Narrativas compartilhadas tem o prazer de continuar ouvindo Tatiana de Alesi, que vai agora encontrar as histórias dela a partir do momento em que ela entra no curso de jornalismo. Vamos plantar a então, dando sequência. Entrei no curso de jornalismo há 33 anos, Roberto.
Já era pra ser pós-doc aqui, treinando há três anos de jornalismo, tipo onde na Prudente de Morais, em um muro. Só que aí a minha vida pessoal começou a tomar outro rumo. Casei, como reconstruir, kkk, quando toma outro rumo.
E eu dei um tempo. Eu pensei: "não, vou dar um tempo, mas eu vou cá, eu tenho que a matrícula com intenção de voltar". Roberto estava pressionado por aqui, o que não era aquilo ainda, porque eu pensei assim: "Sabão, quase legal escrever, e, se não tivesse impedido de voltar, Fab".
Aí eu fiquei um tempo assim, meio profissionalmente, exercendo uma outra atividade que não tinha nada a ver, na área comercial. Eu tinha essa coisa da comunicação em mim, né? Quando eu decidi efetivo e fim.
E aí a minha vida, nesse período, tomou um rumo completamente diferente. Ah, eu acabei, a minha vida acabou se enveredando pra outro segmento que não é esse. E dentro dessa área comercial, até que eu tive um despertar do teatro.
Ei, tu aí? Eu comecei a fazer teatro com um grupo que gosta de artes e tal, né? Com um grupo muito legal da gente, que é o nome da minha professora, de Tatu, que vergonha.
Aí esse curso. . .
lembrei, a Nato, maravilhosa, e a área, Napoli e Aranapu, o irmão dela, um artista plástico maravilhoso da cidade também. E aí, caí, água, foi muito legal. Quando eu comecei a fazer teatro, comecei a escrever peças.
E aí eu tenho várias peças arquivadas. Escrevi uma peça que foi montada em forma de leitura dramática, que era mídia local mesmo e já era política, né? Eu fiz uma brincadeira com uma música do Cazuza, então o nome da peça era "Mostra a Tua Cara, Brasil".
E tinha um contexto bastante político, uma envergadura política. Nós apresentamos essa peça num lugar lá em Itu, que era fechar, me chamava "Loft das Artes", porque Itu é uma cidade histórica. Tem um centro histórico, e o lugar que a gente fazia teatro lá era assim, era um loft de artes mesmo, e a parte da frente, a parte arquitetônica da frente, era tombada pelo patrimônio histórico, tudo, né?
Pelo IPHAN. Na casa tinha trabalhos incríveis, com várias artes, né? Do Brasil Júnior, que era o irmão da daí, a área, que era o artista.
E aconteceram muitos eventos, muita coisa, que ela está ativa no cenário teatral até agora. Lá tem o grupo "Nós Mesmos", que são incríveis, são maravilhosos. Eles têm um trabalho que tem uma repercussão bem legal.
Eu aprendi muito com eles. Eu fiquei ali, eu fiquei dois anos. E aí eu comecei a sentir uma necessidade de me aprofundar mais.
Foi aí que eu fui pra São Paulo. Estudei no Teatro Macunaíma, no Teatro Escola Macunaíma. Fiquei quatro anos lá, é uma escola de formação de atores mesmo, né?
Então, lá eu tive várias influências muito legais, com atores interessantes que tiveram muito contato, assim, com a gente. Eram muito atuantes na fundação do teatro brasileiro, né? E Zé Henrique de Paula conheci, eu conheci um livre, Bater é Lino, fiz o recall, montou, e foi meu nome mesmo.
O entrevistado já atuava numa peça dele, "Votorantim", o nome da peça. E aí, depois, você ficou lá. Lá conheci, por exemplo, o Luiz Baccelli, que foi um professor ator da Globo e, infelizmente, teve um câncer e veio a falecer, mas o último filme que ele fez foi o do Chico.
Desculpa, desculpa, do Baque do. . .
do espírito, o filme espírita do Chico. Desculpa, do Chico Xavier, me perdoe. Um dos penúltimos filmes que ele fez, mas ele foi um dos protagonistas e ele foi meu professor lá na Teatro Escola Macunaíma.
E lá eu tive um contato mais profundo com montagem e com textos. Agente, um papel, e eu tenho essa experiência. Ah, os professores são muito marcantes na minha vida.
E aí, depois. . .
lá se foi. Mas, depois do Macunaíma, então, no mesmo período que eu estava fazendo Macunaíma, aí eu comecei a conversar com as pessoas, aí que eu vim a ter informações a respeito da, do 4, aquele riso da união. Cujo caso é exatamente.
. . aí, só sabendo um pouco do custo que dominam.
Na verdade, fiquei sabendo aqui mesmo no interior. Eu fazia os dois ao mesmo tempo: eu vinha todo dia, demorava. Vitor vinha todos os dias de manhã para Sorocaba, que o curso é oferecido na parte da manhã, e eu estudava teatro aqui.
E aos sábados eu ficava o dia inteiro em São Paulo, no Macunaíma. Então, esse período foi muito gostoso, porque eu mergulhei no teatro de uma forma em duas vertentes, muito diferentes, absolutamente diferentes. Na prática, até uma rifa, Zico, pessoal do teatro do Macunaíma, o pessoal daqui da força do interior.
Uma coisa assim, gostam outros, não gostam, né? Isso é bobagem. Mas o que foi interessante é que eu tive esse contato com a questão do fazer artístico enquanto atriz e aqui na Uniso, a parte teórica do teatro, educação, comum, como na licenciatura mesmo, não vi Hef pedagógico.
E uma professora que me marcou muito no 4, arte-educação da Cnaa, aqui, foi a Ingrid. Com ela, é maravilhosa. Então, ela tem uma afirmação de uma relevância muito grande na cena.
Teatro brasileiro com a Igreja. Eu fiz parte de alegorias pantagruélicas do Rabelo. Eu conheço Rabelo por meio da Ingrid, e aí eu comecei a ter uma dimensão dos professores da Uniso.
Eu comecei a me alimentar de, sabe, de todas aquelas pessoas que tinham, assim, a cabeça absurdamente gigante. Sabe, os meus professores no período do Katla foram incríveis. E lá conheci o Roberto Gill Camargo, que é uma pessoa, assim, que eu tenho no meu coração, que eu aprendi absurdamente.
Ele foi meu orientador de TCC nesse período. O problema de Jô, que entrar porque nesse período eu comecei também a reinar na área da comunicação, já que esse pezinho eu trabalhei em TV e empurrava a Filmon. com.
Eu não tenho um site de classe ligada à comunicação e cultura em que eu divulgava tudo o que acontecia, e assim, de tudo que aconteceu de cultura, tanto em Sorocaba quanto nas cidades vizinhas, até em São Paulo: música, teatro, dança, cinema. Tudo era um site de divulgação de várias linguagens artísticas e tinha também espaços para artigos. E aí surgiu, na época, me incentivou muito.
Ele incentivou tremendamente. O meu TCC foi com enfoque neste site porque o TCC do lado do teatro é pesquisar. Então, você tinha que estar envolvido no seu objeto de pesquisa, não era só coleta de referências bibliográficas, enfim, né?
Então, aí que começou o meu lance com a pesquisa. Quando eu comecei a produzir, fiquei apaixonada por pesquisa com Gil, também um nome de peso, né? Com o meu orientador foi maravilhoso.
Ah, eu conheço muita gente legal, que a gente interessante. Tive, aí, depois então, depois de um tempinho, uma parada, porque essa minha atividade comercial nunca fechou, né? Profissionalmente, para ganhar dinheiro, eu sempre tive essa.
. . né?
Nunca parei. Nas áreas comerciais eu tive uma empresa imobiliária que eu fechei agora para me dedicar totalmente como professora, a minha missão do professor. E parei de uma vez agora, aos 42 anos.
Mas, na época, até então, eu ainda existia essa atividade na área imobiliária. E, então, nesse período, minha mãe teve um câncer: cinco anos de luta e coberta de palha e toda essa. .
. sua vida louca pra me dedicar a ela. Então, isso realmente provou com corte.
Foram cinco anos. E aí, depois que ela veio a falecer, infelizmente, eu entrei numa depressão muito profunda. E quando você quer apenas, esse jeito, não conhece o nosso saber.
“Quando voltarei lá, nem cá? Que eu quero que o som de. .
. eu vou entrar numa faculdade. ” Saí de uma e entrei em outra.
Saibam, se acham, e aí coberto que eu gostaria mesmo de dizer. Esse recorte da minha vida, porque é o que me trouxe aqui, é que foi a terapia, que é uma forma da gente olhar para si e se fazer perguntas, né? E se perceber e perceber o que está incomodando.
Os incômodos ou muito bons. Ótimos produtos da gente. Na época, estava incomodada, tão infeliz.
E o meu terapeuta, ele chama Marco Aurélio Ferrão. Eu faço análise com ele até agora, quase quatro anos. Desde então, eu vou para mim.
E foi aí que eu retomei a minha infância. No Zaire Mota, eu para mim falei assim: "Tatiana, parou de sonhar? " Que deixou de sonhar com seu sonho.
Simples assim. Essa pergunta me moveu. "Qual sonho?
" E esse sonho, aí eu falei assim: “Aílson, escrever um livro. ” Aí senti vontade de fazer um livro. É um conceito que se inscreve.
Se não tem computador em sua casa, que há. . .
não sei. Ele é a única pessoa que te impede de escrever um livro: você mesmo. A única que te impede, porque pra escrever um livro é só sentar e escrever, independentemente se vai ser uma obra literária de relevância, de qualidade.
Faça. Escreva. Aí que comecei.
Na face e foi "gecko" ou comer à vontade com o meu sonho. Isso foi uma padaria que, aqui em Sorocaba, já tinha me mudado para cá. Muito bom.
Isso: seu sonho é meu sonho. Agora, é uma pequena pausa para a. .
. pouco, o governo Santana falar qual é esse som.