território obscur Olá território obscuro venho aqui contar um relato baseado em um fato real aconteceu na Vila Jaguará em São Paulo era noite de lua cheia era uma sextafeira do verão de 75 chovia torrencialmente e mesmo assim podia avistar-se um enorme cão preto o Ivano enfrente a uma casa muito antiga e simples nas imediações do final da antiga Rua Rio Turvo que na época era a rua principal da Vila Jaguará bem próximo à margem direita do rio Tietê naquela casa com aparência de abandonada morava sozinho um tal de Senhor Prado tinha cerca de 50 anos
de idade solteiro e caminhoneiro por profissão Prado era um sujeito de poucos amigos não conversavam com os vizinhos sempre de sembrant carrancudo e com hábitos que já haviam lhe causado vários problemas e brigas com os moradores locais ocorre que ele ele odiava gatos e cães e não raro jogava pedras e pedaços de pau nos animais que se aproximavam de sua casa para irritação geral dos locais próximo à casa de Prado havia um local de descarte de entulho e como na época o serviço de coleta de lixo Era bastante irregular não raro alguns moradores jogavam o
lixo doméstico ali o que atraía sobretudo vários animais em busca de restos de comida mesmo viajando muito e ficando por longos períodos ausente Prado não suportava a presença dos animais perto de sua casa isso quando não adentravam ao seu quintal e eventualmente eram surpreendidos por tiros para o alto de um velho revólver calibre 22 de sua propriedade para o tormento dos adores que além de acharem aquilo um exagero não concordavam de forma alguma com a agressividade dele para com eles e aqueles animais de defeso muitos que eram de propriedade dos próprios vizinhos de quarteirão pior
do que isso era o fato de que muitos filhotes eram abandonados em caixas de papelão naquelas proximidades muitas vezes no quintal do Prado que simplesmente fica ficava furioso recolhia as caixas atravessava a Marginal local e as depositava à margem do Córrego Cintra que passava ali próximo e desaguava no rio TT tamanha crade pois como o tráfego de veículos já era intenso naquele trecho da Marginal muito daqueles filhotes poderiam morrer atropelados ou Afogados nas águas sujas do córrego por muitas vezes os moradores locais observam a cena e iam resgatar os animais procurando na se arumar alguém
pudesse os adot o despeito das várias brias inimizades de Prado que arranjou com moradores locais em razão da detestável prática o homem não se regenerava e não tolerava em hipótese alguma que aqueles animais rassem sua casa certo dia alguém deixou num terreno bald próximo à casa dele uma caixa com um filhote de cachorrinho preto que latia sem parar pois devia ter menos de dois meses Prado estava ficando louco com os latidos do filhote e assim que localizou a caixa não teve dúvida tratou de levá-la para as proximidades do Córrego e dispensar o incômodo cachorrinho ninguém
sabe qual foi o destino daquele filhote Mas na quarta-feira subsequente um enorme cão preto passou a uivar longamente na Noite Que Se seguia em frente à casa de Prado que tão logo saía da casa mas ao chegar até o portão o cão simplesmente sumia sem deixar rastro como se lá Nunca estivesse segundo relato de alguns antigos adores aquele não era o ivado de um cão comum era alto demais e podia ser escutado por vários quarteirões segundo alguns locais que fizeram contato visual à distância com aquele animal ele se mantinha ereto em duas patas quando uivava
após o terceiro dia que o cão uivava naquele local tado resolveu deixar o portão de madeira aberto e ficou de Campana na sala da casa armado com seu revólver à espera do barulhento cão negro naquela sexta-feira chovia muito forte e ele concluiu que dessa vez o cão não iria aparecer Então se recolheu e foi deitar mas perto de pegar no sono ele escutou novamente o estridente uvo de longo alcance e saiu em disparada para ver se dessa vez encontrava o animal debaixo de chuva mesmo quando o Prado atingiu a altura do quintal teve a impressão
de que o enorme cão estava de pé e correu em direção à Marginal local para o lado do Córrego então ele correu na mesma direção com a sua arma em punho tentando acertar o animal todavia com muita dificuldade em razão da falta de iluminação e da forte chuva que caía nervoso e com a visão bastante prejudicada Prado tentou atravessar a Marginal local bom pouco tempo depois um caminhoneiro que dirigia uma carreta e passava devagar por aquele local avistou um corpo caído no meio da Marginal local e resolveu parar para prestar Socorro Aparentemente o homem estava
morto há pouco tempo pois o seu corpo ainda estava quente todo ensanguentado e com a camisa toda rasgada com marcas de garras Profundas por todo o corpo apesar de morto os olhos daquele homem permaneciam abertos e petrificados o motorista muito nervoso e assustado foi para a margem da Marginal expressa e acenou para uma viatura da polícia que prontamente parou e tomou ciência da situação questionado pelas autoridades se tinha atropelado aquele homem o motorista declarou que apenas observou aquele corpo caído ali e parou para prestar Socorro também declarou que não viu nenhum cão preto e não
conseguiu ver se ele estava com alguma arma nas mãos pois além da falta de iluminação pública no local dirigia debaixo de forte chuva e não dava para ver quase nada h mais de 5 m de distância perto do local onde o corpo de Prado foi localizado alguém espetou uma cruz de madeira no solo que logo foi arrancada partido ao meia e lançado no meio da pista da Marginal local segundo depoimento de um morador vizinho do Falecido nos dias em que se seguiram foi avistado um enorme cão preto conduzindo um filhote pela boca em direção oposta
a abandonada casa do Senor prato mas nunca mais ninguém viu o enorme cão naquele local ainda segundo os moradores locais Prado não tinha familiares em São Paulo e aquela casa logo foi invadida e demolida pouco tempo depois bom este é o relato Boa noite a todos tá aí galera vamos aí a um segundo relato Olá o meu nome é Francisco e moro em barra mana na região su Fluminense vou contar aqui uma série de pequenos relatos que aconteceram em minha família A minha tia Sida me contou que quando ela teve seu primeiro filho isso lá
nos anos 70 ela e meu tio foram visitar o meu avô que morava em um lugar afastado o meu avô era responsável pelos trabalhadores que trabalhavam em algumas construções de uma antiga firma chamada Bárbara os meus tios tinham que passar por uma estradinha de morro e quando eles estavam voltando pulou um cachorro preto medonho na frente deles e ficou olhando para o bebê com os olhos vermelhos ele tentou avançar no bebê meu tio puxou a faca e gritou bicho diabo sai da minha frente senão te mato aquele bicho viu o brilho da faca e se
jogou morro abaixo e eles foram embora bem rápido essa mesma tia me contou que o meu tio estava tomando banho no quintal em uma bacia fora de óleo minha tia disse Isaac não fique aí abusando e foi quando ele escutou um barulho próximo à cerca de Arame e viu um cachorro preto enorme do lado da cerca de cabeça baixa e com a parte traseira mais levantada ele saiu correndo nu para dentro de casa e o Lobisomem pulou a cerca devagar e foi na direção da casa ele começou arranhar a porta eles começaram então a rezar
e Pedir proteção de Deus porque a porta era trelada só com prego torto felizmente o Lom foi embora e no dia seguinte eles viram as marcas de arranhões na porta a minha mãe também me conta que no ano de 154 o tio dela estava voltando do trabalho por uma estrada de chão era sábado de aleluia ia dar meio-dia quando pulou Um Lobisomem branco na frente dele e ele gritou bicho diabo sai da minha frente senão te mato o lobisomem arregalou os olhos fez careta e sumiu no meio do mato neste mesmo ano Minha mãe disse
que o lobisomem era encurralado pelos cachorros e descia o morro brigando e ele batia no barraco do tio dela que quase o derrubava o tio dela ficava morrendo de medo no sítio onde a minha mãe morava o sass também aparecia por lá dava nó no rabo dos cavalos e jogou o esterco de vacas nas costas da minha avó enquanto ela lavava a roupa Minha mãe disse que o sass Além de danor na clina dos Cavalos ele também tinha um costume de enfiar uma vara de bambu no fiofó do cavalo e enquanto o cavalo saía correndo
desesperado ele ia sentado no bambu dando gargalhadas minha mãe me contou que quando ela tinha uns 13 anos de idade isso lá em 1962 Ela e minha tia foram acordar o meu tio de madrugada e levar café para ele o meu avô tinha o costume de sempre mandar elas acordarem ele para trabalhar nessa madrugada a luz estava Clara e quando elas iam pelo caminho elas escutaram folhas sendo pisadas e Galhos quebrando quando a minha tia olhou para trás ela disse para minha mãe ten Um Lobisomem atrás da gente minha mãe agarrou no braço da minha
tia e ela não teve coragem de olhar para trás mas Escutou ele estalando as orelhas minha tia disse que depois que as orelhas eram enormes e os pelos eram negros e ele ficava com a parte traseira mais elevada como se andasse arrastando os cotovelos no chão elas jogaram um bule de café no chão e saíram correndo de volta para casa quando chegaram elas gritaram e batiam na porta o meu avô abriu a porta bravo el queria bater nelas mas quando percebeu ele pegou a espingarda e começou a atirar no lado de fora de casa elas
fech fecharam a porta e só escutavam meu avô xingando e atirando depois meu avô entrou e elas contaram todo o acontecimento detalhadamente para ele e depois disso elas não foram mais acordar o tio de madrugada bom esses é os relatos da minha família Obrigado por narrar em seu canal tá aí galera dois relatos aí sensacionais enviados ao canal quem tiver relatos iguais a esse quiser enviar canal Emil está aparecendo na tela e também está na descrição do vídeo galera Me sigam lá nas redes sociais Facebook Instagram Twitter todos os links aí embaixo na descrição desse
vídeo galera muito obrigado e até a próxima