Leonardo Trevisan, bem-vindo. Boa tarde. Que encontro fantástico é esse que não teve nenhum resultado prático anunciado.
É, boa tarde. Boa tarde, Josias. Boa tarde, professor, boa tarde, Diego.
Boa tarde a todos que nos escutam, né? Boa tarde, sem dúvida nenhuma, né? Eh, o presidente Trump é pródigo em superlativos, principalmente no que se refere a ele mesmo, né?
Ele sempre governo maravilhoso, medida fantástica, né? Mais uma vez, o que é que a realidade sinaliza? Não é?
A realidade sinaliza que esse encontro entre Trump [limpando a garganta] e Xinping foi feito num momento que interessou a China. Ela simplesmente esperou o momento de maior enfraquecimento de Trump para aceitar esse encontro. Isto e os resultados são os mesmos.
A China definiu com clareza o que é que lhe interessava e vai cobrar. Na prática, quando a gente olha pros resultados, é o que você disse, Guado, né? O nenhum resultado concreto foi aparecido, apareceu, nenhum resultado efetivo, a gente pode anunciar, a gente tem nuance.
Qual é o nuance mais forte desse resultado? Aquilo que os americanos esperavam dele, desse encontro. Não aconteceu.
O Trump está no momento de baixa popularidade, alta inflação e as eleições à porta de casa, bem pertinho, né? 6 meses, como qualquer eleição, é tempo muito curto, né? Tudo isso acontecendo, ele vai para Pequim esperando uma um jato positivo para ele.
Aliás, falar em jato [limpando a garganta] resume tudo, não é? A a a proposta ou a essência dessa viagem pode ser visto com o que aconteceu com a Boing, né? A Boing propôs e os americanos todos anavam por isso, uma venda de 500 aviões para os chineses ou mais.
Era isso o prometido, era isso o anunciado. Resultado, né? Foram apenas 200 aviões vendidos, sem a menos do que em 2017, na viagem de 2017, quando vendeu 300.
E o resultado disso foi que as ações da Boing ontem mesmo na bolsa saíram 4%. É bem isso. Trump viajou para a China com uma comitiva composta de altos empresários realmente interessados em abrir o mercado chinês.
Trump queria também, é claro, vender produtos que estavam travados especialmente do agronegócio. Tudo ficou em suspenso. A renovação, esse ponto é outro forte, a renovação para as carnes americanas entrarem, dos frigoríficos americanos entrarem abertamente, durou só [roncando] o período da visita, dois dias, nada mais.
Você vai me perguntar, Diego, bom, mas se deu, as coisas ficaram tão diminutas, tão resolutas, é porque a exigência da China era para valer. A exigência da China era Taiwan. O que é que a China quer?
A China queria que Trump sinceramente dissesse: "Não me oponho mais, não quero, não me oponho mais à independência da China. Paro com isso. China é território chinês.
Desculpe, Taiwan é território chinês. Esse fato, de alguma forma é o resultado mais direto. A moeda de troca tá bem definida.
Negócios com a China só vão crescer se vocês reconhecerem o direito de Taiwan ser chinês. É, o Josias vai fazer uma pergunta pro professor Leonardo Trevisã. instantes.
Daqui a pouquinho só vou registrar aqui uma notícia que acaba de pintar, notícia de esporte do Orival Júnior foi anunciado como novo técnico do São Paulo. Eh, informação do Gabriel Sá em uma reunião por telefone hoje eh de manhã o técnico autorizou os representantes a baixarem a pedida salarial e as partes selaram o acordo em termo eh digital assinado há pouco. O contrato é válido até 31 de dezembro deste ano.
E conforme o Wall aqui já havia revelado, os diretores Afim e Rui Costa passaram cerca de 2 horas reunidos com Dorival Júnior na noite da última quinta-feira. Ontem, durante o encontro, o Dorival aproveitou o momento para buscar um panorama mais detalhado dos bastidores do clube que eh ele saiu no início de 2024. treinador demonstrou curiosidade e preocupação, principalmente em relação ao cenário político vivido pelo São Paulo nos últimos meses.
Ontem houve protesto da torcida em frente ao CT do São Paulo na Barra Funda e é contra o Rui Costa, um dos dirigentes do São Paulo. E o técnico Dorival Júnior vem para substituir Roger Machado, que foi demitido do comando do tricolor paulista depois da eliminação do time na Copa do Brasil. Registrada a notícia, vamos voltar a falar de Estados Unidos e China.
Josias, professor, deu a impressão nessa visita que o Xinpin sabia muito bem o que queria e o Trump tava buscando ali eh uma uma boia e não obteve essa boia. Xijinpim eh reforçou a posição dele em relação a Taiwan. E tem um trecho do pronunciamento logo na primeira fala ali da visita.
O Xijinim eh fez um comentário que ele vem fazendo há muito tempo, né, sobre a transferência de eixo eh do do Ocidente para o Oriente. Uma referência que eles chamam a fazer sobre a transformação, tá vendo mesmo uma transformação do centro de gravidade político econômico mundial, né? e ele sabia muito bem o que queria ali.
O Trump, aparentemente, não obteve o que desejava, né? Pode-se dizer que o Trump saiu eh dessa visita eh menor, que ele volta pros Estados Unidos sem nenhum trunfo a exibir. Esse ponto é exato, Josito.
A expressão é essa mesmo. Trump voltou menor. Trump está enfraquecido e o que ele queria de um cenário internacional para fortaleccêlo, mais uma vez foi negado.
Ele vem colhendo esses problemas há bastante tempo. Lembra do conselho de paz de casa? Cadê a paz em casa, né?
Israel está proibida de bombardear o Líbano. Dia assim, o outro também Israel bombardeia o Líbano, né? A guerra da Ucrânia, né?
Eh, ontem ocorreu um ataque a Kiev, né? Com 11 mortos, né? Então, é evidente que não há nada no cenário internacional típico de eleição americana para fortaleccê-lo.
Ele imaginou uma viagem à China quando a alardeando uma amizade pessoal com Xin Ping que os fatos negaram. O que ele saiu de lá foi XinPing delembrando a ele que precisava de estabilidade estratégica. É exatamente como se lembrou.
Xin Pingo usou essa viagem de Trump para dar um recado ao mundo. É esse recado que você comentou. Desde o começo deste século, diferentes analistas internacionais dizem o mesmo, não é?
E isso tá se consolidando cada vez mais. O século XX é um século asiático. O século XIX foi um século inglês, Josia.
O século XX foi um século americano, o século XX é um século asiático. A China não alardeia que ela será do o século geral chinês, mas ela é a grande economia, ela é o pivô de tudo isso, ela é locomotiva daqu do mundo asiático. Observe o sucesso que faz Shangai, o porto peruano aqui na América Latina, de olhar na Ásia.
Basta isso paraa gente entender. Basta olhar o que Canadá, o que Méxe, o que o o que a Europa olha pro mundo chinês, pro mundo asiático. Trump tentou fazer uma virada nisso.
Trump tentou fazer um uma rocada nisso. Não deu certo, porque de fato os chineses perceberam e estabeleceram um preço alto. é bastante provável que até setembro esse preço seja alcançado e o preço tem nome, chama Taiwan, né?
Então, de alguma forma a XinPing quer solidificar os anos dele de poder com essa reconquista, que foi uma perda da Segunda Guerra Mundial, do século passado, né? Ele quer rearranjar isso, né? Isso para Trump tem muito custo, principalmente com a indústria armamentista.
Taiwan é um excelente freguês, comprou 11 bilhões de em armas em novembro passado e qu comprar mais 14 agora. Essa segunda compra, o Trump deu um jeitinho de não avisar o Congresso. Sem avisar o Congresso, ele não pode fazer a tramp a a venda.
Ele tá de alguma forma tentando agradar XinPing. Xin Ping subiu subiu o preço, subiu a barra. Ele não quer só que Trump não forneça armas para Taiwan.
Ele quer uma declaração de que acho que Taiwan é território chinês. Bom, professor, e o Brasil, né, como é como é que se posiciona eh nessa nisso tudo, né? Pode ser benéfico?
Eh, em que sentido o Brasil tá bem posicionado? Eh, tendo em vista essa relação de momento entre Estados Unidos e China, esse ponto é interessante porque, sabe, Diego, a gente pode dizer o seguinte, eh olhando só pro agro brasileiro, né, enquanto a China tiver meia de cara feia com os Estados Unidos, eles não compram soja americana e vem comprar aqui. Não compra minério ferro lá, vem comprar aqui.
Então, portanto, não há nenhum mau negócio. Petróleo, compro muito mais petróleo aqui do que lá. né, e derivados e tudo mais.
Ótimo. Pro Brasil tá bem. Só que isso é exatamente o quadro, né?
Se a gente olhar pra diplomacia brasileira, pra ação diplomática brasileira, deu certo. Foi uma manobra que resultou em bons em bom em em um bom resultado. Qual foi essa manobra?
não ceder nem muito a um, nem muito a outro e avisar os Estados Unidos de que a China estava muito presente aqui. Fo um resumo desse aviso, né? No dia, exatamente no dia em que o na quinta-feira o presidente Lula estava entrando no salão oval, na mesma hora a Câmara de Comércio, Brasil China divulgou que o Brasil tinha era o alvo, era o destino maior dos investimentos chineses, que entre 2025 e 2024 os investimentos chineses tinham crescido 45% de quase a metade a mais.
E o pior de tudo, assim, o cereja do bolo, era o aviso, o gráfico. O Brasil é dono do maior, é o destino maior de investimentos chineses. 10% dos investimentos chineses no mundo inteiro, do mundo inteiro, estão aqui.
O segundo lugar, Estados Unidos com 6%. Olha o tamanho da economia brasileira e olha o tamanho da economia americana. Quando você é 15 vezes maior os Estados Unidos, dois aqui, 30 lá em trilhões de dólares.
Quando você olha para esse quadro, o recado tava dado, né? O Brasil tem outro fornecedor. O Brasil tem interesses.
Se você me perguntar se esse foi o ponto central, o investimento chinês aqui, a presença chinesa aqui da daqueles 39 segundos de amor de Trump para o Brasil, para Lula, eu vou te dizer que é assim, né? O Brasil deixou muito claro e aproveitou bem a oportunidade. As terras raras serão negociadas nesse contexto.
Se os Estados Unidos não quiserem aceitar um processamento aqui, algum tipo de industrialização aqui, os chineses querem. Quem tem alguma dúvida sobre isso, observa o mecanismo chinês de entrar em carro elétrico no Brasil. Eles vão fabricando aos poucos aqui dentro e noticiando isso, insistindo nisso.
O perfil será esse. Os americanos anotaram o recado. Professor Walter, eh, professor Terrevisa, eh, tem uma coisa que eu não tô conseguindo ainda entender.
Eh, vou precisar das suas luzes. Mais uma vez, dicas-se, professor, é o seguinte, a China precisa do petróleo do Irã. Como passar pelo estreito se tá bloqueado?
Segundo a proposta do Trump, naquela proposta eh de escoltar e etc, já naufragou. Como é que vai fazer a China? Porque o bloqueio tá lá ainda.
O o o E isso não ficou claro até agora. pelo menos eu não consegui compreender e enxergar como é que a China manobrou isso, como é que vai sair o petróleo passando pelo estreito de Ornus para ir pra China. Primeira coisa que tem sobre isso, Mairov, é importantíssimo a gente lembrar isso.
A a China tem os maiores estoques de petróleo do mundo. O se estimativa da da Agência Internacional de Energia é que a China tem reservas para 6 meses. A própria agência diz: "Isso é um primeiro dado.
Nós não sabemos quanto ela tem estocado no deserto". Então é eh é é é possível que seja mais. Portanto, a China tem uma posição muito favorável em relação à Europa, que tá com os estoques zerados, outros países asiáticos, por exemplo, Paquistão, com os estalques zerados, né?
Então aí a China olha disso, mas a China olha para essa questão do petróleo com uma outra visão. O petróleo brecado em Ormus faz o preço subir. Ontem só a ameaça de não melhorar o não melhorar as relações do dos Estados Unidos com China para que a China ajudasse no Irã.
O petróleo subiu quase 4%, voltou a 109, né? Então, quando o o o Brent, o barril do Brent do petróleo básico, então quando a gente olha para isso, a China sabe perfeitamente que petróleo caro significa menos crescimento econômico. Tem inflação, inflação sobe juro para segurar.
Isso não interessa pra China. Mairov, a China qu repetir este ano, se for possível mais do que aquela incrível exportação do ano passado. A China exportou 1 trilhão2 bilhões de dólares.
Para ter uma referência, o Brasil que é um grande exportador de agro e todo mundo compra, exportou 300 B. A Europa vendeu 500 B. A a China vendeu um tri e 200.
Ela quer repetir isso esse ano. Ela só pode repetir esse ano se o petróleo for estável. Ah, então a China vai fazer qualquer pressão pro Irã para ceder?
Não, ela tem reserva estratégica. Ela vai cozinhar o galo na questão do Irã até os Estados Unidos concordarem com as soluções que foram chinesas. Vairov tem um detalhe que é fundamental pra gente entender a relação da China com o Irã e a relação da China com a Oriente Média.
os ataques do Irã, as bases militares dos Estados Unidos que equilibraram o jogo, deixar os árabes moderados bem assustados. O roteiro desses ataques, esses ataques só foram possíveis porque os sistemas de satélite chineses orientaram os mísseis americanos. Isso não é minha descoberta, não é sensacional.
tá no New York Times, tá no Washington Post, tá? Todo mundo disse a mesma coisa porque os fatos eram os fatos. O Trump reclamou com o Xi e o Chi respondeu para ele: "Não, nós não fizemos isso.
Do mesmo jeito com que o Trump age. " Esse é o ponto. Você tem toda a razão de perguntar mais como é que fica China em relação à Irã?
Qual foi a grande vitória da China nessa, né, nesse episódio de Oriente Médio? Trump não conseguiu colocar o Irã no bojo das negociações em Pequim. O Irã ficou de fora.
Tudo que a China aceitou foi dar uma declaração de que precisa estabilidade estratégica. O Irã está servindo perfeitamente aos interesses chineses de ter muita projeção geopolítica no Oriente Médio. Vou repetir, interessa.
A China tá avançando. Todos os países do Oriente Médio, incluindo Mohamed, Bin Salmã, da Arábia Saudita, foram nas há 15 dias atrás foram visitar Pequim. Eles sabem que talvez seja mais interessante negociar com Pequim para controlar o Irã do que com os Estados Unidos.
Trump está de fato colhendo tempestades daqueles problemas todos que ele plantou, incluindo no Irã. A China vai só esperar. Ela tem petróleo para aguentar, sabe que o petróleo não vai subir muito e ela vai esperar que Trump aceite que perdeu no Irã.
Isso vai ter custo eleitoral muito alto, mas parece que não tem outra solução. Uma última pergunta, Josias. Professor, o o senhor tava dizendo que o Brasil tá jogando bem o jogo, aliás, a diplomacia brasileira é muito profissional, né?
Tá tirando proveito dos dois lados, né? Do lado americano, do lado chinês e tá eh nesse sentido eh beneficiando o interesse nacional. Nós estamos agora no meio de um processo eleitoral e tivemos um um governo durante a gestão do Bolsonaro que se orgulhava da sua condição de pária internacional, né?
veio o Lula e mudou isso. Hoje o Lula é recebido, tem diálogo aí com líderes do mundo inteiro. Que eu queria lhe perguntar se a diplomacia brasileira resiste a eventuais mudanças de governo.
Eh, ela resistiu ao período em que o Bolsonaro praticamente submeteu eh o interesse nacional ao às conveniências eh do Trump, que exercia lá o seu primeiro mandato na Casa Branca. A diplomacia fez com que o interesse nacional sobrevivesse. Qual foi o prejuízo que tivemos e o que pode acontecer caso ocorra uma mudança eh no Palácio do Planalto nesse ano eleitoral?
Josias, eu acho que você colocou uma questão que é essencial pra gente julgar a relação do Brasil com o mundo. A diplomacia brasileira tem uma noção. Talvez você quiser me dizer, eu vou brincar com as palavras.
Eu sei que você goste também de brincar, né? Tem um fantasma lá no Itamarati que toma conta da diplomacia brasileira, né? Tá lá, ele tá lá o ele puxa as orelhas, ele pega os novos e forma, né?
O Barão do Rio Branco parece que não morreu, ele tá lá, né? Porque quando você olha no contexto, a diplomacia brasileira tem um norte em qualquer em qualquer período. A diplomacia brasileira fez, claro que era Getúlio e tudo mais, arrancou a Vale do Rio Doce, alcou uma siderúrgica aqui, quando ninguém pensava nisso, ameaçando ir pro lado alemão, por do lado Raj.
Durante a era militar, Josias, o Brasil disse não para muita coisa. e conseguiu muitos avanços. Eu vou lembrar uma coisa só.
Nós não temos a relação privilegiada que temos com chineses de graça. 1900 Me fez a cachola funcionar, Josia. 1975 o Brasil reconheceu a China na frente de todo mundo.
Tem um diplomata que deveria ter uma estatuinha e toda todo o agronegócio brasileiro, toda a fazenda devia ter uma estatuinha do Italusapa, tá, né? Porque foi ele que abriu a China. visão muito grande de tudo, mas claro, por causa do da ida do Kisker em 72 para lá, ele percebeu e jogou durante a ditadura militar nós não tivemos nenhum problema com isso.
Durante a era Ernesto Araújo, que foi que você perguntou, o Itamarqui agiu com profundo absoluto profissionalismo até mesmo para jogar parado. Lembra como é que era a coisa com o Lújo? O Itamar não deixava as coisas andar quando ele ele fazia essas situações de eu quero ser um par internacional, nós nos orgulhamos disso.
O o aquela ideia concreta de que é bom para os Estados Unidos, é bom para o Brasil. A a Câmara segurar o jogo de alguma forma. E veja bem, né, quando o presidente Bolsonaro fazia declarações enfáticas pró Estados Unidos criticando a China, na no dia seguinte, a ministra Teresa Cristina, acompanhada do do STF da diplomacia brasileira, visitava Pequim para dizer: "Não é bem assim".
o jogo de cuidados e interesses nacionais. Eh, quando algum presidente tá olhando muito para um lado só, o Itamarati sabe fazer. É política de estado.
Eu acho que isso o Itamarqui talvez tenha uma das burocracias brasileiras mais competentes. Eu ousaria dizer que o Itamarati só perde pro Banco Central. Ousaria.
Eu não tô falando desse presidente do Banco Central ou daquele, tô falando da burocracia, tô falando da competência para gerir sistema financeiro nacional. Isso é indiscutível no Banco Central. Competência para gerir a nossa eh a nossa colocação internacional numa projeção dos nossos interesses.
A a diplomacia, o corpo diplomático do Itamarati reage de uma forma muito interessante. A pergunta é ótima. Quando oscila o inquilino, quando o inquilino do Palácio Planalto troca, mais ainda o fantasma do Rio Branco opera.
É isso que eu quero dizer. E eu acho que de alguma forma isso tá muito presente. Graças a Deus que isso é deste jeito, porque essas duas situações, essas duas burocracias são necessárias.
Pense um sistema financeiro oco, vazio. Pense um sistema de relações internacionais oscilante, vazio, perigoso. Isso Brasil não tem.
Nós temos, nós temos que ter um pouquinho de uma visão. E eu acho muito interessante a tua pergunta porque permite pensar desse jeito. Aquele aquele sistema, aquela ideia de viralata, aquela síndrome de viralata, aquele complexo de viralata, não pega nessas duas burocracias.
e principalmente na do Itamarati, muito melhor para nós. Conosco também. Um abraço, viu Leonardo Trevisan?
Até uma próxima. Bom fim de semana. Obrigado, professor.
Eu agradeço a a conversa de vocês. Conversa com o Josias me fez a cachola voltar até no sábado. Muito bom.
Por isso que é bom trocar ideia. Obrigado, professoru.