é Eduard tô aqui na esteira e acho que eu vou te responder essa primeira como que era o lugar onde eu nasci onde eu morei né e como era Então e nós nascemos numa casinha que meu pai construiu para minha mãe era uma casa própria pela época era uma casinha muito bonitinha confortável tinha um quintal grande com várias árvores frutíferas e papai depois fez uma piscininha pra gente a gente Curtiu muito sempre tivemos eh direito a frequentar um clube um clube muito bom aqui no bairro eh Jaraguá Clube Jaraguá então tínhamos essa opção também depois
quando crescemos papai colocou a mesa de ping-pong tamanho oficial lá pro Marcelo Marcelo foi até de ping-pong pela federação dos clubes de Minas Gerais tudo que ele pegava fazer ele era bom ele gostava de ser o o líder o campeão e a gente foi muito feliz nessa casa Nós moramos lá até aos 18 anos era o único inconveniente que era num bairro assim muito simples né e bem do lado de uma comunidade uma favela da Concórdia e onde tinha um campo de futebol e a gente brincou muito também nesse campo de futebol Marcelo jogava muito
brincava muito lá ele não era de jogar futebol mas ele adorava soltar pipa papagaio fazer rabiola então como eu era a irmã do anos mais como eu sou a irmã dele do anos mais nova então ele fazia rabiolas assim de 30 m eu ficava ajudando fazer as bolin ia colocando as rabiolas já Picadinha a pipa às vezes tava no céu e a rabiola tava no chão ainda eram muitos metros de rabiola podia fazer cerol naquela época né olha que loucura fazia cerol com casco de de garrafa de coca-cola a gente passava amarrava a linha pela
casa pelo quintal por tudo que para passar o seró fazia os campeonatos lá na no campo de futebol pipa longe no céu e ele também era campeão nisso aí não ficava uma pipa no céu só dele lembro disso demais sabe então foi uma infância muito feliz éramos cercados da casa da minha avó onde moravam três tias com os dois filhos lá os outros tios eram casados moravam em outros baires a minha avó foi uma avó muito ledora e e ela adorava fazer gemas biscoitos tinha um forno de Barro no Quental dela e era muito bom
conviver com a família assim bem no fundo de casa do lado né então pulava o muro a gente ia pra casa deles até pulando o muro nem passava pela rua já tava na casa de vovó sabe e o Marcelo por ser mais velho foi pra rua mais cedo viajava já com os amigos e com adolescente mais cedo tinha a turminha dele que ele começou a viajar curtia à noite que dava para acompanhar eu ia mas eu ainda era menor né porque vamos supor ele com 18 com 16 entendeu não entrava nos lugares que ele ia
às vezes mas a gente sempre foi muito amigo e foi uma infância muito boa muito feliz nosso pai sempre Trabalhou muito era consultor né uma pessoa simples mas de muita visão e infelizmente ele veio a falecer cedo né com 54 anos e a minha mãe era professora então o tempo que que ela podia est com a gente ela era muito presente né e Marcelo também Vale ressaltar ele teve uma criação de pombos e a grande maioria Tinha alguns correio sabe e Teve uma época que ele tinha uma destimação a pretinha que ela chocou debaixo da
cama dele ela entrava dentro de casa que as portas eram todas abertas né da casa pro Quintal Casa Grande pra gente na época era grande né O terreno era grande mas a casa em si não sabe a pombinha entrou chocou debaixo da cama dele a pombinha ele tinha esses fomos correi também que ele adorava que ele curtiu muito também soltava longe os fomos voltavam lá para casa chocava tudo num quartinho lá no quintal sabe e eu vou lembrando mais coisas aqui a nossa infância ali a gente conviveu com os parentes os primos né no clube
e também com a os valores ali da da comunidade pessoal muito simples né E pra gente era muito legal também não tinha essa distinção que hoje as pessoas fazem uma das outras né Na verdade acho que é os outros que colocam isso na cabeça dos outros mas pra gente era tudo normal como para mim é até hoje quando eu vou lá nós Ainda temos essa casa ela está alugada minha mãe não quis desfazer e quando eu vou lá ainda vejo um pessoal né que era ainda da minha época que ainda moram lá vamos dizer os
filhos da terra né não querem sair vai passando de de pai para filho e já tão alguns até com netos já e às vezes eu encontro com alguns outro dia encontrei que eu fui lá olhar esse móvel que sou eu que cuido olha Os Inquilinos encontrei com uma senhora que trabalhou pra gente ela foi lavadeira e passadeira lá uma gracinha benzedeira sabe e tá lá ainda do mesmo jeito reformadinha muito bem cuidada posso mandar uma fotinha para você depois essa questão de fotos depois a gente pode combinar era uma rua bem descida bem íngreme eh
meu pai tinha um Fusquinha né E sempre quando ele podia levava a gente na escola buscava e naquela Correria né às ve a gente pegava o ônibus ou ia a pé estudávamos mais ou menos próximo 10 15 quarteirões a gente tinha a pé mesmo tinha muito morro mas tudo era tudo era feliz na dificuldade com tudo ali mas éramos felizes nunca nunca faltou nada nunca teve luxo sabe mas nunca nos faltou nada então acho que eu já te respondi umas três aí né Eh mas meu pai ele era Construtor né um mestre de obras mas
com muitas habilidades ele já teve oficina de barco sabe sabia mexer muito com marcenaria com eletricidade e construía casa ou reformava e vendia Esse era o trabalho dele a minha mãe professora eh primária e professora de música né música e religião uma época ela chegou a lecionar religião eh minha mãe tocava piano mesmo com toda a simplicidade tinha um piano lá em casa que ela veio da família da Áustria nós Ainda temos esse piano é um piano muito antigo acredito que deve ser muito valioso para quem curte isso né mas a minha mãe tocava piano
tocava pra gente tocava pro meu pai então tem aquelas lembranças tem as partituras ainda né algumas músicas lembram realmente a infância às vezes ela tocava ela cantava e o papai sempre foi um homem bom um homem trabalhador P tranquilo sabe foi sempre um pai muito bom muito provedor da casa e do Lar né então é isso as profissões é pato com essa nossa avó né vó materna aliás desculpa vó paterna e ela faleceu com 94 anos né Foi muito sábia ela conversava sempre com a gente e a família foi muito grande tanto de primos do
lado de pai quanto de primos do lado de mãe né Cada tio lá tinham cinco seis filhos 10 tios de cada lado então era muito primo então festa de final de ano os encontros de família sempre era aquela bagunça né Foi muito legal agora essa questão de proximidade eu acho que vale a ele falar eu não não tenho como responder isso por ele a questão da proximidade dele com quem mais ele sabe se aproximava ou não porque Teve uma época que ele ficou frequentando mais o clube ou os colegas do bairro Jaraguá mesmo antes da
gente não morar aqui né que depois acabou mudando ele a gente sempre frequentava aqui porque meu pai construía no bairro e a gente eh era sócio do Clube Então essa pergunta aí eu vou deixar para ele responder quem que ele tinha mais afinidade mas tinham os primos mais ou menos da mesma idade que eles encontravam né e saíam da época aí depois vai desviando pros que tem de sala de aula ou de clube mesmo aí deixo para ele responder ah o Marcelo ele ele sempre foi muito inteligente né ele se ele se dispunha a fazer
uma coisa ele fazia entendeu ele não era de ficar estudando perdendo tempo ficar fazendo estudando não ele já era assim já sempre entendeu muito de matemática história uma vez só ele escutando já tava bom mas eh é uma pergunta que eu não posso te falar também tudo porque ele tem que falar a época lá da escola né se ele matava a aula ou não como é que ele era mas eu me lembro que ele tipo assim tinha a prova no dia seguinte e ele tinha que ler um livro vamos supor de 300 folhas ele passava
a noite inteira lendo o livro para no dia seguinte 7 da manhã e fazer a prova era assim entendeu e Lia e tirava 10 né então é mais ou menos assim que as coisas funcionavam Sabe essa questão de escola e Ele estudou uma grande parte em escola particular e depois passou no concurso na época que era uma um uma escola que muito famosa o pessoal que era difícil passar ele passou no na prova né que tinha para entrar que era o estadual central na época era um colégio muito bom e enfim é isso depois Faculdade
Engenharia administração É como eu te falei ele adorava soltar papagaio quando criança muito papagai igual te falei no primeiro áudio acredito que seja esse o principal Rob na infância mesmo depois que foi ficando adolescente ele foi para pingpong e mas para adulto depois ele ficou muito na sinuca ninguém ganhava dele nauca me parece não me lembro agora mas parece que ele foi um dos também nos campeonatos do clube que ele participou de alguns campeonatos ele só parou mesmo por causa da questão da coluna dele porque ele é muito alto né E para ele fazer boas
jogadas e tem que se curvar muito na mesa né de vilhar Então são são esses aí olha situação difíceis eh não tenho como responder para ele mas como família teve uma situação muito difícil ele sofreu um acidente de bicicleta era muito levado né ele e o meu primo foram desse Abraão Caran ali a a Avenida do Mineirão e a bicicleta perdeu o freio e ele tentando freiar tentando freiar Foi Parar quase que na avenida principal jogou pro muro e o guidom da bicicleta que as bicicleta Monarc antiga enfiou na perna dele e deu um rasgo
enorme teve esse acontecimento aí Muito levado e depois também como adulto teve um momento difícil que foi a doença do meu pai meu pai teve Mas isso foi antes dele falecer ele teve um cálculo renal e naquela época não tinha tanta tecnologia hoje de cirurgia a laser né Com pequenas incisões ou ele teve que realmente abrir a barriga tiveram que abrir o rins ele sofreu muito com essa recuperação viu muito mesmo meu pai e pra gente foi difícil porque ele ficou sem trabalhar minha mãe professora com com salário muito pouco também mas sempre foi muito
provedora e a gente teve um Natal que eu tenho até essa carta eu achei essa carta esses dias se você quiser também eu posso ver com a minha mãe se autoriza mandar mas ela o nosso presente a gente recebeu essa carta nós não recebemos presente e foi um Natal muito muito simples mas muito feliz porque o nosso pai estava com a gente e recuperando Mas não tivemos presente Nenhum Nada nada nada e a nossa mãe deu essa carta pra gente de presente agradecendo a gente pela compreensão pelo momento foi isso passou um período assim difícil
e o Marcelo ficou um pouco com mágoa porque meu teve um Natal depois que meu pai presenteou eu e o meu outro irmão caçula com uma bicicleta e ele foi o único que não ganhou e porque ele era muito levado né e teve esse acidente que que ele não contou e er a bicicleta da minha prima que ele se acidentou foi acidente sério né Poderia ter sido pior machucou muito então eu acho que foi meio que de castigo ele não ganhou bicicleta o Marcelo ficou com esse trauma a vida inteira dele de não ter ganhado
uma bicicleta e tocando nesse assunto eu lembro que uma vez eu já trabalhando muitos anos depois eu tava numa festa de uma empresa né que eu trabalhava uma festa grande tinha as festas na na época de final de ano eram grandes tinha um sorteio tinha um concurso de caraoquê na época e eu ganhei num concurso lá interno da festa é uma bicicleta maravilhosa de 18 marchas enfim nessa época ele morava nos fundos aqui da nossa outra casa quando ele casou assim foi casaram grávidos né Muito novos não tinham nada foi muito difícil eles chegaram a
morar no quintal aqui de casa sabe e a e essa casa Nossa é muito grande muito boa então eles adaptaram lá o quartinho de lavanderia de Empregada fizeram a casinha deles ali para começar a vida e eu lembro que eu cheguei eu tava com na época com um carrinho novo né que eu tinha comprado eu já trabalhava fora sempre trabalhei e eu ganhei essa bicicleta e trouxe ela dentro do carro amarrada e tal e ele chegou e viu essa bicicleta e falou nossa minha irmã meu sonho sempre foi ter uma bicicleta e e o papai
não me deu e tal ele sempre tocava nesse assunto eu falei ai meu irmão isso já era época de Natal né a festa de final de ano eu palei assim não seja por isso essa é a sua será sua bicicleta meu presente para você na caixa né nossa ele ficou todo todo não sei nem se ele andou na bicicleta porque eu acho que ele não era muito fã mais disso na época mas ele aceitou ficou ficamos emocionados dei um abraço nele falei não perdoa isso né O pai queer o melhor pro filho ele tinha medo
de você ir pras ruas de Novo morrer de Vai um carro era assim que falava né enfim é isso é as amizades ali dessa desse bairro simples que a gente morou eram amizades além dos nossos parentes do lá dos primos alguns que moravam lá bem simples pessoal igual a gente e alguns da comunidade da favela mesmo tanto que uns anos atrás quando o Marcelo veio fazer uma filmagem de uma outra empresa de marketing que ele trabalhava da vida deles fizeram documentário legal vale a pena ver isso aí também se ele tiver assim e quase não
tem mais ninguém a maioria morreu com droga com qualquer outra coisa virou bandido e é assim a o rumo da grande maioria não foi legal não sabe não tiveram oportunidades ou não quiseram fazer as oportunidades para buscar uma vida melhor né Eh mas as amizades da infância eram essas depois que né a gente tinha Igual eu falei no outro áudio o clube e a família também uma família simples todos muito simples né uma família muito honesta descendentes por parte da minha mãe de grego meu avô veio da Grécia minha avó austria então eles eram muito
rígidos meu avô tinha Armazém tinha negócio e tiveram muitos filhos né E a família do meu pai também muito simples era da Roça do interior mas todo mundo muito trabalhador né E graças a Deus todo mundo conseguiu aí né vencer da sua forma na vida da sua forma né e da forma que que pôde tem um fato interessante aqui que eu tô lembrando eu tô fazendo esteira Não repara se a minha voz tiver cansada os barulhos não eh é que assim eu conversava muito com ele sabe eu tinha muita ligação com o Marcelo meu que
meu outro irmão caçula né talvez pela afinidade mais da idade e tudo e ele eu lembro que uma vez ele chegou eh não sei onde ele tava à noite eu sentei lá no quartinho dele era um quartinho bem pequenininho cabia só a cama solteiro o armarinho do quarto dele era um tipo uma estante de madeira que meu pai fez meio que cachote na época foi o que podia ter nos anos 70 né e eu arrumava essa estante para ele ele tinha um rádio meu pai trouxe quando ele pode fazer tinha um radinho trouxe um rádio
de Manaus eu acho a gente acaba escutando as fitas ou a rádio para gravar as músicas que a gente gostava era muito legal e o Marcelo chegou deitou assim a gente ficou conversando um dia eu não sei o que que tinha passado nesse dia porque ele deu essa viagem ele falou você vai ver um dia eu ainda vou ter um iat vou ter um avião vou ter um helicóptero eu acho e para mim isso era assim coisa de filme né de sonho falei Como assim vai ter isso para que isso e tal mas ele já
sonhava Grande a perspectiva dele ele sabe daquela época eh adolescente já era uma perspectiva grandiosa ele sempre sonhou coisas grandes coisas grandiosas que pra gente assim vamos dizer mais normal e tudo não F para que ter isso entendeu para que que eu quero inat para que que eu é mesmo meu irmão falava para ele ele é eu vou ter você vai ver se eu vou ter e ele já teve ele já realizou muitas dessas coisas que ele sempre sonhou né então eu bato o palmas para ele ele Marcelo é mesmo ele vai ele já passou
por muitas humilhações Ah tô lembrando aqui agora ele morando ainda lá no fundo de casa quando a gente já se mudou para uma casa muito boa que foi a última inclusive que meu pai construiu uma casa enorme coloni é uma casa linda nos anos 80 e a gente tem ela ainda ele né quando ele teve que casar e não tinha dinheiro para nada casou grávido ele a namor a minha cunhada e novos muito jovens 21 anos Nossa Senhora muito novo e aí ele trabalhava com a Herbalife na época ele só tinha um terno preto mais
ou menos e ele não tinha carro nem nada voltando de ônibus chegou de madrugada B de chuva eu escutava ele passando pelo Corredor da casa que passava pela janela do meu quarto irmão tudo bem ele tudo bem aquela voz nunca desanimou sabe sempre com sorriso no rosto sempre feliz e sempre sonhando eu acho que ele não sofria com a situação atual porque a cabeça dele já tava lá na frente sabe isso aqui devia pensar aqui é Pass isso que eu tô passando Mas ele já passou muitas dificuldades nós mesmos aqui em casa eu e minha
mãe já ajudamos muito ele eu também você entendeu várias vezes quando João Paulo nasceu escola curso de inglês as coisas mas e com muito prazer muito carinho sabe e ele passou esses perrengue aí uma vez ele conta não sei se ele vai lembrar disso mas já fica registrado vou mandar em outro áudio ele aconteceu um fato com ele que ele foi fazer uma apresentação numa das apresentações no final de semana e parecia ele não sabia onde que era ele custou achar esse endereço tudo de táxi né de ônibus e andava muito para chegar e parecia
que era uma viela uma rua ou um beco depois você pode confirmar isso com ele e andava com felp shart não sei nem se você sabe o que que é isso aqui um quadro Zinho de madeira colocar as folhas para anotar com pincel eu não tinha um computador não tinha uma um celular nada para apresentar né era tudo escrito ali nessa cartolina e eu acho que ele escorregou Sabe numa chuva chegou todo sujo de lama coitado nossa senhora perdeu o material dele fora os canos que as pessoas davam uma vez ele trabalhou também numa empresa
que eu lembro que chama kimy Laus foi tentar um emprego fixo mas ele não desistia do sonhos ele precisava de dinheiro né e ele foi o vendedor o número um não em tudo que ele se propunha a fazer ele ele era o número um nó ele vendeu tanto tanto tanto parece que o brid o prêmio que ele ganhou foi um um copo uma sei lá depois você pergunta para ele foi uma coisa tão decepcionante tipo assim ele trabalhou tanto vendeu tanto para essa empresa ganhou foi o vendedor número um ganhou um brinde assim um negócio
sabe foi muito desestimulante para ele tem um fato também depois você pode perguntar quando ele foi vendedor de carro em Brasília logo quando ele mudou que ele vendia mais carros que todo mundo lá na loja e cortar a comissão dele porque ia ser muita comissão falou que tinha um limite isso estimulou ele também por isso que ele sempre foi em busca de ser um empreendedor né voltando à infância aí tô me lembrando que apesar de todas as dificuldades todos os anos eh nas férias de julho o nosso pai nos levava para Guarapari né que é
a praia dos mineiros e pra gente era uma a gente contava os dias e as horas e viajávamos para Guarapari tinha um amigo dele que tinha uma casa lá na praia do Morro mas isso nos anos 70 80 a praia do Morro era bem deserta né e a gente ia ele prestava essa casa meu pai prestava serviço para esse senhor também acho que eles deviam fazer alguma permuta e a gente ficava lá 10 10 dias 12 dias Nossa era muito muito bacana era uma alegria a gente ir pra praia esperar essa uma vez por ano
para fazer essa viagem íamos de Fusquinha todo mundo D fusquinha e levava até panela de pressão dentro do carro porque a casa ficava fechada o ano inteiro tinha que levar as coisas que usar né Ah era muito bacana muito legal a viagem bem era bem feliz a gente sempre teve uma infância muito feliz graças a Deus podíamos brincar na rua brincar com os nossos amigos sabe e brincadeiras que hoje as crianças não não vão conhecer mais né não vão saber o que que é