[Música] Olá, quero começar relembrando aquele texto que diz: "Porque dele, por ele e para ele são todas as coisas. O Deus soberano, o Deus maravilhoso, o Deus gracioso, o Deus bondoso, o Deus de amor e de paz, que está cuidando de mim e de você. E diante das adversidades, diante das tempestades da vida, precisamos ter a quem recorrer.
Sabemos que Deus pode muito e pode todas as coisas. Como sempre digo, a gente sabe muito bem que não cai uma folha de uma árvore sem um consentimento de Deus. Não rola uma pedra de uma montanha sem a permissão de Deus.
Bíblia nos diz que Deus sabe até quantos cabelos nós temos em nossa cabeça. Então, baseado nisto, eh, podemos construir a nossa fundação e a nossa vida na palavra de Deus, na esperança de que Deus pode todas as coisas. Eu quero então refletir com vocês nesta nesta nesta hora, né, antes da gente adentrar a aula.
Efetivamente, eu gosto de fazer isso porque é uma lição de vida e procuro trazer palavras de Deus para para o coração de vocês. E julgo isso de suma importância como parte da minha disciplina, porque se nós estamos falando de culto e adoração, é prepará-los para ser verdadeiros adoradores, independente de onde vocês ah estejam, de onde vocês estarão. O importante é que vocês tenham um relacionamento com Deus, conheça a Deus profundamente e aí aonde vocês estiverem vocês serão verdadeiros adoradores e prestarão verdadeiros cultos ao Senhor.
Então, primeiro a gente trabalha na individualidade, depois na coletividade, né? E nesse momento me faz relembrar um texto da palavra de Deus que Mateus, o evangelista escreveu. Narra um acontecimento de que quando Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador, esteve nesta terra e andou pela Palestina e dividiu a história no meio em antes e depois dele, tem um fato muito interessante que queria chamar a sua atenção como exemplo dele para nós.
Nós temos muitos exemplos, mas o maior de todos é o exemplo do próprio Jesus. E em Mateus, capítulo 14, versículos 22 e 23, eu leio. É aquele texto que Jesus anda sobre o mar, né?
Mas antes, porém, no versículo 22, diz assim: "E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco e fossem adiante para outra banda enquanto despedia a multidão. " Esse texto fala, acontece justamente depois da multiplicação dos pães e dos peixes, quando Jesus alimenta uma grande multidão de homens e mulheres e depois de alimentar aquela multidão, está com aquele povo, falar para aquele povo, Deus diz aos seus discípulos, vocês entram no barco e vocês vão adiante. Eu encontro com vocês depois.
E nos diz o texto que Jesus se separa para um local para estar sozinho e ali hã viver um momento a sós e e com o Pai. Se ele sendo o próprio Deus precisou disso, imagina eu e você. Então o que nós precisamos entender que Deus é ele que remove ah o stress, a as adversidades, o coração abatido.
Como isso acontece? como isso acontece. E mais do que nunca, vivemos sobre uma tensão.
E hoje se fala muito no bo e as pressões da vida. E quando nós estamos aqui nessa terra, especialmente nos Estados Unidos, ah, nós somos mais sensíveis, parece que as expressões são maiores. Então, a gente percebe que stress, o burn out são coisas que estão matando ao aos poucos as pessoas.
Não conseguimos escapar até que possamos nos render completamente ao Senhor. Como tornar o fardo Jesus vindo a mim todos os que estais cansados e sobrecarregado, e eu vos aliviarei? Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim que sou manso e suave.
Como então posso refletir? E como às vezes eu tô correndo tanto e vivendo a ansiedade, o stress, a pressão da vida e eu não paro, não paro. Então queria conversar com vocês sobre isso.
A questão é como encaramos esses momentos, como lidamos com esses momentos. Muitas pessoas tentam escapar desses sentimentos através de eh medicamentos, de drogas, de álcool, de jogatinas e muitas outras formas como compensação para esse momento eh de dificuldade e e só amplia e aumenta ainda mais. Pode por um momento, parecer que eh não estar presente, mas o problema não foi resolvido.
Então, não adianta ter um sentimento de fuga, sabendo que nenhum desses métodos são verdadeiros e eficazes, que a única solução vem somente de Deus e ele gratuitamente oferece aqueles que os busca. de Jeremias, profeta Jeremias, Deus falando através do profeta Jeremias 33:3, diz: "Clama a mim e responder-te ei, e anunciais e anunciar-te ei coisas grandes e firmes que não sabe. " O próprio Jesus deparou-se com uma experiência também desta quando viveu nesta terra e como humano viveu, ele teve eh momentos de pressão também, não é?
E exatamente o que ele fez. Eu quero enxergar este exemplo de Jesus para que possamos caminhar juntos. Depois de Jesus alimentar toda aquela multidão de mais de 5000 homens e mulheres, Jesus mandou que seus discípulos entrassem no barco e fosse adiante para que ele pudesse separar um lugar e orar.
E é interessante, ele queria e precisava de um tempo a sós com o pai, não é? E ele sabia que isso era vital, assim como foi no Getsemêmane, antes dele ser traído com o beijo da traição e ser julgado e condenado inocentemente e ser crucificado, ele sempre eh tirou esse momento para estar com o Pai. Então eu quero chamar sua atenção para há duas palavras na no vocabulário inglês que que me chama atenção e nos remete a esse momento a sós solitário.
Então existe dois momentos chamado em inglês alone no sentido de sentir a sós abandonado. Ou solitude. solitude é um momento a sós que nós escolhemos para um benefício e para bons resultados, momento de reflexão.
Então eu escolho estar em alguns momentos a sós e nós precisamos disso. Na nossa cultura nós caminhamos, nós corremos para muitos lugares e nós não queremos parar um pouco para fazer uma introspecção, para ter um momento a soja. Então, deixe-me pensar com vocês sobre algumas coisas.
Ah, vamos pensar nesse momento de solitude. O que é? Não é o um momento a sós com intenção objetiva.
Não é sentir a solidão, uma ausência de pessoas, não é? Porque às vezes nós estamos em meio a tantas pessoas e nos sentimos sozinhos e às vezes sozinhos nós somos maiores. Então a prática do momento a só chamado solitude e não solidão.
Isso é gastar ou investir um tempo a sós com o Senhor nos liberta desses momentos de burn outress. Por que isso? Esse tipo de isolamento não é se sentir sozinho, não é?
Este momento é uma escolha voluntária quando nós separamos dos outros para estar sozinhos conosco. E aí tá o segredo e com Deus. Porque é em Deus que eu encontro a força e a razão para continuar a minha jornada, a minha luta, o meu trabalho e e sei que serei mais do que vencedor.
Então, razões para este momento de solitude, primeiramente, para um relacionamento com Deus, precisamos ter esse momento a sós com ele. Deus nos criou a sua imagem e porque ele nos queria para um relacionamento conosco, ele nos criou desde a eternidade. O texto de Gênesis diz que Deus descia todos os dias da tardinha e conversava com o homem.
Deus criou o homem para estabelecer um relacionamento com ele. E uma das razões da de toda essa crise emocional afetiva que nós temos é justamente a ausência do nosso relacionamento com Deus. Porque nada pode preencher o vazio da ausência de Deus.
A completude do homem só existe no seu relacionamento com Deus. Eu não tô falando de religiosidade, não, tá? Não tô falando de igreja.
Gente, a gente, a gente vai lá na igreja, a gente se junta, a gente fala de cultos, de louvores, daqui a pouco nós saímos da mesma forma e até vezes piores dependendo. Não estou falando isso. Estou falando de um momento a sós para você estar com com você mesmo e com Deus.
Eh, para separação, estar sócio também é a forma que Deus trabalha em nós, nos preparando para os dias que virão. Então, às vezes nós reduzimos a nossa vida cristã aos encontros coletivos da igreja ou com os mã com os irmãos, mas eu preciso de um momento chamado de solitude, ações comigo mesmo e com Deus. E nessa vida aqui nos Estados Unidos, uma correria louca.
Então, precisamos eh pensar de como vamos fazer isto. Sabe uma outra razão importante, experimentando esse momento de solitude, né, eu chamo eh como experimentamos e o que experimentamos. Primeiro devemos entender algumas coisas para um relacionamento com Deus.
Deus nos criou para esse relacionamento com ele. Nós falamos sobre isto, não é? e também para eh nos separarmos para estar com ele.
Agora, experimentar esse momento aos com Deus nos leva a alguns experimentos, algumas experiências, tá? Primeiramente, como faço isso? Eu de entender.
Primeiramente eu vou fazendo, abrindo a palavra de Deus e focando nela. A palavra de Deus é o nosso alimento. Jesus nem só de pão viverá o homem, mas toda palavra que sai da minha boca.
Salmista disse: "Luz para os meus pés e a tua palavra". Não é? E o que diz o texto?
E o Senhor tem nos conduzido? Entendeu? É, então o que acontece?
O Senhor quer nos conduzir. Eh, devemos eliminar as distrações. Quer dizer, às vezes nós estamos diante do Senhor, mas é o celular que chama, é o computador, é.
Então, como posso fazer isso? Eu tenho que eliminar essas distrações para ter um momento só com Deus. Eu tava dizendo aqui, lâmpada para os meus pés e a tua palavra e luz para o meu caminho.
Exatamente esse texto que eu queria dizer. Lâmpada para os meus pés e a tua palavra e luz para o meu caminho. Isso é sabedoria, orientação.
Agora, o que é que nós devemos fazer? Quais os benefícios deste momento a sócio com Deus? Que benefícios nos traz isto?
Se nós praticarmos esse momento de nossa vida, muitas coisas serão mudadas a partir de dentro para fora e a partir do próximo para o distante. Então o que é que eu digo? Tomaremos a nossa, tornaremos, né, os nossos dias ocupados, mas produtivos e frutíferos.
Porque este momento na presença de Deus fará com que o Senhor trabalhe em nossa mente, em nosso coração. Ouviremos a voz dele e ele nos guiará abrindo portas e circunstâncias quando eu começo sozinho com ele. também.
Ah, esse momento a com Deus traz reparos aos danos que a minha vida teve. Depois de dias difíceis, quando achamos que não hã não conseguiremos mais suportar e continuar a vida, este é o tempo com Deus que nos nos recarrega emocionalmente, remove essas preocupações exageradas, trazendo um sentimento de liberdade e refrigério e de esperança. É isso que sempre Deus produz em nós, sabe?
nos traz paz e alegria. Esse momento asso com Deus, esse tempo com o Senhor traz a calma ao nosso coração, a quieta o nosso espírito e nos torna capazes de continuar. Sabe o que acontece mais quando eu separo esse tempo para com Deus?
Nos traz grande força vindo da parte de Deus. Às vezes eu quero resolver as coisas no meu braço, eu quero resolver na minha mente, na minha condição econômica, financeira, intelectual. Deus diz: "Não é aí.
A minha palavra é a última". nos tornamos pessoas preparadas para enfrentar qualquer situação na fé e na dependência de Deus. Agora, outra coisa, o que acontece quando separamos um tempo a sós conosco, mesmo com Deus, nos traz grandes forças vindo da parte do Senhor e nos torna capazes de enfrentar, como disse, essas circunstâncias, mas produz em nós também um grande momento de confiança em Deus.
Aprendemos a descansar no Senhor, nosso Pai eterno, que tem todo o poder nos céus e na terra, que cuida de nós. E quando realmente separamos esse tempo de, eu chamo de solitude, um tempo a sócio comigo mesmo, refletindo quem eu sou, a minha identidade como filho de Deus, sabendo que Deus cuida de mim, então na presença dele, isso desenvolve em nós um profundo relacionamento com o Senhor. Neste momento a calmo, nós aprendemos ter uma maior e um íntimo relacionamento com Deus.
E a partir desse momento ações de intimidade com Deus, aí sim quando me reuni, me reúno com os meus irmãos ou com as pessoas a quem eu eu quero prestar um culto a Deus, tudo é diferente, porque este momento é especial como ápice daquele momento que eu tive a só com Deus. Então veja bem, se você quer que Deus realize grande coisas na sua vida, separe um tempo, seja qual for o tempo, separe um lugar, um momento e um tempo para estar diante de Deus. Primeiro pare um pouco, reflita sobre a sua vida, ore para seu passado, seu presente e seu futuro.
Coloque as suas preocupações diante de Deus. nos diga: Deus tá aqui em palavras próprias, tá aqui. Essa é minha preocupação tem inquietado meu coração.
Mas também eu quero colocar diante de ti, Senhor, meus projetos e sonhos. Senhor, me orienta nesses projetos. Me abençoa, Senhor, nesses projetos.
E Deus vai abençoar e vai orientar os seus projetos. E aí a paz vai tomar o seu coração e sobretudo o vigor e a força vindo de Deus para você continuar e conquistar. Estabeleça um momento de solidão no sentido de solitude, não de estar sozinho, mas um momento a sós com você mesmo com Deus.
E nesse momento, uma coisa que eu gosto muito de fazer quando estou é cantar o nosso culto pessoal individual, né? A gente só fala de culto, worship na igreja, mas quando a gente tá pessoalmente, canta algumas músicas de louvor e adoração, escuta algumas músicas, então depois ler um texto da palavra, fala com Deus, são coisas tão simples, coisas simples que muda a sua vida completa aqui nessa terra e na eternidade. E Deus vai começar a te abençoar e vai começar a se revelar a você de uma forma muito especial e você sentirá o poder e a graça de Deus.
Então vamos fazer isso. Vamos separar um tempo para solitude, um tempo a só conosco e com Deus. E isso mudará a nossa vida por completo.
Vamos continuar nessa aula falando sobre a música gospel e a gente tem tentado entender isso ah no contexto do culto cristão, porque a gente precisa entender a origem, né? Então, a gente ao estudar a história da música e do culto, vamos ver que eh a música ela ela teve uma influência muito grande, né? E a sua origem, que a gente viu na aula passada, a música gospel, ah, nas igrejas afro-americanas e suas primeiras canções eram compostas em ritmo de jazz.
Aí, hã, a gente verificando que bem diferente da variedade de melodias que encontramos hoje, não é mesmo? Ela começou voltada pro jazz e isso é muito interessante. Eh, quando eu penso no estilo de música que se iniciou e no momento foi algo bem bem difícil para entender, porque eles não compreendiam como é que essa música tinha tinha entrado na igreja.
acostumado só com os hinos e os e e os hinos, realmente, né? E agora entra alguém e e esse esse alguém foi o o músico Thomas Dorsey. Na época era um pianista de blues, conhecido como George Tom.
Ele ele começou a a ele se converteu numa igreja metodista e aí ele começou a a ele era um grande músico, começou colocar as letras nas músicas e nos ritmos de jazz como um grande pianista que ele era. E é interessante que logo no início não se reconheceu isso. Só depois da morte dele é que perceberam quão influente ele foi.
Então, eh, precisamos a entender isso. Então, começou a escrever letras e conteúdos religiosos sem abandonar o ritmo que sempre tocou. Então, foi ele foi o primeiro a trazer esse ritmo, né?
Então, foi uma proposta muito ousada na época. Suas composições não foram bem recebidas por seus irmãos de ministérios. Então, como eu te falei, só depois do falecimento dele é que ele foi reconhecido.
E aí, de fato, a música gospel, ela ela começou a a ter sua trajetória bem depois, bem depois, bem depois. Então, na deixe-me ver o esse estilo, né? nesse estilo, influenciado pelo pelo pela música do Dorsey.
Outros nomes de gospel surgiram para trazer o outro estilo de música que eh simplesmente foi a ah crescendo. Interessante que depois até o Ray Charles, ele ele começou também a compor no estilo que ele tocava, né? Só após a Segunda Guerra Mundial, a formação foi, essa formação foi evoluindo e começou a surgir quartetos gospel.
Então, se no início ele começou a colocar os estilos blues e aí a gente vai ver que era o couro, né, que já existia os coros nas igrejas, agora com com o cantor, ele cantava e o couro respondia, só que num novo estilo de jazz de blues, eh eles estavam agora cantando. E isso depois foi mudando. É, depois foi surgindo os cantores de rock da época, inspirado também artistas que cantavam e traziam esses estilos.
Como o próprio Elvis Presley tem alguns discos lindos dele gravando hinos e música. Ele traz ah os hinos no ritmo de rocking, né? Então, é eh eh até o próprio Michael Jackson, ele canta I will be There, é um outro estilo de música também.
Então, e a gente percebe, percebe exatamente isso. Nos anos 80 se ganhou mais visibilidade com um estilo bem diferente, tradicional, como o rock, o pop. Então, músicas que que traziam para pra comunidade cristã um novo estilo.
A gente vai ver vai ver sempre isto, tá? Então, é importante saber que a música gospo, ela teve várias fases. Então, queria destacar algumas coisas agora, por exemplo, o couro antigamente.
Então, o que é um couro? Vamos só trazer alguma algumas algumas orientações e explicações. O couro, na verdade, é um conjunto de pessoas, né?
Um grupo de pessoas em que se divid em vozes. Então, as mulheres cantam soprano e contra, os homens tenor e baixo, né? O baixo é a voz mais grave, o ten é a voz mais aguda dos homens.
E às vezes tem alguns que não conseguem ter uma nota tão grave, uma nota tão aguda, é chamado de barítono, é a voz intermediária entre a voz ah tenor e baixo. Então você tem ali as vozes que se harmonizam em um couro que se torna lindo, soprano contra alto, baixo, tenouro e baixo e no meio barítono. e essas canções.
Então eu queria, a gente ouviu, eu vou deixar aqui também mais um outro couro. A gente viu a semana passada, eu vou colocar um couro também aqui. Você viram nessa época os quartetos também, especialmente quartetos masculinos.
E o que é um quarteto masculino? é um grupo musical formado por dois tenores, um barítono e um baixo. São quatro vozes bem distintas que harmonizam e se tornam muito belo.
O quarteto é um grupo musical composto por quatro integrantes, alguns têm mais, né, que podem ser cantores ou instrumentistas, porque a gente tem também instrumentos, mas eu tô falando de de cantores, né? Então esse quarteto pode ser formado por por vozes e diferentes vozes, né? Então a gente poôde perceber isso.
Então quais são as vozes desse quarteto masculino? Os os superando contrato, as duas vozes masculinos, tenu e baixo, né? Quarteto de vozes masculinos são formados por esse grupo.
Enquanto o quarteto feminino, eles cantam com dois sopranos, um meso soprano e outro contra o ou sem canta com esse quarteto eles cantam com acompanhamento ou sem acompanhamento. Então eu vou deixar um exemplo aqui eh sobre um quarteto ou dos quartetos para que vocês possam eh estar juntos, né? Então, eh, estamos juntos para ter o exemplo, né?
A classificação desses vocais no quarteto. O tenô é uma voz mais aguda, tá? Entre o tenô e o baixo, nós temos o barítono, que é uma voz intermediária, e depois a voz mais grave, que é o baixo, tá?
no quarteto feminino. Eu também vou deixar aqui um quarteto masculino e um feminino soprando. Trouxemos a voz mais aguda.
O mesmo soprando, né, significa meio então meio termo de voz entre o soprano e o contralto e o contralto uma voz mais grave se forma então assim um quarteto hoje já não mais tão cantado, não tão visto, mas isso era algo que a gente via muito. Então, nas igrejas e nos cultos onde a a o gospel, o momento gospel começou e depois os cultos cristãos, nós temos percebido, temos estudado que a música na igreja atua como uma linguagem de expressão espiritual e também emocional e oferece aos seguidores, aos membros, uma forma de transformarem o que é invisível, íntimo, como adoração a Deus. em testemunho público, né?
Ali as pessoas vendo a música GFP desempenha esse papel crucial na expressão religiosa cultural de diversas comunidades, diversos grupos e e a gente vai vendo que vai crescendo isso. E aí tem logo depois dos quartetos, os coros e vem os grupos de louvores. Então o que seria grupo de louvores que a gente vem?
São grupos de cantores e músicas se reúnem para adorar a Deus. Eles ensaiam com os instrumentos e as vozes. Então, hoje, antigamente, não tínhamos tanto no início ah do da música gosspel, a gente tinha o couro que conduzia o povo e um uma pessoa solando com o couro e a congregação toda cantando.
Hoje nós temos as bandas, né, as bandas que são esses grupos de louvores com instrumentos eh e as vozes que conduz o povo a adorar a Deus. Então são os grupos de louvores e coros. Algumas igrejas continuam tendo coros, a gente falou, né?
É uma tradição muito das instituições mais das igrejas mais tradicionais. Na maioria das vezes são a porta de entrada para grandes talentos do mundo musical. Se a gente olhar os grandes cantores norte-americano, eles começaram cantando em coros de igreja, Whtner, Hilston e outras mais.
E a gente vai ver, por exemplo, no Brasil, Timaia, ele começou cantando no coro de igreja, depois, infelizmente, abandonou a vida cristã para viver dissolutamente, viver uma vida completamente com tantos talentos, mas viver uma vida longe, distante do Senhor. E percebemos como terminou. Então, os cantores dos coros são responsáveis pelo pela harmonia das vozes, né, quando se juntam para cantar.
Então, a gente vai a gente perceber essa diferença. Eh, e nós percebemos também e neste grupo que nós temos os solistas na igreja, né, no culto cristão. Então, você tinha o couro, então se a gente falou do quarteto e do solista.
O que é o solista? aquele que faz um solo. O solo musical na igreja é a execução de um trecho musical, uma canção, uma música por um único cantor ou mesmo instrumento, ou seja, um desempenho a solo, somente, sozinho.
O cantor, o instrumento que executa o solo é chamado de solista. Então a gente vai ver muitos cantores. Antigamente você tinha o couro, não é?
Você tinha o grupo de louvor e todos cantavam uníssonos e e a gente três, quatro pessoas cantavam na frente e dividiam em vozes. Então você ouvia duas ou três vozes. Então eram pessoas estudadas, preparadas e se ensaiavam bastante para isso.
Hoje o que a gente percebe não, nos cultos de louvores, você tem um dirigente de louvor à frente com back voice, né? Isso a gente herdou. Vamos popular.
Então, se tem um grupo atrás que faz o back voice de um cantor da frente, né? Ah, eu entendo que, sabe, o louvor ele é congregacional, deve ser todas as pessoas cantando. Que o papel da banda e do grupo de louvor é conduzir o povo a uma adoração sincera com Deus.
Não é apenas, porque na minha concepção, um grupo que está à frente apenas canta e a congregação ou as pessoas que estão participando desse culto eh estão desconectadas e eu vejo muito isso. Elas não cantam, elas não participam, não interagem. Eu vejo como falha grande.
No culto não se destaca o solista, o cantor em si, nem a banda, porque o worship é uma expressão coletiva de adoração ao único Deus. Unimos vossos sentimentos para adorar a Deus. Então, quando eu crio uma grupo de louvor, uma banda onde ela executa, a gente só escuta as a os instrumentos e as vozes ah daquele grupo nos affalantes e você não ouve a congregação ou não ouve os adoradores a a algo falho aí.
O certo seria ouvirmos todas as vozes, todo todos cantando. Então, o louvor seria condição. O que acontece?
Nós elevamos muita altura dos instrumentos das vozes, eh, na intenção de induzir, talvez conduzir as pessoas a cantarem aquilo que nós estamos cantando. O verdadeiro louvor é um despertamento espiritual. Ele vem de dentro para fora.
Como sempre digo, não é a altura da voz, nem dos instrumentos, mas é o que brota do coração. O verdadeiro líder de louvor, a sua voz é aquela que apenas dá o tom e a condução para que os demais cantem. Se a evidência é apenas a voz daquele que está liderando e dirigindo, não sei.
Isso é um culto coletivo a Deus, um borship a Deus. Precisávamos ouvir assim como um verdadeiro couro harmonicamente cantando, você escuta as outras vozes, você escuta a voz de quem tá do seu lado, direito, esquerda, você vai, você, sua voz num couro, nenhuma voz pode sobressair. O que nós fazemos e entendo como culto a Deus, seria um grande couro de louvor a Deus.
Então, as nossas vozes se uniriam num grande, numa grande expressão de louvor a Deus. E às vezes o que percebemos são pessoas que estão eh gritando, pessoas que estão induzindo, pessoas que às vezes estão até manipulando. E isso a gente prendeu talvez lá com o mundo.
O carisma de algumas pessoas levam as pessoas a sentirem. O bom é que, e o certo é que pudéssemos ouvir a igreja toda, a congregação toda, o palco todo, o local todo onde nós estamos, todos cantando. Eu digo que o verdadeiro culto é uma expressão de louvor a Deus, onde todos que ali estão são contagiados a cantar com a voz e com o sentimento.
E aí sim é algo belo e lindo. Eu fui numa igreja onde você escuta todo mundo cantando as vozes, as pessoas sentindo e cantando de fato. Como é diferente daquele lugar que a gente vai e a gente vê então um grupo na plataforma eh cantando eh instrumentos altos e vozes altas que a gente não escuta 200, 300, 400 pessoas que estejam ali para adorar a Deus.
É importante. Eu penso muito numa coisa. Hoje as igrejas não têm mais corus, mas corus ela é importante, é um estilo de música diferente.
O couro é bom porque ele une as pessoas, elas têm que ensaiar. Isso traz unidade na igreja. Ela afina as vozes porque é no couro que você desenvolve seu talento, você descobre que canta.
Então, muitas pessoas poderiam cantar, fazer solo, mas elas nunca se desenvolveram. E era no couro que nós achávamos e descobríamos essas pessoas, os grandes cantores era no couro, porque eles aprendem a colocar as vozes corretamente, a cantar corretamente, cantar com os outros, a afinação. E aí vai se desenvolvendo.
Então você une as pessoas e mas hoje nós não temos mais o curo. Ficou algo como obsoleto para muitas igrejas contemporâneas. Eu gosto muito do culto eclético, né, onde a gente pode reunir todas essas coisas, de vez em quando, trazer um quarteto para até eh colocar as pessoas diante eh desta música para que elas sintam o que é um quarteto e vejam a harmonia das vozes.
Eh, e é lindo um quarteto masculino, um quarteto feminino, às vezes um dueto, duas vozes distintas cantando, se harmonizam para louvor de Deus. Algo tremendo. Eu sempre gostei muito disto quando a gente canta vários cânticos e eu gosto desse culto eclético.
A gente começa adorando a Deus, louvando a Deus, cantando vários cânticos, que o canto, os cânticos e louvores, eles nos trazem, eles nos aproximam, eles nos fazem eh separar a mente e o coração de outras coisas. E ali no culto a gente começa, e aí eu gosto sempre antes de uma reflexão, ter um momento instrumental ou um momento musical, um solo, um dueto, um quarteto ou mesmo um grupo de cor que pudesse cantar antes da mensagem, preparando as pessoas, porque se cria um ambiente de reflexão, um ambiente eh cristão, onde as pessoas preparam o sentimento e o coração para ouvir a voz de Deus. Deus.
E até isso a gente precisa construir músicas. As músicas elas podem começar bastante ritmada. Ela vai diminuindo seu estilo.
E aí no momento antes da, né, antes de gente ouvir a palavra, antes do compartilhamento da do compartilhamento da palavra, ter um instrumento ou uma música que acalme e nos prepare para receber a mensagem. Às vezes a música antes da mensagem é uma música bem ritmada, bem bem batida que agita você mais do que te acalma para receber a reflexão. Tudo isso é importante considerar.
Outra coisa, a música após a reflexão teria que ser uma música de também de consagração, música de pensar sobre aquilo. E eu gosto muito do estilo que a gente depois da mensagem cante uma música sobre reflexão da mensagem. a música mais calma que nos leva a pensar e aí sim depois a gente termina o culto.
Eu gosto muito disso, terminar o culto com uma música bastante animada, de vitória viva, para sair dali ah vivo e fervorosos na certeza que Deus está nos conduzindo para para vitória na semana que se começa. Eh, a gente precisa pensar e refletir muito sobre isto. O culto é um todo.
Então, as várias, os vários modelos e a gente falou, né, e a semana que vem a gente falar especificamente sobre o culto contemporâneo, a origem dessa música que começou nas igrejas afro-americanas, elas vêm de um sentimento muito profundo e ela uniu sentimento deste povo, a esperança desse povo, a fé deste povo por tantos anos de sofrimento. a fé esse povo com um ritmo que agora sim eles conseguem unificar a mente e o ritmo deles como Jazz, como Blues e depois como o rock, né? O hip hop que foi adicionado.
São ritmos que vem trazendo ah uma sensibilidade maior porque faz parte da nossa cultura. E quando eu penso em ritmo, eu não penso no culto, no ritmo como mais importante, mas na letra que nós estamos cantando. Ela reflete uma teologia correta.
Ela nos eleva a Deus, ela nos leva a adorar a Deus. Ela é cristológica, ela é cristocêntrica ou ela é antropocêntrica onde expressa apenas as minhas necessidades. Então, a gente precisa pensar muito neste tipo de louvor e adoração a Deus.
Eu vou deixar, a gente tá vendo aqui algumas algumas músicas como exemplo para que vocês possam observar e distinguir estas músicas. Eh, quarteto, quarteto masculino, quarteto feminino, eh, couro, ah, músicas, bandas de voz, como a gente tinha, por exemplo, Vencedores por Cristo, Grupo Logos. Eu vou deixar algumas músicas aqui, eh, para que vocês possam ver os níveis diferentes dessas músicas e assim vocês possam, eh, acompanhar.
Então, durante todo esse essa aula, a gente vai tendo na prática. Eu queria que vocês teclassem ah realmente nessas músicas e observassem as diferenças de estilos que compõem a música cristã. Então eu, na minha concepção, eu gosto muito do culto eclético, onde temos diversas modalidades de músicas cantadas, não é?
Porque a gente canta querendo apenas atingir uma parte da nosso do nosso grupo. Então, quando eu eu e o culto é uma questão sociológica também. Se eu canto uma música só contemporânea e moderna, eu posso não alcançar outro grupo.
Então existe grupos, pessoas extrovertidas, pessoas introvertidas, pessoas mais reflexiva, menos reflexiva, pessoas que gostam mais de ritmo, pessoas que gostam mais da letra. Então, como eu vou mesclar isso? Precisamos pensar nisto para que não nos percamos numa música apenas ah comercial, onde de fato não alcança o coração das pessoas.
e muito menos alcança o trono da graça de Deus. Que tipo de músicas nós vamos cantar? Como será o nosso culto?
Eu continuo repetindo, não é o estilo que determina, mas é a forma como eu adoro a Deus, como eu cheguei para adorar a Deus, como quando eu saí da minha casa, o que eu pensei quando vou em direção a me reunir com o meu grupo para adorar a Deus. O que eu sinto, eu tô entregando a Deus o meu melhor com a minha voz e o meu sentimento. O que é que está acontecendo comigo após este culto?
Quando eu vou paraa minha casa, o que de fato eu tô levando? Eu continuo cantando as músicas que cantei durante o worship, durante o culto, continuo refletindo sobre as letras daquela música. ela continua tocando o meu coração ou ali ficou e ali terminou e ali eu ponho um ponto e tudo é diferente de após o worship, após o culto.
Precisamos refletir sobre muito isso, muito sobre isso, porque a maneira que Deus nos alcança é a maneira que nos dirigimos a ele. E a forma que nós nos dirigimos a Deus em culto determina o nosso relacionamento com ele e os nossos dias futuros. Então, pensa bem como você quer adorar a Deus, como você quer cultuar a Deus.
Aprendemos com os nossos irmãos eh afro-americanos colocar o sentimento e o a voz e e dizer para Deus o que tem no nosso coração, seja no couro, seja no um quarteto. E outra coisa, quando fala que o culto coletivo, quando o quarteto tá cantando, eu tô pensando nas letras das canções que eles estão cantando. Geralmente o quarteto canta uma história.
Quando o coro está cantando, geralmente ele também tá contando uma história. E é importante que eu possa também num culto parar para ouvir um quarteto, um solo de alguém, a letra que ela está cantando e dizer amém obrigado por essa essa mensagem desta música, como ela me alcança. E assim seremos muitos muito mais abençoados, nossos cultos serão muito mais poderosos e a presença de Deus se manifestará de forma muito mais intensa.
Que Deus nos abençoe e nos faça sempre entender como devemos cultuá-lo, como devemos abençoar a nossa vida com os cultos onde nós vamos. que não seja apenas um mero ajuntamento de pessoas, mas uma expressão montológica, uma expressão do ser humano para Deus, do meu ser para o meu Deus, que aí eu cantando qualquer estilo que seja, o que eu quero é adorar a Deus. Ele é a razão do meu louvor, ele é a razão da minha adoração, ele é a razão de tudo que eu sou e tenho.
Vamos orar. Pai, obrigado por esse dia. Obrigado pela tua presença.
Obrigado pelo teu cuidado. Nos ensina, Senhor, a te adorar em espírito e em verdade, seja qual for o estilo, Senhor, em nome de Jesus. Amém.