oi oi gente Alexandre aqui empresas industriais e comerciais vendem mercadorias para os seus clientes então elas precisam manter mensuração dos seus Stories e a mensuração do custo das mercadorias vendidas na aula de hoje nós vamos aprender como controlar e mensurar os estoques e o custo das mercadorias vendidas vem comigo no Brasil os procedimentos contábeis relacionados a identificação reconhecimento e mensuração dos estoques são normatizados pelo CPC 16 o CPC 16 diz que estoques são ativos e aí sendo ativos eles são os recursos econômicos controlados pela entidade como resultado de eventos passados que são mantidos para venda no curso normal dos negócios ou em processo de produção para venda ou ainda na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de produção ou na prestação de serviços enquanto ativos os estoques são reconhecidos a partir do momento que a entidade passa a ter controle sobre esses ativos e Usufruir do fluxo de benefícios econômicos que advém dos ativos a mensuração dos estoques deve ocorrer ao custo ou ao valor realizável líquido dos dois sempre o menor e o custo Você já conhece está relacionado com o valor de aquisição mais as taxas relacionadas com a transação o valor realizável líquido é o preço de venda estimado no curso normal dos negócios deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos estimados necessários para se concretizar a venda desses Stories e na mensuração ao custo devem ser incluídos ainda todos os custos de aquisição e de transformação bem como outros custos incorridos para trazer os estoques a sua condição e localização atuais eu posso detalhar isso um pouquinho mais e eu vou mostrar para vocês os custos de aquisição dos estoques vão incluir Óbvio o seu preço de compra vão ser incluídos aí adicionados ao preço de compra os impostos de importação e outros tributos exceto os recuperáveis junto ao fisco Opa O que são esses tributos recuperáveis junto ao fisco são tributos que a entidade tem por obrigação recolher para o estado mas a entidade não é o contribuinte desse tributo ela recolhe em nome de terceiros tá faltando aos custos de aquisição adicionamos também os custos de transporte seguro manuseio e outros directamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados materiais e serviços Esses são aqueles custos que ajudam a entidade a colocar os estoques à disposição do cliente na localização em que o cliente pode consumir os estoques são descontados desses valores os descontos comerciais os abatimentos e outros itens semelhantes então no momento que a entidade adquirir estoque se houver algum desconto por parte do fornecedor esse desconto é descontado dos custos dos estoques além dos custos de aquisição Nós também temos os custos de transformação esses custos vão incluir custos diretos os custos diretos são aqueles que estão Óbvio diretamente Associados aos estoques a natureza de cada um dos estoques então eles são aquilo que compõem propriamente os estoques a matéria-prima no caso e a mão de obra direta a mão de obra das pessoas que trabalharam diretamente na manufatura desses estoques e além desses custos diretos nós temos também a alocação sistemática de custos indiretos de produção Óbvio os custos indiretos de produção São custos que existem na produção mas eles não estão identificados materialmente com os estoques eles não são matéria-prima que compõe o estoque e eles também não incluem mão de obra que entrou em contato direto com os Stories que trabalhou na manufatura desses Stories a outros tipos de mão de obra que não trabalharam na manufatura desses estoques como por exemplo a mão de obra dos supervisores de produção e esses custos indiretos de produção podem ser fixos e variáveis os custos indiretos de fabricação fixos são aqueles que não variam em relação ao volume de produção eles não variam quando o volume de produção varia isso não quer dizer que eles não varia em absoluto eles variam os podem variar mas essas variações não estão relacionadas com variações do volume de produção já os custos indiretos de fabricação variáveis são aqueles que têm a sua variação relacionada com a variação do volume de produção se a produção aumenta esses custos também devem aumentar que a produção diminui esses custos também diminuem a Clara necessidade de julgamento na classificação entre custos indiretos de fabricação fixos e variáveis e se julgar a classificação depende do contador essa classificação de custos vai ser muito importante Porque dependendo da natureza desses custos eles vão sofrer diferentes processos de alocação sistemática aos produtos a tratar do processo de alocação sistemática de custos em detalhe seria mais o escopo de uma disciplina de contabilidade de custos mas o CPC 16 estabelece algumas regras para esse processo de alocação sistemática que nós também chamamos de processo de rateio e para que vocês conseguiram entender essas regras do CPC 16 a gente vai precisar antecipar pelo menos a base lógica do processo de alocação sistemática sem substituir uma disciplina de contabilidade de custos então até a custos é dividir custos o objetivo aqui é que você consiga direcionar os custos que são indiretos para cada unidade de produto isso te ajuda a estabelecer o custo dos produtos vendidos no momento em que cada uma dessas unidades é vendido Existem muitos métodos para alocação de custos se esse processo de alocação sistemática é simplesmente dividido o custo entre os produtos então você pode imaginar que uma empresa que produziu muitos produtos vai dividir esses custos de maneira que vai ficar um é de custo para cada produto se no outro período ela produziu poucos produtos os custos indiretos de fabricação fixos que não variam conforme o volume de produção vão continuar os mesmos e você vai dividir esses custos entre os poucos produtos que foram produzidos no período e cada unidade de produto vai ter que suportar uma carga muito grande de custo vai ser muito custo para cada unidade Então esse é um problema que o CPC 16 Tenta resolver CPC 16 dias que essa alocação vai ser baseada na capacidade normal de produção e a capacidade normal de produção é a capacidade de produção média que se espera atingir ao longo de vários períodos em circunstâncias normais você planeja produzir ao longo de vários períodos uma a n produtos por mês é essa média de n produtos que vai ser a capacidade normal de produção e o rateio a alocação sistemática de custos e vai sempre acontecer com base nessa quantidade o nível real de produção vai poder ser usado como uma aproximação da capacidade normal de produção se não houver grande disparidade entre eles e como consequência da utilização da capacidade normal de produção o valor do custo fixo alocado a cada uma das unidades de produto não poderá ser aumentado por causa do baixo volume de produção ou por capacidade ociosa Então você vai calcular a capacidade normal de produção e com essa quantidade que corresponde a capacidade normal você vai criar uma taxa para alocação de custos indiretos de fabricação principalmente os custos indiretos de fabricação fixos essa taxa vai ser sempre a base para alocação dos custos indiretos é Independente de qual seja o volume real de produção ele pode ser maior do que a capacidade normal e pode ser menor do que a capacidade normal quando ele for menor você vai ter um excedente de custos indiretos de fabricação fixos que não vão ser alocados aos custos dos produtos eles não vão ser alocados aos stocks' de produtos os custos fixos não alocados aos produtos devem ser reconhecidos como despesa no período em que forem incorridos em outros períodos de volume de produção anormalmente alto o montante de custo fixo alocado a cada unidade produzida vai poder ser diminuído de maneira que os estoques não são mensurados acima do custo Então quando você produz mais do que a capacidade normal de produção e esse volume for anormal o mais alto você vai poder calcular uma nova taxa para o rateio dos custos indiretos de fabricação fixos de maneira que o montante que cada um desses produtos vai receber de custos indiretos vai poder ser menor nessas circunstâncias e esse tipo de alocação de custos está relacionado com um tipo de processo de produção que nós consideramos ser o processo mais comum É nesse processo nós agregamos vários matérias-primas em um esforço de produção para compor um produto que é diferente das matérias-primas que foram utilizados Ah mas nem todo processo produtivo ocorre dessa maneira nós temos um outro tipo de processo produtivo que nós chamamos de produção conjunta na produção conjunta os custos de um processo podem resultar na produção simultânea de dois ou mais produtos nesse tipo de produção nós temos um processo de desagregação não exemplo aqui em tela nós temos o leite que pode ser considerada a matéria-prima ou insumo principal para a produção de manteiga e queijo e essa produção pode acontecer simultaneamente e algumas vezes um produto de um processo de produção conjunta tem valores baixos de venda se comparado ao valor de venda do produto principal ou dos produtos conjuntos principais quando isso acontece nós chamamos esse produto que tem baixo valor de venda de subprodutos e ele recebe um tratamento contábil diferente no exemplo nós temos a madeira que quando tratada produz normalmente tábuas toras de madeira e ela acaba também Produzindo um subproduto que é a serragem e quando os custos de transformação de cada produto não são separadamente identificáveis eles devem ser atribuídos aos produtos em base racional e consistente Vamos tentar entender como isso pode acontecer imagina agora essa cadeia de produção conjunta ela tem início aqui na esquerda com a soja bruta a soja passa por alguns processos O primeiro é o de limpeza essa limpeza vai dar origem ao farelo de soja e o bruto da soja vai seguir em frente na produção para um novo processo o segundo processo é o de prensagem pela prensagem nos vamos aqui ter como resultado dois produtos O primeiro é o conhecidíssimo óleo de soja e o segundo é uma pasta de soja essa pasta de soja Passa ainda por último processo e a moagem então ela dá origem a farinha de soja temos aqui farelo de soja óleo de soja pasta de soja e farinha de soja todos esses itens têm o mesmo valor comercial não e os itens mais valorizados dessa lista são o óleo de soja e a farinha de soja a pasta de soja ela é resultante de um processo intermediário e ela normalmente não é comercializada nesse formado já O farelo de soja tem valor de mercado muito inferior aos demais então nós podemos considerar O farelo de soja como um subproduto a pasta de soja como um produto intermediário e os produtos finais aqui seria o óleo de soja e a farinha de soja e E assim a alocação pode ser baseada no valor relativo de receita de venda de cada produto seja na fase do processo de produção em que os produtos se tornam separadamente identificáveis seja no final da produção conforme o caso vamos raciocinar sobre isso O que aconteceria nessa cadeia produtiva é que o custo da matéria-prima ia passar pelo processo de limpeza e pelo processo de prensagem todo esse custo ia continuar agregado ao volume inicial da matéria-prima Mas a partir da prensagem nos precisaríamos alocar esses custos ou ao óleo de soja ou a pasta de soja a essa alocação se daria com base no valor relativo de receita de venda de cada um desses produtos à venda integral desses dois produtos corresponderia a sem por cento da Receita e aquele que pesasse mais em termos percentuais no volume de receita também receberia o maior volume de custos e por fim a pasta de soja passaria por mais um processo produtivo o óleo de soja não passa por esse processo por isso ele não recebe os custos desse processo esses custos são unicamente direcionados a pasta de soja que depois se transforma em farinha e Soja já O farelo de soja não receberia nenhum dos custos de produção EA venda deles seria considerada um ganho do processo produtivo E assim a lógica de alocação de custos para a produção conjunta está baseada em identificar um ponto de separação dos produtos nessa cadeia produtiva o ponto de separação é o processo de prensagem além das alocações de custo nesses dois tipos de produção temos que pensar ainda sobre algumas outras questões bom primeiro integram-se ao custo os gastos incorridos para colocar o produto em suas condições atuais todos os gastos e alguns outros gastos que vale a pena destacar pois eles não são custos mas sem despesas Nos períodos em que eles em correram primeiro o valor anormal de desperdício de materiais ou mão de obra outros insumos de produção E também temos gastos com armazenamento esses gastos são despesa do período a menos que eles sejam necessários ao processo produtivo por exemplo entre uma etapa E outra do processo produtivo Mas a partir do momento em que o produto está acabado o custo com armazenamento desse produto é uma despesa Pois é um gasto da área administrativa nós temos também todas as outras despesas administrativas pois elas não contribuem para trazer o seu estoque ao local de produção elas estão mais relacionadas com a administração geral da empresa e o processo de vendas Ou compras de material mas não estão relacionados ao processo produtivo em cio E também temos as despesas de comercialização incluindo as relacionadas com a própria venda e com a entrega dos produtos aos clientes temos falado muito em produto e Como os custos estão relacionados ao produto e isso pode gerar uma ideia de que as empresas prestadoras de serviço não possuem controle de custos o que não é verdade empresas prestadoras de serviço também incorre em custos e mesmo estoques então o processo de prestação de serviços vai gerar estoques para a empresa e os estoques de serviço em andamento devem ser mensurados pelo custo de sua produção que contemplou mão de obra e outros custos com pessoal diretamente envolvido na prestação do serviço incluindo o pessoal de supervisão o material utilizado mesmo que seja material de escritório Mas qualquer é utilizado na prestação do serviço será incluído como estoque de produção de serviço e os custos indiretos atribuíveis a esse serviço da mesma forma que acontece com os estoques de produtos os salários e outros gastos relacionados com as vendas e com o pessoal geral administrativo não devem ser incluídos no custo mas sim reconhecidos como despesa no período em que incorrer em Além do processo de mensuração dos estoques Nós também temos um processo de valoração de estoques e de acordo com o CPC 16 os custos dos estoques devem ser atribuídos por identificação específica pelo uso do critério primeiro a entrar primeiro a sair ou pelo critério do custo médio ponderado Esses são os dois critérios que são aceitos pela Norma contábil mas existe um terceiro e o critério do último a entrar é o primeiro a sair escritório é mais usado para fins de gerenciais nós vamos tratar de todos os três aquivos A Entidade deve usar o mesmo critério de custeio para todos os estoques que tenham natureza e uso semelhante para entidade para os estoques que tenham outra natureza ou uso podem se justificar diferentes métodos de valoração dos estoques a opção por esses métodos de valoração dos estoques é sempre uma escolha do preparador do contador e ele vai escolher o método que valorizar a informação contábil-financeira útil e para explicar o funcionamento de cada método de valoração dos estoques a melhor maneira é um exemplo prático então eu trouxe um exemplo para vocês o ok considere que uma empresa revendedora de madeira possui um estoque de 54 unidade de pranchas de Madeira ao custo unitário de 280 reais cada essa empresa opera na sequência as seguintes transações compra de 107 unidades ao custo de r$ 280 venda de 149 unidade compra de 194 unidades ao custo de r$ 290 venda de 187 unidade compra de 240 unidades ao custo de 300reais venda de 224 unidade perceba que eu informo o custo das compras mas eu não informo o custo das vendas o custo das vendas vai ser apurado de acordo com o método de valoração dos estoques e vai ser diferente para cada método de acordo com cada método de valoração dos estoques esses estoque serão controlados e valoradas e com o preenchimento de uma ficha de controle de estoque aqui temos o exemplo do preenchimento de uma ficha de controle de estoque pelo método o primeiro que entra é o primeiro que sai o caps vamos para planilha para ver melhor como uma ficha de controle de estoque funciona a ficha de controle de estoque possui 10 colunas A primeira coluna é da data depois nós temos três grupos de colunas as colunas das entradas as colunas das entradas as colunas das saídas e as colunas de saldo e no primeiro grupo nós temos quantidade valor unitário e Total E isso se repete nos outros dois grupos o nosso saldo inicial de estoque aqui é de 54 unidades a r$ 280 totalizando 15. 000 rreais o primeiro lançamento foi uma entrada compra de mercadorias compra de 107 unidades a r$ 280 isso não total de 30 mil reais esse valor também precisa ser representado na coluna do saldo nós temos aqui 54 nós temos 54 unidades a 280 e 107 a 280 por coincidência o valor é o mesmo isso dá um total de 161 unidade que corresponde a 45 mil reais e o segundo lançamento foi uma venda uma saída de estoque saíram 149 unidade como todos os estoques registrados estão registrados ao mesmo valor unitário aqui não vai haver diferença nós podemos dizer que saíram 149 unidades a r$ 280 isso dá um total de 41 1813 e 33 centavos restaram 11 unidades de estoque a r$ 280 perfazendo um total de 3186 reais e 67 centavos e o próximo lançamento é uma nova compra de mercadorias entrada de estoque entraram 194 unidades mas dessa vez o valor unitário é de r$ 290 isso dá um total de 56 mil r$ 260 o registro precisa aparecer também nos saldos já temos 11 unidades a r$ 280 E agora temos também 194 unidades a r$ 290 e isso dá um total de 56 mil r$ 260 Oi e o total Global do estoque é de 205 unidade a um total de 59 1446 reais e 67 centavos perceba que na linha do total Eu não coloco o valor unitário que esse valor unitário está dividido entre esses dois grupos de valores unitários e o próximo lançamento é de uma saída Pois foi feita a venda de mercadorias foram vendidas 187 unidades do produto e para conseguir registrar essa saída no Pepsi Eu Preciso registrar aqui que o primeiro que entrou é o primeiro a sair então primeiro entraram aqui as 11 unidades a r$ 280 elas precisam sair primeiro do estoque também bom então temos uma saída dessas 11 unidades com o total de 3186 e 67 centavos e depois saem os unidades que foram adquiridas a r$ 290 Então temos a saída de 175 unidades a r$ 290 que dá um total de 50 mil o custo total dessa venda é de 54 mil e dezenove reais e 52 centavos Resta um saldo de 19 unidades de estoque a r$ 290 cada num total de 5. 400 e27 e14 centavos o próximo lançamento é da aquisição de 240 unidades de mercadoria ao custo unitário de 300 reagir que dá um total de 72 mil reais essa entrada também precisa ser registrada no saldo e os valores estão repetidos aqui na somatória do total nós temos 259 unidade totalizando 71 em 1427 reais e 14 centavos novamente Eu não coloco o valor unitário no total temos mais uma saída mais uma venda de mercadorias dessa vez 224 unidades de mercadoria é o primeiro que entra é o primeiro que sai aqui então temos a saída de 19 unidades a r$ 290 cada totalizando 5.
427 reais e 14 centavos Depois temos a saída de 205 unidades a 300reais cada totalizando 61 1585 reais e setenta e um centavos isso das nossas 224 unidades da venda e o total do custo dessa venda é de 67 mil r$ 12 e 86 tentados e o saldo final de estoque é de 35 unidades a 300reais ou seja 10414 reais e 29 centavos se nós fossemos encerrar o resultado do exercício agora e apurar o custo das mercadorias vendidas nesse período nós teríamos que somar esses 67002 irreais e 86 centavos com ele se 54 mil e dezenove reais e 52 centavos e com esses 41803 em reais e 33 centavos Esse é o custo das mercadorias vendidas nesse período é essa aqui é a ficha de controle de estoque que representa as mesmas transações só que dessa vez valoradas pelo método do custo médio ponderado é a diferença é que é que a cada Nova entrada de estoque nós calculamos o valor unitário médio dos estoques e todas as vendas são feitas pelo valor unitário médio dos estoques então percebam no grupo de colunas das saídas a primeira venda de 149 unidades é feita ao valor de 280 reais porque todas as entradas de estoque anteriores tinham esse valor é a segunda a venda é feita por um valor unitário totalmente diferente que você não viu na planilha do Pepsi do primeiro que entra é o primeiro que saio esse valor de 289 reais e 43 centavos é dado pela média das unidades que haviam no estoque com a última entrada de 194 unidades a r$ 290 a última entrada antes da venda isso deu um total de 206 unidade A1 valor total também de 59566 reais e 67 centavos dividindo o total pela quantidade eu chego ao valor unitário de 289 e 43 é esse valor que é utilizado na venda fica um saldo de 19 unidades também por esse mesmo valor unitário a próxima transar é uma compra de 240 unidades a 300reais nós já colocamos aqui na coluna de saldos o total imunidade ou seja 240 unidades adquiridas agora com 19 unidades que restaram de saldo de estoque isso dá um total de 259 unidade e um valor total de 77 r$ 1443 e 97 centavos dividindo esse valor pelo número de unidade eu chego no valor unitário de 299 reais e 23 centavos Esse é o valor que vai ser atribuído a nova venda de 224 unidade de novo aqui eu tenho um saldo final de estoque de 35 unidades cada uma dessas unidades está valorada em 299 reais e 23 centavos perfazendo um total de 10. 000 o r$ 116 e 11 centavos para ter o custo das mercadorias vendidas Eu só preciso somar a coluna de total do grupo de colunas das saídas de mercadorias por último a ficha de controle de estoque elaborada a partir do o apps o último que entra é o primeiro que sai vou repetir que esse método não é aceito pela Norma contábil e nem pela legislação societária brasileira esse método continua sendo ensinado porque ele é muito utilizado para fins gerenciais e já que nós estamos apresentando os métodos aqui eu também apresento esse método eu não vou explicar em detalhe a ficha o funcionamento dela é muito similar ao funcionamento da ficha do Pepsi A diferença é que como diz um título do próprio método o último que entra é o primeiro que sai aqui Eu percebo que esses três métodos chegam a valores diferentes de estoque e também é valores diferentes de custo dos produtos vendidos e por fim ainda vai de informar que os estoques devem ter os seus custos reduzidos ao valor realizável líquido se estiverem danificados se tornarem totalmente ou parcialmente obsoletos ou se seus preços de venda tiverem diminuído E isso não é incomum de acontecer as estimativas para cada um desses itens deve levar em consideração de variações nos preços e os custos dos estoques Além disso Vale acrescentar que quando os estoques são vendidos o custo escriturado desses itens deve ser reconhecido como despesa do período em que a respectiva receita é reconhecida sim quando você coloca na Dré aquela conta custo dos produtos vendidos essa conta não é um custo ela é despesa é uma despesa que se chama custo dos produtos vendidos mas é de peso Além disso o tio de qualquer redução dos estoques para o valor realizável líquido e todas as perdas de estoque devem ser reconhecidas como despesa no período em que essas pernas acontecerem assim como a quantia de toda a reversão de redução do valor dos estoques provenientes de aumento do valor realizável líquido deve ser registrada como redução do item em que for reconhecida a despesa ou a perda no período em que a reversão acontecer parece complicado mas na verdade é simples se você reconheceu uma perda por redução ao valor recuperável ou se registra isso na demonstração de resultado e você tem que reconhecer no período em que essa perna foi em corrida sim algum período posterior por qualquer razão você percebe que essa perda não faz jus à realidade ela a divertida e quando ela for revertida e quando ela for revertida deve ser reconhecida uma receita como redutora do item em que foi reconhecida a perda já sabemos identificar reconhecer e mensurar e até valorar estoques mas a contabilização desses estoques muitas vezes envolve outros itens que estão relacionados como os impostos recuperáveis na aquisição dos estoques e nós precisamos tratar um pouquinho disso os custos dos estoques você já sabe não inclui esses impostos recuperáveis esses impostos eles são geralmente IPI ICMS PIS E cofins então no momento da aquisição dos estoques esses impostos recuperáveis são debitadas no ativo e usualmente são Compensados como impostos que são devidos pela empresa nas vendas de mercadorias e produtos acabados e assim vamos visualizar um exemplo de contabilização aqui pela compra de mercadorias nós debitamos estoque no valor de 410 mil e creditamos fornecedor no valor de 500 mil reais isso quer dizer que 500 mil reais corresponde ao total da nossa nota fiscal Qual a diferença entre esse total e os 410.