Olá, assombrados. Eu sou a Ana Paula e vou contar vários relatos para vocês nesta coletânea de relatos de hoje. E aí, tudo bem?
Eu espero que sim, que esteja tudo bem. Já vou pedindo para você deixar o like no vídeo, não se esqueça da loja assombrada e se ainda não é inscrito, se inscreva no canal. E vamos para os relatos de hoje.
Lembrando que todos os nomes de todos os relatos já estão trocados e o primeiro deles de hoje é este, a amoreira. Amoreida, amoreira. Tinha um personagem, não tinha da Praça Nossa, que falava assim Modeira.
Bom, a Amoreira é um moço que nos conta. Oi, Ana, tudo bem com você e com a família? Espero que esteja tudo em paz por aí.
O meu nome é fulano, eu sou recém-chegado ao canal, já estou viciado, maratonando tudo, especialmente os relatos de lobis homem, que são os meus favoritos. Vamos ao meu relato. Pode ler, tranquila, tá?
Obrigada. Entre 2008 e 2009, eu consegui me separar de um maledito que me mantinha preso em um relacionamento tóxico e abusivo. Foi difícil, custoso mesmo.
Ele era extremamente violento e sair de perto dele parecia impossível, mas eu consegui. Aluguei uma edícula no centro da cidade e, aliás, foi nessa época que eu descobri o que era uma edícula. Para quem não sabe, é uma casinha nos fundos de uma outra casa, no mesmo terreno.
Bom, a tal edícula era, na verdade, dividida em duas kitnetes simples, mas bonitinhas. Quarto, cozinha e banheiro. Tudo pintadinho, azulejado por dentro, apesar da construção sem ser bem antiga.
Na frente, um pátio pequeno com lajotas de cerâmica e no centro uma amoreira. velhinha mais firme, ainda dava frutos. Abaixo dela, o chão ficava todo manchado de roxo.
No pátio saía um do pátio saiu um corredor que levava até o portão de entrada. Levei pouco tempo para me instalar, pois tinha poucas coisas. minha cama, umas roupas e o computador que usava para trabalhar.
Estava empolgado com o meu segundo emprego, que me dava grana para pagar o aluguel e seguir em frente depois dos perrengues com o maledito. Mas ele, é claro, não me deixou em paz. Começou a me cercar na rua, a me ameaçar, tentou me atropelar, foi até os meus empregos para me difamar.
Eu tentei registrar boletim de ocorrência, mas nada aconteceu. Ser LGBT naquela época, e sejamos honestos até hoje, era ter que lidar com desprezo e deboche. Os policiais riram da minha cara e sugeriram que eu resolvesse no braço, mas a minha mãe não me criou para isso.
Eu segui vivendo como podia. A rotina era simples. Chegava do trabalho, fazia minha comida, separava a roupa para lavar.
Assistia algo no computador, só que toda a noite era a mesma ladaainha, o maledito batendo no portão, gritando o meu nome. Ele via luz acesas e sabia que eu estava em casa. Foi aí que eu comecei a notar algo estranho.
A porta de entrada era daquelas de correr, de metal e vidro e balançava demais, batendo no trilho e fazendo um barulho danado. Eu achei que fosse o vento, mas a moreira lá fora ficava imóvel, sem uma folha se mexer, estática. A coisa foi piorando.
Um dia deitado, eu olhei pra porta de vidro e vi alguém passando debaixo da moreira. Achei que fosse a dona do imóvel. Fui abrir a porta, mas não tinha ninguém.
E a pessoa que eu vi tinha cabelos brancos. A dona era ruiva e eu fiquei confuso. "Bom, devo estar vendo coisas", pensei.
Dias depois aconteceu de novo muito barulho na porta enquanto eu arrumava as roupas para lavar. Me abaixei para pegar uma meia no chão e vi de relance aquela mesma figura parada bem na porta de entrada, tão perto que parecia empurrá-la. Corri para apagar a luz, tentando enxergar melhor pelo vidro.
E foi aí que eu vi, e foi aí que eu a vi com clareza. Uma senhorinha de cabelos brancos curtinhos, usando um vestido branco amarelado com flores roxas ou azul escuras. Ela me olhou e fez um gesto de pedindo silêncio.
Depois virou as costas e foi embora. Três segundos depois, o maledito apareceu. Eu fiquei paralisado, achando que ia começar tudo de novo, mas ele só tocou o interfone, deu uns murros no portão e foi embora.
Um alívio imenso tomou conta de mim. Dois dias depois, o mesmo ritual, a senhora aparecia, a porta batia e o maledito vinha logo em seguida. Comecei a perceber quando a noite estava tranquila, eu não via a senhorinha, mas quando o maledito estava para chegar, ela também estava lá, sempre antes dele.
Em uma dessas vezes, eu tentei seguir a senhora com os olhos. vi quando ela caminhou até a amoreira e simplesmente desapareceu ali sob a árvore. Essa rotina seguiu por um tempo, até que a família do maledito resolveu interná-lo e a paz voltou.
E mesmo depois disso, às vezes eu ainda via a senhorinha sentada sob a amoreira durante o dia ali, tranquila, serena, curtindo a sombra da árvore. Era como se ela estivesse só me fazendo companhia. Até que um dia cheguei do trabalho e vi que tinham cortado a amoreira.
Eu fiquei profundamente triste. Depois disso, eu nunca mais vi a senhorinha. Me mudei tempos depois, mas saí daquele lugar com a certeza de que alguém do lado de lá me ajudou muito mais do que qualquer um do lado de cá.
Tomara que ela tenha ganhado pontos positivos com isso, porque para mim fez toda a diferença. E é isso, Ana. Muito obrigada por ler o meu relato, já me preparando para escrever outros envolvendo o maledito.
Um beijo para você, muito obrigada. Então, ela meio que vinha te avisar assim, tipo, finge que você não tá em casa, ó. Fica quieto, apaga a luz aí para o maledito não ficar insistindo aí que quer entrar alguma coisa assim.
Meio que ela te protegia, ela te avisava. de fazia companhia. Quem será que era?
Você nunca teve a curiosidade de perguntar pros donos quem poderia ser e ela tava ligada a Moreira. Por que será, né? Interessante.
Muito bom. Próximo relato. A mulher que cantava é uma moça que nos conta.
Olá, An assombrados. Como você, pera aí, como você já contou, eu acho, em outro relato, eu faço fisioterapia e preciso de uma faxineira a cada 15 dias aqui em casa. A minha prima, que é cuidadora de idosos, me apresentou a Ester, uma senhora forte, bem disposta, acostumada com trabalhos domésticos.
Elas são amigas há muitos anos, pois trabalham em casas e apartamentos na zona sul do Rio de Janeiro. Ester passa roupas como ninguém e fala pouco. Numa das minhas voltas da fisioterapia, eu trouxe um pão gostoso disposta a arrancar algum relato para mandar para vocês.
Vai que, né? Não custava tentar. Sentamos, preparei uma mesa de café bem servida, convidei-a para lanchar comigo e ela aos poucos foi contando.
Disse que veio de Pernambuco, ainda criança, sempre trabalhando em casas de família e que já tinha passado por situações bem estranhas, até constrangedoras. Aí eu dei o meu melhor sorrisão e soltei. Alguma assombração, né?
Ela ficou em silêncio, como se estivesse decidindo se podia confiar em mim o bastante para contar algo que tinha guardado no fundo do cérebro. Sim, muitas coisas sem explicação. Trabalhei em casas antigas, cheias de segredos, histórias e tragédias guardadas a sete chaves", disse ela.
"Coloquei mais café na xícara dela, porque a gente sabe que café tem o dom de soltar a língua dos tímidos". E então ela contou que certa vez trabalhou na casa de um casal de médicos. Era uma casa grande, muito elegante, e ela costumava ficar o dia inteiro sozinha por lá.
Num fim de semana, o casal viajou e pediu que ela limpasse as pratarias. Ela disse que primeiro fez uma boa faxina e deixou as peças de prata para limpar a noite enquanto assistia a TV. fez um café, se acomodou e distraídamente olhou para o jardim bem cuidado e a viu.
Junto com a visão, ouviu uma mulher cantarolando baixinho uma cantiga de Ninar bem antiga. Ester percebeu que a mulher não tocava os pés no chão. Paralisada, notou que a figura vestia um vestido amarelado, rasgado, e estava completamente molhada.
Ela sabia que se tratava de uma aparição. Fechou os olhos com força e começou a orar. Quando os abriu, a mulher havia sumido, mas a cantiga de Ninar recomeçou na TV.
Como assim? com as pernas trêmulas, correu até a sala e desligou a televisão. Depois subiu correndo as escadas e se trancou no quarto de hóspedes, orando desesperadamente.
Ouviu passos leves na escada e a cantiga continuava. Enquanto orava, agora ajoelhada, sentiu uma mão fria alisar o seu ombro. Era um toque frio e molhado.
Então ela perdeu os sentidos. Também, minha filha. Ai, acordou com os patrões chegando em casa, dizendo que haviam esquecido algo que ela não lembra exatamente o quê.
Muito assustada, ela contou tudo pro casal. A patroa a ouviu em silêncio e depois, com um olhar sério, confirmou: "Eu também já vi essa mulher". Contou que ela havia morrido na piscina da mansão, tentando salvar o filho, que também se afogou.
Depois da tragédia, cobriram a piscina com o jardim. E de vez em quando ela parecia cantar olando suas canções de Ninar. "Mas ela nunca fez mal a ninguém", justificou a patroa.
"Ela só procura o filhinho que perdeu. " Estter disse que, infelizmente, não teria condições de passar mais uma noite ali. O casal, compreendendo a dispensou e pagou todos os seus direitos.
Ela ainda passa roupas para eles, mas termina e vai embora logo em seguida. Eu pedi permissão para mandar o relato pro canal e falei da seriedade do trabalho de vocês. Ela ficou curiosa, pediu para ouvir os relatos e amou.
Ana, ela gostou tanto que agora passa roupa ouvindo você o dia todo. Vamos lá. E manda história e escuta história daqui, ó.
E é isso, Ana e Assombrados. Amor de mãe é um sentimento tão poderoso que transcende até a morte. Com certeza.
Mas que dó. Eh, e ela aparece ainda, mas gente, não tem que fazer uma oração, um encaminhamento, alguma coisa para essa alma encontrar paz, né? Porque coitada, ficar aqui ainda, ainda sofrendo, procurando filho, sem entender ainda, sem compreender.
Será que algumas orações ali na casa, alguma coisa assim, não ajuda ela, né? Vamos lá pro próximo relato. O que era aquilo na porta?
É uma moça que nos conta. Olá, Ana Paula, tudo bem? Eu sou a fulana.
Deixa eu tirar aqui, ficar fazendo. Ã, sou a fulana, sou do interior de São Paulo, tenho 28 anos atualmente e essa história aconteceu há alguns anos, quando eu tinha 21 anos. Sou fã do canal há mais de uma década.
Essa história era para ter sido enviada há uns bons anos, mas eu acho que durante esse tempo tentamos nos enganar, fingir que ela não aconteceu mesmo. Eu vou tentar não me estender demais no relato e acredito que não haverá nomes. Caso apareçam, estarão devidamente trocados.
Contextualizando a situação, os avós de uma amiga foram viajar para visitar um filho distante e pediram para ela dormir alguns dias na casa, pro lugar não ficar sozinho, né? E também para deixar a cachorra da família mais à vontade, já que o quintal era enorme. Nós, como jovens, adultos, bobos, que não perdem uma oportunidade, já marcamos um churrasquinho para o fim de semana.
E como a casa ficava no final da cidade, a poucos quilômetros do cemitério, por sinal, poderíamos até aumentar um pouco mais o som. Estou falando de um interior, bem interior mesmo, tá? Onde não tem uma alma que não te conheça.
Enfim, cansamos eh cansamos até que relativamente cedo, lá pelas 2as e pouco da manhã e fomos nos deitar. Como ainda fazia um friozinho, dormimos todos em quartos separados. Eh, em quartos separados.
Minha amiga, o namorado e outra amiga ficaram no quarto maior. Eu fui para o menor sozinha e um amigo ficou na sala com a cachorrinha, que de inha tinha nada, né? Éa, é uma dalma, tá enorme, quase do nosso tamanho, mas é super bobona, não faz nada, nem tenta pegar uma mosca.
Bom, todos deitados em seus devidos lugares, fui pro meu quarto e fiquei mexendo um pouco no celular. Lá pelas 3:20 da manhã, eu escutei um cachorro cheirando a janela do quarto. Até então, pensei: "Ai, meu amigo deve ter deixado a fofinha sair para fazer um xixizinho, né?
" Porque a fofinha quando dorme não levanta por nada. Ana é igual uma pedra e ainda por cima é meio surdinha, tadinha. Mas ok.
Devia ser só agitação da noite. Passou um tempo, eu já tava dormindo. Quando escuto a porta de correr da sala batendo com tudo, pá.
Levantei correndo para ver o que tinha acontecido e só vejo a minha amiga encarando a sala, depois começando a chorar muito. Foi então que a fofinha começou a latir pra janela. Essas janelas que tem aquele filtro, sabe?
Filtro de dia. Quem tá dentro não vê quem tá fora, mas quem tá fora não vê quem tá. Não, acho que é o contrário.
Quem tá fora não vê quem tá dentro e quem tá dentro vê quem tá fora. Não é? É tipo ou é um insufilme ou é um vidro fumet, alguma coisa assim.
É isso. Mas à noite isso não [Música] funciona, tá? De dia, acho que quem tá dentro vê quem tá fora, mas quem tá fora não vê quem tá dentro.
Acho que é isso. Mas de noite não acontece isso. De noite você não consegue ver quem tá fora, né?
Então olhamos e não tinha nada. Ou não deu para ver, né? A noite morreu ali mesmo.
Fomos todos para o quarto maior. Depois que a minha amiga se acalmou, veio a pior parte. A coisa mais assustadora que eu já ouvi na vida e que eu gostaria de nunca ter ficado sabendo.
A minha amiga sempre levanta com sede, mas dessa vez esqueceu de levar a garrafinha pro quarto. Quando foi até a cozinha buscar água, viu que a fofinha estava do lado de fora. A porta da cozinha é toda de vidro, sabe?
Dá para ver tudo. A parede inteira é uma porta de vidro. Pior escolha de rico que eu já vi na vida.
Ela viu a fofinha lá fora se balançando inteira e chora mingando para entrar. Só que quando ela olhou para trás, a porta de correr de madeira da sala estava fechada. Ela achou muito estranho porque o nosso amigo que estava dormindo na sala nunca deixaria a cachorra do lado de fora.
Ele ama aquela cachorra mais que as próprias donas da cachorra. Mesmo achando estranho, ela foi até a porta para abrir e percebeu que tava trancada e sem a chave na fechadura. E um detalhe, quando nós trancamos, sempre deixamos a chave em um lugar longe das portas e janelas.
Se ele realmente tivesse deixado a fofinha sair, no mínimo a chave estaria na porta. Foi aí que, segundo ela, deu um estalo e ela disse: "Fofinha, senta, senta para esperar eu abrir". E a cachorra sentou: "Ana do céu, a gente já tentou de tudo com essa bobona, petisco, treino, reforço positivo e até hoje ela nunca aprendeu um comando sequer.
" Quando a minha amiga viu aquilo, ela ficou paralisada, tipo, o quê? A a minha cachorra, a cachorra daqui não senta não. Ela ficou paralisada.
Ela disse que o olhar daquela coisa mudou na hora, no caso da cachorra. Nesse instante ela se assustou, virou, correu até a porta da sala, abriu com tudo e viu a fofinha deitada, assustada com o barulho, na caminha dela dentro da sala. E o nosso amigo já bravo levantando e perguntando, mas que barulheira era aquela?
E foi isso, Ana. Sendo muito sincera, eu só acredito porque não teria como minha amiga fingir todo aquele desespero lá e principalmente porque eu ouvi aquelas cheiradas na janela também do lado de fora. Desde esse dia eu odeio janela à noite mais ainda.
O que era esse outro cachorro? Ai gente, não sei. Alguma coisa que tomou a forma da fofinha para tentar entrar, talvez para vocês acharem que ela tava lá fora e abrir para ela.
E e quem era? Era uma uma fofinha de outra dimensão que aprendeu os comandos. Agora fiquei confuso.
Então de bicho assim não tinha visto muito. Não tem esses casos de você ver a pessoa, a pessoa tá lá dentro falar: "Ah, será que é, né? que eu penso aí outra dimensão, sei lá o quê.
Que que vocês acham? Deixa a opinião de vocês. E se já passaram por situação parecida com animais, contem pra gente também.
Vamos pro próximo relato que é o homem de chapéu preto e o homem bod. Olá, Ana. Olá a todos do canal Assombrado.
Meu nome é fulano, mas sei que você vai me chamar de fulano, o que para mim é uma honra. E vamos aos relatos. Aos relatos ou ao relato, enfim.
Eu sou de São Bento do Sul, Santa Catarina, e faço questão de que falem o nome da minha cidade, pois aqui existem muitas histórias esquecidas, enterradas pelo medo e silêncio. Eu moro com a minha esposa Juliana, estamos juntos há 7 anos e nesse tempo já vivemos muitas experiências estranhas. Eu estudo bruxaria há mais de 10 anos, mas não gosto de me intitular bruxo para evitar comparações com Harry Potter.
Desde pequeno vejo coisas e a minha esposa também. Há relatos de que uma maldição foi lançada sobre os meus antepassados e talvez por isso a minha família seja tão perturbada e rodeada por manifestações sobrenaturais. Ainda estou investigando melhor essa história e assim que tiver mais detalhes eu trago um outro relato.
Esse caso aconteceu no início de 2025 agora. Era uma sexta-feira à noite e voltávamos para casa depois de buscar uns lanches. Ao abrir o portão, a minha esposa olhou para cima da rua e perguntou: "Amor, você viu para onde foi aquele homem que estava ali?
" "Eu achei estranho, pois nossa rua tem poucas casas, o resto é tudo mata. Para alguém sumir daquele jeito, teria que se enfiar no mato. E eu falei que talvez fosse algum usuário de drogas só para acalmá-la, pois eu percebi que ela ficou assustada.
Ela descreveu o homem todo de preto, com um chapéu e um sobretudo. Na hora me veio à mente uma figura de Exu, mas como não é da nossa religião, eu deixei em aberto. Nos dias seguintes, ela viu essa figura mais duas vezes fora de casa.
A primeira foi enquanto lavava louça. Ao olhar pela janela que dá pro quintal cercado de mata, ela viu uma figura mais escura que o escuro, com um chapéu se destacando. Ao virar o rosto e olhar de novo, ele já havia sumido.
Depois disso, ela evitava lavar louça à noite. Mas certa madrugada foi buscar água e viu novamente o mesmo homem, agora mais próximo, a cerca de uns 5 m da janela. Era um homem alto, uns 1,80 m ou menos de altura, de sobretudo preto e chapéu.
Não dava para ver o rosto. Ela correu pro quarto, fui verificar e não havia nada. O mais estranho é que eu não sentia nenhum rastro de energia, como se aquilo se escondesse de mim.
A terceira vez foi a mais assustadora. Ela foi ao banheiro de madrugada e ao fechar a porta viu aquela coisa parada na entrada da cozinha. dentro da nossa casa, olhando fixamente para ela, imóvel.
Ela fechou a porta do banheiro e, com medo de me acordar, esperou. Quando abriu a porta de novo, ele havia sumido. Olha, essa foi a gota d'água.
Eu me irritei. Como que aquele ser entrou na minha casa que é protegida com feitiços e entidades guardiãs? Principalmente com nosso bebê pequeno, que já estava tendo dificuldades para dormir por conta de pesadelos.
Reforcei todas as proteções, passei a andar pela casa de madrugada, chamando o ser, provocando, mas ele nunca apareceu para mim. Duas semanas depois, em uma quinta-feira, minha esposa abriu a porta do quarto e ele estava lá a 2 m dela imóvel no escuro. Dessa vez, ela conseguiu ver os seus olhos vermelhos como lasers, eh, como aqueles lasers antigos.
Queria gritar, mas não conseguia. Ele então apareceu mais próximo dela, como numele num teleporte assim, ó. Tum.
Seu rosto era enrugado, pele pálida, com um tom azulado ou arrocheado. Ele falava com ela sem mexer os lábios, e disse: "Se não posso levar você, levarei todos os outros primeiro. " Depois disso, ele recuou e sumiu na escuridão.
Ela não dormiu mais aquela noite. Me contou tudo ao amanhecer. Eu fiquei mais revoltado ainda.
Comecei a fazer banimentos, mas nada funcionava. Talvez porque eu não conseguia nem identificar a energia do ser. Ele se escondia de mim.
Mas uma noite, enquanto ela dormia, sonhou com ele. Ele apareceu e disse que iria levá-la naquela noite. Só que dessa vez ela reagiu.
Percebeu que era um sonho, tomou controle e com fúria gritou: "Volte pros cantos do inferno em nome de Jesus". Empurrou ele com uma explosão de energia e ele desapareceu. Desde então ela não ouviu mais.
Porém, um novo problema surgiu, o homem Bod. Um mês depois, ao buscar água, ela viu um ser à distância, corpo humanoide, mas com cabeça de bode, olhando em direção à nossa casa. Quando piscou, ele sumiu.
Em várias noites seguintes, ela ouvia passos e uma respiração forte ao redor do quarto. Isso durou pouco, pois um amigo padre nos deu água benta. Eu joguei em volta do nosso quarto e os sons cessaram.
Um complemento aqui escrevendo agora, ela lembrou que já tinha visto o homem de chapéu anos antes, quando foi quando foi lavar o cabelo, viu pelo reflexo da água um homem agachado agachado sobre o vaso sanitário de chapéu e olhos vermelhos. Ao erguer a cabeça, ele havia sumido. Depois disso, ela só dorme com a porta do banheiro fechada.
Um amigo nosso também teve uma visão semelhante. E a minha pergunta é: o que são essas entidades? Nunca ouvi falar em seres com essas características.
E o que querem com a nossa família? Desde já agradeço por ouvirem o nosso relato. Um beijo para você.
Muito obrigada. Não, são bem comuns. Eh, esses seres bem comuns.
A gente já viu assim e tal de sobretudo chapéu preto, olho vermelho, eh, ou mesmo um homem com cabeça de bode ou um bode inteiro. Enfim. Agora, o que é por está aí?
Aí é difícil dizer assim de longe, sem conhecer, sem conversar, sem fazer uma investigação geral. Aí é difícil dizer, porque só ela vê, né? Eh, você viu também?
Agora eu não lembro. Foi ela que vê, é ela que vê. Será que alguma coisa relacionada a ela você eh isso tá entrando na casa?
Mas por quê? Acho que tudo tem que ser investigado, mas é difícil dizer assim, né? Pode ser muita coisa, mas eu não diria que eles são incomuns, não, esse tipo de aparição, né?
Vamos para o próximo relato que é relato de quando falei com um demônio. É um moço que nos conta. Bom, me chamo fulano e não conheço muito o canal de vocês.
Faz dois dias que eu comecei a ver os vídeos. Gostei bastante. Isso me encorajou a contar o meu relato.
E vamos lá. Eu tinha por volta de uns 12 anos quando isso aconteceu. Eu morava em um mini prédio, se é que posso chamar assim, pois só tinha um andar e dois apartamentos lado a lado.
Havia outro andar logo acima do nosso que estava em construção, porém era uma obra parada. Ninguém trabalhava lá. Guarde essa informação.
Esse prédio ficava em Salvador, na Bahia. O bairro, eu não vou lembrar o certo. Nunca gostei da energia daquele lugar, então eu não me recordo de nomes, etc e tal.
O apartamento era pequeno, uma sala com uma cozinha americana, né, separada só por um balcão, dois quartos e um banheiro. Morávamos eu, minha avó, minha mãe, minha irmã e meu irmão. Num quarto ficava eu, minha mãe e minha irmã, e no outro minha avó e meu irmão.
Quando tudo começou, certo dia eu estava na escola quando um amigo de classe me mostrou um jogo que ele tinha achado. Dizia que era macabro e tal. Eu não dei muita bola, apenas escrevi o nome do jogo no meu caderno e disse que eu iria ver assim que chegasse em casa.
Nessa época, minha família já tinha feito amizade com a família ao lado, um casal com dois filhos, um da minha idade e o outro da idade do meu irmão, mais velhos que nós. Naquele mesmo dia, cheguei em casa, fui tomar banho, comi alguma coisa e corri pra casa do meu vizinho para jogar videogame. Depois de horas jogando, ficamos entediados.
Foi aí que eu me lembrei do bendito nome do jogo. Resolvi voltar paraa minha casa com o meu vizinho e pesquisar no PC da minha avó que ficava no quarto dela. Assim que entramos no link, já apareceu um demônio e um espaço para digitar, como se fosse para fazer perguntas para ele.
Perguntei algumas coisas bobas, tipo: "Como está? Você é real? " Foi quando meu irmão mais velho e irmão do meu vizinho entraram no quarto da minha avó e nos pegaram brincando com aquilo.
Meu irmão rapidamente tomou o meu lugar e começou a zombar do demônio do site, escrevendo xingamentos, rezas, zoando, sabe? O demônio respondeu apenas uma vez: "Lave suas mãos sujas de laranja para falar comigo. " O irmão do meu vizinho estava chupando laranja enquanto zombava daquilo.
Ficamos estáticos assim, brancos, sem reação. Meu irmão, depois de alguns segundos em choque, desligou o PC e saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. Os irmãos foram embora assustados e eu fui pra sala ver conversar com a minha mãe tentando esquecer aquilo, as aparições.
A minha mãe era evangélica e frequentava bastante a igreja. Já minha avó não. Ela bebia muito e sempre que chegava bêbada em casa parecia até possuída.
Era feio de ver. Depois do episódio do jogo, tivemos duas noites tranquilas. Na terceira noite, após uma de suas bebedeiras, a minha avó nos relatou na manhã seguinte que viu o homem sem rosto todo de branco, que viu um homem sem rosto todo de branco, andando pela casa.
Ele era negro, como uma sombra escura. Minha mãe também disse ter visto um menino pálido olhando para ela nos pés da cama. Escutar aquilo me deu calafrios e acabou com meu dia.
Eu sabia que uma hora seria a minha vez. Na madrugada seguinte, escutei a minha avó me chamando do quarto dela. Ela tinha mania de ficar em sites de relacionamento até tarde, então eu não achei estranho.
Respondi que eu já ia. Levantei, abri a porta do quarto e vi a luz da webcam acesa, sinal de que ela queria ajuda no computador, como em outras vezes. Mas quando cheguei no quarto, estava tudo escuro e tanto ela quanto meu irmão estavam dormindo.
Eu gelei, travei na hora, voltei desesperado pro meu quarto e comecei a rezar. Mas não adiantou. Eu escutei a voz da minha avó me chamando de novo, só que dessa vez ela disse que estava no banheiro e que estava me esperando.
Sempre fui muito medroso para essas coisas. Eu não fui lá nem a pau, mas aí veio uma vontade forte de fazer xixi. O que eu vou contar agora não é nada higiênico, tá?
E nem sei por que eu fiz isso. Eu acho que não era nem eu, sei lá. Mas eu abri a janela do quarto e fiz xixi na sacada que ficava atrás.
Um lugar estreito, perigoso até. Aí eu meio que acordei ali de pé na sacada, fazendo xixi para um terreno baldio, enquanto escutava uma voz dizendo para eu pular, que era baixo e que eu não me machucaria. dizia que eu podia pular tranquilo e eu interrompi aquilo.
Pulei de volta pela janela, pro meu quarto e não dormi mais aquela noite. Pela manhã faltei à escola e fui direto pra igreja contar isso pro pastor. Ele me ajudou, foi até minha casa, orou e decidiu que faria um congresso na igreja e uma campanha de oração pela nossa casa.
Depois disso, tudo cessou por um mês. Última aparição. Meus tios de São Paulo e de outras cidades foram nos visitar.
Eram seis no total, ou seja, 11 pessoas naquele apartamentozinho. Na noite em que eles chegaram, começaram a ouvir barulho de construção e de homens trabalhando no andar de cima, aquele andar que estava com a obra parada. Logo a vizinha nos ligou.
Vocês estão ouvindo? Ela correu pro nosso apartamento. Ligamos pra polícia que chegou logo, mas não encontrou nada, nem vestígio de que alguém eh tinha estado lá em cima.
Era quase impossível subir por fora. As paredes eram muito altas mesmo. O policial nos aconselhou a procurar uma igreja, porque o que ele sentiu lá em cima, boa coisa não era.
Assim que eles foram embora, os os barulhos voltaram. Não dormimos de novo. No dia seguinte, a minha mãe decidiu ir embora com os meus tios para São Paulo.
Nunca mais tivemos notícias daquele lugar, só da família vizinha. Eh, bom, não sei se é uma informação, mas o ele acho que tudo bem falar, não tá falando que não é para falar nada, mas eh uma informação aqui é que o pai dos garotos tirou a própria vida naquele apartamento alguns meses depois que a gente foi embora. Gente, será que eles abriram algum tipo de portal brincando com aquilo?
Aquele jogo, aquela coisa tinha algum tipo de poder ou aquilo só deu uma sugestão na mente deles e a mente deles atraiu aquilo, campo vibracional, sei lá o quê, fez eles ficarem com medo e a partir daí algo se abriu. Aí não sei, mas parece que não me é estranho esse negócio que ele tá falando, desse jogo que que não sei, alguém lembra? E então não sei, não sei, gente do céu.
Credo, né? E agora vamos para o próximo e último relato de hoje, que é sobre aquele ser que todo mundo gosta de ouvir. Adivinhem?
Deixo com vocês. Lobisomem. O lobisomem na janela.
É um moço que nos conta. Olá, Ana e assombrados. Eu me chamo Fulano e sou muito fã de vocês.
Acompanhe o canal há anos. E hoje tomei coragem para enviar um relato que nunca contei a ninguém fora da minha família. Isso aconteceu comigo, é real.
E mesmo depois de todo esse tempo, eu ainda tenho pesadelos com o que eu vi naquela noite. Deixa eu só ver se tá tudo certo aqui falando nisso agora, né, no fim. Bom, era o ano de 2019.
Eu tinha 17 anos e morava com os meus pais em um sítio afastado no interior de Minas Gerais. O lugar era tranquilo, cercado de mata, bem isolado. A casa mais próxima ficava uns 2 km de distância.
O tipo de lugar perfeito para quem quer paz, mas também o tipo de lugar onde se algo der errado, ninguém vai ouvir seus gritos. Naquela época eu gostava de passar as madrugadas jogando no celular ou assistindo vídeos. Como meu quarto era o mais afastado da casa, meus pais nunca reclamavam.
Ele ficava nos fundos com uma janela grande que dava direto pra mata fechada. Hoje é o dia dos relatos das janelas, hein, gente. Vocês perceberam aqui?
De repente é quase uma temática janelas. Tudo aconteceu nas janela. Vamos continuar aqui, ó.
Ah, como meu quarto era o mais afastado, eh, eu, ele ficava nos fundos com uma janela grande que dava direto para a mata fechada. Só mato, breu e de vez em quando um barulho de bicho. Era uma sexta-feira, frio, céu limpo, lua cheia, daquelas que iluminam tanto que até a sombra das árvores se desenha no chão.
Ai, lindo, né? Naquela noite tudo parecia normal. Eu tava deitado, fone de ouvido, jogando no celular, enrolado no cobertor.
Era por volta de 1 hora da manhã quando eu percebi um barulho estranho lá fora. Algo no ritmo dos passos me chamou atenção. T Não era bicho pequeno e não era animal correndo.
Era como se alguém ou alguma coisa estivesse caminhando lentamente ao redor da casa. No começo, achei que fosse coisa da minha cabeça. Tirei o fone, fiquei em silêncio e o barulho continuou.
Levantei da cama devagar, com o coração já acelerado. Fui até a janela, puxei a cortina um pouquinho e aí eu vi lá fora, parcialmente iluminada pela lua da pela luz da lua, entre as árvores havia uma figura enorme. A silhueta era nítida, muito mais alta que um homem comum.
Ombros largos, braços longos, pernas curvas. E o mais estranho, a criatura estava em pé como um homem, mas o corpo era coberto de pelos escuros e o formato era grotesco. Tinha algo de errado naquele corpo, era distorcido.
No início, meu cérebro tentou negar. Tentei me convencer de que era só alguém com um casaco grande, talvez um andarilho perdido. Mas aí a criatura se moveu com passos lentos e pesados, e a luz da lua revelou mais do que eu queria ver.
A cabeça era de lobo, um lobo enorme, nariz pontudo, dentes amostra, respiração pesada e olhos, olhos amarelos que brilhavam como fogo. Na hora o meu corpo congelou. Eu simplesmente não consegui sair do lugar.
Era como se eu tivesse, era como se eu estivesse colado ao chão. Aquela coisa parou, virou a cabeça e olhou. direto para mim.
Ela me viu e então começou a andar em direção a casa, em direção à minha janela. O som dos passos agora era claro, cada vez mais forte. O chão chegava a vibrar.
Me abaixei tremendo e tentei engatinhar para fora do quarto, mas antes que eu conseguisse sair, veio aquele baque seco. Pá! A janela quase estourou.
Aquela coisa bateu com força, como se estivesse tentando, testando a resistência do vidro. Foi aí que eu consegui me soltar. Corri para o quarto dos meus pais gritando feito louco.
Meu pai acordou assustado, pegou a espingarda que a gente tinha em casa para defesa e foi comigo até o quarto. Minha mãe ficou tremendo no corredor. Quando abrimos a porta e acendemos a luz, não tinha mais nada.
A janela estava toda trincada. havia garras enormes. Eh eh eh garras enormes haviam tinham deixado marcas no vidro, mas não havia sinal da criatura.
Fomos lá fora com a lanterna e o que encontramos me deixou ainda mais apavorado. Havia pegadas enormes com formato misto de humano e animal. Eram três dedos com garras impressas profundamente na terra úmida.
Algumas iam até a parede da casa e ali na madeira havia marcas de garras, como se alguém tivesse tentado escalar. Meus cães que ficavam soltos no quintal estavam escondidos embaixo da caminhonete. Um deles estava ferido, como se tivesse sido jogado contra a cerca.
O mais velho tinha feito xixi de medo. Voltamos para dentro e passamos o resto da noite acordados, luzes acesas. espingarda no colo e silêncio absoluto.
Nos dias seguintes, tentei entender o que aconteceu. Fui atrás de relatos, de lendas da região. Descobri que ali pelas cidades vizinhas havia histórias antigas sobre uma criatura que aparece em noites de lua cheia, principalmente em propriedades isoladas.
Gente que viu pegadas, ouviu uivos, perdeu animais, mas ninguém falava abertamente. Parecia um segredo local. Alguns diziam que era o homem do mato, outros que era um bicho do demônio.
Mas um senhor já bem velho disse algo que me gelou a espinha. Ele disse assim: "Essas coisas só aparecem para quem enxerga mais do que devia. Até hoje eu não sei se foi coincidência, loucura ou se algo me escolheu naquela noite.
Só sei que desde então nunca mais consegui dormir com a janela aberta. Troquei de quarto, coloquei grades, mas a sensação de estar sendo vigiado nunca mais passou. E toda vez que a lua cheia brilha forte, eu sinto aquele mesmo medo antigo voltar.
O silêncio pesado, o arrepio na nuca, o medo de olhar pela janela e ver aqueles olhos me encarando de novo. Bom, essa foi a minha história, Ana e Assombrados. Não é exagero, não é invenção.
Eu vi o que eu vi e talvez ele ainda esteja por aí. Desculpem pelo relato longo e lembrem-se, fiquem atentos quando olharem pela janela à noite. Eu, hein, que eu olhar pela janela que eu acordo, se vou beber água, eu não olho pela janela, não.
Não vou cantando, olhando para baixo. Não gosto nem de ter visão periférica de noite assim, ó. Se possível coloco um negócio daquele que nem de burro aqui, ó.
E vou beber água focada, olhando pra pia, na água, na pia. Quero nem ver se passa as coisas aqui. Eu, hein?
Eh, a janela, gente, sei lá. Fiquem atentos com as janelas de vocês aí, porque hoje o negócio não foi intencional, mas teve muita janela na na nas coisas aqui. Eh, e você, cadê você?
E você já passou por algo parecido? Conta o seu relato pra gente, deixa aqui o seu comentário, sempre com respeito, por favor. OK?
Cuidado com as janelas. Bom, estes foram os relatos de hoje. Espero que tenham gostado.
Um grande beijo para vocês e a gente se vê no próximo relato. Beijos e fui. Ciao.
Ciao.