Olá Nesta aula nós iremos tratar de um assunto bem interessante né O que é verdade e o que é mito em relação ao atendimento do público alo da Educação Especial nós falamos sobre educação inclusiva sobre eh questões mais contextualizadas ou questões mais amplas em relação ao público da educação inclusiva esclarecemos Quem é esse público mas nós vamos focar agora em um público mais eh eh voltado para mod idade da educação especial só para vocês entenderem né quando eu trazer para vocês eu trarei para vocês algumas perguntas e afirmações e São perguntas e afirmações da vida
real Então são fazem parte eh de alguns contextos que eu participo em reuniões e-mails que eu recebo eh durante algumas palestras né que eu faço durante aulas então então isso vamos ver vamos ver um pouquinho aqui um recorte das dúvidas que surgem na vida real né nas escolas brasileiras mitos e verdades a primeira pergunta que eu trago para vocês é educação especial e aee são sinônimos Então veja Educação Especial são sinônimos né não é uma verdade nós sabemos que eh não não pode ser sinônimo por o ae que é o atendimento educacional especializado ele faz
parte da modalidade Educação Especial Porém quando eu falo em educação especial eu estou falando em em em uma forma de ensino que promove que oferta serviços e apoios e ela tem vários locos ou ou enfim vários locais vários várias organizações então nós temos a a modalidade de Educação Especial presente nas escolas especializadas ou escolas especiais de alguns estados do Brasil que ainda mantém essas escolas em funcionamento em pleno funcionamento temos as classes especiais que também é um serviço que faz parte da modalidade Educação Especial temos centros especializados para eh atender as eh deficiências sensoriais temos
também os núcleos de autas habilidades superdotação que também fazem parte da modalidade de Educação Especial e as salas de recursos multifuncionais e para Além disso temos os serviços de apoio a mediação pedagógica que atendem a o público da Educação Especial noturno de funcionamento então o ae faz parte da educação especial né mas ele quando eu falo em educação especial eu estou falando em algo bem mais amplo serviços apoios em locos diferentes outra pergunta não estou preparado para atender estudantes com deficiências transtornos e altas habilidades ou superdotação a responsabilidade não é minha Isto é será que
não é mesmo né então nós educadores que estamos na escola e atuamos no no ensino comum ou no ensino regular se a gente não está preparado entre aspas né O que é estar preparado a primeira pergunta né Qual é vamos olhar né é qual é o perfil do professor brasileiro Qual é o perfil da formação que nós temos né no noso nosso eh no nosso país no nosso estado no nosso município Então o que é estar preparado Então veja quando nós eh eh Assumimos a função de educador em momento algum seja seja no magistério seja
lá no nos cursos de de Magistério a gente fala mas hoje são os cursos de formação de professores e também na nos cursos de pedagogia licenciaturas em momento algum nós eh nós participamos de alguma aula ou Lemos eh um livro ou texto Então nós fomos orientados pelos nossos professores né de que de que nós iríamos atender turmas homogêneas em momento algum em momento algum Alguém disse vocês irão trabalhar na escola mas se chegar um um estudante com deficiência Você pode falar que não está preparado então nós educadores Nós escolhemos trabalhar com gente né eu já
vou já repeti essa frase na aula anterior e as gente são difer dientes então nós estamos trabalhando diante de uma diversidade de pessoas com vários níveis de de de suporte de apoio várias potencialidades diferentes né Isso faz parte do nosso fazer do nosso mundo do nosso Universo de professor então dizer que não está preparado é um é um equívoco por né ninguém vai afirmar que está preparado de Fato né de forma integral eu eu estou nesta área há mais há mais de 30 anos eu já mais irei afirmar que estou preparada por quê Porque a
cada ano a cada semestre eh a cada a cada momento letivo eu terei outras turmas eu irei trabalhar com outros estudantes e por mais que eu receba estudantes com mesmo diagnóstico eles são pessoas diferentes então o o o o laudo a avaliação psicoeducacional ela não define a pessoa a pessoa com deficiência ou com transtorno ou Com altas habilidades ela define a condição ela define algumas características mas ela não define a pessoa então cada um é diferente cada um irá precisar de um projeto diferente de um plano de ação diferenciado em relação às propostas e estratégias
pedagógicas então dizer não estou preparado e a responsabilidade não é minha é um mito é um equívoco uma outra questão em relação a esse público escolas que recebem estudantes com deficiências t o seu desempenho piorado nas avaliações em larga escala quando a gente fala em avaliações de lar escala nós estamos falando naquelas avaliações que recebemos do Ministério da Educação das secretarias da educação seja do estado ou seja do município e Então essas avaliações elas não medem apenas o desenvolvimento a aprendizagem de de um estudante de uma criança elas medem o desempenho global desempenho geral eh
da escola né Eh os índices e veja eh Temos vários estudos que comprovam que esse público o público alvo do ae né ele não altera né signif significativamente nos índices da eh da da avaliação em larga escala né porque nós temos um um uma porcentagem bem bem pequena eh dessas crianças né que que frequentam eh o ensino regular e nós temos também dados que comprovam pesquisas de de eh estudantes de pesquisadores da Universidade Federal do Paraná né eu conheço uma delas que é a Dra Denise Matos que trabalhou comigo na secretaria de educação né que
comprova nos estudos dela que que estudantes com deficiência intelectual em em algumas dessas avaliação avaliações L escala acabaram tirando uma nota até maior do que as demais as outras que não t laudo que não tem avaliação psicoeducacional e são consideradas normais diante da sociedade então Eh entender né que essas crianças não podem estudar no ensino regular Porque vão alterar o o desempenho da escola a as notas né nacionais né é um equívoco também é o mito escolas comuns podem negar a matrícula a estudantes público alvo do Ae se não se sentir aptas A recebê-los então
será que pode negar Então hoje nós temos uma legislação própria para isso né então eh eh pode eh eh ter aí várias consequências se uma escola negar matrícula para uma criança com deficiência ou qualquer outro quadro da educação especial mas principalmente as deficiências né pode chegar de 1 a 3 anos de eh eh de um a 4 anos de reclusão né e a gente sabe que isso não acontece tanto no Brasil porque há uma falta de informação né mas nós temos aí várias famílias eh esclarecidas que têm buscado esses direitos né e afim enfim por
mais que você não tenha não conheça ou a gente não tenha muitas notícias né dessa dessa dessa questão eh nas nas mídias sociais eu acompanho diariamente Várias escolas e vários gestores que estão respondendo o processo diante da Justiça né enfim eh para que né diante da essa questão então assim eu posso dizer que a escola Tem dificuldades que está diante de um desafio que nunca teve uma experiência eh eh com essas crianças e aí solicitar o apoio da família né em relação à à construção do projeto pedagógico eh para essa criança isso sim a gente
vai sentar com a família a gente vai Pô eh com uma humildade científica eh a nossa fragilidade e isso não é crime e isso não é não é não é discriminação você afirmar né você dizer que eh eh não não não se sente qualificado que falta estrutura e tudo mais né E aí você chama a família para o diálogo né e conversa com os seus gestores seja do município seja do Estado buscando apoio buscando recursos buscando formação né E isso eu tenho acompanhado diariamente então isso ocorre o que eh o que Pode trazer assim eh
algum conflito entre a escola e as famílias é a questão da falta de comunicação o que eu tenho observado então eh a escola ela toma algumas atitudes alguns diretores Eles já afirmam que tem essa dificuldade que não tem o apoio da da das secretarias quando na verdade né quando chega o caso no Ministério Público também casos que eu tenho acompanhado bastante a gente observa o quê observa que a escola não comunicou a secretaria de educação não chamou o município né e na prática o que eu tenho acompanhado é que quando a escola comunica essa essa
fragilidade solicita apoio das prefeituras ou ou do ou do estado seja seja de qualquer unidade da Federação né as equipes multidisciplinares e principalmente a as a as equipes que trabalham eh com essa modalidade educação especial Elas têm se reunido com a escola e com a família e ajudam a escola a mediar esses conflitos junto com o Conselho Tutelar junto com o Ministério Público enfim né quando todos sentam em numa mesa para discutir e buscar soluções Quem vai ganhar é o nosso estudante uma outra questão polêmica também a escola deve disponibilizar um profissional de apoio assim
que recebe recebe o laudo médico Então veja aqui né o laudo médico será que um laudo médico ele ele determina que eu tenho que contratar um profissional de apoio escolar Esta é uma questão bem polêmica realmente não é Então isto não tem nemum escola que não tenha se não tenha passado por essa questão pelo menos ouviu algum colega da educação eh falar sobre eh sobre essas ocorrências Então veja nós estamos vindo aí recentemente né de um modelo médico é uma transição do modelo médico para o modelo social né e muitas vezes a a a medicina
a a os os os sistemas de Justiça eles AC eles acabavam prevalecendo sobrepondo-se a área da Educação n e hoje de fato nós podemos receber o laudo o médico pode indicar ele pode sugerir mas ele não determina o que é que vai definir se ele precisa ou não de um de um profissional de apoio escolar é o estudo de caso então o eh os os maiores embates os maiores desafios que eu tenho acompanhado em relação a Várias escolas isso é diariamente né surgem do fato de que quando a escola ela observa que a criança não
necessita de um profissional de apoio ela vê que ele tem autonomia Independência ele realiza as eh atividades ali né de de uma forma eh tranquila que ele tem uma boa compreensão enfim né mas a família Insiste e o médico insiste né então quando chega o caso no ministério público o que é que acontece a primeira pergunta que o que o promotor vai fazer que ele sempre né pelo menos nos casos que eu acompanho a primeira pergunta que eles fazem eh eu gostaria que vocês apresentassem o estudo de caso e o pe dessa criança pra gente
poder junto com vocês analisar se realmente há necessidade Então veja esta situação por si só da escola ter que ir em um órgão do Judiciário para que o judiciário diga paraa escola o que que ela tem que fazer já é muito constrangedor Então veja quando nós seguimos os preceitos legais que indicam o quê que a criança tem direito ao estudo de casa e o pei né mas não é só ter esses documentos com o nome da criança no processo de construção desses dois documentos eh a norma é que você que eu que nós professores que
a gente chame a família durante o percurso para que ela nos vá dando pistas para que ela vá validando mas não no sentido de impor mas no sentido de discutir conosco se aquela estratégia dará certo Então veja eh não é a professora Siana que tá dizendo não é o senso comum isso está escrito na lei né então a família tem que participar Então veja se você já eh sentou com a família várias vezes se você chamou a família para para vocês conversarem sobre aunto de caso sobre o pei né Por mais que vocês tenham discordado
no processo no final a família né o responsável legal ele vai assinar o estudo de caso Nossa mas eu nem construi o estudo de caso né eu Ouço muito isso puxa professora Siana logo desse caso que você vai ajudar a gente a gente não teve temp a gente não teve tempo de fazer o estudo de caso logo desse menino a gente não terminou o pe e nós estamos né estou gravando aqui essa fala no final do ano então como assim a criança chegou em fevereiro na escola e no final do ano você não tem o
pei né então se eu tenho esse documento se eu seguir as normas corretamente a família já assinou a gente já discordou concordou já eh avaliamos já desconstruímos já eh eh eh analisamos já lançamos mão de outros caminhos de vários caminhos enfim mas a gente está dialogando então o diálogo é o principal então a família não vai recorrer ao Ministério Público ela só vai até o Ministério Público se de Fato né E a escola fechar as portas para ela não ser aberto ao ao diálogo né enfim é enfim é claro em 1000 casos né em 1000
famílias Pode ser que uma vá por mais que vocês tenham aberto o diálogo Mas vai ser muito raro disso acontecer os terapeutas que atendem estudantes com transtornos do neurodesenvolvimento podem realizar atendimento técnico na escola Então veja Será que os terapeutas podem realizar esse atendimento técnico na escola eu recebi um e-mail de uma pessoa me perguntando professora Siana estou diante de uma grande preocupação A Terapeuta do menino eh x né o Joãozinho Ela diz que quer vir na escola e quer permanecer na sala no mínimo 30 minutos né Então veja então ISO não é um grande
problema porque isso está previsto na legislação quando a gente fala em intersetorialidade nós estamos falando dessa articulação agora A Terapeuta pode falar que eh na terça-feira às 8 horas eu estarei na escola e quero ficar na sala de aula 30 minutos isso ela não pode falar né ela pode solicitar os terapeutas eles podem solicitar eh eh uma uma uma visita na escola eles podem solicitar que a escola diga qual é o melhor momento o melhor dia o melhor horário e Em que circunstâncias que não não precisa ser eh eh exatamente na sala de aula pode
ser uma observação durante o recreio pode ser uma observação durante a aula de arte pode ser observação durante um trabalho lá na biblioteca enfim né então a escola é que vai estruturar isso né o que nós não podemos fazer é fechar as portas da escola tanto pra família como para os terapeutas então eles não eh eh os terapeutas não podem impor Mas eles devem e tem o direito de participar na verdade não é nem o terapeuta sim ele tem o direito mas o direito garantido na lbi é das pessoas das crianças dos alunos com deficiência
hã Os estudantes com graves comprometimentos cognitivos devem ser matriculados somente nas escolas especiais então será que aquele eh estudante que tem múltipla deficiência né que tem eh eh eh algumas questões cognitivas assim mais complexas né Eh eles eles não podem estudar no no ensino regular então gente esta pergunta parece ser algo assim tão tão simples tão óbvia né mas eu recebo esta eh este questionamento pelo menos uma vez por semana eh pessoas gestores de escolas que querem eh realizar ali o estudo de caso encaminhar paraa justiça para que essa criança que segundo a observação dele
ela não acompanha entre aspas a turma e ela seria a escola especial seria para ele né na sua eh Conclusão o melhor lugar para essa criança Então veja nós temos que eh observar a legislação né então e uma coisa é eh eh o Que Nós pensamos o que nós concluímos né mas temos que observar também então assim Isto é possível então nós sabemos que no Brasil em geral as crianças que estão no ensino regular elas não podem retornar para as escolas especializadas e nem classes especiais né porque elas já foram promovidas pro ensino regular há
um impedimento não há uma organização legal para isso né enfim eh no Paraná e pode ser que algum outro estado também eh existem aí eh alguns movimentos para que se faça o estudo de caso e esse e essa situação seja avaliada mas por uma equipe multiprofissional né mas enfim o que é que o que é que prevalece em Rela são essa pergunta é que quem decide n o local o locos que vai matricular eh o seu filho lá na primeira infância porque depois é mais difícil essa opção lá na primeira infância é a família Então
essa opção cabe a família e a escola não pode impor Então vamos ver mais uma questão a educação especial substitui o ensino comum né então a educação especial de fato ela é transversal ela é complementar e suplementar Então ela não pode substituir o ensino comum então por mais que eu tenha uma organização de escola e especial ou especializada eh que eu tenha a oferta de classe especial em algum algumas unidades da da Federação Brasileira ainda assim o currículo lá que é trabalhado que está posto é o currículo da bncc que é o mesmo currículo para
todos então ela não substitui o ensino comum Qual é o currículo para estudantes da educação inclusiva então Eh na nesta pergunta anterior a gente acabou de de n de responder então qual é o currículo para educação inclusiva então o currículo na verdade eu posso eh eh lançar mão de várias estratégias e metodologias Porém quando eu falo em currículo eu estou falando em percursos e nos municípios nos estados e as escolas particulares também já há uma organização em relação ao referencial curricular então Eh qual é o referencial curricular da sua cidade do seu estado da sua
rede particular é o mesmo referencial curricular que vai ser adotado que vai ser trabalhado com as crianças eh público alvo do ae né O que o que eh O que é feito de forma diferenciada né são eh podem ocorrer por projetos para outas habilidades Enfim uma uma uma uma série de outras questões como eh na na área da surdez o o trabalho do professor surdo né Trabalhando eh a L1 e o professor ouvinte trabalhando a L2 que é a língua dois né porém no turno de matrícula o referencial curricular para eles é o mesmo então
Eh qual é a base comum curricular para estudante público alvo do ae então a base curricular para estudantes público alvo do ae e a nossa bncc né a última publicação eh a de 2018 Então o que muda na verdade né Eh são eh a forma de ensinar né os e as estratégias as tecnologias assistivas que nós lançamos mão de acordo com a nossa observação no estudo de caso e o que é planejado no pei mas eh a base Nacional comum curricular para as para público do ae É a mesma que está posta para o sistema
educacional Brasileiro né então fazer atividad diferente é exclusão então nós já vimos na aula anterior n Eh toda aquela questão da da da diferenciação curricular adequação curricular né Então sempre que eu lanço mão de outras estratégias que promovem a acessibilidade ao currículo eu não estou excluindo pelo contrário eu estou promovendo a inclusão porque eu estou eh oportunizando novas formas de participação novas formas de acessibilidade ao conhecimento e essa e essa forma diferente essa forma diferenciada né de atividade ou de avaliação ela promove aí a o acesso ao currículo com aprendizagem né aí seguindo essa linha
a questão das atividades também um questionamento que sempre é feito de quem é é a responsabilidade para elaborar atividades diferenciadas é do professor do ensino comum ou é do professor do ae né então Eh o principal responsável pela formação acadêmica dos Estudantes público alvo da Educação Especial not turno de matrícula é do professor do ensino comum qual é o papel do professor do ae nesse momento é ajudar o professor a subsidiário professor né ele vai trabalhar eh nessa eh em relação à orientação né orientando o professor sobre a a melhor forma né de de que
para essa criança a acessar o currículo ele pode até ajudar a elaborar algumas atividades algumas avaliações mas a responsabilidade não é do professor do ai a responsabilidade de elaborar atividades e avaliações do turno de matrícula é do professor de ensino comum vai e o Os estudantes com laudo não pode reprovar então este é um outro mito Sim eles podem reprovar Porém desde que eu diante do estudo de caso também mais uma vez Então veja que não há nenhuma pergunta e nenhuma resposta que eu possa trazer aqui para vocês um diálogo uma discussão sem citar o
estudo de caso e o plano de ae Então qual é o projeto de vida para aquele estudante né o que nós esperamos dele o que foi que a escola oportunizou para ele então se nesta avaliação dos vários das várias etapas do conselho de classe a escola percebe que ele eh Talvez ele precise de um tempo maior né para que ele possa adquirir alguns conhecimentos não tem problema nenhum não existe lei que diga que ele não pode reprovar mas eu tenho que comprovar que eu possibilite todas as formas de adequação curricular para ele diante da trajetória
dele de um ano e mais uma vez aquela questão do resgate do diálogo com a família a família deve estar ciente de todos esses processos de todas essas decisões para que no final do ano a escola não tenha nenhum tipo de conflito em relação a essa decisão então aqui mais uma tecnologia Educacional e tecnologia assistiva São sinônimos Então esta pergunta nós já vimos lá na aula anterior sabemos que tecnologia Educacional ela engloba tudo o que é feito na escola como um todo e até tecnologia assistiva ela é direcionada àquelas pessoas que precisam de recursos diferenciados
para que possam ter acessibilidade em todas as dimensões atu na Educação Especial 30 anos já estou preparada mais uma vez né eu venho afirmar Não você não está preparado né então a gente jamais vai afirmar que está preparada Porque como já dissemos cada ano cada criança cada estudante né nós teremos aí várias pessoas estamos falando de seres humanos e os seres humanos são diferentes eles têm percursos diferentes trajetórias diferentes e por mais que você trabalhe a 10 anos com o mesmo estudante no ano seguinte ele passou por várias experiências e eu terei que lançar mão
de várias estratégias para planejar de forma diferente para ele porque ele está num outro momento da vida dele então sempre estaremos que estar estudando nos debruçando e Buscando Novas estratégias para que esse estudante de fato possa eh ter o seu direito à educação garantido então aqui Surge mais outras perguntas e tantas outras né que nós teremos aí então eh a última que define e resume tudo né então qual é o caminho para a educação inclusiva né então existem vários caminhos a gente destaca o direito antidiscriminatório a doutrina anticapacitista o educar em Direitos Humanos garantir o
direito à educação valorizar a diversidade e a formação da cultura da Paz Então veja que Ness nessa trajetória nesta hierarquia que é colocada ali em relação a algumas ações alguns caminhos que nós podemos adotar a formação da cultura da Paz está ali em último porque ela é o resultado de todas essas ações né que nós eh deveremos seguir como paa então a inclusão para Paulo Freire é a ponte que liga saberes e experiências distintas enriquecendo a aprendizagem Essa é umaação de Paulo fre Então veja que interessante né a inclusão é a ponte e nós profissionais
do atendimento educacional especializado estamos ali representando este elemento que o Paulo fe cita a ponte construindo eh trajetórias construindo elementos construindo estratégias metodologias em parceria com ensino comum sempre em parceria em articulação com todos os setores com todos os atores da sociedade que também atuam com essas crianças de alguma forma então nós esperamos que ao final desse curso vocês tenham eh se inspirado a buscar novos conhecimentos a pesquisar a a acessar todos os links que eu citei aqui para que nós possamos construir juntos sendo você do ensino comum ou da Educação Especial vamos construir juntos
pontes para que as nossas crianças de fato tenham o direito a aprendizagem Garantido e o direito à educação muito obrigada nos encontramos nos nas trajetórias e nos caminhos da Educação