu conheço. E aí na em vendas você vai trabalhar diversos canais de vendas, várias formas de vender, de de distribuir o seu produto. A outra outra ferramenta que tá nessa minha caixa de ferramenta que eu acho importante é liderança. Liderança é o primeiro fator de escala. Liderança é o primeiro fator de escala. Em outras palavras, se eu tenho uma clínica odontológica, eu vou precisar liderar ali 10 funcionários para que atenda bem e a coisa funcione. E aí eu tenho um plano de expansão. Opa, então
agora eu vou ter que abrir uma segunda filial, então eu vou ter que formar Gerentes aqui para colocar ali. Então eu preciso formar, treinar, recrutar, gerenciar pessoa, liderar pessoas, identificar os melhores, formar os melhores como líderes. E esses líderes vão assumir a minha próxima, minha segunda filial. Pronto, agora eu tenho duas filiais. Antes eu liderava uma, agora eu lidero duas. Como é que eu faço para liderar 10, 20, 30, 40, 50, 60, 10. Aí eu vou ter que revisitar o modelo de negócio. Meu modelo de negócio me Permite escalar ou só escalonar. Então, puxa, não,
no no meu modelo não me permite escalar. Foi a conclusão que eu cheguei na WhatsApp lá atrás e a gente mudou o modelo. Opa. Para eu escalar, eu tenho que fazer o quê? Aí você ajusta, não é? Aí você vai você vai ajustando modelos de negócios com a a tua a tua trajetória. Então, liderança é a segunda é a segunda ferramenta. E a terceira ferramenta que eu acho básica é gestão gestão de de Gestão do do negócio financeira e do negócio propriamente dito. Agora, só para quem tá notando, tanto em casa quanto aqui, então número
um, modelo de negócio. Se o teu modelo não é bom, não adianta você ser bom. O modelo de negócio precisa ser bom. E de ferramentas, vendas, tem que aprender a vender. Thago, eu tenho muita vergonha, tenho muita dificuldade. Então você precisa ter uma boa equipe de vendas. No meu caso, não tem jeito. Eu mesmo tenho que dar a cara, senão como é que uma pessoa vai participar de uma mentoria minha se eu não falei para participar? Eu, lógico, eu tenho uma equipe de vendas que me ajuda, mas tem tem produtos e serviços que você tem
que pessoalmente dar cara. Aliás, nós estamos numa geração, pela primeira vez, uma geração, os CEOs estão dando a cara Na internet. Isso. Os CEO estão dizendo, não saia do operacional porque, exatamente, porque o o o brasileiro gosta de comprar de uma cara. É que virou moda essa conversinha de saia do operacional. É, é isso. Virou moda na internet. Mentorin é para vender, cara. Você fala uma parada dessa, você pega lá o empresário cansado, ralando, olha, saia da Operacional, ai meu Deus, é Deus falando comigo. É, entendeu, cara? Aí o cara cai nessa conversa de saia
do operacional. Você vê os coss todos voltando, todo mundo voltando lá. O sen no bem agora voltando porque os caras estão indo porque cara, não pode sair do obviamente tem tarefas que não são tarefas você tem que você não vai fazer trocar a lâmpada, você não vai trocar a lâmpada. Mas, pô, vendas é uma tarefa operacional. Isso aqui que você tá fazendo aqui agora é uma tarefa operacional. Da aula é uma tarefa operacional. Eu ia chegar nesse ponto agora. Depois de modelo de negócio e vendas, liderança hoje nunca foi tão necessário uma liderança educacional como
na nossa geração, porque hoje o CEO ou fundador ou dono da empresa, ele tem uma obrigação de educar quem tá debaixo Dele, que é a única chance que ele tem de replicar, senão ele não cresce. que outra ele contrata um monte de gente, vira uma balbúrdia, vira um causo o negócio dele. Exatamente. Perde-se visão, perde-se energia, perde-se muita coisa quando as pessoas que estão trabalhando contigo não pensam da mesma forma. Então, por exemplo, aqui no Instituto Destin, eu trabalho muito com o modelo de Jesus. Qual era o modelo de Jesus? Ele viu Pedro, Thago João,
que tinha uma empresa de barcos, fala assim, ó: "Larga isso e me segue." Que que é isso? anda comigo, toma café da manhã comigo, viaja comigo, entende o que eu faço e aí em pouco tempo você vai entender exatamente quem eu sou. Então a minha equipe principal, ela anda comigo, ela almoça comigo, ela viaja comigo, porque eles precisam entender o que tá na minha cabeça, senão não consigo multiplicar daqui um tempo, eu não consigo replicar daqui um tempo. E terceiro, gestão, né? Muita no Brasil tem aquela desculpa. a gente cresce e depois organiza. Mas na
verdade a gestão financeira, a gestão eh tributária, gestão eh eh contábil precisa ser vista logo do início, né? você vista logo no início, senão trai muito problemas e depois para você administrar o problema é muito maior o preço, preço emocional inclusive é muito maior. Eh, tendo em vista que a gente vive num país Que reclame o que quiser do nosso país, mas dá oportunidade da gente empreender. Se eu quiser lavar um carro ali fora agora e ganhar R$ 50, eu vou poder lavar esse carro e a água nem vai ser minha, vai ser de uma
bica de qualquer. Ou seja, a gente reclama muito do país, mas nosso país dá liberdade de de empreender. Uma pessoa que tá e eh começando um negócio, pensando eh pensa só no sucesso, é lógico que Ninguém abre o negócio para falhar. O a dica mais básica seria o quê? Assistir vídeos na internet. E aliás, um conselho que eu deixo para vocês aqui é sejam para quem é do Dash M, sejam extremamente seletivos com o que vocês vem na internet. Quem consome muito internet confunde muito a cabeça também. Então você que como eu consumo internet só
com indicação. Flávio, o que que você tá assistindo de tal coisa, Fulano, que que você tá assistindo de tal coisa? Essa semana o Guilherme Bitmol teve lá em casa. Perguntei: "O que que você tá assistindo de de série?" Que foi isso? Que que você tá assistindo no YouTube? Qual tipo de palestra você procura? Tal coisa e tal. Ou seja, eu só se eu só consumo por indicação. A chance de eu entrar na internet ficar rodando é zero. Então isso é o conselho que eu quero dar para quem é das mind aqui, tá comigo. E você
que tá em casa também, se Quiser siga o conselho. Não seja um consumidor de internet aleatório, vai confundir tua mente. O Rick Schester chama isso de naufragar na internet. Tem navegar na internet, naufragar na internet. É, é isso aí. Qual o conselho que você dá então para quem tá começando? Não tem como pagar uma mentoria, não tem como eh tá num ambiente seleto como esse. É o quê? Vai paraa internet e seleciona bem. Cara, vamos lá. Você pediu para ser Básico, né? Então, passo número um é querer. Aí tu fala: "Ah, mas todo mundo quer?"
Não, infelizmente não. Tem gente, muita gente quer quer. Parece que é. Muita gente já desistiu de querer. E muita gente quer a coisa errada porque foi treinado para querer a coisa errada. Uhum. Treinado para querer coisa errada. Eu lembro eu na janela do meu terceiro andar do bairro Jabu, no meu Apartamento, olhando um cara lavando um Fusca dele que ele tinha e eu olhava para aquele Fusca e fala: "Cara, cara, eu quero ter um carro desse". Eu sonhei com aquele carro. Eu acabei não comprando aquele carro. Era o meu sonho naquele momento e depois eu
fui fui melhorando, etc e tal. Mas eh a gente é treinado desde criança na escola a ter uma profissão. É uma profissão que você precisa ter. A pergunta é: o que que você vai ser Quando crescer? Então você é treinado a entender que a única forma de vida existente é aquela que você escolhe uma profissão e arruma um emprego. E eu não tenho nada contra essa forma de vida. Eu acho que é uma forma de vida digna, uma pessoa que trabalha e ganha um salário, tá tudo certo. No entanto, essa não é a única forma
de vida. Não é a única forma de vida. O cara ele pode ser artista plástico, ele pode ser autônomo, ele pode ser atleta, ele pode Ser um sacerdote, ele pode ser um empresário, um comerciante, um empresário. Existem outras formas de vida que não aquela que alguém deposita a esperança e o projeto de vida dela na CLT. Essa não é a única forma de vida. No entanto, é pregada como praticamente a única forma de vida desde criança. Então, o teu filho ou filho que vai para uma escola, ele é treinado para isso. escola, ela foi formada,
a escola que Como a gente conhece a escola e a universidade, ela foi concebida no no início da revolução industrial, quando a escola e a universidade juntas eram parte de uma estratégia, parte de um plano para formar mão de obra para a indústria. Então, nós temos um modelo industrial da educação no mundo inteiro, ou seja, é um modelo que catequisa as pessoas para serem empregados da indústria. E, repito, não tem nenhum problema. É Uma forma digna de vida alguém eh ser um empregado e trabalhar numa empresa. Tá tudo certo. No entanto, não é uma forma
de vida, não é a única forma de vida. E por que que eu repito isso? Porque muita gente não se enquadra nesse modelinho, entendeu? Muita gente não se enquadra. Aí são os desajustados. Muita gente não se enquadra na escola, no modelinho da escola. Muita gente não se enquadra nesse nesse formato. Essas pessoas são descartadas, são expulsas, Essas pessoas são ignoradas, são tratadas como problema. Aluno, problema. Tem reunião lá entre os professores, ó. Quais são os alunos problema? São os alunos que não se enquadram. Vamos fazer o que com ele? tasca ritalina nele. Você vai estar
com com Augusto à tarde, não é? Você até pode perguntar: "O Brasil é o segundo maior consumidor de ritalina do mundo." Ou seja, é aquela é aquela droga que você acorrenta a criança por dentro. Óbvio que existem casos clínicos eh de TDAH, existem casos clínicos eh pontuais que são necessários a aplicação dessa desse remédio, é óbvio. Mas no entanto, eu já li especialistas falando que existe um exagero na prescrição desse remédio. Algumas pessoas tomam até esse remédio para ficar mais focado, para trabalhar mais. Uhum. E aí eu se derivados e derivados esses derivados esses esse
derivados, né? Ritalina é uma marca, né? Na realidade tem os derivados aí e as pessoas ficam dependentes quimicamente dessas substâncias e não conseguem mais se libertarem dessa substância. É muito complicado quando para uma criança saudável ser aceita num modelo educacional, ela tem que se submeter a uma medicação. E isso virou moda porque é muito mais cômodo pro pai que tá preocupado em fazer outra coisa e quer dar uma solução mais fácil pro filho ou Pra escola que tem preguiça ou não tem metodologia, não tem competência. para lidar com uma criança que não é padrão. Hum.
Ou seja, eu não fui uma criança padrão que foi expulsa de escola, percebe? Então, a, ou seja, segundo essa régua do modelo educacional criado na revolução industrial, eu não sirvo, eu sou uma pessoa inapta. Então, o empreendedorismo, que é algo que tá fora dessa cartilha, vendas e Empreendedorismo, foi o que me deu um caminho e a minha, o meu objetivo sempre é mostrar pras pessoas que elas não são refénsquele único caminho que a escola tentou catequisar ele. Mas na nossa geração tá diferente. Eu sinto que por causa da internet, cada vez pós pandemia, as pessoas
estão decidindo serem empreendedoras. Mas mas aí tem dois motivos também, não é? Primeiro, as pessoas estão percebendo A falência desse modelo. Aham. Não só a falência da educação do modelo educacional. Ou seja, o que que eu tô querendo dizer com isso? As pessoas estão saindo do ensino médio sem saber matemática básica e sem saber ler e escrever direito, né? O número de analfabetismo funcional, ele cresce muito. As pessoas saem com canudo debaixo do sovaco na faculdade, só que a gente tem que contratar a pessoa e Treinar ela, porque ela não sabe fazer o que ela
o que ela precisa fazer. A empresa precisa ser a a instituição educacional principal da sociedade para treinar os funcionários, para educar os funcionários. Como hoje tem reportagens dizendo que médicos recémformados usam o chat GPT diariamente durante as consultas para poder dar solução pro pro paciente. Imagina, tá tudo ficando, imagina essa situação. Você tá se Consultando com alguém que fez 6, 8 anos de medicina e ele tem que consultar o chatt para te dar uma solução. Tá tudo ficando muito complicado. E aí o que que acontece? As pessoas estão percebendo a falência do INSS. Você vi
aí o NSS, escândalo, a conta não fecha, teve reforma da previdência recentemente, vai ter que ter outra, porque a conta não fecha. Uhum. Conta não fecha porque as pessoas elas morrem mais tarde, vivem mais, então Recebem mais o benefício, tem menos filhos, ou seja, vão ter menos pessoas trabalhando para pagar a aposentadoria dos mais velhos, ou seja, essa conta não fecha. Então, quem é postor nesse modelo que daria segurança para ele ao longo da vida dele, tá caindo do cavalo. Então, as pessoas cada vez mais, se é uma pesquisa semana passada, 69% dos brasileiros preferem
ter o seu negócio próprio, querem, desejam ter o seu negócio próprio, trabalhar por conta Própria, ou seja, não ter um emprego fixo naqueles moldes da CLT que se pregou desde Vargas até hoje. E relembrando que querer, né, é muito mais do que só desejar ter, mas é estar disposto a pagar o preço, aceitar as consequências e os processos para realmente ter. Isso é o primeiro isso é o querer. Primeiro passo, mas é o primeiro passo, né? Ô, ô, ô, Brunê, a pessoa precisa querer e quando ela quer, o ideal é que ela queira a coisa
certa, Porque se quiser coisa errada também não resolve, não é? Então ela precisa querer. Esse é o primeiro ponto, querer. Ela precisa querer alguma coisa. Então ela pensa assim: "Não, eu quero aprender isso." Então ela vai ter que pagar o preço, como você acabou de dizer, para aprender. E aí para aprender tem conteúdo gratuito na internet, tá? A gente, eu, aliás, 90% do meu conteúdo é gratuito e 10% é pago. Então, com conteúdo gratuito, não apenas do Meu, de vários conteúdos do seu e de várias pessoas, não é? tem conteúdo eh gratuito que a pessoa
começa a aprender a direção, porque ela ela não tem um pai e uma mãe para orientar. Uhum. Então ela precisa aprender a direção. É esse aqui o caminho. O que que eu preciso aprender? Ela consegue aprender vendas, ela consegue aprender o que ela quiser gratuitamente. Uma dica para escolher quem seguir é não se basear na Conversa bonitinha do do sujeito lá ou da sujeita que tá falando lá. Não se basear. Ah, gostei dessa pessoa. Não, olha pra vida da pessoa, o que que ela realizou? Ela pode falar porque resultado, você tem que olhar pela árvore,
pelos frutos se conhece. Tem que olhar o fruto, cara. Porque não adianta falar coisa bonitinha, porque tá cheio de gente na internet querendo ficar milionário, ensinando outras Pessoas a ficarem milionários. Uhum. Então, eh, e de novo, isso é democrático, cada um fala o que quiser, tá tudo certo. Mas eu não é democrático também para ninguém, não necessariamente você consumir qualquer coisa de qualquer pessoa. Se você vai levar teu filho num médico para fazer uma cirurgia delicada de vida ou morte, você vai investigar se esse médico tem bom histórico, se ele tem, se ele é um
cara que tem sucesso Nas cirurgias que ele faz. Você não vai botar teu filho na mão de qualquer médico. Uhum. Então não coloca a sua vida, a sua, o seu futuro na mão de qualquer pessoa, ouvindo qualquer pessoa falar. Tem que escolher. Olha pra vida desse cara, o que que ele realizou para realmente eu emprestar meu ouvido para ele. Então essa é uma boa, uma boa forma. Eu acho que a audiência está amadurecendo E nesse amadurecimento ela consegue diferenciar uma coisa da outra. Que bom. A gente vai abrir um pouco para perguntas e respostas, tá?
Nós temos três ou quatro perguntas eh dentro do nosso tempo. Então, quem tiver alguma pergunta, só levantar a mão. O microfone vai até você, tá bom? Os nossos voluntários vão levar até aí e pode direcionar a pergunta. Oi. Oi, Flávio. Tudo bem? Como é que tá? Tudo. Eu não consigo te enxergar se tá Tá escuro aí, mas tudo bem. Tá na luz, né? Flávio, queria te perguntar, você é de Salvador? É Leonardo. Ah, o Léo. Beleza, Léo. Foi por dedução. Eh, queria saber de você com relação. Vi até que você fala disso num aquele programa
seu conselho. Tem, você fala do MBA e fala um pouco disso. Queria saber como é que você enxerga a aplicação das IAS nas empresas e em todos os setores da empresa, principalmente vendas, que é O seu setor. E o que você fez nas suas empresas, de que forma você implementou elas? Legal. Deixa eu começar falando sobre o assunto inteligência artificial da seguinte forma. Primeiro, em tecnologia sempre tem um hype de muitas de toda hora aparece um hype diferente. Um recente foi o metaverso. Vocês lembram dele? Já desapareceu o metaverso. Eu não acho que inteligência artificial
é um Caso. Pelo contrário, inteligência artificial é um caso irreversível, um caso que veio para ficar e veio para avançar. nós realmente eh teremos já estamos tendo uma revolução por conta da inteligência artificial, mas eu não gosto dessa abordagem apocalíptica da inteligência artificial. Por que que eu não gosto? Eu não estou afirmando que não será um apocalipse da inteligência artificial. Não, não é isso que eu estejo afirmando, Mas a realidade que ninguém sabe exatamente como é que essa esse negócio vai andar. Ninguém sabe exatamente qual vai ser a profundidade e qual vai ser a relação
entre essa nova tecnologia e os seres humanos. Mas existem pessoas que falam dessa de uma revolução muito profunda a ponto de todas as pessoas perderem todos os seus empregos, a ponto de da inteligência artificial ser melhor do que nós em absolutamente tudo e e que isso moldaria um mundo Completamente diferente desse que nós temos. Eu não estou afirmando que isso não possa acontecer e nem que não vá acontecer. Eu só estou afirmando o seguinte, que tem gente, por exemplo, que tá assim: "Ah, meu irmão, já era, não vou nem mais trabalhar, já era. Não, não,
acabou geral, não. Tem gente que já tá assim, entendeu? Para que que eu vou fazer isso aqui se a inteligência artificial vai fazer isso, Isso, isso, isso, isso, isso. Percebe? Então, e vamos supor que daqui a 5 anos, 2030, nós tenhamos esse cenário mais apocalíptico, OK? Vamos só supor, supondo isso, você tem 5 anos para ficar rico, meu amigo, senão já era. Porque num cenário entre em que um robô faz tudo, tudo passa a não ter valor. Onde é que está o valor? O valor está na escassez. Quando se eu produzo 1 trilhão de iPhones,
qual o valor que ele vai ser vendido na loja? Zero, 1, R$ 1, 1 do ou preço só dos componentes? Mais nada. Percebe o que eu tô falando? Então, num cenário entre, eu num cenário, nesse cenário mais apocalíptico, As coisas não têm absolutamente nenhum valor. E aí as pessoas vão precisar ter dinheiro para se sustentarem. para pelo menos comerem. Nós criamos uma grande aldeia de pessoas sustentadas pelo Estado. E nesse cenário, a maior dificuldade é o propósito de vida, né? Que que propósito vai ter o ser humano num cenário como esse? Que propósito ele vai
encontrar paraa vida dele nesse cenário? Não é a Nosso trabalho tá muito ligado a ao que a gente faz, a nossa utilidade, né? aquilo que a gente produz tá muito relacionado ali na nossa própria identidade, não é a nossa identidade, mas a gente é é é um fator importante na nossa vida. O nosso trabalho, é ou não é? Teu trabalho é importante para você, é parte da nossaid da nossa da da do da importância que a gente tem que a gente tem na nossa vida, não é? Agora, se esse cenário for acontecendo, opa, você tem
Aí pouco tempo para realizar coisas para você realizar. Então esse é o primeiro ponto que eu quero dizer. Eu não acredito muito neste cenário, OK? O que que eu já estou fazendo de inteligência artificial? A gente trabalha bastante a parte de pós-venda. Só para você ter ideia, nós temos um projeto que temos num setor de pós-venda 180 pessoas. Numa das empresas da Weiser, né, que a gente atua, tem 180 pessoas nesse nesse processo de Pós-vendas. 60 pessoas já foram dispensadas, porque muitos desses processos de inteligência artificial já foram implementados. A tendência em mais um ano
é que dessas 180 pessoas fiquem apenas 20 pessoas. 120 serão dispensadas ou vão trabalhar em outra área que não essa área de pós-vendas. Então isso é que ser um exemplo prático. Na área de vendas, a área de qualificação de leads já está sendo automatizada. Parte de prospecção de leads e qualificação de leads já começa a ser trabalhado para ser automatizado. Não começou ainda, mas esse ano já começa a automatização de qualificação de leads, ou seja, o SDR, aquele todo aquele processo de qualificação de leads vai ser vai ser automatizado. Hoje o Meta lançou Meta lançou
um processo monitorado por inteligência artificial que faz a parte de EDS de de anúncios, né, anúncios patrocinados, Eh, que já tem a pretensão de substituir o trabalho de todas as agências de marketing no se vai conseguir, se não vai, se vai ser melhor, se vai ser pior, isso é outra história. Mas a iniciativa da meta tem essa finalidade, não é? O Uber já trabalha em projetos fortes, fortes para os carros autônomos não terem motorista, todos os Ubers não terem motorista de Uber, não é? As entregas serem feitas por drones, tudo autônomo, sem, ou seja, isso
são fatos Já sendo testados em em muitos lugares, não é? Então, ou seja, a minha recomendação é que você não faça de conta que inteligência artificial não é alguma coisa que vai fazer parte da sua vida e que alguma coisa, ah, não, isso aí é só uma uma coisa eh que não tem tanta importância, não. Eu te afirmo, é algo importante. É bom você conhecer, é bom você estudar sobre inteligência artificial e aprender sobre aplicação eh Em coisas ainda simples, não é? Ainda simples, né? Se a gente for entrar aqui em inteligência artificial generativa, que
é aquela onde o processamento de uma máquina é algumas milhares de vezes maior do que o nosso próprio cérebro, não é? Ou seja, vai tá chegando uma onda que nos próximos 5 anos vai fazer parte essa onda da nossa vida com muita presença e e a gente deve estar atento para isso. Eu não sou daquele que acredita nesse cenário pessoalmente Apocalíptico, tá? Mas sou daqueles que acredita que é algo relevante que você deve levar em conta. E e lembrando, lembrando também, Léo, que vão ter alguns cenários como teu, que a inteligência artificial não vai impactar
tanto, pelo menos aqui na minha linha de pensamento, porque existem coisas como, por exemplo, construção, que a pessoa tem que lá ver, gostar e comprar, né? É, a inteligência, a Inteligência artificial pode auxiliar nas vendas, no encontro do cliente, mas existem coisas que você precisa ver, né? A inteligência artificial, ela pode evoluir o que for, não vai substituir uma viagem, você precisa ir a Roma, você precisa ir a Paris. Existem coisas que que não vão ser impactadas, mas não tanto quanto outras. Tá bom? Não consigo ouvir, quero. Desculpa. Justamente isso. Eu tava conversando com o
setor de venda, justamente isso, que Essa o pré eu via que ia ser automatizado, que a inteligência ia tomar conta ali. Você falou do pós também, interessante, mas o vendedor ele tem que existir para poder fazer a venda. Então, vamos lá. Você quer, que que você quer que eu fale? Vamos lá. Portugal lançou uma inteligência artificial que vendeu imóveis através de um processo automatizado, Tá? Dá uma pesquisada nisso. Deixa eu dizer um negócio para você e um conselho para todos. Não sofram por antecipação. Não sofram por antecipação. Não tenham medo por antecipação. Não tenham preocupações
por antecipação. Se as regras do jogo mudam, nós continuamos sendo os jogadores. Se eu vou jogar de tênis, descalço, de chinelo, entendeu? ou com uma perna de robô, eu não sei, entendeu? Então, eh, não sou, Eu, eu não gosto de ficar me iludindo, nem vou iludir ninguém, nada que eu fale, mas ah, o caminho que a inteligência artificial trará nos próximos anos será disruptivo. Ah, e nós temos que aprender a lidar com esse novo jogo que a gente vai jogar. Talvez o jogo seja diferente do que a gente jogue hoje, mas vai, nós vamos continuar
sendo os jogadores desse novo esporte que vai aparecer, Tá bom, P? Não sofram por antecipação. Vamos, vamos. Ó, se levar 5 anos pro cenário mais, mais agudo, a gente tem 5 anos para fazer do jeito que a gente faz hoje. E se precisar aprender a fazer de jeitos diferentes, eu tô pronto para aprender. E todo mundo tem que estar pronto para aprender. Tá bom? Vamos lá, próxima pergunta. Por causa do tempo, tem que ser rápida. Olá, Flávio. Brunet, a todos. Meu nome é Fabrício, sou empresário do agronegócio. Muito prazer. Você acabou de falar de propósito
e na palestra Noite de destino que eu tive o prazer de assistir duas semanas atrás lá em Chapecó na minha cidade, o Brunê esclarece de uma maneira magnífica a diferença entre o nosso destino número um, a nossa atividade profissional e o destino número dois, que seria o propósito, né? Esse propósito como sendo um destino profético, aquilo que alimenta a nossa alma que a gente veio aqui para fazer. No caso do Brunet, ele afirma que é treinar pessoas, um destino coletivo. Então, nesse contexto, queria te perguntar o que que você considera hoje na tua vida como
sendo o teu propósito de vida ou o teu destino número dois? Legal. Vamos lá. Eh, na minha na minha visão pessoal, e não tenho a pretensão de que essa visão seja a verdade absoluta, eh eu entendo o propósito como algo que Eu escolho paraa minha vida. Eu entendo que me foi dado a possibilidade de escolha, a possibilidade de um livre arbítrio que me permite escolher o meu propósito. Então, eu tenho uma uma existência curta nesse mundo e dentro dessa curta existência eu tenho o arbítrio de fazer essa escolha. E essa escolha, obviamente, a gente vai
escolher aquilo que nos dá mais prazer, aquilo que nos dá mais, aquilo que a Gente tenha se sente mais apto, mas antes de tudo aquilo que a gente se sente chamado. Então, e esse é o primeiro ponto. Segundo ponto, eu também penso que o nosso propósito muda, ou seja, que eu posso escolher novos caminhos para esse meu propósito, porque eu tive indicações, porque eu tive uma pista daquilo que eu que vai arder mais no meu coração a partir de uma determinada fase da vida. Então, para Dar um exemplo claro sobre isso, quando eh eu tinha
19 anos e comecei a trabalhar, eu tinha um, eu queria casar, eu queria formar uma família e era duro, não tinha dinheiro, dependia dos pais, morava com os meus pais, então não tinha nada mais importante na minha vida do que eu ter uma independência financeira que me permitisse formar a minha família. Eu casei com 20 anos, a Luciana com 17 anos. Por quê? Porque com 19 anos eu aprendi a vender. Com 20 anos eu já Tinha sido promovido a gerente. Tava ganhando mais ou menos ali uns um dinheirinho e já dava para eu casar. Casei
rápido, casei cedo. Agora, olha que interessante, eh, a partir do momento que eu me casei, não, meu meu meu objetivo não podia ser mais me casar, já tava casado. Então, a gente precisa renovar, a gente precisa renovar a nossa, o nosso foco. Aí a gente vai modulando os nossos objetivos, a gente vai Modulando aquilo que a gente vai realizando até chegar a um ponto. Quando você chega num ponto onde a tua sobrevivência, a tua família, aquilo ali já está equacionado, o básico tá equacionado e você passa a ter mais escolhas, aí o propósito vai ganhando
muito mais força, porque você sai daquela zona da sobrevivência inicial e aí aquilo que te consumia ansiedade, tempo de trabalho para você conquistar, que já passou a ser Conquistado, você passa, a tua vida passa a precisar estar cada vez mais orientada de de propósito. Aí quando você fica rico, aí você enriquece, você cresce. Cara, se tu não tiver propósito, aí o propósito ele vai ganhando mais espaço, porque você ganha mais liberdade. E é o que acontece. Ah, hoje eu defino o meu propósito. Hoje eu acordo de manhã, eu faço o que eu faço, tudo que
eu faço, porque eu quero impactar pessoas. É algo que tá arde no Meu coração. Eu quero impactar pessoas. E eu impacto pessoas com o pretexto do empreendedorismo, que é algo que que eu que eu tenho a finalidade de libertar as pessoas do pensamento único, que ela foi catequisada na escola, na universidade, através desse sistema que a gente vive. É algo que que arde no meu coração, não é? Eh, me dói ver crianças sendo rotuladas e taxadas como problema simplesmente porque não se encaixaram nesse nesse modelinho ultrapassado que Existe hoje. Me dói porque isso tem um
poder de destruir a vida de uma criança, de um futuro homem e mulher. Então, eu penso que ajudar a libertar a mente das pessoas e apresentar o empreendedorismo como uma alternativa é o que me conecta hoje com as pessoas. Só que eu carrego comigo os meus valores, os meus princípios, aquilo que eu aprendi, aquilo que na minha família, aquilo que na igreja tocando a minha guitarrinha lá, eu aprendi com o meu pai que era Pastor. Você entendeu? Então, ou seja, eu carrego esses valores que estão permeados no meu discurso. Então eu que nada mais é
o cristianismo nada mais é do que uma mensagem de libertação. E e essa coisa de libertar me move para caramba. É algo que me move. Eu vejo que as pessoas são escravas de falsos falsas crenças que elas têm e libertar pessoas é uma coisa que me move. Então eu dividiria meu, o Que eu chamo do meu propósito é de aproveitar a vida do lado das pessoas que eu amo, impactando pessoas para que elas sejam livres. É isso, é isso que me move. Tá bom? Tem uma pergunta aqui na frente também, tá? Depois do do próximo
próximo. Vamos lá. Boa tarde. É um prazer. Gratidão, Flávio. Gratidão, Brunê. Me pergunta, Flávio, um negócio como o meu que oferece segurança e praticidade com a Solução onde o cliente fica isento de uma videoconferência por 4 anos, percebo que muitos empreendedores, como contadores e agentes de registro que são vinculados a nós, eh, deixam de inovar por medo de mudar o modelo tradicional. E na sua visão, como vencer a fragilidade emocional que nos faz proteger o modelo velho, antigo, de ter que tender, fazer videoconferência todos os anos, perder tempo com isso, mesmo quando o novo é
claramente mais Eficiente. Rapaz, olha só, eu adoro vender produtos com nível de consciência baixo. O que que são produtos de nível de consciência baixo? São produtos que as pessoas precisam, mas elas não sabem que precisam. Então, por exemplo, todo mundo sabe que precisa comer, todo mundo sabe que precisa almoçar. Já deve ter gente com fome aqui agora, inclusive, Né? Tá vendo? O cara já tá rindo ali. É um é um comilão, não é? Tá na hora. Porque ninguém precisa saber, ninguém precisa te ensinar. Você já nasce chorando para mamar, entendeu? É do ser humano, é
do instinto, não é verdade? Mas existem coisas que você precisa, mas não sabe que precisa. Então eu comecei vendendo curso de inglês na década de 90, quando a primeira coisa que eu tinha Que vender pro cliente não era o curso. Eu tinha que vender primeiro para ele que no futuro em inglês ia ser importante. Se ele comprasse que no futuro em inglês ia ser importante, pronto, agora deixa eu falar do curso de inglês para você, não é? Hoje não, todo mundo sabe que inglês é importante. Não preciso vender que inglês é importante. Mas na década
de 90, quando eu comecei a vender esse produto, era um nível de consciência Muito baixo. Produtos de nível de consciência baixo, eles são ideais serem vendidos através de uma estratégia educacional. Ou seja, você primeiro educa o teu cliente para depois vender pro teu cliente. Não adianta você querer vender para um cliente que não está educado. Então, quem trabalhou muito essa estratégia foi a XP também na década de 90. Ele falava, eles faziam cursos para ensinar a pessoa a investir o seu Próprio dinheiro, finanças pessoais. E aí quando a pessoa ela fazia aquele curso sobre investimento,
ela apresentava uma plataforma através da qual ela poderia fazer aquele investimento que ela tinha acabado de aprender. A empresa que também trabalha assim é a Seus Force, aliás, ela começou muito assim, trabalhando sobre a importância do relacionamento com clientes. E aí as pessoas aprendiam aquela Ferramenta e ela apresentava um CRM, que é um software de gestão de clientes para aquela pessoa, ou seja, aquele cliente estava pronto para comprar. Eu adoro vender produtos com nível de consciência baixa, porque você traz um uma abordagem educacional como parte do seu funil de vendas. Então você primeiro educa o
teu cliente para depois você vender o seu produto. Então eu vejo que esse que essa essa realidade que você vive, as pessoas ficam presas ao velho porque elas eh em Geral se sentem mais seguras com o velho. Mas por quê? Porque são ignorantes. Elas não conhecem o novo suficientemente. Porque se conhecessem elas trocariam o velho assim, ó, rápido. Agora para ela conhecer precisa de quem? precisa de alguém educando, alguém ensinando. Então, uma estratégia de marketing educacional é muito boa. Se você começa a formar uma comunidade de pessoas ensinando sobre aquele assunto, falando sobre aquele assunto,
Daqui a pouco você tem aí alguns milhares de alunos que vão se transformar em alguns milhares de clientes. Então, o cliente de um produto de nível de nível de consciência baixo precisa antes de qualquer coisa ser um aluno. Essa, na minha opinião, é uma excelente estratégia. Boa. Próxima pergunta. Oi, Flávio. Bom dia. E aí, Rafael? Bem, hoje o meu negócio é uma farmácia De manipulação e é uma farmácia que nós nichaamos em três públicos. é gestante, fertilidade e pediatria. É um público que você pega desde a tentativa até a pediatria, né, e depois vai embora.
Eh, estima a OMS estima que no mundo hoje 17,5% da população é infértilum. Isso, se você for colocar em números, dá mais mais ou menos 1,4 bilhões de pessoas. Eh, quando você fala em escala, mas dentro de algo que precisa ser Personalizado e e ainda é artesanal, ao meu meu negócio, eh, qual o direcionamento que você daria para que nós conseguimos, conseguíssemos atingir esse público? A palavra artesanal e escala não combinam, não é? Você, pela forma que você fez a pergunta, você já sabe disso, não é? Eh, tanto é que a, voltando aqui à revolução
industrial, foi justamente você sair do artesanal para o processo industrial. Então, eh eh não necessariamente você vai encontrar a sua escala no que hoje é o seu produto principal. Às vezes, eu não estou afirmando que é teu caso, o nosso produto principal sem escala, ele é só um pretexto pra gente achar qual será o nosso produto principal. Não estou dizendo que que você deve mudar nada no teu negócio. Só estou te dizendo que se você quer escala a palavra artesanal, não conversa com ela. Mas eventualmente numa determinada área específica artesanal, onde você é destaque, onde
você teve sucesso, onde você encontrou reconhecimento, às vezes aquela área é uma área que vai te projetar como autoridade para uma outra área que ali sim você poderá ter escala. Eu não consigo te dizer nada mais além disso, porque eu não sei detalhes do seu negócio, mas se escala é algo que você busca, o que que tu faz é artesanal, as Coisas não conversam. Mas se ainda assim escala é o que você deseja, às vezes aquele trabalho te trouxe autoridade para você fazer alguma outra coisa, tá? Então, por exemplo, eu vou te dar aqui alguns
exemplos. A gente atende muitos médicos, né? Eh, muitos desses médicos se tornaram autoridade no no segmento dele, mas ele eh tem um limite na agenda dele para atender consulta, para fazer cirurgia e ele já ganha ali um X fazendo Aquele trabalho todo já com sucesso naquele âmbito que ele tem. E aí ele olha para aquele X, ele fala: "Puxa, eu gostaria deais, ou seja, eu quero mais escala". Ele olha pra agenda dele, tá ocupado a 13, 14 horas por dia. Ele, caramba, eu não ganho o que eu gostaria e ainda trabalho mais do que gostaria.
Não é uma boa combinação, entendeu? Às vezes esse cara, ele vai encontrar a escala dele, não vai ser Dentro do consultório, ele vai virar, eventualmente ele vai virar um educador médico. Muitos vão pra área da educação médica, que é uma área que você tem escala. Eu tenho uma empresa de educação, não sou médico, mas tenho empresa de educação médica, eh, que cresce exponencialmente, entendeu? Então, às vezes ele, ele sendo uma autoridade naquele consultório, ele se torna uma autoridade para poder atuar numa área de educação médica, onde ele Vai ter 400 alunos eh pagando R$ 200,
R$ 300.000 R$ 1.000 por ano, eh, que são outros médicos em que ele educa, passa a educar médico. Eu tô te dando um exemplo aqui, não entendeu? Às vezes, eh, às vezes determinadas áreas vão ocupar uma função na sua vida para te tornar uma autoridade, para você ter uma outra área que você vai explorar com escala aquela autoridade que você conquistou naquela área que não tem escala. Vamos pensar nisso, tá bom? Vamos lá. Última pergunta, hein? Bom dia, Fábio e Flávio. Bom dia, Thaago. Bom dia a todos. E eu tô tendo uma dificuldade com a
liderança dessa pessoa. Ela é muito intensa. Como foi para você a liderança dessa pessoa? O que que você analisa dessa liderança? Porque é intenso, né? É muito. Mas você quer resultados intensos? Que que você busca para você? Por exemplo, você vai ver um técnico um técnico de um atleta olímpico, ele sempre vai ser Intenso, porque se não for intenso, esse atlético atleta olímpico não vai performar. Então, acho que tem e eu acho que isso tá muito relacionado a a à tua expectativa, a sua expectativa ou sobre o que tu quer, sobre o que você quer
para você, paraa tua vida, não é? Se você quer bater recorde mundial, você vai precisar ter um técnico muito intenso. Se e se você não for intenso e tiver um técnico intenso, ele vai querer te espancar e Você vai ficar fazendo corpo mole e também não vai bater o seu recorde mundial. Então, às vezes o melhor é não querer bater recorde mundial, de repente muda o sonho, né? O ponto é o que você quer, né? Eu trabalhei com essa pessoa por uns 4 anos, não é? e sempre me dei muito bem, mas eu conheço. Depois
eu trabalhei com ela sendo líder dela por 18 anos depois, não é? E e ele sempre foi muito intenso, não é? Não mais intenso do que eu, não é? Sério? É, não mais intenso do que eu, mas ele ele eu eu eu sei o que você se refere, ele é intenso na hora de te cobrar. Então, se você tem alguém que te lidera, que te cobra mais do que você está se cobrando, reflete sobre o que você tá se cobrando. De repente tá se cobrando pouco. Ou se você eh não quer uma alta cobrança, você
precisa alinhar tua expectativa de que Resultado você quer também, entendeu? Porque a gente não vai conseguir chegar onde a gente deseja sem a gente se cobrar. a gente vai ter que se cobrar. E eu, por exemplo, eu eu às vezes para eu me cobrar, sabe o que eu faço? Eu me comprometo publicamente, porque aí todos vão me cobrar. Então, assim, eu vou atrás da cobrança, eu vou atrás da do do desconforto, porque eu sei que no desconforto eu vou Render mais, porque para mim render mais é mais importante do que o meu conforto. Uhum. Mas
eu tenho isso claro para mim. tem que você precisa analisar se para você funciona desse jeito também, entendeu? E só para complementar, tem jeitos e jeitos de falar, é claro, mas, por exemplo, para quem trabalha diretamente comigo, eu sou extremamente cobrador. Eh, é lógico que passa um tempo, a pessoa ela acaba prendendo ou entra num Caminho melhora e você cobra menos. Mas quem trabalha direto com diretamente comigo, cara, quantas vezes eu eu já perdi assim 30 minutos dando uma bronca daquelas de traumatizar o cara, né? É. E e eu falei: "Mas esse você quer crescer
rápido ou quer crescer demorado, cara?" "Rápido." Então é essa bronca aqui, cara. Não pode ser assim. Tá errado assim, é feio assim, atrasa meu lado assim e é isso, é isso. Então é o Que o Flávio falou, depende muito do resultado que você quer. Não quero ser uma pessoa de resultado, então o cara tem que gostar de ser chamado atenção. O capa quer bater recorde mundial, cara vai ter que se cobrar muito, né? Então é mais ou menos por aí. Valeu, amigão. Valeu, gente. Quero agradecer vocês, agradecer quem tá em casa. Obrigado. Pode assistir o
Bruneques. E vocês estão aqui. Eh, obrigado pela parte da manhã do Destin M. Pedi um forte aplauso pro Flávio. Obrigado. Muito obrigado. [Música] [Música] [Música]