Foca Na Historia Historia Antiga Gregos VS Persas Guerras Médicas A batalha de Maratona Olá amigos mamíferos, eu sou o Dom Foca e hoje iremos dar continuidade à nossa série sobre as guerras médicas, o conflito entre gregos e persas falaremos hoje da batalha de maratona um dos principais eventos da história ocidental então se preparem e vamos nessa Os persas haviam sufocado a rebelião das cidades gregas na Ásia menor, que haviam tentado se livrar do domínio persa com apoio da cidade de Atenas. o imperador persa Darío estava determinado a punir a cidade-estado de Atenas tanto que o imperador ordenou que seu servo não deixasse esquecer todos os dias ao servir o jantar o imperador seu servo lhe dizia senhor, não se esqueça dos atenienses Os persas mobilizaram um grande exercito, e partiram rumo a Grécia em seus navios. Entre os persas, esta o ex-tirano grego Hípias que havia sido expulso de Atenas que agora era uma democracia.
Caso os persas dominassem a Grécia, Hipias seria o governante da região, mas deveria jurar lealdade e pagar tributos ao Império Persa. Assim o antigo tirano conduziu os persas, até as praias da planície de Maratona, que se localizava próxima a cidade de Atenas. Ao saber que os persas se aproximavam os Atenienses enviaram o corredor Filipedes até Esparta para pedir ajuda.
Os espartanos informam que estavam celebrando a Carneia e por isso só poderiam enviar os reforços após o final dos 10 dias do festival. sem poder esperar pelos espartanos o general Milciades lidera aproximadamente 10 mil gregos e os dirige aos campos de Maratona O general grego posiciona estrategicamente suas tropas no alto de uma colina. Lá de cima eles vislumbram o enorme exercito persa com aproximadamente 50 mil unidades.
Contudo o combate demorou a acontecer, pois mesmo estando em menor numero a posição defensiva no alto da colina favorecia os gregos, que ainda esperavam reforços espartanos. Além disso, os persas ainda acreditavam que com o retorno de Hípias, tropas leais ao tirano dividiriam o exercito ateniense. Nem os espartanos surgiram, e nem os leais a Hipias se manifestaram.
Alguns dias se passaram e os persas decidiram agir. Eles decidem dividir o exercito, embarcando novamente mais de 20mil unidades em seus navios. Entre as tropas embarcadas estava a poderosa cavalaria persa, que sempre se mostrou decisiva nas batalhas.
Os persas planejavam deixar 30 mil soldados segurando as tropas gregas, enquanto navios com os demais 20 mil homens iria diretamente para Atenas que se encontrava desprotegida. Havia apenas crianças, mulheres e idosos na cidade. As mulheres rezavam para a deusa Atena, a deusa da guerra estratégica e Nice, a deusa da vitória.
Elas haviam sido orientadas a cometer suicídio caso os gregos caíssem frente aos persas. Os atenienses estavam em uma situação muito difícil. Mesmo após embarcar quase metade de seu exercito os persas ainda tinham em terra o triplo de soldados que os gregos.
Contudo general Milciades percebeu que como agora os Persas não mais dispunham de sua cavalaria, que navegava rumo a Atenas. Os gregos poderiam ter alguma chance contra o exercito persa. O general decide abandonar sua forte posição defensiva e parte para o ataque.
Para minimizar a vantagem do grande exército persa Milciades decide esticar as falanges que ficavam ao centro da formação para assim igualar o tamanho da linha inimiga assim impedindo que os persas flanqueassem as unidades gregas. O general grego enfraqueceu o centro de sua formação e colocou as melhores tropas nos flancos. Seu plano era que sua tropas laterais vencesse o flanco inimigo e depois partisse em auxilio as tropas que lutavam no centro.
Era um plano inovador, mas muitíssimo arriscado. Mas eles tinham outro obstáculo pela frente. Os formidáveis arqueiros persas, que eram mortais a partir de 200m de distancia.
As falanges gregas se moviam muito devagar para não saírem da formação, e por isso ficariam expostas por muito tempo às devastadoras chuvas de flechas persas. Milciades faz o impensável. Ele ordena que os gregos corram os cem metros finais, para atravessar a zona de morte o mais rápido possível.
O persas ficam atônitos ao ver os gregos correndo em sua direção. Não era normal uma falange correr, principalmente por estar carregando mais de 30kg de equipamento. A chuva de flechas teve pouco efeito, agora as duas tropas estavam frente a frente e o banho de sangue estava prestes a começar O combate corpo a corpo é intenso.
De inicio as falanges gregas do centro, mesmo enfraquecidas, conseguem segurar as ondas de ataques persas. Contudo devido ao grande número de soldados persas, o centro do exército grego começa a ceder. Percebendo que a vitórias esta em suas mãos.
O Datis, o General Persa, intensifica o ataque. Os alinha de centro grego está quase desmoronando. Porém as tropas de elite gregas, que lutavam nas pontas, derrotam os flancos persas.
E partem para ajudar a linha central. Que se encontrava em situação desesperadora agora as tropas persas eram atacadas por três direções O pânico começa a se espalhar entre os persas ao verem centenas de seus soldados tombarem. Não era mais uma batalha, aquilo havia se tornado um massacre.
Os soldados persas começaram a cair aos milhares. A retirada era a única saída. Os invasores persas corriam desesperados em direção aos navios.
A vitória grega foi total. Contudo, ainda havia a esquadra persa que partira rumo a Atena. Assim mesmo cansados da batalha os gregos marcham em passo acelerado de volta pra casa para defendê-la.
Mas Milciades se lembrou da orientação dada às mulheres gregas antes da batalha, para que se matassem em caso de derrota grega. E temia que caso os navios persas fossem avistados antes do exercito ateniense, elas dessem inicio ao plano. Assim o corredor Felipedes parte em alta velocidade rumo a Atenas.
Após percorrer 42km ele chega a praça central de Atenas ele usa todo fôlego que lhe resta e grita. - Vitória Caindo morto logo em seguida. Seu feito é lembrado até hoje por meios das competições que simulam a corrida de Felipedes de Maratona Quando os persas chegam ao porto de Atenas eles se deparam com Milciades e seu exercito praticamente intacto.
Durante a batalha de maratona morreram aproximadamente 6000 persas mas apenas 192 gregos. Vendo a impossibilidade de vitória o general persa ordena que os navios dêem meia volta e retornem pra casa. Após a vitória e em agradecimento aos deuses tem inicio a construção do Parthenon.
O mais famoso de todos os monumentos gregos, e dedicado a deusa Atena e aos 192 gregos que morreram na batalha. Alguns dias após o conflito, finalmente chega o atrasado exercito espartano, incrédulos com a vitória ateniense eles visitam os campos de maratona e ao se deparar com a pilha de cadáveres persas eles se dão conta que existe uma nova potência na região.