Ei, ser humano, ouse ter uma doutrina de vida sua. Quem caminha por onde todo mundo caminha, chega onde todo mundo chega. É o rebanho.
Alguns humanos evoluem, mas a massa humana não evolui. Esses três passos modificam qualquer ser humano. A mutação no seu genoma para providenciar aquela mutação para você passar a ser aquilo que você aspira a ser.
Inevitavelmente se faz. Você desenvolveu o Mentalma? Queria que você explicasse o que que é.
Eu tô com módulo cinco. São oito, né? >> São oito.
>> São oito módulos. Você tem cinco escritos e oito em em aulas gravadas, né? >> Como que nasce isso?
Para que que você desenvolveu esse? >> Rapaz, o nós não conhecemos, mas Capila foi alguém que viveu nessa mesma época. Sidarta Galtana, enquanto Sidarta tava lá embaixo da árvore Bo tentando descobrir os mistérios da, né, da mente e do coração, Capila também fazia isso, mas Capila produziu a doutrina sânia.
Se você pegar o livro dos espíritos, você vai encontrar 1019 perguntas, as respostas dos espíritos e um outro comentário de Allan Kardec, que foi quem codificou. O s é basicamente a mesma coisa, só que trabalha com aforismos, mas desenvolvendo os temas, né? E assim, o SK e outros mestres da antiguidade perceberam que algo que mais tarde Espinosa viria perceber no século X7.
o grande Baru Espinoza, né? O que é que esses caras perceberam? Não, assim, eh, Capila, Aristóteles, Espinoza, Schopenhauer, essa turma, o próprio Kardec, Kardec não queria que o Espiritismo tivesse transformado em religião, porque os primeiros espíritos eram católicos e protestantes e terminavam rezando lá nas reuniões espíritas, mas pouco importa.
Esses seres, esses seres humanos, eles percebem o quê? Que os humanos não evoluem. Alguns humanos evoluem, mas a massa humana não evolui.
Por quê? Porque a massa humana obedece uma só regra, a do ser alfa dando ordens e ele seguem. O humano com liberdade e consciência tem que criar sua própria ciência da sua personalidade para que você em criando o seu manual de princípios e propósitos e disciplinas que seja um plano de vida, você seja o gestor de você mesmo ao longo de sua vida, fazendo aquilo que Sidarta convidou.
Ei, ser humano, ouse ter uma doutrina de vida sua. >> Aí você sai dos limites, das suas limitações. >> Saia dos extremos, caminhe pelo meio.
Não seja cativo de trisna, que é o nome da ignorância que ferra tudo, que é o tipo do desejo ignorante que faz você se sentir dono de marido, de esposa, de filho, de filha, de dinheiro, de conceito, de verdades. Buda Sidarta dizia: "Ei, não se apega a nada. Ame tudo isso, curta, mas não crie o apego, porque isso é a causa do sofrimento.
Ou seja, o que é o mentalma? É a ciência da minha personalidade enquanto ser humano, tentando existir com liberdade e consciência no mundo dominado pela devoção, pela obediência cega e pelo fanatismo. Isso é um mental.
>> Isso pode ser o seu val? >> É a minha val. >> É a sua val?
>> É a minha val. É uma mera imitação de Sidarta Gautama, é uma mera imitação de Capila, é uma mera imitação de Gina Marravira, é uma mera imitação da esposa de Sidarta Gautama, que foi a figura mais evoluída que ninguém fala. São figuras que foram criando seus métodos de como ir adiante.
Por quê? De novo os seres humanos não podem obedecer as mesmas regras. Cada um de nós é um mundo à parte.
Óbvio que nós precisamos obedecer as mesmas leis de organização social, de coexistência, mas em termos de mergulho íntimo, cada um de nós é distinto. Qual o problema das religiões ocidentais? É que ela trabalha o culto exterior.
Isso que eu tô falando aqui é tudo íntimo. Ao longo de minha vida, quando eu me vi obrigado a transformar o mental em curso, né? E quando o Rodrigo, junto com Guilherme, Passini, minhas filhas foram organizando, era isso tudo era esculhambada.
Eles aqui organizaram dezenas de livros, porradas de palestras, então foram organizando. Aí alguém chega e disse: "Rogério, eu tô lhe seguindo". Eu digo, rapaz, faça isso não.
Me arranja uma coisa melhor, eu estrago o trabalho dele que ele gar. Ele é antimarketing. >> Aí eu digo, rapaz, nem eu sei para onde eu tô indo Mas eu digo, nem eu sei para onde eu tô indo.
Brincando. Eu sei para onde eu estou indo. >> Eu sei.
Eu >> porque só que é meu. >> E assim, quem caminha por onde todo mundo caminha, chega onde todo mundo chega. É o rebanho.
Mas quem caminha pelo seu próprio caminho, pela sua própria estrada, desbravando ali, chega onde só ele chega. Pode ser que seja na na beira de p que ele se ferre, mas ele tá tentando. É o empirismo da vida.
Eu não abro mão disso. Só que eu não posso impor isso a ninguém e nem muito menos ensinar. Eu posso mostrar o que eu faço se servir para alguém.
Então assim, esses oito módulos que eu fiz, cada um de 8 horas, tá? Que cada módulo desse tá sendo transformado em livro, né? É.
E basicamente isso. Digo, ó, é o que eu fiz. Mas assim, eu eu nunca me imaginei falando mentalma para ninguém, porque é uma coisa íntima, é a minha ciência pessoal.
Só que esses caras e essas mulheres todas aqui que trabalharam por isso, sempre defenderam que o ser humano, cada ser humano criasse a ciência da sua personalidade. >> Legal. E isso daqui hoje quando você analisa o conteúdo, isso daqui é seu, isso não foi recebido?
>> Não, isso aí é meu. Mas só que eu, olha, eu estudei todos os mestres e copi >> copiei muita coisa de Ramana Marich, Sidarta Gautama, Jesus, Capila, são meus mestres. Eu eu não faço questão de ser original, não preciso ser original.
>> Não sei nem se é é possível, né? >> Não sei nem se é possível. Eu não tenho essas, eu não tenho ego misturado a isso, tá?
Aí eu crio, eu adapto tudo isso ao meu temperamento, porque eu sou alguém e ao meu temperamento do meu jeito, tá entendendo? com erros e acertos, com tanto que eu deixo grato, eu deixo claro quando eu tô dando curso do mental, mas quando eu tô analisando a lei da mente do Buda, o que você pensa, você cria, o que você sente você atrai, o que você aspira a ser se torna inevitavelmente realidade. Por quê?
Se o que você pensa, você queria, porque a sua pulsação informa o oceano de elétrons do qual você é só uma parte, uma onda. O que você é, aquilo que você sente traz de volta para você o que esse oceano leva a ouve. Se o que você sente foi uma aspiração de vir a ser a mutação no seu genoma para providenciar aquela mutação para você passar a ser aquilo que você aspira a ser, inevitavelmente se faz.
Então, na hora em que eu fico brincando com isso, eh, mostrando lá no mental como isso pode ser feito, né? Eu digo, qual é o nosso problema? Primeiro, como a gente vive de acordo com as nossas limitações, a gente desaprendeu a sonhar.
E se você não sonha, você não tem aspirações. >> Uhum. Se você não sonha, você não ensina os RNAs mensageiros das suas células a produzir a criptografia da mensagem do sonho para que o seu DNA fique sendo informado que você quer chegar naquele ponto e você chega desde que você vivencia aquilo >> e o seu sonho, né?
Não sonho que todo mundo sonha, né? >> É mesmo. >> Porque parece todo mundo sonha as mesmas coisas, né?
É meu. Só que nós desaprendemos a sonhar. Por quê?
Porque nós somos pecadores, filhos do demônio. Tudo que se passa na cabeça da gente é pecado. Tudo.
Então assim, o mentalma, eu fui criando uma série de disciplinas que eu fui aplicando a ninguém. Que são o quê? Quais são esses elementos que você aborda nesses oito módulos?
Olha, os três principais temas iniciais do mentalma se referem a três questões bem simples. Enquanto a gente tá aqui conversando, quem tá nos assistindo em casa tá respirando desse jeito. Mais calma.
>> Isso aqui é horrível. É >> só você podia respirar assim, ó. Não sabemos respirar >> não.
Isso aqui é o módulo sobrevivência que a gente respira. É inconsciente. Isso aqui é o módulo PhD.
a de quem tá construindo nas suas células não só sobrevivência, mas regenerando, renificando, remodelando, ou seja, provocando mutações no seu genor. Mas por que que a gente todo, todo mundo respira assim? Se você pendurar uma fala como essa, uma coisa bem grande, 50 relógios de pêndulo, cada um pendulando num ritmo e deixar lá, 72 horas depois que você volta, todos estarão pendulando.
A física quântica prova isso, mas como aparece aqui alguém que vai, não é um campo, espécie de um campo mófico, relógio tem um campo mof em tese, não, mas não sei que nome é um campo comportamental que une aqueles relógios. esse campo e esse campo vai harmonizando a movimentação. Ou seja, a massa crítica impõe o comportamento.
A humanidade toda respira desse jeito, mas lá atrás a humanidade toda respirava assim e só começava a respirar. Quando alguém diz: "Ei, lá vem um leão, vamos correr". Porque você respirando, seu coração tá produzindo mais >> ativa >> sangue na musculatura para você correr e escapar da fera.
Só que hoje em dia o corpo da gente acorda e >> não tem nenhuma fera atrás da gente, mas já tá no ritmo de sobrevivência. O mentalma diz: "Ei, carapálida, enquanto você não transformar, porque assim, a respiração é o único movimento do corpo que pode acontecer involuntariamente. Você não presta atenção, seu corpo respira.
Mas se você puser foco, prestar atenção à respiração e transformá-la num ritmo respiratório seu e não igual a todo mundo, e fizer isso várias vezes ao longo do dia e à noite checar, fiz várias vezes. Em algum ponto, se você fizer isso diariamente, o seu corpo sozinho vai assumindo como sendo o jeito de respirar. o ritmo profundo que você com sua vontade criou e informou a seu corpo através das várias vivências que é aquilo que você quer.
O corpo sozinho vai respirar assim. E qual é a diferença entre alguém que respira assim o tempo todo e a humanidade não sabe? Total.
Quem respira assim ao longo do dia produz sente sensações de sobrevivência. >> Uhum. >> Mas quem respira assim sente a sensação que ele souber produzir.
Aqui entra a iluminação de Cidarta Galutana. >> É uma das chaves, né? >> Uma das chaves.
Então assim, o mentalma tem várias chavezinhas dessas >> e dizendo: "Ei, pessoal, isso é grátis. É, aqui não >> é grátis. Aprenda a respirar, aprenda a não agir no primeiro impulso de consciência, porque isso não é você.
Nem tudo que se passa na mente do ser humano é os é produzido pela vontade do ser humano. É, eu chamo a primeira corrente dos impulsos, os dejetos. Então assim, ter o seu próprio ritmo respiratório consciente, não agir no primeiro impulso mental e aprender a usar o discurso interior como sendo você, conversando com você mesmo para informar as suas células, o que você aspira, o que você quer vir a ser.
Esses três passos. >> Intenção, né? Qual a sua intenção?
resolução. Esses três passos modificam qualquer ser humano no sentido de fazer com que ele saia de um comportamento imposto pelas limitações da vida para um comportamento em que ele dirá a pujança, a iluminação, o padrão de onde ele quer. E mas e Deus não tá aqui, tá aqui dentro já.
Não precisa não. Mas eu posso rezar Deus. Reze faça o que você quiser.
É do é do seu jeito. No mental eu digo, ó, eu não agradeço porque eu não aplaudo Deus. Eu não, eu vivo em permanente desconformidade com a vida que eu levo, porque eu vejo todo mundo sofrendo ao meu redor.
Eu não sofro, eu sou alguém autorrealizado. Eu não preciso de eu me incomodo o sofrimento das pessoas de quem eu amo. Então assim, eu não aplaudo.
Então eu vivo em permanente desconformidade com tudo isso, mas em permanente processo de resiliência espiritual. Minha pulsação existe que ela seja digna. Para que eu tenha pulsação digna, eu tenho que me sentir digno, íntegro.
E você não erra não o tempo todo, mas não me sujo. Então o mentalma é um monte de técnicas desse tipo que eu fui inventando para mim mesmo. E eu sou talvez um dos poucos seres humanos que se olhar para trás, tô com 66, esse corpo, 66, o que que eu fiz na minha vida?
Pelo menos eu sei que há mais de 30 anos, toda santa noite eu tô me perguntando, estou limpo, estou preparado para deixar essa vida? Bom, e se a vida continuar também está preparado. >> Isso é parte do mental.
>> Mental são técnicas. >> Isso você eh vocês me deram material. Ah, a gente fez essa última turma.
É uma turma que acontece online, é presencial. Como é que funciona isso? >> Veja só, eu nunca consegui fazer mentalma um com a mesma turma, depois o dois, depois o três, nunca consegui, muito conteúdo, né?
>> É. Então eu resolvi parar, passar em livro, vídeo, digo a cada um se tira e faça o que quiser. >> Legal.
Legal. O, você chegou a ter curiosidade, porque seu acervo de produção de conteúdo tanto do Mentalma quanto de tudo que você já produziu, é extenso. Você tem algum melhor estudante que consumiu tudo?
Tem alguém que você conhece que mergulhou nisso daqui? Vocês têm conhecimento disso, >> rapaz? Tem algumas pessoas que foram a fundo nisso e >> tem várias pessoas que chegam para mim diz: "Rogério mental, mas assim eu não gosto de falar, é como se eu tivesse fazendo propaganda e não é por aí, entendeu?
Assim, eu não, mas assim tem tem. Mas eh veja bem, eu não gosto de vender resultados porque eu >> é percebe se você anda à margem do que o os extremos aí na internet se apresentam, né? >> É porque não é uma ciência exata.
Isso depende >> sim >> do mundo mental, do mundo emocional. Você primeiro tem que se aprender. Para você conquistar certas certos níveis de consciência profunda, seu coração tem que estar limpo, sua mente tem que estar pacificada, você não pode agir no primeiro impulso, você não pode ser cativo de nenhum ismo, tem que ter consciência livre para poder visitar, tem que ter coração limpo para poder acolher, inclusive cja.
Nossa. Então assim, isso ninguém pode medir nos outros, você pode medir em você mesmo. Então mesmo alguém chegando para mim dizendo: "Rogério, mental, me" digo: "Maravilha, a pessoa me conta, escuto, mas Hermegisto dizia: "Olha, quando você tiver certas experiências na vida exterior que todo mundo viu, isso aí todo mundo conta, tá todo mundo vendo, mas experiências na vida interior é complicado se você for contar.
Por quê? Porque só quem vivencia é você. Certo ou errado, navegando ou não na maionese, seja que for, é só você.
Então, quando Sidarta Gautama se iluminou, você sabe o que é que ele fez? Ficou calado. Aí, Brama, isso é uma uma lenda tibetana sobre lenda, não é um é um conto tibetano.
Aí Brama foi para cima de Sidarta. Segundo essa perspectiva, Sidarta teria olhado para Brama e disse: "O que é que você tá sentindo? Eu sou Brama, sou seu pai, sou seu criador, sou Deus.
Cidade não, o que é que você tá sentindo? " Porque o ser humano, ele já era chateado com Eva porque perdeu o controle lá atrás. E agora um ser humano tinha chegado em lugares que ele, Brama, nem imaginava.
Aí Sidarta disse: "Eu não vou contar. Porque não dá para contar não. Aí Brama ficou enchendo o saco de Sidarta.
Aí só foi embora quando Sidarta prometeu ele que contaria alguma coisa. O dramapada, que é tudo o que o Sidarta deixou, ele orientou os monges a como entre aspas praticar as quatro nobre verdades, o caminho óctopo, mas ele nunca contou que ele vivenciou. Por quê?
É difícil. Se tiver aqui um abacaxi, aí você vai comer um pedaço de abacaxi, de uma me explica o gosto do abacaxi. Você vai passar duas horas falando.
Se a gente nós vamos perguntar aqui é o chat GPT4 já explica aqui o gosto do abacaxi. 10 páginas de fórmula química. Mas cadê o gosto do abacaxi?
Basta a gente colocar na boca, instantaneamente se sente, porque nós temos qualihas para sentir. Aí é sem geográfico, ou seja, é uma percepção instantânea. Mas se eu for explicar, quem me escuta jamais saberá o gosto do abacaxi, a não ser que consiga teralhas e como abacaxi.
Então, se eu for contar algo que eu vivenciei intimamente aqui dentro do da vida interior, >> não vai entender. >> É isso que você tá galutando. Não dá para contar.
Ilumine-se você mesmo. Esse é o problema. É uma coisa tão chata que seis séculos depois o budismo ramaiana surgiu.
Por quê? Porque dois budistas conversando um com o outro. Rapaz, Sidarta é formidável.
É, Buda. É formidável. É, mas você não acha um pouco egoísta você ficar vários tempos da sua vida se iluminando?
Você acha egoísta? Vamos lá. Sidarta fez isso.
Não, mas Sidarta é Sidarta. Você não acha egoísta essa coisa de investir sua vida toda para você iluminar a você mesmo? Será que o certo não seria a gente criar um movimento aqui no budismo para ajudar as pessoas?
Aí eu dizer: "Não, mas se data já a ajuda dele é deixar disponível esse método? " Não, mas isso aí é egoísta. O budismo ramaiana surgiu porque algumas pessoas chegaram à conclusão que era melhor todo mundo ficar pobre para pedir esmola para distribuir a esmola pros mais pobres e não investir mais seu tempo em iluminação.
Por quê? Porque isso aqui é difícil. Por mais simples que seja você parar, fechar os olhos, respirar, essa jornada interior é é que é arte.
É mais fácil ajudar os outros do que >> aí você se aí você disfarça, cria 1 coisas exteriores e então assim, um dia desse eu vi uma autoridade budista, né, respondendo a uma pergunta de uma entrevistadora. Ela disse essa autoridade, como é que você vê o budismo? Em tese, budismo é introspecção, mas é também religião?
Aí essa pessoa disse as duas coisas. O budismo nunca foi uma religião. >> Tem que ver o que que é.
Pois é. O que que foi a prática? >> Só que a turma hoje reza, tem deuses budistas, tem.
Mas se Darta Gautama, então assim, é uma doutrina de vida, o mentalma que eu criei é essa doutrina de vida chata no sentido de que deuses, espíritos, eu lido com tudo isso, sei que é real, mas o metalma é uma homenagem ao meu mestre Gautama, a essa figura que e a outros tantos os cirtancaros, essas figuras que descobriram a Val. Maravilhoso.