Quem é o Espírito Santo? O Espírito Santo é Deus. Agora, se sequer uma definição estilo eh definição da personalidade do Espírito Santo e de da natureza do Espírito Santo.
Eu tá acho tudo isso uma grande toliça. cada vez mais quanto o tempo passe e e a minha experiência no evangelho aumente. Ah, mas Tolice, eu acho toda essa questão.
Número um, porque a escritura, durante todo o período do desenvolvimento dela, de Gênesis paraa frente, jamais em momento algum laborou nessa ideia de que haveria manifestações de Deus a serem compreendidas como coisas diferentes de Deus mesmo. Segundo, quando você vê Jesus tratando a questão do Espírito Santo, ele com quanto fale do Pai, ah, com quanto fale do Filho, comquanto diga que quem quer que queira o Espírito Santo, basta pedir, porque o Pai lhe o dará. com quanto diga que o pecado contra o filho tem perdão ou em qualquer outra área ou dimensão, mas contra o Espírito Santo não tem perdão.
Quanto ele diga essas coisas e com quanto no Evangelho de João ele anuncia o consolador, o espírito da verdade que viria e que nos guiaria, que nos consolaria e diz que o Espírito Santo é ele em nós, é Jesus em nós. Eu irei, voltarei para vós outros, voltarei no Espírito Santo. Ele diz que hoje, naqueles dias, o espírito de Deus habitava com eles, mas depois da ida dele, o espírito habitaria.
Então ele diz isso e os apóstolos entendem posteriormente essas falas de Jesus como sendo o espírito de Cristo, o Espírito Santo. Uhum. Por isso, no livro de Atos que a gente tá lendo, Uhum.
Em alguns lugares você vê a afirmação: "Porém o espírito de Jesus os impeliu". Ou lá em Betínia, aquela região da Ásia Menor, ali perto de de entrou de perto de Troia. Hum.
Lá se diz, Paulo queria seguir adiante para Betínia, porém o espírito de Jesus não o permitiu. Incitados pelo espírito de Cristo. Então, e Jesus dizendo: "O pai vos dará do que é meu e o espírito de Deus em vós me glorificará".
Então, qualquer coisa para além disso é cair na tentativa idólatra teológica de querer fazer altares para três deuses, o que seria paganismo cristão. No evangelho se fala do Pai ao mesmo tempo em que Jesus diz: "Eu e o Pai somos um. Quem me vê a mim vê o Pai.
Se fala do Espírito Santo, ao mesmo tempo, o Espírito Santo é o espírito de Jesus, é o espírito de Cristo, é o espírito de Deus. De modo que pela leitura do evangelho não tem como eu invocar a Jesus e essa não ser uma invocação do Espírito Santo. Não tem como eu orar ao Pai e essa não ser uma oração ao Pai e ao Espírito Santo.
Porque existem apenas comunicações de um determinado manifestar de Deus aos homens. que carrega apenas a peculiaridade seguinte: o pai é o absolutamente indisponível, aquele a quem nunca ninguém viu e nem verá. É o que se diz do Pai, embora ele saiba a meu respeito tudo e eu respire do Pai.
O Filho é aquele em quem todas as coisas foram criadas. E o filho é a expressão exata do ser inexprimível do pai. O filho é a manifestação disponível do pai indisponível.
E o Espírito Santo seja a manifestação íntima, intrínseca, visceral e absolutamente simbiotizada de Deus com o homem pelo pela decisão da invocação. Foi por isso que Jesus disse a Madalena, quando ela quis abraçá-lo depois da ressurreição, disse: "Não, não, não me toques". Eu vou pro meu pai, daqui paraa frente a relação vai ser num outro nível, vai ser aqui dentro.
De modo que a tentativa de querer departamentalizar a Deus é própria da mentalidadezinha grega, aristotélica, do cristianismo filosófico, sistêmico, que tenta criar nichos e lógicas e relações que sejam compreensíveis no ser de Deus. Quando na realidade a trindade é um Deus só. E a trindade é apenas uma manifestação de comunicação com os homens.
Porque com certeza eu que hoje existo em Deus, respiro em Deus, sou habitado por Cristo e toda a criação é mantida pelo lhame, pelo vínculo do Espírito Santo. Isso tudo é um Deus só. Só que os antigos e os humanos no curso dos anos, por exemplo, quando o Salmo 104 olha para uma campina que antes estava seca e quando a primavera brota, vem e as flores se abrem e o homem antigo do Salmo 104 olhava e via tudo aquilo desabrochando, ele dizia: "Tu sopras o Espírito Santo sobre a relva e refaces a face da terra.
Era um pentecoste vegetal para ele. Era uma maneira de dizer, ô, o indivíduo está extremamente cansado e de repente experimenta uma consolação, de modo que o Espírito Santo é sobretudo aquela manifestação bem fazeja que faz o homem associar Deus a uma consolação ou a uma exortação ou a uma construção de compreensão. que ele com ela se assustou.
E aí a declaração humana é o espírito, o espírito de Deus me fez assim. Quando você vê um homem como Felipe ser arrebatado do ribeiro, onde ele batizou o Eunuco, Atos 8, e saiu de Gaza para Asdod, para Azoto, assim, no arrebatamento, se diz que foi o espírito de Jesus que o arrebatou, o levou o Espírito Santo. Por quê?
porque é a forma mais adequada de linguagem para falar aquilo ali. Mas se está falando a mesma coisa. No passado, eu me lembro que quando eu me converti, a basicalidade das compreensões sobre Deus era uma coisa tão chocante que foi o que me impressionou, que eram os crentes velhos na igreja me dizendo: "Não, este assunto é para o Pai, não, este assunto é concernente ao filho.
Este assunto é concernente ao Espírito Santo. " Ah, tá. Na realidade eles tinham três deuses.
Não era à toa que os islâmicos diziam que os cristãos que eles conheceram do século VI para cá eram todos pagãos idólatras. Porque além de fazerem pinturas de supostas representações de Deus, do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e de fazerem nichos e adorarem essas materializações corpóreas, eles também ainda declaravam de maneira obtusamente pagã e básica na compreensão que Deus era pai, filho e espírito santo e forçavam isso sobre um povo. que não tinha a menor possibilidade de ouvir isso a não ser pensando em três pessoas distintas uma da outra, que conversavam entre si e que forçavam a gente a crer que eles eram um só Deus, mas na realidade eram três entes.
Aí os islâmicos olhavam e diziam: "Vocês são idólatras, vocês adoram três deuses". Mas no Evangelho, Pai, Filho e Espírito Santo são comunicações. Não querem ser discernimentos, nem especificações, nem definições, nem separações, nem compartimentalizações.
Porque quando isso acontece, a idolatria brota no que você chama de o deus dos deuses, mas não passa de uma visão apecanada e idolátrica. Então, para mim, o Espírito Santo é o espírito de Cristo, é o espírito de Deus. Deus é para ser adorado em espírito e em verdade.
Ah, Jesus é o espírito de Deus manifesto encarnadamente entre os homens. O Pai é indisponível. Quem o disponibiliza é o Filho.
O filho é absolutamente aquele em quem todos coisas existem. E ele existe em todas as coisas que existem pelo Espírito Santo, que é ele mesmo. Então é só até aí que eu vou.
Para além disso, eu acho tudo uma neira, idolátrica sem tal. O próprio nome do pai da igreja católica, pai do filho do espírito santo, já inaugura um pouco essa bastante, né? já inaugura bastante essa coisa da separação.
Iso, isso tudo eh são manifestações do reducionismo aonde Deus cabe, né? e de todos os deuses que não podem ser esquecidos da invocação, o Pai, o Filho e o Espírito Santo.