Salve salve amigos da ciência em todo mundo. Muito boa noite, muito bem-vindos. Hoje o programa é sobre o planeta em que vivemos, o planeta Terra. Já existe tecnologia para carregamento carros, celulares, módulos lunares por ondas eletromagnéticas, indução, escala? Que eu saiba não, viu, cara? que eu saiba, não temos nada disso ainda não, né? Carro é na tomada, né? Por indução teria que ser um negócio, uma tecnologia nova aí a ser desenvolvida. Beleza? Então, então participem aí, mandem suas perguntas que vai ser legal para caramba. Aí, ó, por exemplo, o Mateus aqui, Mateus Amaral falou o
seguinte: "Existe vulcão no Brasil?" Se sim, qual a última vez que entrou em atividade? Então assim, mas vulcões no Brasil já tiveram vários vulcões no Brasil. Hoje a gente não tem mais nenhum vulcão ativo no Brasil, né? Existem vulcões extintos. Então existem regiões do Brasil aí que que tem vulcões extintos, inclusive Ribeirão Preto, tá? Para quem não sabe, ali embaixo de Ribeirão Preto tem um super vulcão extinto, tá? E no Brasil teve um grande derramamento, né, de de lava, de basalto, que a gente chama, que é o a bacia do Paraná, tá bom? que é
a bacia do Paraná. Então, mas vulcões, nós vamos deixar ele de fora hoje, tá? Para depois fazer Um como que chama? Um programa especial sobre vulcões, tá bom? O Nevon Bass Player aqui, ó, já mandou cincão também, ó. Tá vendo? Hoje o programa vai ser assim, ó. Poderia falar mais sobre o ponto Nemo? Posso falar sobre o ponto Nemo, sim, cara. O que que é o ponto Nemo? O ponto Nemo é um ponto específico que fica no Oceano Pacífico. E esse ponto é o ponto considerado mais longe de qualquer Pedaço de terra que tem. Então
é um pontinho ali no Pacífico, não tem nada, né? um ponto no Oceano Pacífico e esse é o ponto no planeta Terra inteiro que é mais distante qualquer pedaço de terra. E esse ponto Nemo, por conta dessa sua peculiaridade, ele é usado como cemitério de foguetes. Então, quando uma empresa ou uma agência lança um foguete e ela precisa deorbitar, que a gente chama, né, fazer o foguete reentrar na atmosfera, queimar na atmosfera, ela Tenta fazer sempre para que o foguete caia, queime sobre o ponto Nemo. Então ali virou, acabou virando um verdadeiro cemitério de foguete.
Tá bom? Então é isso que é que é interessante aí da gente da gente considerar, tá? Sacane? Considerando que a velocidade do voo de um perne longo é 2 km/h, como explicar que quando estamos em um carro com velocidade de 60, o perne longo voa dentro do carro não? Então, mas aí é Igual a gente dentro da Terra, né, cara? Mas aí é igualzinho a gente dentro da Essa é uma questão que porque a galera não consegue entender, né? Então nós estamos dentro da terra. O pernil longo está onde? Dentro do carro, né? Mas o
perne longo, quando ele tá livre ali, ele tá voando, ele tá voando a velocidade dele. Dentro do carro, ele voou na velocidade dele, né? Tá bom? É que dentro do carro ele pode ir para qualquer lugar. Essa aí é mais ou menos A mesma explicação do lance de aglomerados de galáxia e do que acontece dentro de um aglomerado. Por exemplo, um aglomerado de galáxia tá se afastando da gente, mas Andrômeda tá se aproximando. Como que você explica isso? Do mesmo jeito. Isso depende da escala que você vai fazer essa essa como que chama? Essa análise.
Beleza? Boa noite, Serjão. Poderia falar a respeito dos telescópios orbitais que vão e estão estudando a matéria e Energia escura? Boa, Ângelo. Então, por enquanto nós só temos um, né, que é o Euclid, que nós acompanhamos o lançamento dele. O Euclid, que é um telescópio espacial da Agência espacial europeia. E ele, o que que ele vai fazer, né? Ele não vai fazer imagens bonitas. Aliás, essa semana ele lançou a primeira imagem dele, não vai fazer imagens bonitas. ele vai, o objetivo dele é fazer imagem de dezenas de bilhões de galáxias. Então, ele vai Fazer bilhões
de galáxias. E aí, nessa escala de trabalho, a gente vai conseguir, pelo menos eles esperam conseguir ter uma ideia sobre a presença da energia escura, da matéria escura. E um outro telescópio que vai fazer a mesma coisa parecida, ainda não foi lançado, ele se chama Nancy Grace Roman. Esse telescópio Nancy Grace Roman, ele tem esse nome em homenagem a Nancy Grace, que ela era a diretora de astrofísica da NASA quando o Hubble foi Feito. Ela é considerada a mãe do Hubble e aí homenagearam ela nesse telescópio. O nome dele anterior era W First e agora
ganhou o nome de Nance Grace Roman. Ele também vai fazer um estudo muito parecido para ver se a gente consegue descobrir o que é energia escura e o que é matéria escura. Beleza, Ângelo? Então, são esses dois, eu Cl Nancy Grace, tá? Deixa eu ver aqui. >> José, >> José Reis aqui, ó, mandou cinquentão. Valeu, cara. Boa noite, Serjão. Que prazer lhe ver mesmo visivelmente cansado nessa noite científica. Tô visualmente cansado? Tô não. [risadas] Poderia resumir como um planeta, como a Terra faz surgir uma atmosfera? Ah, nós já vamos falar disso, tá? Qual a estimativa
de tempo que demorou para a nossa atmosfera surgir? Já já vou entrar nessa história toda, José Rei, que é toda a história ali que nós vamos contar sobre o planeta Terra, tá? Então, guarde Aí sua pergunta. Valeu pela pergunta. Ela será respondida em instantes. E o Sérgio Feitosa aqui, o livro sobre a terra para crianças de 7 a 10 anos. Cara, é complicado. Existe um livro muito bom sobre o planeta Terra que chama Understanding the Earth, tá? Em português, até o pessoal da USP ajudou na tradução. Eu ajudei também, tá? Um capítulo lá eu ajudei
a traduzir. E ele chama Entendendo a Terra. Entendendo a Terra. Tá bom? Então é isso que vai. O Jaquetinha TDI aqui, ó, tá perguntando lá do lance do Hélio, né, cara? Eu não parei para estudar não, tá? Mas o Felipe Heim me mandou coisas e várias pessoas aí me mandaram artigos aí mostrando sobre isso, tá? E já vou dar um spoiler aqui do que que vai acontecer daqui alguns meses. Eu vou conversar com o professor Adalto, entendeu? Nós vamos fazer uma uma live juntos aí. Vai ser legal para caramba. E aí eu vou estudar Para
conversar com ele sobre o lance do Hélio. Tá bom. Jaquetinha. Jaquetinha TDI é bom demais. Ai ai. Tá beleza. Beleza. Então >> tem na plataforma também, Serjão. >> Tem, né? Ah, o Eric Martins aqui mandou. Serjão, te admiro demais. Poderia dar poderia das cord que que é poderia das cordilheiras dos Andes. É verdade que antes das cordilheiras existir, o mar chegava até o Mato Grosso? >> Sim. Sim, vou mostrar para vocês toda a Evolução de placas tectônicas, o melhor modelo que a gente tem no momento sobre a evolução de placas tectônicas. A Terra, lógico, né,
cara, o jeito que ela tá hoje não foi sempre assim, tá? Não foi sempre assim, tá? Então, no Brasil tinha vulcão, onde é o Brasil hoje tinha vulcão, tá? Então, tem várias dessas coisas aí. Se se a terra tem polos magnéticos como um grande íã, por que não atrai objetos como satélites, por exemplo, e os mantém Presos nessas regiões? Não, não é porque não é assim que funciona, né, cara? Só o campo da Terra é um campo geomagnético, tá? É um campo geomagnético que cria as linhas de campo magnético ali. Boa parte das coisas que
acontecem estão dentro dessas linhas aí, tá? E aí você tem o cinturão, os cinturões, na verdade que são cinturões de Van Allen, que a gente chama, que são bolsões aonde tem uma maior concentração de radiação por conta disso. Então você tenta evitar essas Regiões e aí você coloca isso orbitando. Se você soltar num determinado ponto, tem que ter um tamanho e tudo mais. Aí poderia acontecer esse efeito que você tá falando. Mas isso não é assim que funciona na Terra, tá? Manoel Pereira mandou vintão. Obrigado. Renan, boa noite, Sergião. Imagino que como amante da ciência
dava devo acompanhar as notícias quentes da indústria. Algum comentário sobre o polêmico? Então, Renan, o Renan tá Perguntando o LK99. Para quem não tá ligado o que que é o LK99, é a substância lá que tem propriedades supercondutoras em temperatura ambiente. Essa semana aí tivemos uma enchurrada de artigos, testes e tudo mais. Alguns funcionam, diz que funciona, outros diz que não funciona. Então nós temos que esperar isso aí ter um consenso. Será? Acho que vai ser difícil, né? Mas o que a gente tem que fazer é ir acompanhando, tá? ir Acompanhando da maneira como a
gente tá fazendo mesmo, não tem outro jeito, tá? Esse que é a que é a maneira correta e vai aparecer aí várias e várias explicações. O Zé Lucas lá na plataforma só passando para desejar uma boa sorte ao projeto Shape Today. Estamos junto aí. Segunda-feira tô lá de novo, viu? Segunda-feira tô lá de novo. Tô aqui na minha aqui, ó. Coca ou Pepsi Black agora ou Coca Zero, entendeu? Nada de Coca Normal e tudo mais. Qual que é a próxima aí, Cris? >> Bels 2, boa noite. Sacante, admiro muito. É mais fácil pegar o Hélio
TR e fazer sóis artificiais que de alguma forma aproveitar a energia do Sol como placas solares. Então é o seguinte, cara, energia solar a gente já usa, só que a energia solar tem problemas, entendeu? Energia solar tem problema, energia eólica tem problema, hidrelétrica tem problema, fição nuclear Tem problema, petróleo tem problema, fusão, fusão é a maneira melhor de se gerar energia, mas a gente ainda não consegue, tá bom? Mas seria a melhor maneira, tá? Então é isso aí. Então, placas a gente agora isso aí que você falou, Beloss 2, placas solares em volta do sol,
isso aí existe um nome. Isso aí chama-se esfera de don, tá? O Freeman Dyson, que era um físico da década de 60, ele bolou baseado nas civilizações de cara da Cheve, ele bolou Uma maneira da do de uma civilização aproveitar totalmente a energia da sua estrela e virar uma civilização do tipo dois, que a gente chama, que era colocando placas ao redor do Sol. Mas isso é uma coisa impossível. E um cara já chegou até a fazer uma ideia que ia usar mercúrio como base. Olha a doideira. Você ia levar as coisas para Mercúrio. De
mercúrio você ia levando para perto do sol. Tá bom, mas não tem como não. Valeu, >> grande minuto jovem. Mateus aí, Sergão, meu querido, como tá o peitoral? Tá do mesmo jeito, cara, por enquanto. Tá. O que aconteceria se a rotação da Terra fosse mais rápida ou mais lenta? Aproveitando, todo planeta tem rotação. Existem planetas parados? Não. No universo tudo se move, cara. Tudo tem rotação. Agora existem planetas que giram ao contrário, né, cara? Se a rotação da Terra fosse mais rápida ou mais lenta, seria um problema, né? Ou Não. No passado, há milhões e
milhões de anos atrás, a Terra tinha como que é 16 horas. O dia na Terra tinha 16 horas. Então essas coisas vão mudando de acordo com a proximidade da Lua e tudo mais. Agora, causa problema, causa problemas de maré e tudo mais. O negócio, cara, é que hoje, né, como dizem alguns pesquisadores, nós vivemos uma era chamada a era do antropoceno. Depois vou falar de mostrar um pouco das eras para vocês, mas o antropoceno é a Era do ser humano. E hoje, cara, qualquer mudança ferra demais a vida. A Terra não, o planeta não. Mas
a vida humana ela depende muito de muitas coisas que são muito vivem num equilíbrio ali, ó. Entendeu? Então, qualquer coisinha que você muda, arrebenta tudo. Vamos supor, mexe um pouco na rotação da Terra, arrebenta todos os cabos submarinos que transmitem energia e tudo mais, acabou. Então, vai ficar meio mundo sem comunicação. Eh, Mexe um pouquinho para lá, um pouquinho para cá, arrebenta todas as linhas de transmissões elétricas, entendeu? Então, esse que é o o drama do do que a gente vive chamado antropoceno, tá? Põe a outra lá, Cris. Araga, boa noite, Serjão. E os chineses
vão além dos 12 km perfurando a terra? Cara, devem ir, né? Eles têm, eles têm esse plano aí. Lembrando que a gente chegou no máximo a quase 12, né? 11 alguma coisa. É um poço mais profundo Que a gente tem, né? É isso aí. Eh, eles têm tecnologia, provavelmente para ir, tá? Então, vamos esperar aí. Gustavo Nani, boa noite. Sacane. Minha dúvida, existe a possibilidade do asteroide que extinguir os dinossauros ter levado vida bacteriana do nosso planeta? Não tem, cara. Porque o asteroide ele acabou aqui na Terra. Ele pode ter jogado coisa pro espaço, né?
E essa coisa pode ter ido com alguma coisa. Agora o asteroide não. Asteroide, cara, não é que ele quica na terra, né? Ele veio, bateu e ele ele fez parte da terra, ele se integrou ao nosso planeta, tá bom? De alguma de alguma maneira aí. Dones, boa noite, Serjão. Quando o sol explodir, o sol não vai explodir nunca, tá, cara? Só para te ficar claro, como uma supernova e a lua não vai, não tem, o sol não vai não vai explodir, tá bom? Então é o seguinte, ó. Eh, o sol, tá? O sol é uma
estrela que não tem massa Suficiente para explodir como uma supernova. Só explode como supernova estrelas que t oito vezes mais a massa do sol. O sol, aliás, eu fiz vídeo hoje no lá no Space Today sobre a imagem do James Web da nebulosa planetária do anel. Aquilo lá é o final da vida do Sol. O sol vai terminar a vida dele como nã branca. Ele não vai explodir. O que o sol vai fazer? Ele vai passar por um momento da vida dele em que ele vai crescer muito. Ele vai virar uma gigante Vermelha, uma super
gigante vermelha. E nesse momento ele vai engolfar Mercúrio, Vênus, Terra e provavelmente Marte junto também, tá? Então vai acabar com esses planetas, o Sol não vai explodir, tá? Isso é muito importante. >> E o Daniel Henrique, existe algum processo para produzir petróleo de forma artificial? Seria viável isso? Existem processos que imitam sim, mas não é viável, não é economicamente viável pela quantidade de petróleo que você precisa Produzir no mundo, você produzir isso em laboratório, tá? Mas existem testes aí que são o próprio Eberlin é um cara que chegou a produzir petróleo em laboratório, tá? Eu
mandei umas imagens, umas mensagens antigas aí se no Telegram, vê se chegou, não mandou WhatsApp, >> tá? Aliás, temos que agradecer o cara de ontem, né? Verdade. Vou pegar o nome dele. Deixa eu lembrar aqui. >> Ontem teve um um espectador nosso, tá? Ontem teve um espectador nosso que ele presenteou aí a turma com cinco, cinco membros, igual a Twitch, né? O YouTube tá ficando muito parecido com a Twitch. Então ele presenteou a galera com cinco membros e eu esqueci o nome dele aqui. >> Ver se eu acho aqui na pesquisa. >> Então eu queria
pegar o nome dele para agradecer. Aliás, muito obrigado aí pelo pelo seu presente, tá bom? Cara, eu não tô por dentro da parceria Da Veg com a SpaceX, não tá? Coca zero hoje. Petróleo de T-Rex. Não, petróleo não é de dinossauro, tá? O petróleo não vem dos dinossauros. O, deixa eu ver aqui. Acho que é essas mesmo, né? Ah, aqui, ó, foi o aqui, ó, Renê da Silva Bastos. >> Renê da Silva Bastos, muito obrigado aí. Ontem ele presenteou a gente com cinco membros aí pra galera naquele mesmo Esquema da que a Twit faz, né?
É isso aí. Muito bom. Então, essa Coca é zero. Coca zero agora, cara. Agora só Coca zero, tá? Beleza. Então, vamos começar falando do planeta Terra, né? antes. Nada, nada melhor do que a gente dar uma passada ali nos dados iniciais da Terra. Coloca lá, Cris, pra gente ver. O site da NASA, como a gente já mostrou, ele tem sobre todos os planetas. Então, logicamente, ele teria sobre o planeta Terra redondinho da Silva mesmo. Porque é o seguinte, galera, esse negócio, ah, não, que não sei o que é plano, não sei o que é redondo,
não tem o menor sentido físico, tá? físico, um planeta ser plano por conta da formação desse planeta. Então assim, eu nunca vi nenhum terraplanista explicar como que se deu a formação da Terra a não ser divinamente, tá? E aí se ele vem com Deus criando a terra, eu não posso falar nada, né? Então aí eu já não vai acabar e aí lá te refutou. Refutou Porque o que que eu vou falar? O quê? Veio Deus e criou a terra. Qual, qual que é o próximo, tipo, superherói que eu vou usar para não tenho. Então, aí
ele, ele jogou uma carta, né, uma carta mágica. Veio com uma explicação. >> Deus máquina. >> Eh, não tem motivo nenhum pelos processos de formação de um planeta que é forma poeira. A poeira forma planetesimal. esse planetesimal vai se aglutinando e tudo mais, girando, isso Vai ficar uma coisa redonda. Vai ficar redondo, entendeu? A não ser que não seja assim que se formou. Se não foi assim que se formou, que apareça a como que foi a formação. Agora, se você chegar para mim e falar assim: "Não, cara, porque eu vou repetir aqui, a explicação dada
pelos terraplanistas, tá? é que a Terra não é um planeta. A Terra é um reino, é o reino do criador. Então o que que acontece na visão deles? Deus criou isso aqui, colocou a gente Aqui, colocou uma abóboda ao redor da terra, o tal do domo e ali ele colocou os os as esferas ali para iluminar e tudo mais. Por isso o pessoal fala: "Ah, mas todo planeta é redondo, menos a Terra, porque a Terra não é planeta na visão deles". E isso aí vocês podem pegar, todos os terraplanistas falam isso, tá? E não tem.
É, agora agora, eh, você pegar a maneira como se formou fisicamente, como a gente conhece. E como que a gente sabe disso? Porque a Gente reproduz em laboratório, cara. A gente reproduz em laboratório e a gente reproduz em computacionalmente. Ah, mas você tem viés? Não temos viés. O que que a gente faz? a gente pega os dados, joga e faz aquilo funcionar. Tanto fisicamente em laboratórios físicos, a gente reproduz a formação de um planeta por meio desse processo que eu falei para vocês. Então não tem como, tá, nesse processo de formação formar algo plano achatado.
Não tem, é Impossível. É só isso, tá bom? Só isso. Beleza? Então, tá lá a terra. Desce aí para nós, Cris, um pouquinho. >> Então, tá ali, ó, comprimento do do dia do ano, né, 365 dias. O comprimento do a distância, né, que a gente tá do sol aí, clica ali em quilômetros ali pra galera, ó, 151 milhões de quilômetros, né, que a gente chama esse valor, tá, galera? 151 milhões ou 150, vamos arredondar, né? 150 milhões de quilômetros a gente chama De unidade astronômica. Então, uma unidade astronômica, tá? É 150 milhões de quilômetros. A
Terra é um planeta terrestre e aí a gente já começa com a primeira grande treta da noite, né? Ou segunda, né? Porque a gente já falou de terra planista. A aquela música famosa Terra Planeta Água, tá? Isso não é Terra, não é planeta água, cara. E sinto lhe informar, tá? A Terra é um planeta terrestre rochoso, Tá? Terrestre rochoso. Beleza. Vai descendo aí, Cris. Vai, vai falar um monte de coisa aí. Pode descendo, pode descendo. E aí, ó, vai aí, ó. Clica aí, ó, lá embaixo. Desce >> aí, ó. Go fer. É. E aí ele
vem com vários dados aí sobre o nosso planeta. Então, tá lá, ó, redondinho, ó. Onde que ficam, onde que fica a cratera de ticketub. É muito legal, tá? Esse esse esse esse aqui é um CGI mesmo, tá? Que é Uma representação mesmo, tá bom? Eh, terra planístico noite falando, né? Empiricamente é isso aí. Aí desce aí um pouco. Então, tá aqui, ó. O dia dura 23.9 horas, o ano 365, o raio do planeta Terra, né? 6370 km. E aí tem uma coisa, né, cara? Porque para nós seres humanos, nós temos 1 m, pegar um ser
humano médio, tá galera? 1,70, tá bom? De média do ser humano. O ser humano médio tem 1,70 m. A Terra tem 12.000 km de Diâmetro. O que seria um ser humano de 1,70 mra. Entendeu? Por isso que até onde a nossa vista alcança, daqui na sua rua, na sua casa e tal, ela fica plana mesmo ali. Fica. Mas por quê? Por conta um problema de escala, tá? Nós temos 1,70 m, a Terra tem 12.000 km de diâmetro, beleza? 1,75, né? Beleza. Então é isso aí. Então isso aí. Primeiro, ah, ah, lembrando, né, que Esses links
ficam todos lá no NV99. Tem um lugar lá chamado links úteis. Tudo que a gente usar aqui vai tá lá para você poder consultar. >> E o link para lá tá na descrição. >> Isso. E o link para entrar na plataforma está na descrição. Beleza. O Marcelo Maidara mandou R$ 27,90 aqui e falou: "Buraco negro está emitindo sinais de rádio que o cientista não consegue explicar". Explica aí, Sérgio. Cara, se o cientista que trabalha com isso não consegue explicar, como que eu vou explicar, cara? >> O problema, galera, aí entra o que a gente conversou
aqui com o Emílio, com Ruas e com o Pirula. A ciência, a ciência é uma coisa em evolução, entendeu? Nós não temos resposta para tudo. Beleza? O que os cientistas fazem? Eles querem entender os fenômenos da natureza ou do universo, no caso. Então, estamos lá Estudando um buraco negro. Opa, apareceu aqui uma emissão em ondas de rádio. Vamos estudar para saber o que que fez aquela emissão, entendeu? Vamos estudar para saber o que que fez. Pode ser que foi num momento em que ele tava se alimentando vorasmente. Pode ser que tenha a ver com algum
jato. Pode ser que tem a ver com o feedback que a gente chama, que é a retroalimentação do buraco negro. Existem várias hipóteses para explicar um determinado fenômeno e A ciência funciona assim, tá? Então, a primeira coisa que você tem que ter na cabeça é isso, cara. A ciência funciona desse jeito. Ah, não é porque o buraco negro agora nós descobrimos que ele evapora, como dizia o Stephen Hawking. Então, show de bola, tá comprovado a radiação, a radiação Hawking, beleza? Entendeu? E assim nós vamos indo. E assim nós vamos eh conhecendo coisas novas, entendendo coisas
diferentes e modificando o que precisa ser Modificado. Tá bom, Marcelo? Eduardo Ferreira, boa noite, sacane. Sou professor de geografia e sempre passo alguns vídeos seus para os meus alun. Opa, obrigado, cara. Muito obrigado por todo conhecimento de for. Valeu aí Eduardo. Mandou dezão aí para nós. Valeu demais. Tá. O Vini Serjão, se eu peso 85 kg e outro homem pesa 75, estamos no espaço tentando conquistar uma moça muito [risadas] Ai, ai. Aí não é, aí não é a sua massa, Cara. Aí entra a teoria dos jogos. Aí você tem que ler o livro do John
Nash. Tá lá, na verdade, boa parte da teoria dos jogos foi foi resolvida num num probleminha desse aí. Para quem nunca viu, assista o filme mente brilhante, tá? Fica aí a dica. Esse sim é um filme muito bom. O Gabriel TH, Serjão, a Lua está se afastando da Terra. No futuro, será que o ser humano conseguirá viver? Não, porque a Lua vai demorar 5 bilhões de anos para sair. E 5 bilhões de anos é O tempo que o Sol vai engolir a Terra. Então, não tem problema, tá bom? Não se preocupe com nada disso, tá,
cara? Tem preocupações muito maiores aí na vida. Beleza. Muito maiores. O Ângelo aqui, Sergião, se por algum por algo muito inusitado Marte capturasse um corpo de proporção da lua, o núcleo de Marte dele poderia se reativar o campo magnético, vulcões, placas tectônicas. Cara, se ele captura um corpo, o que o que pode acontecer é o seguinte, cara. Se ele captura um corpo muito grande, tá? Esse corpo pode bater nele e aí arrebentar a Marte, né? Isso isso aí poderia acontecer, entendeu? Porque acontece o seguinte, os objetos existe um negócio chamado limite de roche. Limite de
roche é o ponto aonde você joga alguma coisa e de acordo com a com a gravidade daquele corpo e com o tamanho do negócio que você tá jogando, ele chega num determinado ponto e ele se Arrebenta inteiro. Então as luazinhas de Marte elas chegam perto de Marte, explode, né? se arrebenta por causa do limite de Roche e cria um anel, tá, ao redor de Marte. É assim, por isso que tem anel em asteroide, por isso que tem anel em planeta anão e tudo mais. Agora imagina, você pega um objeto muito grande, a própria lua, né?
Todo mundo já viu Moonfall? Quem não viu, assista Monfall. Moonfall é a teoria de que se a a gente jogar a Lua na Terra, a Lua Passaria pelo limite de rocha e bateria na Terra. Um objeto do tamanho da lua em Marte, ele passaria pelo limite roche, entendeu? E provavelmente iria arrebentar com com Marte, tá? Ângelo? Beleza. É descoberto pela Helen Rocha, né? Isso aí. [risadas] Muito bom. Então vamos lá. A primeira coisa, galera, que a gente tem que entender para poder falar da Terra é o seguinte, é a formação do sistema solar, Tá? O
segredo tá tudo aí. E aí a formação do sistema solar tem a ver com a formação do sol. E aí entra naquele papo lá, ah, tem filme da formação. Não, não temos filme, cara. Não temos filme de uma estrela se formando. Beleza? Mas nós temos imagens muito legais, tá? Como que os astrônomos eh pensaram, né? A formação do sistema solar, ela teve várias e várias ideias, né? Ou teorias, tá? Vamos pôr entre várias aspas aí, tá? várias vezes aqui eu vou falar teoria Nesse sentido mais lato da palavra, beleza? Então, eh várias e várias ideias
sobre a formação do sistema solar. Nenhuma das ideias batia com o que se era observado. É assim que se faz ciência. Até que veio um cara e propôs a teoria nebular que chama, que era o seguinte: o sol se formou numa num aglomerado de estrelas, tá? naquele aglomero, no sol se formou numa nuvem molecular, numa, hoje a gente chama de nuvem molecular, né? Mas numa nebulosa, Vamos dizer assim, nebulosa solar que a gente chama. Ali tinha gás e poeira, uma onda de choque de uma supernova que explodiu perto da Terra e o quanto perto desse
desse desse local, tá? E o quanto é perto, existem cálculos, tá? Então, existem vários cálculos. Hoje, a melhor estimativa é que tenham sido 15 supernovas que explodiram perto da nuvem molecular onde estava o sol, onde o sol se formou. 15 supernovas explodiram ali perto e esse perto ali entre 1 2 3 anos Luz, uma coisa assim. Essa onda de choque veio. Quando essa onda de choque passa por essa nuvem molecular, essa nuvem de poeira e gás, ela começa a agitar as moléculas ali. Essas moléculas, essa poeira e esse gás começam a se aglutinar. Eles vão
aglutinando até que eles formam algo muito massivo, que é uma estrela. Mas não se forma uma estrela só. Nesse processo são formadas várias e várias estrelas. E aí tem uma coisa muito legal Que são as chamadas gêmeas solares. O sol nasceu com vários irmãos gêmeoziozinhos ou irmãs gêmeas dele, tá? Aonde elas estão, não sabemos. Existem pesquisas que vão atrás das gêmeas solares. É muito difícil encontrar. Muito bem. A estrela se forma, beleza? Tá comigo aí todo mundo? A estrela se formou ali. Girou, girou, girou e se formou a estrelinha. E aí o que que acontece?
Em volta da Estrela pode se formar um disco de poeira e gás, que a gente chama de disco protoplanetário. E é ali que vai acontecer toda a magia. Como que os astrônomos sabem disso? Muito bem. Vai lá, Cris. Vamos mostrar aqui pra galera. O Hubble alguns anos atrás, então vai ali no Não, do lado do alma. Ali tem o a do lado. A do lado. Isso. O Hubble há algum tempo ele fez. Quanto que foi isso Aqui? 1995, tá? O Hubble lança essa imagem sensacional aqui, ó. Pode pôr ela maior ali, se der. Deixa eu
ver tentar colocar não. >> Essa imagem aqui. Isso aí, ó. Isso aqui é a nebulosa de Oron, tá? A nebulosa de Oron é um local aonde está se formando estrelas, tá? É um bersário estelar. É o bersário estelar mais próximo da Terra. Fica na nebulosa de Oron. O Hubble. Olha que legal isso. Ele conseguiu olhar dentro da nebulosa e ele viu essas Coisinhas aqui, ó, que tá aqui do lado, ó. O que que são essas coisinhas aqui do lado? Isso são protoestrelas. São estrelas que estão se formando. E aí tem estrelas em diferentes estágios de
formação. Você tem estrela mais desenvolvida, você tem uma aqui, ó, aqui embaixo, ó, que tem um disquinho ao redor dela, ó. Aqui em cima também, ó. Tá vendo? tem um disquinho ao redor dela. Esse seria o disco protoplanetário. Então, em 1995, o Hubble fez essa imagem que surpreendeu todo mundo. Isso aí é uma imagem sensacional. Volta ali no no site do Rubble mesmo. Desce aí, desce. Pode descer lá no no fim vai ter todas as imagens aí que fazem parte. Isso. Clica nessa aqui, ó. Então o Hubble ele ele viu, ó, tá vendo como que
chama ali, ó, o nome do título, ó. Discos. Pode abrir, pode abrir a Imagem aí mesmo. Discos protoplanetários da nebulosa de Oron. Olha isso, cara. Isso aqui é um negócio sensacional, tá, pessoal? Isso aqui é o Hubble Observando dentro da nebulosa de Oron estrelas que estão terminando de se formar com disquinhos ao redor dela, disquinhos de poeira e gás. E é nesses discos aqui que vão se formar os planetas. Beleza? Isso era o Hubble em 1995. E aí a tecnologia avançou muito. Quando a tecnologia avançou, nós construímos Uma série de antenas chamadas alma, que é
o atacama large millimeter and submillimeter array, que fica ali no Chile. E aí os caras falaram o seguinte: "Cara, esses discos eles vão emitir ondas de rádio. Vamos apontar o Alma para lá." E aí apontaram. Aí coloca ali a imagenzinha do lado ali, o site do Alma ali, ó. Isso aí. Abre, pode abrir essa essa imagem aí. >> E olha isso, que sensacional, cara. Apontaram o alma para várias estrelas e aí tão estrelas em diferentes graus de evolução com discos protoplanetários diferentes também. Olha aí, ó. Então, você tem lá no começo lá, ó, o disco
tá se formando, ó. Tá vendo que ele tá todo quebradinho? Você tem aqui, ó, por exemplo, ó, um disco totalmente formado aqui embaixo, ó, esse último aqui, ó, um disco aqui, onde já dá para ver até que tem algum planeta se formando por aqui, Entendeu? Então é assim, como que a gente sabe, cara? Porque isso aqui bate de acordo com tudo que a gente pensou. Então, essas duas imagens que eu mostrei para vocês, nós estamos vendo o que foi o início do nosso sistema solar. Olha só que legal, a imagem que eu postei hoje lá
no Space Today da nebulosa do anel é o fim do sistema solar e aqui hoje para vocês o início. Então tudo começou assim, tá? Com esse disco protoplanetário se formando ao redor da Estrela. E é aqui no disco protoplanetário que alguma coisa vai acontecer. O que que essa coisa nós vamos ver já. E aí hoje, né, a gente tem o James Web e recentemente o James Web fez uma imagem. Coloca aquela imagem lá que eu te mandei, cara. >> Qual das duas? >> A do aqui é um discão laranja lá. >> Ah, >> isso. E
aí, hoje nós temos James Web. E olha o que que Olha isso, que coisa Linda. Que que é isso aqui? Isso aqui é uma estrela. Aquele ponto preto ali é que eles tamparam a estrela. Beleza? E ao redor da estrela tem o quê? O disco protoplanetário. E olha aqui que maneiro, os planetas estão se formando aqui, cara. Os planetas estão se formando aqui, ó. Tá? Isso aqui é a imagem do James Web de um mês atrás, tá? De um mês atrás. Olha aí, ó, o disco. E ele viu aqui, ó. Tá vendo que parece os
sucos de um de um disco de vinil, tá? E É assim que os planetas se formam. eles começam a aglutinar poeira e gás ali. E à medida que eles vão aglutinando aquela poeira e gás, eles vão varrendo o disco protoplanetário deles. E é assim que nós temos a formação dos planetas. Então, como que a Terra nasceu? A Terra nasceu desse jeito. Isso aqui é uma imagem que mostra como foi o nascimento da Terra há aproximadamente 5 bilhões de anos atrás ou 4.5, 4.6 bilhões de anos atrás. Então isso aqui é legal demais. Até pouco Tempo
atrás, pessoal, a gente não conseguia ver nada disso. Se você pegar meu livro lá de geografia de ciências, quando eu fiz a sexta, sétima série, eu tinha um desenho. Era um desenho. Ah, o Sol faz isso, depois cria um disco, depois vira planeta. Hoje a gente tem as imagens. Então é assim que que começou todo o processo de formação do planeta Terra. Tá bom, sacan? Se a vida lá fora não puder ser Vista, por quando chega a luz aqui essa x milhões de anos e não tivesse dado tempo ainda da vida, talvez seja assim que
universo sim. Isso aí que você falou, Lucas Nunes, existe um nome para isso. Isso aí se chama o grande filtro, tá? Talvez nós sejamos muito jovens no universo. Talvez nós sejamos muito antigos no universo. Talvez o grande filtro tá na nossa frente ainda. Nós ainda vamos passar por esse grande filtro. Talvez a gente já Passou pelo grande filtro e outras civilizações não. As distâncias são muito grandes. A gente não consegue saber quem tá aí do outro lado do universo. É isso mesmo. Tá? Então aí tão perguntando aqui: "Ah, mas essa imagem que ele capturou é
não sei quantos anos atrás. É, mas isso não importa pra gente, tá, cara? Porque o processo, presta atenção, o processo, quanto tempo da estrela nascer até o planeta se formar? Quanto tempo leva Esse processo todo? Isso levam milhões de anos, tá? Milhões de anos. Não é do dia paraa noite que isso acontece. Então, pros astrônomos, o que importa é o seguinte, é você ver diferentes estágios de formação e aí você consegue contar toda a história, tá bom? Beleza, Ziel mandou: "Cincão, queria muito um papo entre você e o Rodrigo." Rodrigo, senhor vem aqui, tá? Semana
que vem, não é? Se eu não me engano, Rodrigo Silva vem aqui, tá? Tive com ele no Pânico e ele vai vir aqui. Eh, o Emanuel, as nebulosas são estáticas? Se não forem, elas podem se chocar com planetas? Não podem, tá, cara? Não podem. Elas não vêm em direção ao planeta. Elas têm lá a movimentação dela. Elas giram em torno da galáxia e tudo. A nebulosa planetária do anel, por exemplo, que eu fiz o vídeo hoje, ela tá 2600 anos luz de distância da Terra. Então isso aí não acontece. Isso aí que você falou. Tá
bom. Sacan, boa noite. No Perihélio, a Terra fica mais próxima de Mercúrio do que Vênus? Sim, a Terra em determinados momentos ela fica ela fica mais perto de de Mercúrio. Sim. Tá bom. Hum. Valeu aí, Ulí. Estamos junto. Muito bem. Então, entendemos a primeira parte. Perguntar na plataforma que >> Ah, pode pegar. Pega lá. >> Deixa eu ver se já foi, né? Já foi. >> Isso aí do don. >> Isso. Então é essa aqui. >> Hugo 1992, fala um pouco de Foral Mankind. Assisti pelo comentário seu e achei excelente. Excelente. Aconselho todo mundo. Assista o
Foral Mankind. A gente tem três temporadas. A quarta tá sendo produzida nesse instante e deve ser lançada logo logo a melhor série que tem, cara. Tá fora encardad que conta a história da da exploração espacial ao contrário. Ou seja, se a União Soviética tivesse ganho a corrida pra Lua. Beleza, É muito boa mesmo. Os nomes são reais. É muito legal. Pode colocar outra lá, Cris. Beleza. >> Soldas e parafusos. Sergão, primeiramente queria dizer que você é o calce. Não, S tá muito longe disso, cara. Muito obrigado toda a sua dedicação. Tamo junto. Poderia falar um
pouco pra gente sobre a energia geotermal se seria possível aproveitar a energia dos vulcões em erupção do núcleo Terra? É possível. Isso já acontece em Alguns países. O Japão é muito avançado em produção de energia geotermal, geotérmica, que a gente chama. Porém isso dá muito problema, tá? muito e muito problema, porque é difícil da gente mapear e muitas vezes tem acidente, tem explosões e tudo mais, tá? Mas já é, ela já é aproveitada em vários lugares, tá? Então, energia geotérmica é muito importante. Valeu aí pela pergunta, cara. >> André, olá, Sérgio, grande fã. Sabemos Que
a existência da vida inteligente é uma tempestade perfeita. Você acha que a posição da Terra dentro da Via Láctea entra nessa equação? Lógico que entra, cara. Existe uma coisa hoje chamada zona habitável galática, tá? Você não pode tá nem muito perto do buraco negro central da sua galáxia, nem muito longe dele. Existe uma região que é a zona habitável galática e isso tem influência total. Tá total. Beleza? Se tivéssemos mais próximo do centro da periferia, isso Mesmo, se a gente tivesse mais próximo do centro ou da periferia, provavelmente a gente não existiria, tá? Então é
isso aí que você falou eh sobre chama-se zona habitável galática. Tá bom? Depois até procuro aqui e a gente mostra aí. Tem outro ali, Cris? >> Hã? >> Por enquanto tá de boa. Valeu aí. Beleza? Aí chama Galactic Habitable Zone, tá? Então existe esse termo aí, o pessoal Estuda isso hoje e tem que tá longe de supernova, tem que tá longe do centro da da galáxia. Então tem tudo, toda essa toda essa situação. Meteoros massivos de um material muito denso, com uma aceleração muito alta em direção à Terra pela velocidade alta, densidade e o material
massivo. É capaz de vencer a atração gravitacional dos planetas próximos da Terra. Não entendi, cara, que você falou. O asteroide pode bater na Terra, é isso? Tu quer saber? Pode bater, sem problema, tá? Se eu entendi bem, sem problema, tá? Europa está na zona habitável? Não, mas olha só, lembra da morte do do Sol? Quando o sol morrer, a Europa vai estar na zona habitável do Sol. Régio Souza mandou dezão. Boa noite, Sacane. Preciso da sua ajuda. Vi uma luz aí, cara. Vi uma luz no céu noturno na cor ciano. Ciano quer dizer azul, né?
No formato de uma bola. se moveu muito rápido e por um Curto espaço e o mais esquisito que esse voo foi na horizontal. Cara, aí eu não faço ideia. Rég cara tem a gente precisa de muita informação, cara. Precisa saber de que lado que era, para que lado que você tava olhando, que hora que você tava vendo isso, que que em que constelação mais ou menos, se você tem noção da altura dela com relação aos prédios. Então assim, esse negócio, ah, eu vi uma bola, uma luz e tal, cara, isso pode ser tanta coisa, Mas
tanta coisa. Então, você puder trazer mais informações aí, tá bom? E o Euclides aí, José mandou dezão. O Felipe Alencar aqui mandou 32. Olá, Sacan, boa noite. Quando o senhor fará uma entrevista somente com físicos? Gostaria de ver físicos falando sobre cada fronteira e cada conhecimento. Abraço, Maranhão. Eh, eu tô com o Juliano, né, que é o físico lá da Unicamp. Nós chegamos a marcar ele vim e tal, mas acabou que nós não fizemos Programa, mas ele vai vir sim, tá? Vai, vai vir físico aí sim. Beleza, pode ficar tranquilo. Muito bom. Vai lá agora,
Cris, naquele é mais fácil entrar em forma ou o Palmeiras ganhar mundial? Ah, entrar em forma, ganhar mundial é impossível, cara. Põe lá agora naquela segunda lá, naquela que é uma apresentaçãozona ali. >> Então é, então existem aí, cara, vocês procuram aí, né, e acham, tá? Eu Selecionei essa aí, vou deixar lá para vocês, ó. Olha que maneiro essa figurinha aqui, ó. A capa do negócio, ó. Desce aqui. >> Olha que maneiro. Os caras colocaram stone rang e aí stony rang seria um um lugar para você pousar o disco voador para arrumar. Ó, essa é
a verdadeira proposta de Stoney Hang. É um mecânico de mecânico de disco voador. Olha que [risadas] os caras são demais, cara. São demais Mesmo. Muito bem. Então vai, vai descendo aí um pouco, tá? Então aí vai ter toda a história da terra, formação da terra, formação dos tudo aí. Então vamos lá. Pode ir, pode ir. Tá. Isso aí é uma aula, né, numa universidade americana. Então tem várias coisas aí, ó. Não reproduza, nã nã. Um monte de coisa. Muito bem. Então, tá ali, ó, eh, como, né, que a gente chega em todas essas conclusões aí.
A gente chega Nessas conclusões porque existe um pequeno mineral no planeta Terra que salva a gente, cara. Ele é chamado de zircão, tá? Ele é encontrado em alguns poucos lugares do planeta, principalmente ali na região da Austrália, tem muito zircão, tá? E esse zircão, E esse zircão, quando você coloca e faz a datação radioativa nele, tá? Que é o método de datar essas rochas, a gente chega aí na casa dos 4.4 bilhões de anos. Esses são os materiais Mais antigos da Terra. E aí, olha só que legal, quando a gente pega meteoritos, né, meteoritos que
caíram aqui na Terra e a gente data os meteoritos com o mesmo método, a gente chega na em 4.57 bilhões de anos com 20 milhões de anos de incerteza, o que bate com os 4.4. Então, entenderam como que a gente chega nisso? Eu vou lá na Austrália, acho o zircão. Eu levo o zircão pro meu laboratório, dato ele com as técnicas mais modernas que a gente tem. 4.4 B. Eu Pego um meteorito, que é uma outra rocha, que é uma rocha que não é da Terra, levo ela no laboratório, vou lá e dato ela dá
4.5, 57. Mas aí tem alguns milhões de anos de incerteza no meteorito, porque o meteorito ele pode ter sofrido emperismo, um monte de coisa que é levado em consideração. Se você desconta esses esses essa incerteza, né, tanto somando como diminuindo, tanto faz, mas a faixa é a mesma. A faixa é a mesma. Quer dizer, olha só, qual que é a conclusão que a gente chega. Rochas que vieram do espaço e rochas que estão aqui na terra, elas têm a mesma idade, cara. Elas têm basicamente a mesma idade, podemos arredondar para 4.5 bilhões de anos, tá?
Então é assim que nós começamos a descobrir as coisas, beleza? É assim que nós começamos a descobrir as coisas. Vai descendo aí mais um pouquinho, Cris. Aí é toda a como que eles fazem, né? Os Isótopos aqui tem todo, ó. Vou deixar isso aqui, vai tá lá na plataforma para vocês pegarem. explica tudo como é feito a datação radioativa por decaimento radioativo, tá? Pode ir descendo aí. Não vou entrar nesse detalhe aqui. Hoje não é aula de de datação, tá? Pode ir, pode ir. Então tá lá, ó. Ah, no Canadá tem muitos zircão também. Na
Austrália também acho que tem. Tá muito bem. Pode ir descendo aí. Então, tá lá, ó. Qual que é a ideia, né? A ideia, lembra que eu falei para vocês? se forma o sol com o disco próprio planetário. A Terra levou ali, ó, entre 50 e 100 milhões de anos para se formar. E como que acontece isso? E como que acontece isso? Você tem ali os grãozinhos de poeira, eles começam a girar, eles começam a se aglutinar, eles viram um objeto que a gente chama de planetesimal. planetesimal seria uma parte, né, ínfima, né, ou uma parte,
como que a Gente chama, pô, fugiu a palavra agora, uma pai, não é mínima, né, que é infinitésima, né, infinitésima de um planeta. Esses planetesimais começam a se aglutinar até que chega um momento que eles formam um objeto muito maior, que é um planeta. Só que esse processo leva entre 50 e 100 milhões de anos. É isso que acontece, tá? É assim que acontece o processo de formação da Terra. Foi assim mesmo? Não Sabemos, mas que essa é a melhor explicação que nós temos hoje para a maneira como a Terra se formou. Não só a
Terra, mas todos os planetas. Foi assim. Como que a gente sabe disso? meteoritos, análise de asteroides, análise de planetas, análise do próprio planeta Terra, com tudo isso, com a geologia pesada que a gente faz nisso, isso aqui é geologia na veia, tá? É uma geologia pesadíssima que tá por trás disso. Analisando tudo isso, a gente chega Nessa conclusão, é a melhor, as evidências todas apontam para isso, tá? Foi assim mesmo? Daqui a pouco eu vou mostrar que tem modelos que dizem que não, tá? Para você ver que eu não trago outra cor. Trago sim, vou
mostrar para vocês. Mas isso, digamos, é a hipótese mais aceita hoje. Pode descendo aí, Cris. Então, os planetesimais vão ser lá começam a se a a a se juntar tudo aquilo, tudo que tá girando ao redor da Estrela, galera. Aí tem um um negócio que acontece o seguinte, o gás, né, tem gás e poeira girando ao redor da estrela. Beleza? O que tá muito perto da estrela, o gás que tá muito perto da estrela, ele não fica aqui. Concordam, né? O sol tá lá muito quente, muito ativo, ele expulsa o gás da região próxima dele
e esse gás vai indo embora do sistema solar. Até que esse gás atravessa um negócio muito importante que eu nem coloquei aqui, mas devia Colocar, vou colocar depois, chamado linha de neve, a famosa slow snowline, tá? A linha de neve é o ponto além do qual esse gás ele condensa, beleza? O gás condensa. Por isso que Mercúrio, Vênus, Terra e Marte são rochosos. Eles estavam muito próximos da estrela do sol, do protossol e todo o gás foi mandado embora daqui e foi indo embora. Aí lá numa região após A linha de neve, esse gás se
acumulou ali onde deram origem aos planetas gasosos. Beleza? Aqui ficou só rocha, aqui ficou só pedra, só pedra voando para todo lado e grudando uma na outra e se juntando e se aglutinando e tudo mais. Beleza? Assim que se deu a formação do planeta Terra. A Terra ficou eh toda derretida. Era uma era uma bolona de rocha derretida e ali começaram a agir vários e vários processos para formação do Nosso planeta, como a gente conhece hoje. Essa rocha começou a se esfriar, os materiais mais pesados migraram para o núcleo da Terra, por isso que o
ferro e o níquel estão no núcleo. Os materiais menos pesados formaram a cruz da terra, o manto da terra e por aí vai. Entenderam? Até aí? Tão entendendo? Então, o núcleo se formou assim. Então, desce aqui um pouquinho que aqui tem um gráfico muito legal, ó. Então, esse gráfico aqui ele mostra isso, ó. O tempo Vai passando aqui embaixo, tá? Que é o tempo vai passando. Ah, e aí? E aqui é o número de impactos que vão tendo, ó. Tá vendo? Então, o que que acontece? Teve um período no sistema solar em que existia um
grande bombardeamento. Então você tinha aquilo ali e começou a bombardear coisa, coisa que batia, batia, batia naquele naquele objeto maior. Numa dessas batidas bateu Teia, que era um objeto muito grande, do tamanho de Marte, mais ou menos, bateu Na Terra. Bateu na Terra, arrancou um pedaço da Terra que virou a lua. Foi assim, de acordo com a hipótese mais aceita, foi assim que se formou a lua, tá? E depois disso, os corpos começaram então a resfriar. Começou a esfriar. Por que começou a esfriar? Porque o sol foi se acalmando. Foi passando o tempo, o sol
foi acalmando, entendeu? O sol foi acalmando e daí os planetas que estavam próxos começaram a esfriar. A rocha começou a esfriar. Começou a cristalizar, começou a formar o quê? Minerais, começou a formar o quê? O zircão. É assim que formou o zircão que a gente pega ele hoje. Tá bom? Pode descendo mais um pouquinho aí. >> Uhum. >> Então tá aí. Eles vão contando toda a história aí. Vai falar da da formação da lua, pode descer que aí nós já falamos disso. Pode ir embora. Pode ir, pode ir aí. Tá toda aí a formação da
lua, tudo isso aí. Tudo isso Aí. vai ficar lá para vocês, tá? E aí, então, formou-se a crosta da terra, tá? Resfriou, formou a crosta, formou o manto, que ainda era rocha derretida, e os elementos mais pesados migraram para o fundo, para o núcleo da Terra, formando o núcleo que tá lá, o ferro e o níquel. Show de bola até aí. Boa. O Thiago Wagner aqui, por que o núcleo da Terra não esfriou ao longo dos bilhões de anos? O que mantém ele aquecido? Várias coisas. Primeiro que Ele gira e segundo o decaimento radioativo de
elementos, tá? Decaimento radioativo de elementos. Serjão, a teoria da formação dos planetas está ligada ao Big Bang e a Dark Age, jaquetinha TDI. Não tá. Tá. Ah, tá. Porque tudo nasceu no Big Bang, né? Então, de certa forma, sim. Mas não está. A formação de planetas está mais ligado à formação de estrelas, tá bom? O Andenilson aqui, boa noite, Sacane. Se evoluírem muito a tecnologia de Materiais, supercondutores e super magnéticos, poderia ser possível levar naves ou satélites não tripulados para outras galáxias? Sim, por a condutividade, cara, ela ajudaria muito nos motores elétricos, tá? Nos motores
de Ion, que a gente chama, ela ajudaria para caramba. Tá bom? Ronaldo José mandou. Muito obrigado, Roger Melo. Obrigado pela conversa com o grande professor Nicoleres. Foi demais, demais, cara. O Nicoleres é demais, tá? Uma Pergunta inusitada. Você teme a morte? Claro que temo, cara. Pô, lógico que temo. Quem quem falar que não tem medo da morte, né? Tá doido, cara. Muito medo da morte. Não dá, né? Temos que ter. Tem mais alguma na plataforma? >> Perguntar? Não, >> não. >> Então, beleza, entendemos formação de estrela, disco proplanetário e formou a Terra. Temos a Terra
formada. E agora o Que que vai acontecer? Primeira coisa que perguntaram lá no comecinho foi a formação da atmosfera, lembra? Então, tá aqui a formação da atmosfera, ó. Quando a superfície da Terra resfriou suficientemente, a água, né, começou começou a ter eh a água a condensar ali, começou a chover, começou a criar um ciclo da água, que a gente chama, e a partir daí os oceanos também, tá? Então a água que caía ela Dissolvia o CO2, o CO2 erodia as rochas e assim foi formando, né? bolsões e tudo que depois vai ser muito importante pra
vida, dependendo da da ideia que você tem. E nos oceanos, né, o CO2 virou ali minerais carbonatos que formaram rochas como limestone, que a gente chama, que é um tipo de rocha. E isso virou o ciclo do quê? Do carbono. Então, quando você mistura o ciclo da água com o ciclo do carbono no momento de resfriamento da Terra, você tem então a formação da Nossa atmosfera, que foi ajudada também muito por conta de quem? dos vulcões. Então, quando a Terra se formou e ela começou a resfriar, ela não resfriou de forma uniforme. Em alguns pontos
criaram bolsões de magma que tiveram uma pressão aumentada. Essa pressão aumentada gerou os vulcões, mas isso aí fica numa próxima que a gente vai falar só sobre vulcão, tá? Mas os vulcões foram importantes porque eles jogaram gases na atmosfera da Terra. Esses gases ficaram presos aqui e assim nós fomos construindo uma atmosfera, tá? Em algum Isso Vênus foi igual. Lembra que a gente, né, falamos de Vênus, né? Vênus e a Terra iam igualzinho. De repente aconteceu alguma coisa em Vênus que a gente não sabe o que é ainda aqui na Terra As coisas deram uma
acalmada e isso foi muito bom porque aí deu chance da vida se desenvolver e tal, que também não é a minha área, não vou falar disso, só um pouquinho aqui com vocês, tá bom? Sobe aqui um pouco, Cris. Só mais um aqui. Esse >> é isso mesmo, ó. Tá? Então, ela tinha muito hidrogênio e tudo mais. Aí a lava, que é isso, a história do vulcão que eu falei para vocês. Beleza, desce aí que eu acho que agora vai falar dos dos continentes. Não tá toda aí, tem um ciclo, tá, galera? Isso aí virou um
ciclo. Chama-se ciclo do CO2, ciclo do carbono, tá? Ciclo do carbono e ciclo da Água. é que ajudou a a formar a atmosfera terrestre. Agora sobe lá porque tem a formação dos continentes, né? >> Ah, tá para cima. >> É que aí nós somos lá pro final. Mas beleza. Aí tá aí. Muito bem. Então, quando a Terra se formou, começou a a crosta terrestre. Ficou meio que boiando, né? A crosta terrestre meio que boia em cima do manto, tá? para Falar de uma maneira bem simplificada para vocês, tá bom? Eh, de repente começou a ter
alguns impactos muito grandes. E aí, galera, agora é o seguinte, existem várias teorias sobre a formação dos continentes, tá? Algumas teorias dizem que grandes impactos acabaram criando os primeiras primeiras grandes falhas, fraturas na crosta terrestre e a partir dali se formaram as placas tectônicas e a partir dali acabaram se formando os continentes, tá? Esse é um trabalho muito complicado, muito complicado de fazer, tá? É, eu sempre ele é um trabalho muito complicado de se fazer. Por quê? Porque a gente não tem informação, tá? E aí a gente parte pro quê? A gente parte eh para
o que a gente chama de simulações computacionais. E hoje, tá, e hoje nós temos eh a maior, a melhor simulação computacional já feita sobre a formação dos continentes. Essa simulação, ela consegue retroceder o planeta há 1 bilhão de anos atrás. Então, vamos ali, Cris, que é aquele é o mered >> é, vamos mostrar o m ali, ó. Isso. Então, tá aí. Eh, só sobe um pouquinho, depois a gente volta aqui nessa figura. Isso aqui, galera, é um artigo científico, tem 131 páginas, tá? Esse aqui é o artigo científico, tem 131 páginas e é o modelo,
o melhor modelo de placa tectônica que a gente tem até hoje Para mostrar como se formou a Terra do jeito que a gente conhece. Voltando há 1 bilhão de anos atrás. Além disso, aí começa a ter muito chute. Até 1 bilhão a gente consegue ainda ter alguns poucos dados para poder fazer isso, tá bom? Então vai descendo aí, Cris, um pouquinho. Lembrando que tudo isso que nós estamos mostrando aqui vai estar lá na plataforma, no links úteis que chama, tá? Vai descendo, vai descendo. Pode ir, pode ir. Aí os caras tão mostrando. Leiam esse artigo,
tá? Antes de sair falando besterol por aí, porque ele explica tudo como que foi a movimentação que teve. Eles têm tudo aqui. Vai descendo aí mais naquela figurinha lá que tava. Vamos ver a gente acha ela. >> E depois eu vou aí, ó. Tá aí. E depois eu vou mostrar para vocês o vídeo que resume esse trabalho. Então, tem essa figurinha aqui, ó, que ela é demais, tá, Galera? Isso aqui é demais. Então, tá lá, ó, todo, ó, o full plate models, tá? Que a gente chama. Esses nomezinhos que vocês estão vendo aqui são vários
e vários artigos que foram consultados, tá? E aí você tem aqui, ó, desde o período, ó, tá vendo lá, ó? Lá é 1 bilhão de anos, né? Que é 1000 milhões. 1 bilhão de anos. toniano, aí vem paleozóico, que tá aqui, são as eras geológicas, mesozóico, senozóico, tá? Então eu não vou ficar aqui mostrando Toda a tabela, toda a divisão, cara, porque é coisa de maluco, mas tá tudo aqui, tá? E ali tá lá no Toniano, a gente teve o Rodíia, que foi um super continente. Aqui no Paleozóico, basicamente a gente teve o Goldana. E
no finalzinho do paleozóico, até meados do mesozóico, a gente teve o pangeia, que a gente chama, que foram os super continentes que a gente teve no planeta Terra. Beleza? Então, o que que o pessoal fez? Lembra que ontem o Nicolellis falou aqui que ele pegou os dados do artigo do cara que ele gostava, criou um programa computacional para fazer aquilo lá. Muito bem. Vai lá no vídeo agora, Cris, pra gente mostrar pra galera. Esse vídeo pode pôr ele na tela toda. Tela cheia esse vídeo, galera. Não, volta lá, volta lá esse vídeo. Vejam o número
lá em cima, ó. 1000 milhões de anos. Ou seja, isso Aqui era a Terra há 1 bilhão de anos atrás. Você pega todos os dados daquele artigo de 131 páginas, cria um modelo computacional e eles criaram um videozinho pra gente. Olha que maneiro. Solta lá, Cris. Ó, vamos olhando a data lá em cima, ó. 900 milhões. Andamos 100 milhões, ó. Olha como que tá os continentes se mexendo, ó. 700 milhões, 600 milhões de anos, ó. Tá tudo tá aí, ó. Tá aí. Tudo de acordo com a Movimentação. 500 milhões de anos, ó. 400 milhões de
anos atrás. Olha aí. 300 milhões de anos atrás. 200 milhões de anos atrás. 100 milhões de anos atrás. Aí já começa a ter mais ou menos a cara que a gente conhece. Ó a separação ali. Para aí. Volta. Para. Para. Não. Volta. Volta um pouco. Volta, volta, volta mais aí. >> Aqui. >> Volta mais um pouquinho. Mais um pou aí. Tá bom. Então, olha só. 120 milhões de anos atrás. Tá vendo a América do Sul ali e a África ali? Esse desenhinho aqui que eles colocam em volta. Tá vendo aqui, ó? África do Sul aqui.
África, né? Aqui a América do Sul ali. Agora vai soltando aos pouquinhos aí, ó. Vai andando aí, ó. Aí parou lá ó >> na real, ó. Deixa eu ver. Fazer o seguinte, colocar vou diminuir a Velocidade da reprodução. >> É, cara, liga esse área aí. Tá muito quente aqui. >> Olha aí, que maneiro. Então, a gente acompanha tudo, ó. Ó, 90 milhões. Ó lá, ó. A América do Olha a América vindo para cá. Olha a África indo pro outro lado. Ó, a América indo pro lado, ó. 40 milhões de anos atrás. Isso aí é ontem,
tá? Isso aí é ontem. 40 milhões de anos atrás, 10 9 8 4 3 pronto, acabou, viu? Então, eh, É muita, é muito legal, cara. Esse negócio é uma das coisas mais sensacionais que tem atualmente para se entender eh sobre placas tectônicas. Esse é o melhor modelo que a gente tem e é o modelo que vai mais longe possível. Já começou a mostrar CGI já, Evandro? Claro. Repete ali pra galera porque é legal para caramba. >> Ontem foi quinta, né? Eu falei o quê? Eu falei errado. Não lembro não. Hoje não sei por que ele
falou que ontem sou errado. Hoje sou >> Pode pôr aí. Põe em tela cheia aí, ó. >> Colocar de novo. >> É, põe de novo pra galera. >> Vou colocar ele mais lento. Beleza. >> É, mas não precisa ser. É, pode ser. É, pode ser. Olha aí, ó. Então, ó, 900 milhões de anos atrás. Olha que legal, ó. Tudo isso baseado em quê? baseado naqueles dados daquele artigo. Então, os caras pegaram os dados do artigo e com Isso eles montaram. O que que eles levam em consideração aqui? Movimentos geológicos, placas tectônicas, dados de GPS, dados
de evolução de manto, de núcleo. Tudo isso é levado em consideração aqui, tá? Tudo isso é levado em consideração nesse nesse nesse vídeo aí, ó. 700 milhões de anos, ó, como que as coisas, ó, tudo vai indo para um lado, vai indo pro outro. Então, com essas com isso, é a melhor representação Que a gente tem de como era a Terra de 1 bilhão de anos até agora, 1 bilhão de anos atrás até agora, tá? É muito complexo, realmente é muito complexo fazer isso. Não foi fácil, foram anos, tá, de trabalho, anos de trabalho para
que se pudesse chegar nesse nesse nesse modelo aí, ó. Isso é muito legal, tá? Isso é muito legal mesmo. E aí vai indo, ó, 400 milhões de anos, ó. E aí tem os momentos, né, aqueles Momentos decisivos, aonde a gente teve o Rodínia, aonde a gente teve o Goldzuana, onde a gente teve o Pangeia e por aí vai, tá? Então, eh, deixa esse link desse vídeo lá para eles também. >> Uhum. Ó, o link do vídeo, o link do artigo, vai ficar tudo lá na pastinhas, links úteis, tá? E como que você acessa isso? Entra
aí na plataforma nv99.com.br/s semfim. A o link para você entrar aí tá na descrição. Aliás, tem uma coisa que Eu que eu não falei, né, na hora que eu tava dando os recados >> de membro, >> dos membros, tem um botãozinho aqui para você se tornar membro do canal. Então, clica aí, tá? que você se torna membro do canal, beleza? Esse 90 milhões de anos é contado eh retrocedendo a partir de hoje, tá, cara? Tá bom? Então, tá aí, ó. >> É, forma direitinho. Olha a índia aqui, Ó. Ó ela batendo aqui, ó. Ó, a
índia vai bater, ó. Olha a índia batendo aqui, ó, para formar os Himalaias, ó. Olha a índia batendo aqui agora, ó. Ó, viu? No finalzinho ali, a Índia bate para formar os Himalaias. É isso aí. >> Você tem chance de então mudar de novo? >> Tá mudando, claro. Tá mudando. Tá, mano. Nós não vamos estar aqui, né? >> Mas tá mudando. Porque existe, eu vou ver se eu acho, tem a Ah, porque tem essa simulação é de 1 bilhão até agora. Existe a simulação de agora pra frente. >> Ah, já fizeram prevendo. Já, >> já
prevendo que vai acontecer. Legal >> isso. Daniele Ferreira mandou dezão. Boa noite, Serjão. Primeiro agradecer por esse especial tão pedido. Isso aí. Tá aí, ó. Gostaria de saber, desculpe, sua pergunta repetida, cheguei depois. Qual a melhor hipótese em sua opinião para a origem da água na terra? Ainda não falei da água. Daqui a pouco vou falar da Água, Daniele, porque a água é um problemaço, tá? A água é um problemaço. Então, guarde aí sua pergunta, tá? tá aqui e na hora eu falo, eu te cito porque a água realmente é uma coisa complicadíssima. Tem várias
coisas são complicadas no nosso planeta só, tá? Depois deixa eu ver se eu acho aqui tem a simulação para para pra frente, entendeu? Eh, Earth Simulation from now to 100 million years. Eh, existe as a o pessoal que estuda isso, né? Aqui, ó. Vou te mandar aí, ó, >> o vídeo aqui. Tem o vídeo aqui que é a Terra de agora até 100 milhões de anos paraa frente. Deixa eu ver esse vídeo aqui. Tá legal. É 400. Tã tã. Tá. Ah, é porque aí depois vai ter que pegar ele. Daí, deixa eu ver aqui. É,
ela não é tão legal, mas tudo bem. Dá para dá para ter uma ideia boa. >> Não é que nem esse, né? >> Não, é porque esse aí é feito com base num Esse aí é feito com base num dado, né? Mandei lá no no zap, viu? Deixa eu pegar aí. >> Ah, mandei aí no Telegram também. Aí foi. >> Ah, >> então aí, ó, é a simulação da Terra e de agora pra frente, tá? Então, eh, o que que tem que fazer? Coloca em tela cheia e vai lá pra frente, porque ele Vai fazer
do passado até hoje e de hoje paraa frente. >> Coloca um pouco mais devagar. >> Não, não, pode deixar. Ele, ele é diferente aí. É, pode vir aqui lá pra frente. É, tá aqui, ó. Pode aí. Aí, deixa aí, deixa eu ver. 1.8 milhões de anos atrás já bateu. Aí vai ser agora. Quer ver? Ó. Ah, hoje. Então, olha só, galera. Aqui é hoje a Terra hoje, como a gente conhece. E agora eles vão começar a simular. Olha Aí, ó. 100 milhões de anos. Daqui 100 milhões de anos, como vai tá a terra? Tá muito
bom. O Jonathan Fecher, Serjão, força no projeto Shape Today. Tamo junto aí. Valeu, cara. Tô tomando água aqui, ó. Isso aí. Volta a treinar, cara. Toma bastante água. Isso aí. Já esqueci a Coca, cara. Não toma mais Coca. Chega de Coca agora. [risadas] Nada de Coca. >> Já era. >> Já era a Coca. Beleza? Então, então tá aí. É assim que se formou a crosta terrestre. Serjão, porque só tem terra planismo no Brasil e nos Estados Unidos? Nada na Europa? Ah, então né? Por, né, cara? Deve ter alguma explicação para isso, né? Não sei também.
Não >> queria saber. Beleza. Aí vocês vão falar assim: "Ah, mas pode ter outras maneiras da Terra Ter formado?" Pode sim. Tem um artigo, ó, que foi publicado ali, ó. Clica ali pra gente, Cris, que é o ori origem. Isso. Esse aqui, ó. Esse aqui é um modelo chamado modelo Abel. É o modelo Abel para a origem da Terra. É um novo modelo para a formação do planeta. Vai descendo aqui. Saiu nessa revista. O artigo vai ficar ali, ó. Ó, de novo, ó. Toda vez que vocês forem ler sobre a formação da Terra, começa com
o quê? Começa com a formação da estrela e dos planetas, ó. Tá aqui, ó, direitinho, igual eu falei para vocês, ó. Tá? Pode ir descendo, pode ir. Aí tem a formação da Terra, tá? Ó, a formação da Terra levou mais ou menos 30 milhões de anos, que é aquilo que a gente falou, né? Entre 50 e 100 milhões de anos, mais ou menos 30 milhões de anos. Então, formou a lua, bateu ali, né? Formou a atmosfera, formou o oceano de magma, formou o Núcleo da Terra, depois formou ah, formou a Lua aqui e aí consolidou
o Oceano de Magma. Tá, pode descendo. >> Uhum. >> E esses caras aqui, eles explicam, ó, tá vendo aqui, ó? A formação da Terra de uma maneira diferente, ó, tá? a formação da Terra de maneiras diferentes. Então, é o seguinte, existe uma rocha na Terra, um tipo de rocha chamada anortositas, tá? E essas anortositas aí elas dão pra gente uma ideia muito boa de como que Pode ter se formado a Terra. Então, tem ali, ó, os modelos propostos paraa formação da Terra. Então, pode ter formado do da maneira A, tendo um continente primordial, da maneira
B, sem anartosita, mas com continente primordial, da maneira C, que é o modelo Abel, tá? Ou seja, a terra seca completamente formada. Ou o segundo, um segundo modelinho aqui, ó, o modelo Abel, na verdade, né? Tem teve dois passos, né? você tinha a terra e Depois com bombardeamento você teve toda a crosta se formando e tudo mais. Então esse é um modelo, modelo Abel, que é um modelo alternativo para explicar a formação da Terra. Ele responde várias coisas, responde também, deixa de responder outras, deixa também de responder outras. E assim é a ciência, cara. Assim
é que funciona a ciência. Vai descendo aí mais um pouco, Cris. Ó, ele vai explicando tudo. Ele estudou, Ele estudou eh meteoritos e tudo mais. Vai descendo aí. Aqui é muito legal nesse artigo. Tem isso aqui, ó. Pode, pode ir, ó. A cronologia do sistema solar, ó. 4.56 bilhões de anos atrás, ó. Formação dos planetas, ó. Ressonância. Tá vendo, ó? Como que tudo foi acontecendo, ó? Que legal. Aí, ó. Terra sólida aqui forma o oceano de magma, forma o manto, forma a terra. Olha, isso aqui é muito legal, viu, galera? Pode descendo. Então, para quem
quiser ter uma ideia boa de como se formou a Terra, ó, tá aí, ó. Tem tudo, ó, tudo muito bem ilustrado. É um artigo realmente muito legal. Ele estuda a lua, ele estuda asteroides, ele estuda meteoritos, ele estuda rochas na Terra e ele desenvolve um modelo aí chamado modelo Abel para Abel Ferreira, né? O pessoal deve tá falando aí para formação da Terra. Beleza? Muito bem. E aí vem a pergunta da Daniele, tá? A pergunta da Daniele Ferreira é a seguinte: como que a água surgiu na Terra? Essa é uma das perguntas mais difíceis de
serem respondidas, tá? Nós não temos uma resposta única de qual foi eh a origem da água na Terra. Beleza? Existem várias explicações. Existem outras Grandes crenças sobre o formato da Terra sem ser o normal e o terraplanismo. É o que eu conheça, cara. Já tá bom, né? Daniele Ferreira aqui de novo. Nas lives de lançamento sempre aparece pessoas dizendo que tudo é CGI, mas minha teoria na verdade é que você é CGI. Pode ser. Pode ser sim, tá? Pode ser. Então vamos lá. Como que surgiu a água na terra? A água na terra é muito
difícil da gente da gente eh ter uma resposta, tá? Uma resposta só pra Origem da água na Terra. Tem aqui no no Wikipedia, tá? Um resumo muito legal. Eu vou mandar aqui pro Cris, ele vai abrir aí pra gente. Eh, vamos lá. Quais são as possíveis explicações paraa origem da água na Terra? A primeira é que a Terra nasceu molhada, que a gente chama, ou seja, que boa parte da água que tem na Terra já tinha aqui. Ué, mas você não falou que os elementos voláteis eles seriam Eliminados daqui por conta do Sol e tudo
mais? Sim, falei. Ué, e como que a água estaria aqui? Porque existem mecanismos, dependendo aonde a molécula de água está presente, que determinadas rochas protegem a água, f forma tipo um escudo e não deixaria essa água escapar. Então essa é a primeira ideia. A Terra nasceu molhada, tá? É a é a teoria da Terra ter nascido molhada. Segunda ideia. Segunda ideia, Os cometas. E aí eu vou ter que contar uma historinha para vocês que é o seguinte. Em 1985, 86, o Cometa Raley passou perto da Terra. Foi a primeira vez que a gente tinha eh
uma oportunidade de mandar uma sonda para investigar um cometa. Mandamos várias sondas, entre elas mandamos uma sonda muito importante da da Europa chamada sonda Gioto. A sonda Gioto, ela chegou bem perto do Raley e ela viu que o Raley teria água, Tá? Que o Raley teria água mesmo. E aí, pronto, né? Aí matou. Cara, a terra foi bombardeada por cometas. Os cometas trouxeram a água e foi assim que a água surgiu na Terra. Era uma explicação muito boa, muito razoável, só que teve um problema. Anos depois, pegaram os dados da sonda deo e eles foram
ver que o equipamento que mediu a água no cometa rally era um equipamento que estava com defeito. E aí o que que acontece? Aquela água ali Não poderia ser a água que tava na terra. Eles tiveram que descartar esses estudos. Muito bem. Descartou os estudos. voltou tudo de novo. Então, como que a água surgiu na Terra? Bem, uma segunda, outra hipótese, uma terceira, vamos dizer assim, mas guarda dos dos cometas aí, que eu já volto nele, foi o seguinte. A Terra lá no começo sofreu bombardeamento não só de cometas, mas de asteroides também. Existem asteroides,
a Gente sabe hoje, analisando as amostras que eles têm água. Ah, então beleza. Então os asteroides bateram aqui e a água teria vindo dos asteroides. Então a terra nasceu molhada, a água veio dos asteroides e a água veio dos cometas. São as três grandes hipóteses que tem. Qual é o problema? Se você usar uma só e fazer o cálculo da água, não bate. Não bate. Se você pegar uma dessas hipóteses e calcular a composição e a proporção e tudo mais, não bate também. Eh, cometa teria, poderia trazer água. Em 2014, a sonda Roseta, ela orbitou
o cometa Xuriumov Gercimenco. E ali ela viu que o Cometa tinha água. Opa, cometa tinha água, mas não era a mesma água da terra. A água do cometa churiumó de Eracemenco era uma água pesada, que a gente chama, é uma água de deutério, tá? O delutério é o hidrogênio pesado. E, ou seja, e essa água não bate com a mesma água daqui, mas ela poderia ter contribuído de alguma forma. Os Asteroides poderiam ter contribuído de alguma forma e a Terra pode sim ter nascido molhada. Então, para resumir toda essa novela da água na Terra, da
origem da água, nós não cometa o quê? Xurió Geracemenco. Nós não sabemos hoje ao certo como a água surgiu na Terra. Pode ser que seja uma combinação desses fatores. Um pouco veio da terra molhada, um pouco veio de cometa, um pouco veio de asteroide. Quando você junta isso aí pode ser que Bata tudo direitinho, tá bom? Mas foi assim, não foi? Não sabemos, tá? Fica aí a dica. Quem quiser entrar numa faculdade de geologia e estudar esse tema, esse é um dos temas que a gente mais precisa de gente estudando, saber qual é a origem
da água na Terra. Não sabemos ao certo, tá? Existem essas hipóteses aí para explicar. Beleza? Respondido sua pergunta agora, Daniele. >> Paulo Marcos mandou dezão. Aí, ó. Tá vendo aqui, ó? Ele manda esse emoji Aqui, ó. Olha aqui, ó. Olha aqui, Cris. Lá. >> Ah, isso daí deve ser um emoji de membro, não é? >> Não, acho que ele não é membro não, porque ele não tá com negocinho de membro. Obrigado aí pelos degzão, Paulo Marcos. >> Ah, então acho que deve ser pago então quando manda. >> Ah, pode ser >> super chat. Então deve
ser específico do Super chat. Aí manda o super chat. Pode escolher o emoji, talvez. >> Isso. >> Boa. >> E um artigo que a terra no início era coberta de água. Isso é a terra molhada que eu falei. Então, por quê? Porque a lava vulcânica, todo aquele processo que eu expliquei, tinha água ali envolvida, tá? Mas foi assim, não foi? Não sabemos. Então fica aí a dica, quem quiser estudar, é uma área em aberto e é uma Área que precisamos de muita gente para estudar, tá bom? Então, tá aí. Vamos ver aqui algumas perguntas aqui.
Power FNT, fala Serjão. Desculpe a pergunta Leiga, mas por que territórios que se encontram em mesma latitude possuem características climáticas diferentes? Porque a latitude é só uma uma das variáveis, cara. Você tem também a parte de altitude, isso é muito importante, e da parte de continentalidade. Então, se tiver alguma coisa que tá mais próximo Do mar, menos próximo do mar, se tiver algo mais alto, mais baixo, isso vai influenciar no clima ali daquele daquele local, tá bom? Do clima como um todo, né? Clima a gente fala que é uma coisa global, vai ser o microclima
daquele local, entendeu? Beleza? Então você pega assim, por exemplo, cidades que estão mais ou menos na mesma faixa, se elas tiverem a mesma característica, ou seja, duas cidades litorâneas na mesma faixa de latitude, muito provavelmente é Parecido, tá? Põe lá, tem mais >> não. Beleza, valeu aí, Ricardo Manete mandou cinquentão aí. Tamamos junto. Valeu, viu? Show de bola. Muito bem. E agora uma outra coisa muito importante que é a vida, né? Como que a vida surgiu na Terra? Aí, galera, é o seguinte. Lembra que eu falei para vocês que quando começou a ter aquele bombardeio,
Começou a criar algumas pocinhas, né, com água e tudo mais. Então, eh, lá na década de, se eu não me engano, nós vamos confirmar aqui se é 70, acho que é 70. Coloca lá o experimento do do dos caras lá. >> Esse aí, >> esse aqui >> é não. O do lado ali, Miller Urey. O Miller e o Urey em 1952 fizeram um experimento para provar como a vida teve início na Terra. Qual que Era a ideia que se tinha? Era o seguinte, que naquelas pocinhas de água que se formaram, você tinha ali os elementos,
os chomps, que a gente chama chomps, carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, potássio e enxofre, chomps. Esses elementos estavam ali naquelas pocinhas. De repente veio um raio e esse raio quando bateu, por que que teve raio? Porque você tinha vulcão, você tava formando uma atmosfera, tal. Quando esse Raio bateu naquela pocinha, aquela descarga elétrica fez com que esses elementos começassem a se unir, se transformarem em moléculas, se transformar em aminoácidos, proteínas e assim a vida começou, tá? Será que foi assim? Muito bom. Lá em 1952, o Miller e o Urey bolaram um experimento. Então, aumenta a figurinha
aqui, Cris, pra gente. Eles bolaram o experimento, o Experimento do Miller e do Urrey, que era o quê? Então, eles foram lá no laboratório deles, criaram a pocinha, tá vendo? da pocinha da água ali, ó, com H2O, que é água, CH4, que é metano, NH3, que é amônia e H2, que é oxigênio. Então, ali você tem os chomp estão ali, né? O C, o H, o O, o N, tá? Então, estão todos ali. Você tinha uma fonte de calor aqui, ó. Então eles aqueceram a água, né? Essa água aqui evaporava, né? O vapor da o
vapor o vapor da água entrava Ali. Então você tinha água, você tinha os elementos e você tinha calor. Beleza? Aí o que que eles fizeram? Eles pegaram naquele bulbo ali que tava aqueles elementos todos, eles colocaram dois eletrodos ali e criaram uma descarga elétrica. Criaram um raio. Não, amônia não. CH4 é metano, né? Amônia é NH3, não é isso? Não é isso? Acho que é. Calma, Shamã. Shamã, você é membro aqui do canal? Calma, cara. Calma. Nós estamos falando De 1950. Calma, se acalmem aí. Não se revolta ainda não. Os caras estavam tentando explicar como
que a vida começou, cara. foram ali, ó, colocaram os eletrodos ali. Os eletrodos criaram uma descarga elétrica, criaram um raiozinho, criaram um raio naquele bulbo ali. Quando criou o raio naquele bulbo lá, o que que aconteceu? Aquelas coisas começaram a se unir, formaram aminoácidos, formaram proteínas e por aí eles falaram: "Sim, cara, a vida pode Muito bem ter começado dessa maneira, tá? A vida é uma outra NH3, não é amônia? NH3 é amônia, cara. A vida pode ter começado muito bem dessa maneira. Eh, para esses caras, Amônia tá aqui, para esses caras que estavam lá
em 1952, tá? Então volta ali no no Miller Uperiments ali no Wikipedia. Então aqui vai contar todo o negócio, vai descendo aí, ó, o experimento deles, ó. Formou 20 diferentes aminoácidos, ó. Que que legal, ó. Tá vendo? Aqui tem até, ó, um descritivozinho do do experimento, tal, mas pode ir embora, não tem muito problema. Metano, água, a química do experimento, tem toda aqui a reação química que foi feita, tá? E outros experimentos. Isso aqui que é legal. Olha aí, ó. Vários outros experimentos foram feitos a partir do experimento do Miller e do Urey. Tá bom?
Beleza. Tá tranquilo até aí? Não, isso aqui não É simulação não, cara. Tá. Fósforo é P, né? Eu falei o quê? Potássio. Ah, é fósforo. Foi mal isso aí. Eh, então tá aqui, ó. Tá? Tem vários experimentos que foram feitos. Aí o que que acontece, cara? O tempo foi passando e nós fomos aprendendo várias coisas. Nós começamos a investigar o fundo do mar, nós começamos a ver várias coisas acontecendo e tudo mais. E aí meio que essa essa ideia aqui do Miller e do Uy Ficou para trás. Por quê? Porque aí veio a nova ideia
de como a vida surgiu na Terra. Põe aquela figura lá que eu te mandei. >> Ah, segundo a outra, né? Pera aí. A outra imagem, né? >> É. >> Ah, >> isso aí. >> Essa aqui, né? >> É. Então veio a outra ideia de como a vida Surgiu na Terra, que é essa figura super simples de você entender. Olha aí só o cara faz uma figura dessa, né? Fácil para caramba de entender o que que é isso aqui, galera? Isso aqui é a ideia das fontes hidrotermais, tá? As fontes hidrotermais, a os os vulcõezinhos que
a gente tem lá no fundo do oceano, tá? lá no fundo as hidrothermal vents, que a gente chama, beleza? E aqui sim, hoje, né, a gente tem a noção de que foi desta maneira Aqui que a vida deve ter eh se formado, tá? Então, você tem aqui os tímeis, né? Que que são os time? São as são as torrezinhas aí com a chaminezinha aonde vem o magma, tá? Tá aqui é o nu o manto da terra aqui para baixo, tá? manto aqui, a crosta aqui, isso aqui é tudo água, tá? Eh, então você tem o
magma aqui, você tem um vulcão, um pequeno vulcão dentro da terra, dentro no fundo do mar, desculpa, um pequeno vulcão. Começa a sair material por esse vulcão Aqui, ó. Começa a sair material por aqui, ó. Material super aquecido, ó. 350º. Tá vendo esse material? Ele chega e ele encontra aqui a água do mar, tá? E aqui em volta, olha ali agora, ó. Hélio, manganês, H4, CO4, nem sei o que que é. MNO2, CH4, Fé, um monte, tem uma sopa de elementos aqui que vem daqui de dentro da terra, tá? Quando ela encontra a água que
tá aqui, a água você pra vida, pra vida é uma receita de bolo. A gente precisa da água, que é o solvente. A gente precisa dos ingredientes, que é essa sopa de elementos aí. E a gente precisa da energia, tá? Aqui você tem a água do oceano, os elementos e a energia vindo aqui do fundo do mar. Beleza? Então essa é a ideia de como a vida e a vida começou a se formar aqui, ó, em volta, ó. E a vida começou a se formar aqui em volta. Começou a formar os criozinhos, os camarõezinhos e
por aí em diante. E aí daí a vida começou a se espalhar pelo planeta. Então, ácido Silíco, né? É isso aí. Então, começou assim, é uma das ideias. Como a vida surgiu na Terra? Voltamos para outra pergunta. Como a água surgiu na Terra? A gente não sabe. A gente tem ideias, explicações, hipóteses para para como tudo surgiu, tá? Uma das hipóteses hoje mais aceitas é essa aqui, que é baseada no que a gente chama de fontes hidrotermais, tá? Ou isso aí, ó, pessoal tá falando aí, ou você pode acreditar no Adão e na Eva, que
também é mais simples que isso. Por que que essas outras teorias aí elas ganham tantos adeptos? Porque é muito mais fácil do que explicar isso aqui, cara. Muito mais, entendeu? muito mais mesmo. Beleza? Entenderam? Então, então é assim que acontece a formação da Então, entendeu? A formação da água tem um um ponto de interrogação ali. Como que a vida surgiu na Terra? Tem um outro ponto de Interrogação aí. Mas essa é uma boa explicação. E tem uma terceira explicação que é a panspermia, né? Ou seja, os ingredientes e tal foram trazidos paraa Terra por asteroides
e tudo mais. Então, basicamente você tem três explicações para o início da vida na Terra. A sopa primordial, que é a pocinha, é o Miller e Urei, tá? As fontes hidrotermais ou os hidrotermalventes, que é essa esse esse desenhão aqui, ou a panspermia, que Seria uma outra ideia de formação da vida na Terra. Beleza? Não vou entrar em vida onde que ela formou, como que ela se desenvolveu. Isso aí é uma coisa do pirula, tá? Minha minha parte termina aqui falando para vocês como a água pode ter surgido e como a vida pode ter surgido.
Beleza? Até aí tranquilo, cara. Panpermia é zoado. Então aí toda a teoria tem a sua parte zoada, cara, porque ela é um quebra-cabeça Faltando peças, né? É aquilo que o Ruas meio que falou na quarta-feira. O Egons Short mandou vir então aqui fugindo um pouco do assunto mais. Quais os melhores lugares do Brasil para assistir a Chuva de Meteoro Geminídias em dezembro? Cara, chuva de meteoro, eu eh não aconselho ninguém a assistir porque ela é um negócio muito decepcionante, tá? Eh, a não ser que você vá para o meio do mato total, muito muito muito
longe de qualquer luz de Cidade e fique lá a madrugada inteira. Quando der umas 3:30, 4 da manhã, você vai conseguir ver alguma coisa a olho nu, tá? Pessoal vai lá, conta lá 30, 40 asteroides, cara, meteoros, no caso. Isso aí você conta numa noite normal observando, tá? Então, eh, é frustra, tá? Ver chuva de meteoros é um negócio frustrante, tá bom? Beleza. Tem alguma pergunta lá? Não, >> não, não. >> Muito bem. Então, surgiu a vida na Terra. a Terra tava todo se formando e tudo mais. E no planeta Terra, pessoal, aconteceu aconteceram, na
verdade, cinco grandes eventos muito importantes no nosso planeta. E a pergunta até que existe hoje é: quando que será o sexto? A gente chama isso das extinções em massa. Aí pode colocar. É isso aí, ó. Isso aí. Então, tem essa revista aqui que ela é muito boa, chamada How It Work, tá? How It Works. Ela fez uma uma edição especial, uma reportagem especial sobre as extinções em massa, tá? Então, tá aqui, ó. É muito legal, muito legal mesmo. Desce aqui, ó, pra próxima página. Então, ele vai falar aqui, ó, das grandes extinções em massa. A
primeira, tá? Primeira extinção em massa ali, ó, por volta de 440 milhões de anos atrás, é a extinção do ordoviciano siluriano. Essa, sabe qual que foi essa essa Extinção? Foi a extinção do oxigênio, tá? Então ele vai explicar ali, ó, bonitinho e tal, não sei o quê. Foi quando teve essa movimentação, né, do Gold One aqui, ó, pro sul. E aí você teve um período de glaciação e tudo mais, o clima mudou muito drasticamente e toda boa parte das espécies ali morreram. Então essa é a primeira grande extinção em massa. Ordoviciano siluriano matou 85% das
espécies existentes na Terra. Tá Bom? Desce aqui mais um pouquinho nessa página. Aí depois teve a outra extinção em massa que é a extinção do final do devoniano, tá? A uma, 440 milhões, 365 milhões de anos atrás, aonde 75% das espécies foram extintas, tá? Então, no final do devoniano teve uma outra grande extinção em massa, tá bom? Eh, vai lá na outra, na outro grupinho de páginas lá, nesse daqui, né? Isso aí nós tivemos, pode ser nós tivemos a extinção há 252 milhões de anos atrás, né, que é do permiano triácico, onde 96% das espécies
foram extintas e 70% 96 da vida marinha e 70% da vida terrestre extinta. Depois nós tivemos uma extinção de 2011 milhões de anos atrás, que é essa aqui. Volta aqui pra gente ver o nome dela direitinho ali, ó. Sobe aqui, que é do triácico jurásico, tá? teve uma extinção em massa. E por último, a dos 60 milhões de anos atrás, desce aqui, ó, que essa todo mundo sabe que é a extinção KT, que a gente chama cretácio terciário, que é dos dinossauros há 65 milhões de anos atrás, quando caiu o asteroide em Chico Chulube. Então,
são essas cinco grandes extinções em massa. Cada um, não vou entrar em detalhes Aqui, tá? Delas, mas cada uma tem os seus detalhes. Uma delas, a anterior a essa aqui dos dinossauros foi de vulcões, tá? A dos dinossauros, já falei com o Pirula aqui em outros programas, né? A gente não sabe, né? Pode ter sido também por vulcões, né? Porque a gente tem um local aqui na Terra conhecido como trapas de decã. E o asteroide ele pode ter ele pode ter sido gatilho para que as trapas de decan entrassem em erupção. E aí você Teve
uma um fator conjunto, né, tanto tanto o o impacto como os vulcões e isso ajudou na extinção dos dinossauros. Então, cada uma das extinções em massa tem a sua característica, tá? E isso que foi moldando o planeta Terra ao longo dos anos, ao longo dos milhões de anos aí que a gente conhece. Beleza? E agora a grande pergunta que fica é a seguinte: qual é qual será a próxima extinção em massa? A extinção em massa do aloceno, né, que o Pessoal chama aí. Qual será essa próxima extinção em massa? Como que nós vamos desaparecer da
Terra? Será que nós porque todas as espécies que reinaram um dia no nosso planeta desapareceram por meio de uma extinção em massa? Será que vai ter ainda uma extinção em massa que vai acabar com a gente? Essa é a grande pergunta. Alguns dizem que vai ser uma extinção tecnológica, que vai dar alguma pan em tudo e nós vamos morrer porque nós vamos conseguir Fazer nada. Vai ter também, alguns dizem que é a parte comunicação, então tem várias ideias sobre eh essa sexta insção em massa. Ou pode não acontecer, ou pode não acontecer, ou igual disse
aqui, ó, nós vamos nos extinguir, a gente pode se autodestruir, sim, seria uma outra grande, uma outra grande extinção em massa a gente se autodestruir. Isso mesmo. Então, galera, o ponto é o seguinte, tá? É muita coisa aí que o Pessoal estuda. Cada área dessa que eu tô falando é uma área de estudo gigantesca, tá? Daniele Ferreira mandou cincão. Existiria vida na Terra sem a Lua? Não, não existiria. Por quê? Por, Daniele, teve um momento crítico, alguns trabalhos dizem isso, que num momento crítico, quando a vida estava se desenvolvendo, a Lua teve campo magnético. E
esse campo magnético da Lua pode ter ajudado a vida a dar um salto aqui na Terra. Se não tivesse isso, Talvez não tivesse. E outra coisa também, sem a lua, né, a gente não teria o equilíbrio que a gente tem. A lua ela ela serve muito para equilibrar a órbita da Terra, para equilibrar a inclinação da Terra, para as questões de maré e tudo mais. Então, seria muito difícil imaginar uma vida sem uma lua igual à nossa ainda por cima, que é uma lua grande proporcionalmente ao planeta. Tá bom? Fabiano Moreira mandou cincão: "Serjão, Lua,
o corpo de tamanho parecido com Marte se fundiu com a Terra ou deslocou a massa?" Boa pergunta, cara. Ele se fundiu com a terra, tanto que existem hoje pedaços de teia no interior da terra, tá? Eu vou achar aqui e vou e vou e vou mostrar para vocês. Toda aquela toda aquela coisa que a gente vê toda aquela coisa que a gente vê do manto, do núcleo e coisa e tal, podem ser pedaços. de teia Que estão dentro da terra ainda. Olha que doideira, hein, cara? Olha que doideira. Ele pode ter se misturado porque a
Terra, é uma coisa só para lembrar pro pessoal, né? A Terra não é como ela era hoje, um negócio sólido, rígido. Ela era um negócio pastosão, né? Então esse objeto entrou, se misturou tudo e saiu uma uma gosma pro outro lado lá que foi a lua. Tá bom, cara. Dian Francisco Nunes, salve salve Serjão. Manda um salve para minha filha Lívia Gabriele. Um salve pra Lívia que faz aniversário na próxima semana, está assistindo você agora. Parabéns, Lívia. Muita saúde aí, paz na sua vida. Marco Aurélio mandou deão. Existe alguma força que faz os continentes se
aproximarem e depois se afastarem? Sim. A força do do do a movimentação em cima do magma, tá? Quer dizer, porque o Pangéia se formou em vez de existir em vários continentes. Aí é lá na simulação, porque tem existe ô Marco Aurélio, existe uma combinação De forças, cara, tá? E essas combinações de força num determinado momento, ela, vamos dizer assim, eh, fez com que um supercontinente se formasse, em outros momentos fez com que eles se despedaçassem. Tá bom? Jeff Souza mandou dezão aí. Serjão, se a Terra faz uma trajetória elíptica pelo Sol, porque não sentimos o
aumento da temperatura? Porque a elipse terrestre, ela é praticamente uma circunferência, praticamente. A diferença é muito Pequena, tá? O clima natelo, as estações do ano não são por a gente estar próximo ou longe do sol, e sim por conta da inclinação, tá bom? Ela é quase isso aí. Você mesmo respondeu aí, cara. Valeu, Rodrigo. E o Esdra Santos aqui. Existe algum gás predominante liberado durante erupções vulcânicas? Sim, enxofre principalmente, tá? Existe uma série de gases, né? Principalmente enxofre, tá? Deixa eu ver se eu li todos aqui. É, na plataforma tem alguma? Não. >> Muito bem.
Então eu vou mandar aqui pro Cris o lance do Teia. Tá dentro do manto da Teia. Isso aqui é legal para caramba. Isso aqui é um trabalho. Ele já foi publicado em revista, ele já foi publicado em congresso. O pessoal fez um estudo com ondas sísmicas, identificou regiões aonde a velocidade das ondas cai de forma anômala. E quando eles foram estudar isso e e colocar isso Tridimensionalmente, eles descobriram o quê? Que na verdade os pedaços ali dentro do manto terrestre pode ser pedaços de teia. Olha aí, ó. Bits of teia podem estar no manto da
terra. Olha que demais. Então vai descendo aqui, Cris. Só vai ter uma figurinha que Então isso aí que é o que deve ter acontecido, né? Um objetão grande lá bateu e tal. N olha aí que legal, ó. Então, p aumenta esse esse cara aí. Isso aí não é CGI, Tá, cara? Isso aí é baseado em dados sismológicos, ó. Isso aí seria o manto, ó. Tá vendo? O manto da terra, nós estamos vendo a crosta tá em cinza, o núcleo tá lá no meio e o manto teria essas bolhas aí, ó, esses pedaços aí, ó. Essas
coisas aí, ó. Tá vendo? Tá vendo essas coisas aí? Isso aí seriam pedaços de teia que estão dentro do manto da terra. Olha que doideira. Volta ali na na no artigo ali. Aí vai descendo aí. Isso aí. Pode pôr essa figura lá. Aí. E aí tá a explicação, ó. Então você tinha teia e a prototerra. Depois que bateu, quem é que perguntou lá de teia? Ó, teia ficou ali no meio, ó. Tá vendo ali? Uma parte saiu, formou a lua e outra parte ficou e formou esses LLSVP, que são as camadas eh eh como que
é isso aqui? Eh, LOL layers, SVP, é o nome da onda sísmica. Então são camadas aonde essas ondas aqui tem baixa velocidade, Tá? E assim a gente tem pedaços de teia, que é o objeto que bateu com a terra para formar a lua dentro da terra. Olha que doideira, tá? Isso é muito legal. O Marcos tá pedindo mandar um abraço pra esposa dele, a Daniela, e pra filha dele, a Lorena. Valeu muito. O Egon Shur, existe algum motivo para que a Terra possua somente um satélite natural? Seria possível que tivesse mais? Seria possível sim. Eh,
e pode ser Que a Terra tenha, tá, outros satélites naturais muito pequenininhos. A gente chama de luas e transientes, né? Elas ficam um tempo orbitando a Terra e depois elas escapam. Elas não são tão grandes assim. Eh, lembrando que a Terra ela tá muito longe do cinturão de asteroide para capturar asteroides. Então, é quando algum objeto passa aqui e fica preso. Então, tem uma segunda lua aí que o pessoal fala bastante dela, que é um Pequeno asteroide que foi capturado, que ele tá na órbita da Terra e ele fica um tempo, depois ele vai embora,
depois captura outra. Então, dessa maneira. Objetos como a Lua não, porque isso aí da Lua, a Lua se formou há três e tantos bilhões de anos atrás. Tá bom. Daniel Rabelo, Serjão, como é ser orbitado por dois satélites? F. [risadas] Ai ai. É muito bom, cara. Aliás, agradecer aqui publicamente ao Renato Cariani e ao Júlio lá que tem uma paciência danada. Eu que nunca pisei numa academia. Valeu demais. Estamos junto. Segunda-feira tô lá para continuar. Ó, tô conseguindo até erguer o braço, ó. Tá vendo? Então, tá muito bom. Renan Gabriel Pinheiro. Serjão, quando houve a
colisão que ocasionou a extinção dos dinossauros, o impacto pode ter mudado o eixo rotacional da Terra? Provavelmente não, tá, cara? Provavelmente não. O asteroide que bateu na Terra, ele não era tão grande assim a ponto de criar esse efeito, mas sim a ponto de mexer com a atmosfera da Terra, tá? O Everton para comprar um fardo de água, Serjão, como que você bebe? >> [risadas] >> Tem que beber, né? Vou beber. Tô bebendo agora, tá? Valeu aí, Bruno Pato. Fugindo um pouco do assunto, poderia Falar sobre a teoria de que o universo observável está dentro
de um buraco negro e sobre a teoria do sem drama? Não conheço a teoria do sem drama, não. A teoria do do universo tá dentro de um buraco negro é uma das ideias, né, cara, da formação do universo, né? Como ele começou numa singularidade, como a gente não consegue chegar na borda dele, existem certo grupo de pesquisadores que dizem que na verdade a gente tá dentro de um buraco negro, tá? Bora beber água. Isso aí. Existe algum outro tipos de elemento com anomalias, tais como a água? Sim, elementos voláteis, né? Aprendi a gostar do Cacariano.
É muito gente boa, cara. O carinho que ele tem pelos meus filhos que estão lá junto, cara, é sensacional, cara. Entendeu? Sensacional mesmo. Fale sobre o supercondutor. Falo, cara. Falo sim. O supercondutor é o LK99, né, que nós estamos aí nessa nessa busca Agora para poder saber, né, se os supercondutores eles eh eh a gente consegue atingir a supercondutividade em temperaturas ambientes, o que seria um marco histórico, uma coisa das mais das mais importantes aí do mundo atual, tá? E mas a gente precisa ter muita calma nisso. Tem vários laboratórios no mundo inteiro, eh, fazendo,
estudando, testando, tentando reproduzir o que foi feito lá na Coreia. Em alguns casos tem Conseguido, em outros casos não tem. Então, a gente precisa ter calma nessa hora, tá bom? Beleza. O Nortonep, assisti a um vídeo que na velocidade da luz, uma viagem até sírios distante 9 anos luz levaria um pouco mais de um ano. É, então cara, é porque quando você viaja na velocidade da luz acontece outros efeitos. A gente fala para questões de simplificação, porque senão toda hora que a gente Falasse isso, a gente teria que explicar a teoria da relatividade e não
dá. Então, o que que a gente fala? Se uma estrela está 4 anos luz, viajando na velocidade da luz, levaria 4 anos. É só paraa pessoa entender que a velocidade da luz faz com que, né, a esse lance de distância e tudo mais. Quando você faz a conta na relatividade, se você viaja na velocidade da luz, você passa a ter efeitos relativísticos que vão diminuir esse tempo de de viagem. E É isso mesmo, tá? PCON mandou dezão. O que aconteceria se conseguíssemos passar da borda do universo indo ao oposto do Big Bang? Como assim oposto,
cara? O oposto é voltar tudo, né? A expansão do universo nos alcançaria ou não porque estamos fora? Não, porque o universo, cara, à medida que ele vai expandindo, ele vai como se ele fosse criando o universo à medida que ele vai expandindo, tá bom? Então, não tem nada. O contrário do Big Bang é tudo começar a voltar, que são os estilos de morte do universo, que é o Big Crunch, o Big Freeze, o Big Rip e o Big, caramba, são quatro, esqueci o outro. É o crunch que volta. Ah, e o universo cíclico, tá? César
Augusto, porque Nicola Tesla foi gênio? Cara, Nicola Tesla ele fez muitos estudos com relação à eletricidade e tudo mais. considerar um gênio, cara. Eu não sei que a galera tenha essa cisma Com o Tesla, cara. Ninguém tem, né? Dentro do mundo científico, cara. Ele é um cientista assim, renomado e tal. Ele teve problemas na vida dele? Teve, como todos os cientistas têm, tá? Assistam lá o filme do Openheimer que vocês vão ver. Quem for aí assistiu ou quem já assistiu, lá no filme do Openheimer tem passagens que mostram justamente esses problemas que existem no mundo
acadêmico, tá? Ele teve os problemas dele, o Einstein teve os problemas dele, O Bor teve o problema dele, o Guddle teve, o Openenheimer teve, entendeu? E todos esses caras tiveram. O Maxwell teve, tá? O Turing teve, por aí vai. Hugo Miranda me mandou R$7,90. Sérgioão, fiquei feliz demais em ver seus filhos aceitando esse novo desafio. Eu também, cara. Eu também. Não é fácil mudar, será recompensador. Tomara. Valeu, cara. O Brian Christopher. Vi um corte outro dia em que você diz que aquela representação de movimento em Que espiral do sistema solar não é real. Não seria
representação do tempo. Aquela representação não é real mesmo. Não, tá cara, não só sou só eu que diz não, tá? Só tu pega em revistas internacionais, todo mundo bate naquela representação, tá? Não seria a representação do tempo, não. Não seria a representação do tempo, tá? Eles querem dizer que o sol vai girando, né, e os o sol tá andando, carregando os planetas. E como os planetas estão girando ao redor do Sol, O movimento na hora que faz é aquele negócio. Mas não é isso, tá? Pessoal já tem todo um estudo, os estudos aí, as simulações,
tá? Que a gente faz e que mostra que não é daquela maneira. Quando vai rolar o crossover com o Pedro? Então, cara, cadê o Pedrão? Eh, quando vai rolar o crossover com o Pedro Luso Sens todo dia. Cara, a gente conversou lá no Twitter, né? Ele falou que ele toparia vira e tudo. Pedrão, se Tiver vendo aqui, cara, eu vou te mandar uma mensagem lá no Whats, vê se responde, hein? Ele é igual pirula. Dois que não respondems. Serjão, por que o estudo da descrição da lua é chamado de selenografia? Chamã, porque a lua é
selene, tá? Selene é o nome da lua. Então, o pessoal criou selenografia, que é o estudo de Selene. Selene é a deusa da lua, né, que a gente fala. Beleza. Vinícius mandou cincão aqui. Estando o universo comprimido em um ponto no início, a expansão que segue em curso desde então teria qual relação entre determinismo e aleatoriedade? Cara, que pode ser que no início lá foram alguns fatores aleatórios, né, que levaram ao o start dessa expansão, tá? E agora se é determinística ou ou aleatória, eu seria mais se é determinística ou estocástica, tá? Pode ser que
ela seja mais pro estocástico do Que não tanto pro aleatório assim. Beleza, Leone Veiga, boa pergunta, cara. Qual a origem dos elementos encontrados em minas de ouro, cobre, diamante surgiram junto com a Terra ou chegaram depois? Boa. Tipo vibrando em Wakanda, né? Boa pergunta. Lembra que eu falei lá no começo que como que formou uma estrela? Tá, o segredo tá todo ali. Uma onda de choque de supernovas bateu na nuvem molecular e Formou e as estrelas começaram a se formar. Essa nuvem de choque, cara, o o Leone, quando ela tá se propagando, ela traz os
elementos da supernova, ferro e tudo mais. Quando você tem uma quilonova, que são duas estrelas de nêutrons se fundindo, você tem a produção de ouro e platina. É assim que foi formado todo o ouro do universo. Esse ouro vem vagando também com ondas de choque e gruda nas partículas que estão ali na poeira e no Gás. E aí tudo acaba fazendo parte. O diamante, o diamante ele é na verdade uma, vamos dizer assim, o carbono em determinadas condições especiais de pressão e temperatura. Então o elemento carbono tem na Terra, tem em determinadas condições de pressão
e temperatura, o carbono vira diamante, tá bom? Então é assim, Leonei, Flávio, deve ser Flávio, né? Flávio Palmírio. Vamos brincar de futurologia. Qual será o combustível do Caminhão do ano de 2050? Hidrogênio, elétrico, a bateria, metano ou diesel? Ainda está relativamente barato. Obrigado. Acho que 2050. Acho que elétrico, cara. Talvez. Rodrigo Xaudá, boa noite, professor. O motor eletromagnético de movimento perpétuo não, só esquece, cara. Esquece moto perpétuo não existe. Quem refuta isso todo dia no canal dele é o Iberê, tá? Todo dia o Iberê refuta esse moto perpétuo. Isso é uma das coisas Moto perpétuo
em Drive, cara, não, não existe, tá? Na etapa de formação planetária, a aglutinação da poeira e etc vem do momento angular. Isso poderia explicar o momento angular e nessa escala, fazendo um paralelo com a eletrosfera, é tudo momento angular, tudo é conservação de momento angular, cara. Tá? Tudo é conservação, tudo continua girando. Tudo está girando por conta da Conservação do momento angular, tá bom? É assim que acontece. Esse que é o momento angular. Aí momento momento, né, velocidade, se não me engano, né, que aí você tá pegando um negócio, cara, que eu estudei há 1000
anos atrás, tá? Subo, acho que é velocidade vezes má, momento angular é a velocidade angular, né? Vezes a massa. E o momento angular ele se conserva, tá? Chama-se conservação do momento, tá bom? E é por isso que as coisas continuam girando. Luciano Gonzaga, se os planetas orbitam o Sol em um plano orbital, não seria mais fácil sair do sistema solar no sentido contrário? É assim que a Voed fez, cara. É assim que a Voed fez, tá? Se você pegar a Voyager, ela foi fez assim, só que ela fez assim depois de Saturno, tá? Para ganhar
impulso ali. Mateus Silvano, Sergão, cadê o Sacan? Responde Eris e Dismia. Agora sobre a terra, qual o mais fundo que já chegamos Cavando? 11, quase 12 km, né? O poço que tem lá, o poço dos russos, né? É o posto dos russos aqui. Como que chama aquele lá? É de most deest deepest deepest e hole tri in earth. É esse aqui, ó. É o cola super deep bodyle. Chegamos a 12.262 e qum. 12.262 m de profundidade. Desculpa, tá? É o cola que chama K O L A, tá? É o, se não me engano, fica na
Rússia. Isso aí fica na Rússia. E por que esse foi o limite aí? Limite tecnológico, tá, Mateus? Limite da tecnologia. Se os planetas obitam. Esse aqui do Mateus já foi. PCR. Universo é plano, correto? Não sabemos ao certo, mas porque ele é plano e se causasse uma explosão, uma expansão de energia, vai para 300, cara. É porque esse plano aí, cara, é isso é uma coisa bem complicada até, tá? Eh, isso aí tem a ver com se você tá falando da topologia do universo ou tudo mais. Por que que ele é plano? Porque até onde
a gente consegue ver, né, a gente não vê ele curvar, tá? Então, basicamente é isso, mas não tem nada a ver com terra plana nem nada disso. Daniel Rabelo, utilizando os cálculos mais avançados, podemos acreditar na teoria de que você só bebia 1 L de CP. [risadas] Só um. Só um. Como podemos, como sabemos para qual direção apontar os telescópos? Tá. Não, não, não, cara. O Big Bang não tem um lugar aonde ele aconteceu, chaman. Aí, cara, eu vou te convidar aqui no Ciência Fim, tem um especial igual esse aqui que eu tô fazendo hoje
sobre o Big Bang. E lá a gente fala disso, tá? Não tem um ponto aonde ocorreu isso. O universo a gente Chama de isotrópico homogêneo. Então qualquer ponto pode ser considerado. Por isso que quando nós vamos fazer análises cosmológicas, a gente se coloca no centro do universo, tá bom? Que não faz diferença nenhuma. Chamã, >> colocar no no chat o link do >> do episódio, né? >> Isso. >> Beleza. Tem alguma aí na plataforma? Não, seu Jão, enquanto aqui tá de boa. >> Não, Beleza. Acho que é isso, então, hein? Coisa >> falar bastante, né?
>> Falamos, falamos tudo aí, pessoal. Não falamos de vulcão. Não falamos de vulcão. Por que que não falou de vulcão? Porque eu vou fazer um, vamos fazer um especial igual esse, só sobre vulcão, tá? Vocês topam? O que que vocês acham? Escrevam aí, mandem aí joinha. Quem quem acha que a gente deve fazer um especial de vulcão? Vulcão responde. >> Vamos lá. >> Você quiser falar alguma coisa? >> Não, isso aí não. Mas só coloca lá para eles. >> Pode deixar plataforma isso aqui. >> Pode, pode deixar. Vulcão responde. Vamos fazer ou não? Vulcão, vulcão.
Vamos falar de vulcão, então, tá, hein? Fal, vou fal vou falar pr, pra Gabi fazer uma enquete lá no Insta, tá bom? >> Quer fazer uma enquete aqui também? Estamos com 6500 pessoas. 6600 pessoas. >> Hum. Põe aí rapidinho. Ah, acho que vai dar sim. Ó, tá todo mundo aí. Só tem joinha, ó. Boa, boa. Tô sentindo que a galera quem eh vou só aproveitar aqui uma coisa também. Eu vi aqui várias vezes passando a pergunta do universo com 26 bilhões de anos, né, galera? É o seguinte, aquilo lá é um estudo, é um estudo,
[risadas] tá bom? Ó, tá aí a enquete. Votem agora, Tá? Eu já dei meu voto aqui, ó. Votem agora. Eh, aquilo lá é um estudo só que saiu, que seria uma explicação para várias coisas, tá? Aquilo lá tá valendo, precisa de confirmação, precisa de comprovação, precisa ser reproduzido e tudo mais. Como funciona o método científico, tá? Eu vi aqui tudo isso, CPI dos alienígenas, essa aí é só para membros, tá? Então, alienígenas e coisas do tipo, só membros que terão essa esse Privilégio. Então, tô vendo aí uma galera virando membro do canal. Muito obrigado. Continuem.
O Rick mandou dezão. As estrelas perdem massa quando fazem fusão nuclear? Sim. Nesse caso, a órbita dos planetas aumenta uma medida? Não. Ela altera um pouco, mas o negócio não é que elas perdem massa, cara. é que elas vão inchando, tá? E elas vão engolindo os planetas mais próximos, né? Valeu, Ricardo, que virou membro. Jeff Souza, professor, quando as sondas Passam pelo cinturão de asteroides, qual é a ideia do cálculo para chocar com esse? Ô, Jeff, você tá vendo muito guerra nas estrelas, porque os asteroides eles são muito, muito longe um do outro, cara. Muito
longe. Não tem perigo de chocar, tá? Mas sim são feitos cálculos. Que cálculos que eles fazem? A gente conhece os objetos do cinturão de asteroides. Então a gente tem a simulação da órbita deles. E aí com a simulação da órbita deles, a gente Consegue planejar a trajetória da sonda. Beleza? Então é assim que acontece. Rodrigo mandou cincão aqui. Você é fã do Big Bang Theory? muito fã, cara. Vi todos várias vezes até. Tá. Se sim faz um episódio aprofundado, as experiências feit. Ah, poderia, né? Poderia fazer aí >> um episódio só sobre Big Band Theory.
Euclides. Ah, o Euclides é do LK99. Pode ressuscitar a fusão a frio, cara. Acho que pode, né? Pode mudar muita coisa, tá? Tio BR, exemplo momento angular perpétuo. Imagine um cara que freia a roda frontal da bicicleta que vai dar de cá. Exatamente. [risadas] Isso mesmo. Isso mesmo. Isso aí. Caramba, 96%. >> É, vamos, vamos, vamos esperar chegar em 1000 votos aí. >> Serjão, como é possível ver a lua e lados opostos da terra ao mesmo tempo? Por exemplo, Estados Unidos, na Austrália. Como assim, cara? Lua nos Estados Unidos, na Austrália. Vai ver não. Cadê
a imagem? Cadê a imagem? Ah, é, na verdade, dependendo, tá? Eu t fui até consultar aqui, ó. Tá para ver aqui, ó. A resposta é que algumas vezes e brevemente, tá? Você consegue fazer isso, beleza? Tá bom? Então existe aí toda a explicação. São determinada são situações muito específicas, tá? Você poderia explicar como funciona soldagem? Não entendo de soldagem, cara. Aí você tá querendo saber demais. Como andam os estudos sobre as profundezas dos oceanos? Há muita descoberta não, né, cara? Ainda mais aí depois do do do fatídico submarino, né? Uma galera aí ficou meio pá
de ir pro pro fundo do mar, né? Luís Roberto Serjão, só queria dizer que Todos temos orgulho de você. Valeu, cara. Estou muito torcida. Projeto Cario. Vamos, vamos lá, cara. Vamos lá. Vamos junto aí no projeto Cariani. Tamamos junto aí. O primeiro vídeo lá tá quase batendo 1 milhão, ó. Quase batendo 1 milhão. O, vamos ver aqui. 1180 1191 votos. 95% a 5%. Então eu sinto muito por esses 5% que Vão ter que ouvir sobre vulcão. [risadas] >> Então nós vamos pensar sim em fazer, tá? A duração dos dias era diferente. Era diferente, tá? Europa.
Tá. Quem perguntou aí qual lua de Júpiter que vai ser investigada pela NASA? É a lua Europa por da missão Europa Clipper, tá? Eh, Ricardo Loureiro mandou 5€. A ideia de que a complexidade do universo surgir do acaso seria como jogar um balde de Legos no chão e, por acaso, formar uma pirâmide. Boa, boa analogia, Nel Sky. Mestre, é verdade que tem muita água abaixo do manto? Sim, tem muita água no manto mesmo. Tem muita água, tá? Só que é pouca água em proporção à massa da terra. Tá bom. Renan Ribeiro mandou cincão. Sérgio, poderia
porque tem uma coisa aqui, ô, ô, Nel, Nels, cara, esse muito ou pouco é muito difícil a gente falar essas coisas, tá? que eu falo aqui que tem Muita o pessoal, ah, muita, mas não é muita em relação à massa da Terra, a Terra tem pouquíssima água. Tá. Poderia explicar resumidamente as premissas da teoria? Não, eu não sou, cara. Eu não sou físico quântico não, cara. Pô, [risadas] Renan Ribeiro, eu vou chamar, vou fazer o seguinte, Renan, olha só. Vou achar um físico aí da quântica e a gente faz um porque aí merece mesmo, né,
cara? A Gente fala tanto de coisa quântica, né? Eu vou atrás de um cara de quântica. Beleza? E nós vamos fazer um ciência responde quântica. Ó, esse vai ser maneiro, tá? Então nós vamos fazer um ciência responde quântica, mas aí eu tenho que chamar um cara que manje de quântica. Eu vou atrás desse cara, eu vou trazer ele aqui. Nós vamos fazer um ciência responde quântica, tá bom? Beleza. É verdade que até hoje só o nosso Planeta foi encontrado madeira. Ai ai. Beleza. Tá mantendo ali, ó. 95 a5. Então nós vamos fazer também um programa
sobre vulcão e também sobre quântica, tá? Então a Gabi deve est aí no chat. Gabi, anota aí para nós, tá? Pra gente ir atrás de um físico quântico, um cara que manja muito de quântica pra gente poder fazer esse esse papo aí. Ã, o Flávio Palmiro, boa noite. Você disse na live com o Jubilut que a Produção do Pressal vai começar a cair em 27. Isso é baseado em que dados? Isso é baseado, cara. Isso é baseado nos dados da própria Petrobras quando ela apresentou lá na no Senado. Deixa eu ver se tá aqui as
lives do Senado que eu passo para vocês. Eh, acho que é TV Senado, se eu não me engano. TV Senado, margem Equatorial. Esses dados foram apresentados, tá? Eh, apresentados pela Petrobras. No nessas apresentações aí que foram feitas no Senado sobre a margem equatorial. Então eles que apresentaram os dados lá, tá? Não, acho que não é TV Senado, não é mágico, a TV TV câmera. Será que foi? É aqui, ó. intenção de explorar petróleo e gás no Foz Amazonas, meio ambiente desenvolvimento. 31 de maio, ó, dois meses atrás, são 4:07, tá? De live. Depois outra com
2 horas. Então aqui, ó, vou vou mandar aqui pro pro Cris e aí você assista lá, cara. Tá? Audiência pública na, eu tinha falado TV Senado, não é TV Câmara dos Deputados, tá? Então, ó, que você usa eh coloca essa aqui no no link lá pra galera, ó. Beleza, Flávio Palmiro. Então, não fui eu que inventei, não foi o cara que falou aí nessa nesse nesse dia aí, tá? Colei aí no no chat também. Sérgão, boa noite. Por que às vezes a lua é visível durante o dia? Porque, cara, a lua, ela Pode ser visível
durante o dia por conta do ângulo de inclinação. A lua não gira bonitinho em torno da Terra. A órbita é elíptica, a órbita é inclinada a 5º e tem toda nessa questão aí. Então, com a lua e com o sol, por é o mesmo motivo que não tem eclipse todo mês, é o mesmo motivo da gente ver lua também durante o dia, tá? É Almeida, terceira tentativa para você falar da serra da Pocarima. Serra da Pocarima. Que que é isso, hein? Serra da Cirama. Serra da Pocairama. Que que tem na Serra da Pocairama? Mistério da
Serra da Pocairama. Nunca ouvi falar nessa minha vida, cara. É na fronteira com Brasil e Venezuela, né? Tem um mistério lá que é o quê? O mistério da ladeira que desce para cima. Tá lá. Deve ser aquelas ilusões lá, não é? Não. Nunca ouvi falar. Ô Everton, Depois eu vou atrás disso aí, tá? Luís Roberto Silva, existem maneiras de explorar as riquezas minerais presentes no solo amazônico de maneira sustentável? Tem sim. Tá, PCR, se você tivesse que escolher uma teoria para defender, independente de estar errada, qual seria mais difícil? Três vegano. Três vegano. Que que
é isso? A conspiração mundial da NASA ou reflexo do sol na meia-noite do doma. Que doideira. Que que é três vegano, Cara? >> Ele falou só três vegano. >> É, eu não conheço. Três vegano aí, cara, que eu não conheço. Não deve vegano não vai fazer mal para ninguém. Alé, Serjão, já se passaram bilhões de anos do fim da água de Marte. Se existiu vida, não seria impossível encontrar provas? Não seria, porque se fosse estromatólito, ele deixaria marquinha lá. como eu já mostrei para vocês, tá? Rodrigo Franzoi, sou apaixonado em Geologia e vou prestar no
Fuveste, mas tenho medo do mercado de trabalho. Não tenha, cara. O mercado de trabalho do geologia, ele é muito bom, tá? Muito bom mesmo. Rafael Staquete, não entendo como você e outros perdem tempo falando sobre terra planísta. Parece debate sério. É verdade. Tem essa crítica aí sobre a gente. Você tem toda a razão. O educador de cães. Sérgio, por favor, faça rápido a live dos vulcões. É Sensacional pensar sobre o quarto da história da terra. Já pode ter voltado para o manto através. Isso. Vou fazer, cara. Vou fazer sim. Tá. Tauanzinho, te amo. Serjão. Já
está preparado para ir até Marte? Não, eu não. Daniele Sérgio, o que você acha do Guilhermo Solen, CEO da Ocean Gate, que era habitar Vênus até, ué, primeiro ele tem que resolver o problema do submarino aqui, né, para depois ir para Vênus, né, Assim, Daniele C ideias e coisas e tal, os caras podem ter, cara. O negócio é colocar em prática tudo isso, vai ser difícil, né? Agora, habitar Vênus em 2050, que eu acho que ele quer colocar balões na atmosfera de Vênus, não é isso? Eu acho que eu li uma coisa assim, tá? As
vocançaram a velocidade escape do sistema solar? Não corre o risco delas retornarem à Terra? Não. Daqui uns milhões de anos, há uma futura Civilização encontrá-las? Aí há, porque tá no disco lá, né? Como encontrar a gente aqui na Terra, né? Então pode ser assim. Tá bom. Muito bem, galera. É isso então, hein? 11 horinha da noite, deu aí um bom tempo, né? Explicamos aí um resumão do planeta Terra para vocês, desde a formação, formação da crosta, formação do manto, formação dos continentes, água, vida, extinção em massa, tá tudo aí para vocês. E vulcão que ficou
de Fora, porque nós vamos fazer um especial sobre vulcões, tá? Vamos fazer um especial sobre vulcões e eu vou atrás de um cara de física quântica pra gente fazer um sobre quântica, que eu sei que vocês gostam para caramba e eu, infelizmente, não entendo nada disso, tá bom? Beleza. Acho que é isso, tal. Então, não deixe de se inscrever aqui, vão lá no no no Insta também, no Twitter do Ciên Fim, se inscrevam lá, beleza? É isso. Um ótimo final de semana a todos Vocês. Muito obrigado.