[Música] Olá meu nome é Fabiano Santos e sou professor da disciplina de currículo educação e nosso último encontro discutimos sobre as teorias não críticas em currículo naquele momento nós vimos que a teoria tradicional do currículo ela domina infelizmente ainda os currículos e tem o objetivo de formar um estudante que não não pense criticamente a educação também vimos naquele momento a diferença entre modernidade pós-modernidade aquela discussão que nós fizemos no nosso último encontro é super importante para entendermos o tema de hoje o tema de hoje da nossa aula vai falar sobre teorias críticas e pós críticas
do currículo Então nesse momento nós vamos conhecer um pouco mais sobre as teorias que a gente pode dizer que são progressistas no campo do currículo para falar das teorias críticas e pós críticas eu quero relembrá-los sobre a discussão que fizemos de modernidade e pós-modernidade naquela ocasião nós vimos que a mumbate entre aqueles autores pesquisadores que entendem que vivemos num período chamado de modernidade e outros que dizem que vivemos um período pós-moderno pós-modernidade em torno dessa discussão nós vimos que há um reflexões sobre a objetividade subjetividade conhecimentos versos saberes né então alguns a teoria crítica defendendo
que a escola deve trabalhar com conhecimentos a teoria pós crítica ou após uma identidade defendendo que são saberes no papel da escola modernidade aponta que é Trans de conhecimentos a outra pós-modernidade vai dizer que é construir subjetividades com os dois conceitos chaves para cada uma o conceito chave para cada uma dessas teorias dessas perspectivas ideologia para modernidade e poder na pós-modernidade discurso versus a materialidade do Real grupos sociais classes sociais bem naquele momento então nós estudamos percebemos que qualquer discussão que vai envolver currículo e a própria Educação de uma maneira geral por trás dessa discussão
há uma teoria a uma concepção não dá para a gente falar é que você pertence ou é adepto a uma determinada concepção teórica e fazer na prática outra coisa né a teoria ela nos ajuda a pensar a nossa prática encaminhar a nossa prática por isso que é importantíssimo conhecer por isso que nós estamos nesses duas aulas falando sobre teorias do currículo conhecer as teorias do currículo significa conhecer os caminhos que nós vamos perseguir durante a formação Eu lembro que no momento das nossas aulas eu eu disse né eu usei uma frase que tá lá no
clássico Alice no País das Maravilhas que é a seguinte né quando você não sabe para onde vai qualquer caminho serve então se você não tem Claro qual é a teoria que você segue que te ajuda a pensar a tua prática que ajuda a iluminar as práticas curriculares qualquer coisa serve então de repente como nós vimos como nós vimos nas outras aulas qualquer ação prática pode servir e o que nós estamos defendendo aqui é que não é que é necessário que vocês conheçam essas teorias para que vocês possam aprimorar a prática de vocês como professoras e
como professores bem em torno dessa discussão tendo como pano de fundo a modernidade e após modernidade a gente vai falar das teorias críticas e pós-críticas então é importante que a gente compreenda as teorias críticas e pós-críticas e como o próprio nome diz a gente está aqui diante né das teorias críticas adeptas a uma perspectiva moderna de sociedade e as pós críticas adeptas a uma teoria uma perspectiva pós moderna de sociedade começando pelas teorias críticas portanto por aquelas teorias que entendem que vivemos na modernidade que a ciência que o conhecimento que a transmissão dos conhecimentos são
base fundamentais para o desenvolvimento das práticas pedagógicas da escola essas teorias no currículo vão entender que a sociedade é dividida em classes E essas classes são antagônicas e que sob essa sobre a forma da luta de classes opõe-se burguesia e proletariado aqui já dá para entender já dá para perceber que o autor a concepção teórica que está por trás dessas teorias críticas principalmente é o materialismo histórico dialético de Karl Marx as teorias críticas em termos de concepção social de sociedade ainda vão dizer que é essa luta Essa sociedade dividida em classes expressa a luta que
se trava nas relações sociais de produção que são as relações de exploração vai entender que a sociedade que nós vivemos é uma sociedade dividida em classes que essas classes possuem condições muito diferentes Uma das uma da outra a classe trabalhadora só tem a sua força de trabalho e a classe burguesa tem os meios de produção e é por meio dessa condição da classe burguesa que ela explora a força de trabalho da classe trabalhadora tá indo para o campo da educação agora né saindo desse Campo social econômico as teorias críticas de currículo vão dizer que a
escola é o local privilegiado para transmissão dos nucleares lembram dos saviani quando quando nós vimos no módulo 1 sobre a função social da escola e ele defendia que a escola deve ser o local de transmissão dos conhecimentos nucleares da escola pois bem essas teorias críticas que vão a estabelecer o papel da formação desses estudantes apontam que o que o currículo deve ser então formado por conhecimentos nucleares que são conhecimentos científicos artísticos e filosóficos tem há também dentro dessas teorias críticas aquelas aquela visão um pouco mais determinista ainda que seja uma teoria crítica não é uma
teoria tradicional é uma teoria crítica que portanto olha para escola ver a sociedade como uma sociedade necessária de transformações da escola como um espaço de de mudanças ainda que isso faça parte desta perspectiva determinista esta perspectiva ela injeça um pouco mais a possibilidade de pensarmos a escola dentro da sociedade capitalista com isso essa visão vai dizer que a escola é um aparelho ideológico do estado e ponto final ou seja nada que nós façamos enquanto docente enquanto sociedade civil nada que nós façamos terá Impacto decisivo na mudança do rumos que a escola trilha nessa sociedade por
um lado evidentemente isso não deixa de ter razão né mesmo que nossas intervenções na escola seja um críticas e virgem a formação crítica do Estudante isso não é suficiente para que as mudanças qualitativas da sociedade ocorra isso a gente sabe né então como diz o Paulo O Paulo Freire né a escola ela não muda o mundo a escola muda pessoas e são as pessoas que vão mudar o mundo nessa linha de pensamento né então eles têm razão essa perspectiva determinista o que peca essa perspectiva determinista é dizer que não há nenhum tipo de possibilidade de
intervenção de luta por uma contrageonia dentro da escola é como se então nós tivéssemos que cruzar os nossos braços e aguardar para que as coisas mudassem de forma Quase que espontânea e não é assim que a gente tem entendido a potencialidade das nossas intervenções na escola nessa teoria crítica ela elas Ela olha para a escola e olha para o currículo como uma instituição e uma ferramenta que prepara o estudante para o trabalho no capitalismo tem uma autora chamada Cássia coenzer E ela diz que existe na escola na escola capitalista uma dualidade estrutural existe escola dos
pobres e existe a escola para os ricos na escola para os pobres o objetivo é oferecer o mínimo de conhecimentos necessários para que esse estudante possa agir de forma produtiva na sociedade no mercado de trabalho enquanto que a escola do da burguesia do dos ricos vai vai formar essas pessoas esses estudantes para que continuem sendo dirigentes portanto os conhecimentos os artísticos científicos e filosóficos mais desenvolvidos são oferecidos nessa escola tá E aí a teoria crítica vai vai apontar essa dualidade e vai dizer Olha nós temos que nessas atividades nucleares oferecer os conteúdos e conhecimentos que
são oferecidos lá na escola do rico porque é com essas ferramentas que nós vamos possibilitar O estudante a ter ferramentas para olhar a sociedade intervir nela de forma ativa protagonista e crítica a escola na Perspectiva teoria crítica é condicionada pelos aspectos sociais políticos e culturais mas contratar um espaço que aponta a possibilidade de transformação social como eu havia dito assim determinações nessa escola né não há como negar é uma escola que por exemplo o empresariado assume um papel importante na definição dos conteúdos que vão ser transmitidos nessa escola e não assume esse protagonismo de forma
ocasional assumir de forma intencional porque a eles interessa que seja perpetuada essa forma de educação voltada para o mercado de trabalho né É mas contraditóriamente nós estamos ali como professoras como professores atuando lutando para que essa escola forme de uma outra perspectiva dentro de uma outra perspectiva as na teoria crítica tem uma um conceito muito interessante que é o desenvolvido pelo principalmente pelo Michael Apple que é a ideia de currículo oculto né Tem um pouco diferença aí do que o saviani apontava lá quando a gente discutia mas vale a pena que vocês compreenderam que vocês
provavelmente Vão ouvir muito sobre conteúdo sobre o currículo oculto nessa visão crítica sobre currículo diz que tudo que se desenvolve na escola ainda que não seja curricular tradicional né que não esteja prescrito no currículo pode ser considerada consideradas atividades curriculares então uma exposição no mural da escola que discuta um tema polêmico que diz que faça os estudantes olhar pensar ou não que Reforce uma visão pouco Progressista isso é currículo porque isso está ajudando auxiliando de uma maneira direta e indireta formar os estudantes numa concepção de mundo de sociedade e de educação também como o conjunto
das atividades nucleares da escola recuperação da especificidade da função social da escola e do papel do conteúdo historicamente produzido e construído pelo conjunto da humanidade O currículo é visto como dessa maneira na Perspectiva crítica de currículo né é importante então que a gente retome a função social da escola que a gente compreenda enquanto docentes Qual é o nosso papel e qual é o papel da escola porque aí quando a gente tem dimensão dessas duas questões a gente consegue olhar o currículo a gente consegue fazer intervenções críticas importantes uma das grandes das grandes dos grandes uma
das grandes positividades que a teoria crítica traz É a superação das visões não críticas aquelas visões tradicionais de currículo que nós vimos anteriormente né então a teoria crítica historicamente né do ponto de vista histórico Ela olha para o que vinha sendo considerado currículo e diz não é suficiente isso que vocês estão considerando como currículo é preciso avançar é preciso trazer conteúdos diferenciados é Preciso olhar a sociedade interferindo neste currículo ele não é um instrumento neutro ele está inserido numa sociedade e se nós não entendermos isso nós corremos o risco de fazer uma formação tecnicista pragmática
alienada do Estudante né reproduzir a sociedade numa visão portanto reprodutivista de educação então a teoria crítica vai dizer a ação educativa a atividade cativa pressupõe a articulação entre o ato político e o ato pedagógico são indissociáveis na teoria crítica a ideia de política como ação como intervenção como tomadas tomadas de posições tentando resgatar a ideia de política dos gregos né é e muito distorcida nos tempos de hoje confundindo-se muito com é política partidária que não tem nada a ver com isso não tem é impossível que nós sejamos a políticos ser seres humanos seres sociais são
políticos porque tomam decisões agem de forma intencional mesmo que você diga que você não se mete ou não se envolve com política Esse ato é um ato político de se colocar aspas neutro na relação né E aí então não tem como a gente dissociar esse posicionamento essas crenças que os professores que as pessoas têm do ato pedagógico quando a gente tem essa dimensão a gente se afasta demais das teorias não críticas ou tradicionais crítico reprodutivistas do currículo porque quando a gente olha para o ato pedagógico e ver nele interferências da sociedade a gente consegue então
olhar de uma forma mais abrangente para todo esse processo importante retomar antes de ir para perspectiva pós crítica retomar que na Perspectiva crítica de currículo a nela um grande avanço em relação às teorias não críticas porque não é consideram a atividade pedagógica como uma atividade política inserida numa sociedade colocam sobre a educação um papel importante na formação crítica do estudante não é tão somente uma formação pragmática O estudante não é visto aqui como um receptáculo vazio que vai sendo depositado conteúdo indo lá no Paulo Freire novamente como uma educação bancária não é uma educação bancária
que a gente que o professor vai lá e deposita conhecimento como se estudante não tivesse nada considera-se todas as experiências que o Estudante tem né mas aí importante não se mantém nesses conhecimentos procura-se avançar sobre esses conhecimentos cotidianos que o estudante traz consigo e avançando apresentando portanto uma visão mais científica cultural filosófica e artística de conhecimento tá então a teoria crítica de currículo ela é importante por isso também importante retomando porque ela nos apresenta a escola como uma instituição primordial para transmissão de conhecimentos e olha o currículo como um local em que as atividades os
conteúdos nucleares devem ser desenvolvidos tudo bem bom indo para as teorias pós-críticas nós vamos perceber algumas diferenças né importantes diferenças inclusive porque parte de um E aí eu lembro vocês modernidade pós-modernidade aqui parte-se de uma perspectiva pós-moderna E aí gente o ponto de partida interfere muito no meio no processo de todo de toda essa questão do currículo Então os teóricos que defendem a teoria pós-crítica de currículo concedem que nós estamos vivendo na época pós-moderna subjetividade formação da subjetividade o discurso não é a ciência é a formação mais cultural né não podemos dizer em uma teoria
pós-crítica por exemplo mas um conjunto variado de perspectivas abrangendo uma diversidade de Campos políticos estéticos epistemológicos tem como referência uma oposição ou transição entre modernidade e após modernidade então a gente olha consegue olhar consegue compreender as teorias pós críticas como uma espécie de transição é entre uma visão crítica e uma visão não crítica de currículo né incorpora algumas questões importantes da teorias críticas do currículo e busca avançar em outras como nós vamos ver daqui em diante a teorias pós críticas questionam os princípios os pressupostos do pensamento social e político estabelecidos a partir do Iluminismo lembrem
que o Iluminismo foi aquele movimento na sociedade logo no final do período medieval início do período moderno em que a ciência ganha uma centralidade muito grande o próprio nome diz iluminismo de iluminar né o período das trevas e o responsável o a responsável ou responsável por fazer isso eram os conhecimentos científicos né então a teoria pós-crítica fala assim olha aquela visão é crítica de ciência Iluminista não serve para nós porque segundo eles esta visão acaba caindo na no armadilha que é relegar a ciência uma explicação quase que totalizadora da realidade que é a crítica que
se fazia no Iluminismo à religião que a religião explicava tudo os pós críticos a teoria pós crítica diz Ah parece que a ciência explica tudo não a ciência não tem o poder explicativo de todos os fenômenos sociais é isso que eles vão dizer bom rompem com uma lógica positivista tecnocrática racionalista é a razão lembra razão e não razão ou razão e subjetividade não não razão razão e subjetividade lembra que a gente viu no último encontro pois bem aqui a teoria pós-crítica vai dizer essa ideia de racionalidade que tudo se explica pela razão que há uma
verdade absoluta nas coisas que não né eles vão dizer o discurso estrutura uma realidade eu vou eu vou propondo explicações e essas explicações vão se tornando verdades Então não é uma verdade uma verdade racional sobre as coisas mas existem discursos distintos sobre as a verdade tentativa de dar voz ao subalternos excluídos de um sistema totalizante e padronizado percebam que aqui não se fala em classe social se falam isso bauténo se falam em grupos sociais minoritários Como os negros as mulheres o grupo lgbtém mais e assim por diante então como eu falei supera uma visão de
absolutista de verdade e tem uma primazia no discurso Como eu disse antes o discurso é que estrutura a realidade ela que explica a concreticidade da sociedade diante dessa prisão né aquele último slide de uma visão social de como que as teorias pós-críticas olham a sociedade vamos agora olhar compreender como que as teorias pós-críticas olham para o currículo olham para a educação o currículo é visto de uma perspectiva multiculturalista que significa superação das verdades totalizantes numa visão multiculturalista de currículo é fundamental as discussões sobre gênero sobre sexualidade né sobre pertencimentos sobre negritudes tudo no plural porque
não há uma Negritude da favela Negritude da do campo a Negritude da cidade então não dá não há nessa perspectiva como nós falarmos a essência de uma única coisa tá para a teoria pós crítica discurso da modernidade na formação através do conhecimento científico é incompatível com as perspectivas pós críticas de currículo Então essa visão cientificista de currículo não serve para as teorias pós-críticas o currículo então existente de forma linear sequencial estático Não serve né É mais importante pensarmos em contextos em temas que se atravessam sem uma lógica linear é mais fácil pensar o currículo dessa
maneira do que o currículo que vem sendo trabalhado tradicionalmente tá as teorias pós críticas criticam o currículo disciplinar e fragmentado Então essa ideia de currículo gavetas então no primeiro horário a gente abre a gaveta da língua portuguesa passou primeiro horário fecha a gaveta da língua portuguesa abre a disografia a teoria pós-crítica diz o currículo não deveria ser pensado dessa maneira o currículo deveria ser pensado de forma transdisciplinar para além das disciplinas interdisciplinar né deveria se dar muita muito valor ao cotidiano dos Estudantes aos conhecimentos que eles trazem consigo não é uma um conhecimento pronto acabado
produzido promovido por dotos né por aqueles que têm dominam a teoria o conhecimento os esclarecidos então aqui uma supervalorização das experiências que os estudantes trazem das suas casas das suas vivências culturais cotidianas o significado são culturais o currículo é uma ferramenta que deve ser olhada de forma cultural socialmente produzidos em voltas em relações de poder lembra que na teoria crítica a gente falava em luta de classes aqui a gente fala disputa de poderes que não está necessariamente em antagonismo de classes mas está numa própria no próprio grupo social vamos imaginar entre nós professores e estudantes
segundo essa teoria existe uma relação de poder o professor na condição que se coloca um poder muito maior de decisão na vida do estudante do que o Estudante tem na vida do professor e essas relações de poder vão se estabelecendo na vida cotidiana nas mais diversas vivências que nós vamos estabelecendo E isso também acontece no currículo por exemplo língua portuguesa e matemática como disciplinas muito mais considerado muito mais importante portanto tendo um poder muito maior na formação dos Estudantes do que outras disciplinas E aí Claro a gente sabe porque porque para a sociedade é muito
importante que os estudantes saibam ler e escrever fazer conta minimamente né nas teorias pós-críticas há uma tentativa de desconstruir binarismo que constituem conhecimento como macho fêmea Branco negro científico não científico né o currículo ele é o resultado da produção de discursos que nós fazemos sobre as áreas do conhecimento de matemática de língua portuguesa portanto não é algo rígido não é algo determinado é algo que é mais fluído por isso a ideia de transdisciplinaridade pensar com o currículo para além de disciplinas existe experiências por exemplo o trabalhar com projetos né Várias escolas e algumas redes trabalham
com projetos trabalhar com projetos nada mais é do que pensar um currículo dentro de uma perspectiva pós crítica porque rompe com a ideia de disciplina estabelece dentro de um projeto conhecimentos discursos que estão originados de diversas áreas do conhecimento diversas disciplinas do conhecimento tá não toma a realidade tal como ela é e sim como dizem os discursos então há uma representação do que é a realidade e não a própria realidade em si então a realidade não pode ser consumida fora dos processos linguísticos de significação ou seja o qual é o meu significado qual é a
minha interpretação e como a minha interpretação se coloca nas relações de poder tá aqui tem um quadro comparativo entre teorias críticas e pós críticas nas teorias críticas tem os a ideia de conceitos e conhecimentos históricos e científicos concepção de e teoria de currículo conceitos como trabalho materialidades objetividade realidade classes sociais emancipação e libertação desigualdade social currículo como Resistência currículo oculto definição do que e porque se ensina e noção de sujeito do outro lado as teorias pós-críticas apontam com o fim das metas narrativas que é justamente a o que dá sustentação teórica para as teorias críticas
defende um hibridismo curricular currículo como discurso como representações defendem o lugar da cultura da identidade da subjetividade do discurso dos grupos sociais da discussão de gênero sexualidade representação incertezas do multiculturalismo do currículo como construção de identidades compreensão do para quem se constrói o currículo e formação de identidades tá com isso aqui estão as referências que a gente usou para trabalhar com aula na aula de hoje de vocês com isso a gente se encerra essa esse módulo que a gente discutiu as teorias curriculares Vimos que não é possível falar de teoria de currículo sem falar das
teorias educacionais nós vimos no último encontro nosso teorias educacionais vimos também portanto como resumo desse módulo que é as nossas práticas devem sempre estar iluminadas devem sempre estar em bebidas de uma teoria então não tem como a gente falar de uma prática cotidiana prática da pedagógica docente sem por trás dela ter Claro qual é a minha concepção teórica mesmo que seja para negar tudo que tem sido feito na escola bem com isso nós terminamos esse módulo espero que vocês tenham aproveitado e até uma próxima [Música] [Aplausos] [Música]