começar agora a criar conteúdo, mesmo com medo, mesmo sem experiência, mesmo sem conhecimento, mesmo pequena, ou de repente esperar um momento perfeito para começar, momento esse que parece que nunca chega. E eu sei que é tentador a gente esperar esse momento perfeito, a gente querer se planejar, a gente querer se preparar, estudar mais. Mas ao mesmo tempo, você já parou para pensar que quanto mais a gente adia, cada dia que a gente não faz aquilo que a gente quer fazer, parece que deixa o nosso sonho, deixa o nosso projeto cada vez mais longe, cada vez mais impossível, cada vez mais difícil.
E eu falo isso porque isso já aconteceu comigo. Eu comecei a pensar em criar conteúdo lá em 2015 e eu não me sentia pronta o suficiente, não me sentia preparada o suficiente. E eu fui deixando a vida acontecer enquanto eu não realizava isso.
Eu fui caindo no ciclo da paralisia. Então, nesse vídeo, eu quero te contar um pouquinho como esse ciclo da paralisia funciona, o que que acontece e como que a gente faz para sair dele, pra gente conseguir começar, começar o nosso projeto, começar aquilo que a gente sonha em fazer. Bora falar sobre isso e prazer, se a gente não se conhece ainda, sou Ana fala sobre criação de conteúdo, monetização, negócios digitais e várias coisas desse nosso mundinho aqui da internet.
Mas antes da gente começar, eu tenho duas coisas para te contar. Primeiro, eu cortei o cabelo, como você pode estar vendo, e eu não gostei. Mas vai ficar assim mesmo.
Eu fiquei com essa franja e eu percebi que franjas para quem usa óculos não funciona muito bem porque ela vai ficando torta aqui. Mas tudo bem, tudo bem, vai crescer, daqui a pouco eu já me acostumo com ela também. Mas a novidade mais importante do dia e que eu estou animadíssima para compartilhar com você é que depois de escutar vários de vocês aqui no YouTube, lá no Instagram, de conversar, de atender muitos de vocês também no um a um e de entender as reais dificuldades que a gente tem na hora de começar a criar conteúdo, que não é ter acesso só a informação, mas é ter acesso a ferramentas, a feedbacks, a coisas mais estruturadas que ajudam a gente nesse começo.
desenvolvi o meu mais novo curso Conteúdo sem Neura, mas que na real ele é muito mais do que um curso porque ele não tem só a parte gravada, ele tem as digits que são inteligências artificiais que te ajudam em cada etapa do processo, desde os mapeamentos iniciais para entender seu público, para entender seu objetivo de negócio, como você vai monetizar, até a parte de você se posicionar, fazer identidade visual, criar conteúdo, fazer roteiro, fazer tudo. Então, tem várias digits que te ajudam em cada um desses processos e eu estou extremamente orgulhosa porque, de fato, eu transformei as inteligências artificiais que eu já usava aqui no meu negócio que eu uso há bastante tempo. Eu uso isso para criar conteúdo por aqui, como você já deve saber, talvez.
Eu transformei isso num produto para você também poder usar e para você também ter mais facilidade na sua criação de conteúdo. Então, vou deixar, já falei demais, vou deixar o link aqui na descrição para você dar uma olhada e bora pro conteúdo. Então, bora tirar esse elefante branco da sala, que é o mito de estar pronta.
Quando a gente começa a criar conteúdo, quando a gente decide começar a criar conteúdo, a gente acha que a gente precisa estar pronta, que a gente precisa estudar muito, que a gente precisa se preparar muito, precisa saber fazer as coisas, quando na verdade isso não existe. A gente só vai ficar boa quando a gente se coloca em movimento. E de fato essa essa sensação de necessidade de estar pronta, ele é um mecanismo de proteção que a gente coloca na gente mesma.
Pelo menos foi assim comigo. Então eu usava essa desculpa para me proteger do medo de me expor, do medo de falar besteira, do medo de ser julgada. E de fato eu me protegi por muito tempo e adiei meu sonho por muito tempo.
Usei isso de álibe mesmo. Eu tive a primeira ideia de começar a criar conteúdo foi em 2015, quando eu vi uma pessoa da minha área, uma profissional da minha área que era da arquitetura. Eu sou arquiteta de formação, se você não sabe.
E ela começou a criar conteúdos muito bons dentro desse nicho. Começou a explodir e ficar muito reconhecida dentro da arquitetura. Tão reconhecida que os profissionais da arquitetura começaram a pedir conselhos, começaram a pedir ajuda para também bombar as suas próprias redes sociais.
O nome dessa pessoa é Carol Cantelli. Hoje ela é enorme nas redes sociais. Ela não fala só de arquitetura, ela fala de várias coisas diferentes, vários nichos diferentes, né?
Fala de criação de conteúdo como um todo. E ela já tá aí há muito tempo já consolidada, né? Eu quis começar a criar conteúdo naquela época junto com ela, só que eu não tive coragem.
Então, olha só o tempo que eu perdi. Olha só essa paralisia como foi bizarra. E como que surge esse mito?
No fim das contas, eu tenho algumas teorias, tá? E eu acho que são basicamente quatro os principais motivos. Primeiro, a gente tem uma cultura de alta performance que a gente precisa ser muito bom no que a gente tá fazendo, que a gente precisa entregar muito resultado e realmente fazer tudo do jeito mais perfeito possível.
Isso acaba deixando a nossa própria régua lá no alto e a gente não se sente nunca pronto o suficiente para entregar essa performance, para entregar esse resultado como criador de conteúdo também. Até porque aqui tá todo mundo vendo, né? Quando a gente faz alguma coisa mais em off, a gente tem mais chances de errar, digamos assim, porque a gente erra em segredo.
Aqui não, aqui a gente tá sendo exposto o tempo todo. Então, acho que essa cultura interfere bastante no nosso processo de criação de conteúdo. Segundo ponto é as próprias redes sociais, né?
Porque aqui todo mundo é perfeito demais, todo mundo só mostra o seu palco, todo mundo só mostra a parte boa, edita o que compartilha. Então a gente fica realmente se comparando com o palco dos outros, comparando o nosso bastidor com o palco dos outros. A gente compara a nossa bagunça com a perfeição editada dos outros.
E aí a gente sempre se acha pior do que a gente realmente é, quando na verdade a outra pessoa pode estar muito mais, né, perdida do que a gente, só que a gente não tá vendo isso porque ela tá de fato fazendo, ela tá botando a mão na massa, ela tá executando, né? Então, acho que as próprias redes sociais atrapalham a gente nesse processo. Outro motivo, acredito que seja a própria escola tradicional que estimula a gente a entregar resultados perfeitos, a entregar coisas muito muito curadas, né?
Na faculdade, o tanto de bronca que eu já levei na faculdade por não estar perfeito, por est fazendo, sei lá, mais simples do que o professor queria, não tá representando do jeito que o professor queria. Então, a gente tinha meio que adestrado para isso, né? a entregar a perfeição.
Nossa, virei um monte de noite para entregar trabalhos mais perfeitos possíveis, sabe? Acho que isso com certeza influencia também. E o último motivo é a nossa relação com o erro.
Por mais que a gente tente fazer tudo perfeito, a gente se esforce para fazer tudo perfeito e mesmo assim a gente erra no final, a gente não lida bem com isso. Não sei se você já parou para pensar nisso, mas a gente não aceita muito bem esse erro. E eu comecei a mudar essa mentalidade depois que eu fui CLT numa numa Big Tech.
E lá a minha gerente falava: "Cara, pode errar, erra, mas erra e corrige rápido. " Erra e corrige rápido. No mercado normal, no mercado tradicional, isso não é uma coisa muito natural pra gente.
Só que no mercado digital isso é meio que uma cultura, sabe? tipo, erra rápido, corrige rápido e faz de novo. Porque a gente realmente tá em movimento muito rápido por aqui.
E isso foi um grande aprendizado que eu carrego desse emprego que eu estive, desse cargo que eu tinha lá, porque realmente me ajudou a desconstruir muitas camadas assim desse perfeccionismo e de querer est pronta, querer estar perfeito e de fato a gente não vai estar perfeito, não vai est pronta, não vai est nada. Enfim, quando eu tava fazendo esse roteiro, eu resolvi pesquisar alguns casos de empresas que não estavam prontas para começar e que começaram mesmo assim para talvez inspirar a gente por aqui. E eu achei dois casos muito interessantes que são o primeiro do Instagram, o segundo do Airbnb, que são empresas que, cara, a gente usa todos os dias, a gente se orgulha, a gente gosta, se relaciona e mesmo assim, quando elas começaram foi tenebroso.
O Instagram, pr você ter noção, ele foi fundado por dois caras, um deles inclusive brasileiro. E eles fizeram um aplicativo muito inspirado no For Square, sabe? Eles queriam que fosse um aplicativo que juntasse mídias produzidas pelos usuários com geolocalização, que eles pudessem tirar fotos e mostrar onde que eles estavam.
E aí eles foram fazendo e foram colocando várias funcionalidades, colocaram filtros, colocaram várias coisas e foram testando. Eles estavam nesse universo ali de startup, queriam fazer uma coisa de subtiva já lá nos Estados Unidos, né? mesmo que um deles fosse brasileiro.
E aí no fim eles fizeram tudo isso e perceberam que tava muito parecido com outros aplicativos que já existiam, como o Square. E foram aí que eles decidiram pivotar. Antes o aplicativo se chamava Burn Burnabber, não sei pronunciar certinho, mas era inspirado numa bebida na Burbon, né, que um deles gostava muito.
E aí quando eles decidiram pivotar, eles mudaram o nome e tiraram várias funcionalidades. Ou seja, eles testaram muitas coisas, viram o que que o público deles gostava mais, o que que os usuários usavam mais e decidiram ficar só com essa parte. Ou seja, eles não sabiam o que eles estavam fazendo propriamente dito, eles estavam testando, estavam experimentando, eles não estavam prontos.
E quando eles escolheram focar só na parte de fotos e de filtros, né, de estética e tal, virou o Instagram. Então eles juntaram a palavra instanto, né, acho que foto instantânea, alguma coisa assim, com Telegram, né, para você mandar isso pras pessoas. Aí ficou Instagram e eu achei muito legal assim, porque realmente eles não estavam prontos, como a gente acha, né?
Não veio assim tudo envelopadinho, tudo redondinho, eles foram testando muita coisa. E o segundo caso também é muito interessante que é do Airbnb, que ele foi fundado por dois amigos também, se eu não me engano, que moravam lá nos Estados Unidos numa cidade que tinha um custo de vida bem alto para eles e eles precisavam de uma renda extra. Então eles olharam, né, tipo, eles viram que estavam tendo muitos eventos na cidade e que os hotéis estavam completamente lotados.
Eles tiveram a ideia de pegar um colchão inflável, colocar dentro de casa e vender esse essa noite, né, essa pernoite para alguém de fora. E foi isso que eles fizeram e a experiência foi super legal. Os hóspedes adoraram se hospedar lá e eles batizaram isso de o Airbnb vem de colchão inflável junto com breakfast, né?
Então é airbed, né? Cama de ar com breakfast, que é café da manhã. Então, Airbnb, daí que veio o nome.
Antes o nome era inteirão, depois que eles enxugaram isso, mas surgiu assim, tipo, eles não estavam nada prontos, eles estavam totalmente improvisando para fazer uma renda extra. E aí depois dessa noite que deu certo, eles começaram a pensar, hum, e se isso virasse um negócio? Eles pelejaram por muito tempo.
Eles não conseguiam investimentos, eles não conseguiam nada porque parecia uma ideia muito disuptiva, uma coisa muito maluca e de fato conseguiram chegar onde eles chegaram hoje. Mas de novo, o que eu gosto dessa história é que eles também não estavam prontos e começaram mesmo assim, sabe? E como que funciona esse ciclo da paralisia?
Eu vou te contar o que aconteceu comigo, tá? E também o que eu vejo que acontece com pessoas que estão próximas a mim, pessoas que eu atendo, pessoas que eu converso, para você ver se faz sentido aí para você. Primeira coisa que acontece é que a gente coloca uma expectativa irrealista, ou seja, a gente coloca a barra lá em cima, a gente quer chegar numa perfeição, a gente quer entregar o melhor que a gente consegue.
Ou seja, a gente quer um planejamento perfeito, uma estratégia perfeita, uma execução perfeita, a gente quer que tudo seja lindo e maravilhoso. Só que a gente coloca uma atenção absurda dentro da gente fazendo isso e a gente fica se cobrando tanto que muitas vezes a gente procrastina. A gente precisa estudar mais um pouquinho, ajeitar mais um pouquinho, se preparar mais um pouquinho e vai ficando nessa, né?
Primeira coisa. Aí depois disso vem uma ansiedade de antecipação. A gente começa a imaginar lá na frente quando a gente tiver em movimento, quando a gente esver ali botando a cara tapa, o que que vai acontecer, como que as pessoas vão julgar a gente, como que vai ser recebido, o que que vai mudar na nossa vida.
E esses pensamentos ficam rodeando a nossa mente e isso acaba travando a gente mais ainda, porque a gente acha que a gente não vai conseguir fazer perfeito, que a gente não vai conseguir fazer do jeito que a gente quer e que não vai ser bom o suficiente. Então a gente planeja, planeja, planeja, organiza, organiza, organiza, compra curso, compra ferramenta, compra mentoria, compra um monte de coisa e muitas vezes não sai do lugar. Só que aí vem a culpa, porque você tá adiando e você sabe que você tá adiando, que você tá ansiosa, você tá se sentindo em segurança, você tá, né, nessa nesse rolê todo e aí você se sente culpada porque você não tá fazendo porque as outras pessoas estão fazendo, porque a galera tá indo bem, a galera tá conseguindo alcançar as coisas, a galera tá conseguindo fazer o que tem que fazer, porque você não tá vendo o sofrimento dela, né?
Parênteses aqui, você não tá vendo todo o estresse que tá rolando lá também, você só vê o palco e aí você se culpa. Você se acha a pior pessoa do mundo porque você não consegue sair do lugar. E com isso vem a desistência camuflada, porque aí você vê que é muito difícil, que é muito estressante, que é muito angustiante e aí você não assume que você desiste, você só assume que você vai postergar um pouquinho mais, porque agora não é o momento certo, porque você precisa, talvez terminar um semestre da faculdade ou você precisa, sei lá, fazer um casamento, ter um filho primeiro, você precisa qualquer coisa que esteja acontecendo na sua vida, precisa dar banho no peixe para depois Está pronto.
Então você planeja um período para você não desistir, só que você não tá fazendo, para você se sentir sentir um conforto no coração, que foi o que eu fiz, tá? Eu planejei, não vou entrar no CLT, então, para poder me organizar, estudar, me planejar, né? né?
E aí depois eu faço. Então você meio que programa um período que você não vai precisar fazer aquilo e que depois você volta pensar nisso. E esse é o início do fim.
Porque aí quando você chega nesse momento que você se prometeu que você ia começar, depois que você deu banho do seu peixe, você chega e olha assim: "Cara, mas parece que tá mais difícil do que estava antes, porque você passou um psico inteiro sem conseguir fazer o que você queria fazer. E aí isso por si só carrega um peso muito maior do que tinha quando você tava lá no começo, porque lá no começo você não tinha essa frustração de não ter conseguido e agora você tem. Então cada ciclo que você programa a fica pior, sabe?
Não faz isso. Então bora, bora, deixa eu te mostrar o que que eu fiz para conseguir sair disso, por mais que eu tenha feito e eu me arrependo disso, mas o que que eu fiz para conseguir melhorar isso que pode ser que te ajude por aí também? Então, o primeiro ponto é aceitar o imperfeito.
É a gente conseguir lidar caminhão. Tá vendo? É isso.
É sobre isso. Inclusive parênteses aqui. Eu estava gravando no computador grandão com o microfone mais profissional para evitar esse tipo de coisa, mas hoje eu falei: "Cara, eu quero gravar na minha poltrona, eu vou gravar com microfone mais simples".
Mas aí, ó, o imperfeito tá tá batendo na minha porta, mas tá tudo bem, tá tudo certo. É, é sobre isso. E a gente aceita o imperfeito, combina com o vídeo.
Então, o primeiro ponto é a gente aceitar o imperfeito. É a gente aceitar que nem tudo vai est do jeito mais maravilhoso do mundo, porque é impossível o primeiro conteúdo do ficar perfeito. Não tem como.
A gente precisa aprender. A gente só aprende fazendo, sabe? Então, aceitar e tá tudo bem, que não vai tá lindão, não vai tá perfeitão, não vai tá maravilhosão.
E é isso, aceitar. Inclusive, tem um vídeo aqui que eu falei sobre isso que se chama crie conteúdos ruins para crescer nas redes sociais. Depois você assiste lá porque se você tá nesse momento, ele vai te ajudar bastante nesse sentido.
O segundo ponto é celebrar as pequenas vitórias. É a gente comemorar cada conquistinha, cada passinho, cada coisinha que a gente consegue fazer e que antes a gente não conseguia. gente comemorar isso, sabe?
Cara, consegui postar o meu primeiro estático no feedo do Instagram. Que massa, que bom, né? Antes eu não conseguia fazer nem isso.
Consegui fazer o meu primeiro stories falado, consegui fazer meu primeiro reals, enfim, das caras, sabe? Cada coisinha que você consegue fazer, comemora isso. Não acha que não tá legal, tipo, não vai est a qualidade melhor do mundo, tá tudo bem, mas você conseguiu fazer algo que estava te travando antes.
Então, comemora isso, sabe? Consegui fazer meu primeiro vídeo no YouTube, cara. Fantástico.
Tipo, é super difícil fazer vídeo no YouTube e você conseguiu fazer, sabe? Outra coisa é não se comparar com os outros. Não fica olhando para como o outro tá fazendo.
Olha para como você estava fazendo ontem e como você tá fazendo hoje. Como você melhorou de ontem para hoje ou de um mês para outro ou de um ano pro outro. Enfim, compara a sua história com você mesmo, sabe?
Não compara com os outros, porque é a pior coisa que você pode fazer. Quarto, trocar autocobrança por curiosidade. Então, em vez de você ficar, isso não está legal, isso não tá bom, isso tá ruim, eu não tô mandando bem, tipo, que droga você começar a se perguntar, e se eu postar o que que vai acontecer?
O que que será que vai funcionar? O que que não vai funcionar? Como que as pessoas vão reagir?
Tipo, usa o seu conteúdo como um experimento, tipo, tenta aprender com ele, tenta se inspirar naquele produto, tipo, separa ele de você, ele não é você, ele não representa a sua qualidade como ser humano, ele representa um produto. Então, usa esse produto como um experimento, sabe? Para você aprender mesmo, de fato.
E por fim, em um passinho de cada vez, sabe? Você não precisa postar 30 vídeos de uma vez, você não precisa fazer um vídeo por semana no YouTube, você não precisa de nada em específico, assim, tipo de estratégias mirabolantes. Faz aos pouquinhos, faz um negocinho que te tire da estagnação, que te tire desse começo, desse vácuo que a gente cria pra gente mesma nesse início, sabe?
Escreve um post, não 30. Grava um conteúdo normal e não um conteúdo cinematográfico. Vende para uma pessoa, não para 100, sabe?
É esse tipo de coisa. Pensa menor, coloca metas mais razoáveis, menores, para você se sentir mais confortável ao longo desse processo. E se você quiser ajuda para dar esse primeiro passo, você já sabe, hoje o lançamento do conteúdo sem neura, o link tá aqui na descrição.
E lá eu vou te guiar nesses primeiros passos para facilitar para você transformar esses 30 conteúdos em um conteúdo fácil, leve, com inteligência artificial, com acompanhamento, com tudo que você precisa para tornar essa experiência, essa jornada de criação de conteúdo não só mais fácil e mais rápida, mas também muito mais gostosa e muito mais completa. link aqui na descrição e me conta quais desses passos, o que que você vai implementar ainda hoje para começar a criar seus conteúdos. Deixa aqui nos comentários.
Beijo.