A Amazônia e o Serrado registram redução no desmatamento. O presidente Lula está agora na sala de monitoramento do Observatório Regional Amazônico aqui em Brasília e acompanha a apresentação desses dados. Vamos até a sede da organização do tratado de cooperação amazônica acompanhar ao vivo.
Realmente agradeco con nosotros acompañando venga a conocer como estamos avanando trabajo del tratado. Muchas gracias. Bienvenidos todos ministros, ministra embajadores, señor periodistas todos honor presidente Ignacio Lula aqui tratado de cooperación amazónica realmente um papel fundamental como líder, como promotor, como persona que estava apoiando de uma forma muito importante amazônica.
Nesse momento boas a todos e passo a palavra com >> para começar o programa. >> Agora o analista técnico do Observatório Regional Amazônico Maicon Castro. Eu eu eu cambiar você.
>> Obrigado. Aqui >> pode ser aqui. >> Sejam bem-vindos à organização do tratado de cooperação amazônico, né?
Vocês estão aqui no Observatório Regional Amazônico. Hora praticamente aqui a gente cuida, senhor presidente, eh do monitoramento de cinco temáticas principais, né? São variáveis ambientais.
E aqui a gente tem dividida em quatro, cinco produtos, né? Um deles é o nosso painel de recursos hídricos, módulo de recursos hídricos, que inclusive a Agência Nacional de Águas também >> t ouvindo aí? >> Oi.
Oi. E agora tá melhor? Agora tá melhor, presidente.
Sim. Então, nós temos o nosso módulo de recursos hídricos, onde nós temos cada pontinho desse que o senhor está vendo, é uma estação que mede nível do rio, mede chuva e mede vazão, né? Então, eh, clica, Matias, por favor, próximo desse ponto aqui.
Aqui, aqui. Isso. Pode clicar aí, visualizar estatística.
Então, hoje você tá sabendo ali qual que é a cota do Rio Negro em Manaus, tá, nesse exato momento, e se ele está em estado de cheia ou seca, né? Então, o objetivo principal desse painel é justamente a gente fazer integração e a cooperação amazônica para que nós possamos visualizar todos esses pontos de maneira conjunta, todos os dados de maneira conjunta. rios não vê fronteiras, né?
Então, eh, no segundo painel, nós temos o painel de focos de calor, onde a gente monitora todos os focos ativos na região amazônica como todo, que é esse painel aqui. O objetivo dele é a gente entender a dinâmica do fogo, como que ele ocorre, como que ele é distribuído na região, principalmente em unidades de conservação, que são áreas protegidas e territórios indígenas, tá? >> Então, uma notícia boa também que nós tivemos uma redução de 70% na Amazônia como um todo em relação ao 2024, né?
o ano de 2025 em relação ao ano de 2024. Eh, logo abaixo a gente também tem um outro painel que é de área queimada. Eh, esse painel ele mede a quantidade de área que foi queimada.
O de cima ele mede os pontinhos ali com anomalias e térmicas acima do normal. E também tivemos uma redução na Amazônia como todo de 80% de área queimada em relação a 2024. >> Ah, e por fim, a gente também tem um monitoramento de desmatamento na Amazônia.
Eles não são feitos com dados do IMP, mas eles são feitos com os dados eh eh de satélites públicos, né, da da União Europeia. E a gente consegue também estimar ali a quantidade de desmatamento eh que ocorreu na Amazônia como um todo. E a Amazônia ela é um grande motor praticamente pra economia da América Latina, né, da da América do Sul como um todo, que movimenta ali e a questão dos gos voadores, a distribuição de chuva na região sul eh Centro-Oeste, Sudeste.
Eh, também a gente tem uma uma grande uma grande contribuição na geração de energia, logística, transportes. Então, a importância da gente monitorar a questão do desmatamento é justamente para preservar as florestas que geram economia e e em outros estados brasileiros e e outros países também da América do Sul. E seguindo esse fluxo, né, a a gente eh eh conseguiu desenvolver, tá em fase beta de teste ainda, o nosso painel de biodiversidade.
Ele tem Amazônica praticamente aporta 10% de toda a biodiversidade global, né? É, e nesse painel a gente tem 88 milhões de registros de biodiversidade. Eu fiquei sabendo que lá na Granja do Torto o senhor tá tá e acolhendo araras, né?
Matias, pesquisa aí arara canidé. O presidente, vamos ver a região de ocorrência dessas araras na Amazônia, né? Então, a gente, a nossa inteligência artificial automaticamente ela gera ali a descrição da arara e a gente consegue saber cada heágono daquele dali é onde temos um uma certa concentração dessas araras.
E a gente consegue também ver nesse painel eh se ela tá em categoria de risco de exrição, no caso ali é pouco preocupante. E outras também informações de quem coletou, qual que é a fonte de dados, quando que ela foi coletada. Então o Hora é um pouco disso, presidente.
A gente não vê fronteira entre países. A gente praticamente monitora a Amazônia e a bacia amazônica como todo e a sua relevância, né, para toda a nossa América Latina e para praticamente para todo o globo. Os serviços ambientais que a Amazônia presta pro mundo é fundamental importância.
Amazônia esse fundamental dado que você apura para todos os país >> todos esses dados só e lembrando eles são públicos, estão no nosso site, no site da UTS e no site do H. Mas você sabe que às vezes o dado não basta ser público, porque ele tá cheio de coisa pública que ninguém presta atenção. >> Nós já passamos para >> Eu quero saber se nós enquanto o TCA a gente a hora que apura, além de tornar público, a gente envia especificamente para as pessoas em cada país que vai cuidar disso.
Porque o fato de dizer é público, tá cheio de gente que não olha, tá cheio de gente que não percebe, sabe? Então eu quero saber se a gente tem a obrigação de mandar pras pessoas, sabe? Quem é o representante da CA em cada país, quem é que cuida do meio ambiente em cada país, quem é que cuida da Amazônia para que ele receba diretamente a mensagem, sabe, altamente qualificada por vocês.
>> O grande propósito do HR é justamente fornecer as ferramentas para que os países possam e ter uma tomada de decisão mais mais acurada e mais apurada. Ouve-se agora o coordenador do IMPE, Cláudio Almeida. >> Muito bom dia a todas e todos.
Muito bom dia, senhor presidente, ministra Luciana, ministro Capabanco, todos os presentes. Acho que você for para cá. É porque aí o senhor fala até um pouco da imprensa ali também >> aqui melhorou >> um pouquinho mais à frente bem aqui.
Tá bom, presidente. Eh, hoje nós vamos aqui então apresentar os últimos resultados do DT, né? O DT é o sistema de monitoramento IMP, mantém o sistema, dois sistemas de monitoramento.
Desde 1988 a gente vem monitorando a Amazônia. O DT é esse monitoramento rápido que a gente faz para que os órgãos de fiscalização, como IBAMA, o meu amigo Jair, ICMB, o L Mauro, eles, o secretário André possa receber essa informação em tempo real, em tempo mais próximo possível e planejar as ações de fiscalização. Esse sistema então ele mantém esse ele tem uma uma curaça de posicionamento muito boa e ele é um bom indicador de tendências do que tá acontecendo na região.
por favor. Nós vamos apresentar os resultados do sererrado e da Amazônia, que são dois os dois biomas que têm maior ocorrência no momento, né? No caso do cerrado, especificamente para o mês de maio, a gente teve uma queda de 12.
2% em relação ao maio de ano passado. A gente sempre compara o mesmo mês, né? Maio, desse ano com maio do ano passado, porque tem as questões climáticas que são importantes ser consideradas.
Então, por isso a gente mostra isso. Quando a gente compara com maio de 2024, tem uma queda ainda maior que é de 25% com relação, quer dizer, é uma tendência que tá se consolidando de queda nesse dado cerrado que vinha de um aumento expressivo e ele agora passou a ser uma queda. Por favor, próximo.
No período agregado, né, o período do ano pród, ele é sempre de agosto de um ano a julho do ano seguinte. Então, a gente já tá no 10º mês desse período do ano Prodes. Esse essa tendência também se mantém, o que mantém que mostra que realmente é uma tendência sólida, né?
Teve uma queda de 8. 2% em relação ao ano passado e de 28. 8% 8% quando comparamos ao ano retrasado nesse mesmo período.
Esse no caso do cerrado especificamente, uma coisa importante é a gente entender aonde, né, em todas as os biomas, é importante entender aonde tá correndo esse desmatamento, que tipo de ator que tá nesse desmatamento, porque com base nisso o IBAMA, a Secretaria Estadual consegue planejar uma ação voltada para especificamente para aquele tipo de ator. Então, no caso do cerrado, 73,4% desse desmatamento ocorre em áreas que tf, que seja que são propriedades já regularizadas, que tem uma inscrição todo regular. Dé isso é por quê?
Porque no caso do serrado, a gente sabe que a grande parte desse desmatamento, o André vai falar disso depois, é um desmatamento que já tá autorizado, é um desmatamento legal do ponto de vista de autorização. Próximo pra Amazônia agora. Próximo, por favor.
Na Amazônia nós temos dados realmente notáveis, presidente. No caso, especificamente do mês de maio, a gente tem uma redução de 61,4%. Foi a maior redução nesse mês de maio quando a gente compara com todas as outras medições que a gente teve, né?
a maior redução, tanto percentual quanto uma redução eh absoluta em valores absolutos comparados com o mês do ano anterior. Comparado a mesmo comparado com o ano retrasado que já vinha de uma queda, ainda assim é uma queda de 26,3% próximo. E o período agregado de 10 meses, a gente também tem uma queda de 37,5%, é o menor valor dessa série.
Quer dizer, sempre que a gente compara esses 10 meses desde que o deter tá medindo, é o menor valor que já foi medido nesse período de 10 meses. Quer dizer, é uma queda express mostra que realmente o controle de desmatamento da Amazônia tá funcionando. Próximo.
Diferentemente em termos, quando a gente olha os atores que estão por trás, no caso da Amazônia é um ator diferente. Quer dizer, a gente tem 37% que tem CGF, que são propriedades regularizadas, mas tem aqui 21% em cima de florestas públicas não destinadas. Quer dizer, teoricamente são áreas ilegais, são os desmatamentos ilegais que estão ocorrendo nessa região.
Isso é importante conhecer qual é esse ator que tá tá trabalhando nessa situação. Próximo. E é isso, presidente.
Muito obrigado. Muito obrigado a todas e todos. >> Com a palavra o secretário extraordinário do controle do desmatamento, André Lima.
Bom dia, presidente. Bom dia, senhora ministra Luciana, presidente Lula, ministro Capobianco, demais autoridades, senhores embaixadores, senhoras e senhoras embaixadores. Uma alegria estar aqui também podendo trazer um pouco do porquê e como a gente tá conseguindo esse feito que é histórico, como foi colocado aqui pelo Cláudio.
Nós estamos chegando na nas menores taxas de toda a história de monitoramento do desmatamento na Amazônia e seguimos continuando reduzindo também no sererrado. Então eu vou falar de algumas ações, não é, que no âmbito da do plano de prevenção e controle dos desmatamentos da Amazônia, que o senhor, um dos primeiros atos do presidente Lula ao assumir no dia 1o de janeiro de 2023 foi reconstituir a Comissão Interministerial de Controle dos Desmatamentos. E por conta disso, inéditamente, o Brasil tem planos de prevenção e controle dos desmatamentos em incêndios florestais para todos os biomas, né, nessa série histórica.
Todos, todos eles caminhando pro desmatamento zero. Primeiro da Amazônia, depois veio o Serrado, Catinga, Pantanal, Pampa e Mata Atlântica. E isso é o motor de todo esse processo de redução.
E são várias ações, são quatro eixos, presidente. Um eixo de atividades econômicas produtivas, um eixo de ordenamento territorial e fundiário, um eixo de controle e monitoramento ambiental e um eixo de instrumentos econômicos. No primeiro eixo de atividades econômicas, tô destacando aqui o programa Prospera Sociobioconomia, né, com uma parceria e investimentos de R$ 120 milhões de reais, criando 16 núcleos de desenvolvimento da sócioeconomia, né, para povos indígenas, comunidades tradicionais, assentamentos e agricultores familiares, né, promovendo o desenvolvimento sustentável na região.
Uma segunda ação nesse eixo é a retomada do plano de restauração da vegetação nativa no Brasil. Ontem assinamos contratos emprestando recursos paraa iniciativa privada também promover restauração. só de recursos de doação do BNDS do fundo Amazônia são R$ 450 milhões deais para recuperação de áreas degradadas nas eh terras indígenas, assentamentos de reforma agrária, pequenas propriedades rurais e unidades de conservação nessa meta de restauração de 12 milhões de hectares que o Brasil assumiu, dos quais 35 milhões e a gente já tá recuperando na na o dado mais atual, né?
Próximo. Ainda também no eixo um, esse volume de recursos, como disse o ministro Capobianco, né, impensável, né, sendo destinados, canalizados para atividades produtivas sustentáveis, né, sendo que dos 140 bilhões, dos quatro leilões, né, promovidos pelo Tesouro Nacional, Ministério da Fazenda, em parceria com o Ministério de Meio Ambiente, Ministério da Agricultura, né, para atividades de bioeconomia, restauração florestal, turismo sustentável, infraestrutura e e todos esses investimentos comprometidos. com o desmatamento zero.
Presidente, essa é a grande novidade, um volume de recursos realmente histórico, não é, para essa agenda. A retomada hoje, o Fundo Amazônia tá comemorando num evento que tá acontecendo esse mesmo momento, 18 anos. E veja, eu destaco aqui que nos últimos 4 anos, no seu governo, presidente Lula, como nós aumentamos aqui em quatro vezes os investimentos do fundo Amazônia, uma média de 1,3 bilhão por ano, né, sendo que historicamente a gente estava na faixa de 300 milhões, infelizmente na gestão anterior foi zero de investimento, né, com 5,4 B já comprometidos e 2,9 bilhões em análise, 153 projetos aprovados, 75% dos municípios da Amazônia já recebem ou receberam recursos do fundo Amazônia, né?
Aumentamos também o número de doadores de dois para nove doadores, né? Como foi anunciado ontem também. Muito importante.
Estamos aqui com o presidente do do IBAMA e do ICMBIL, Jair Smith e o Mauro Pires, o fortalecimento das ações de fiscalização, de controle, de monitoramento, nãoé, com aumentos com números de indicadores importantes das ações que a gente chama de sancionatórias, né? aumento do número de embargos em 20% do IBAMA, né, de 33% do ICMB, aumento de autos de infração 15% e 24% comparando o ano passado com o ano retrasado, né, o IBAMA e o CMB atuando de maneira muito mais eficiente e usando muito tecnologia. Presidente, hoje a gente consegue fazer controle ambiental usando imagens de satélite, inteligência artificial, processos administrativos mais ágeis.
Isso tá aumentando significativamente a nossa capacidade de enfrentar o crime ambiental na Amazônia, com parcerias também com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, muito importante destacar inclusive a AGU, advocacia geral na União, entrando também na nossa estratégia com várias ações judiciais, 111 ações judiciais desde o dia 1o de janeiro de 2023. Só nas 26 últimas ações desse mês de junho são R 618 milhõesais de pedidos de indenização por desmatamento ilegal, ações da advocacia geral da União, entrando também no controle ambiental. Próximo.
Aqui eu tô destacando como que nós estamos trabalhando de maneira estratégica, presidente, veja só na região da BR319, 100 km à margem dela, nós estamos reduzindo em quase 70% o desmatamento nos últimos 3 anos. Ou seja, se na Amazônia essa redução é de 50%, na região da BR319 essa redução é ainda maior, quase 70%. Se a gente considerar só os 50 km, essa redução ainda vai para 75%, ou seja, nós estamos de fato assumindo o controle ambiental naquela região.
Participação dos municípios, um programa que o senhor pediu pra gente desenvolver para levar pros prefeitos investimento e trazer os prefeitos para esse compromisso. Nós estamos investindo R 800 milhões deais no primeiro momento com recursos do fundo Amazônia para desenvolver escritórios de governança ambiental, regularização fundiária e ambiental dos agricultores familiares para eles poderem entrar na atividade produtiva legalizados e poder receber crédito e outras políticas públicas, né? Projetos de recuperação florestal.
Nesses municípios são 71 municípios, presidente, eh são 81 municípios dos quais 71 prefeitos assinaram o compromisso e toparam trabalhar conosco essa redução de desmatamento. >> Prioritários >> são os municípios prioritários para redução de desmatamento. E ó, nesses municípios, nesses 3 anos, nós já estamos reduzindo em 65% o desmatamento na região, ou seja, 30% a mais de redução de desmatamento nos municípios prioritários.
O Bolsa Verde, que é um tipo de Bolsa Família para comunidades que moram em áreas protegidas. 72. 000 famílias beneficiadas, 35.
000 km² de áreas protegidas, 125 municípios na Amazônia, R5 unidades de conservação beneficiadas, mais de R 318 milhões deais que vão para pr pro PIC das comunidades, né, e das famílias que estão ajudando a proteger essas áreas. Do ponto de vista regulatório, CONAMA, que ontem realizou a sua quª reunião, né, o Conselho Participativo mais longevo da República, aprovou uma resolução importantíssima que vai nos permitir agora separar o que é desmatamento legal de ilegal pra gente poder eh incentivar quem quer deixar de de desmatar legalmente, mas também punir quem tá desmatando ilegalmente. Para concluir, essa é uma dos principais avanços, presidente, que é o alinhamento das normas de crédito rural à estratégia de redução de desmatamento.
Com isso, R$ 6 bilhões deais, principalmente nos últimos 3 anos, de 2023 a 2025, deixaram de migrar, deixaram de fluir para quem desmata ilegalmente. E quando sobra esse dinheiro, esse dinheiro vai para quem não desmata, para poder produzir mais e melhor, onde não tem desmatamento ilegal. R$ 6 bilhõesais.
E são e são normas do Banco Central, né, do Conselho Monetário Nacional. Super importante a gente não só mantê-las, como continuar aprimorando. Por fim, toda a política de manejo integrado do fogo, né?
O senhor acompanhou e liderou todo esse processo conosco em 2024, aquele ano de muitos incêndios. Em um ano e meio, nós implementamos o comitê de manejo integrado do fogo com várias resoluções. Instalamos e o senhor estava aqui na instalação do Simã Federal lá no IBAMA, que é o comitê que organiza 20 instituições federais para poder fazer as ações de prevenção e controle dos incêndios, planejar e também integração com os estados, né?
Sendo que nós já investimos R$ 550 milhões de reais de recursos do fundo Amazônia para os corpos de bombeiros estaduais. Estamos investindo 30 milhões do Fundo Nacional de Meio Ambiente em municípios prioritários para trazer os prefeitos também pro combate aos incêndios. Acho que estamos indo pro finalmente.
Aqui as brigadas, né, do IBAMA e do ISMB espalhadas por todo o Brasil. O maior número, né, histórico de brigadas, 240 brigadas, 410 brigadistas. São aqui, 19 helicópteros, 18 aviões, 27 veículos especiais.
um grande investimento pra gente enfrentar esse ano que pode ser um ano muito crítico em função, né, do potencial eh é o ninho forte ou extraforte. Por conta disso, nós estamos conseguindo alcançar um resultado histórico que o senhor tá liderando. Agradeço a oportunidade de estar à frente junto com o ministro Capobianco e toda a equipe.
Agora tem a palavra a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos. Eh, querido presidente Luís Inácio Lula da Silva, eh, ministro João Paulo Capobianco, eh, eh, saudar também Martim de Debran e agradecê-lo pela acolhida, que é o secretário geral de organização tratado de cooperação da Amazônica, a Vanessa Vanessa Graziotim que é a diretora executiva do ATCA. em nome do Cláudio do IMP, como é conhecido, eh saudar aqui os técnicos que fizeram as apresentações aqui eh que vimos nessa manhã.
Eu penso, presidente, em primeiro lugar, que existe uma parceria estratégica que é o Ministério de Ciência e Tecnologia e o Meio Ambiente, onde a gente dá os dados e o Ministério do Meio Ambiente faz ação e controle. E essa divulgação dos dados e diagnóstico dessa importante unidade de pesquisas do nosso ministério, que é o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, eh reconhecida internacionalmente pelas pela eh precisão dos dados, pela transparência dos dados e pela verdade. Algo que é muito caro para que a ciência, a tecnologia e as evidências científicas sejam sempre reafirmadas.
Então, presidente, são é um símbolo de transparência e é mais do que isso, ela faz valer aqui a sua diretriz, que é exatamente colocar a ciência a serviço dos grandes desafios nacionais, como combate ao desmatamento e a proteção dos nossos biomas. O DETER, como já foi dito por Cláudio, é um modelo matemático que armazena e processa dados para eh informar em tempo real, no máximo possível, né, de tempo real, aos órgãos de controle, em especial ao IBAMA. E esses dados são espetaculares, como já foi apresentado aqui, é uma redução histórica eh dos alertas do desmatamento para o bioma Amazônia e mais uma diminuição grande na supressão da vegetação nativa do serrado.
E vale dizer, presidente, que o serrado foi o senhor que retomou, tinha sido suspenso os dados do serrado e foi por decisão do do seu governo que que voltamos a monitorar o bioma cerrado. Então, ainda em relação à Amazônia, se compararmos o desmatamento médio no período de agosto a maio, durante os 4 anos do governo anterior, com os mesmos quatro períodos dos anos do nosso governo, a redução do esmatamento foi superior a 60%. Então, muitas cois muitos dos argumentos que andam por aí, eh, ou que, ou que vem para atacar o Brasil não corresponde à verdade.
A verdade é essa aqui, que são dados científicos que nós estamos reduzindo, né, em 60% quando comparado com os 4 anos do governo anterior. O tempo do negacionismo, presidente, tem que ficar para trás. E a excelência do IMP e o monitoramento de precisão que promovemos são a base que nos permite enxergar a realidade do nosso território e a partir daí fornecer subsídios à ação do Ministério do Meio Ambiente.
Então, a gente oferece à sociedade dados públicos de altíssima confiabilidade, totalmente transparentes, permitindo que não só o estado brasileiro, mas também o setor produtivo, o terceiro setor, as comunidades que moram nas regiões possam planejar, executar e monitorar ações no campo de sustentabilidade com inúmeros benefícios para o país e todos os países da Amazônia, que o OTSA existe exatamente para isso, para poder garantir eh que políticas públicas possam se efetivar. Então, eh, o, no nosso Deté em tempo real fornece alerta diário para ação rápida das equipes de fiscalização. É fruto também de avanços tecnológicos, da integração de dados, de de utilização de inteligência artificial, como aqui destacou Daniel, e da consolidação de uma política de monitoramento ambiental baseada em ciência e nesse uso intensivo de dados abertos públicos e oficiais.
Então a gente tá com a o que nós fizemos, presidente, por sua determinação, o as unidades de pesquisa, mais há mais de 10 anos não se fazia concurso público e precisava de técnicos. Nós conseguimos recompor 130 novos servidores no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a aquisição do novo supercputador, porque nós precisamos de infraestrutura computacional para armazenar, processar e com algoritmos, que é o caso da Jaci, né, que que são volume de dados de observação da terra. O outro exemplo de monitoramento do serrado, que só existe por causa desses investimentos, como já falei aqui no início, e agora, presidente, eh as iniciativas de aumentar a capacidade de satélites de monitoramento e de observação da terra vai se dar através do CBR 6, que é uma cooperação espacial entre Brasil e China, que vai contar com a abertura de radar, né, de abertura sintética, que vai aprimorar o monitoramento dos biomas.
Essa tecnologia vai gerar eh soluções, né, e dados em qualquer condição de tempo, porque todos sabem que na Amazônia nós temos pelo menos 6 meses de tempo nublado e a gente vai poder levar o imageamento através das nuvens nubladas para poder dar maior precisão. Então, o IMP tá desenvolvendo também uma Amazônia 1B que vai produzir imagens para contribuir com o acompanhamento dos biomas brasileiros, além do geoestacionário que que será o CB 5 com eh com carga útil de função eminentemente meteorológica, que vai ainda eh melhor melhorar a nossa capacidade. Então é isso, presidente.
nosso ministério para eh garante os recursos por monitoramento, assegura que a agricultura brasileira consiga comprovar a conformidade ambiental necessária para para acessar os mais exigentes mercados do mundo. Então, seguimos juntos com o meu ambiente sobre a liderança do presidente Lula, levando eh qualidade de vida à nossa população, porque defender meu ambiente é defender a vida do povo brasileiro. Grande abraço.
>> Agora tem a palavra o ministro do meio ambiente e mudança do clima, João Paulo Capobianco. >> Muito obrigado, presidente Lula. É um prazer estar novamente com o senhor aqui.
Ontem tivemos um evento maravilhoso com vários atos que o senhor assinou que justificam e mostram porque que isso está acontecendo no Brasil. Nossa ministra Luciana, parceira estratégica, nosso Martinho de Brando, grande ambientalista, defensor de direitos indígenas da Colômbia e agora secretário geral do TCA, a Vanessa Grazutin, ex-deputada e hoje secretária da diretora do OTCA, todos os demais aqui presentes. É um grande prazer estar aqui.
Queria apenas complementar rapidamente, agradecendo ao Cláudio, ao André Lima, que apresentou os dados aqui, ao nosso embaixador Maurício Lírio, que tem sido um parceiro fundamental nesse trabalho todo. Muito obrigado por colocar o Itamarati sempre junto conosco nesse processo. Jair Smith, de o novo presidente empado pelo presente Lula, novo presidente de Ibama.
Parabéns, Jair. Mauro Pires, parabéns pelo trabalho. Eh, presidente, esses números aqui, 61.
4% 4% em rela de de queda de desmatamento em relação a maio do ano passado. É algo realmente histórico num mês que sempre historicamente o desmatamento aumentava porque a estação seca na Amazônia estimula o desmatamento. Então nós monitoramos isso dia a dia com uma certa aflição, né, Cláudio?
para verificar isso, o IBAMA indo a campo, fazendo os embargos remotos, o IMBI indo a campo, impedindo o desmatamento em unidades de conservação federais e também agindo em terras indígenas e assentamentos, conseguimos esse feito fundamental. Esse número é o menor número da história e nós estamos trabalhando, presidente, para termos um menor número final quando fechar os dados no dia 31 de julho da série dos 12 meses, o menor número da história da Amazônia. Isso será um feito fundamental para o Brasil que já recuperou a sua credibilidade, que tem atuado de forma intensa no no plano internacional, além do plano nacional, e põe por terra definitivamente a acusação injusta, improcedente dos Estados Unidos, que incluiu o desmatamento na Amazônia com uma causa para justificar medidas de imposição de tarifas.
Os números são claros, são transparentes, auditados. Qualquer organização internacional, qualquer instituição pública internacional pode auditar os dados do IMP, que são absolutamente técnicos e de altíssima credibilidade. Também, presidente, foi afirmado que além do desmatamento, o Brasil estaria exportando madeira de origem ilegal.
Outra inverdade, toda a madeira exportada pelo Brasil é monitorada. Existe uma toda a cadeia de custódia com código de barra detalhado, tudo que é extraído no manejo florestal na Amazônia é devidamente acompanhado e na saída, o no porto de saída, né, Jair Smith. E temos o escritório do IBAMA que checa toda a documentação, garantindo que isso não ocorre.
Portanto, repito aqui, nós estamos aqui, presidente, apresentando claramente, de forma transparente e dispostos a esclarecer para qualquer um que o Brasil não está promovendo desmatamento ilegal ou que o Brasil não está exportando madeira ilegal. E mais do que isso, presidente, nós estivemos nos Estados Unidos, nossas equipes foram em reunião organizada pelo Ministério de Relações Exteriores. O nosso diretorgeral do Serviço Forestsal Brasileiro foi a Washington, detalhou todos os números, mostrou todos os dados e mesmo assim veio essa injusta acusação contra nós.
Eu queria, presidente, terminar dizendo duas coisas que tem muito uma relação direta com tudo que estamos assistindo aqui e que diz respeito aí também a uma outra parceria estratégica nossa com o Ministério da Fazenda e com o Ministério do Planejamento e Orçamento e com o Ministério da da ministra exterda e da gestão e inovação, que foi o aumento de profissionais. O senhor já citou numa fala recente que quando nós saímos no governo na ao final do seu mandato, nós tínhamos 100 fiscais do IBAMA operando. Quando nós voltamos tinha menos de 700, sendo que parte deles não podiam a campo em função já da idade avançada.
Pois bem, presidente, nos seus nesses 3 anos, nós aumentamos em 163 profissionais na gestão ambiental brasileira para o ISMIBO, para o IBAMA e para o Ministério do Meio Ambiente. E podemos chegar, caso possamos ter aprovação no Senado do ajuste na lei orçamentária e o o concurso dos reserva seja chamado, podemos chegar a quase 3. 000 novos servidores na área ambiental e também no seu governo.
Presidente, só para se ter uma ideia, no último ano, no ano de 2022, o último ano do governo anterior, o sistema ambiental brasileiro, que inclui o Ministério Ibam, Senbi, o Jardim Botânico e Serviço Forestal Brasileiro, tiveram um orçamento discricionário de 865 milhões. No primeiro ano do seu governo, 2023 aumentamos em 45 e fomos para 1. 250.
258. No segundo ano do seu governo, aumentamos mais 44%, chegamos a R 1. 800 eh 1 milhão 800 milhõesais e no ano passado chegamos a R 1.
903 milhõesais, ou seja, investimento, apoio, melhoria do da da atividade do serviço público e os números estão aqui plenamente justificados com esses resultados absolutamente fundamentais. E para terminar agora definitivamente o senhor ontem assinou vários decretos, né? Até fiquei preocupado do senhor ficar com aquela, sabe, com dor no pulso.
Mas eu e entre eles, eu queria destacar dois aqui, presidente, porque o senhor assinou. Um deles foi a ampliação do Pacional da Serra das Confusões, incluindo a Serra Vermelha, um dos lugares mais importantes, mais belos e biodiversos da Catinga. E também um outro decreto das trilhas que apoia e incentiva o estabelecimento de trilhas para caminhadas nas unidades de conservação.
Presidente, o ano passado, graças a um conjunto de esforços que agora vão aumentar muito com essa nova iniciativa que o senhor eh nos deu o prazer de assinar, nós tivemos 28. 500. 000 visitantes nas unidades de construção federais.
Essa essa essa visitação, presidente, gerou uma contribuição na economia local dessas unidades de 40 bilhões de reais e uma contribuição para o PIB de R bilhões deais. E mais, cada real investido pelo nosso governo gerou R$ 16 na ponta. Então nós estamos tratando aqui, presidente, de transformar o nosso potencial em melhoria, geração de emprego, renda e promoção desenvolvimento sustentável.
Muito obrigado e repito mais uma vez, é um enorme prazer e uma honra trabalhar com o senhor. >> Senhoras e senhores, com a palavra o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva. Me presta o microfone, por gentileza.
Não, na verdade eu não não ia falar porque eu vim aqui para ouvir o que os companheiros do meio ambiente têm para apresentar ao Brasil. Me parece que vai ter uma apresentação global amanhã. Vai ser tornado público todos esses números.
Duas coisas me marcaram bastante aqui. Ah, uma frase que a companheira Marina dizia para mim sempre, que o nosso objetivo não é proibir as pessoas fazerem as coisas, é discutir como fazer as coisas bem feitas desse país. E eu lembro de uma conversa que nós tivemos sobre os prefeitos da Amazônia, porque muitas vezes a gente fica aqui de Brasília falando mal dos prefeitos, às vezes punindo os prefeitos, sem tentar convencê-los de que o fim do desmatamento é um benefício pra própria cidade.
E o que que a gente oferecia pro prefeito? você não oferece nada pro prefeito, a não ser, sabe, dizer que ele não tá cuidando. Então, foi feito uma reunião com todos os prefeitos.
Nós decidimos colocar os prefeitos, sabe, no mesmo pé de igualdade do ministro do meio ambiente, na responsabilidade de cuidar do desmatamento e oferecer ajuda financeira para que os prefeitos tivessem condições de fazer o trabalho que a gente acha que ele deveria fazer. E o resultado é extraordinariamente positivo, numa demonstração de que se a gente reunir a boa vontade do governo federal, dos governos estaduais e dos prefeitos, mais o aparelhamento das instituições que fazem isso FMB e BAMA, sabe? Se a gente contratar as pessoas corretas, se a gente se preparar para fazer prevenções, como estamos nos preparando para enfrentar o Elon Ninho, que diz que vem mais nervoso do que o ano passado, a gente pode ter um efeito muito positivo.
Isso é importante porque nós vamos ter que pegar esses dados que vocês vão torar pública amanhã, mandar para o cidadão, sabe, do comércio dos Estados Unidos que coloca a questão do desmatamento como justificativa para punir o Brasil com uma taxação maior. E vamos comparar o que acontece no Brasil com o que acontece nos Estados Unidos. Vamos comparar porque agora é hora da comparação.
Eles mentiram a primeira vez que taxaram o Brasil em 50% dizendo que tinha déficit comercial. Nós provamos que eles tiveram superast muito alto em 15 anos, 417 bilhões de dólares, como tiveram o ano passado quase 40 bilhões de dólares entre bens e serviço. E agora com esse negócio que eles falaram da questão do desmatamento, eles não sabem o trabalho que nós fazemos para fazer com que o desmatamento chegue a desmatamento zero até 2030.
Isso não é uma decisão de nenhuma COP, não é decisão da ONU, isso é uma decisão do nosso governo. É por uma questão de justiça e de participação do Brasil como ajuda ao planeta Terra, cumprir com a nossa obrigação de tentar evitar o desmatamento o máximo possível e provando que o não desmatamento é mais lucrativo do que o desmatamento. Porque o desmatamento pode ajudar uma pessoa a ficar rica, pode ajudar até duas pessoas a ficar rica, mas o não desmatamento ajuda o Brasil, ajuda a Amazônia e ajuda o mundo.
Portanto, é muito mais barato a gente trabalhar para evitar o desmatamento do que a gente entender que pela ganância econômica e financeira de um grupo, a gente tem que permitir o desmatamento da forma mais extrema possível. Esta é uma coisa muito importante que nós vamos cumprir. A outra coisa é a questão que eu pedi ontem, ô Capô Bianco, nós temos que fazer uma comparação entre o mundo do trabalho nos Estados Unidos e o mundo do trabalho aqui no Brasil.
É lógico que nós temos defeito, mas eu quero comparar os direitos dos trabalhadores americanos com o direito dos trabalhadores brasileiros. Eu quero comparar porque quando a gente tá negociando com alguém que não tem parâmetro para negociar, com alguém que não se comporta de forma civilizada para negociar, a gente vai ter que fazer comparação. Eu tenho dito para todo mundo e já falei pro presidente Trump três vezes, não adianta falar para mim que você tem o navio maior do mundo, que você tem os aviões mais rápidos do mundo.
Eu não quero guerra com você. A minha guerra é narrativa. A minha guerra é provar que nós estamos certo e que vocês estão errados.
A minha tese é provar que você foi eleito para ser presidente dos Estados Unidos e eu respeito o voto do povo americano. Mas que você não foi eleito para ser imperador do mundo, onde você pode dizer tudo que você quer, sabe? E as pessoas ficarem quieta.
Com o Brasil não é assim. A gente não quer briga, a gente quer respeito. A gente não quer briga, a gente quer igualdade, a gente não quer briga.
A gente quer civilidade, comércio e desenvolvimento para os dois países. Portanto, eu quero agradecer aos companheiros da nossa TCA, que essa reunião aqui é para vocês conhecerem a TCA, porque a gente tem uma coisa que nós chamamos até de ótica, chamamos até de ótica, sabe? E vocês não conhecem.
Então isso aqui é uma coisa extraordinária. Isso existia há muito tempo e não funcionava. Esse é o dado concreto.
A gente não funcionava porque os governantes dava pouco interesse para o TCE. Depois que nós fizemos aquele encontro em Belém, a gente resolveu de que se a gente tem uma instituição que representa todos os países amazônicos, nós temos que ter a responsabilidade de fazer com que o mundo nos respeite. Ontem eu disse ao ministro Capobre, na questão ambiental não tem no mundo ninguém que está levando a sério como nós estamos levando hoje.
Nós temos muita credibilidade para discutir com qualquer país, com qualquer grupo econômico. Nós não queremos proibir ninguém de vir pro Brasil. O que nós queremos dizer é o seguinte: vá pro Brasil, mas faça as coisas corretas.
Se você fizer as coisas corretas, você vai estar vai ter amparo da lei, você vai ter amparo do Ibama, do Femibill, do Ministério. Vai ter todo mundo vai lhe ajudar. Agora não faça coisa errada que vai ser punido, porque nós queremos que a nossa floresta seja preservada para o bem da humanidade.
Muito obrigado e parabéns pelo trabalho de vocês. Está encerrado este anúncio. Pede-se a todas as pessoas que aguardem nos seus lugares a saída do presidente da República e na sequência vai dar início a laa coletiva de imprensa.
Nós acompanhamos ao vivo a apresentação dos dados sobre o desmatamento na Amazônia e no serrado. Segundo o DETER, sistema de detecção de desmatamento em tempo real, houve redução de 61,4% no desmatamento na Amazônia em maio de 2026 em relação a 2024 e 2025. Já no cerrado, a queda foi de 12,2% em relação a maio de 2025 e de 25,3% em relação a maio de 2024.
E ontem o governo anunciou um conjunto de ações para conservação e recuperação dos biomas brasileiros. O presidente Lula sancionou a lei da política nacional para a recuperação da catinga e lançou o programa recatingar com aporte de R 60 milhões deais do BNDS. Além disso, R bilhões deais vão ser investidos em ações da bacia do Rio Doce.
834 milhões do fundo do clima serão aplicados em restauração da vegetação nativa e quase 400 milhões do fundo Amazônia serão usados em projetos de restauração ecológica na região. A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou que o monitoramento do sistema de detecção de desmatamento em tempo real, o DETER, é uma ação efetiva que colabora para os resultados positivos de combate ao desmatamento. é uma redução histórica eh dos alertas do desmatamento para o bioma Amazônia e mais uma diminuição grande na supressão da vegetação nativa do serrado.
E vale dizer, presidente, que o serrado foi o senhor que retomou, tinha sido suspenso os dados do cerrado e foi por decisão do do seu governo que que voltamos a monitorar o bioma cerrado. O nosso DET em tempo real fornece alerta diário para ação rápida das equipes de fiscalização. É fruto também de avanços tecnológicos, da integração de dados, de de utilização de inteligência artificial, como aqui destacou Daniel, e da consolidação de uma política de monitoramento ambiental baseada em ciência e nesse uso intensivo de dados abertos públicos e oficiais.
O ministro do meio ambiente, mudança do clima, João Paulo Capobianco, ressaltou que os dados do IMP são auditáveis e que são falsas as alegações dos Estados Unidos de que o Brasil promove o desmatamento da Amazônia. Estamos trabalhando, presidente, para termos um menor número final quando fechar os dados no dia 31 de julho da série dos 12 meses, o menor número da história da Amazônia. Isso será um feito fundamental para o Brasil que já recuperou a sua credibilidade, que tem atuado de forma intensa no no plano internacional, além do plano nacional, e põe por terra definitivamente a acusação injusta, improcedente dos Estados Unidos, que incluiu o desmatamento na Amazônia com uma causa para justificar medidas de imposição de tarifas.
Os números são claros, são transparentes, auditados. qualquer organização internacional, qualquer instituição pública internacional pode auditar os dados do IMP, que são absolutamente técnicos e de altíssima credibilidade. >> E o presidente Lula também reforçou que os Estados Unidos estão equivocados quando questionam a atuação do Brasil em relação ao desmatamento.
Eles não sabem o trabalho que nós fazemos para fazer com que o desmatamento chegue a desmatamento zero até 2030. Isso não é uma decisão de nenhuma COP, não é decisão da ONU, isso é uma decisão do nosso governo. É por uma questão de justiça e de participação do Brasil com ajuda ao planeta Terra, cumprir com a nossa obrigação de tentar evitar o desmatamento o máximo possível e provando que o não desmatamento é mais lucrativo do que o desmatamento.
Porque o desmatamento pode ajudar uma pessoa a ficar rica, pode ajudar até duas pessoas a ficar rica, mas o não desmatamento ajuda o Brasil, ajuda a Amazônia e ajuda o mundo. >> Nós ficamos por aqui. Continue no canal GOV e acompanhe todas as ações do governo do Brasil.
Tchau tchau, até a próxima.