[Música] o [Música] rio [Música] [Música] o o [Música] hoje você planta 1 a banana não sai mais pronto o quiabo feijão num tempo que não tem chuva se não tem chuva não tem planta o que tinha planta e que acabou dia por exemplo a fruta se chama pitomba esse é assunto que a gente consome ano é uma fruta boa também hoje não tinha a chamada capotou [Música] [Música] tinha as plantas é naturais à beira do rio hoje não tem mais por causa do rompimento da barragem deu essa lama que desceu e matou tudo oi gente
é obrigado a comprar o remédio na farmácia perdeu um pouco o recurso que tem já não tem mais o remédio natural da terra essa reserva que tinha por exemplo que era inteira pra por exemplar do era pra gripe o remédio para febre então a gente hoje não acho mais nada nada nada mesmo na verdade civil pra tu tá machucado e se aqui off é fazer um aparelho de nós fazia as oe está passando mal ou sem cozinhar as oe banho e bebem também cozinha ela tomar de digit um lavabo de jejum sem sentir bem pequena
mas era bem pequenininha e sofrer ela sofria de um desconforto intestinal ea gente se preocupava muito porque quando chegava durante a noite se ela gemia dona maria nem a nossa índia ansião e ela olhando a menina lhe uma barriguinha bem inchada ela veio com a minha mãe me colocou a mão dela sob a barriga dela fosse um filme precisa 6 medicare ou não que eu já sei o que que eu vou passar uns remedinhos que eu sei fazer na beira do rio tem muito dessas plantas meu pai que me ensinou isso meu pais à família
de tudo tudo e cetas em que o remédio era a minha mãe minha mãe cozinhar dava pra nós minha mãe só sempre tratar mais correto mata-mata informação não é agora que não passou nessa vida e só à frente perdeu muita coisa que hoje em dia a gente tem que comprar tudo sem comprar nada eu estava vendo esse daqui tudo eu comprei muda na rua quando transitavam intermédio de caso e hoje não pode ser pega nada lá quem age com água pra cá tenha dito que pra cima mas lá tem muito na beirada do ric serve
para deixar o para bronquite serve pra fazer chapa cura pó de cesar aroeira igual criança nasce e no rio a banda batizada aqui no rio não pode mais ficar doente remédios em farmácias e toma vai tomando você vai ficando dependente dele foi o velho que nós temos aqui dentro também defende muito esse medicamento porque atingiu eles principalmente psicológico dele porque ele sabe que a natureza dava de graça pra eles e odom conseguido foi deus para eles foi tirado junto com rio [Música] na grand am de naka não as plantas que estavam à beira dos rios
que eram utilizadas como medicamentos no tratamento de doenças e e agravos que aqui que eles eles cultivavam já não não são mais úteis já não conseguem mais usufruir dessa natureza nesse sentido e aí eles vão se tornar dependentes de medicamentos químicos indústria farmacêutica há um grande perigo em que essas comunidades e doença e de doenças que eles não tinham antes relacionadas diretamente à poluição do rio e como conseqüência da poluição do rio o medicamento tem que ficar pulando porque assim eu tomar aquele daqui a pouco tomar outro que este fez mal e é assim é
uma coisa da outra uma coisa que chamou a atenção nesse rompimento da barragem a descida deste material pelo rio doce foi a sociedade saber que ao longo do rio doce ainda tem muitas comunidades tradicionais que vivem que o que vive do rio né quando esse material desce ele contamina a água e água o fluido a gente chama de fluido é o principal fruto geofísico da natureza porque ela consegue penetrar em todos os ambientes físicos da superfície ele ela contamina ela vai também é alterar todos esses ambientes por onde essa água da planície do rio doce
paz quando o nível do rio doce sob essa água contaminada ela espalha isso afeta qualquer comunidade que vive na beirada do rio [Música] ae é um cenário muito triste que ele corrija a gente tomava banho nele era quase um fã não era raso hoje tem a poeira c/co porquê porque não tem uma nascente não tem uma mata ciliar até a mata no topo de morro não tem mais o os animais que que que pega uma fruta que deixa cair uma semente ele já uma semente lá e vai formando a mata então toda aquela cadeira aquele
processo de degradação moss não tem não tem a proteção não tem matéria orgânica não tem uma sombra eo principal não tem uma chuva algumas empresas vão defender que vai estar recuperado mas nós não acreditamos nisso né eu não acredito nisso eles acho que às vezes trazendo água agora a gente tá tá bom tá bom tá bom as nossas nascentes não tem mais água mineral não é algo natural que você bebe da mina desde o início quando nós escrevemos o capítulo do livro sobre o desastre do rio doce uma das primeiras coisas que a gente chamou
a atenção foi sobre as medidas de reparação de danos que estão sendo feitos na região de bento rodrigues até barra longa essas medidas elas visavam uma espécie de maquiagem da paisagem de forma a a criar condições para que na paisagem não fosse percebido esse rejeito de material depositado nas planícies do sisu então eles começaram a plantar gramínea por cima do rejeito de ferro e com isso depois de outro tratamento de fugir de tentativa de inseminação de espécies nativas que a gente viu que estava fazendo era uma espécie de maquiagem da paisagem quando o nível do
rio sobe a água vem retirar esse material e vai continuar descendo o rio doce a melhor maneira de se resolver retirando o material de todas as cargas fluviais desde a região de bento rodrigues até ballón e aí faz assim recuperação ambiental necessária é tentar fazer o reflorestamento nem nativo por cima de regentes que são de que foram depositados dessa forma através de um rompimento né essa tentativa de maquiagem da paisagem falar que sua recuperação está tudo isso é brincar um pouco com a inteligência brasileira né tudo isso que aconteceu a própria mãe natureza ela vai
demandar um tempo para poder se reestruturar a gente pode tentar ajudar ela a gente pode plantar mas não é assim há dez anos atrás era estava sendo construída a hidrelétrica morés e antes da bola chegar bicho estava escasso um camarão que tem no rio doce muito saboroso que o nosso povo gostava demais pra feitar fazendo quer junto com os peixe já não tinha mais é uma coisa que ela num fica estatizada lá ela vai se desenvolvendo é de um monstro que vão criando e ele vai criando força ea gente vai lutando com ele e tudo
e nós temos que atentar para isso que essa coisa não aconteceu só dois anos atrás não ela está acontecendo quando você trabalha com agroecologia você trabalha natureza né trabalha tudo natural agora você pega um produto químico a planta está lá puxa tudo quanto é químico e você vai distribuir pra mesmo que um químico seus animais um produto químico então eu como o tricolor isso eu não acredito mais na recuperação dele como é que vai fazer a plantação oab do rio jogas água do rio e se for vender está passando esse problema com as pessoas de
fora mesma coisa o leite retira retira um pouco de leite o gado pode comer o campeão da b do rio recebe água porque você vai que o leite drogas só faz do leite junto com o capim a tiro leite manda pra fora e o povo lá fora beber leite em pó contaminado também não tem que pensar tudo isso [Música] não só tem essas águas ainda não há nada só serve para sujar terreno em pleno séc então acho que o pedido a planta vivida água e vive da terra e lá até não tem termo só tem
lama e ver aonde nós gosto daqui não teve ver que me elegendo pelégio ano não sofreu o pior é um momento duro pra eles eles estão vivendo o luto né perderam referência eles perderam acesso a lazer alimentação saudável né muitas histórias vão ficar na memória e nunca pensaram poderiam viver sem o rio essa possibilidade não era calculada aí de repente de repente a essa ruptura e aí como recuperar é como acostumar eles na verdade eles não querem se acostumar com isso o que essas pessoas vão se tornar né esperança deu aquela orgulho de cheirinho né
as nossas raízes isso é que mantenha o craque viu a esperança só que eu vou ensinar eu nem sei mais acabou a alegria [Música] [Música] paulo para huang next to you alone canta a lua grená cabem aruã green [Música]