[Música] [Aplausos] [Música] oi esse é o conexão de acordo com dados do disque 100 que é o canal para denúncias da secretaria de direitos humanos da presidência da república nos últimos oito anos houve um crescimento no número de casos de discriminação por motivo religioso no brasil foi de 15 para 506 casos no ano passado 21% das vítimas eram de religiões de matriz africana 4% evangélicos e 1% católicos num país laico tantas vertentes religiosas esses casos são aceitáveis e hoje a gente pergunta será que a educação pode ajudar a combater a intolerância religiosa sobre esse assunto
a gente vai conversar agora com ivanir dos santos que é babalaô doutora doutor em história e membro do laboratório de experiência religiosa da ufrj e com pastor alexandre cabral que a doutora em filosofia e teologia além de professor da uerj e também do colégio pedro 2º gente muito obrigada pela participação de vocês aqui com a gente esse assunto assunto tenso muito triste né ea gente precisa conversar porque talvez a gente colocar a educação no lugar dela a gente consegue talvez diminuir esse número de casos nem eu queria começar perguntando e vani é a maioria dos
casos são contra as religiões de matriz africana quando vocês lutam por respostas para resolver os casos cobrar medidas vocês recebem uma boa acolhida das autoridades mão na verdade não generalizar tem algumas autoridades como o caso do ministério público federal na baixada fluminense do rio de janeiro que mostrando uma preocupação com essa com esses problemas mas do ponto de vista do executivo do governo do estado você tem tido uma certa indiferença se ter uma idéia houve agora uma reunião na secretaria de estado com as vítimas algumas vítimas a secretária o que ofereceu a gente vai construir
um aplicativo a secretária de estado de assistência social e direitos humanos pra que eu não sei que ela fazer o aplicativo mas é o aplicativo foi dito isso pra trás veículos é muito triste como se não pudesse fazer nada e foram ridículas e indenização por conta das casas que estão instalados ela diz que ela não pode privilegiar nenhuma religião como se não houvesse um privilégio na relação do estado com as religiões que o extenso então foi isso que as pessoas ouviram a e do ponto de vista do da própria polícia né se você ver o
caso da baixada nós estamos quase no estado todas as 14 200 casas ameaçadas é o chamado tráfico evangélico que se diz evangélico nós temos um problema na baixada fluminense e na zona oeste na zona norte em campos na região dos lagos ser minado e você não tem viu é visto uma atitude é concreta do governo para coibir da segurança aos religiosos eu fui enquadrado o governador inclusive uma conversa dele fazer uma plenária com os religiosos com as vítimas e anunciar através da sua secretaria de segurança o o o secretário de polícia civil e militar as
medidas possíveis então estamos lá os nossos jogos são na sua própria sorte e e apenas na esfera da solidariedade na sociedade civil é lamentável que está acontecendo ea indiferença do governo federal é muito mais ainda a distância é muito maior você ainda tem autoridade e disseminar o preconceito ódio racismo porque o que está por trás de tudo isso é o pensamento racista que existe na constituição da sociedade brasileira e aí até a gente vai entrar nesse aspecto razão porque é impossível ignorar não enxergá lo também aí né mas eu queria te perguntar alexandre assim é
de onde veio essa onda que ele vai disse citando vários locais e gente sabe que então já vem de algum tempo mas de um tempinho menor pra cá essas ações estão sendo cro concretas sobre o que pode ter motivado isso sim esse crescimento desse ódio aí concreto é baseado em ações além da fala olha obrigado caro pelo privilégio a quina do seu lado e do irã mir que trazem pela negritude uma resistência só pela presença isso mostra segundo a sua questão que historicamente nós ainda não desconstruímos as senzalas e sempre teve um substrato da nossa
sociedade de maneira tácita e por vezes evidente é que o racismo ele é estrutural e ele atua no cotidiano por meio de medidas que que parecem mínimas mas elas vão tornando cada vez mais agudas relações de privilégio ao mesmo tempo de silenciamento violência e subalternização o cenário recente no brasil o cenário político mostra que o ódio não é um sentimento intersubjetivo ele é uma experiência uma diferença estrutural e nesse sentido é aaa a hegemonia de certos grupos que historicamente são brancos que são masculinos que são heterossexuais e sobretudo são cristãos mostra que quando certas vozes
negras se levantaram no brasil recente pelo acesso a certas escolas universidades e certos cargos da magistratura ao stf de certo modo você reativa a velha lógica que sempre foi o substrato da nossa caminhada e nesse sentido me parece que é só esse retorno práticas que beiram a barbárie de anulação de terreiros de perseguição e assassinatos de babalorixás e ialorixás como na baixada fluminense só em austin em 2017 você tem assassinatos você não tem só quebra de 19 ou é auchan baixada fluminense exatamente você tem assassinatos o que mostra a que ponto chega a a intolerância
que se transforma em uma política de ódio stoges ostensivo e só essa é tem responsabilidade no púlpito quando a gente pensa nas relações em total responsabilidade o crescimento das igrejas neopentecostais mostra que esse crucificado sobre qual a gente tanto fala ele ele retorna no discurso para crucificar e não vai pegar ressurreições e nesse sentido o nosso cristianismo que historicamente é de maioria católica e que foi escravagistas ele reatualiza escravidão meio das missões evangélicas no século 19 que quase todas dos estados unidos para cá vieram do do sul dos estados unidos escravagistas e que volta às
práticas escravagistas no século 20 e 21 por meio desses discursos e dessa é dessa mobilização do olhos públicos da igreja a gente tá vendo aí umas fotografias é um vídeo até que está no nesses nesse canal no youtube na compra online que eles fizeram tirou em são paulo pegaram várias imagens de vários terreiros vários centros que foram vandalizados foram violentados dessa forma em um dos casos uma das mães de santo foi obrigado a destruir os objetos e o mesmo assim é intransitável uma senhora de 86 anos acompanhando esse caso é um caso lá de caches
o paulista mas tem que observar se um fenômeno nacional embora o rio de janeiro está sendo rumar a uma incidência maior mas está acontecendo em todo o brasil aí até hoje na bahia por causa da bahia embora jovem organizado cada vez mais jogar o que chama atenção é a inércia do poder público eu não tenho o número fosse uma igreja eu tenho dito isso fosse uma sinagoga se fosse uma mesquita que fosse com certeza o estado daria uma resposta imediata e por que não dá uma resposta imediata no ensinou nesse caso não aconteça nenhuma de
aplicar é justamente chamado assim institucional eles pensam igualzinho a quem ataca e tem que levar em conta também o crescimento político de certos setores religiosos que consegue conseguiu ter uma força então o executivo acredita que se ele tomar uma medida a tomar uma medida contra aquele grupo e nós sabemos que não é assim que nem todo o evangelho penso dessa forma tem a sua atitude nós temos evangelho que estão do nosso lado na luta pela liberdade religiosa contra a intolerância enquanto assim vários deles apenas um grupo pequeno que conseguiu fazer dessa dessa ação mação do
fortalecimento do seu poder e coisa ou não seu grupo a partir do discurso muito moral religioso e racista o episódio do que tem acontecido nem homofóbico a condição de valores que teve é é é coisa nada para poder aumentar o seu poder político tem um efeito porque está na comunidade pobre porque tava comunidade pobre será que isso é uma coisa do tráfico em si quem está por trás disso quem tem interesse nisso é isso as perguntas que nós nos fazemos como é que a relação deles nos presídios então tem uma conexão e é verdade que
nós sempre perguntou a questão também histórica achando falava nós primeiro vamos perseguido pela colônia depois pelo império ela igreja católica na república no fundo perseguido pelo estado é o único segmento religioso que foi perseguido pelo estado que tem objetos até hoje no museu da polícia de usar da polícia e mais dos últimos 40 anos pra cá não é pelos grupos neopentecostais que crescem no final dos anos 70 essa é uma questão interessante e aí passou a e aconselhou o público passou a construir um comportamento social então um passo de assinar mas não mandamos quebrar nada
não precisa mandar ele constrói a cabeça das pessoas ela vamos tomar as atitudes curtam eles têm que ter responsabilidade e a partir disso não é o que o indivíduo é o que que eu coloco na minha pregação não é como é que o demonizo é essas regiões vem de séculos 18 e 19 da forma como é tratada a áfrica ficando do american israel filho da mãe não é matou e até para ilustrar o que está dizendo de maneira que quero mostrar um trecho do documentário em desculpe eu aguentaria se chama terreiros na mira racismo mas
hoje nem tolerância religiosa que conta um pouco do histórico dessa intolerância que essas religiões de matriz africana diz que o tratamento vem enfrentando no brasil veja só que antigamente acontecer isso na perseguição policial aconteceu isso não foi um grande ato vagas foi criada dentro do código penal né a questão do acho que era o curandeirismo e muitos terreiros foram perseguidos foram fechados pattinson foram presos médio foram presos nessa época havia perseguição policial [Música] até o próprio um dador entre aspas não podemos dizer ainda urbano 0 pelo lille moagem foi preso também tem um ponto que
diz da licença pai antônio eu não vim visitá eu estou muito doente vim aqui pra trabalhar se a doença tem feitiço o jornal nesse longa se a doença pode deus pai antônio e ajudar [Música] ai ai ai ai ai ai [Música] ea história diz que o ele elevar o velho né incorporado pai antônio a delegacia e lá aconteceu em corporações segundo dizem entendeu o nosso terreiro ele veio dessa época e nós tínhamos que acreditar no nosso registro na alvará da polícia antigamente tinha antigamente eu digo década de 70 que ele gostou tanto atrás não havia
problema entre hoje os adeptos e os cultos afro brasileira que os evangélicos mas quando vieram as igrejas entre as mais modernas aí você tem universal comunidade evangélica e por aí vai com uma outra visão aí a coisa complicou e foram esses que eleger os seus representantes a gente vê um tracinho a história né alexandre a gente vê que já é e bati muito com que nós estamos conversando até 40 anos pra cá vem essa essa o que ele chama de mais modernas né igrejas mais modernas é quando a gente olha um pouco mais para trás
como o próprio documentário mostrou e aí é essa tela entrando com a fala aqui devanir né sempre teve essa perseguição em relação às religiões de matriz africana do brasil né a memória negra no brasil ela é ela a imagem do demônio em todos os seus setores por sambas e afirma que o carnaval se afirmar que os brancos aceitassem a cultura popular é de maneira triste negras é como é que isso foi feito para que artistas negros para que pixinguinha que aparecesse e de certa maneira foi nas fossem aceitos pela cultura considerada erudita branca universitária como
é que foi feito foi feito obras de sangue à base de dor de certa maneira os chicotes ainda existem e sempre existirão o mais interessante é que nessas igrejas evangélicas e neopentecostais um grande contingente de pessoas negras e que são assimiladas a a lógica racista você tem a cara de pau acarajé de jesus na bahia que pessoas negras assumir exatamente para demonizar a a as mulheres baianas que fazem acarajé que são ligados à candomblé você tem capoeira de jesus e você nega exatamente a relação entre a negritude a capoeira e as religiões de matriz africana
como por exemplo os malandros de umbanda que muitas vezes aparecem jogando capoeira ea capoeira de jesus é aquela que vai cristianizar exatamente essas matrizes de mônica da história da capoeira o vínculo dela com a banda e assim por diante nesse sentido a gente vê que o as tecnologias de controle e de submissão e de práticas de racismo elas operacionalizam em pessoas negras exatamente a lógica do engrandecimento cultural e os púlpitos a bíblia tem sido usados como como como fonte de espoliação denominação há séculos e volta no século 20 com uma força conjunta antiterrorismo e no
século 21 agora a gente está notando os desdobramentos dessa história a vergonha que é uma pessoa negra se reconhecer dentro de uma tradição cujos antepassados fizeram parte dessa história 60 de moraes que foi dito aqui donatário é impressionante é como ele nasce uma mesa espírita branca de kardec e amaldiçoado por ser a manifestação de um caboclo um índio depois vêm os pretos velhos que são representações de de pessoas que foram escravizados negras e logo depois porque o documentário não disse imediatamente aqui é figuras espíritas de proeminência mostra que aquelas entidades negras elas também serão sub
desenvolvidos nessa idéia ascensional evolucionista que a europeia que está dentro da mentalidade espírito então a gente vê o aceno cortando todos os outros jogadores é isso né e repetindo agora né é um rasgo na verdade do século 18 consolidado no sangue da mãe que o racismo científico né todo o histórico gol sabem muito bem deu se no caso dos livros que estão nessas regiões e reproduzem isso só lhe falam que você vai entender que eu falo não vai entender muito bem ele desista muito bem porque o rádio tem uma característica divididas em ter um rácio
de marca que aquele que me faz é o negro campeão milan se sair o evangélico negro soma determinado que o seu primeiro pôster um momento mais perversa lugar senão você acaba demonizando o caba mãos o ano criando a cultura negra é o caso da capoeira do samba como é que a identidade do carro né e o terceiro é a fase mais rico foi rendido falam dia quando fala da própria vítima acreditar nisso é o que acontece quando a gente não encarar o cruzeiro e é ele e não percebe que está contra sua identidade como seus
ancestrais da sua história é de comunidade mas eu tenho uma esperança porque eu tenho ouvido muito jogar e eu tenho ouvido muitos jovens negros e pastores negros começaram a questionar a estrutura basta ver o conflito que vergonha com marcos davi dentro da igreja batista é conversar mais na preleção antes do brasileiro marcos daniel na minha casa meu amigo fabíola que é brilhante uma pessoa que está sempre conosco na caminhada então isso mostra que é um sinal do tempo e aí ele se vangloria que a igreja de luther king mas ele não sai porque ele era
batista mas ele lutou por direitos civis e lutou contra o racismo eo preconceito e como é que a igreja reproduzir época no brasil a tomar a configuração é diferente e tem que observar também que os neopentecostal que está em disputa com o candomblé umbanda um transe porque ela recebe o espírito santo ok o outro lado da chave o caboclo é o já então trânsito que foi uma manifestação criada por um afro-americano estados unidos águas usa não pode crescer disse que os negros não era uma coisa coisa racional que se tornou no século 19 estava chorando
sempre desmarcado pela metodista e aí ele acha que tem kaká balançar o negócio recebeu um negócio né acho que foi isso que aconteceu então é isso que está na disputa e aqui virou uma fonte de preconceito ou seja lá é do demônio mas aqui pode receber o que é de deus jesus com como é que a gente começa a conversar sobre isso dentro da escola a gente já tem a lei 10.639 que torna obrigatório o ensino das culturas é afro brasileira e também indígena nas escolas mas a gente sabe que isso não está acontecendo uma
coisa observar o seguinte a escola por incrível que pareça é o terceiro lugar onde acontece a intolerância religiosa o primeiro é o desconhecido o estado só disco mais transmissão tem pesquisado trabalhando candidato é o desconhecido cara que cobra na rua tarde banco tamarrado né depois é o vizinho segundo lugar varzim que aquele que você chega a cansar em casa no domingo coloca zeca pagodinho vai colocam gospel mas no qual foi o vinagre coloca pato virtualmente aumenta mais ainda e o terceiro é o ambiente escolar 5% que é justamente as pessoas que são desses outros são
funcionários do estado laico chega lá quem possua religião ou não pode ter festa junina não tenho a palavra de jesus porque o trabalho não pode entrar e aí são as pessoas que mais persegue a lei 10.609 porque acho que é uma lei que ensinar religião porque eles confundem mitologia de orixá com religião e não tanto o estudo mitologia grega como a tranquilidade nesse caso a gente precisa investir em formação continuada dos professores e também não faz de nós professores mas de todo mundo que está na educação todo mundo tá dentro daquela unidade escolar totalmente citando
a sua questão é me parece totalmente certa nós somos formados numa universidade que é tá dentro de uma sociedade que é racista eu por exemplo sou formado em teologia e filosofia nunca estudei tornou teologia africana tive que estudar depois e na áfrica teologia cristã fricana desmonto tudo é nobel da paz bispo anglicano ea gente sequer é ler os textos que escreveu sobre teologia negra então a gente vai estudando uma faculdade de teologia na faculdade de filosofia gente toda a mitologia grega mas não no bar e é uma mitologia tão rico e talvez mais rica do
que a mitologia grega a estudar mitologia romana no máximo e o resto toda pensamento eurocêntrico então falta pra gente e preencher essa lacuna que na verdade é uma lacuna universo inteiro é mais do que isso falta gente descobrir aquilo que o paulo freire tinha dito em 68 na pedagogia do oprimido que o aluno não é passivo que ele ativamente a gente a todo o processo educacional e que esses alunos e alunas eles vivem em contextos racistas e traz inclusive marcas de indignação aquilo paulo fez chamou de conscientização que não é meramente sabe não saber informar
funcional é você se posicionar de uma maneira que você tenha esperança porque não espera por que você luta porque você quer contra dizer aquilo que te entrega então de certo modo essas alunas e alunos elas traziam saber que não saber que é vivido na pele que deve ser explorado se eu como professor não tive esse preparo eu tenho que ter a humildade a escola tem que ter um espaço pra que a gente escolha o escute essas vozes que são silenciados que trazem se saber por si só e olha acho que tem tudo a ver se
a gente tivesse combinado não te dá tão certo vou mostrar agora uma coisinha de uma jovem uma jovem brasileira chamada ana maria souza olha que ela diz tem tudo a ver com o que a gente está conversando né nossos alunos ela novamente paulo freire estava certo vamos assistir quatro pontos têm minha religião passo deles a minha filosofia e fácil deles a minha ação viva creia ame e faça essa é também a minha geração viveu sua filosofia ama sua arte creia na sua religião e faça sua parte mas não use sua religião para tentar reprimir o
outro somos 7 bilhões e mentes no mundo e querer que todo mundo que é a mesma coisa é no mínimo pop de louco eu respeito todos os que têm fé eu respeito todos os que não a têm eu respeito quem criei um deus eu respeito quem não tem ninguém eu gosto de quem tem fé no verso eu gosto de quem tem fé em si mesmo eu gosto de quem tem fé no universo eu gosto dos que andam a esmo um abraço pra quem é da ciência um abraço pra quem é de deus um abraço pra
quem é da arte e um abraço pra quem é ateu axé para quem é de axé amém para quem é de amém recebi para quem é de magia e amor para quem é do bem intolerância religiosa é a própria contradição religião vem do latim religar e que significa união então para dividir o mundo entre os que vão e que não vão para o paraíso o nosso mundo tá doente em tudo enquanto nós perdemos tempo brigando por isso ao invés de dividir as regiões entre as que são do mal tudo bem que tal bottas ideologia no
bolso e ajudar aquele moço que deferiu mãe na rua de jantar disse ninguém os grandes mestres já disseram que precisamos de união então por que não fazer do respeito também uma religião aí a gente vê e entende o motivo dessa esperança então nem vania da juventude então o pouso quanto eu tenho acompanhado muito a juventude mesmo alguns assim você vê o kleber lucas que passou pelo que passou é uma estréia jorge gospel popular acho que passou e hoje está fazendo mestrado em história e tem sido um parceiro a um pastor nenhum que tem tido um
papel importante marcos amaral que é o presidente desportivo italiano ac do município do rio de janeiro eu sempre digo que nós não podemos generalizar para choramos marina tem tido um papel importante o próprio henrique vieira neto fecharem o cenário é essa é nossa isso ainda conhecemos frequenta que temos que é amigo mas não frequenta é mais complicado é essa aí a coisa nas caldas da boca e da discriminação é tratado mas eu acho que isso também é importante que a sociedade ela precisa é melhorar por isso que a experiência nossa caminhada pela liberdade religiosa que
se no dia 15 de setembro em copacabana você vai ver os budistas não trazemos em cinco discos do brasil todo o cin ano né esse é o momento nós mostramos que é possível você tem uma diversidade tem que ter o respeito e mais ainda e sempre também acreditar nele porque ele te dou lhe gabito se ele te deu o livre arbítrio mas é um dom divino você pode escolher então essa ideia fascista totalitária e racista que tem crescido nós temos que frear eu só eu sou daqueles que acham que têm o direito de pensar como
eles pensam que eles não possam transformar isso numa atitude social que consiga diz que não é de tanta dor para as pessoas crianças jovens e famílias assim eu assim é muito legal ouvir vocês dois eu quero muito agradecer por terem vindo a conexão assim é um respiro a gente ouve vocês dois ouvirá a nossa poetisa é que é maravilhosa também ana maria muito obrigada pela sua poesia e em 25 minutos a gente não esgota a conversa sobre intolerância religiosa mas a idéia é justamente dar um pontapé inicial e inicial não dar mais um pontapé para
conversar sobre isso conversar sobre o racismo da nossa sociedade para que a gente frei isso né é inaceitável o que está acontecendo é inaceitável realmente precisa parar muito obrigado por terem vindo viu obrigado a você de casa por estar com a gente também se você quiser rever essa e outras entrevistas é só acessar o futuro pleito ponto org um beijo e até a próxima [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música]