ah outro erro que pode acontecer na mensuração São objetivos muito simples então né a gente tem que ter o equilíbrio não dá para colocar um objetivo muito complexo muito inalcançável paraa criança né eh ir realisticamente difícil pra criança porque não vai conseguir como todo mundo se frustrar a família nós a criança né de uma uma meta muito longo prazo ou muito difícil mas também a gente tem que se atentar em metas muito simples porque a criança pode fazer muito mais do que aquilo que eu já descrevi na minha meta então eh nós temos que ser
realistas nós temos que ser ter pé no chão na hora de traçar e ser também e criteriosos né porque óbvio né Falando como terapeuta a gente quer atingir o máximo todas as vezes é óbvio mas eu vou colocar um objetivo muito simples e que eu sei que meu paciente vai consegir seguir já o mais um mais dois de primeira isso também acaba tendo uma não que não que seja ruim né gente Isso é ótimo essa criança conseguiu excelente Mas pode futuramente nos trazer uma dificuldade nessa mensuração eh porque é algo muito eh é muito simples
não foi elaborado de uma forma bem eh Não trouxe um viés né Eh específico para aquele paciente então a gente tem que tomar cuidado também para isso não não interferir lá na frente na nossa mensuração Alguém chamou lá Carol Oi deixa eu tirar uma dúvida diga CL esta folha ela ela a gente monta é uma folha por meta eu eu ponho uma meta aqui e essas subescalas são são direcionadas em cima da minha meta isso tá então eu que nem no no nesse exemplo que você deu a sua meta era andar com o andador por
250 m eh diminuindo o tempo isso porque ele já é uma coisa que ele já realiza em 10 minutos isso então a essa meta específica era diminuir o tempo mas isso não entra na meta isso entra na subescala a minha meta específica daquele exemplo é o paciente ser capaz de andar no corredor com o uso do andador naquele percurso e dentro desse objetivo eu quero diminuir o tempo dele então aí que eu vou trazer a minha subescala tá aí eu posso e eh eh a subescala pode ser variar uma duas ou três mais ou menos
em cima daquela meta isso porque por exemplo naquela meta do né da deambulação do andar no corredor num corredor de 250 m eu posso fazer subescalas como eu escolhi uma delas a velocidade com andador eu posso colocar outra subescala na avaliando desse dessa mesma meta eh um possível uma possível evolução de dispositivo então do andador ir para uma muleta então isso pode ser uma variável eu posso utilizar outra subescala avaliando não além do tempo além do dispositivo Um percurso maior ou um obstáculo que tenha nesse percurso porque vamos supor que esse corredor de 250 m
é na escola então eu posso colocar e com obstáculos que crianças passam correndo muitas vezes e a isso pois atrapalhar a criança na deambulação então a minha meta é a deambulação andar com andador no corredor de tantos metros mas disso eu posso trabalhar com o tempo posso trabalhar com o dispositivo posso trabalhar com o com o ambiente pode ser minha variável entendeu faz nesse caso fazer o desvio de um obstáculo é uma subescala dessa meta exato Ah o ambiente Pode ser né o obstáculo não possíveis obstáculos pode ser uma uma variável de mensuração que eu
posso utilizar também dentro daquela meta específica que eu tracei lá em cima que é melhorar a ulação do meu paciente é porque quanto mais subescalas eu eu eu eu não sei tá posso est errada mas quanto mais subescalas eu conseguir ion em cima de uma meta como a gente tem 6 meses para reavaliar o paciente eu não posso colocar muitas metas porque eu não é a minha linha então se eu se eu se eu traçar duas metas com um exemplo com umas duas subescalas em cada meta e já é acho que uma a gente já
vai ter muito muita muito trabalho vamos dizer assim muita eh eh É pode ser algo que a gente não consiga atingir porque são muitas metas com subescalas e pra gente conseguir trabalhar isso especificamente e depois também reavaliar isso pode nos trazer um um uma dificuldade lá na frente com certeza é uma frustração de não alcançar o que a gente o que a gente né Tá traçando por isso que agora com essa visão a gente tem que ter muita cautela e e e fazer né eh umas já as umas metas bem específicas e e bem pontuais
né pontuais pra gente não se perder lá na frente exatamente tá mas aí não tem essa mínimo e esse máximo isso depende de cada área de quantas vezes por semana o terapeuta atende aquela criança Exatamente é aí que é o pulo do gato que a gente tem que tomar cuidado que isso é bom e é ruim também para nós a gente tem que tomar muito cuidado para isso não não nos trazer prejuízos lá na frente porque a guas não tem o mínimo e um máximo tudo vai depender da sua decisão junto com a família dação
e e do que você da intervenção do tempo exatamente por isso que é muito importante a gente já entender e pré-estabelecer inicialmente pra gente não se perder na hora de de elaborar as metas isso aí tá então aquela pergunta que a Pri fez do seis M da do tempo isso a gente a gente não precisa pôr nos nossos aqui porque os nossos é baseado em cima de se meses né então não precisa acrescentar isso dentro dessa dentro dessa folha não mas você também pode dentro de se meses eu quero meta x mas ali na minha
prática Clínica tem uma meta que é um pouco mais simples eh eh simples no sentido D mas fácil dele atingir então meu o meu mesmo paciente que eu tracei uma meta a seis para se meses né do período de intervenção de se meses para atingir eu vou depois reavaliar pra devolutiva eu também posso criar uma outra meta para minha prática Clínica do dia a dia se aquele exercício que eu tô fazendo tá sendo bom ou não vai ser bom ou não para trazer um benefício lá na frente na hora de eu reavaliar a minha meta
de longo prazo não sei se ficou Claro tá eu posso traçar metas de curto prazo também mesmo já tendo traçado uma de longo prazo tá para saber se o meu exercício tá sendo meu meu plano eh terapêutico para fortalecimento de tronco para para controle de tronco eu pensei em tal tal tal exercício deixa eu ver se realmente eu tô conseguindo ter o resultado com isso ou não senão eu vou mudar o meu plano terapêutico para eu conseguir atingir minha meta tá lá na frente então eu posso utilizar essa folha para me nortear se meu plano
tá sendo eficar ou não Tá então pode ser metas curtas tá jo Obrigada Carol e nada mais alguém de dar uma adiantada porque já são 10:20 e também tomar cuidado que os critérios né que os critérios sejam que os critérios sejam subjetivos por quê Ah pode ser baseada o critério pode ser baseado na interpretação individual de cada terapeuta ou né o terapeuta interpretar de uma forma a família interpretar interpretar de outra e com isso não ser V pode não ser Válido para todos nós para chegar num consenso Então a gente tem que tomar cuidado com
os critérios que nós vamos utilizar para com que não seja subjetivo eh na hora da minha mensuração tanto corpo terapêutico como também para a para a família né para criança adolescente e a família