o assunto agora é consórcio de bens aqui vale muita atenção porque nós temos inclusive duas formas diferentes de contabilizar então vamos lá normalmente as empresas participam de grupos de consórcios para aquisição de bens para o seu próprio uso classifico contabilmente no subgrupo mobilizado lá no grupo ativo não circulante momento a contabilização deve se atentar para a questão do fundo de reserva o qual gostaríamos durante o caso prático existe uma orientação fiscal através do parecer normativo cst número 1 1983 que dá tratamento diferente da prática contábil definir nós nós veremos isso também que a resolução do caso prático então vamos ao nosso caso prático primeiro nós vamos falar das práticas contábeis usuais depois nós vamos falar sobre parecela da cst 01 1983 é um exemplo é o seguinte a empresa xpto entre um grupo de consórcio para aquisição de um veículo os dados o número de consorciados 60 prazo 60 meses início junho de x 0 o valor inicial da prestação 11 232 data de vencimento das prestações o último dia útil de cada mês o valor pago antes do recebimento do bem então nós vamos partir do recebimento bem as parcelas de 1. 202 de junho de x 0 agosto de x 1 já foram pagas nós estamos agora exatamente no mês de agosto pagamos um mês de agosto estamos na verdade paga no último dia em que fomos contemplados 18 mil 480 o que já foi pago como é que nós contabilizamos o pagamento mensalmente eu de vitto consórcio de ver com os lá em imobilizado em andamento no ativo não circulante acredito um disponível caixa banco que o ideal lá no ativo imobilizado é que você tenha tido mobilizar imobilizado em uso e mobilizado em andamento a diferença que mobilizar de uso já está na empresa você está usando está depreciando mobilizado em andamento ainda não está depreciando ainda não está pronto ainda não está na empresa ok muito bem então isso aqui foi feito mês a mês de junho de x 0 agosto x 1 totalizando r 18 mil quatrocentos e oitenta reais já pagos ok vamos então agora a contabilizar o recebimento do bem vamos fazer pelas práticas contábeis usuais e depois nós vamos falar sobre o parecer cst a empresa foi contemplada por sorteio em agosto de x 1 e recebeu veículo nesse mesmo mês neste momento restam 45 parcelas a pagar no valor de 1 232 cada uma o veículo será ativado considerando os seguintes valores então para contabilizar no artigo nós vamos considerar os valores que já foram pagos 18 mil quatrocentos e oitenta mas a dívida que está assumida 45 parcelas de 1 232 55 mil 440 total 73. 920 esse é o valor a contabilizar lá no ativo imobilizado no dia do recebimento do bem o valor da parcela é composto da seguinte maneira o fundo com a contribuição de aquisição do bem 1.
100 reais diz respeito ao valor exclusivamente do veículo taxa de administração do grupo o consórcio 110 e fundo de reserva 22 totalizando então os 1. 232 que o valor da parcela a nota fiscal emitida eu tenho um valor total de 66 mil do bem veja que aqui é o fechou é um e 100 em 60 parcelas sessenta e seis mil e o icms sobre esse valor na alíquota de 18% vai dar 11. 880 vamos ver como é que a gente contabiliza isso aqui eu coloquei os valores de novo pra a gente não se perder aqui nova contabilização não veja só eu vou evitar veículos lahm ativo imobilizado por que agora é o bem né o bem é tá lá dentro de imobilizado em uso então lá na conta veículos enquanto 62 mil 0 40 o que é 62 mil 0 40 libras é o valor de 73.
920 é o valor a ser ativado como um visado - o icms 11. 880 somar os dois aqui vai dar 73 920 muito bem os dois eu vou evitar eu vou creditar o consórcio de veículos que eu já havia pago o valor que havia pago agora estou zerado aqui porque o que eu já estou incorporando ele o valor do veículo e dois créditos aqui em consórcios de bens a pagar que são aquelas 45 parcelas que eu ainda vou pagar então aqui ó mais detalhes então e 60 e 2004 e 40 é os 66 mil do veículo - 11 880 mais a taxa de administração mais aquele fundo a de reserva 22 sempre 32 x 60 parcelas 7920 rock que nada mais é do que os 73 920 - o icms só pra ver dos dois jeitos aqui pra deixar bem claro rock e aqui em baixo a separação do curto prazo e de longo prazo algo né você pode perguntar porque não é fácil tem 16 parcelas são 12 olha só a definição de curto prazo é tudo o que vence até o final do exercício seguinte claro que se eu estiver fechando o balanço em 31 12 eu terei que 12 parcelas então para um balanço fechado é 12 parcelas porém se eu estou contabilizando isso durante o período eu tenho que tomar todas as parcelas que vencem até o final do exercício seguinte o exercício seguinte inter tem 12 parcelas mas as parcelas que ainda dentro desse exercício vai dar então as 16 eu paguei agosto para setembro outubro novembro dezembro faltam quatro mais as 12 do exercício seguinte vai dar então 16 por sermos multiplica por 1 262 foi dada aos 19 712 e por diferença pelo 29 parcelas no longo prazo vezes 1. 232 35 729 muito bem agora acontece o seguinte vamos supor que depois de ter recebido bem logo no mês seguinte houve uma alteração no valor das parcelas então é 1 232 passou a ser agora mil e trezentos qual é a regra a regra que essa atualização de todas as parcelas a pagar será contabilizado em variação monetária passiva no resultado como é que a gente faz isso então vou pegar que o valor atualizado da dívida aqui eu separei curto e longo prazo no curto prazo em 16 parcelas no longo prazo 29 parcelas então eu tinha que eu tinha não eu tenho 16 parcelas a 1.
300 vai dar 20 mil e 800 porém eu tinha já contabilizado 19. 702 vamos dar uma olhadinha aqui ó nós acabamos de fazer 19 1712 no curto prazo volta então aqui eu tenho uma atualização monetária água estabilizar nas parcelas de curto prazo 1. 088 e das parcelas de longo prazo 1971 a mesma coisa vinte e nove parcelas vezes 1.
337 700 - o que eu já tinha contabilizado voltando ali 35 729 aqui a diferença 1971 também contabilizar esses dois valores aqui para atualizar o meu contas a pagar aqui só pra gente nós perdemos valores ea contabilização é essa atualização das parcelas eu vou de evitar variações monetárias passivas a soma dos dois valores vou creditar consórcios de bens a pagar no curto prazo o consórcio de bens a pagar no longo prazo os valores respectivos legal então é basicamente isso aí tá não tem não tem mais a vamos falar rapidamente sobre o fundo de reserva que acontece com o fundesa eu poderia até separar está em contabilizar como despesa porque porque isso aí pode ser devolvido no final o fundo de reserva justamente pra repor alguma atualização alguma falta de pagamento de um consorciado e pode ser que nada disso aconteça esse valor sobe ao final lá no grupo de consórcio ele será devolvido para cada um participante do do consórcio então eu vou ali e é me recuperar desse valor eu posso ao final acreditar la de uma conta de resultados ou poderia ao invés de contabilizar no ativo que já é jogando lá na despesa mas como não sei se isso vai voltar ou não o valor é sempre pequeninho eu deixo contabilizado aqui como ativo mesmo e se houver se houver o reembolso no final eu acredito direto lá numa conta de resultados tá certo então agora vamos olhar como é que o fisco além disso então parecendo uma ativa vida cst por este parecer normativo seria possível contabilizar o consórcio no ativo circulante ou no ativo não circulante inclusive no realizável a longo prazo está no ativo não circulante mas nós não mas nós aqui vamos continuar contabilizando no ativo no ativo não circulante imobilizado por que porque é a prática contábil aceitável é essa de contabilizar um ativo circulante não é contabilmente as e é aceito no fisco nós estamos falando de práticas contábeis belê tão ativo mobilizar porém a grande diferença é que o parecer pede que o valor a ser contabilizado como ativo seja apenas o valor constante da nota fiscal 66. 100 a taxa de administração ea contribuição para o fundo de reserva que totalizam 7 920 não vejo mais uma vez isso é o que não é a prática contábil aceitável são a prática fiscal nós vamos sempre fazer por aquela que eu acabei de fazer mas como existe é essa consideração eu vou mostrar pra vocês também é bom olha só como é que fica pelo recebimento do veículo lembra que nós havíamos contabilizado aqui o valor com a taxa de administração eo fundo de reserva agora não eu simplesmente pega os 66 mil aqui o demonstrativo 66 mil - o icms vai dar 54 120 que é o valor líquido do icms então vai pra imobilizado 54 120 débito do icms sobre bens a recuperar 11. 880 acredito consórcios de veículos 18 800 480 então vejo um detalhe interessante quando eu contabilizem com o sócio de veículo imobilizado andamento eu contabilizei as parcelas pagas integralmente isso quer dizer o que é que aqui dentro está a taxa de administração e também o fundo de reserva ok eu estou gerando neste momento vou colocar aqui como contrapartida no contas a pagar as diferenças rock ó contabilizado vão pegando aqui ó agora vou pegar o valor de 47 520 que é o que é e 66 mil que - os 18 480 veja que muita calma nessa hora 66 mil não tem taxa de administração e não tem fundo de reserva porém os 18 mil têm como se eu estivesse tirando daqui depois isso vai compensar lá na frente vou mostrar então os quarenta e sete mil quinhentos e vinte é o que falta pagar dos 66.
000 certo pego esse valor devido por 45 parcelas x 16 e 29 para saber qualquer curto e longo prazo beleza então resolvemos isso agora vamos ajustar o passivo antes do ajuste das parcelas então agora eu tenho que fazer veja que ali eu fiz o quanto a pagar como se fosse 66 mil mas não é 66 mil é 73 920 porque são parcelas de 1. 232 60 parcelas de mil 3 232 então veja se eu pegar as 45 parcelas e multiplicar por 1202 das 55 mil 440 mas eu acabei de contabilizar lhe dizendo que ela 47 520 porquê porque havia considerado somente o valor do veículo sem taxa de administração e sem a fundo de reserva muito bem agora achei essa diferença isso eu vou contabilizar onde em variações monetárias passivas então aqui está a grande diferença para as práticas contábeis usuais esse valor 7 920 lá naquelas nossas práticas contábeis usuais estar junto com o valor do imobilizado que diz respeito à taxa de administração eo fundo de reserva aqui e aqui não aqui separa esse valor jogando ele para avaliações monetárias passivas junto com aquelas avaliações de alteração de de preço de valor de parcela então ele não não incorpora o valor do imobilizado ok lembrando de novo que a maneira mais correta é aquela que nós fizemos antes muito bem aí pegou só que separei em curto e longo prazo da mesma maneira né a fechar a contabilização agora vamos fazer a mesma coisa que nós fizemos o outro que atualizar a parcela para 1. 300 a partir daqui não tem mais o que falar não tem mais diferença na contabilização essa atualização é igualzinha a outra porque eu estou contabilizando a diferença em atualização monetária em variação monetária passiva do mesmo jeito então essa aqui é a mesma organização nós fizemos antes meu passivo já está atualizado em 19 720 até aqui agora o novo valor de parcela vai para 20 800 o ajuste de 1.