Macho, eu fui, fui cortar uma melancia, eu quase arranco meu dedo fora, machrou um sangue que Deus me livre, viu? Isso faz mais de um dia já e o bicho ainda tá aberto aqui. Arrancar o dedo, perder o dedo e doideira.
O cara vai cortar a melancia com a faquinha de pão e e quase fica sem dedo decho. Mas bom, este é o Teólogos do Twitter. É o programa em que a gente reage a tudo aquilo que está viralizando sobre Deus na internet.
Vocês me mandam, minha equipe seleciona, joga aqui e aqui é sempre primeira reação a tudo isso. Se é sua primeira vez aqui, seja muito bem-vindo a Dois dedos de teologia. Sou pastor Iago Martins, sou professor de teologia.
Se você quiser estudar comigo, tem curso online aqui, você pode, ó, link na descrição. A gente tá mantendo os preços de Black Friday, tá? A gente vê um pacotão aí com 60% de desconto pr pra Black Friday, Black November e a gente tá entendendo que é um preço que dá para sustentar.
Então a gente vai manter aí pro dezembro. Você não precisa de se desesperar não, que a gente não tá com previsão de tirar esse preço não. Quando tiver a gente avisa, entendeu?
Muito engraçado, né? Porque assim, ah, últimas vagas, o preço tá acabando, vai aumentar, vai aumentar não, entendeu? Vai aumentar não.
Esse preço, provavelmente o preço do pacotão, 60% de desconto aí é o preço que vai ficar dezembro inteiro. Então você fica à vontade aí, se quiser estudar com a gente, será muito bem-vindo. Senão fica, tá tudo bem também, tem muito conteúdo gratuito aqui, bom para você, mas também pode acessar os nossos cursos individualmente, tá?
Teologia descomplicada, simplificando grego bíblico, academia de missionários, escola de teologia, tudo na descrição aí se você quiser virar nosso aluno. Dito tudo isso, estamos chegando a 1 milhão de inscritos. Então se inscreve aí se você não se inscreveu ainda no canal para ajudar a gente a chegar lá, tá bom?
Sim, então para o vídeo deus. Batalha espiritual entre um apóstolo e um motorista de ônibus. >> Apóstolo, [música] à esquerda do senhor aqui à esquerda aqui, ó, do lado da rampa.
Desculpe interromper o culto. Eu estou com a senhor aqui, ele estava aí na frente e eu convidei ele para sentar. Ele falou para mim que não poderia sentar.
Eu não saber o motivo porque ele não poderia sentar. Ele falou que ele é o MG, ele é um feiticeiro e ele veio desafiar o Senhor hoje aqui. É.
E ele falou que não existe poder de Deus que possa convertê-lo. >> Essa rodadinha de palitó foi maravilhoso, viu? Eu vou dizer, gente, essa Ai, estamos começando bem, essas coisas são maravilhosas.
Vamos ver. >> E eu tomei a intromissão de atrapalhar o culto, mas ele está aqui, ó. E ele queria ir embora.
Eu falei para ele: "Aguarde que o apóstolo vai falar com o senhor". É agora. [música] Você [música] é farda de motorista de ônibus, né?
Por isso que é motorista de ônibus. [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] >> Holy speed speed speed. >> Que que ele fala final?
Holy speed. É isso. Holy Spirit.
Por que que ele fala em inglês? É, gente, é é um é um teatro de quinta categoria. Que Deus me livre, gente.
Eu não sei não, viu? É um é um é um teatrinho assim de Ai, começamos muito alegres, né? Vai ser uma sexta-feira maravilhosa, maravilhosa.
Que alegria. >> Ai, cara, eu conheci gente, já conheci gente que era paga assim, que não, quando eu era da Universal me pagavam e tal, gente que é exuniversal, que quando testemunho ter sido pago, pago, gente que era só manipulada para fingir, não é? Já aconteceu essa história, né?
Tinha um marcineiro que veio aqui em casa, que ele era da Universal e ele dizia: "Não, o nosso pastor dizia pra gente: "Se você fingir que tá endemoniado, o diabo vai achar que você tá endemoniado e aí não vai te endemoniar. Então você vem aqui, finge que tá endemoniado, a gente te exorciza e nenhum outro capeta vai querer vir entrar em você". Então eles fingiam que estavam endemoniados como uma forma de não se endemoniar, não é?
Ora o nível de manipulação, não é cara? É, sei não, cara. Que fazer da minha vida não.
Vamos ver aqui um vídeo agora aqui do que é já parou para pensar por alguém obedece a Deus. Vamos ver. Se você obedece a Deus, obedece por quê?
>> Hum, que pergunta. Por que eu obedeço a Deus? Porque ele é Deus, não é?
É uma condição intrínseca ao fato dele ser o meu criador, dele ser o rei deste universo, de ser nele que eu vivo, respiro e me movo, dele ser aquele que que é o a moral, ele é o certo, ele é o sumo bem. Como eu posso não obedecer aquele que me deu respiração, me deu vida, me deu existência, me colocou no mundo, me deu sentido e propósito e vai me trazer de volta para si eternamente? Como não obedecer aquele que criou os universos, que criou as nebulosas?
Como não obedecer aquele que criou o núcleo da terra? Como não obedecer aquele que fez os meteoros, fez os cometas? Aquele que fez o micróbio e o dinossauro, como não obedecer?
Aquele que tá mais próximo que a minha pele? Aquele que colocou no meu coração um senso da divindade e uma visão para além de mim. Como não obedecer aquele que colocou em mim uma vontade de autranscendência e que todos os vazios do meu interior são preenchidos unicamente por meio de sua inteire?
Como não obedecer? E por que não obedecer? Aquele que falou pra luz que existisse e ela existiu.
Aquele [música] que falou para pras montanhas que se levantem e elas se ergueram. Aquele que colocou as estrelas no firmamento e que criou o movimento dos astros. Como não obedecer quando ele me diz vem?
Quando ele me convida pra casa dele? Quando ele me chama para trocar o meu fardo de peso de pecado, pelo fardo de salvação e graça, vindo de um coração que é manso e humilde, para que eu possa ter comunhão com ele para sempre. Como não obedecer?
Aquele que é poderoso, aquele que tem olhos como chama de fogo, aquele diante de quem os montes derretem como sea, por que não obedecer? Se este Deus poderoso me convida a um relacionamento de amor eterno do lado dele, é por isso que eu obedeço. É por quem ele é e porque eu existo orbitando apenas em torno dele.
É só nele que há sentido, propósito, razão e esperança. Mas vamos ver aqui porque o que é que ele vai argumentar aqui de porque que a gente segue a Deus. >> Então [música] Kant diz, só tem dois motivos para você obedecer a Deus.
Ou você obedece a Deus o que tá querendo se dar bem [música] quando morrer. >> Hum. É um é um motivo, pai.
Tá, quero me dar bem quando morrer. Os puritanos diziam assim que era melhor ir pro inferno com Jesus do que pro céu sem ele. É uma declaração muito forte, né?
É melhor ir pro inferno com Jesus do que pro céu sem ele. Para muitos de nós, ir aos céus, subir aos céus e lá não ter Cristo não faria diferença. A gente só quer uma aposentadoria premium.
Só isso. No fim das contas, será que é Jesus que a gente quer ou é só um tempo de tranquilidade? Não é?
>> É claro que ele não diz isso [música] desse jeito, mas é isso que ele quer dizer. Ou você obedece a Deus por conta da salvação para usar um jargão cristão. [música] Ou você obedece a Deus porque vai queé, que a a aposta de Pascal é essa, vai queé.
>> Odeio, odeio aposta de Pascal. Já tem vídeo aqui no canal explicando porque que a aposta de Pascal é ruim. E se vai queé não é conhecer Jesus verdadeiramente para salvação, não.
>> Que que Pascal diz para você? É melhor você acreditar em Deus, velho, porque vai que, né? É como eles dizem e tem a eterna.
Malandro imaginou a eternidade no inferno. É melhor passar na igreja uma vez de semana, fazer um hazinho, vai que, né? Se não tiver nada, não foi muito difícil.
Se tiver, é, >> é, esse é o problema da aposta de de Pascal. Ozinho não resolve. O não foi muito difícil não resolve.
A vida com Deus é uma entrega total, uma entrega completa de quem você é, de modo que se não houver uma recompensa futura, não valeu a pena. Não valeu a pena. >> Uma eternidade no paraíso.
É melhor que sem brincadeira. Essa é a grande aposta de Pascal, né? Vai que, né?
Agora, agora, claro, então você obedece a Deus na base do Vaikiné. Esse vaikiné é um sentimento de esperança, [música] tá certo? Esperança, aliás, uma das virtudes teologais, né?
Você lembra? Fé, esperança [música] e amor. Virtudes teologais.
Então você tem que ter esperança na vida eterna. Claro. Então você obedece a Deus por conta do que vai ganhar depois.
Então esse é um motivo. Eu troco, eu obedeço a Deus e estou com isso obtendo uma vantagem posterior que será prazerosa para mim. Olha, eu vou usar a palavra, hein?
Porque depois nós vamos fazer a comparação eh que Kant vai fazer também. Eu vou garantir o meu prazer eterno. Eterno, mas eu vou obedecer a Deus.
Ou então de escante, você obedece a Deus de medo. Medo do [música] quê? Medo do castigo.
Claro. Medo do inferno, medo das labaredas, medo do tinhoso >> também. Mas o medo tem que nos apontar a alguma coisa.
Talvez o meu filho não coloque o dedo na tomada porque tem medo, não é, da disciplina. Talvez a minha filha, não é, não sei lá, não táque fogo no sofá porque tem medo da disciplina que vai receber do pai e da mãe. Mas a disciplina é tudo que expressa um bom relacionamento entre o pai e o filho.
A disciplina é parte, o medo é parte desse relacionamento, mas ele representa uma parcela muito pequena desse relacionamento, né? Tem que ir para, tem que se construir uma coisa muito maior do que simplesmente o medo do inferno para que haja um bom relacionamento com Deus. Medo do Belzebu, medo do chifrudo.
Então, de duas uma, eu obedeço a Deus ou por esperança, ou por temor, ou por esperança que vou me dar bem, ou por medo de me dar mal. O que, no final das contas, explicaria Espinosa, é exatamente a mesma coisa. Esperança e temor são dois lados da mesma moeda.
Não existe um sem outro. A esperança de se dar bem é o temor de se dar mal. O temor de se dar mal é a esperança de se dar bem.
Só a mesma coisa. O que dirá C? Se você age bem por causa disso aí, pois então você é um bosta.
Por quê? Porque você não passa de um egoísta, [música] interesseiro, mesquinho, pequeno, gafanhoto mesmo, uma coisa um bostinha, né? Vou [música] vou comer uma hóstia para ganhar uma semana de paraíso.
É aquela coisa, sabe? É programa do Zé Bétio, né? Eu vou preencher uma ficha para ver se eu ganho uma viagem de ônibus para Caldas Novas, [música] né?
É, é isso mesmo. Tem toda a razão. Toda a razão.
Ah, não sou especialista em Kant. Li Kant muito instrumentalmente na minha vida. Então, não sou aqui para nem Cant nem Espinosa.
Não consigo lidar com eles aqui academicamente, mas se a leitora dele de Cante Espinosa tá correta, tá tudo certo. É isso mesmo, tá? Você não pode ter uma vida com Deus que estabelecida nisso porque vira uma relação comercial, vira um tipo de relação com Deus que eu simplesmente quero receber alguma coisa quando a gente deveria ir para Deus, porque ele é é o sentido, é o núcleo formativo da própria existência.
Se eu sabe, ele perceber muito bem aqui, percebeu muito bem. E aí volta pro pro antes de eu de eu assistir o vídeo dele, né? Porque é que eu obedeço a Deus?
Não pode ser simplesmente porque eu quero me dar bem, nem pode ser porque eu tenho medo do inferno, né? Tem que ser porque ele é o meu Senhor, ele é o meu Salvador e é nele que tá a minha esperança, minha razão de viver, tudo que tá dentro de mim, tudo que importa para mim tá nele. Porque ele não é, ele é, é pelo que ele é, pelo que ele é acima de tudo.
A ter procurar alguma coisa porque eu quero me dar bem ou porque eu não quero me dar mal, de novo, é uma relação comercial. Se você procura uma esposa porque quer se dar bem ou porque não quer se dar mal, isso não é um relacionamento, não é? Você sabe, tem coisas que quando você explica perde o seu sentido.
Se você perguntar, se eu perguntar para você, por que é que você ama sua mulher? Se você conseguir responder muito, talvez você não ame tanto, porque você vai dizer, não é porque ela é isso, porque ela é aquilo, ela tem essa e essa qualidade, ela tem esse e esse comportamento. Beleza, você pode usar isso como base, mas se essa pessoa perder isso, você deixa de amá-la, entendeu?
Acabou o amor. Então, o amor não é incondicional. Então, o amor não existe sem ser a resposta a alguma coisa, não é?
O amor real, profundo, a entrega absoluta que se dá dentro de um de um relacionamento, é um tipo de amor que muitas vezes não tem explicação. O amor ele existe como fim em si mesmo nesse cenário. Tanto que o amor existe depois que essa vida aqui acaba.
A fé vai acabar, a esperança vai acabar, o amor vai durar para sempre, porque o amor existe como fim em si mesmo. O único sentimento, né, que expressa quem Deus é amor de forma muito profunda. Deus é amor.
Deus tem outros sentimentos, né? Deus se expressa por meio de outros sentimentos, mas só o amor descreve, né, Deus de forma tão intrínseca assim. Deus é amor e o amor dura para além dessa própria existência.
Porque o amor ele existe, ele se vale. Por que que eu amo? Porque eu amo.
Por que eu amo? Porque o amor se expressa de forma profunda e indescritível e inescapável nesse relacionamento. Querer uma coisa simplesmente para me beneficiar, isso aí é as minhas coisas, é o que você compra num mercado, não é?
Por que que eu prefiro camisetas da Insider? É porque com elas eu me dou bem e sem elas eu me dou mal. E aí, beleza, em uma relação comercial, eu quero simplesmente o melhor resultado que eu puder ter.
Lembrando que se você também quiser se dar bem aí com o seu vestuário, estamos nos últimos dias da Cyber Week. É só até dia 7. Acaba, acabou essa semana, acabou a Cyber Week da Insider.
E nessa semana o nosso cupom dinâmico continua. Mas aí ó, é por tempo limitado. Se for, é desconto padrão para você que já é cliente com cupom teologia, um desconto maior pros novos clientes na sua primeira compra aí, usando CPF novo.
Se você já é cliente insider, o meu cupom continua valendo. Se for sua primeira compra, o desconto é ainda maior. Então aproveita enquanto ainda tá rolando.
O cupom é o mesmo para todo mundo, mas o desconto é dinâmico. Então corre, porque adicionado aos descontos que já estão aplicados no site, dá para chegar até 50% de desconto. Então, meu irmão, você tá esperando o quê?
pra se dar bem, pr sair dessas roupas, velho, afubá, essa roupa que tu dá três lavadas e já tá ruim, a cor vai embora. Você tem que ficar passando, gastando tempo passando roupa, roupas que desamassam no corpo, que as cores duramas. Essa blusa aqui é antiga, viu?
Essa que eu tenho aqui já é antiguinha. A cor não vai embora, não cheira, não cheira. Se molha, evapora rápido.
Fora as camisas sociais, fora as gola polo. Eu aproveitei tô comprando umas gola polo para mim aqui. Tem umas cor bonita na Insider, meu irmão.
Roupa para homem, roupa para mulher, roupa íntima, roupa para trabalhar, roupa para correr. Eu uso praticamente só inside da minha vida. Eu não uso 100% inside porque obviamente tem outras roupas, mas meu irmão, se você vai me encontrar na rua, é 90% de chance, 85 no máximo.
Se você me encontrar no meio da rua, é muito provável que você vai me encontrar usando Insider por aí. É a última chamada do ano para comprar Insider com até 50% de desconto. Tá acabando.
São os últimos dias. Então corre porque a roupa dura, mas o desconto tá acabando. Link aí na descrição e usa o cupom teologia.
Você é o maior manipulador que existe, cara. Você levou aquele verme dos ó gigante de coruja lá que não paga pensão pro filho. Ele disse o quê?
Ele disse: "O Paulo é foragido da justiça. O Paulo foge. >> Não disse que eu fugia >> e eu tô aqui olhando a sua cara, seu verme imundo.
Cadê ele aqui agora? Cadê? É interessante porque os cara gosta de chamar os outros de vagabundo, mas quando fala que tem um vídeo do Felipe Heng dizendo que se contasse o que aconteceu com ele, o Paulo dentro de um apartamento, o ex da Bianca Toledo, chama o cara de homossexual, o cara não gosta, mas ele chamar os outros de vagabundo mediante aquilo que ele ouve de terceiro pode.
Agora as pessoas ali não vai ter processo, qualquer coisa vai ter processo. Aí as pessoas que processa, as pessoas que processa ele por manipulação, por inverdade, por mentira, por falso testemunho, não consegue encontrar o bonitão. Não, >> eu tô aqui na sua frente.
Cadê o processo? >> Ei, mas sei naquele caba que gravava uns vídeos me xingando? Não, agora que eu vi que inventou uma mentira sobre mim, que eu fingia que não fiz transplante capilar, [risadas] esse tipo de coisa.
Eh, cara que falava umas loucas, umas loucuras do Paulo Júnior, que inventou umas histórias doida do Paulo Júnior. Caraca, e aí agora tá aqui para sair na mão. Eu vou, eu não sei não.
Eu, eu acho que eu não vou para debate por isso, tá ligado? Eu, eu, eu vou dizer o seguinte, eu acho que eu não aceito muito ir para debate porque eu sei que eu ia sair na mão, aí eu não quero me colocar nessa situação, aí eu não vou, entendeu? Sa, tipo assim, o cara o cara, o cara tem problema com pornografia, ele não vai ficar com o computador, entendeu?
Escondido no quarto, sem ninguém em casa, sei lá. Ele só não se coloca naquela situação, né? O cara que é alcólatra, ele não vai para um bar e fica no bar.
Ah, não, vou no bar, mas não vou beber, né? O cara quer alcólatra só uma tacinha aqui, tudo mais. [música] Meu irmão, se eu vou para um debate, o cara começa a crescer para cima de mim, eu vou trocar soco, entendeu?
Então o que é que eu faço? Eu não vou, tá ligado? Eu não vou, fico na minha, fico em paz, não passo essa vergonha terrível de assentir aos meus próprios pecados, não é?
E dá tudo certo, né? É por essa e outros que eu não me meto nos debates, viu? É porque eu eu sei que eu vou acabar saindo na mão com alguém um dia.
Eu prefiro ficar na minha. Por que que eu vou por que que eu vou me colocar em situações que se que meus pecados vão tudo se forar? Vou nada.
Ol ó que vergonhão aqui. Que vergonhão isso aqui. Processo do Marco Feliciano contra você.
Felicição culpa adultérios. >> Você é mentiroso, manipulador. Você é quem acredita em tu, Paulo?
Tu não tem moral. Você é um moralista sem moral Paulo. Você não tem moral velho >> Marco Felip adulto igual a você.
Moral. Cadê? Cadê que o seu endereço?
Ninguém consegue te encontrar. Você é o cara que você. Olha aí ó.
Protejo a minha família. Você só sabe ofender. Você só sabe ofender.
Olha só. Tá perdendo a razão, Paulo. >> Tá perdendo a razão.
>> Perdendo a razão. Me ofendeu. Me chamou de verme, me chamou de canalha.
>> Sei não. Ó, eu eu acho postura postura do rapaz aqui, eu não sei quem é. Eu já reagi esse cara aqui em algum momento.
É isso aí. O cara tá doidando lá, xingando, brilhando, dizendo diab tem que manter a compostura mesmo, entendeu? Tem que manter a compostura porque senão você eu não teria mantido a compostura não, eu acho, né?
O Espírito Santo me ajude, Senhor, que não, quando chegar a minha vez, Deus, que o Espírito Santo me ajude para eu não passar esse vergonhão na minha vida de sair na mão com o idiota, entendeu? Aí seu segredo é esse. Não se coloque em situações em que você vai, entendeu, assentir ao idiota, ao cretino, ao canalha.
Não tem para que dar respostas a coisas que você não deveria dar ouvidos, entendeu? Então fica na tua, se bota nessas situações não, porque é coisa triste, é coisa vergonhosa isso. Meu Deus do céu.
>> É isso, Paulo. V argumentar, cara. Argumenta assim, ofender, brother.
Deixa >> só falar uma coisa aqui. >> Vamos conversar, cara. El tá perdendo a razão.
>> Não, mas tá um pouco demais também, né? Chamar uma cara de brother. Não, não, não vou.
Ia, eu não ia nessa. Não. Bem que Jesus chamou Juda de amigo, né?
Sei lá. Deus tem que trabalhar no meu coração ainda, muito nessa vida. Agora minha pergunta é: quem é o verme dos olos gigante de coruja?
Isso aí foi uma parada que eu realmente agora estou realmente ruim em dúvidas. O verme dos olos gigante de coruja. Isso eu queria saber quem é.
Bora pr ver se é um cor mais ficante aqui. Mandaram o do Rodrigo Silva. >> Saulo é o nome dele em grego.
Saulos. Se a voz falou em hebraico com ele, a voz não chamou Saulo. Saulo, [música] chamou Saul.
Saul. >> Então houve uma pequena imprecisão. Saulo seria uma forma grega de chamar o nome hebraico, tá?
Uma forma mais grega. Não é que é o nome dele em grego, porque o nome dele em grego ia ser Paulo mesmo, não é? O nome dele era Saul, não é?
Saul. Esse Saul não é poderia ser chamado de Saulo dentro da transliteração grega ou Paulo também, não é? Dependendo do modo como você transliterasse.
>> Lembra que falei que o nome dele era Saul? o nome do primeiro rei de Israel. E Saul, o primeiro rei de Israel, era de qual tribo?
Tribo de Benjamim. E Paulo era de qual tribo? Tribo de Benjamim.
Então ele que era um exímio conhecedor da história do povo hebreu, quando a voz falou com ele, Saul, Saul, por que que você me persegue? Ele lembrou de um, automaticamente, ele tinha cabeça assim já treinada para fazer associação com o Antigo Testamento. Ele lembrou de Davi, do grande rei Davi, que estava sendo perseguido pelo rei Saul.
>> E pr será porque era o nome dele, né? Não sei. É tipo dizer assim, eu gosto muito do Rodrigo, tá?
Mas eu acho que é levar o texto um pouco um pouco além assim, por exemplo, meu nome é Iago, não é? E aí, sei lá, aí vai ter uma referência a algum personagem que o nome dele também é Iago. Se alguém me chama pelo nome, eu só vou lembrar do nome, tá?
Eu acho que acho que eu tô entendendo o que Rodrigo Silva quer dizer. Porque me persegues poderia ser um termo muito associado à história de Saul perseguindo Davi. Mas aí para fazer sentido, a gente teria que ter talvez uma referência mais específica, né?
Talvez um texto bíblico em hebraico sendo citado na fala de Deus para Saulo aqui, Paulo, né? Mas isso não acontece. Esse porque me persegues não é uma coisa que tá, não é uma citação direta do Antigo Testamento, da história de Saul.
Então eu acho que dizer que Paulo lembrou disso é estranho. Dá para fazer uma associação da história de Saul e Davi acabar se expressando como um tipo, não é? Uma tipologia.
E então a história de Jesus e Paulo seria o antitipo disso aí. É mais fácil ir por esse caminho. Mas é que Paulo lembrou disso, eu acho um pouco esticado, tá?
Do destino que Saul sofreu. >> Exatamente. E ele falou: "Pera aí, pera aí.
Davi é o ancestral do Messias e ele foi injustamente perseguido pelo meu xará, que era da mesma tribo que eu sou. Eu estou me comportando como Saul, perseguindo novamente Davi. >> Olha de novo, gosto muito do Rodrigo.
Eu eu eu acho que é um pouco é elevar um pouco demais o o que tá escrito. É levar o que tá escrito um pouquinho demais. Tá bom, mas tudo bem.
Não heresia, nada do tipo, não, que é só leitura diferente. Mas eu não iria por esse caminho não. >> Jesus como filho de uma virgem.
Em fontes mais antigas a gente não vê isso. O Paulo, por volta de 50 depois de Cristo, disse isso em Gálatas, que Jesus é nascido de mulher, nascido sob a lei, sem nenhuma referência à virgindade de Maria. Isso é uma coisa que é é muito incômodo pros católicos, né?
Como é que uma coisa que virou central para o catolicismo romano, que é tipo assim, talvez uma das doutrinas mais importantes depois da cristologia é a mariologia que aparece e como não é Maria praticamente ignorada em todo o novo testamento. Maria fora dos evangelhos não existe. Basicamente como pode, né?
e ser uma doutrina que era uma doutrina cristã primitiva, se essa doutrina não se expressa em canto nenhum do Novo Tchamento, não é complicado. Cursos, por volta de 70 depois de Cristo, não menciona o nascimento virginal também. Esse texto ele já começa com o batismo do Jesus adulto.
Ou seja, isso sugere aqui pra gente que nessa fase inicial, para essas comunidades cristãs que produziram esses textos, o nascimento milagroso, ele ainda não era uma parte essencial da fé. É só em Mateus e Lucas, por volta de 80, 90 depois de Cristo. E isso começa a aparecer.
Ah, ele não tá falando da virgindade perpétua de Maria, que seria a doutrina católica a qual fiz referência. Ele tá falando da virgindade a inicial, né, de Maria ter concebido Jesus, não é, sem ter tido nenhum tipo de relação sexual. O argumento dele é que os os textos mais antigos não citam isso, os textos posteriores citam isso.
Logo, a tese dele é que houve um desenvolvimento dessa doutrina, o que é uma leitura muito errada, tá? Não é porque Paulo não cita isso, que não seria uma coisa do conhecimento comum dos cristãos naquele naquele contexto. E tentar estabelecer qual era a crença majoritária da igreja dentro de um momento histórico, que a gente não tem acesso a esse momento histórico, baseado no que tá registrado ou não nos primeiros documentos, como se os documentos fossem registros exaustivos de todas as doutrinas e compreensões da igreja naquele momento.
É uma imposição também de processo literário muito errado. >> Então, primeira coisa, Jesus nunca disse nas suas parábolas, nas suas pregações e tal, que ele era filho de uma vilg. Ah, não, mas aí é loucura também, né?
Ele não diz um monte de coisa sobre ele próprio também nas parábolas, nas mensagens. Ele não tem que dizer isso para isso ser verdade. De novo, é um argumento de silêncio muito ruim.
Ele tá construindo toda uma teoria aqui em cima de um argumento de silêncio do começo ao fim. Mas vamos lá ver se melhor o argumento. >> Aliás, nem era esperado que esse Messias dentro da tradição judaica ele viesse de uma virgem.
O texto hebraico em Isaías fala de almá, que quer dizer algo como jovem. >> Então, pode significar jovem, mas também pode significar virgem, certo? É um texto que poderia ser usado em mais de um sentido.
>> Não necessariamente virgem. décadas, >> sim, não necessariamente, mas absolutamente possível dentro da linguagem hebraica. >> Depois, quando a história de Jesus chega no mundo greco-romano, são escritos então os evangelhos de Lucas e Mateus.
Agora, importante, esses textos, eles são escritos já em grego. E na tradução grega do que hoje a gente chama de Antigo Testamento, alma em hebraico foi traduzido como partenóz em grego, quer dizer literalmente virgem. E aí quem é aluno do círculo da história vai lembrar do nosso curso de mitologia greco-romana, em que a gente falou da deusa Atena Partenós, a deusa lá do Parteno.
Pois é. Então, para uma audiência grega que tava acostumada a ouvir histórias de nascimentos miraculosos ou de nascimentos divinos, essa história ela não era totalmente estranha. Alexandre Augusto, até o mítico Hércules, todos esses caras são heróis poderosos, homens que nascem de um pai divino e uma mãe mortal.
Logo, a ideia de um Cristo. >> De forma completamente diferente, né, gente? Dentro da história greco-romana, você tem deuses que se humanizam para seduzir mulheres.
Então, tem relações sexuais com essas mulheres para nascer semideuses, não é? O que absolutamente não tem nada a ver, nada necas de pitibiriba, certo? Necas de pitbiiriba a ver com a descrição que nós temos o mundo greco romano.
Inclusive, se você quiser, a gente tá disponibilizando gratuitamente no site do Instituto Cheif Astrologia e Cultura uma série, uma tabela mostrando que Jesus não é uma cópia. Já vou pedir pra galera colocar lá no site e a gente vai fazer uma série aqui neste canal agora em dezembro, certo? Jesus é uma cópia dos mitos gregos, egípcios e tal.
Vai ter vários vídeos, uns cinco vídeos pelo menos para desmentir toda essa pataquada, certo? Fiz essa promessa esse ano e eu vou terminar o ano pagando minha promessa que vou gravar esse vídeo. Vou gravar cinco vídeos, certo?
Porque senão vai virar virar um longa metragem, ficar maior que sei lá o irlandês, não é? Então cinco vídeos respondendo se Jesus é uma cópia de mito ou não. Olhei tudo, pesquisei tudo, li um monte de porcaria, li um monte de texto antigo para poder preparar para vocês.
E a gente fez uma tabela gratuita. Você pode baixar lá no nosso site se você tiver interesse em poder ter aí, ó, perto a mão, não é? Respostas a isso.
Vai ter vídeo sobre Hércules, sim, também para poder explicar aqui. Lá na nossa tabela tem Hércules também. Você pode ir lá, se você quiser ver, vai ter um link na descrição de graça, só ele abaixar.
>> Cristo, filho de Deus, que nasce de uma mãe virgem, isso encontrou, digamos assim, um terreno bem receptivo para essas ideias serem desenvolvidas. Aliás, se a gente for ainda mais longe no tempo, Maria, para ser entendida, além de uma mãe virgem, ganhou um título importantíssimo, mãe de Deus. Porque claro, como agora Jesus é Deus, se Maria é mãe de Jesus, logo Maria é mãe de Deus também.
Teotocos era o termo em grego para isso. E vocês sabem quando que isso foi decidido? No concílio de Éfeso em 431 depois de Cristo.
>> Sim. O termo foi decidido aí, mas a doutrina já existia previamente. Existem vários registros, não é, de Jesus aparecendo como como Deus, como Cristo e Maria sendo a mãe desse Cristo.
Isso é a coisa mais natural do mundo. >> Curiosamente, em Éfeso, sim, cidade grega, onde havia o famoso templo de Ártemes em Éfeso, uma das maravilhas do mundo antigo. Sim, Ártemes, deusa Virgem, que também era cultuada como uma grande mãe em Éfeso.
Então vocês percebem como o terreno cultural, simbólico, religioso desse paganismo greco-romano, ele não tornou impossível essa recepção. Pelo contrário, foi um contexto que até favoreceu, que até ajudou o desenvolvimento dessa nova religião. >> O que é, o que é um desconhecimento muito grande, né, da cultura grega.
Porque pra cultura grega, a ideia de um Deus encarnado como um homem, nascido de uma virgem, sem intimidade física, que morre numa cruz e ressuscita, a cultura grega tratou o evangelho como loucura. Você vê isso no registro de Paulo ah no aerópago. Você vê isso na própria discussão de Paulo sobre a filosofia grega em Primeira Coríntios 1 2 e 3, quando ele deixa claro que a cultura grega tratou o evangelho como fosse loucura.
Você pega a primeira apologia, você pega os primeiros pais da igreja e falando sobre a cultura grega e o modo como a cultura grega interpretava o cristianismo. Cara, vai dizer que existia um ambiente cultural propício, cara? É, é não conhecer muito a história do do cristianismo primitivo, tá?
Paia, achei, achei, achei ruim. >> Todo mundo que já foi evangélico sabe que dentro das igrejas tem muita gente fofoqueira. >> Ih, rapaz, mas tem gente fofoqueira em todo canto, né?
Não é só na igreja evangélica, não. Só o que tem fofoca por aí, em todo e qualquer ambiente. Era pr os crentes não fofocar, né?
É pra gente não ser fofoqueiro, mas infelizmente falar mal da vida alheia é bom demais. O livro de Provérbios diz isso que desce gostoso. Ah, é o paladar falar mal dos outros.
É pecado ficar falando mal dos outros. Vamos ver. >> A pergunta é: será mesmo que é só fofoca ou essa fofoca faz parte de um mecanismo de controle social?
>> Uh, estamos agora problematizando a fofoca, hein? Vamos ver. Eu gosto, eu sou dos que gostam de problematizar as coisas.
Vamos, vamos, vamos problematizemos juntos aqui. >> Quando alguém cai na boca do povo falador dentro da igreja, essa pessoa, ela na verdade é vítima de um sistema de vigilância. Na antropologia e na sociologia, a fofoca é vista como um mecanismo de regulação de comportamento.
Ou seja, dentro da igreja ela serve para moldar condutas. dentro da igreja, das igrejas evangélicas ou católicas, a fofoca serve para disciplinar. Eu vou dizer que ele está 100% certo, tá?
Numa leitura no sentido antropológico, a fofoca, falar mal dos outros, ficar criticando em público, tal, ou privadamente queimando por trás, é isso mesmo. Gera isso em qualquer círculo social que você esteja envolvido. Deveria?
Não, esse não é o método bíblico, não é de lidar com os comportamentos na comunidade. Mas vou dizer que ele tá errado, tá plenamente certo. É isso mesmo.
Infelizmente é isso que acontece. É uma forma de tentar manter o povo no cabrechesto. >> E aí entra Fou.
Foucault fala sobre isso, né? Que o poder ele não precisa bater, basta observar. E aí nas igrejas nem sempre é o pastor que está vigiando, na verdade é a comunidade no todo.
E isso faz parte, gente, daquilo que o Foucault chama de microfísica do poder. Pequenas práticas do cotidiano que controla os corpos sem precisar de punição formal. Nessa lógica, a fofoca ensina, olha o que aconteceu com aquele jovem.
Olha o que aconteceu com aquela jovem. Toma cuidado, não faça o mesmo. >> Bom, aí a gente tem que tomar um pouco cuidado de cuidado sobre onde é que é fofoca e onde é que é a vida em comunidade acontecendo, né?
A gente não fofoca da vida alheia uns pros outros, mas em algum momento quando a vida se torna mais pública, as pessoas tiram lições acerca dos comportamentos alheios, sem precisar necessariamente estar espalhando por aí, não é, ou falando mal ou dando reverberação, não é, às condutas do do das pessoas que escolhem caminhos de pecado. Existe um momento para que as coisas se tornem públicas, não é? Ah, é o processo de Mateus 18.
Nunca é simplesmente para ficar falando dos outros, tá, vamos controlar, não sei o quê, mas em algum momento, né, em algum momento, quando o pecado não é arrependido, ele se torna público. Se ele é arrependido, não tem por se tornar uma coisa que vai ser levada à igreja e tratado públ e tratado publicamente, né? Agora ele faz uma citação aqui também muito feliz, tá, do Foucault sobre microfísica do poder, que eu me lembre é o argumento de que o poder não tá concentrado apenas o topo, não é das escalas hierárquicas.
Não é uma coisa que reis, presidentes ou instituições possuem e distribuem entre as pessoas. O poder funcionaria em um nível mais íntimo das relações humanas, né? E aí se infiltra no cotidiano, molda gestos, hábitos, maneiras de pensar e aí circula entre as pessoas comums.
A, o Foucault ele quebra a noção clássica de poder como uma soberania, não é? Em vez de imaginar o poder como uma força que desce de cima para baixo, o poder vem também de baixo. E aí você tem regras, você tem técnicas, você tem rotinas que treinam, criam comportamentos, definem o normal, porque o poder opera nesses microespaços que vem o termo que ele dá microfísica.
O ponto que ele tá colocando aqui, que eu acho que é um ponto realmente bem bem percebido, né, a partir da das ideias de Foucault, é que a microfísica do poder, não é, estabelece o poder não só como uma forma de impedir, não é, não só como uma forma de ah repreender, o poder também produz, produz saber, produz identidade, produz algum nível de subjetividade. Então, quando você tem professores, você tem médicos, você tem até pais, não é? Você tem pastores, não é?
Eles exercem micropráticas que moldam quem somos. Não em um tipo de complor, um complor, né? Mas através de uma rede prática de relacionamentos que gera, né, o nosso nossa vida social.
Aplicar isso, né, a um tipo de leitura das relações religiosas faz muito sentido. Eu não sou fuconiano, assim que fala focouano, não sou do do de um grupo que é fã de Foucault, mas eu acho que é uma uma percepção boa aí, tá? Vamos continuar aqui para ver.
E é aí que você aprende pelo medo da exposição. Geralmente no meio evangélico, os adolescentes e jovens têm medo daquela irmã do coque que profetiza para todo mundo. Essa irmã do coque que profetiza para todo mundo, geralmente ela faz parte de alguns grupos de irmãs que comentam sobre tudo.
Nem sempre é Deus que está falando na boca dessas irmãs. Às vezes faz parte apenas de uma ânsia de expor a fofoca que está no meio delas. rapaz.
Aí você, aí agora você cantou a pedra, viu, do do mundo neopentecostal aí, viu, de tanta profetada. Eita tenso, tenso, tenso, porém real. Gostei aqui do vídeo do rapaz.
Bom, esse foi o teólogos do Twitter de hoje. Que Deus possa abençoar sua vida e te encher de graça e de misericórdia todo dia. Um cheiro aí, ó, cheiro no seu cangote.
Usa pontologia aí, aproveita que tá acabando e até a próxima. Será que eu vou conseguir viajar com Será que eu ganhei esse concurso da ensai? [risadas] Vamos saber aí em breve.
Eu conto para vocês aqui se a gente chegou lá ou não. Cheiro no seu cangote e até a [música] próxima.